terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Responsabilidade Social de Empresas


1 INTRODUÇÃO
As empresas estão inseridas em um ambiente de incertezas e de muitas pressões das partes interessadas que exigem cada vez mais um desempenho global que promova a eficiência, eficácia, efetividade e economicidade, que tenham suas operações “limpas” e ações transparentes e socialmente responsáveis.  
Neste contexto, nos últimos 40 anos foram desenvolvidas inúmeras técnicas gerenciais direcionadas às organizações a buscarem garantir sua sobrevivência no mercado e maximizar os seus resultados financeiros. Porém, como gerar competitividade vem dia após dia tornando-se um desafio central para as empresas.
Na busca da garantia de espaço no mercado globalizado, na potencialização do seu desenvolvimento, as empresas inteligentes, incansáveis na redefinição de seus valores como forma de adequá-los às necessidades mercadológicas vigentes, desenvolvem um novo comportamento voltado para o seu estabelecimento no mundo competitivo: Responsabilidade Social de Empresas (RSE), esta é a nova forma de “como fazer” adotada pelas empresas modernas.
Essa tendência decorre da maior conscientização do consumidor e conseqüente procura de produtos e práticas que gerem melhoria para o meio ambiente ou comunidade, valorizando aspectos ligados à cidadania. Além disso, essas profundas transformações mostram-nos que o crescimento econômico só será possível se estiver alicerçado em bases sólidas. Deve haver um desenvolvimento de estratégias empresariais competitivas por meio de soluções socialmente corretas, ambientalmente sustentáveis e economicamente viáveis. Diante do exposto cabe nos responder: o que vem a ser Responsabilidade Social de Empresas?

2 RESPONSABILIDADE SOCIAL DE EMPRESAS

Responsabilidade Social de Empresas é uma das temáticas mais faladas atualmente. 
  • Mas o que é esse conceito? 
  • O que ele engloba? 
  • O que influenciou o seu surgimento?

Corrêa et al (2004) cita que o despertar da responsabilidade social das empresas não tem um histórico cronologicamente definido. Há na verdade, uma evolução da postura das organizações em face da questão social, provocada por uma série de acontecimentos sócio-políticos determinantes e, também, por aqueles que foram conseqüência da inovação tecnológica.
Para Torres (2003), a realização de ações de caráter social não é uma prática tão recente no meio empresarial. Porém, somente no final dos anos 60 e início da década de 70, tanto nos Estados Unidos da América (EUA), quanto em parte da Europa, que uma atuação voltada para o social ganhou destaque, basicamente como respostas às novas reivindicações de alguns setores da sociedade que levaram para o universo das empresas diversas demandas por transformação na atuação corporativa tradicional voltada estritamente para o econômico.
No Brasil, os indícios de que uma mudança de mentalidade empresarial estava acontecendo, são percebidos desde meados da década de 60, quando novas idéias começam a serem discutidas e é criada a Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas (ADCE), sendo publicada a “Carta de Princípios do Dirigente Cristão de Empresas”, em 1965. 
A difusão dessas idéias, no entanto, tomou impulso a partir da segunda metade dos anos 70, quando mereceram destaque como ponto central do 2° Encontro Nacional de Dirigentes de Empresas. Um dos princípios da ADCE Brasil baseava-se na aceitação por seus membros de que as empresas além de produzir bens e serviços, devem possuir função social que se realiza em nome dos trabalhadores e do bem-estar da comunidade em geral.
A consciência de responsabilidade social do empresariado brasileiro teve certas instituições como protagonistas desta história e como catalisadores importantes e diretamente responsáveis pelo despertar desta consciência. A pioneira dessas instituições foi o Grupo de Instituições, Fundações e Empresas (GIFE), surgido em 1989, mas somente institucionalizada e formalizada em 1995. (CORRÊA et al, 2004).


Para Grajew (1999), RSE trata-se da relação ética em todas suas ações, políticas, e práticas, sejam elas com o seu público interno ou externo.O conceito de RSE às vezes está associado à prática filantrópica, pois é muito comum ver empresários e empresas divulgando nos meios de comunicação a participação ou o apoio a projetos sociais, através de doações. No entanto, a questão da responsabilidade social abrange muito mais do que simples doações financeiras ou materiais. De acordo com Silva (2001), “filantropia significa amizade do homem para com o outro homem”. Significa ajuda e possui um caráter assistencialista. 

Trata-se de uma ação externa à empresa, tendo como benefício à comunidade, tornando-se um paliativo para uma grave conjuntura social. 
Para Oliveira (2005), não existe uma lista rígida de ações que uma empresa deve fazer para ser socialmente responsável, ou seja, não existe uma definição consensual. Responsabilidade social envolve uma gestão empresarial mais transparente e ética e a inserção de preocupações sociais e ambientais nas decisões e resultados das empresas.  
Responsabilidade social - relacionamento ético e transparente da organização com todas as partes interessadas, visando ao desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais (FPNQ, 2005).
Cherques (2003) enfatiza que as empresas estão sendo chamadas à responsabilidade porque, havendo se equivocado sistematicamente sobre o futuro da economia e da sociedade, vêem-se na contingência de reavaliar o peso dos efeitos das suas atividades e corrigir a sua conduta.
Dentre as atitudes possíveis para enfrentar esse desafio, a mais sábia parece ser a de sacudir a letargia e tentar dar conta do que está evidentemente errado. Trata-se de buscar uma nova identidade para as empresas. Uma identidade que integre a responsabilidade social às áreas estratégica, logística, operacional, financeira e comercial. (CHERQUES, 2003).
 De acordo com Melo Neto e Froes (2001, p.78), a Responsabilidade Social das Empresas consiste na sua “decisão de participar mais diretamente das ações comunitárias na região em que está presente e minorar possíveis danos ambientais decorrente do tipo de atividade que exerce”.
Para Ashley (2003, p.56) a responsabilidade social empresarial pode ser definido como:
O compromisso que uma organização deve ter para com a sociedade, expresso por meio de atos e atitudes que afetem positivamente, de modo amplo, ou a alguma comunidade, de modo específico, agindo proativamente e coerentemente no que tange a seu papel específico na sociedade e na prestação de contas para com ela.
O termo Responsabilidade Social implica em uma forma das empresas conduzirem seus negócios de tal maneira que as tornem parceiras e co-responsáveis pelo desenvolvimento social (Instituto Ethos, 2002). A empresa socialmente responsável é aquela que possui a capacidade de ouvir os interesses das diferentes partes envolvidas no negócio (stakeholders): acionistas, funcionários, fornecedores, consumidores, comunidade, governo e meio ambiente, de forma a conseguir incorporá-los no planejamento de suas atividades, buscando atender às demandas de todos.
De acordo com Silva (2001), responsabilidade social empresarial é o comprometimento permanente dos empresários de adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento econômico, melhorando simultaneamente, a qualidade de vida de seus empregados e de suas famílias, da comunidade local e da sociedade como um todo.
Para Cherques (2003), do ponto de vista ético, não há limite de responsabilidade para os danos sociais que uma empresa possa causar. A idéia de limite de responsabilidade vem do direito civil e do comercial. Os proprietários de empresas de responsabilidade limitada só respondem pelo seu patrimônio social. Mas esta é uma figura econômica e jurídica. 
Moralmente não há limite para a nossa responsabilidade. O que existe é a não-responsabilização sob determinadas condições. 
A responsabilidade social das empresas compreende o conjunto de deveres morais que as empresas, na pessoa dos que as dirigem, têm para com a sociedade. Esses deveres são de caráter preventivo, por exemplo, quando a empresa se esforça por não deteriorar o meio ambiente, e de caráter reparador, quando, por exemplo, a empresa restaura o meio ambiente depois de um vazamento de efluentes.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As empresas descobriram que uma das formas de se tornarem competitivas está associado a fazer o bem, e aí devemos esquecer o conceito ultrapassado de filantropia e passarmos a visualizar o bem desenvolvido pelas empresas de forma abrangente, relacionado o compromisso com o ambiente que está inserido e o desenvolvimento da satisfação das partes interessadas.
Pelo apresentado podemos considerar que a Responsabilidade Social de Empresas é uma forma de gestão estratégica que vai muito além da obrigatoriedade legal e do marketing social, é na verdade o comprometimento permanente da empresa, em adotar um comportamento ético e contribuir para o desenvolvimento global da sociedade.
Por:  -Mestre em Administração (FGV/RJ). Especialista em Engenharia da Qualidade -     
http://www.artigonal.com

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Entrevista de Emprego


Como se Comportar Numa Entrevista de Emprego? 
O Que o Candidato Deve Saber Sobre a Empresa e o Cargo? 
Quais São as perguntas Mais Frequentes?
De acordo com alguns especialistas emconsultoria de Recursos Humanos, esse é um momento decisivo para o candidato mostrar suas qualidades e ser escolhido para ocupar a vaga oferecida; mas, todo cuidado é pouco, pois na ânsia de se obter resultados positivos, o (a) candidato (a) pode se “atrapalhar”.
Em primeiro lugar, o (a) candidato (a) deve se preparar para responder objetivamente quem ele (a) é, o que já fez profissionalmente, seus resultados, suas maiores realizações, como era seu relacionamento com colegas de trabalho, por que se candidatou à vaga oferecida e o que tem para oferecer para a empresa.
Durante toda a entrevista é fundamental adotar uma postura positiva e saber demonstrar para o(a) entrevistador (a) que você é uma pessoa interessada, que tem capacidade de organizar, planejar e pensar à frente. Portanto, quanto mais detalhes você souber sobre a empresa e o cargo oferecido, maior será a capacidade de responder às perguntas e se mostrar adequado para ocupar a vaga.
Dependendo da empresa, é interessante descobrir quantos funcionários ela tem, quais são os negócios que ela desenvolve, que produtos ou serviços são ofertados e se a empresa faz parte de algum grupo comercial.  
Ao ser chamado (a) para uma entrevista, o (a) candidato (a) deve confirmar o dia, o local, o nome e o cargo da pessoa que vai entrevistá-lo(a). Também deve levar consigo um Currículo e lê-lo atentamente para ter claro tudo o que foi escrito, pois desta forma, evitará surpresas, como algo que escreveu e não se lembra.
No dia marcado, se vista de forma adequada para causar boa impressão; e jamais chegue atrasado (a). Quando for apresentado (a) ao entrevistador (a) cumprimente-o (a) firmemente e com educação. Olhe-o (a) nos olhos e sorria, não fique inquieto (a) na cadeira.
Adote uma postura natural e gesticule naturalmente enquanto conversa. É muito importante responder às perguntas de forma clara, objetiva e pausadamente. Não tente responder algo que você não saiba, pois, nestes casos, o mais indicado é pedir educadamente ao entrevistador para esclarecer melhor a questão.
Ao terminar a entrevista deve-se deixar uma boa impressão, agradecendo ao entrevistador por tê-lo (a) recebido e demonstrando que está animado (a) com a possibilidade de trabalhar n’aquela empresa. E, finalmente, deve-se apertar sua mão com firmeza.
Perguntas Mais Freqüentes
Qualquer entrevista – por mais descontraída que seja – é um teste da caráter psicológico que visa avaliar o poder de observação, conclusão e até de compreensão do candidato. Além das respostas, o(a) entrevistador(a) observa os gestos, a entonação, as pausas e – principalmente - o olhar do(a) candidato(a).
E, nesse contexto, algumas perguntas tornaram-se comuns e podem ser feitas para qualquer tipo de candidato ou vaga:
  • “Quem é você?. Fale-me sobre a sua vida, profissão e família” – Diga apenas aquilo que for relevante; seu nome, idade, formação acadêmica, cite as empresas que trabalhou (ou se está buscando seu 1º emprego). Quanto à vida familiar, resuma-a.. Solteiro (a), casado (a), número de filhos, etc.
  • “O que o (a) levou a procurar esta vaga?” – Jamais diga que, pelo fato de estar desempregado, está aceitando qualquer coisa. Mostre interesse e que você tem plano de desenvolvimento pessoal.
  • “Por que deveríamos contratá-lo( a)?” – Fale de seus pontos fortes - sem passar a imagem de presunçoso (a) - e de como você pode contribuir para o trabalho proposto.
O que Você Pode Perguntar ao Entrevistador?
No final da entrevista – principalmente quando o desempenho é bom – o (a) entrevistador (a) pode indagar se o (a) candidato (a) deseja fazer algumas perguntas e, caso ele não tenha esclarecido tudo que o (a) candidato (a) gostaria de saber, deve-se aproveitar para questionar tudo quanto for relevante.
Neste caso, ajudará muito se o (a) candidato (a) pesquisou sobre a organização – principalmente sobre a vaga à qual está se candidatando – pois tendo claro seus objetivos de carreira, o (a) candidato (a) pode, antes da entrevista, preparar um roteiro de todas as informações que gostaria de obter. Caso, durante a entrevista, o(a) entrevistador(a) não tenha respondido todas as duvidas do (a) candidato (a), aí ele(a) poderá fazer as perguntas necessárias, tais como:
  • A empresa oferece oportunidade de treinamento?
  • O que a empresa espera desse cargo?
  • Quais serão as responsabilidades do cargo?
  • A quem irei me subordinar?
  • Existem planos de carreira na empresa?
  • A empresa tem planos de crescimento? Em quanto tempo?
OBSERVAÇÃO: Normalmente, durante a entrevista, o (a) candidato (a) já foi informado do valor do salário, dos benefícios (vale alimentação, transporte, plano de saúde, etc.) que são oferecidos pela empresa. Mas, se isso não ocorreu, o (a) candidato (a) deve confirmar esses itens, sem se aprofundar muito na questão.
Importantes “Dicas” Para Serem Observadas Durante a Entrevista.
a) Tiques Nervosos: é um mau sinal para o entrevistador se:
  • Lhes der um aperto de mão do tipo “molenga”.
  • Desabar na cadeira, ou ficar se remexendo sem parar durante a entrevista.
  • Ficar continuamente evitando o olhar do entrevistador.
  • Estalar os dedos, esfregando as mãos ou brincando com os cabelos.
b) Falta de autoconfiança: é um mau sinal para o entrevistador se:
  • Demonstra ser constante e  extremamente autocrítico;
  • Subestimar suas realizações ou habilidades;
  • Falar tão baixo que mal possam escutá-lo(a);
  • Responder monossilabicamente às perguntas;
  • Interrompê-los constantemente;
  • Hesitar nas respostas
c) Consideração com as demais pessoas: é um mau sinal para o entrevistador se:
  • Demonstrar descortesia com recepcionistas, secretárias ou garçons.
  • Emitir opiniões demasiadamente críticas a respeito de seu(s) ex-patrão(ões) ou ex-colegas de trabalho;
  • Esquecer-se de agradecer pela entrevista, ao sair.
d) Seus valores: é um péssimo sinal para o entrevistador se ele constatar em você:
  • Qualquer indício de desonestidade (ou mentira) em seu currículo, ou durante a entrevista.
  • Qualquer indício de irresponsabilidade, ou tendência a fazer trapalhadas.
  • Qualquer indício de arrogância ou excesso de agressividade.
  • Qualquer indício de impontualidade ou do hábito de não cumprir compromissos.
  • Qualquer indício do costume de descumprir ordens ou desobedecer as regras;
  • Qualquer indício de que você seja do tipo que está sempre reclamando ou jogando a culpa nos outros.
  • Qualquer indício de falta de entusiasmo pela organização ou pelo que está tentando executar.
  • Qualquer indício de instabilidade ou reações inapropriadas..
  • Outros tipos de problemas relacionados a seus valores, tais como: quais as coisas que o(a) influenciam (ou não) no escritório; o que está (ou não) disposto a sacrificar para conseguir esse emprego; seu grau de entusiasmo pelo novo trabalho.

Como procurar emprego?


Confira 8 pontos essenciais para facilitar a busca por uma oportunidade.
Como procurar emprego?
Mesmo nas fases mais otimistas da economia procurar emprego não é tarefa simples. É uma maratona que envolve planejamento e estratégia.
Algumas dicas, no entanto, podem facilitar essa busca. O sócio da Corporate Consulting, Luis Paiva; e a coordenadora de recursos humanos do Grupo NVH, Silvia Salmazo, orientam profissionais que estão ávidos por uma vaga no mercado de trabalho.
1. Informe-se
Não envie currículo sem antes ter se informado sobre a empresa - o que faz, onde atua, quais são seus produtos e principais clientes etc. Assim como a empresa entrevista o candidato, este deve fazer o mesmo com ela, afirmam consultores.

2. Cuide da aparência
Estar bem vestido, de forma adequada, com a aparência saudável, é importante na hora de buscar uma vaga de emprego. Afinal, você é avaliado pelas competências técnicas e comportamentais e pela imagem que transmite.

3. Tenha um objetivo
É necessário enxergar claramente suas ambições a curto, médio e longo prazos. “Na busca por um candidato, o empregador não quer apenas preencher uma cadeira. Ele procura alguém que deseja crescer junto com a empresa”, diz Luis Paiva, da Corporate Consulting.

4. Faça networking
Grande parte das vagas não é divulgada no mercado por causa das indicações. Portanto, esteja atento às oportunidades; crie uma rede de relacionamento capaz de ser acionada não só nos momentos de necessidade, mas também para compartilhar conhecimento. Isso pode ser feito na universidade, no trabalho ou até mesmo em eventos corporativos ou sociais.

5. Procure fontes especializadas
Sites de empregos ou corporativos, consultorias de recursos humanos e outras fontes especializadas podem ser alternativas eficazes na procura por emprego. É fundamental, porém, visualizar nessas ferramentas se as suas necessidades podem ser atendidas. “Procure as fontes mais adequadas para a sua área”, recomenda Silvia Salmazo, do Grupo NVH.

“Para os jovens recomendo os sites de emprego ou corporativos. Para os profissionais de mais idade, que buscam uma recolocação, acredito ser as consultorias as fontes mais adequadas”, afirma Luis Paiva.
6. Elabore um bom currículo
Um bom currículo contém objetivo e informações claras a respeito da formação e experiências profissionais do candidato. É importante ainda que o documento esteja alinhado à vaga, seja elaborado de forma sintética, e que os dados pessoais estejam atualizados.

7. Conheça o perfil que o mercado busca
As necessidades das empresas mudam de maneira veloz, portanto, a educação continuada é compromisso de todo profissional. É preciso prestar atenção também às competências comportamentais requeridas pelo mercado. Espírito de equipe, liderança, flexibilidade estão entre as principais características procuradas nos profissionais.

8. Administre o tempo
Na maratona por uma vaga no mercado de trabalho, muitas vezes, o profissional se vê preso a dilemas que envolvem a escolha do emprego “A” ou “B”. Silvia Salmazo recomenda a participação de no máximo duas entrevistas de emprego por dia, em períodos diferentes.

Exemplo:

“Um candidato que tenha uma entrevista marcada às 8h no ABC (região metropolitana de São Paulo) e outra às 10h, na capital, certamente não terá tempo de comparecer ao segundo compromisso. Nesse caso, é recomendável negociar outra data com a empresa.”
Luis Paiva sinaliza a importância de conhecer o trajeto para não chegar atrasado. “Em grandes empresas é comum a marcação de uma fase do processo seletivo em última hora. Na impossibilidade de conciliar dois compromissos o profissional deve identificar a melhor oportunidade”, diz o sócio da Corporate Consulting.
Por: Por Rômulo Martins - http://carreiras.empregos.com.br

sábado, 19 de janeiro de 2013

8 empresários brasileiros de sucesso que você deveria conhecer


Qualquer profissional que pretenda ter sucesso necessita de acompanhar constantemente outras pessoas que tenham atingido patamares mais elevados. É comum vermos pela internet frases, imagens e reportagens sobre Steve Jobs, Richard Branson ou Bill Gates. Todos são, e muito bem, considerados grandes génios dos nossos tempos. Mas além destas pessoas de sucesso, existem outras que estão um pouco mais próximas de nós. Estou falando de empresários brasileiros de sucesso que, todos os dias, partilham com outras pessoas nas redes sociais mensagens interessantes e que são de grande valia para todos aqueles que tenham o sonho de começar o seu próprio negócio.

No entanto, algum desses nomes são esquecidos por parte do grande público, que tem tendência para considerar que “o que vem de fora é melhor”. Na verdade, existem pessoas com muito valor tanto no Brasil como em Portugal e temos de dar ainda mais valor a quem faz sucesso falando a nossa língua. Por isso, decidi criar este post, onde dou a conhecer oito empresários brasileiros bem sucedidos que acompanho constantemente e aconselho que dê uma olhada em cada um deles.
Grande parte começaram em famílias humildades e foram construindo os seus impérios, sendo neste momento pessoas de renome na economia nacional. Como é óbvio, não conheço todos nem sequer consigo acompanhar todos os grandes empresários deste país.

Por isso, se você acompanha outros grandes nomes do mundo dos negócios brasileiro, considere deixar um comentário logo abaixo que certamente tanto eu como os leitores ficaremos eternamente gratos. Segue a lista!

1. FLÁVIO AUGUSTO

Flávio Augusto empresário
Em 1995, com apenas 23 anos, decidiu lançar a empresa Wise Up, um projeto inovador que tinha como objetivo ajudar adultos que quisessem aprender a língua inglesa. “Revolucionamos o ensino do inglês no Brasil”, referiu o empresário em uma das suas entrevistas. Mas nem tudo foi fácil ao início. Para conseguir financiamento, ele utilizou 20 mil reais do seu cheque especial com juros de 12% ao mês. Flávio Augusto veio de uma família de classe média da zona oeste do Rio de Janeiro. Casado e pai de 3 filhos, ele divide o tempo que investe nos seus negócios com outro projeto: a Geração de Valor. Todos os dias ele partilha informação no Facebook, Twitter e Youtube, tendo já milhões de seguidores em todo o mundo. Atualmente nos Estados Unidos, Flávio Augusto partilha mensagens com o intuito de motivar o povo brasileiro para a mudança de mentalidade, muito ao estilo de Richard Branson. “É preciso abrir a mente do jovem e encorajá-lo a criar seu próprio negócio”.

2. PEDRO SORREN

Pedro Sorren Empresário
É uma das pessoas que acompanho constantemente e até já falamos aqui na Escola Freelancer sobre alguns projetos dele. Pedro Sorren é um jovem brasileiro que começou estudando jornalismo mas depois mudou completamente o rumo da sua carreira, trabalhando agora como business development manager. Atualmente é aluno internacional da Boulder Digital Works, uma das destacadas escolas de Digital Business do mundo. Foi um dos fundadores da resolva.me, que mais tarde se transformou na Recomind.

3. DAVID CAMELÔ

David Camelô
Já falamos sobre ele neste nosso artigo mas nunca é demais recordar este empresário que começou do nada. O seu percurso teve início num dia bastante peculiar. Morador de rua, David Camelô tinha a sua mulher grávida e precisava de comprar um medicamento. Como não tinha dinheiro, pediu emprestado a um porteiro do prédio. Ele deu para David 12 reais. Mas ao invés de ir comprar o remédio ele resolveu comprar algumas balas e vendê-las na rua. Com esta opção arriscada, acabou duplicando o valor que ele tinha, comprou o remédio e depois continuou vendendo balas. É conhecido por ter conseguido transformar 12 reais em 120 mil reais por mês e foi até considerado um dos melhores palestrantes sobre empreendedorismo a nível mundial.

4. BEL PESCE

Bel Pesce
Bel Pesce ouviu falar sobre o MIT (Massachusetts Institute of Technology) pela primeira vez quando tinha apenas 17 anos e com isso surgiu um sonho. Mas um sonho um pouco improvável: apenas 100 pessoas em todo o mundo são aceites a cada ano. Eram 3.500 propostas para 100 vagas. E para piorar a situação, Bel Pesce tinha pouco dinheiro e só tomou conhecimento do prazo de inscrição alguns dias antes. Para tentar resolver o problemas, a jovem resolveu procurar por um ex-aluno do MIT para ser entrevistada por ele (para entrar no MIT é necessário ser entrevistada por um ex-aluno). Outro dos problemas era a prova de SAT, que Bel Pesce não tinha feito a inscrição. As provas vinham contadas dos Estados Unidos e normalmente não faltava ninguém. Mesmo assim, ela ficou esperando na porta da sala, vendo alunos entrando e saindo e olhando apenas para um lugar vago. Por milagre, essa pessoa faltou e ela conseguiu fazer a prova. Para surpresas das surpresas, passado alguns meses recebeu uma carta dizendo que foi aceite.
Passado alguns anos os resultados começaram a aparecer: Bel Pesce trabalhou na Microsoft e mais tarde fundou a empresa Lemon, um aplicativo para finanças pessoais. Ela também ficou mais conhecida no Brasil depois de criar o ebook A Menina do Vale, que conta a sua história sobre empreendedorismo. Atualmente vive no Vale do Silício, na Califórnia (EUA).

5. SÍLVIO IGOR

Silvio Igor palestrante
Sílvio Igor é um borracheiro especialista em atendimento. Ele é já famoso pelas suas palestras onde ensina como as empresas devem fazer um bom atendimento para dessa forma melhorarem os seus resultados. Tudo começou de uma forma muito simples: com apenas algumas ferramentas manuais, Sílvio Igor começou a sua primeira borracharia. Ele ouviu apenas um conselho do seu pai: “Dedique-se de coração”. Como não tinha dinheiro para fazer propaganda, ele teve uma ideia: “Vou atender maravilhosamente bem os meus clientes, de forma a que eles regressem para mim. Então comecei a ficar apaixonado pelo assunto”.
A sua história como palestrante começou depois de um cliente gostar tanto do seu atendimento que convidou Sílvio Igor a falar um pouco na sua empresa. Depois foram surgindo novos convites e o nome deste borracheiro foi se espalhando por todo o Brasil.

6. MARCELO OSTIA

Marcelo Ostia
Mais um antigo morador de rua que fez sucesso no mundo dos negócios. Aos 18 anos, montou o seu primeiro negócio e tudo parecia ir dando certo, até que a sua empresa de estamparia de roupas faliu. “Era filho de papai e por isso não deu certo”, contou o empresário pouco tempo depois. Sem dinheiro, foi para São Paulo com 50 reais e tentou vender peças personalizadas. Durante um mês sobreviveu com apenas 4 reais por dia. Para não dormir na rua, Marcelo Ostia alugou uma vaga de estacionamento em São Paulo. Dormia com um cobertor velho e usava camisetas com defeitos como travesseiro.
Marcelo conseguiu a sua primeira casa apenas três meses depois de chegar a São Paulo, através do convite da mãe de um colega. Entretanto, a sua namorada ficou grávida e Marcelo Ostia foi obrigado a conseguir um emprego numa fábrica, onde ganhava o salário mínimo. Apesar do esforço, os valores não chegavam para cobrir as despesas e ele foi obrigado a vender camisetas a part-time através de um portal. Juntou 300 reais e montou um site para vender as peças. O sucesso começou a aparecer e aos poucos Marcelo deixou de ser emprego e passou, novamente, ao empreendedorismo. Atualmente fatura mais de 100 mil reais por mês, tem um loja própria num shopping da cidade de Itu e conta com 340 franquias por todo o Brasil.

7. VALDIR

Valdir vendedor de pipocas
Outro dos empresários de sucesso que falamos aqui no nosso blog e você pode ficar a saber a história deste vendedor de pipocas. Valdir não merece o destaque nesta lista por faturar vários milhões de reais todos os anos, mas sim pela forma inovadora como ele transforma um simples negócio de venda de pipocas num caso de sucesso. Valdir não se preocupa em apenas vender pipocas: ele quer dar uma boa experiência ao seu cliente. Então ele faz promoções, trabalha com profissionalismo e tenta dar alegria aos seus clientes, tudo isto por trás de um simples carrinho de pipocas. Já mereceu até destaque em vários canais de televisão e já deu palestras em várias cidades do País.

8. MARCO GOMES

Marco Gomes da Boo-Box
Com apenas 20 anos, Marco Gomes fundou a Boo-Box, uma empresa que faz a ponte entre o anunciante e os donos de blogs e sites. Depois, consoante as vendas, os donos das páginas recebem uma comissão. Com o sucesso inicial, o projeto acabou por atrair vários investidores que acreditaram na ideia. Atualmente, a empresa conta com 30 funcionários. Apesar do sucesso, a Boo-Box tem tido alguns problemas com atualizações do seu site e atrasos de pagamentos com alguns dos donos de sites e blogs.

CONCLUSÃO

Quando existe uma dificuldade, todos temos duas hipóteses: usá-la como desculpa ou contorná-la. Todos os nomes que estão acima optaram por contornar as dificuldades e criar oportunidades nas suas vidas. Cabe a si, enquanto empreendedor ou freelancer, criar as suas próprias chances e acima de tudo, aproveitá-las. As histórias acima servem apenas como motivação. Chegou o momento de você começar a criar a sua própria história.

Por: http://www.escolafreelancer.com/

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Dez Profissões que podem causar Depressão


Enfermeiro particular lidera o ranking das carreiras que desencadeiam um efeito depressivo, de acordo com a Health Magazine

Algumas profissões são mais estressantes que as outras, geralmente por causa de cargas horárias exaustivas ou excesso de responsabilidades e cobranças. Mas há também aquelas que causam um efeito depressivo nos profissionais. A revista Health Magazine listou as profissões que mais causam depressão. 
Confira abaixo:
  • Enfermeiro particular - Trabalhos que envolvem cuidados particulares, na casa do paciente (home care), geram depressão em quase 11% dos profissionais, segundo a revista americana. Um dia de trabalho típico nesta profissão pode incluir banho, alimentação e outros tipos de cuidados em pessoas que, muitas vezes, não conseguem expressar nenhum tipo de reação ou gratidão, devido a suas enfermidades, como é o caso de idosos.
  • Garçom/garçonete - Em segundo lugar do ranking, aparecem esses profissionais que trabalham diretamente com o atendimento aos clientes. Nesta área, 10% relataram um episódio de depressão no último ano. Entre as mulheres, este número sobe para 15%.
  • Assistentes sociais - Lidar com crianças vítimas de abuso ou famílias em dificuldades ou à beira de um colapso são motivos suficientes para uma crise depressiva, aponta a publicação. Sem falar nos processos longos e burocráticos que estes profissionais têm que enfrentar.
  • Profissionais de saúde - A categoria inclui médicos, enfermeiros, terapeutas e outras profissões da área de saúde. Estes profissionais geralmente lidam com horários irregulares e enfrentam, diariamente, o dilema de lidar com a vida humana. Neste caso, o estresse pode gerar problemas mais graves de saúde relacionados à depressão.
  • Artistas e escritores - De acordo com a Health Magazine, é fácil encontrar entre pessoas criativas uma alta taxa de indivíduos com transtornos de humor. Esta é a categoria com maior probabilidade de episódios de depressão entre os homens, com cerca de 7%.
  • Professores - A cobrança que recai sobre esses profissionais fazem com que eles levem trabalho para casa e até se envolvam em problemas pessoais de seus alunos, que podem ser crianças carentes e exigem maior atenção. O professor tem um importante papel na formação das pessoas, o que pode gerar um efeito negativo se não for muito bem trabalhado.
  • Profissionais administrativos - Pessoas que trabalham nesta área enfrentam o problema de alta demanda e cobranças. Estão na linha de frente, acabam recebendo ordens de todos os lados. Profissionais de suporte administrativo podem ter dias imprevisíveis e, muitas vezes, não têm seu trabalho reconhecido.
  • Técnico em manutenção - Este é o profissional que, na maioria das vezes, é lembrado quando acontece algo errado. Pessoas que lidam com manutenção precisam ter paciência para enfrentar situações onde o estresse está elevado. Além disso, enfrentam horários diferentes a cada semana, e trabalhos nos fins de semana são frequentes. O salário baixo acaba facilitando o surgimento de episódios de depressão.
  • Contadores - Lidar com os gastos, poupança, aposentadorias e ficar em dia com as responsabilidades fiscais geram muito estresse, ainda mais quando o profissional trabalha com vários clientes. É uma profissão que carrega muitas responsabilidades e um erro pode gerar problemas graves para o cliente. Tal carga emocional faz com que a profissão entre na lista das que mais contribuem para um quadro depressivo.
  • Vendedores - Muitos desses profissionais trabalham por comissão: nunca sabem quanto vão receber no próximo pagamento. Como a função é geralmente realizada individualmente, não há um trabalho em equipe, o que pode gerar um sentimento de solidão e, até mesmo, de rivalidade. Isso também pode fazer aflorar os sintomas de depressão.



Palavras Explosivas


Todos sabem que a linguagem mundo corporativo esta recheada de palavras que o uso mais se adequam a uma guerra. 

O uso dessas palavras começa quando vamos pra o nosso local de trabalho, quem já não levantou e disse:

  •  “Vou para a batalha diária” ou “Vou para a luta”? Independentemente do cargo função ocupada na empresa.
Começamos pela elaboração da estratégia da empresa, a palavra estratégia esta ligada a termos militares derivado do termo grego stratègós (de stratos, "exército", e ago, "liderança" ou "comando" tendo significado inicialmente "a arte do general", ou seja, a sua movimentação no campo de batalha).
No dia a dia estamos ocupados em atingir a meta que apesar de não ter origem em termos militares também tem uma forte ligação com competições, pois meta vem do latim e significa poste ou sinal que, nas corridas de cavalos ou nas regatas, indica o ponto onde termina a carreira.
Podemos citar outras palavras como avançar, guerra de talentos, conflitos, isso é uma bomba relógio, “tenho uma bomba” e muitos outros termos.
Na vida pessoal também usamos palavras explosivas como “batalha diária”, “Vamos à Luta!”, ou uma frase muito usada por jovens “essa musica esta bombando” ou ainda “isso é um estouro”.
As musicas também usam palavras que conduzem a ideias de guerra como a que diz “Vó tou estourado, vó tou estourado, vó tô estourado E meu avô é o culpado.” É certo que o ritmo é bom, mas a letra é um verdadeiro convite para que a juventude se “estoure” na vida.
Não estou aqui querendo negar que as ideias trazidas de livros como A Arte da Guerra de Sun Tzu ou ditas por grandes generais estejam erradas ou que o uso de certas palavras em musicas irão formar pessoas irresponsáveis, mas devemos prestar atenção para que essas palavras não venham influenciar no ambiente que queremos, pra nossas empresas ou casas.

  • É certo que os pensamentos positivos atraem muita coisa boa para nossas vidas e devemos pensar positivamente em todos os momentos. Como poderemos pensar positivamente se diariamente estamos em “pé de guerra” na “batalha pela vida”.
Em uma batalha se sabe que poucos sobrevivem sem a amputação de algum membro ou alguma sequela psicológica que carregam pela vida inteira.

  • Será que mesmo que tenhamos muitas medalhas ganhas em “batalhas” diárias pela vida vale a pena essa “guerra”? 

Não esta na hora de mudar nossas palavras e assim mudarmos nossas ações a fim de tornar o mundo mais leve e menos explosivo com palavras explosivas sendo substituídas por palavras de paz?

  • Vamos refletir sobre isso!
Por - Pedro Paulo Morales   - http://www.qualidadebrasil.com.br

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Marketing do Amor


O amor é o sentimento mais forte e, ao mesmo tempo, o mais difícil do universo material. 
Se amar fosse fácil não haveria tantos desentendimentos familiares, brigas entre casais, nem guerra, nem fome e nem miséria, e nem desilusões, tristeza, erros, dentre outras fraquezas humanas. Tudo que fazemos deveria ser feito com amor: amor pelo trabalho, amor pelas pessoas, bem como pela família, e,também,  pelo próximo, sobretudo, amor pela vida. 

Amar não é fácil porque o amor é o único sentimento que faz com que as pessoas queiram de verdade que a vida seja eterna, - em um mundo em que a natureza impõe que tudo acabe até o momento em que a morte revele toda verdade da fé que acreditamos em vida. 

E, assim, como disse o filósofo grego Sócrates, ‘’ tudo que sei é que nada sei’’, o fato de não sabermos de nada faz com que sabotemos o amor pelo medo de perdermos aquilo que queremos que seja eterno, e que, no fundo sabemos, que, pelo menos, neste mundo terreno, sempre chega ao fim. 

Desta forma, na maioria dos casos, jovens, inconscientemente, têm medo de amar;  e adultos, conscientemente, acabam se entregando pela irrefutável necessidade, e não, tão profundamente, como poderiam.

É muito mais fácil evitarmos e fugirmos do que sabemos que pode nos fazer sofrer do que nos entregarmos com fé.
O fato de fugirmos do amor por medo de sofrer nos gera reações adversas onde nos inclinamos mais para o prazer imediato, momentâneo e sem compromisso, no lugar de relacionamentos duradouros, e, desta forma, com determinado tempo, nos sabotamos, nos isolamos e nos deprimimos.

 Nenhum ser humano, que não ame, deseja que a vida seja eterna estando sozinho. Não há nenhuma circunstância na vida, senão na do amor, que remeta mais o desejo de eternidade; e que nos faça refletir sobre o que realmente são os chamados bens efêmeros;

Não há saúde mais forte do que o amor; não há motivação que nos dê mais motivos para agir; nem transe hipnótico e nem melhor troca ecológica. Não sabemos de nada, mas o amor nos faz crer em tudo.

Para tanto, tal cenário, sugere uma analogia entre os estudos consagrados do marketing e o sentimento do amor. Pois, certamente, tal sentimento é o melhor de todos os negócios existentes.

Não há mercado mais instinto e, ao mesmo tempo, mais lucrativo do que o do amor. 

Os lucros do amor possuem valores que nenhum preço pode pagar, e nem nenhum segmento de mercado, e nem nenhum produto ou serviço pode gerar, que são: a fé, a esperança, a paz, a renovação.

O amor é o empreendedorismo com melhor payback (tempo de retorno de um investimento) e com melhor desenvolvimento sustentável; é a melhor ação social e ambiental de todas que uma empresa ou um empreendedor possa realizar; é o marketing que gera as melhores ações, com criatividade e com pertinência; a melhor estratégia local com resultado global.

O amor é a liderança mais servidora;  a gestão mais eficiente; 

No conceito dos quatro P´s do marketing o Amor é:
  • a melhor Praça para se atuar; 
  • o melhor Produto
  • o Preço, não há, pois o amor é gratuito;  
  • a Promoção é a mais compensadora. 

Todos somos público-alvo deste sentimento, entretanto, mudamos muito nossa direção, sem percebermos,-  fazendo-o com que não nos encontre.

Somente quando há amor nos damos conta de que a morte é o único produto garantido, por isso devemos aproveitar ao máximo o serviço de degustação que é a vida.

  • Amar é  a única força positiva interna capaz de quebrar todas as forças negativas externas.

Portanto, o divulguemos e o cultivemos, com fé e esperança de que seu contrato seja vitalício, pois a vida possui clausulas que somente o amor pode cumprir.

Um ano novo com muito amor, tanto nos negócios quanto na vida pessoal!
Por - Daniel Lascani  - http://www.qualidadebrasil.com.br

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Guerreiros do Bem


Hoje começo o meu ano oficialmente. Já estou com minha lista de metas a serem alcançadas durante o ano. 
Comecei a analisá-las e a estudar as estratégias, as ações que não apenas preciso traçar, mas cumprir para começar de forma certeira o meu percurso, pois se eu ficar à espera que as minhas metas cheguem até mim, talvez eu não saia do lugar, ou espere por uma vida toda, ou se eu tiver a boa sorte, eu até consiga alguns frutos devido a algumas sementes plantadas durante os anos de minha vida.
Concordo que há alguns momentos em nossa vida que precisamos sair de cena sim, talvez deixar o tempo fluir por si só, mas é apenas uma forma de colaborarmos com o nosso amigo tempo.
Às vezes, queremos ter o controle total da nossa vida, mas nem tudo podemos controlar, embora grande parte dela temos condições necessárias para administrá-la ou monitorá-la da melhor ou da pior forma.
Quando comecei a refletir e analisar minhas metas, confesso que me deu um certo aperto no peito, porque os desafios são grandes, e a vitória se alcança com resultados eficazes. Isto exige trabalho, atitude, movimento, sair da zona de conforto e ir em rumo à batalha, ou melhor à vitória!
Gosto muito de falar sobre o nosso lado guerreiro (a) que temos e precisamos despertá-lo dentro de nós.

Quando vamos para uma batalha, já dizia Winston Churchill, o objetivo é a vitória. Sendo assim, precisamos nos preparar vestindo as armaduras necessárias de proteção, que são: propósito de vida definido e entusiasmo.
Depois, levamos conosco as sete armas poderosas do bem que serão fundamentais nesta batalha.JORGENCA - Blog Administração
São elas:
  1. Autoconfiança: Capacidade de acreditarmos em nós e no nosso projeto de vida;
  2. Propósito de vida definido: Sabermos exatamente o que desejamos para o nosso ano;
  3. Relacionamento interpessoal: Aumentar a nossa rede de relacionamentos e aprendermos a elogiar e estarmos próximos de pessoas positivas, esforçadas e bem humoradas;
  4. Comunicação assertiva: Falar menos, ouvir mais, falar de forma clara e precisa, o que não significa falar de forma grosseira, mas sim, de forma gentil;
  5. Personal Branding: A nossa marca pessoal e a nossa reputação, um dos bens mais preciosos em nossa vida e carreira;
  6. Resiliência: Desenvolvermos mais a nossa capacidade de lidar com frustrações e imprevistos, exercitando a flexibilidade, a positividade, a organização e o foco;
  7. Qualidade de vida: buscarmos a harmonia na família e na saúde (mente corpo espírito).
Viram quanta coisa! É um grande desafio e sei que, para eu realizar as minhas metas, acredito que você também amigo (a), vamos precisar de preparo. Então, faço o convite, vamos juntos nesta guerreiro!
Preparar, apontar e ação!
Ah! E não podemos nos esquecer de monitorarmos nossos esforços e vibrarmos com as nossas conquistas!
Por - Luciana Rondon  - http://www.qualidadebrasil.com.br