segunda-feira, 26 de março de 2012

Qualidade: 7 passos para solução de problemas


Você já deve ter ouvido falar sobre os resultados que o trabalho em equipe pode gerar não é? Pois bem, hoje vou abordar este tema que considero muito importante ao nível de solução de problemas, saindo do ciclo individual para algo mais abrangente.
Vantagens do trabalho em equipe
O trabalho em equipe tem suas inúmeras vantagens considerando o rápido retorno de uma solução, podendo otimizar o tempo da busca, devido a maior participação de pessoas e claro, a coleta de dados pode ser mais rápida e a troca de ideias contribuem diretamente para o melhor desempenho da solução, então aqui já podemos considerar os seguintes fatores.
  • Otimização de tempo;
  • Maior números de ideias;
  • Otimização da coleta de dados;
  • Maior capacidade de respostas;
  • Desempenho mais rápido a curto prazo.
É claro que cada projeto tem seu foco e prazo, por isso devemos medir estes comportamentos, considerando tempos utilizados e ferramentas aplicadas na prática desta equipe da Qualidade.
Quais as desvantagens do trabalho em equipe
Pois é, nem tudo é tão bonito assim, devemos sempre considerar os riscos, ainda mais quando o projeto tem como objetivo a melhoria em pró a Qualidade, devemos considerar fatores que possam refletir no insucesso destes projetos.
  • O tempo de envolvimento da  equipe;
  • Confidencialidade do projeto;
  • Qualificação das pessoas envolvidas;
  • Capacidade de trabalhar em equipe;
  • Conflitos internos.
Princípios básicos para o trabalho em equipe
  • Saber ouvir;
  • Avaliar antes e indicar depois;
  • Comprometimento com metas;
  • Capacidade de diálogo;
  • Capacidade de observação.
Poderíamos ir muito mais além, mas menciono alguns que considero fatores importantes para a formação de equipe.
Para não criamos um sistema de solução muito burocrático, onde poderíamos gastar muito tempo e dinheiro somente em pesquisas, e sim, termos resultados mais dinâmicos, abaixo relacionei algumas ferramentas da Qualidade que podem ser aplicada em cada etapa, ferramentas estas que auxiliam no desenvolvimento do grupo e na aplicação de cada ação, efetivando assim os resultados.
1° - Identificação do Problema
Nesta etapa devemos colocar o problema como tema chave do grupo em reuniões programadas e com horários definidos, imagina-se que o tempo adequado para uma reunião de melhoria neste nível deve ser de 60 minutos, mas considere diferente conforme a necessidade e a flexibilidade de sua empresa.
A aplicação destas ferramentas devem ser muito bem planejadas, e claro, as pessoas envolvidas devem estar Qualificadas para a utilização correta e por fim a interpretação de seus resultados.
2° - A identificação deste problema deve estar baseada em:
  • Ocorrências reais;
  • Efeitos identificados;
  • Desvios no processo;
  • Gráficos de avaliação fora da meta.
3° - Definição do problema - Ferramentas da Qualidade aplicáveis
Nesta etapa devemos considerar que o problema em si deve ser analisado de maneira mais ampla, considerando todos os seus efeitos e comportamentos de desvios, e claro, não é porque um efeito não foi detectado que o mesmo não exista, por isso, esta etapa deve ser realizada utilizando o censo crítico de cada participante, pois a sua formação acaba estabelecendo o comportamento futuro de todo o projeto.
4° - Investigação do problema - Ferramentas da Qualidade aplicáveis
Agora que a equipe já definiu os problemas em questão é hora de colocar a mão na massa, ou seja, realizar a coleta de dados conforme as definições da etapa anterior, mantendo a investigação do problema.
Fique atento nesta etapa, pois cada fato deve ser considerado importante, neste caso registre tudo o que for considerado desvio de padrão e os efeitos do problema.
5° - Analisando o problema - Ferramentas da Qualidade aplicáveis
Essa etapa é importantíssima, pois é exatamente nela que estaremos criando as definições de ação do grupo, portanto o uso do trabalho em equipe deve ser considerado, visto que a avaliação de uma pessoa para a outra é diferente, e isso não é ruim, pelo contrário é ótimo, pois devemos registrar cada ideia apresentada e após avaliar com o consenso de toda a equipe.
6° - Solucionando o problema - Ferramentas da Qualidade aplicáveis
Nesta etapa devemos buscar pela solução que traga benefícios mais seguros e que de fato elimine a ocorrência novamente do problema em si, lembrando da questão da causa raiz, este processo de solução deve estar baseado no que de fato elimine o problema e não apenas contenha o mesmo temporariamente.
Lembre-se: Não  é porque o problema não identificado no primeiro estudo e coleta, que de fato o mesmo não exista, por isso deve-se manter a coleta por tempo necessário para se medir este comportamento.
7° - Avaliação dos resultados - Ferramentas da Qualidade aplicáveis
Primeira pergunta que a equipe deve-se fazer é, o problema foi resolvido? Pois é, manter a coleta de dados é necessário, planejar esta ação é fundamental para o andamento de análise dos resultados.
Agora, que o problema foi solucionado, que tal usar desta experiência e compartilhar com as outras de sua empresa, isso mesmo, elabore uma apresentação passo a passo de como foi o andamento deste projeto e seus resultados, ao mesmo tempo você divulga o trabalho da equipe e auxlia na qualificação de outras pessoas,sendo você uma extensão prática da Qualidade..
Nos próximos artigos estarei apresentando a aplicação na prática de cada ferramenta mencionada, portanto o farei através de análise de uma CASE real, apresentando suas dificuldades e resultados.

sábado, 24 de março de 2012

"AEROTENDA DE SAO LUIS DO MARANHÃO"....UMA LÁSTIMA...



Em um Pais que vai Patrocinar uma Copa do Mundo e Olimpíadas, o Aeroporto de uma das Cidades mais Cultural, Turística e Patrimônio Cultural da Humanidade  (Unesco) do BRASIL... São Luis do Maranhão é o Retrato Digital dos DESCASOS das nossa AUTORIDADES POLÍTCA:
  •  LOCAL(PREFEITO e VEREADORES); 
  • REGIONAL(GOVERNADORA, DEPUTADOS ESTADUAIS, FEDERAIS e SENADORES) ;
  • NACIONAL(PRESIDENTA, MINISTROS, ANAC e INFRAERO
E NÓS MARANHENSES  AINDA TEMOS QUE SER "CHACOTAS NACIONAL" COM O APELIDO DE NOSSO AEROPORTO ....

"AEROTENDA INTERNACIONAL DE SÃO LUIS"...
... UMA LÁSTIMA...  
JORGENCA - (UM BLOGUEIRO MARANHENSE SUPERINDIGNADO E COM VERGONHA DE NOSSO VISITANTES)

sexta-feira, 23 de março de 2012

Falência Motivacional


O presidente mundial da Renault e da Nissan, o brasileiro Carlos Ghosn, que tirou a Nissan da falência, e é considerado o Henry Ford do século 21 diz o seguinte:
“A única coisa que faz a diferença é a motivação. Se você perder a motivação, aos poucos, você perde tudo".

O próprio pensamento de Henry Ford nos traz à tona a importância do caminho que escolhemos com foco em motivação e atitude quando disse:"Se você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer forma você estará certo".
Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes. Não é falência financeira, é falência motivacional. Vivemos num mundo onde o futuro não é uma repetição do passado. Lamentavelmente, algumas pessoas ainda continuam com a cabeça no século 19 e o corpo no século 21. As certezas de hoje se tornarão os absurdos de amanhã.
  • Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades...
  • Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades...
  • Os positivos fazem...
  • Os negativos reclamam.

Motivação não é cesta básica, não é festa de final de ano... Motivação é coisa séria, é ciência e quanto mais competitividade, quanto mais feroz uma economia, mais ousadas serão as ações de marketing e mais importância ganha a motivação humana.
Desde que o mundo é mundo passamos por duas situações, ou seja, o bem e o mal. A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar.
82% das maiores empresas do mundo vieram do "absolutamente nada", vieram da garra de seus fundadores, do compromisso destas equipes de trabalho que acreditaram no seu talento, no seu modelo de ação e construíram a sua grande diferença em relação aos outros no mercado. Apenas 18% foram heranças de uma geração para outra.
Lembro-me da história do burro que movimenta o carro enquanto seu dono fica balançando uma cenoura à frente do seu nariz. O dono do burro pode estar indo aonde deseja ir, mas o burro está correndo atrás de uma ilusão. Amanhã, só haverá outra cenoura para o burro.
O que faz a diferença entre ricos e pobres no mundo é a maneira de se pensar e o plano de ação após idéias que podem ser maravilhosas desde que colocadas em prática... Caso contrário elas irão se juntar no cemitério de milhões de idéias que "iriam" revolucionar o mundo. Iriam, porque não saíram do papel ou sequer do pensamento.
A questão é:

O que você está fazendo com suas idéias?
O que faz com os seus pensamentos?
Como anda o planejamento de sua vida e de seu trabalho?

Espero que muito bem.

Colaboração: Nathalia Cavalcante

"Valeu Chico Anysio!"

"Valeu Chico Anysio! Você fez toda a diferença! Descansa em paz e deixa sua vasta e genial carreira pra gente ver e aprender! " 
Jorge Cavalcante

O humorista Chico Anysio morreu às 14h52 desta sexta-feira (23) no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde estava internado havia mais de três meses.
Nascido em Maranguape, no Ceará, em 12 de abril de 1931, Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho chegou ao Rio de Janeiro aos sete anos de idade. Chegou a estudar advocacia, mas foi no rádio que encontrou sua verdadeira vocação. Antes de completar 18 anos de idade, já participava de programas de calouros e chamava atenção pela facilidade que tinha para criar diferentes vozes e personagens.
Seu primeiro trabalho profissional foi na Rádio Guanabara, uma das mais famosas do Rio de Janeiro à época. Na emissora, atuava como locutor, ator, comentarista esportivo e autor de programas. O sucesso fez com que ele se transferisse para a Rádio Mayrink Veiga, onde chegou a escrever 13 diferentes programas por semana.
Depois de passagens pelas TVs Tupi, Excelsior e Record, Chico, no começo de década de 70, estreou seu primeiro programa na TV Globo – na qual permaneceu até agora. Era o Chico Anysio Especial, gravado apenas em locações externas. Em 1973, lançou um dos seus formatos mais consagrados, o Chico City, programa humorístico que se passava em uma pequena cidade do interior por onde passavam os mais variados tipos criados por ele e que são conhecidos até hoje, como o pai-de-santo Veio Zuza, o coronel Pantaleão, o ranzinza Popó e o ator Alberto Roberto.Depois de passar por diversas emissoras de rádio na década de 40, Chico foi parar na televisão, que chegava ao país em setembro de 1950. Além de atuar e escrever para a TV, Chico passou a escrever para o cinema brasileiro, que, na época, concentrava sua produção em um gênero bem particular: a chanchada.

Sempre preocupado em criar novos quadros e personagens, seu programa, ao longo dos anos, foi se modificando. Em 1981, o Chico City deu lugar ao Chico Total. Depois veio o Chico Anysio Show, que ficou no ar até 1990.
Bento Carneiro, personagem de Chico Anysio (Foto: TV Globo / Thiago Prado Neris)
O programa de esquetes foi substituído pela A Escolinha do Professor Raimundo, que foi um grande sucesso. O professor Raimundo Nonato – na verdade, um personagem criado por Chico na década de 50 – comandava uma hilária turma de alunos. O programa ficou no ar até 1997. No final dos anos 90, Chico, pela primeira vez, ficou sem um programa fixo na TV Globo, passando a fazer apenas participações em programas e novelas da emissora.
Outra paixão de Chico era a música. Na década de 70, lançou dois discos com o amigo e parceiro profissional Arnaud Rodrigues. Os dois encarnavam os personagens Baiano e Paulino, ou Caetano e os Novos Baianos, uma homenagem a Caetano Veloso e Gilberto Gil. A composição mais famosa de Chico é o forró A fia de Chico Brito, que foi gravada por duas grandes cantoras brasileiras: Dolores Duran e Elis Regina.
Em 2010, publicou o livro de contos Fazedores de histórias, o 22º de sua carreira. Em entrevista a ÉPOCA, o humorista afirmou que o brasileiro não tem o hábito da leitura. “O brasileiro não lê, e isso atrapalha muito na hora de lançar livros. Este não é o país das livrarias, é o país das farmácias”, disse.
Chico foi casado por diversas vezes. É pai do ator Lug de Paula, do casamento com a atriz Nanci Wanderley, Nizo Neto e Ricardo, da união como Rose Rondelli, André Lucas, que é filho adotivo, Cícero, da união com ex-frenética Regina Chaves e Bruno Mazzeo, do casamento com a atriz Alcione Mazzeo. Seu casamento mais comentado foi com a ex-ministra do governo Collor Zélia Cardoso de Mello, com que teve dois filhos, Rodrigo e Vitória. Atualmente era casado com a empresária Malga Di Paula.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Pós-venda Como Vantagem Competitiva

No início dos anos 1990, o mercado consumidor passou a demandar das empresas, de forma cada vez mais contundente, uma combinação de oferecimento de produto com qualidade superior; prática de preço justo e prestação de serviço inteligente.

A conjunção destes três fatores foi cunhada como Marketing de Valor e foram considerados os pilares fundamentais para que as organizações fossem bem sucedidas nos negócios à partir desta década face aos crescentes desafios impostos pela competição sem fronteiras.
Entretanto, mesmo atualmente (pouco mais de uma década do início desta tendência), nota-se que nem todas as organizações estão em sintonia com esta demanda, a qual, se devidamente administrada pelas empresas, pode seguramente converter-se em ferramenta estratégica e diferencial competitivo.

Um bom indicador de que as empresas acompanharam parcialmente esta tendência, foi o crescimento vertiginoso de certificações ISO 9000 obtido por empresas brasileiras ao longo daquela década.

Criado em 1987, a série de normas ISO 9000 compõe um conjunto de procedimentos que visam sistematizar e documentar os processos das empresas, de tal forma que suas etapas de criação de valor sejam repetidas de maneira homogênea e, como conseqüência, a probabilidade de fornecimento contínuo de produtos e serviços de qualidade seja a maior possível.

Em outubro de 1997 (ou seja, apenas 10 anos após sua criação), o Brasil já possuía 2.000 empresas certificadas e o número é realmente significativo quando se verifica que em 1990 havia apenas 18 empresas nesta condição, o que demonstra o quão rapidamente o país avançou neste campo.

Na ocasião o Brasil era o país da América Latina com o maior número de certificados e apresentava a sexta maior taxa anual de crescimento no mundo. Dados do Inmetro (órgão responsável pelo credenciamento das empresas certificadoras no Brasil) demonstram que foram investidos mais de R$1 bilhão na conquista dos primeiros 1.000 certificados.

Tal desempenho revela o avanço da cultura da qualidade no meio empresarial nacional e reflete também o aumento do grau de internacionalização da economia brasileira, uma vez que a certificação tornou-se condição básica inicial para ingressar em mercados externos.
O que se observa no atual cenário empresarial de agressiva competitividade é que o fator qualidade, isoladamente, já não simboliza uma garantia absoluta de diferencial competitivo, decisivo e de maior peso no processo de escolha dos clientes com relação aos produtos de uma empresa em comparação a um ou diversos concorrentes.

Na verdade, qualidade adquiriu um caráter de condição básica, sine qua non. Ou seja, os clientes já consideram este fator como algo automático e uma obrigação da empresa. Se a mesma não tem qualidade, já está fora do jogo.

Diante do exposto, resta então uma busca por parte das organizações de uma forma de se destacar dos demais e tornar-se a escolha número um dos clientes, ocupar uma posição privilegiada na mente de seu público-alvo.

O outro pilar da teoria de Marketing de Valor é com relação à cobrança de um valor classificado como preço justo.

De fato, preço é um fator que exerce uma grande influência no processo decisório dos compradores. Não é incomum uma situação em que uma das primeiras indagações dos clientes seja: quanto terei de pagar por isso?

Porém, na atual economia globalizada, o preço é ditado muito mais pelo mercado do que pela própria empresa. A esta última cabe adequar seus custos para fazer frente ao preço que o mercado está disposto a pagar e, além disso, conseguir um retorno satisfatório para seus acionistas.

Assim sendo, como se percebe, os desafios que se apresentam para as organizações e seus executivos não são poucos. Qualidade assumiu um caráter de commodity e o preço sofre elevada influência do nível que o mercado está disposto a pagar ou considera que o produto ou serviço das empresas vale.

Restam então os serviços como fator de diferencial competitivo e elemento de fidelização dos clientes.
Em virtude de uma visão equivocada por parte de muitas organizações e executivos, eles acabam interpretando serviços como o conjunto de atividades que compreendem a conquista do cliente, suporte na especificação dos produtos, entrega dentro dos prazos acordados, negociação de condições comerciais satisfatórias para ambas as partes(negociação ganha-ganha), entre outras.

Está claro que estes fatores são importantes e que são merecedores da devida atenção por parte das organizações e dos executivos de marketing, porém, também não representam fatores competitivos extremamente sólidos e duradouros isoladamente, haja vista que seus competidores também têm plenas condições de fazer o mesmo.
Dessa forma, o que as empresas podem e devem fazer é cuidar do cliente não só antes e durante a venda, mas primordialmente, depois que ela foi concretizada. Aliás, cabe destacar que o processo de venda não se encerra no momento em que o cliente pagou a fatura e os produtos foram entregues.

A perpetuação dos negócios de qualquer empresa depende da conquista contínua de novos clientes bem como da manutenção e fidelização do maior número possível deles e, para que haja uma relação comercial duradoura entre ambos é fundamental que a Pós-Venda seja uma atividade constante por parte da organização vendedora.

A negligência (intencional ou não) ou a não-observância dessa valiosa etapa do processo de vendas por parte das empresas representa, na verdade, o desperdício de uma poderosa ferramenta gerencial que poderia muito bem estar a serviço da alavancagem dos seus negócios; encantar o cliente; conquistar sua fidelidade e gerar novas oportunidades de negócios (seja no cliente atual ou em outras) e até mesmo atrair clientes da concorrência.
Pode-se questionar a importância desta atividade; que a mesma pode representar custos adicionais ou ainda que não necessariamente o cliente valorizará este esforço.
Entretanto, é importante avaliar-se os seguintes aspectos:

a) É sabido que cliente insatisfeito divulga seu descontentamento para um número de pessoas muito maior do que quando está satisfeito e os prejuízos de uma propaganda negativa seguramente serão muito maiores do que possíveis custos de atendimento pós-venda.

b) Em um processo de venda no qual tanto as negociações pré-venda quanto o serviço pós-venda atendem ou superam as expectativas do cliente, a organização vendedora tem uma probabilidade muito maior de voltar a vender para o mesmo cliente do que em uma situação na qual a pré-venda é satisfatória e a pós-penda é deficitária. Ainda não há estudos conduzidos no Brasil a este respeito, porém, a título de referência, pode-se indicar o estudo de Terry Vavra (Aftermarketing: how to keep customers for life through relationship marketing) no qual ele mediu esta diferença em 86% e 72% respectivamente.

c) Seu concorrente pode muito bem despertar para esta atividade de valor e conquistar um espaço na mente de seus clientes atuais e potenciais de tal forma que será difícil (se não impossível) de reconquistar ou, pior ainda, custar muito mais caro do que as possíveis despesas com a implantação desta rotina.

d) O ganho de imagem da empresa perante seu público-alvo também será considerável, haja vista os inúmeros exemplos de empresas nacionais e multinacionais que possuem elevado valor de mercado devido, em grande parte, à reputação e/ou prestígio conferido pela marca.

 Entre as 100 marcas mais valiosas do mundo (segundo o raking da Interbrand de 2003) estão, por exemplo, empresas como IBM (3º lugar), GE (4º) e Cisco (16º). Em termos de Brasil, na lista das 12 mais valiosas está a Embraer (6º). O que de há de comum entre estas empresas é que elas possuem grande parte de suas atividades voltadas para o marketing B2B.

De que forma então implementar uma estratégia eficaz de atendimento Pós-Venda?

Algumas das possibilidades são:
1) Conhecer o negócio do seu cliente, compreender sua realidade empresarial e identificar quais atributos ele considera mais valiosos e de que forma sua empresa pode contribuir para o negócio dele. Prova inconteste do valor desta recomendação é uma pesquisa conduzida pela InterScience com 100 executivos brasileiros na qual 27% deles apontaram que um dos fatores mais importantes para a construção de um planejamento estratégico eficiente reside em conhecer as demandas dos clientes.
2) Tirar proveito dos recursos de TI (inclusive a Internet) atualmente disponíveis a fim de sistematizar e facilitar a manipulação de dados referentes às características e preferências dos clientes de tal forma que permita estabelecer uma relação customizada entre a organização e seus clientes. Porém, é importante ressaltar que a utilização de tais recursos e ferramentas não substituam a interação pessoal entre as partes para que o cliente se sinta realmente valorizado e tratado como único e não como mais um número.
Ainda no que diz respeito ao uso da Internet como ferramenta de apoio estratégico, Michel Porter alerta que atualmente a Internet oferece melhores oportunidades para que as empresas estabeleçam posicionamentos estratégicos de destaque do que durante as gerações anteriores da Tecnologia da Informação.
3) Na análise de valor por parte do cliente, são ponderados não só o preço final do bem ou serviço como também sua percepção de custo, de valor entregue e benefícios intrínsecos. Isso significa que, dadas duas condições semelhantes entre diferentes fornecedores, será mais bem sucedida na conquista do cliente a organização que conseguir transmitir de forma clara e inequívoca estar apta a entregar mais valor agregado pelo preço que o cliente considera justo e com nível de qualidade que satisfaz ou supera suas expectativas.

Portanto, a conclusão é que a atividade de Pós-Venda, tanto nas organizações B2C mas, sobretudo nas de B2B, se encarada com o devido valor e foco, tornar-se-á um fator de diferencial competitivo sólido, sustentável e capaz de gerar ganhos significativos (tangíveis e intangíveis) para a empresa por intermédio  da real satisfação de seus clientes.

Filmes e Videos motivacionais para o sucesso

Motivação (do Latim movere, mover) designa em psicologia, em etologia e em outras ciências humanas a condição do organismo que influencia a direção (orientação para um objetivo) do comportamento. Em outras palavras é o impulso interno que leva à ação. Assim a principal questão da psicologia da motivação é “por que o indivíduo se comporta da maneira como ele o faz?”.
estudo da motivação comporta a busca de princípios (gerais) que nos auxiliem a compreender, por que seres humanos e animais em determinadas situações específicas escolhem, iniciam e mantém determinadas ações” 


Á PROCURA DA FELICIDADE

Em busca da Felicidade
Chris Gardner (Will Smith) é um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Apesar de todas as tentativas em manter a família unida, Linda (Thandie Newton), sua esposa, decide partir. Chris agora é pai solteiro e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), seu filho de apenas 5 anos. Ele tenta usar sua habilidade como vendedor para conseguir um emprego melhor, que lhe dê um salário mais digno. Chris consegue uma vaga de estagiário numa importante corretora de ações, mas não recebe salário pelos serviços prestados. Sua esperança é que, ao fim do programa de estágio, ele seja contratado e assim tenha um futuro promissor na empresa. Porém seus problemas financeiros não podem esperar que isto aconteça, o que faz com que sejam despejados.

 PATCH ADAMS – O AMOR É CONTAGIOSO
PATCH ADAMS - O Amor é Contagioso
Em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na faculdade de medicina.

Seus métodos poucos convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.
 2 FILHOS DE FRANCISCO
2 FILHOS DE FRANCISCO
Francisco Camargo (Ângelo Antônio) é um lavrador do interior de Goiás que tem um sonho aparentemente impossível: transformar dois de seus nove filhos em uma dupla sertaneja. Ele inicialmente deposita sua esperança no mais velho, Mirosmar (Dablio Moreira), e resolve lhe dar um acordeão quando completa 11 anos. Mirosmar e seu irmão Emival (Marco Henrique), que toca violão, se apresentam com sucesso nas festas da vila onde moram, mas devido a perda da propriedade onde moravam nos anos 70 toda a família é obrigada a se mudar para Goiânia. Mirosmar e Emival começam então a tocar na rodoviária local, na intenção de conseguir algum dinheiro para ajudar em casa. Lá eles conhecem Miranda (José Dumont), empresário de duplas caipiras, que viaja com eles por mais de 4 meses. Os irmãos novamente fazem sucesso e chegam até mesmo a cantar para 6 mil pessoas em um show no interior do país, mas um acidente encerra prematuramente a carreira da dupla.
 PIRATAS DO VALE DO SILICIO
Piratas do Vale do Cilicio
O filme conta através das personalidades de Steve JobsSteve WozniakBill Gates, entre outros, o desenvolvimento da história da microinformática e da popularização dos computadores. Mostra algo sobre a luta de alguns estudantes contra o domínio da produção de computadores por grandes empresas e também faz uma abordagem a cerca das primeiras reações culturais a esse processo de popularização. Steve Jobs é um garoto hippie e contestador, que vai a passeatas na universidade, toma LSD e tem inspirações messiânicas. Toda essa fúria vem do sofrimento: Jobs chora, faz terapia e não se conforma com o sumiço da mãe biológica.
 MUITO ALEM DO JARDIN – PETER SELLERS
Muito Alem do Jardin
Chance (Peter Sellers), um homem ingênuo, passa toda a sua vida cuidando de um jardim e vendo televisão, seu único contato com o mundo. Ele nunca entrou em um carro, não sabe ler ou escrever, não tem carteira de identidade, resumindo: não existe oficialmente. Quando seu patrão morre, é obrigado a deixar a casa em que sempre viveu e, acidentalmente, é atropelado pelo automóvel de Benjamin Rand (Melvyn Douglas), um grande magnata que se torna seu amigo e chega a apresentá-lo ao Presidente (Jack Warden). Curiosamente, tudo dito por Chance ou até mesmo o seu silêncio é considerado genial. Paralelamente a saúde de Benjamin está crítica e Eve Rand (Shirley MacLaine), sua esposa, se apaixona por Chance.

 MEU NOME É RÁDIO – MY NAME E IS RADIO
Meu nome é Rádio
Anderson, Carolina do Sul, 1976, na escola secundária T. L. Hanna. Harold Jones (Ed Harris) é o treinador local de futebol americano, que fica tão envolvido em preparar o time que raramente passa algum tempo com sua filha, Mary Helen (Sarah Drew), ou sua esposa, Linda (Debra Winger). Jones conhece um jovem “lento”, James Robert Kennedy (Cuba Gooding Jr.), mas Jones nem ninguém sabia o nome dele, pois ele não falava e só perambulava em volta do campo de treinamento, Jones se preocupa com o jovem quando alguns dos jogadores da equipe fazem uma “brincadeira” de péssimo gosto, que deixou James apavorado. Tentando compensar o que tinham feito com o jovem, Jones o coloca sob sua proteção, além de lhe dar uma ocupação. Como ainda não sabia o nome dele e pelo fato dele gostar de rádios, passou a se chamá-lo de Radio. Mas ninguém sabia que, pelo menos em parte, a razão da preocupação de Jones é que tentava não repetir uma omissão que cometera, quando era um garoto.

 GLADIADOR – GLADIATOR
O Gladiador - Gladiator
Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius (Richard Harris), o imperador desperta a ira de seu filho Commodus (Joaquin Phoenix) ao tornar pública sua predileção em deixar o trono para Maximus (Russell Crowe), o comandante do exército romano.

Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano.
 O SUCESSO A QUALQUER PREÇO
O SUCESSO A QUALQUER PREÇO
Chicago. Em uma firma que trabalha com venda de imóveis os tempos estão difíceis para os corretores Shelley Levene (Jack Lemmon), Ricky Roma (Al Pacino), Dave Moss (Ed Harris) e George Aaronow (Alan Arkin). Eles são fortemente pressionados por Blake (Alec Baldwin), que agora chefia as vendas e promete um Cadillac Eldorado para o melhor vendedor, para o 2º colocado o prêmio será um conjunto de seis facas para churrasco e o 3º prêmio é o olho da rua, pois não lá há lugar para fracassados. Quem tiver desempenho mais satisfatório vai receber as boas dicas para conseguir ir bem nas vendas, mas o roubo delas deixa a situação tensa. Hoje vivemos em tempos difíceis, em que enfrentamos diversos obstáculos para chegarmos ao nosso determinado objetivo, e sem motivação não chegaremos ao objetivo principal! O Sucesso empresarial.

 Os Vídeos Motivacionais estão na moda – Estar no sucesso é estar motivado
Durante muito tempo as questões motivacionais foram objeto de estudo apenas de cientistas e teóricos da psique ou do comportamento humano, como Sigmund Freud e Abraham Maslow. Tratava-se então de definir e compor a Teoria da Motivação, mas agora…
Bem, agora o “motivacional” tornou-se um objeto de comércio e serviços de treinamento, oferecidos tanto às empresas, que buscam aumentar a produtividade de seus funcionários, como às pessoas, que acreditam ser este conteúdo uma forma de auto-ajuda para se impulsionarem rumo a seus objetivos. Para ter uma noção do quão disseminado e popular são os diversos tipos de apetrechos estimuladores da motivação, basta fazer uma pesquisa no Google usando a palavra “motivacionais“. Resumindo, os múltiplos e inúmeros resultados, normalmente ofertas de algo vendável, podem ser agrupados, em ordem decrescente de incidência, da forma seguinte:
  • vídeos motivacionais;
  • frases motivacionais;
  • palestras motivacionais;
  • mensagens e textos;
  • e mais uma variedade de reforços à motivação que incluem: filmes, pensamentos, campanhas, dinâmicas, slides, imagens, dicas, etc.

Aparentemente, o centro mais rentável desse segmento de negócios são as palestras motivacionais. Um bom indício disto é o fato de várias pessoas famosas estarem oferecendo e vendendo seus dotes de palestrantes. A lista é longa, mas só para citar alguns podemos mencionar Oscar Schmidt (jogador de basquete), Luiz Felipe Scolari (técnico da seleção brasileira), Bernardinho Rezende (técnico da seleção de vôlei), Klever Kolberg (corredor do Rali Dakar), família Schurmann e vários outros, que já são conhecidos na atividade, como Roberto Shinyashiki.
 POSTADO POR LUCAS LEONARDOhttp://www.sucessoempresarial.com