quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Você não pode ser menos do que FODA ao falar em público


Poderíamos começar pedindo desculpas pelo título deste texto, mas não estaríamos sendo sinceros. 

Não há palavra melhor do que foda para definir o que você precisa ser quando vai fazer uma apresentação em público. 

Em um congresso para milhares de espectadores, um vídeo que será visto por algumas poucas pessoas, a exibição de um projeto, sua tentativa de conquistar um investidor ou, simplesmente, falar em reuniões com sua própria equipe. Seja foda.

A forma como você se apresenta faz muita (para não dizer toda!) diferença para engajar seu interlocutor.

Em um estudo realizado pela Prezi, companhia responsável por uma plataforma de apresentações online, identificou que 70% dos profissionais americanos concordam que habilidades de se apresentar são cruciais a fim de se obter sucesso no trabalho.

E não é preciso ser um especialista para atestar isso. Qualquer pessoa já presenciou, como espectadora, aquela sensação de desinteresse pelo que estava sendo apresentado. Isso porque nem todo mundo que fala em público está preparado para tal. 


Acontece que uma apresentação foda - seja a uma única pessoa ou uma plateia lotada - passa uma imagem positiva, transmite segurança e concede credibilidade.

O que você tem a dizer

Em primeiro lugar, lembre-se da importância que você deve dar ao conteúdo. 

Mantenha seu foco ainda na fase de planejamento. Você precisa resumir o conteúdo para que consiga desenvolver a ideia que você escolheu defender. Sinta e transmita paixão por ela.

Não se esqueça que é preciso contextualizar e exemplificar, tudo de forma clara. Construa uma linha de raciocínio e mantenha-a durante todo o discurso.

Saiba contar histórias e inspirar. É daí que vem o poder de persuasão. E, nesse sentido, outro ponto ao qual você deve ficar atento é em manter a clareza. Usar linguagem simples torna seu discurso muito mais convincente, por aproximar você do público. 

De que adianta investir em um vocabulário rebuscado, se poucos entendem o que você diz?

Leve em consideração que esse conteúdo será um de seus principais artifícios para se conectar com o público.

Faça do público seu aliado

E, falando em audiência, procure conhecê-la, de preferência, antes do contato no momento da apresentação. Se não der, construa uma conversa, de forma que você não se perca em um monólogo sem sentido para os ouvintes.


Chris Anderson, curador do TED, afirma que os melhores palestrantes que passaram por lá têm algo em comum: eles cumprem a tarefa de transferir para a mente dos ouvintes um presente extraordinário, algo estranho e lindo, chamado de "ideia". Ele ressalta que a mente de quem escuta precisa estar em sincronia com a de quem fala.

Prepare-se para falar

Nada de confiar em sua capacidade de improviso. Definir um objetivo, planejar cada aspecto da apresentação e ensaiar são formas de aprimorar suas apresentações.

Por mais que você domine determinado assunto, tudo muda de figura quando se tem um tempo para resumir a ideia, além de interlocutores para te questionarem. Esse é o melhor caminho para atingir (ou superar) as expectativas da audiência e construir autoridade.

Toda essa questão vai muito além do falar. A desenvoltura de um indivíduo pode ser crucial na vida pessoal e, mais ainda, na profissional. Por isso, atenção à linguagem corporal. Ela será responsável por fortalecer a mensagem presente em seu discurso.

Cada detalhe importa!

Dica final: Nada de fugir de falar em público. Quando a hora chega, é importante confiar em si e preparar tudo para cativar seu interlocutor. Vale ressaltar que muito da habilidade de se apresentar vem de treinamento e prática.
Nem todo mundo nasce foda, mas se você quer ouvir mais “sims” e inspirar, você pode se tornar esse cara.

Copiado: http://www.meioemensagem.com.br 

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Gerenciamento de Conflitos: a diferença que faz a diferença

Frequentemente, somos questionados sobre a maneira correta de lidar ou gerenciar os conflitos que surgem nas empresas por onde passamos. Eles são os mais diversos e têm potencial para construir ou destruir qualquer tipo de iniciativa.
A definição básica sobre o que é um conflito o traduz como “profundo desentendimento entre duas ou mais partes”. Para nós, essa definição impede o entendimento de que conflitos podem ser benéficos em times que decidiram utilizar a construção coletiva como instrumento de decisão. Nestes casos, eles se tornam parte do cotidiano da equipe.
Sendo assim, partiremos do princípio de que existem os conflitos nocivos, quando as partes objetivam vencer ou provar algo em benefício próprio. E existem os construtivos, quando o objetivo é conquistar mais cunho crítico e abrangente na tomada de decisão.
Seja qual for o tipo de conflito, acreditamos que a diferença de uma boa tratativa para o gerenciamento de conflitos está relacionada ao estabelecimento de uma estratégia consciente, que seja abrangente o suficiente para lidar com as pessoas, suas necessidades e diferenças; e com os insumos apresentados, no caso, as ideias, opções e alternativas que são objeto da discussão.
Um ditado irlandês nos provoca questionando: “por que julgamos os outros por seus comportamentos e a nós mesmos por nossas boas intenções?”. Essa pergunta nos faz perceber que o ponto de partida para a resolução ou gerenciamento de qualquer conflito é a compreensão genuína de que somos diferentes na essência e que essas diferenças não devem ser – nunca – parte da discussão. Ao mesmo tempo, é necessário ter clareza de que essas mesmas diferenças influenciam diretamente a forma como vivenciamos todas as situações conflituosas.

Portanto, a resposta a ser dada sobre como melhorar a gestão ou gerenciamento dos conflitos – nocivos ou construtivos – nas empresas, deve ser respondida em três passos. 
O estratégico, o instrumental e o individual. Tal qual vemos a seguir:
“Seja qual for o tipo de conflito, acreditamos que a diferença de uma boa tratativa está relacionada ao estabelecimento de uma estratégia consciente.”

  • Estratégico – uma cultura diferente

É preciso cultivar nas empresas uma cultura que entenda a diferença como potência e não como fraqueza. Sem essa base ou pano de fundo, nenhum instrumento ou comportamento prático pode ter sucesso ou ser sustentável. A diferença entre as pessoas não deve nunca ser o foco, mas deve ser cuidada e preservada como capital intangível de altíssimo valor nas organizações.

  • Instrumental – um caminho para solucionar os conflitos

Não é necessário falar sobre uma técnica. Elas são inúmeras, seja na tratativa dos conflitos nocivos ou na condução dos construtivos, é preciso conhecer formatos de lidar com eles. Desde a comunicação não violenta, os princípios de mediação, a terceirização da conciliação ou mesmo os instrumentos de consenso e construções coletivas, todos estão disponíveis aos montes para dar às pessoas a possibilidade de estabelecer um diálogo assertivo e empático em qualquer situação em que haja necessidade de gerenciamento de um conflito.

  • Individual – a postura que faz a diferença

Se a sua postura não for compatível com os valores estabelecidos pelo grupo que você está inserido, será natural o surgimento de conflitos. Sua postura será diferente quando busca autoconhecimento suficiente para não se deixar levar pelo automático, pelo menos na maioria das vezes. Além disso, a postura empática diante de outro que também possui intenções além dos comportamentos visíveis é fundamental para permitir que os conflitos sejam resolvidos ou que tenham os resultados pretendidos.

Como se pode ver, não se trata de uma jornada simples. Ainda assim, não precisa ser tão ameaçadora. 
Conflitos são essenciais para a tomada de decisões inovadoras e criativas e ainda mais para nos dar visibilidade da beleza que existe na diferença entre nós. 
O gerenciamento de conflitos é uma jornada que pode ser desbravada com empatia, compaixão e consciência, basta querer.
Por Anderson Siqueira - https://vanzolini.org.br

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Responsabilidade Emocional: não seja inconsequente com o sentimento alheio

As relações interpessoais mudam com os tempos. Nossos avós ainda viram casamentos por conveniência e sem amor, arranjados; nossos pais viram relações mantidas sem amor, por divórcio ser mácula no histórico de alguém. Por sorte, a sociedade evoluiu. 
Hoje escolhemos com muito mais liberdade com quem queremos estar e por quanto tempo, mas também cabe a nós ter responsabilidade emocional e tomar cuidado com o sentimento alheio.
A nova era da tecnologia e da velocidade das informações, além do padrão consumista instaurado, alterou nosso modo de nos relacionarmos, irremediavelmente. Hoje, é muito mais fácil se comunicar (o que é benéfico e maléfico para as relações, a depender do ponto de vista), mas nem por isso estamos mais próximos, mais conectados como seres humanos. Bauman, sociólogo notável que nos deixou há pouco tempo, bem nos alertou da liquidez da nossa sociedade e, consequentemente, das nossas relações. 
Nada é pra durar, tudo é tratado como bem de consumo, descartável, trocado por uma outra relação com melhores “updates”. Tudo é rápido e frágil demais pra permanecer sequer num médio prazo.
Não vim aqui dar um sermão de quem já está um passo atrás em termos de geração (ainda vivi um tempo sob a égide de uma sociedade analógica), como quem resmunga de inovações e modernidades dos mais jovensDeixo apenas um alerta, uma reflexão, por ver uma sociedade cada dia mais doente e necessitada de afeto e conexão.

Depois de algum tempo fazendo terapia (o que, aliás, recomendo fortemente), percebi o quanto cada um tem uma grande e inquestionável parcela de responsabilidade sobre si mesmo. Eu sempre quis me antecipar ao sofrimento alheio, visando evitá-lo, como se eu fosse a guardiã disso, ainda que me causasse sofrimento. 

Hoje sei que o meu comportamento foi muitas vezes exagerado, um zelo excessivo, pois tratava o outro como um ser desprovido de condições de se auto determinar, auto defender e posicionar. Mas ao mesmo tempo, sinto que muitas pessoas vivem o outro lado do pêndulo: o da total irresponsabilidade emocional com o outro.


Uma velha máxima bem ensina que só sabemos com certeza o que dizemos, nunca o que o outro escutou. Sim, de fato, é cansativo, inócuo e até ingênuo pensar que podemos sempre antecipar e evitar o sofrimento ou qualquer má interpretação do outro com quem nos relacionamos, prevendo toda e qualquer repercussão de nossos atos e palavras. É uma luta em vão


Temos que agir conforme nossa verdade interna e ajustar possíveis mal entendidos (que mesmo assim acontecem) durante o percurso. Mas há aqueles que sequer tomam consciência do que ocorre dentro de si com clareza, e assim vertem ao mundo um sem-número de ações, condutas e palavras inconsequentes que refletem essa desordem, colocando os demais no meio de uma confusão que é somente sua, causando estragos sem medir as suas repercussões (isso sem falar em quem, maldosamente, conduz a vida para iludir, ludibriar e afins, que nem está em discussão aqui

Acho que todos nós devemos ter um mínimo de responsabilidade emocional com quem nos relacionamos. É o mínimo de respeito, empatia, consideração que devemos demonstrar nas nossas relações mais próximas (micro) se quisermos sonhar com um mundo melhor em termos de convivência e solidariedade (macro). 
Sabermos (e solucionarmos) o quanto mais for possível das nossas questões internas antes de meter os demais na nossa bagunça emocional é um cuidado recomendado. E quando não soubermos muito bem sobre o que se passa conosco, cuidar pra não misturar pessoas na nossa confusão sem, ao menos, alertá-las do caos gigante rolando por dentro.

Responsabilidade emocional é dar ao outro a clareza e a transparência do que se passa por dentro. 

Ninguém tem obrigação de ter tudo super claro e definido internamente, ou de querer a mesma coisa que os demais (ter um relacionamento sério, por exemplo, só porque o outro deseja). 
Mas nós temos o dever ético de colocar as cartas na mesa pra que quem esteja conosco ao menos saiba qual “jogo” está sendo jogado, pra aí decidir, com as informações disponíveis e claras, se quer continuar ou não (momento em que começa a autonomia do outro).
Hoje em dia, não peço apenas alguém que me ame, que me queira bem. Peço pessoas que sempre tenham em mente a importância de um mínimo de responsabilidade emocional com os demais, numa demonstração essencial (e tão escassa) de empatia.
Copiado: https://amenteemaravilhosa.com.br

sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

EGO X ALMA

1) O ponto de vista do EGO é sempre EGO-ÍSTA. O ego só pensa nele próprio, ele não leva em consideração o ponto de vista do outro, mas o exclui, pois somente ele é quem importa. A ALMA é sempre ALTRUÍSTA, sendo assim, sempre leva os motivos do outro em consideração; a alma jamais irá prejudicar uma pessoa ou querer levar vantagem sobre ela, mas ajudá-la na sua evolução sempre que possível. Altruísmo também é a possibilidade de agir de forma desinteressada, algo impossível para o ego, pois suas atitudes visam sempre um interesse. Generosidade é um atributo da alma.

2) O EGO é COMPETITIVO. Ele quer ser sempre o melhor: O mais bonito, o mais inteligente, o mais amado, o mais elogiado, o mais importante, mais bem-sucedido... Ninguém pode estar acima do ego, somente abaixo, e é dessa forma que ele vê os outros. Já a ALMA é INCLUSIVA por natureza, e se ela busca o melhor para si mesma, não é por isso que deixará de desejar o mesmo para o outro. A felicidade da alma é ver o seu semelhante bem da mesma forma que ela.

3) O EGO é passível de MÁS INTENÇÕES. Ele não hesitará em desbancar aquele que considera seu rival em potencial; poderá ser capaz das armações as mais vis para alcançar seu objetivo de derrotá-lo, e o sentimento que poderá mover o ego nestes momentos é a inveja, a cobiça, o ciúme, dentre outros. A ALMA é PURA em suas INTENÇÕES. Apesar de passível de erros, ela não age de forma a racionalizar e premeditar uma maldade, por isso as intenções da alma são sempre positivas e livres de segundas intenções. Honestidade é uma característica própria da alma.


4) O EGO é RANCOROSO. A ALMA sempre PERDOA. Como não permite ser contrariado, se isso acontece, o ego pode sentir-se ofendido e rancoroso em relação a quem lhe causou a ofensa, guardando-a, remoendo-a e até mesmo vingando-se do seu "algoz". A Alma jamais guarda rancor. Apesar de poder sentir-se desrespeitada e magoada, a alma sempre perdoará o ofensor já que tem uma enorme capacidade de compreensão dos motivos do outro e das suas limitações.

5) O EGO é passível de MENTIRA. A ALMA é uma BUSCADORA da VERDADE por excelência, por isso sempre usará da franqueza e da sinceridade em todas as suas relações. O ego não vacilará ao enganar para negar sua responsabilidade perante os fatos ou levar vantagens sobre os objetos de seus desejos.

6) O EGO é CORRUPTÍVEL. A palavra ética é dissonante quando o ego encontra uma forma de realizar suas ambições, geralmente ligadas a poder, sexo e dinheiro; como ele somente quer satisfação de seus próprios desejos, fará de tudo para que eles sejam realizados, ainda que de uma forma um tanto ao quanto imprópria. A ALMA é INCORRUPTÍVEL. Ela também tem vontade de evoluir, prosperar, ter sucesso em seus empreendimentos e ter relacionamentos satisfatórios e felizes, mas nunca irá passar por cima de seus valores e de sua ética para vê-los satisfeitos. Ela preferirá um momento mais oportuno quando sentir que as sementes não podem ser ainda plantadas ou os frutos colhidos. Ela esperará por uma melhor ocasião, e abrirá mão do que não condizer com seus princípios, pois preferirá colocar a cabeça em seu travesseiro e dormir um sono tranquilo em sua consciência.

7) A ALMA é CORAÇÃO. Ela sempre "pensará" com o coração. Conectada que é com seus sentimentos e valores, não deixará de utilizar este poderoso sensor para se direcionar nos caminhos da vida, para poder tomar as decisões mais cabíveis de forma a manter o seu próprio equilíbrio. O EGO evita usar o coração, geralmente ele usa a RAZÃO para tomar as suas atitudes; sendo assim, encontrará sempre um motivo razoável (e egoísta claro) para justificar as suas ações, ainda que prejudiquem alguém, além dele mesmo.

8) A ALMA age com CONSCIÊNCIA. A INTENCIONALIDADE de suas ações será sempre muito bem pesada, a AÇÃO será sempre RESPONSÁVEL medindo-se os prós e contras em relação ao que as suas ações podem acarretar, não somente para si, mas também para o seu semelhante. O EGO geralmente age de forma INCONSCIENTE, movido pelas suas próprias projeções que vê refletidas nos outros e pela força das ilusões.

9) Não é à toa que o EGO é muito mais SUSCETÍVEL AO SOFRIMENTO do que a alma, pois agindo de forma inconsciente, ele também cria carma que irá atingi-lo de forma inexorável, levando-o ao crescimento. A ALMA, uma vez ancorada, aprenderá a não mais sofrer, apesar de poder sentir DOR, porque AGE POSITIVAMENTE e porque as suas ESCOLHAS são DESAPEGADAS dos desejos do ego.

10) O EGO é JULGADOR. Como para ele é difícil ter consciência de suas imperfeições, ele se acha no direito de julgar as atitudes dos outros e acredita que seu julgamento está correto segundo seu estreito e limitado conhecimento dos fatos. A ALMA NUNCA JULGA. Ainda que possa ter seu próprio juízo a respeito dos fatos que lhes cercam, a alma não julga pois compreende que cada ser se determina pelo seu particular estado de consciência e não há como exigir correção de quem ainda não tem compreensão sobre si mesmo e de sua própria responsabilidade na vida. A ALMA também não se julga, mas se aceita e se perdoa da mesma forma que faz com seu semelhante; se ela erra, se auto-avaliará, e procurará não fazê-lo mais. O EGO sente-se culpado, pois da mesma forma que julga e condena os outros, faz isso a si mesmo.


Por Daniele Alvim - https://www.curaeascensao.com.br

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

A GESTÃO DO CONHECIMENTO E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: UM MODELO DE GESTÃO NAS EMPRESAS

Diante do contexto em que estão inseridas as organizações, o conhecimento é um fator imprescindível para o sucesso organizacional. 
Mas isso não se aplica somente a empresas privadas ou com fins lucrativos, é aplicado aos mais diversos setores.
A Gestão do Conhecimento e da informação tem a capacidade de trazer diferencial competitivo quando utilizada de maneira integrada com os outros componentes de uma organização. 
Mostrando que o conhecimento adquirido pelo capital intelectual, a tecnologia utilizada e a inovação são os fatores que agregam valor tanto às indústrias, empresas privadas ou prestadoras de serviços.
A sociedade baseada no conhecimento e informação é motivada pelos fatores informação, conhecimento e valores intangíveis. A informação por meio digital deu início a troca de informações e a geração de novos conhecimentos nas organizações. 
O conhecimento possui quatro características segundo Rodriguez (2007): o conhecimento é tácito, é orientado para ação, é sustentado por regras e está em constante mutação. E o último fator são os valores intangíveis que podem ser as marcas, imagem, capital intelectual, que estes não eram percebidos na Sociedade Industrial.

A geração do conhecimento, como o seu compartilhamento, armazenamento e utilização vem sendo recentemente difundido e aplicado nas organizações. 
Os tipos de conhecimento que são partilhados são: o conhecimento tácito e o conhecimento explícito.  
conhecimento tácito é o conhecimento que se constrói a partir da própria pessoa, ou seja, formado como algo pessoal, sendo baseado em modelos mentais, técnicos e habilidosos. Esse tipo é de difícil transmissão e comunicação, é como percebemos o mundo ao nosso redor, uma visão da realidade.
Já o conhecimento explícito segundo Takeuchi e Nonaka (2008), se expressa por meio de sons, números ou palavras e são distribuídos por dados, recursos visuais, manuais entre outros meios e pode ser transmitido aos indivíduos com velocidade, formal e sistematicamente.
A gestão do conhecimento ajuda no desenvolvimento do compartilhamento, integração, criatividade, trabalho em equipe, fazendo com que as empresas obtenham ganhos no mercado competitivo. 
É um conjunto de atividades que tem como principais funções a criação, o armazenamento e o uso do conhecimento dentro das organizações. “Gestão do Conhecimento é um processo sistemático, articulado e intencional, apoiado na geração, codificação, disseminação e apropriação de conhecimentos, com o propósito de atingir a excelência organizacional”.  (OLIVER, 2010, p. 140).
Uma das principais funções da gestão do conhecimento é harmonizar os recursos da tecnologia com o conhecimento das pessoas, proporcionando a melhoria do desenvolvimento das organizações. Neste contexto de gestão do conhecimento, a inovação e a tecnologia como já citados são fatores essenciais, pois, adotam métodos e técnicas que ajudam na disseminação do conhecimento, além de garantir respostas rápidas. 
Um exemplo é a internet que agiliza os processos das organizações, fazendo o armazenamento e difusão do conhecimento. a Tecnologia de Informação tem papel fundamental na gestão do conhecimento, como iniciadora de processos que tem a visão de criar, armazenar, disseminar e aplicar conhecimento. 
Copiado: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

A vez da Inteligência Analítica

De tempos em tempos o universo da gestão organizacional se depara com mudanças de paradigmas significativos. É recorrente a publicação de livros que revolucionam a maneira de pensar dos gestores. 
A teoria sobre administração está em pleno desenvolvimento, desde o fim do século passado. Novos gurus surgem com crescente constância.
Algumas literaturas chegam e demonstram-se passageiras. Fazem parte de modismos inerentes à ebulição do mercado editorial. Outras, no entanto, realmente revolucionam as formas de pensar e agir dos administradores.
Foi assim com Kotler e sua nova visão de Marketing Integrado, cujos conceitos alicerçam as decisões até os dias de hoje. Kaplan e Norton, e seu “Balanced Scorecard”, viraram sinônimo de estratégia. Jack Welch trouxe um novo estilo de liderança. Michael Porter mostrou o poder da “vantagem competitiva” e Stephen Covey veio com seus 8 hábitos, entre inúmeros outros exemplos.
Toda publicação de novos temas, novas ferramentas e novas teorias tem a potencialidade de virar fenômeno. Toda novidade tem a possibilidade de aderir-se tão bem às necessidades, anseios e desafios das organizações que acabam transformando-se em pré-requisitos para uma gestão eficiente e eficaz.
O que diferencia as teorias que revolucionam as características dos gestores dos modismos passageiros é um misto de necessidade latente da sociedade, possibilidade de resolução de problemas modernos e capacidade de trazer resultados oriundos de processos pouco explorados.
Segundo David Norton (“O alinhamento em primeiro lugar”. HSM Management, maio de 2007), “... se uma idéia vem para ficar, ela tem de estar no momento certo e no local certo. 
No caso do Balanced Scorecard, o momento certo era o da nova economia – que, de alguma maneira, tornou obsoletos os sistemas de medição e gestão que usávamos, porque era como silos e hierárquicos, quando a nova economia exigia que você fosse holístico e transfuncional. E o lugar certo era o do sistema de medição. (...) Essas duas coisas se juntaram, e nós (Kaplan e Norton) tivemos a idéia de balancear indicadores financeiros e não-financeiros.”.

Exceções à parte, não sabemos quando surgirá a próxima teoria que irá alavancar a gestão organizacional, que trará inovações relevantes e significantes na área. 
Nunca sabemos qual será o próximo grande tema amplamente debatido pela sociedade mundial envolvida com gestão: muitos dizem que a próxima vedete será o RH, outros concordam que aperfeiçoamentos nas teorias sobre estratégia se fazem necessários, outros abordam que evoluções em TI serão responsáveis por novos modelos de gestão. 
Abordagem por processos, liderança, marketing, inteligência emocional: temas recorrentes abordados por estudiosos mundiais.
Atrevo-me a dar minha opinião sobre um dos próximos grandes temas a entrar na pauta. Inteligência Analítica. Acredito que este seja o momento certo para qualquer evolução neste sentido. E o primeiro passo já foi dado: Thomas Davenport, da Harward Business School, publicou “Competição Analítica – Vencendo através da Nova Ciência” (editora Elsevier), recém traduzido para o português.
Com o advento da informatização, a utilização de sistemas informatizados é pré-requisito para todo e qualquer tipo de organização. Softwares ERP’s passaram a ser constantes, comuns e presentes. E com eles, extensas bases de dados surgiram nas empresas. Informações que antes não existiam passaram a ficar disponíveis. 
A grande questão em evidência é: como o gestor deve utilizar toda esta base em prol do sucesso dos negócios? Qual a melhor maneira de analisar os dados? Como utilizá-los visando um incremento no sucesso da organização? Como as informações podem maximizar os resultados corporativos? Isso é inteligência analítica.
Deveport definiu Inteligência Analítica como “... a utilização extensiva de dados, análises quantitativas e estatísticas, modelos explicativos e preditivos e gestão baseada em fatos para orientar decisões e ações”. É a extração e entendimento amplo de tudo o que os dados disponíveis têm a nos dizer. É a interpretação e análise de informações de modo a nos permitir, de maneira objetiva e contundente, tomar decisões mais precisas, melhor embasadas e com maior probabilidade de acerto.
O autor, em sua obra, analisou empresas americanas que adotaram posturas de vanguarda no assunto. Diversos exemplos bem sucedidos (e revolucionários) de inteligência analítica são abordados. São aplicações nos mais diversos processos que buscam, por meio da detalhada análise de dados e informações, maximizar a performance dos mesmos.
É demonstrado como as organizações vêm aplicando inteligência analítica em pricing, na análise financeira, em P&D, na gestão de operações, em RH, na atração e retenção de clientes, no relacionamento com o cliente, no relacionamento com fornecedores, etc. Empresas que se tornaram líderes em seu segmento devido à inteligência analítica.
Entre os cases analisados, incluem-se exemplos de empresas como Google, Amazon.com, Wal-Mart, Netflix, Procter & Gamble, Capital One, Harra’s, Boston Red Sox, FedEx, entre muitas outras.
Segundo Davenport, dois aspectos fundamentais precisam ser considerados na adoção da inteligência analítica: tecnológico e humano. Os dois devem caminhar juntos rumo à adoção de modelos de tomada de decisão baseados em evidências e constatações.
Não me estenderei em detalhes de suas abordagens, mas posso dar um testemunho pessoal: são inovadoras, altamente especializadas e com resultados confirmados. Com certeza, abrem portas para novos desenvolvimentos.
Para concluir: Inteligência Analítica se trata de uma necessidade bastante atual dos administradores, que demandam soluções inovadoras para seus processos decisórios e para a utilização otimizada de sua base de dados. Chegamos na “Era da Informação”, profetizada por Drucker. É certo que existe um potencial de incremento nos resultados operacionais a partir da utilização dos dados de maneira mais qualificada. O tema precisa evoluir e, para isso, demandará maior debate entre os estudiosos mundiais. E Davenport deu o primeiro passo. Aonde isso chegará? Só o tempo há de nos revelar.
Copiado: https://www.baguete.com.br

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

10 Normas de Etiqueta Envolvendo Amizade e Dinheiro

Quase todo mundo sabe que é indelicado perguntar o salário de outra pessoa. Todos tratamos de evitar, pelo menos ocasionalmente, responder essa pergunta em uma conversa com um estranho. No entanto, às vezes, nós mesmos não estamos cientes de que colocamos os outros em posições desconfortáveis por causa de nossa curiosidade ou de algumas atitudes. Isso pode ser evitado se você conhece algumas regras simples de etiqueta relacionadas ao mundo do dinheiro.
Incrível.club selecionou 10 situações em que o conhecimento dessas regras de etiqueta relativas ao dinheiro é necessário para qualquer pessoa.
1. Não faça comentários sobre os gastos e gostos das pessoas
Falar sobre como outras pessoas usam seu dinheiro não é apenas indelicado, mas também absurdo. Se você propuser a um amigo acompanhá-lo a uma viagem e ele se recusar, seus comentários do tipo: “Mas se seu salário é duas vezes maior que o meu, vamos lá!” não o farão mudar de ideia, mas o relacionamento pode se deteriorar. É possível que você não saiba em que situação econômica a pessoa está (seja dívida, crédito, poupança para uma intervenção e afins), mesmo que se trate de um bom amigo.
Além disso, evite julgar as despesas dos outros, ainda mais pelas costas. Sim, pode parecer ilógico que o seu amigo visite um cabeleireiro muito caro, uma vez que, para os mesmos serviços, pode pagar a metade. Sim, você gastaria esse dinheiro de forma diferente. Mas são a escolha e o dinheiro dele, não os seus.
2. Considere as condições financeiras dos seus amigos quando for planejar atividades conjuntas
Se você sabe que sua amiga está pagando um empréstimo ou está economizando para umas férias, não insista em ir a um restaurante caro. É melhor perguntar em que lugar ela gostaria de ir: assim ela não terá de recusar nem se sentirá desconfortável.

3. Leve em consideração o orçamento de todos os participantes na hora de comprar um presente em grupo
Se você organizar uma coleção para um presente conjunto de amigos ou colegas, não pense que o mesmo valor será ideal para todos. Imagine: alguém pode ter disponível para o presente 20 reais, mas pedem 50 reais, sem contar que para algumas pessoas, essa coleta de dinheiro pode ser algo totalmente inesperado. Portanto, é melhor perguntar antecipadamente a todos quanto estão dispostos a gastar e, em seguida, recolher o dinheiro que corresponda a esta informação.
4. Certifique-se que a conta no restaurante realmente seja dividida de maneira honesta e justa para todos
Ao dividir uma conta em um restaurante ou bar, certifique-se de que não há pessoas entre vocês que mal tenham comido ou não tenham bebido nada. Alguém pode não gostar do prato pedido, mas alguém poderia recusar o vinho. Ninguém quer pagar a mais pelos petiscos ou bebidas de outra pessoa, por isso, neste caso, é melhor cada um pagar o seu.

5. Se contratar um serviço de um amigo, pague-o como faria com qualquer outro profissional
Sim, esta excelente fotógrafa ou costureira é sua amiga, mas seu relacionamento com ela não significa um desconto automático. Uma pessoa, ao fazer algo por você, usa seu tempo e recursos, então é correto e justo que você pague pelo seu trabalho como deveria e quanto ele vale.
6. Não se queixe de seus problemas com amigos que ganham menos do que você
Faz muito tempo que você quer comprar uma TV nova, mas os preços subiram inesperadamente. Sim, é desagradável, mas ainda mais assustador é ouvir essas reclamações quando já faz dois meses que a pessoa não consegue comprar um simples forno de micro-ondas. Portanto, evite essas conversas se não quiser que seu amigo se sinta ainda pior.
Em geral, vale lembrar uma regra universal: não importa o quanto você saiba sobre a renda, dívidas, despesas ou empréstimos dos outros, sempre discuta questões econômicas com cautela e compreensão.
7. Não pergunte aos outros quanto custaram as coisas
As pessoas, mais cedo ou mais tarde, lembram que é indelicado se interessar por saber salário dos outros, mas não seguram a própria língua quando fazem outras perguntas como: “Quanto custa o aluguel deste apartamento?”, “Estes sapatos custaram caro? ”, “Quanto você gastou em sua viagem?” Lembre-se de que, ao fazer esse tipo de pergunta, você pode colocar seu interlocutor em uma posição incômoda. Esqueça esses questionamentos, e se sua curiosidade não permitir que você durma tranquilamente, pesquise os preços na Internet.
Quando lhe forem feitas essas perguntas, lembre-se de que você não é obrigado a respondê-las. Basta dizer educadamente: “Eu não gostaria de discutir isso”. Ou fazer a pergunta oposta: “Por que você está interessado?”
8. Sempre devolva o que pediu emprestado no prazo estabelecido
Em um mundo idílico, ninguém precisa pedir dinheiro emprestado ou emprestá-lo, mas, se tiver de pedir, seja categórico em dizer quando vai poder devolvê-lo e seguir a palavra dada. Se você não sabe quando poderá devolver o dinheiro, deixe isso claro. Não se ofenda se lhe for negado: amizade é amizade, mas ninguém é obrigado a patrociná-lo.
9. Não empreste dinheiro apenas por senso de dever
Algumas pessoas seguem rigorosamente a norma de não emprestar dinheiro a amigos ou parentes e, em parte, isso mantém seu lado racional. Se você não tem nada contra essa prática, certifique-se de que a situação não prejudique seu orçamento ou seus relacionamentos. É melhor negar algo a um amigo do que perdê-lo depois devido a problemas relacionados ao retorno do dinheiro.
Claro, ninguém tem de se justificar, mas se escolher negar algo assim a um ente querido, uma sugestão é dizer que você está pagando um empréstimo ou economizando para uma compra grande.
10. Não ensine a ninguém como gerir seu próprio dinheiro
Talvez você queira apenas ajudar, mas não ensine outras pessoas a administrar seus recursos econômicos. Talvez você realmente saiba como é melhor economizar ou evitar empréstimos, mas seu conselho financeiro só será bem-vindo quando alguém lhe pedir expressamente. Nos outros casos, quando não solicitado, esses comentários causarão apenas irritação. Especialmente se você não estiver disposto a ajudar financeiramente a pessoa caso ela não saiba como administra-lo.
Como regra geral, em questões econômicas, basta agir com educação. Tente cumprir essa regra simples e, se alguém a violar, não tenha medo de defender suas fronteiras pessoais.
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