quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

O Profissional de Administração e o Seu Valor no Mercado de Trabalho

O médico das organizações, habilitado para atuar em qualquer setor dentro de uma empresa, dono de competências e habilidades invejáveis o mais eclético entre todas as profissões, acaba perdendo espaço no mercado de trabalho e sendo desvalorizado por não saber colocar na prática a maior parte da teoria vista no âmbito acadêmico e pela deficiência que os recém-formados na área apresentam quando encarram o mercado de trabalho.

Apesar de se submeter a um processo de aprendizagem durante um período longo para se tornar bacharel em administração, como em qualquer outra profissão, o Administrador ainda é inferiorizado até mesmo pelos próprios profissionais da área, vêm perdendo espaço em suas áreas de atuação para Advogados, Engenheiros, Enfermeiros, onde todos querem administrar, mas nenhum quer ser administrador, algo realmente contraditório.

Um empreendimento sem uma gestão eficiente é um negócio que vai de encontro à falência. Assim já dizia o mestre (Peter Drucker): Quando você vê um negócio bem sucedido é porque alguém, algum dia tomou uma decisão corajosa. 

E esse alguém não poderia ser outro a não ser um grande Administrador aquele que vive dos riscos diários, quem ousa e luta com eficiência visando uma eficácia de seus objetivos, que se doa em prol das organizações.

Assim como os médicos investigam as naturezas e as causas das doenças humanas, procurando a sua causa e prevenção, os administradores acabam fazendo a mesma função só que diferente dos médicos eles cuida dos negócios.  

Profissional que tem a sua disposição uma mala repleta de ferramentas especifica para investigação, para cada doença, para cada situação.

O curso de administração é a segunda carreira com maior número de matriculas (em 2015, mais de 585 mil pessoas estudavam administração). Nos últimos 15 anos, o número de formados por ano cresceu de 35.149 para 99.216, um aumento de 182%. 

A deficiência na formação por falta de estruturas adequadas dentro das universidades para o processo de aprendizagem eficaz e o crescente número de formados dificulta a entrada destes novos administradores no mercado de trabalho, além do aumento da disputa por fatia no mercado, a qual vem sendo disputadas por profissionais de outras áreas do conhecimento.

Medidas para tentar solucionar algumas destas questões foram tomadas, mas pouquíssimas concretizadas. Como exemplo: pode-se citar o Projeto de lei do senado n° 439/2015, que dispõe sobre o exercício de atividades no campo da administração, de autoria do Senador, Donizette Nogueira que está em tramitação no Plenário do Senado Federal. 

O PLS tem por finalidade, garantir que cargos e funções com atribuições voltadas para os campos da administração, em organizações de todos os setores, somente possam ser providos por tecnólogos e Administradores profissionais regulares na forma da lei.  

Uma prova de proficiência como a do curso de Direito (Exame de Ordem) é viável no curso de Administração de Empresas, uma vez que será realizada uma triagem, fazendo o egresso dos graduados que são submetidos a um ensino de baixa qualidade. 

Assim, entrarão no mercado aqueles realmente são capazes e qualificados a exercer a profissão de Administrador, aumentando também a credibilidade do curso e o reconhecimento dos formados na área.

Intensificar a fiscalização por parte dos órgãos responsáveis pela profissão; buscando adotar politicas punitivas mais severas para aquelas organizações a quais não cumprirem com as leis estabelecidas. 

Exigir a parte prática dentro do curso de bacharelado em Administração em todas as universidades (Públicas e Privadas). Assim os acadêmicos vão colocar já na prática toda teoria vista na universidade, começando a conciliar a teoria com a prática desde sua trajetória na faculdade, teremos profissionais bem preparados e bem qualificados para ocupar e encarar o mercado de trabalho e exercer seu papel de médico das empresas, tomando posse de suas respectivas áreas de atuação.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

A Hipocrisia Corporativa

Certa feita em conversa com um experiente amigo, de muitas e muitas empresas nacionais e multinacionais, tive a triste informação de que hoje os tempos são outros. 

A vida Corporativa não é mais como a vivemos há anos.

Hoje prevalece uma simples regra: sobreviver a todo custo a cada dia como forma de garantir o recebimento do holerit no final do mês e pronto. 

Se existe um problema, que deixe rolar, tenho que registrar minha hora de entrada, sentar à mesa de "trabalho", preencher algumas planilhas, e se eu tiver alguma dificuldade devo apenas anota-la para "informar" a alguém seja lá quem for, se der certo pode até ser a mulher da limpeza. 

Aliás ela está insistentemente todas as manhãs pelo departamento mesmo!

O problema não é meu! essa é a regra! Não importa o problema não é meu! 

Se querem a solução para algo tenho apenas que levantar "aquela planilha" com números, muitos números. 

Alguns gráficos, um pouco de vermelho aqui, um azul ali e pronto: alguém vai receber isso uma hora e o coitado que se vire. 

A minha parte eu fiz.

Ah e se me chamarem para uma reunião eu até vou, pois vai ajudar a passar um pouco o tempo, mudar os ares e quem sabe numa conversa e outra, fico sabendo quem está namorando quem, quem foi demitido ontem, como foi aquela "comida de r@b# " que tal gerente levou do tal diretor, isso sim é vida corporativa. 

Mas agora se nessa reunião sobrar atividades com meu nome na ATA de Reunião, ou naquela malfadada planilha de 5W e com prazo ainda. . . haha nada de ir nessa reunião novamente. 


E como evitar? 

É muito facil: basta passar um e-mail 30mim antes da hora marcada, dizendo que apareceu uma urgência! 

Pronto caso resolvido! E sai pra lá reunião chata, pena que vou ter que ficar na sala "trabalhando".

E aqueles problemas antigos, sim muito antigos. 

Aqueles que todo mundo na empresa sabe onde está a solução mas ninguém tem peito pra fazer! não tem peito ou tem muita vaidade, muita hipocrisia. 

Deixa quieto, vamos enrolando, levando com a barriga, passo um e-mail hoje outro semana que vem, sempre com muito gerúndio. 

O gerúndio é como cobertura de caramelo sobre um sorvete de creme, quanto mais melhor. 

Um dia vai aparecer um babaca recém contratado e irá querer mostrar serviço até porque ele tem que mostrar, pois em 40 dias de experiência tudo pode mudar pro lado dele. . . hahaha doce vida corporativa.

Quando esse tal babaca chegar é só entulha-lo com tudo o que nestes anos tentou-se fazer e não deu qualquer resultado favorável. 

Mudar algum processo? . . . que nada, deixa tudo como está pois estou de saco cheio, tentei fazer e nada aconteceu porque o gerente da área X não quer mudar nada, o gerente da área Y também não quer se envolver porque dá muito trabalho e. . . que dia é hoje mesmo? 


Quando vai sair o pagamento????

Posso até não concordar com nada dessa triste realidade, seja por convicção, seja por princípios, seja por ideologia ou até mesmo por profissionalismo. 

Nesse caso meu chapa: peça seu boné!! 

Mas cuidado:  você poderá passar 03 anos na escuridão profissional, 36 meses sem precisar se preocupar com a data que vai sair o holerit pois holerit é o que vc não vai ter, e só mais uma coisinha: vc já passou dos 52 anos de idade???? rsrs

Por:AmauriLúcio - lapservicos.com.b

terça-feira, 21 de janeiro de 2020

3 Dicas para Iniciar sua Transição de Carreira e Fazer o Que Você Ama

Você já pensou em abandonar o seu trabalho atual e migrar para algo que realmente ama fazer? 
Hoje eu quero compartilhar algumas coisas que aprendi na minha jornada sobre transição de carreira, e quais os pontos mais importantes para você ficar atento.
Recentemente, fiz uma pesquisa no meu site E-VOLV.ME e constatei que a segunda maior dificuldade das pessoas é o descontentamento e insatisfação profissional (cerca de 15% das respostas).
Os motivos são os mais diversos, como falta de reconhecimento, falta de oportunidade, não trabalhar com aquilo que ama, não conseguir liderar sua equipe, não conseguir delegar tarefas e querer mudar de área sem saber como.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

O Trabalho Visível e o Trabalho Invisível

Um dos meus livros preferidos é, sem dúvida, Os Miseráveis, do escritor Victor Hugo. Além da beleza de uma narrativa que descreve dilemas morais de um modo tão humano e profundo, a obra apresenta descrições e imagens tocantes. E uma passagem que gosto muito é essa:

" Não se estar ocioso quando se estar absorvido. Existe o trabalho Visível e o Invisível. " Victor Hugo - livro Os Miseráveis


Algumas atividades das nossas vidas nos exigem dedicação e concentração, mantendo-nos engajados; em outras palavras, ficamos absorvidos na execução da tarefa. Quando a executamos, podemos ou não estar entusiasmados – mas, de todo modo, estamos ativos. No entanto, quando o trabalho não é “visível”, nem sempre obtemos – ou não conseguimos enxergar – as consequências desse nosso engajamento. E quantos trabalhos são invisíveis! Como efeito disso, as pessoas podem se sentir invisíveis, pequenas e desimportantes.
É difícil pensar em uma parte da nossa rotina em que não estamos em atividade. Um ambiente está sempre presente, sinalizando coisas para fazermos. Por vezes estamos absortos lendo um bom livro, vendo um filme, conversando com amigos, pensando ou ouvindo uma música. Já em outras situações o que nos absorve é limpar a casa, lidar com burocracias, cuidar de pessoas. Se estamos no ambiente de trabalho, passamos grande parte do tempo planejando, produzindo, interpretando, lidando com dados ou pessoas, ou criando, antes de obter o “produto final”. Todas essas atividades envolvem muitos comportamentos complexos e dão trabalho. Mas, sob controle apenas do produto final (talvez porque geralmente apenas essa última etapa oferece uma recompensa gratificante),  nem sempre estamos cientes da energia que o todo o processo nos requer.
Ainda, o trabalho pode ser invisível em outro aspecto: as nossas atividades e funções podem ser pouco claras ou pouco definidas: como consequência, o trabalho não se torna importante para quem o executa. Impossível nessa situação ficar satisfeito e dizer “Eu que fiz!” com orgulho  – afinal, para dizer isso é preciso saber exatamente o que se fez e sentir todo o mérito de ter feito. Ampliando o foco desse cenário, é possível enxergar que estamos lidando também com um problema de gestão – o arranjo do ambiente (por um supervisor, um chefe, um gestor, um diretor, uma entidade, etc.) não está sendo devidamente efetuado. Hoje em dia não está difícil se sentir inútil, fracassada(o), desanimada(o) ou impotente.

Mas por que esses sentimentos? 
Basicamente porque o trabalho invisível não pode ser recompensado. É trabalho: você dedica tempo, energia e muito suor para executar suas tarefas. Contudo, é invisível: ninguém (ou quase ninguém) percebe que você o faz – de modo que às vezes nem você mesma(o) o enxerga; dá a sensação de que “não rende” ou que “não tem fim”. Na nossa cultura, a medida de um trabalho relevante ou de sua qualidade é muitas vezes feita pela sua visibilidade. 
Uma comparação entre diferentes profissões do que venho chamando aqui de trabalho visível é ilustrada na seguinte figura abaixo:

O que se coloca é que algumas recompensas ou consequências (monetárias e sociais) para o comportamento dos professores não estão presentes; já para outros profissionais, tais consequências do comportamento são abundantes e constantes. E quem não tem acesso a essas consequências (ou, se há acesso, elas são escassas e/ou pouco frequentes) sabe bem como elas são importantes; em ampla medida, tais consequências são o que nos mantêm ativos e motivados a continuar a desempenhar a tarefa. É a lei mais básica do comportamento humano: a consequência do comportamento determina como a pessoa vai agir no futuro.
Ao descrever esse aspecto da nossa cultura a partir dessa perspectiva, pode-se interpretar que o trabalho de um jogador de futebol é mais visível do que o do professor. A visibilidade se dá não apenas para as recompensas de seu trabalho, mas também para a própria atividade que é desempenhada, sua execução e seus objetivos. Pode ser muito mais fácil para uma criança ou um adulto descreverem como se faz um gol do que como se elabora um Plano de Ensino. Além disso, a ideia abstrata e vaga (ou invisível) de que professor é aquele que “(só) ensina” (que consiste, na realidade, de um conjunto de comportamentos específicos, complexos e de extrema relevância social) faz com que os profissionais dessa categoria não sejam devidamente reconhecidos, e, por uma cadeia de infelicidades, se sintam pequenos, invisíveis e impotentes.
Em um mundo ideal, todos os trabalhos (e de todas as pessoas) seriam visíveis. O trabalho “renderia”, e teria não só um fim, mas também um progresso bom de ser percorrido. A pessoa que o executa saberia a função do seu trabalho e sua importância. Enxergaria seus feitos a todo momento e se sentiria bem ao ver o seu desempenho regularmente, assim como suas conquistas e sucessos. Além disso, não só ela enxergaria o trabalho e seus efeitos, como também as outras pessoas com quem se relaciona – seu chefe, seus colegas, seus clientes ou seus filhos. Ainda, “ser competente” para solucionar problemas na empresa não seria uma frase abstrata, mas sim um conjunto de atividades e objetivos observáveis, palpáveis e atingíveis, passíveis de serem também reconhecidos e recompensados em cada etapa. Haveria “torcida”, “incentivo”, “elogios”, “admiração” e “prestígio” por onde a pessoa passasse, e ela estaria motivada a continuar se engajando na tarefa. 
Essas consequências também estariam presentes em outras dimensões: para a mãe que cuida do filho, o homem que limpa sua casa, o funcionário que embala objetos, o publicitário que trabalha com criação, o pesquisador que trabalha com dados, a professora que ensina o aluno, o gestor que gerencia desempenhos e o funcionário que executa suas atividades.
A boa notícia é que um cenário em que todos os trabalhos são visíveis é sim possível: as atividades podem ser descritas a ponto de torná-las visíveis: ou seja, ao especificar atividades em termos de comportamentos, os quais devem ser mensuráveis e observáveis. Comportamentos e suas consequências tornam-se mais concretos, fazendo com que as pessoas enxerguem e tenham contato com suas ações e resultados. Isso é matéria do campo da Gestão de Desempenho (em inglês, Performance Management), uma aplicação dos princípios de aprendizagem da Análise do Comportamento para a vida das pessoas, em nível individual ou em grupo. Essa abordagem científica para lidar com comportamento tornou-se especialmente conhecida nas Organizações com as estratégias da Gestão do Comportamento em Organizações (em inglês, Organizational Behavior Management, ou OBM), mas pode ser aplicada para todos os contextos em que haja pessoas: nas escolas, no ambiente de trabalho, em casa, em grupos, etc. 

A Gestão de Desempenho pode se aplicar a objetivos profissionais ou pessoais – afinal, nossas promessas de Ano Novo que não são cumpridas podem também estar descritas de forma vaga, inatingível, abstrata e desvinculada da nossa rotina. 

Convém esclarecer que o termo não consiste em uma abordagem de Avaliação de Desempenho de funcionários – a Gestão de Desempenho é uma aplicação ampla da Análise do Comportamento para contextos em que dificuldades de execução, aquisição e manutenção de atividades estão presentes; o foco de análise está nas relações entre o ambiente e todas as pessoas envolvidas. A Gestão de Desempenho é um processo sistemático e orientado por dados que tem mostrado sua efetividade e melhorado ambientes em mais de 30 anos de história, fazendo com que pessoas se comportem na direção desejada e gostem de fazer o que fazem, através da análise do que ocorre antes e depois do comportamento.
Como fica evidente, há mais coisas entre uma atividade e a sua execução do que se pode imaginar. Afinal de contas, comportar-se em direção a objetivo(s) mostra-se desafiador, para todas as pessoas, e em diversos contextos. Mas me parece que quanto mais visível for o trabalho, a atividade ou a meta, maiores as chances de sucesso. E o próximo pesquisador do Projeto é reconhecido por criar sólidas bases e diversos nortes para a área de Gestão de Desempenho e Gestão do Comportamento em Organizações.
Quão visível é o seu trabalho? Quão visível são suas metas? Quão visível você se sente? 

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020

INTELIGÊNCIA LOGÍSTICA: UM DIFERENCIAL PARA O SEU NEGÓCIO

A crescente globalização e acesso ao empreendedorismo fez com quem o Brasil se torna-se um dos países mais competitivos do mundo, com um mercado altamente exigente. 
Agora a satisfação dos clientes não dependem mais do básico, e sim de várias estratégias utilizadas para facilitar suas vidas e compras.
Para isso, muitas empresas tomam como principal método de crescimento, a Inteligência Logística, que são um conjunto de ações capazes de transformar completamente seus resultados. 
A Inteligência Logística otimiza todos os processos de uma empresa, seja de produção, entrega, prospecção até a venda, todos os setores vão reduzir falhas e custos, trazendo seu negócio para patamares inalcançáveis em relação à concorrência e conquistando satisfação total dos seus clientes.

Os primeiros passos para aderir uma Inteligência Logística para sua empresa são:


  • Planejamento
Planejamento é uma das ações mais importantes para uma empresa, necessário em qualquer setor, seja na fundação do seu negócio, no marketing e principalmente no setor logístico. Idealizar todos os passos a serem tomados, pela sua equipe de produção, transporte e vendas, reduzirá o risco de imprevistos e custos da sua empresa.
  • Inovação
Abrir sua mente para táticas inovadoras para seu negócio será decisivo para elevar-se no mercado. Ficar no passado só lhe trará prejuízos, invista em tecnologia e inovação para seguir um caminho de sucesso.
  • Criação de metas
Com datas e números computados e muito bem planejados, todos os seus funcionários terão um guia bastante funcional para seguir no dia-a-dia e alcançar êxito em suas ações e tarefas. Criar metas a partir da satisfação completa do cliente é uma forma de inspirar, impulsionar e supervisionar a sua equipe na obtenção de melhores resultados para sua empresa.

Os métodos utilizados pela Inteligência Logística são:
 Logística Enxuta:
O conceito asiático modelo da Toyota é referencial para Inteligência Logística em todos os setores industriais e de produção. Ele refere-se a formas de eliminar desperdícios operacionais e atividades desnecessárias, reduzindo a incidência de erros e retrabalhos.
  • Benchmarketing:
O Benchmarketing é um grande estudo sobre a concorrência, sobre as melhores táticas utilizadas e quais fariam sentido e trariam resultados para a minha empresa. Não se trata de copiar, mas de conhecer a minha concorrência e seguir os exemplos mais inteligentes e eficazes.
  • Treinamento:
Os processos tem imensa importância dentro de uma instituição, mas sabemos que eles são na maioria das vezes feitos pelas mãos humanas, sujeitas a erros. Por isso treinamento é uma das fases mais importantes para que todas as ações ocorram da melhor forma e para que o cliente saia satisfeito.
  • Mapeamento dos processos:
Por meio desta ação você pode analisar todos os processos e identificar seus problemas e resultados, aplicando correções imediatas e reduzindo custos.
  • Centralização de Informações:
Centralizar todas as informações e códigos em um só lugar pode agilizar processos e torná-los cada vez mais eficazes. Organize uma base de dados e consiga se comunicar mais rápido e fácil dentro da sua empresa.
  • Automação dos processos:
Investir em tecnologia é um dos principais passos para a eficiência logística do seu negócio. Com um software especializado, é possível ter um controle maior sobre os processos logísticos, de rotas, entregas e vendas. Obter informações de modo rápido e atualizados, monitorar frotas e pedidos, entre vários outros benefícios que uma ferramenta logística pode te oferecer.
Aderindo essas ações dentro da sua empresa você pode conquistar várias vantagens para sua empresa e conseguir metas inimagináveis para sua empresa.

  • Fidelização
Quem não quer ser parceiro de uma empresa que cumpre todas as promessas que faz? É essa a realidade de quem implementa Inteligência Logística no seu negócio, uma clientela completamente fiel e apaixonada pelo serviço que você proporciona.
  • Prospecção de clientes
Além de fidelizar os seus atuais clientes, você também refinará sua reputação no mercado e será capaz de prospectar vários outros clientes.
  • Diminuição de custos
Aprimorando a logística da sua empresa você vai eliminar todos os erros e diminuir drasticamente os custos de entrega, produção e venda na sua empresa. Somente com o aperfeiçoamento de entregas e vendas você pode ter uma grande economia de material e combustível impressionante.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

QUAL É A DIFERENÇA ENTRE PRINCÍPIOS E VALORES?

Não existe dúvida quando Jack Welch afirma que “pessoas com bons princípios serão sempre funcionários mais confiáveis”. Segundo o presidente da GE por mais de 20 anos, “pessoas com integridade dizem a verdade, mantém sua palavra, assumem responsabilidade por suas ações, admitem erros e os consertam”. 
Quem não gostaria de ter pessoas assim na equipe?
Para Jack Welch, e a cada vez mais recrutadores, é melhor contratar uma pessoa com princípios e baixo desempenho do que aquele que tem ótimo desempenho mas sem integridade.
Desta forma, aliar valores pessoais e profissionais a nossa trajetória de vida pode ser a chave não só para melhores desempenhos, mas para uma vida melhor – profissional e pessoal. Mas qual é a diferença entre princípios e valores? Por que parecem tão semelhantes e são tão importantes na nossa vida?

Princípios e valores

Os princípios dão base para a formação dos valores. Enquanto princípios são pressupostos universais que definem regras essenciais que beneficiam um sistema maior que é a humanidade, valores são regras individuais que orientam, como bússolas internas as relações, as decisões e as ações.
A melhor analogia que ouvi sobre princípios e valores foi a do carvão e do diamante. Os princípios são como o diamante, além de mais preciosos, se assemelham também por serem rígidos, constantes e inquebráveis. Princípios são, portanto, preceitos universais rígidos, regras incontestáveis e direcionamentos de conduta universal e atemporal. Ele por si só, não se quebra, mas sim a pessoa que não os seguem. Exemplos de princípios: amor, equilíbrio, pertinência, ordem.
Os valores, por sua vez, são como o carvão, mais maleáveis, individuais, subjetivos e influenciados pelo externo, assim como o contexto, a época, a cultura, o objetivo, o tempo e o interesse. São, portanto, frágeis se não forem pressionados de forma adequada e se não tiverem princípios como sua base. Além disso, por serem padrões sociais eles são subjetivos e contestáveis, por isso podem ser éticos ou não, dependendo de quem, ou qual cultura, o adota.

“Valor é o que você está e princípio é o que você é”, independente das circunstâncias ou influências externas.
Os princípios essenciais são aqueles que estão alinhados com a nossa essência (que é espiritual, divina, perfeita, verdadeira, imutável, sistêmica e, portanto focada no bem comum) eles dão base e ingrediente para a formação de crenças e valores também essenciais como ética, integridade, verdade, justiça, colaboração, fé, desenvolvimento contínuo, meritocracia, compaixão, inclusão, generosidade, equilíbrio, respeito, etc
Cada pessoa possui seus próprios valores pessoais e profissionais, que determinarão sua atitude perante a vida e como suas escolhas serão feitas. Por exemplo, se uma pessoa tem como princípio a regra de outro, que é faça aos outros o que gostaria que fizessem a você, é natural que tenha valores também essenciais como respeito, justiça, integridade, verdade, confiança, colaboração, gentileza, etc
Imagine que você tem como o princípio o bem comum, o ganha- ganha e um dia sua liderança desafia o valor da sua integridade e pede para você fazer algo que vai prejudicar a empresa para aumentar seus ganhos pessoais. Você se sente pressionado e se não tivesse a força do princípio como uma bússola moral internalizada na sua alma, seu valor não se sustentaria e se quebraria, deixando sua consciência incomodada no início até substituir o valor por um outro.
Uma pessoa de princípios não é perfeita, mas sua busca em permanecer no caminho guiado pelo o que é certo é tão grande, que  comete um delito, ela se incomoda tanto e é tão pressionada pela própria consciência que procura se redimir rapidamente, contar a verdade e pagar o preço externo, para não ter que pagar o preço interno pesado e cobrador do precioso princípio que foi desrespeitado.

Quem não comunga valores essenciais (que buscam um bem comum), fere um princípio que busca o equilíbrio. A forma sistêmica de compensar essa desarmonia (já que estamos todos interligados) é através do peso da consciência, da culpa e dos demais sofrimentos, conflitos e desgastes que afetam todas as áreas, dimensões e gerações e existem para indicar que algo precioso foi desrespeitado. Como já foi dito, não se quebra um princípio, mas a pessoa que o desrespeitou! Se não for por essa caminho do amor, que a conduta seja por inteligência, uma vez que todos colhem o que plantam (e fogem do caminho da dor!)
O fato é que a verdade liberta e viver sob princípios é libertador. Isso tem a ver com a sua e a nossa vida!