domingo, 16 de outubro de 2011

Botafogo Futebol e Regatas


O Botafogo é cria de outros Botafogos que surgiram no Rio no fim do século 19.


A história requer atenção. Alguns remadores do Clube Guanabarense resolveram abandonar a instituição em 1891 para fundar o Grupo de Regatas Botafogo, que mais tarde (1894) virou o Club de Regatas Botafogo. Essa turma já gostava de jogar futebol, e em 1903 fizeram uma partida contra o Flamengo.


Nessa mesma época, dois amigos, Flávio Ramos e Emmanuel Sodré, tinham uma ídeia fixa: formar um clube de futebol. O sonho virou realidade em 12 de agosto de 1904, quando os rapazes fundaram o Electro Club, primeiro nome do Botafogo Football Club. Havia, portanto, no Rio mais de um Botafogo.


O time de futebol que conhecemos hoje, originou-se somente em 8 de dezembro de 1942, com a fusão entre o Club de Regatas e o Football Club.


Foi quando se decidiu pela nome de Botafogo Futebol e Regatas. Todos ficaram felizes.
O Fogão, no entanto, tem a data de 1904 como a de sua criação.


Nasceu para fazer jogos pelo Estado.


Em 1910, como diz seu hino, o Botafogo conquistou o primeiro título oficial de sua história.
Houve outro em 1907, mas o Fluminense o reivindica também.


Foi em 1910 que o clube ganhou o apelido de "Glorioso".  Fez naquela temporada 66 gols com a linha Abelardo de Lamare, Décio Viccari e Mimi Sodré. Um ano antes, o Fogão fez 24 a 0 sobre o Mangueira. Era gol que não acabava mais.


Em 1912, a prefeitura do Rio cedeu o terreno na rua General Severiano, onde seria construída a sede do clube.


O Botafogo amargou alguns jejuns de títulos ao longo de sua história.


Ganhou em 1930 e abriu caminho para uma sequência de conquistas históricas. Virou o time da moda. Tanto foi assim que 9 jogadores do Botafogo foram convocados para defender o Brasil na Copa do Mundo de 1934.


Foi na década de 1940 que o Botafogo teve em time o lendário Heleno de Freitas, herói da torcida durante quase 10 anos. O clube parecia que tinha faro para bons jogadores. Foi nessa época. um pouco mais adiante, que chegaria a General Severiano o lateral-esquedo Nílton Santos.


A década de 1950 mudou a cara do clube alvinegro. Havia ali um timaço, com Didi, Zagallo, Amarildo e Quarentina.


Fazia frente ao Santos de Pelé. Havia também Garrincha.


Os anos 60 também foram de magia. O Botafogo se renovava sem perder a qualidade.


O esquadrão de 1968, por exemplo, tinha Jairzinho, Paulo Cézar Caju e Gérson.


O Botafogo já era grande, mesmo depois tendo de encarar anos menos gloriosos.
A fila durou 21 anos, de 1968 a 1989.


Tantos outros jogadores contaram a história do Botafogo com maestria e dedicação. O Fogão não parou mais. 


Os títulos do Botafogo
Campeonato Carioca: 19 1907/10/12/30/32/33/35/48/57/61/62/67/68/89/90/97/2006/10 
Torneio Rio-São Paulo: 4 1962/64/66 e 1998
Campeonato Brasileiro: 2 1968/1995 
Conmebol: 1 1993
Por: Marcos D'Paula/AE

sábado, 15 de outubro de 2011

SÃO LUÍS, 400 ANOS. COMEMORAR O QUÊ?

SÃO LUÍS, 400 ANOS. COMEMORAR O QUÊ?
Estamos prestes completar 400 anos de fundação, no entanto, nada temos a comemorar, infelizmente!


No final dos anos 90, tivemos um progresso interessante na nossa Cidade, obras foram feitas, empresas estavam chegando, tínhamos visibilidade nacional e o Turismo e a Cultura se fortaleceram significantemente, mas, infelizmente, ao contrário das outras Capitais do Nordeste, regredimos ao invés de crescermos e, sem dúvida alguma, somos a última capital do Nordeste em crescimento, desenvolvimento sustentável, renda per capita e inclusão social.
Analisemos alguns pontos:

Nossa Biblioteca Pública Benedito Leite de mais de 200 anos está fechada há muito tempo. Obras raras e exemplares da nossa literatura e de nossa história, os que não foram subtraídos, os que não estão na prateleira de algum nobre político, mofam abandonados meio à umidade e ao esquecimento. Numa tentativa frustrada de digitalizar nossas obras centenárias, livros e almanaques preciosos que contam nossa história, a vida dos nossos ancestrais maranhenses, estes comprados como favor burocático extraviam-se em algum canto do Arquivo Público Nacional, no Rio de Janeiro.

2º Nossas praças esportivas, ou seja, o Castelão e o Costa Rodrigues, estão entregues as moscas e abandonados, este último, onde certamente pelo menos 9 em 10 ludocivenses de até 30 anos assistiu uma aclamada partida esportiva, já até foi demolido, sem previsão de reconstrução.

3º Nossas praias (todas) estão poluídas, bem como o nosso Lençol freático e quase todos os Rios que nascem na Ilha de São Luís. Não temos coleta seletiva de lixo e, reciclagem de lixo, nem se fala por estas terras. Deixando de promover assim, milhares de empregos e inclusão social.
4º O Centro Histórico está devastado e conta com uma substancial ajuda do Governo e da Prefeitura que nada fazem e mostram seu alto grau de incompetência e ineficiência diante do quadro caótico. Os turistas dizem do nosso centro histórico que as ruas só fedem a mijo/ as esquinas antigas estavam cheias de lixo e merda/ há monte de flanelinhas, pedintes e outros tipos indesejáveis/ o serviço de atendimento de bares, pousadas e restaurantes é péssimo (atendem com a cara feia, demoram demais e, quando o cliente se irrita, ainda agem como se tivessem fazendo favor) me contive nessa doída verdade...

5º A Avenida Litorânea,
perdendo suas características e completamente abandonada.

6º A Lagoa da Jansen, infelizmente, foi esquecida, está à míngua, poluída, mal cuidada, sem jardinagem, insegura e feia, muito feia!

7º As ruas completamente abandonadas e completamente esburacadas. Uma é pior do que a outra e as obras que estão sendo feitas, com menos de dois meses começam a ruir, jogando pelo ralo o dinheiro do contribuinte. As recentes 'grandes obras' empreendidas pela prefeitura (estrada do Parque Vitória, Canal do Caratatiua, Av. Santos Dumont), de 'tão bem feitas' não resistiram às nossas chuvas torrenciais e em algumas partes o asfalto praticamente já não existe mais.

8º O sistema de saúde está em plena calamidade pública e sendo denunciada pelos meios de comunicação do Brasil afora chegando até as cortes da ONU. Aquilo que se chama de Socorrão aqui devia se chamar Desesperão... e Socorrinho, Desesperinho... etc. INFECÇÃO HOSPITALAR É O MÍNIMO - AS PESSOAS MORREM ÀS DEZENAS NO CORREDOR MESMO... NEM CHEGAM A SE INTERNAR. Não se sabe o que é pior, se é o teto que desaba em cima dos pacientes ou se o cano estourado que causa transtornos nas enfermarias: a água chegou aos joelhos das pessoas. Houve o caso de uma senhora que sofreu parada cardíaca em decorrência dessa aguaceira toda.

9º A Segurança Pública em frangalhos. Temos um policial para 800 habitantes. A média nacional é de um policial para 400 habitantes e a recomendação Internacional é de um policial para 250 habitantes. “se correr o bicho pega , se ficar o bicho come”. 

10º O aeroporto acabou de ruir, por pouco não tivemos uma catástrofe. Não temos mais uma entrada digna para pelo menos darmos uma boa vinda a quem nos visita trazendo emprego e renda.

11º A BR 135(principal entrada da Cidade), todos os dias sendo manchete pelas inúmeras mortes que ela causa, mas mesmo assim, os poderosos políticos do Maranhão não se manifestam e se mobilizam no intuito de resolver esse grave problema

12º O Porto do Itaqui, não tem a mínima estrutura para receber navios de Turismo e o último aportado aqui faz tanto tempo que nem me lembro.

13º As praças Públicas abandonadas bem como o Parque do Bom Menino e o Aterro do Bacanga que de nada serve a não ser para concentrar marginais. O plano diretor de São Luís deve ter sido rasgado e jogado no lixo, pois, condomínios e condomínios surgem a cada dia e as árvores vão desaparecendo. Praticamente não temos massas árbóreas em nossa cidade. A prefeitura e (mesmo a população não tem essa consciência) não se preocupa em arborizar, em embelezar a cidade com canteiros, jardins e parques. 

14º O transporte público é
sem dúvida um dos piores do Brasil, não se tem ônibus que supram a necessidade da Sociedade nem em quantidade e nem em qualidade adequada. E a tarifa, uma das mais caras do Brasil... Sem falar nos terminais de Integração, o tumulto, a sujeira e o transtorno que é depender de transporte público nessa cidade. Chuva e sol, tanto faz! As paradas de ônibus não abrigam ninguém.

15º Aumenta significantemente o número de meninos/crianças nas ruas e nos sinais de trânsito e os flanelinhas, se apropriam do espaço público extorquindo os cidadãos.

16º O trânsito se complica a cada dia que passa, sem projetos de novas avenidas, viadutos, elevados, novas vias, nada, absolutamente nada é feito por parte do poder público! Se alguém que mora no Cohatrac deseja chegar no Centro às 8h00 da manhã deve sair de casa às 6h00 ou 5h30, não estamos falando de uma longa distância... mas a perda de tempo que se tem no trânsito é absurda, gasta-se em torno de 40min a 1h30min em engarrafamentos, isto porque não se tem uma malha viária eficiente.

17º Não temos esgotamento sanitário e temos centenas de esgotos estourados a céu aberto tanto na área nobre como na peliferia. Para meu espanto, me deparo com um número absurdo no qual 9 (nove) milhões de litros/hora são lançados em São Luís, sem nenhum tratamento. As estações de tratamento de esgoto, não funcionam.

18º O comercio informal toma conta da cidade inteira, sem regras e sem limites.

19º Tanto o Governo do Estado como a Prefeitura de São Luís, são pésssimos pagadores, não cumprem suas obrigações e com isso, lesam inúmeros empresários com atrasos que chegam a durar mais de um ano.

20º E para finalizar vivemos em uma cidade de custo de vida elevadissimo, sem termos o retorno dos impostos pagos e o mais grave, não temos pespectiva de melhora em nenhuma área. A especulação imobiliária é absurda e injustificável... e ainda circula a ideologia que que nosso imóveis são caros porque o Maranhão está atraindo grandes investimentos. Ninguém no bom uso da razão paga tão caro pra ter que conviver com o descaso. AQUILO QUE EM SÃO LUÍS NÃO É SUJO, NO MÍNIMO ESTÁ ENCARDIDO, GASTO, PUÍDO, DETERIORADO, REMENDADO, OBSTRUÍDO,QUEBRADO, CAÍDO, TOMADO PELO MATO ETC...

Esse é um breve panorâmico de como se encontra a nossa Cidade e me pergunto: Comemorar o quê? Nada, meus amigos absolutamente nada. E mais: O que um Turista vem fazer em São Luís diante de tantos problemas? Respondo: Ter raiva.

Vivemos o caos absoluto e o pior é que não temos uma ação eficiente digna e responsável por parte do GOVERNO DO ESTADO E DA PREFEITURA DE SÃO LUÍS, pelo contrário, só são eficazes em promover e divulgar propagandas falaciosas somente para tirarem dividendos políticos.

Temos Secretarias abarrotadas de gente e Secretários pouco comprometidos com a causa pública. Secretários e Secretarias muitas vezes, são inoperantes tanto no Estado como no Município e isso, sem dúvida prejudica muito o trabalho que deveria ser desempenhado. As secretarias são muitas vezes loteadas para políticos espertalhões que se lambuzam com a corrupção e Promiscuidade instituída nesta Cidade/Estado.

São Luís, precisa urgentemente de um choque de ordem pública, de atitude, de compromisso, de amor e, principalmente, de execução e metas a serem cumpridas. É necessário criar mecanismos dinamizadores pra fortalecermos aeconomia e a qualidade de vida na Capital do Maranhão.

Hoje, vivemos em um mundo de mentiras tanto por parte do Governo do Estado (ROSENGANA) e da Prefeitura de São Luís (CAOSTELO). E quem paga o pato é a pobre população.

O QUE SE ESPERAR DE UMA CIDADE DE 400 ANOS? RUÍNAS? NÃO!!! Governantes, respeitem essa Senhora que está prestes a completar 400 anos! De um ludovicense, Repassem se vocês têm amor por São Luís! 


A Pedidos...

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Termos Técnicos de Administração (35 termos)


“É importante ter metas, mas também é fundamental planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las.” (Bernadinho)


01) Administrar – é dirigir uma organização utilizando técnicas de gestão para que ela alcance seus objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental.

02) Ameaças – são forças ambientais incontroláveis pela organização que criam obstáculos à sua ação estratégica, mas que, em sua maioria, podem ser evitadas ou gerenciadas, desde que reconhecidas em tempo hábil.

03) BSC – Balanced Scorecard – é uma nova abordagem para administração estratégica, desenvolvida por Robert Kaplan e David Norton em meados de 1990. Existem várias ferramentas gerenciais sendo utilizadas nos mais diferentes tipos de gestão pública e privada. O BSC tem se destacado dentre essas ferramentas porque foi idealizado para o gerenciamento e medição de performance através de indicadores que refletem objetivamente os resultados alcançados. De acordo com Kaplan e Norton (1997), o BSC fornece uma abordagem holística para o acompanhamento da performance, indo além da abordagem tradicional, normalmente estruturada sobre indicadores de natureza financeira.
Muito embora o modelo originalmente esteja estruturado contemplando quatro perspectivas: Financeira, Clientes, Processos Internos e Aprendizado & Crescimento, não há restrições para novas abordagens, considerando a natureza e os propósitos maiores das instituições.
O BSC é um sistema de gestão – não apenas um sistema de medidas – que habilita as organizações a clarear sua visão e estratégia e traduzi-las em ações.

04) Ciclo PDCA, Ciclo de Shewhart ou Ciclo de Deming – processo similar ao método de investigação científica: hipótese,experimento e teste da hipótese. O Ciclo de Deming é um método que tem por princípio tornar mais claros e ágeis os processos envolvidos na execução da gestão, como, por exemplo, na gestão da qualidade, dividindo-a em quatro principais passos.

• Plan (planejamento): estabelecer missão, visão, objetivos (metas), procedimentos e processos (metodologias) necessários para o atingimentos dos resultados

• Do (execução): realizar, executar as atividades.

• Check (verificação): monitorar e avaliar periodicamente os resultados, avaliar processos e resultados, confrontando-os com o planejado, objetivos, especificações e estado desejado, consolidando as informações, eventualmente confeccionando relatórios.

• Act (ação): agir de acordo com o avaliado e de acordo com os relatórios. Eventualmente determinar e confeccionar novos planos de ação, de forma a melhorar a qualidade, eficiência e eficácia, aprimorando a execução e corrigindo eventuais falhas.

Diagrama do Ciclo PDCA



05) Clima organizacional – é representado pelos conceitos e sentimentos que as pessoas partilham a respeito da organização e que afetam de maneira positiva ou negativa sua satisfação e motivação para o trabalho.

06) Cultura organizacional – é a experiência que o grupo adquiriu à medida que resolveu seus problemas de adaptação externa e integração interna, e que funciona suficientemente bem para ser considerada válida. Portanto, essa experiência pode ser ensinada aos novos integrantes como forma correta de perceber, pensar e sentir-se em relação a esses problemas.

07) Diretrizes – instruções que norteiam o estabelecimento das ações para se alcançar os objetivos do plano. Ex: promover a melhoria da oferta de água em quantidade e qualidade nos grandes centros urbanos.

08) Efetividade – é realizar a coisa certa para modificar a realidade. A efetividade é que vai servir para fazer a avaliação de todo o processo. A imprecisa definição dos objetivos torna-se uma fonte de problemas para se avaliar se determinada ação deu realmente certo, isto é, foi realmente efetiva.

09) Eficácia – é fazer algum trabalho que atinja plenamente um resultado que se espera. É fazer "a coisa certa", ou seja, a coisa que leve ao resultado almejado. Ao elaborar um material excelente, um gerente, por exemplo, terá sido eficiente, mas se este trabalho não alcançar os resultados esperados, então não terá sido um trabalho eficaz.

10) Eficiência – é operar de modo que os recursos sejam mais adequadamente utilizados. O conceito é bem intuitivo: diz respeito a quem consegue obter o mesmo resultado com menos recursos.

11) Estratégia – é a forma traçada por uma organização para alcançar o conjunto dos seus objetivos. A definição de objetivos, em si, não implica em uma estratégia. Os objetivos representam os fins que a empresa está tentando alcançar, enquanto a estratégia é o meio para alcançar esses fins. Considera-se que apenas fazer o que outros fazem, mas com maior eficácia operacional, não é propriamente ter uma estratégia. Está implícito no conceito que, para ter uma estratégia, precisamos atuar de forma diferente, com inteligência e planejamento.
Implica, portanto, ter clareza dos limites para o alcance dos objetivos (como escassez de recursos, resistências de outros atores...) e as formas de superação.

12) Fluxograma – é um tipo de diagrama e pode ser entendido como uma representação esquemática de um processo, muitas vezes feita através de gráficos que ilustram de forma descomplicada a transição de informações entre os elementos que o compõem. Podemos entendê-lo, na prática, como a documentação dos passos necessários para a execução de um processo qualquer.

13) Gestão estratégica – é a atualização contínua do plano estratégico, por meio do monitoramento do ambiente e de seus reflexos sobre o sistema (organização responsável pelo plano), no caso o MPGO, bem como das ações e indicadores de resultados propostos no planejamento.

14) Indicadores - é uma unidade de medida estabelecida como marcador de uma situação. Permite estabelecer o seu estágio atual e sua variação no tempo, a partir de intervenções realizadas.

Características de um indicador

• ser representativo;

• fácil de entender (a facilidade para que qualquer um tire suas conclusões a partir de um indicador é fundamental para a sua utilidade);

• testado no campo (um indicador não tem valor até que prove que realmente funciona);

• econômico (indicadores que dão trabalho para serem calculados não funcionam);

• disponível a tempo (dados atrasados não representam mais a situação atual. Devem estar disponíveis antes que a situação mude, pois situação atrasada é desinformação); e

• compatível (ser compatível com os métodos de coleta disponíveis).

15) Meta – parte ou porção do objetivo a ser alcançado em um horizonte de tempo, sendo expressa geralmente em unidades quantificadas.

16) Método Grumbach – é um método de gestão estratégica, o qual se fundamenta em conceitos de:

• planejamento estratégico com visão de futuro baseada em cenários prospectivos, empregando Simulação Monte Carlo; e

• análise de parcerias estratégicas, levando em conta princípios da Teoria dos Jogos, que permitem a gestão estratégica com base em análise de fatos novos obtidos pela Inteligência Competitiva.

17) Missão – é uma declaração explícita das razões da existência de uma instituição. Na declaração da missão, o propósito é estabelecido, normalmente, em termos do papel social desempenhado pela organização.

18) Negócio – é a área de atuação a que uma organização se dedica.

19) Objetivo – situação que se pretende alcançar, considerando um dado problema ou compromisso assumido.

20) Oportunidades – são forças ambientais incontroláveis pela organização que podem favorecer sua ação estratégica, desde que reconhecidas e aproveitadas satisfatoriamente enquanto perduram.

21) Parâmetro – medida padrão de referência que permite comparar situação existente ou alcançada com aquela desejável.

22) Planejamento estratégico – é um processo gerencial que permite estabelecer um direcionamento a ser seguido pela organização, com o objetivo de se obter uma otimização na relação entre a empresa e seu ambiente, ou seja, o planejamento estratégico é o processo que instrumentaliza a resposta que a organização precisa apresentar ao seu ambiente diante de um contexto de mudanças. Ele diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. Também considera premissas básicas que a empresa deve respeitar para que todo o processo tenha coerência e sustentação. Refere-se, portanto, ao planejamento de longo  prazo e ao esforço de construção de sua viabilidade.

23) Planejamento operacional – é o planejamento que abrange cada tarefa ou atividade específica.
Suas características são:

• é projetado para o curto prazo, para o imediato;

• envolve cada tarefa ou atividade isoladamente e preocupa-se com o alcance de metas específicas; e

• é definido, no nível operacional, para cada tarefa ou atividade.

24) Planejamento tático – é o planejamento que abrange cada departamento ou unidade da organização. Suas características são:

• é projetado para o médio prazo, geralmente para o exercício anual;

• envolve cada departamento, abrange seus recursos específicos e preocupa-se em atingir os objetivos departamentais; e

• é definido no nível intermediário, em cada departamento da empresa.

25) Plano de ação – é composto por uma série de providências /tarefas a serem efetuadas a partir de um planejamento. Num plano de ação, as providências são devidamente priorizadas e listadas por ordem cronológica.
Para um bom plano de ação, podemos utilizar a ferramenta 5W2H, que é uma ferramenta de planejamento utilizada para garantir que a operação seja conduzida sem nenhuma dúvida por parte da chefia e dos subordinados. Os 5Ws correspondem às seguintes palavras em inglês:

What (o quê), Who (quem). Where (onde), When (quando) e finalmente Why (por quê). Os 2Hs correspondem a How (como) e How Much (quanto custa).

26) Plano estratégico – formulação do produto final da utilização de determinada metodologia de planejamento. Documento formal que consolida as informações, atividades e decisões desenvolvidas no processo. Descrição do curso pretendido das ações.

Um Plano Estratégico:

1. é um modelo de decisões coerente, unificado e integrador;

2. que determina e revela o propósito da organização, em termos de missão, objetivos de longo prazo, programas de ação e prioridades de alocação de recursos;

3. seleciona os negócios em que a organização deve estar;

4. tenta alcançar uma vantagem competitiva (desempenho autosustentável) de longo prazo em cada um dos seus negócios, respondendo de maneira apropriada às oportunidades e ameaças do ambiente da instituição e às suas forças e fraquezas internas;

5, engaja todos os níveis hierárquicos da organização (corporativo, de negócios e funcional); e

6. define a natureza das contribuições econômicas e não-econômicas que ela pretende fornecer a seus parceiros-chave.

27) Política – é a programação de atos, são as regras norteadoras a serem cumpridas para atingir os objetivos da organização. No caso de política organizacional, cada organização tem a sua política, e esta depende do que se deseja alcançar: lucro, competitividade, expansão, internacionalização.

28) Política pública – é um conceito de Política e de Administração, que designa certo tipo de orientação para a tomada de decisões em assuntos públicos, políticos ou coletivos. Entende-se por Políticas Públicas “o conjunto de ações coletivas voltadas para a garantia dos direitos sociais, configurando um compromisso público que visa dar conta de determinada demanda em diversas áreas. Expressa a transformação daquilo que é do âmbito privado em ações coletivas no espaço público” (Guareschi, Comunello, Nardini & Hoenisch, 2004, pág. 180). Políticas Públicas são entendidas como o "Estado em ação"(Gobert,Muller,1987); é o Estado implantando um projeto de governo, através de programas, de ações voltadas para setores específicos da sociedade.

29) Pontos fortes – situações que se apresentam dentro da organização e que estão sob seu controle influenciando positivamente o seu desempenho.

30) Pontos fracos – situações que se apresentam dentro da organização e que estão sob seu controle influenciando negativamente o seu desempenho.

31) Processo – série de etapas ordenadas que tem por objetivo fornecer um produto ou serviço. Existem critérios de transição de uma etapa para outra. Cada etapa produz subprodutos consumidos pela etapa posterior, até que se conclua o processo.
Exemplos: processo produtivo de uma fábrica, atendimento ao cliente, etapas na manutenção de produtos, etc.

32) Programas – são as instruções, meios e ações necessários à realização das diretrizes e à obtenção das metas, que ajudarão a enraizar socialmente e difundir as boas práticas de planejamento e gestão estratégica (ex: programas de proteção e recuperação de mananciais).

33) Projeto – empreendimento temporário com a finalidade de criar um produto ou serviço único. Um projeto é executado por pessoas, com recursos e tempo limitados. Ele é sempre temporário (início e fim bem definidos).

34) Valores – são conjuntos de padrões éticos que norteiam a vida cotidiana da organização e a dos seus integrantes. Exemplos: integridade, honestidade, respeito e consideração pelos clientes, cooperação e apreço pelos colaboradores.

35) Visão de futuro – estabelece o que a organização pública ou privada quer ser no futuro. É o que ela sonha para si mesma.

7 competências que o mercado busca nos profissionais

Domínio da tecnologia, foco em resultados e comunicação apurada estão entre as características mais procuradas pelas empresas

Quais são as características que um profissional precisa ter, além, é claro, daquelas específicas de cada ramo de atuação? Victor Martínez, especialista em treinamentos comportamentais e projetos de RH e CEO da Thomas Brasil, empresa especializada em gestão de pessoas, listou sete talentos que as empresas buscam nos profissionais. Veja abaixo:

1. Autogerenciamento - É a capacidade de motivação, disciplina e auto-avaliação do indivíduo. Trata-se do profissional capaz de realizar projetos, buscar soluções e identificar formas de implementar as soluções.

2. Comunicação múltipla - Segundo Martínez, o mundo é uma aldeia global, por isso, a capacidade de se comunicar de modo realmente eficaz em inglês deve ser prioridade em determinadas áreas. "Há outras formas de comunicação que devem ser exploradas, como por exemplo, a informática, os blogs, a intranet, os processos e sistemas de informação e transmissão de dados."

3. Negociação - Reflita sobre sua capacidade de negociação e dê atenção especial às suas habilidades nesse campo. Apresente suas ideias de forma clara e convincente e argumente de forma positiva, franca e objetiva.

4. Adaptabilidade - "Mudança é uma das duas grandes certezas da vida", diz Martínez. Por isso o profissional do futuro deve procurar prevê-las e antecipar-se a elas.

5. Educação contínua - Novidades tecnológicas, descobertas, novos processos mais eficazes aparecem a cada momento. Por isso, é fundamental a busca continua por aprimoramento.

6. Domínio da tecnologia - Como já dizia Ayrton Senna, tecnologia faz diferença. Use e fomente a tecnologia de ponta sempre que possível ou quando houver necessidade. Para evoluir nesse quesito, decrete sua própria obsolescência e parta para patamares mais altos de tecnologia.

7. Foco nos resultados - São os resultados que interessam, mas lembre-se que a ética deve ser respeitada. Na busca pelos resultados, as pessoas também são avaliadas por suas ações. Vale refletir e analisar o que você busca e o que agregará valor em termos de custos/esforço. Concentre-se nisso.



quinta-feira, 13 de outubro de 2011

O MUNDO SEM MULHERES! ...(Arnaldo Jabour)

O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê? 

O sujeito quer ficar famoso pra quê? 
O indivíduo malha, faz exercícios pra quê? 



A verdade é que é a mulher o objetivo do homem. 

Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função da mulher.
Vivem e pensam em mulher o dia inteiro, a vida inteira.

Se a mulher não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo.

Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.
Já dizia a velha frase que 'atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'.

O dito está envelhecido. Hoje eu diria que 'na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher'. 

É você, mulher, quem impulsiona o mundo. 
É você quem tem o poder, e não o homem. 
É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias.

Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens.
E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher. 
Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens. 

Já pensou? 
Um casamento sem noiva? 
Um mundo sem sogras? 
Enfim, um mundo sem metas.



ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES: 
1-O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2-O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro, nosso peito. 
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços. 
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem. 
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena. 
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora. 
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo. 
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio. 
10- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão. 
11- O brilho nos olhos quando sorriem. 
12- O jeito que tem de dizer 'Não vamos brigar mais, não..' 
13- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza. 
14- O modo de nos beijarem quando dizemos 'eu te amo'. 


15- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta. 
16- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram. 
17- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer. 
18- O jeitinho de dizerem 'estou com saudades'. 
19- As saudades que sentimos delas. 
20- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor. 

(Arnaldo Jabour) 

Eros e Psiquê


Um dos Anjos mais conhecidos entre as lendas da humanidade é Eros ou Cupido. Algumas vezes representado por uma criança alada, outras por um rapaz. Mas a sua representação maior está no seu simbolismo. E a Eros está ligada Psiquê (a Alma), que em sua lenda nos traz a imagem da união do amor e nossa alma.

Psiquê era umas das três filhas de um rei, todas belíssimas e capazes de despertar tanta admiração que muitos vinham de longe apenas para vê-las. Com todo este assédio, logo as duas irmãs de Psiquê se casaram.

Ela, no entanto, sendo ainda mais bela que as irmãs, além de extremamente graciosa, não conseguia um marido para si, pois todos temiam tamanha beleza. Desorientados, os pais de Psiquê buscaram ajuda através dos oráculos, que os instruiu a vestirem Psiquê com as roupas destinadas a seu casamento e deixá-la no alto de um rochedo, onde um monstro horrível viria buscá-la.

Mesmo sentindo-se pesarosos pelo destino da filha, seus pais seguiram as intrusões recebidas. Assim que a deixaram no alto de uma montanha, um vento muito forte começou a soprar e a carregou pelo ares com delicadeza e a depositou no fundo de um vale.

Exausta, Psiquê adormeceu. Quando acordou, se viu num maravilhoso castelo de ouro e mármore. Maravilhada com a visão, percebeu que ali tudo era mágico... as portas se abriam para ela, vozes sussurravam sobre tudo o que ela precisava saber.

Quando chegou a noite, deitada em seus aposentos, percebeu ao seu lado a presença de alguém que só poderia ser o seu esposo predestinado pelo oráculo. Ele a advertiu de que lhe seria o melhor dos maridos, mas que elas jamais poderia vê-lo, pois isso significaria perdê-lo para sempre.

Psiquê concordou. E assim foram seus dias, ela tinha tudo que desejava, era feliz, muito feliz, porque seu marido lhe trazia uma sensação do mais profundo amor e lhe era extremamente carinhoso.

Com o passar do tempo, porém, ela começou a sentir saudades de seus pais e pediu permissão ao marido para ir visitá-los. Ele relutou, os oráculos advertiam de que esta viagem traria péssimas conseqüências, mas ela implorou, suplicou... até que ele cedeu.

E da mesma forma que a havia trazido para o palácio, levou-a à casa de seus pais. Psiquê foi recebida com muita alegria e levou muitos presentes para todos. Mas suas irmãs ao vê-la tão bem, se encheram de inveja e começaram a crivá-la de perguntas a respeito de seu marido.

Ao saberem que até então ela nunca o tinha visto, convenceram-na de fazê-lo; evidentemente que as intenções delas eram apenas de prejudicar Psiquê, já que ela havia feito uma promessa a ele.

Ao voltar para sua casa, a curiosidade tomou conta de seu coração. Tão logo veio a noite, ela esperou que ele adormecesse e assim acendeu uma vela para poder vê-lo.

No entanto, ao se deparar com tão linda figura, ela se perdeu em sonhos e ficou ali, embevecida, admirando-o. E esqueceu-se da vela que tinha nas mãos. Um pingo de cera caiu sobre o peito de Eros, seu marido oculto, fazendo-o acordar com a dor.

Sentido com a quebra da promessa da esposa, partiu, fazendo cumprir a sentença do oráculo. Abandonada por Eros, o Amor, sentindo-se só e infeliz, Psiquê, a Alma, passou a vagar pelo mundo.

Tanto sofreu e penas pagou, que deixou-se por fim entregar-se a morte, e caiu num profundo sono. Eros, que também sofria com sua ausência, não mais suportando ver a esposa passar por tanta dor, implorou a Zeus, o deus dos deuses, que tivesse compaixão deles.

E com a permissão deste, Eros tirou-a do sono eterno com uma de suas flechas e uniu-se a ela, um deus e uma mortal, no Monte Olimpo. Depois deste casamento, Eros e Psiquê, ou seja, o Amor e a Alma, permaneceram juntos por toda a eternidade.

Autor: desconhecido - http://paginas.fe.up.pt/

Você Sabe o Que é Um e-Book?

Um livro digital (livro eletrônico ou o anglicismo e-book) é um livro em formato digital que pode ser lido em equipamentos eletrônicos tais como computadores, PDAs, Leitor de livros digitais ou até mesmo celulares que suportem esse recurso.

Os formatos mais comuns de Ebooks são o PDF, HTML e o ePUB. O primeiro necessita do conhecido leitor de arquivos Acrobat Reader ou outro programa compatível, enquanto que o segundo formato precisa de um browser de Internet para ser aberto. O Epub é um formato de arquivo digital padrão específico para ebooks.

Por ser um dispositivo de armazenamento de pouco custo, e de fácil acesso devido à propagação da Internet nas escolas, pode ser vendido ou até mesmo disponbilizado para download em alguns portais de Internet gratuitos.

Dizem que o e-book surgiu em 1971, quando Michael Hart digitou a Declaração de Independência dos Estados Unidos da América. Hart foi também o fundador do Projeto Gutenberg, o mais antigo produtor de livros electrônicos do mundo.

A História segundo o Wikipedia segue a seguinte timeline:

1971: Michael Hart lidera o projecto Gutenberg que procura digitalizar livros e oferece-los gratuitamente.
1993: Zahur Klemath Zapata registra o primeiro programa de livros digitais. Digital Book v.1, DBF.
1993: Publica-se o primeiro livro digital: Do assassinato, considerado uma das belas artes, de Thomas de Quincey.
1995: Amazon começa a vender livros através da Internet.
1996: O projecto Gutenberg alcança os 1.000 livros digitalizados. A meta é um milhão.
1998: São lançados ao mercado os leitores de livros electrónicos: Rocket ebook e Softbook.
1998-1999: Surgem sítios na Internet que vendem livros electrónicos, como eReader.com e eReads.com.
2000: Stephen King lança seu romance Riding Bullet em formato digital. Só pode ser lído em comutadores.
2002: Os editoriais Random House y HarperCollins começan a vender versões electrónicas dos seus títulos na Internet.
2005: Amazon compra Mobipocket na sua estratégia sobre o livro electrónico.
2006: Acordo entre Google en a Biblioteca Nacional do Brasil para digitalizar 2 milhões de títulos.
2006: Sony lança o leitor Sony Reader que conta com a tecnologia da tinta electrónica
2007: Amazon lança o Kindle.
2008: Adobe e Sony fazem compativéis suas tecnologias de livros electrónicos (Leitor e DRM).
2008: Sony lança seu PRS-505.
2009: Barnes & Noble lança o Nook.
2010: Apple lança o iPad.

Vantagens Sobre o Livro Tradicional

A principal vantagem do livro digital é a sua portabilidade. Eles são facilmente transportados em mídias como disquetes, CD-ROMs, pen-drives e cartões de memória.

Como se encontra no formato digital, pode ser transmitido rapidamente por meio da Internet. Se um leitor que se encontra no Japão, por exemplo, e tiver interesse em adquirir um livro digital vendido nos Estados Unidos ou no Brasil, pode adquiri-lo imediatamente e em alguns minutos estará lendo tranquilamente o seu ebook.

Outra vantagem é o preço. Como seu custo de produção e de entrega é inferior, um livro digital de alto padrão, como os encontrados em sites especializados, pode chegar as mãos do leitor por um preço até 80% menor que um livro impresso, quando não for gratuito.

Mas um dos grandes atrativos para livros digitais é o fato de já existirem softwares capazes de os ler, em tempo real, sem sotaques robotizados e ainda converter a leitura em uma mídia sonora, como o MP3, criando audiobooks.

Legalidade e Direitos Autorais

Assim como um livro tradicional, o livro digital é protegido pelas leis de direitos autorais. Isso significa que eles não podem ser alterados, plagiados, distribuídos ou comercializados de nenhuma forma, sem a expressa autorização de seu autor. No caso dos livros digitais gratuitos, devem ser observadas as regras e leis que regem as obras de domínio público ou registros de códigos abertos para distribuição livre.

Formatos Mais Conhecidos

.ePub, International Digital Publishing Forum
.lit, Microsoft Reader
.pdf, Acrobat Reader
.chm, Microsoft Compiled HTML Help
.opf, Open EBook Format
.exe, eBook auto-executável em Windows
.prc, Mobipocket Reader
.rb, RocketEditions
.kml, Hiebook
.pdb, iSilo
.DjVu
.vbo, Virtual Book
.mobi, Amazon Kindle
.azw, Amazon Kindle
.txt
.rtf, Rich Text Format, originalmente criado no WordPad
.odt, OpenDocument Text
.doc

Publicado: Jebs Web -
http://www.mercadoquente.com.br/

Mito ou Verdade: a primeira carga na bateria do celular precisa levar de 8 a 12 horas?

Quando você compra um celular novo, fica doido pra chegar logo em casa e brincar com ele, certo?!
Virar de cabeça pra baixo cada função, adicionar toques personalizados, fotos, enfim, deixar o aparelho recém-adquirido com a sua cara. É também nessas horas que vem a famosa pergunta: é preciso mesmo deixar o celular carregando por mais de 8 horas na primeira carga da bateria?
Antes de dar início às explicações e às respostas para a pergunta, é bom que o usuário tenha conhecimento a respeito de dois assuntos: os tipos de bateria presentes no mercado e quando uma bateria pode ser considerada viciada. Então, vamos às explicações.

Tipos de bateria
São três os tipos de baterias mais conhecidos atualmente:

•Níquel e Cádmio (NiCd) – o uso dessas baterias é mais raro nos tempos de hoje, uma vez que elas são prejudicial à saúde e tem o chamado efeito memória, ou seja, viciam com facilidade;

•Níquel Metal Hidreto (NiMH) – podem ser consideradas uma melhoria nas baterias NiCd. São menos suscetíveis ao efeito memória, além de não serem tão prejudiciais. Ainda é possível encontrar alguns notebooks, câmeras digitais e celulares mais antigos com esse tipo de bateria;

•Íons de Lítio (Li-ion) – são as mais comuns hoje em dia, isso porque não possuem problemas com o efeito memória. Além disso, não são tóxicas.

Bateria "viciada"
A principal causa do chamado efeito memória é, sem dúvida, recarregar a bateria sem que ela tenha gasto toda sua carga ou então retirá-la da carga sem que esta esteja terminada por completo.
O principal "efeito" do vício de bateria é a durabilidade reduzida da carga. Ou seja, se antes o seu celular podia ficar sem carregar por cinco dias e agora você precisa dar uma carga todo dia, pode ter certeza que a bateria do aparelho está viciada. Para maiores detalhes a respeito de baterias leia o artigo: "Baterias: tudo o que você precisa saber sobre elas".

E A PRIMEIRA CARGA, PRECISA MESMO DEMORAR?
Essa é uma das questões mais levantadas quando se fala em bateria de celular. Na verdade não há uma regra que estabeleça o tempo da primeira carga da bateria, apenas é indicado que ela seja maior do que as demais recargas. A quantidade de horas que o aparelho deve ficar conectado à tomada no primeiro momento varia muito entre os fabricantes.

Nos celulares da Nokia, por exemplo, é indicado que as três primeiras cargas na bateriam sejam de 8 horas. Já para os aparelhos da LG e Motorola, basta que a mensagem "Carga completa" apareça na tela. Veja abaixo o tempo de carga para as marcas de celulares mais comuns no mercado:

•Nokia: 3x de 8 horas;
•Samsung: 1x de 4 horas;
•Gradiente: 3x de 4 horas;
•LG e Motorola: Até a mensagem "Carga completa" ser mostrada;
•Sony Ericsson: 1x 3 horas;
•Benq Siemens: 1x de 10 horas.


Vale lembrar que o celular deve estar desligado enquanto carrega, pelo menos na primeira carga da bateria. Também não é indicado retirar o aparelho da tomada, interrompendo assim o carregamento.
A melhor coisa a se fazer em situações assim é ler o manual do aparelho. Algumas empresas disponibilizam versões mais atualizadas dos livretos explicativos em suas páginas na internet e você pode acessar tudo gratuitamente.
Sendo assim, se o manual que veio com o aparelho não diz muita coisa a respeito de tempo para a primeira carga da bateria, procure nos portais de ajuda ao consumidor do fabricante. Além disso, muitos sites também contam com atendimento ao usuário online.

O bom senso também conta
Outra situação muito comum encontrada nas lojas é a de pessoas passando informações erradas para o consumidor. Quantas vezes você já ouviu, ou recebeu, instruções do tipo: "As primeiras cargas devem ser de 24 horas pelo menos.". Pois é, o bom senso também conta muito nessas horas.
Embora muitas baterias tenham o limitador de carga, deixar um aparelho carregando por mais de 8 horas pode trazer algumas consequências, como viciar a bateria ou – em casos mais extremos, mas não raros – queimar o aparelho. Lembre-se de que qualquer coisa quando em excesso é prejudicial!

Infelizmente não há uma resposta mais concreta para a questão da primeira carga nas baterias. A tecnologia empregada em cada aparelho é diferente e, por isso, cada um exige um cuidado diferenciado. Só para deixar claro, as baterias do tipo Li-íon são mais difíceis de viciar, mas isso não significa que não aconteça.
Um celular, se bem cuidado, pode durar vários anos, salvo quando o problema é na fabricação. Seguindo algumas recomendações simples você pode gastar menos dinheiro e se livrar de várias dores de cabeças.

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