quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Elaborando Um Plano de Ação Para Qualidade

A etapa do plano de ação é a fase de conceber um plano com soluções para eliminar as causas fundamentais. Nesta etapa é realizada o planejamento e implementação das soluções, melhorias

Utilize o Brainstorming, na qual todos os participantes  podem dar ideias e dica para eliminar a causa raiz.

O grupo deverá estar envolvido na solução e melhorias que serão implementadas através de um cronograma.

Verifique se as ações são tomadas sobre as causas fundamentais e não sobre os efeitos.

Evite utilizar soluções do tipo conscientizar os operadores, fornecer treinamento, etc...

Você poderá fazer isto mas não como solução.

Lembre-se de que operadores treinados de forma adequada e ciente de suas responsabilidades é um requisito básico, para o funcionamento de cada processo.

Evite inspeções em cada etapa do processo, isto apenas transfere a responsabilidade dos operadores para os inspetores e pode gerar mais problemas.

Escolha das soluções

Você deve considerar fatores para implementação de melhorias e soluções, tais como:
  • Custo implementação;
  • Custo operacional;
  • Facilidade da implementação;
  • Abrangência;
  • Apoio da Gerência.
Ações de contenção

São ações imediatas do tipo “apaga incêndio” utilizadas para evitar o problema, e um tipo de ação para lidar com efeitos e não com o problemas.
  • Inspeção 100%;
  • Retrabalho;
  • Desvio;
  • Liberação.
Ação corretiva
Utilizadas para eliminar ou minimizar as causas de uma não-conformidade, defeito, reclamações de cliente ou de outro situação, com objetivo de prevenir sua repetição.
São utilizadas para evitar que o fator causador do resultados ocorra novamente.
  • Manutenção corretiva;
  • Dispositivos à prova de erros.
Ações preventivas

Aplique para eliminar as causas de um desvio ou uma situação potencial, impedindo a sua ocorrência de maneira antecipada.
  • Manutenção corretiva;
  • Dispositivos à prova de erros.
Para seguir esta etapa utilizo o 5W2H para estabelecer um plano.

O nome 5W2H desta técnica ou ferramenta foi criado a partir da união das primeiras letras em Inglês de cada uma das perguntas que precisam ser feitas durante a sua aplicação.. 

What                                      O que será feito               (ação, etapas, descrição)

Why                                       Por quê será feito            (justificativa, motivo)

Where                                   Onde será feito                (local)

When                                     Quando será feito            (tempo, datas, prazos)

Who                                       Por quem será feito         (responsabilidade pela ação)

How                                       Como será feito               (método, processo)

How much                             Quanto custará fazer        (custo ou gastos envolvidos)

No próximo artigo estarei dando continuidade a este tema, espero que tenha gostado do conteúdo de hoje e claro, deixe seu comentário.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

A Teoria da Burocracia

A teoria da burocracia foi formalizada por Max Weber que, partindo da premissa de que o traço mais relevante da sociedade ocidental, no século XX, era o agrupamento social em organizações, procurou fazer um mapeamento de como se estabelece o poder nessas entidades. 

Construiu um modelo ideal, no qual as organizações são caracterizadas por cargos formalmente bem definidos, ordem hierárquica com linhas de autoridade e responsabilidades bem delimitadas. 

Assim, Weber cunhou a expressão burocrática para representar esse tipo ideal de organização, porém ao fazê-lo, não estava pensando se o fenômeno burocrático era bom ou mau. 

Weber descreve a organização dos sistemas sociais ou burocracia, num sentido que vai além do significado pejorativo que por vezes tem. Burocracia é a organização eficiente por excelência. 

E para conseguir essa eficiência, a burocracia precisa detalhar antecipadamente e minuciosamente como as coisas deverão ser feitas.mas acaba se esquecendo dos aspectos váriaveis que se devem ser considerados, o que na sua negligencia acaba trazendo diversas disfunções na realização de ações especificas Segundo Weber, a burocracia tem os seguintes princípios fundamentais:
  • Formalização: existem regras definidas e protegidas da alteração arbitrária ao serem formalizadas por escrito.
  • Divisão do trabalho: cada elemento do grupo tem uma função específica, de forma a evitar conflitos na atribuição de competências.
  • Hierarquia: o sistema está organizado em pirâmide, sendo as funções subalternas controladas pelas funções de chefia, de forma a permitir a coesão do funcionamento do sistema.
  • Impessoalidade: as pessoas, enquanto elementos da organização, limitam-se a cumprir as suas tarefas, podendo sempre serem substituídas por outras - o sistema, como está formalizado, funcionará tanto com uma pessoa como com outra.
  • Competência técnica e Meritocracia: a escolha dos funcionários e cargos depende exclusivamente do seu mérito e capacidades - havendo necessidade da existência de formas de avaliação objetivas.
  • Separação entre propriedade e administração: os burocratas limitam-se a administrar os meios de produção - não os possuem.
  • Profissionalização dos funcionários.
  • Completa previsibilidade do funcionamento: todos os funcionários deverão comportar-se de acordo com as normas e regulamentos da organização a fim de que esta atinja a máxima eficiência possível.
Disfunções da Burocracia:
  • Internalização das regras: Elas passam a de "meios para os fins", ou seja, às regras são dadas mais importância do que às metas.
  • Excesso de Formalismo e papelatório: Torna os processos mais lentos.
  • Resistências às Mudanças.
  • Despersonalização: Os funcionários se conhecem pelos cargos que ocupam.
  • Categorização como base no processo decisorial: O que tem um cargo maior, toma decisões, independentemente do que conhece sobre o assunto.
  • Superconformidade as Rotinas: Traz muita dificuldade de inovação e crescimento.
  • Exibição de poderes de autoridade e pouca comunicação dentro da empresa.
  • Dificuldade com os clientes: o funcionário está voltado para o interior da organização, torna dificil realizar as necessidades dos clientes tendo que seguir as normas internas.
  • A Burocracia não leva em conta a organização informal e nem a variabilidade humana.
Uma dada empresa tem sempre um maior ou menor grau de burocratização, dependendo da maior ou menor observância destes princípios que são formulados para atender à máxima racionalização e eficiência do sistema social (por exemplo, a empresa) organizado.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Empresa não é Mãe

Conheço essa máxima há mais de dez anos, quando tive a felicidade de ser aluno da Professora Maria Aparecida Rheins Schirato, autora do livro O Feitiço das Organizações e professora da USP. Ela repetia isso com frequência.
Como lembrava a própria mestra na época, mãe não demite filhos nem promove a competição dentro de casa. Mãe ama, cuida, ensina, sofre junto e, se necessário, deixa de comer para não ver os filhos passarem fome.
Por outro lado, a maioria das pessoas continua trabalhando como se as empresas tivessem a obrigação de realizar todos os seus desejos e atender todas as suas necessidades, de ordem pessoal e profissional. Ainda é comum se ouvir nos bastidores: – essa empresa é uma mãe para mim!
De onde vem toda essa carência dos empregados? De certa forma, da própria carência do ser humano acostumado a uma zona de conforto. Na prática, trabalhar dá muito trabalho, principalmente, quando os objetivos pessoais estão desalinhados com os objetivos da empresa.
Ao fim do século XIX, o fenômeno da Revolução Industrial mudou a nossa forma de executar o trabalho, de maneira radical, e tornou-se um marco decisivo no processo de desenvolvimento humano.
O historiador Edward Palmer Thompson chegou a afirmar que o trabalhador inglês médio tornou-se mais disciplinado, mais sujeito ao tempo produtivo do relógio, mais reservado e metódico, menos espontâneo e menos violento.
Dessa forma, a Revolução Industrial criou uma nova maneira de arranjo social, de sobrevivência e de conduta humana. O trabalho já não era mais o mesmo e um novo conceito começava a ganhar forma: o emprego.
Com o emprego, a maioria foi deixando de lado a sua competência predominante desde os tempos mais remotos: a de sobreviver por conta própria e risco. Se tivesse vivido após a Revolução, Richard Cantillon, economista irlandês, diria que o ser humano perdeu a sua incrível capacidade de empreender.
Antes disso, as pessoas não tinham empregos no sentido fixo e unitário. Havia, contudo, uma forma corrente e mutante de tarefas de modo que os empregos, no mundo pré-industrial, eram essencialmente atividades. A transição para os empregos, como conhecemos hoje, foi lenta e gradual e ocorreu em diferentes tempos e lugares.
De acordo com a mestra Maria Schirato, as empresas se constituem um mundo de intenções e de promessas, onde a magia do crachá proporciona uma pseudo-segurança com uma moeda de troca conhecida: dinheiro X trabalho duro, fidelidade e alguns benefícios.
O que não é conhecido são os limites e as tolerâncias da relação. Quando isso não está claro, as pessoas tendem a confundir o ambiente de trabalho com o com o ambiente da empresa e se sentem parte de uma família.
Quanto mais desalinhadas estiverem as pessoas com os objetivos, as metas e os valores da organização, maior a dependência e o sofrimento. Em vários casos de demissão, a perda dos benefícios, do sobrenome da empresa e do crachá significa para muitos a perda da própria dignidade.
O que falta para muitas empresas, principalmente, nas públicas e nas de origem familiar, é o esclarecimento das expectativas. Empregados que não entendem essa relação de profissionalismo, quando perdem o emprego, se tornam órfãos magoados que nunca vão aceitar o fato de terem sido demitidos pela sua própria mãe.
Pense nisso e empreenda mais e melhor!
Fonte:Jerônimo Mendes http://www.qualidadebrasil.com.br


sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

TOP 25 Marcas Mais Valiosas do Brasil em 2013

A empresa de consultoria Interbrand lançou recentemente seu ranking com as marcas mais valiosas do mundo, a exemplo do que faz todos os anos. Segundo a pesquisa deste ano,  a Apple ultrapassou a Coca-Cola e se tornou a líder do ranking, com sua marca valendo impressionantes 98,3 bilhões de dólares. Nenhuma marca brasileira apareceu nas primeiras posições do ranking global.
Já o ranking brasileiro foi divulgado hoje, mostrando um domínio significativo do mercado financeiro, tendo somente bancos nas 3 primeiras posições, por exemplo. 
A seguir você confere o ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil, que leva em consideração fatores como o desempenho financeiro (geração de valor financeiro dos produtos e serviços ligados à marca) da empresa, o papel da marca (poder de influência sobre os consumidores) e a força da marca (capacidade de superar a concorrência e garantir a demanda e os ganhos ao longo do tempo).
A pesquisa completa você pode encontrar no site da Interbrand, bem como outras informações sobre esta e outras pesquisas realizadas pela mesma empresa.
Confira o ranking das marcas mais valiosas do Brasil em 2013:
  1. Itaú (R$ 19,3 bilhões)
  2. Bradesco (R$ 14,1 bilhões)
  3. Banco do Brasil (R$ 11,8 bilhões)
  4. Skol (R$ 9,4 bilhões)
  5. Petrobrás (R$ 8,7 bilhões)
  6. Natura (R$ 7,5 bilhões)
  7. Brahma (R$ 7,2 bilhões)
  8. Antarctica (R$ 3,1 bilhões)
  9. Vivo (R$ 2,6 bilhões)
  10. BTG Pactual (R$ 1,9 bilhão)
  11. Cielo (R$ 1,2 bilhão)
  12. Casas Bahia (R$ 993 milhões)
  13. Renner (R$ 842 milhões)
  14. Lojas Americanas (R$ 757 milhões)
  15. Caixa (R$ 702 milhões)
  16. Oi (R$ 699 milhões)
  17. Extra (R$ 621 milhões)
  18. Hering (R$ 616 milhões)
  19. Ipiranga (R$ 607 milhões)
  20. Porto Seguro (R$ 475 milhões)
  21. Totvs (R$ 382 milhões)
  22. Havaianas (R$ 375 milhões)
  23. Pão de Açúcar (R$ 347 milhões)
  24. Ponto Frio (R$ 346 milhões)
  25. Arezzo (R$ 294 milhões)
O Banco Itaú repetiu a liderança de 2012, porém, com uma queda de 13% no valor de sua marca. Duas empresas estrearam este ano no ranking: Arezzo e Porto Seguro. Já a marca Ipiranga, voltou ao ranking após 5 anos fora.
Segundo a pesquisa, A Hering (18ª colocada) foi pelo terceiro ano consecutivo a marca que mais cresceu em valor de marca, com uma alta de 58% sobre 2012.
As 25 marcas brasileiras mais valiosas juntas equivalem a R$ 95 bilhões.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Cancelei a minha conta no WhatsApp

Quando uma ferramenta criada para ajudar na comunicação começa a tomar o rumo absolutamente contrário, chega a hora de abandonar o barco.

Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. 
Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo. 
A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook. 

As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro). 

O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver... muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras. 

A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando “artigo de luxo”. Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing... Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros.

Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social.

As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo.

Na revista Administradores

Na edição novembro/dezembro da revista Administradores resolvemos questionar sobre o WhatsApp em nossa editoria contraponto. Colocamos dois especialistas para defenderem sua tese e apontar as vantagens e desvantagens do aplicativo. Você pode ler aqui o que os dois especialistas falaram.
Confesso que minha opinião foi alterada ao longo do tempo. Antes favorável à facilidade de comunicação que o WhatsApp poderia gerar, coloco-me hoje a favor da comunicação real, do tête-à-tête, sem as barreiras das mini telas. Apesar de não me encaixar no perfil alienado (como aquele citado acima), estar no aplicativo me colocava no status de condescendente com algo que sou contra. Isso estava incomodando.
Que tal refletir
Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular? 
Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se "dedica" a eles?
Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram. 


Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

5 Produtos Fracassados Lançados pela MICROSOFT

Dando prosseguimento à nossa série de matérias sobre os produtos de grandes empresas de tecnologia que foram um fracasso comercial, chegou a vez de a Microsoft ter os seus insucessos relembrados pelo Olhar Digital.

Confira abaixo:

Zune
O iPod não foi o primeiro dispositivo portátil de reprodução de músicas, mas revolucionou o mercado ao permitir que canções em mp3 fossem ouvidas em qualquer lugar. Isso o tornou referência no mercado e, logo, outras empresas tentaram seguir o mesmo caminho. Foi o caso do Zune, da Microsoft.

Ele não era tão ruim, na verdade, mas não teve atrativos suficientes para nem mesmo chegar perto do concorrente da Apple, que já dominava o mercado tanto em receitas como em reconhecimento de marca. E, convenhamos, marrom?

Kin

Em 2010, iOS e Android já eram grandes nomes no mercado de celulares, e a Microsoft sentiu que era hora de entrar no mercado de mobilidade. A companhia, liderada por Steve Ballmer, decidiu investir US$ 1 bilhão no desenvolvimento do Kin, o primeiro smartphone da empresa, que utilizava o Windows CE.

O dispositivo foi lançado em maio e dois meses depois já havia sido retirado do catálogo da Verizon, operadora dos Estados Unidos. A Microsoft desistiu de lançar seu smartphone na Europa após o resultado catastrófico e o resto do mundo nunca viu um Kin.

Windows Vista

Cinco anos após o lançamento do aclamado Windows XP, a Microsoft lançou o Vista, considerado por Ballmer o seu maior arrependimento à frente da companhia. Mesmo com tanto tempo em desenvolvimento, ele conseguiu ser um fracasso completo, sendo um sistema pesado, que exigia muito hardware para funcionar.

O Vista deveria ter sido uma pequena atualização do XP, mas problemas em sua etapa de desenvolvimento adiou várias vezes o seu lançamento, ao ponto de recomeçaram a produção do software do zero. Outros problemas, como privacidade, segurança, compatibilidade e restrições de licenciamento foram fatores que colaboraram para o fracasso.

Muitos chegam até mesmo o consideram um “beta” do Windows 7, que seria lançado três anos mais tarde, com maior estabilidade e segurança.

Windows ME

Lento, instável e bugado, ele transformou em grandes companheiros os usuários e a tela azul da morte. O software, chamado de “Millenium Edition” (“edição do milênio”), por ter sido lançado no anos 2000, também já recebeu o carinhoso apelido de “Mistake Edition” (“edição do erro”).

A PC World chegou a considerá-lo um dos piores produtos de tecnologia de todos os tempos, afirmando que “os usuários tinham problemas para instalá-lo, fazê-lo rodar, fazê-lo funcionar com outros hardwares e softwares e fazê-lo parar de funcionar”.

Não à toa, sua vida não foi muito longa e logo a Microsoft lançou o Windows XP, que solucionaria boa parte dos problemas.

Bing

Mais uma vez, a Microsoft entrou atrasada em um ramo da tecnologia. Quando decidiu lançar o Bing, seu buscador, o Google já havia se estabelecido não só como um serviço de pesquisas na internet, mas como praticamente um oráculo, com todas as respostas de que o usuário precisa e poderá vir a precisar.

Desde então, a Microsoft tem lutado para melhorar o Bing, que não chega a ser um buscador ruim, mas não consegue ganhar participação de mercado e vê o concorrente dominando cerca de 80%, e, às vezes, até 90% das buscas na internet.

Menção honrosa: Internet Explorer. Embora tenha tido sérios problemas de qualidade ao longo dos anos, tem melhorado nas últimas versões. Ele não chega a ser um “fracasso”, pois mesmo abaixo da qualidade da concorrência, ainda foi dominante por muito tempo.


Por: http://olhardigital.uol.com.br/

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

8 Bilionários que Perderam Fortunas

Empreendedores de diferentes partes do mundo apostaram em negócios que nem sempre deram retorno


Em sentido horário: Eike Batista, Allan Stanford, Séan Quinn, Masayoshi Son e Bjorgolfur Gudmundsson (Foto: Editora Globo)
Empreendedores demoram anos de trabalho para juntar uma fortuna. E, de repente, perdem tudo em meses. A lista abaixo apresenta oito exemplos e mostra que conjunturas econômicas, apostas em empresas que não dão retorno e crimes podem ruir qualquer empresário de sucesso.
1. Bjorgolfur Gudmundsson
Já chegou a ser o segundo homem mais rico da Islândia, mas sua fortuna estava ligada a ações do banco Ladsbaki, que sofreu com a crise do sistema bancário do país em 2008. O empresário pediu falência no ano seguinte, depois de perder uma quantia calculada em US$ 1,4 b
2. Allan Stanford
Esse americano passou de bilionário a condenado em apenas alguns anos. Chegou a ter uma fortuna de US$ 2,2 bilhões, uma esquadra de jatinhos particulares, uma coleção de iates e seu próprio time de cricket. Em 2009, porém, ele foi condenado por emitir CDBs fraudulentos de seu banco, conseguindo capital de mais de 20 mil investidores. Hoje ele cumpre uma pena de 110 anos.

3. Seán Quinn
Foi considerado um dos homens mais ricos da Irlanda em 2008, com uma fortuna de US$ 6 bilhões. Mas investimentos no Anglo Irish Bank –  banco que sofreu com a bolha imobiliária e depois foi estatizado -  fez com que o empresário perdesse cerca de US$ 2,8 bilhões, a posse da maior parte de suas empresas e sair do processo com apenas três contas bancárias com US$ 15 mil cada.

4. Masayoshi Son
Perdeu a maior fortuna pessoal do mundo – US$ 70 bilhões – e ainda continuar sendo o segundo homem mais rico do Japão. Sua empresa, Softbank, foi avaliada em US$ 180 bilhões na época da bolha da internet, mas suas ações caíram 98% quando ela estourou. Ainda assim ela se recuperou e hoje é a terceira maior companhia de telefonia móvel do mundo.

5. Eike Batista
Oitavo homem mais rico do mundo em 2011, ele perdeu bilhões em apenas 16 meses quando sua empresa OGX, exploradora de óleo, não provou ser o sucesso que prometia. Quatro dos cinco campos que pretendiam ser explorados por ela foram abandonados e muitos investidores pularam do barco.

6.  Yasumitsu Shigeta
Fundador da empresa de telecomunicações Hikari Tsushin, é outro japonês que sofreu com o estouro da bolha da internet, perdendo US$ 40 bilhões no processo. Em 2009, sua companhia valia apenas US$ 600 milhões.

7.AIberto Vilar
Conseguiu e perdeu seu primeiro bilhão com a bolha da internet e tecnologia em 2001. Esse investidor e filantropo americano foi condenado a nove anos de prisão por fraude, lavagem de dinheiro e outros crimes.

8.  Anil e Mukesh Ambani
Anil é dono da empresa Reliance Communication, que possui mais de 150 milhões de assinantes de linhas de telefones celulares, enquanto seu irmão, Mukesh, homem mais rico da Índia, está a frente da Reliance Industries. Em 2013, os dois anunciaram a integração das duas companhias. Com a quebra e a crise do rupee no mesmo ano, os dois perderam fortunas: Mukesh, US$ 5,6 bilhões, Anil, US$ 1,3 bilhão.

Por: Redação - http://revistapegn.globo.com

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

ISO 9001 e o Ciclo PDCA

O assunto deste artigo é muito simples, tendo como função criar uma visão mais ampla do que de fato se espera de uma certificação, para tanto relacionei o ciclo PDCA que tem como função criar a sistemática de melhoria contínua com o amadurecimento desta mesma certificação.

Embora uma empresa  certificada seja anualmente analisada pelo órgão certificador de sua escolha, o que de fato se busca neste processo é não somente o SGQ e suas ações diante dos requisitos, mas se a empresa tomou outros caminhos para que seus resultados sejam amplamente inovadores, e saia do que chamamos de feijão com o arroz, isso mesmo, sair do comodismo e inovar com novas ideias e conceitos de metas.

Na Qualidade sempre devemos seguir a ideia da ação preventiva, pois esta ação tem como foco reduzir custos e problemas que geram outros problemas, que por consequência desta perda os resultados negativos tendem a crescer mais e mais.

Neste momento identificamos uma necessidade, de melhor o que já foi feito no passado, ou seja, sair do padrão de um padrão e adequar melhorias no que já é considerado satisfatório, por exemplo.

Se você tem um salário de R$ 2.000 logo pensará que poderia receber mais por sua atividade profissional, mas ao mesmo tempo seu padrão de Qualidade deve ser melhorado nos serviços que presta e nunca continuar no mesmo nível, pois através do mercado competitivo de mão de obra seu currículo será o destaque ou não, pode ser considerado obsoleto.

Pois bem, você já parou para pensar como anda o nível de melhoria do seu SGQ? Ou através do comitê da Qualidade e reuniões com a alta direção tentou realçar esta necessidade de amadurecimento e melhoria?

Então vamos avaliar e agir na melhoria da ISO 9001 conforme o ciclo PDCA.
  • Plan = Planejamento
Apesar da empresa já ser certificada, onde podemos atuar com novas ações de melhoria? 

Qual o processo deve ser considerado como ultrapassado?

Onde podemos gerar melhor resultado? 

Neste momento devemos estabelecer um planejamento a curto prazo destas ações levando sempre em conta o antes e o depois.
  • Do =  Executar
Após as novas ações e metas definidas, devemos partir para ação efetiva, onde neste momento podemos atuar de maneira a entender que o resultado sempre pode ser melhorado.
  • Check = Verificar
Se os procedimentos já foram aprovados em auditorias, onde podem ser melhorados? Neste momento de pós execução, devemos verificar o que foi executado e o que pode ser melhorado a nível de desempenho.
  • Act = Ajustar
Onde podemos novamente melhorar? 

Neste processo de amadurecimento é sempre esta a pergunta, por isso nunca se canse de se perguntar e de esperar mais do seu SGQ, pois um Sistema de Gestão da Qualidade tem como princípio básico ser o nascente de um padrão a ser seguido e não um investigador de não conformidades. 

Diante deste artigo, o principal objetivo é chegar novamente na pergunta repetidas inúmeras vezes, ONDE PODEMOS MELHORAR?

Fonte: Zafenate Desidério - www.qualidadebrasil.com.b