quinta-feira, 14 de março de 2019

10 Razões que Fazem a Sua Empresa Perder Talentos


Toda empresa quer funcionários mais talentosos. Para isso, investe pesado em recrutamento & seleção, cria programas de incentivo, participação nos lucros, plano de cargos e salários e uma série de outras coisas com o objetivo de reter os melhores profissionais. Mas as coisas não são simples assim.
Vivemos em um mundo onde as pessoas abrem mão de ganhar mais para trabalhar em um ambiente mais agradável. Se você é empresário e não está se esforçando para criar um bom ambiente de trabalho, provavelmente está perdendo dinheiro com a alta rotatividade, baixo nível de comprometimento dos colaboradores e a desmotivação. Se você entrevistasse todos os seus funcionários considerando que eles estivessem impossibilitados de mentir,  e perguntasse “você se vê trabalhando nesta empresa daqui a 1 ano?”, é quase certo que mais da metade responderia que não (70% segundo uma pesquisa). Eu estou quase certo que gestores e empresários não fazem ideia da gravidade da situação.
De qualquer forma, eu já falei tudo que tinha para falar sobre empresas que perdem bons funcionários em outro artigo, então desta vez serei mais prático. Listarei as 10 razões que fazem os seus melhores funcionários deixarem a sua empresa, baseado nas razões de Mike Myatt, um consultor de liderança de grandes empresas americanas.

1. A empresa falhou em despertar paixão

O primeiro mês de trabalho costuma ser desconfortável, mas o que esse momento tem de desconforto também de motivação. Um novo emprego deixam as pessoas naturalmente motivadas, com a cabeça cheia de ideias e com a motivação lá em cima. Afinal das contas, é preciso provar que você é tudo aquilo que está no seu currículo. É preciso tirar proveito desse momento alinhando paixão pessoal com missão empresarial. Entender isso e utilizar a paixão de cada um a favor da empresa é essencial para criar um ambiente fértil em que as pessoas sintam que há uma razão para estarem ali além do contra-cheque

2. A empresa falhou em desafiar o seu intelecto

Profissionais talentosos se entediam facilmente com a mesmice, e pior, se sentem ofendidos com atividades que qualquer pessoa poderia fazer. Estudos da Gallup e da Society for Human Resource Management mostram que poder usar habilidades em que nos consideramos bons é uma das maiores fontes de prazer no trabalho. Um ótimo designer cuja ideias são limitadas pelo chefe perderá a motivação rapidamente. Isso também reforça a premissa que os valores das empresas e os valores pessoais dos profissionais precisam estar alinhados, um profissional menos qualificado (logo, menos exigente) tem mais chances de permanecer em uma empresa menos exigente.

3. A empresa não estimula a criatividade

Profissionais talentosos não simplesmente realizam tarefas, eles agregam valor a elas, mudam uma coisinha aqui e outra ali que melhoram o resultado final. Talento tem a ver com mudança e inovação, e isso não está limitado aos negócios. Grandes advogados usam abordagens diferentes das convencionais e médicos implementam pequenas técnicas que melhoram a recuperação dos seus pacientes. A empresa precisa mais do que está aberta a novas ideias e novo jeitos de fazer as coisas, precisa depender delas.

4. A empresa não desenvolve habilidades

Grande parte do prazer de trabalhar envolve usar habilidades (pontos fortes), aprimorar e desenvolver outras. Quando a empresa proporciona isso, fortalece a relação com o funcionário. Infelizmente, são poucas empresas que oferecem esse tipo de crescimento. Talvez por medo que, uma vez mais capacitado, ele deixe a empresa. É uma possibilidade, mas sem isso será uma certeza.

5. A empresa não dá voz

Qual o propósito em ter os melhores profissionais se você não os deixa falar? Ou não está aberto a suas ideias e opiniões? Boas ideias podem ser mortas em minutos, mas o sentimento que fica não desaparece tão cedo e com certeza pode por em risco a relação empresa-funcionário.

6. A empresa não se importa

Quando os funcionários percebem que o chefe (e o chefe do chefe) não se importa, eles também passam a não se importar. Para que esquentar a cabeça quando quem está lá em cima — ganhando mais do que você para isso — não dá a mínima? Então, a produtividade cai, o orgulho desaparece e novos caminhos passam a ser considerados. Grandes profissionais não trabalham só pelo contra-cheque, trabalham por um sentido. Descubra que sentido é esse.

7. A empresa não lidera

O fracasso de um produto, o erro grave em um projeto, produtividade baixa… nada disso pode ser justificado por qualquer outra coisa que não seja má liderança. Aliás, pode ser justificado sim,  empresas ruins fazem o tempo todo. Talentos gostam de trabalhar com gente que inspira, que contribui, que dá o exemplo, eles são pessoas ambiciosas e com alto senso de urgência, por isso buscam aprender com quem já está lá. Porém, são rápidos em reconhecer um mau exemplo e raramente se submetem a eles.

8. A empresa não reconhece contribuições

Uma coisa leva outra, e má liderança leva chefes a guardarem todo o crédito para si. Você sabe que fez um bom trabalho, o seu chefe sabe, talvez seus colegas saibam, mas ninguém mais na empresa sabe. Isso é frustrante. Não reconhecer um bom trabalho sendo grato ou fazendo todo mundo saber que foi você quem fez, é uma das grandes razões que fazem as pessoas procurarem outro lugar. Grandes profissionais não precisam ter seu ego inflado todos os dias (eles costumam ser auto-confiantes), eles apenas não toleram injustiça.

9. A empresa não aumenta as responsabilidades

Quem disse que todo mundo reclama de ganhar mais responsabilidades no trabalho? Se elas vierem acompanhadas de mais autonomia e desafio, as pessoas não irão reclamar. (Nota: só é desafio se elas também verem dessa forma.) Dar mais responsabilidades é um tipo de reconhecimento pelo bom trabalho, desde que humanamente colocado dessa forma. Grandes profissionais desejam mais responsabilidades para que possam entregar mais resultados e crescer.

10. A empresa não honra acordos

O mínimo que se espera é que se possa confiar na empresa em que trabalha. Não cumprir o que se promete é inaceitável e irá reduzir o respeito do funcionário com a empresa de uma forma incrivelmente rápida.
Profissionais talentosos são mais dedicadas e cheias de ideias, mas também são mais exigentes e intolerantes com empresas que não atendem suas expectativas. Talento tem tudo a ver com querer mudar, agregar e ir mais longe, eles são não-conformistas e odeiam ser medíocres. Toda empresa quer talentos, mas poucas estão realmente preparadas para recebê-los. A sua está? 

Copiado: http://www.pequenoguru.com.br

terça-feira, 12 de março de 2019

Proposta de Valor: o que é e como criá-la para impulsionar seu negócio


 proposta de valor é o primeiro item que determina se as pessoas vão se preocupar em ler mais sobre o seu produto ou simplesmente clicar no botão para sair do seu e-commerce. É também uma das principais estratégias que merecem testes exaustivos até você acertar – e se conseguir isso terá um diferencial competitivo.

Mas apesar de ser fundamental para o sucesso de qualquer negócio, muitos empreendedores não utilizam esse conceito ou não sabem exatamente como aplicá-lo no dia a dia, o que acaba refletindo na perda de oportunidades valiosas.

Proposta de valor: o que é exatamente?
De forma geral, a proposta de valor é um conceito de marketing que determina se o que o seu negócio oferece realmente tem valor para os seus clientes. Também é uma etapa fundamental do Business Model Canvas, mais conhecido como Canvas, uma ferramenta de planejamento estratégico que permite desenvolver e esboçar modelos de negócio novos ou existentes.

A proposta de valor é construída com base na identificação dos pilares da marca, apontando como ela deve ser percebida pelo mercado. É uma promessa do valor a ser entregue, por isso, é a principal razão que indica porque um cliente deveria comprar o seu produto e não o dos seus concorrentes. Em poucas palavras, a proposta de valor:

Explica como o seu produto resolve os problemas dos clientes ou melhora a sua situação, ou seja, oferece relevância.

Oferece benefícios específicos (valor quantificado).
Proporciona diferenciação única, indicando ao cliente ideal porque ele deveria comprar algo no seu e-commerce e não no seu concorrente.

A proposta de valor deve dizer de forma clara e imediata os benefícios do seu produto. Além de ser a primeira informação que os visitantes veem na página inicial do seu e-commerce, deve ser visível em todos os principais pontos de entrada do site. Isso não é apenas por estética, mas principalmente para melhorar o seu valor no ciclo de vida do cliente.

As pessoas devem compreender: a proposta de valor é algo que as pessoas devem entender prontamente.
Deve estar na linguagem certa: sua proposta de valor deve falar o “mesmo idioma” do seu cliente. Para isso, você precisa conhecer a linguagem que seus clientes usam para descrever a sua empresa ou produto e como se beneficiam dela. Mas, atenção: a maneira como você fala sobre seus serviços pode ser muito diferente da forma como seus clientes o descrevem. As respostas estão fora do seu escritório. Você tem que entrevistar seus clientes para compreendê-los ou usar a redes sociais para obter essas informações.

Para tornar isso mais claro: repare abaixo na página inicial do MailChimp (uma ferramenta para envio de e-mail marketing). Note a proposta de valor que eles utilizam: “Send better email. Sell more stuff” ou, em tradução literal, “Envie e-mail melhor. Venda mais coisas”.
Em poucas palavras, e de forma clara e objetiva, a empresa mostrou porque você deve utilizar seus serviços: para enviar e-mails de forma melhor e, assim, conseguir vender mais. Ou seja, falou a linguagem de seus clientes.

Como criar a proposta de valor de uma empresa
 Como você viu no exemplo acima, geralmente a proposta de valor é formada por um bloco de texto com um título, subtítulo e um parágrafo de texto aliado a um bom visual, como fotos ou recursos gráficos.

Repare novamente no MailChimp: a empresa utiliza uma foto em destaque que mostra um e-mail sendo criado, em seguida um título, subtítulo e informações objetivas que interessam seu público, como planos de preços da ferramenta, características, funcionalidades e integração com e-commerce.

Apesar de existirem diversas formas possíveis para criar uma proposta de valor, a fórmula padrão é:

Título: defina o benefício que você está oferecendo em uma frase curta. Você pode citar seu serviço, produto ou cliente.
Subtítulo: faça um parágrafo com uma sentença de duas a três linhas que explique o que você faz, para quem é o seu serviço ou por que ele é útil.
Bullet points: liste brevemente os principais benefícios ou serviços que você oferece.
Recursos visuais: utilize uma imagem que reforce a sua mensagem principal.
Agora, avalie a sua proposta de valor atual e verifique se ela responde às perguntas abaixo:
  • Que produto ou serviço a sua empresa vende?
  • Qual é o principal benefício que a sua empresa oferece?
  • Quem é o seu público-alvo?
  • O que torna a sua oferta original e diferente?
Use a fórmula padrão para estruturar essas respostas e, se necessário, desenvolva novas opções de proposta de valor para a sua empresa. Em seguida, faça testes AB para monitorar a performance e analisar os resultados.

Itens de atenção na hora de criar uma proposta de valor 
Na hora de desenvolver a proposta de valor da sua empresa, lembre-se que a mensagem deve ser clara. Responda as perguntas listadas acima e esforce-se para priorizar a clareza.
Além disso, fique atento ao tamanho do texto. Fornecer uma quantidade suficiente de informações é crucial para aumentar as taxas de conversão, mas você precisa aliar isso a uma proposta de valor clara e convincente. Se as pessoas tiverem que ler muito texto para entender a sua oferta, você terá feito isso da maneira errada.

Outro ponto que merece atenção é na forma como você diferencia a sua oferta dos concorrentes. Analise os seus pontos fortes e pondere o que seus clientes prezam na hora de concluir uma compra. Lembre-se que você não precisa oferecer algo exclusivo no mundo todo, apenas na mente do cliente.

Dicas para criar uma boa proposta de valor

Investigue o seu público-alvo
Converse com seus atuais clientes para entender o seu público e o que o motiva. Isso vai moldar a linguagem que você utilizará na sua comunicação e ainda vai ajudá-lo a identificar melhorias nos seus produtos e na sua empresa. Procure entender quais são as necessidades e problemas dos seus clientes, assim como a faixa etária, o grau de escolaridade e quais informações eles consomem.

Crie uma persona ou comprador ideal
Depois de pesquisar o seu público, analise os dados qualitativos e procure padrões. Existe uma necessidade ou problema que foi mencionado várias vezes? Existem interesses em comum? Se eles compraram seus produtos, houve determinado benefício ou dificuldade para várias pessoas?
A definição da sua persona ajudará você a entender melhor os seus potenciais clientes, indicando o que eles valorizam e que aspirações têm.

Investigue seus concorrentes
Suas conversas com os atuais clientes podem ajudá-lo a descobrir lojas, empresas e marcas que eles admiram. Com essa informação, especialmente sobre seus concorrentes diretos, você pode descobrir o que seus clientes prezam e o que é possível melhorar em seu negócio.

Determine o principal benefício do seu produto
Agora que você compreende melhor a sua persona e os seus concorrentes, é hora de determinar a sua principal vantagem. Embora possam existir várias razões para comprar seus produtos, muitas vezes há um detalhe especial em que o seu público está mais interessado. Às vezes, pequenos detalhes podem proporcionar um diferencial a seu favor, como:
Com esses dados em mãos, comece a desenvolver sua proposta de valor. Lembre-se:
  • A proposta de valor deve ser clara e fácil de entender.
  • Deve mostrar os benefícios que o cliente vai ter ao comprar o seu produto.
  • Ressaltar como sua oferta é diferente ou melhor do que a do seu concorrente.
  • Pode ser lida e compreendida em cerca de 5 segundos.
  • Deve evitar exageros como “nunca antes visto”, “produto incrível”, “melhor” e jargões de negócio.
  • O título é a parte mais importante da sua proposta de valor, use-o para dar um resumo rápido dos benefícios da sua oferta. Ele deve ser curto e rapidamente prender a atenção do internauta para o subtítulo, local em que você poderá dar uma explicação mais específica.
  • Quando quiser entrar em mais detalhes, utilize bullet points ou uma lista com os principais benefícios ou características que você quer destacar.
Copiado: https://www.mandae.com.br 

segunda-feira, 11 de março de 2019

Sete Dicas da Ciência para Manter a Calma Durante uma Crise

Em momentos de estresse, cada um tem a sua própria "receita" para aliviar a tensão. Seja na vida pessoal ou no trabalho, o ritmo da vida moderna coloca uma carga intensa de nervosismo no cotidiano – e encontrar maneiras eficientes de relaxar se torna fundamental. Por sorte, a ciência pode nos ajudar nessa tarefa. O site do jornal britânico The Guardian listou sete maneiras, indicadas por estudos, de manter a calma em momentos de crise. Confira a seguir.
Faça um exercício leve pela manhã
Começar o dia com uma atividade física de intensidade moderada ajuda a reduzir os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, até 90 minutos após a prática. É o que concluiu um grupo de pesquisadores de Berlim em 2015, que analisou um grupo de homens jovens. 
Outra pesquisa mais recente, feita nos Estados Unidos em 2018, identificou que voluntários que haviam se exercitado por 30 minutos elevaram seu nível de resposta a situações inesperadas.
Passe um tempo com um amigo próximo
Um estudo de Zurique, realizado em 2003, mostrou os benefícios de se passr algum tempo com um amigo próximo. No grupo pesquisado, homens jovens e saudáveis ​​tiveram uma reação negativa menor a uma experiência psicologicamente estressante depois de terem passado um tempo com um amigo imediatamente antes. 
O resultado reflete uma necessidade natural por conexão humana: os seres humanos evoluíram em tribos, então estão programados para se sentirem mais seguros quando formam conexões com outros.
Comece o dia ao ar livre
Olhar com atenção o mundo fora dos escritórios e aproveitar o ar livre pode ajudar na recuperação mais rápida de experiências estressantes. E isso pode ser útil até mesmo virtualmente. Em uma pesquisa realizada em 2013 pela Universidade de Esssex, pessoas que apenas olharam para fotos da natureza demostraram uma recuperação mais acelerada. Ou seja: saiba valorizar aqueles fundos de tela com paisagens naturais deslumbrantes.
Não se esqueça de respirar
Diversos estudos comprovam que respirar lenta e profundamente acalma. Pesquisadores da Geórgia, nos Estados Unidos, observaram recentemente que 15 minutos de respiração profunda reduzem a reatividade da rede nervosa durante a resposta ao estresse em veteranos de guerra com transtornos pós-traumáticos.
Sirva uma bebida
Todo o ritual de beber uma xícara de chá nos remete mentalmente à tranquilidade. A associação entre a bebida e o alívio do estresse foi raramente testada cientificamente, mas pesquisadores da University College London comprovaram que, entre voluntários que beberam chá preto e outros que degustaram outra bebida cafeinada – ambas com 72 mg de cafeína –, aqueles que optaram pelo chá se recuperaram mais rápido do estresse.
Mude o foco para outra coisa
Depois que a cena estressante passa, você pode até não estar mais fisicamente presente, mas mentalmente essa separação é mais complicada. A chance daquele momento ficar martelando na sua cabeça e gerando cada vez mais estresse é grande. Por isso, encontrar outra atividade para se concentrar é fundamental para não deixar sua mente transitando por aí. 
A escolha é livre: pode ser uma leitura ou um jogo de celular, mas você precisa estar concentrado. Em 2002, pesquisadores da Universidade da Califórnia demonstraram que, após uma situação de estresse, os voluntários que relaxaram mais rápido não foram os que tiveram permissão para descansar, mas sim os que receberam alguma tarefa que exigiu toda a sua atenção.
Saia para caminhar
Uma caminhada pode ser uma ótima forma de espairecer. Exercícios mais leves são as melhores opções depois que a situação de estresse aconteceu, pois reduzem o cortisol. Exercícios intensos podem elevar esses níveis – e o seu coração pode não apreciar um treino completo depois de uma crise. Um estudo de 2016 abrangendo 52 países identificou que a prática de exercícios vigorosos associada a um estado emocional de raiva ou tristeza pode triplicar o risco de um ataque cardíaco. Se você puder se aproximar da natureza enquanto se exercita, o resultado será ainda melhor – e vale inventar uma natureza fictícia, com sons de pássaros ou vídeos de paisagens.
Copiado: http://cadeialogisticadofrio.blogspot.com

sexta-feira, 8 de março de 2019

A Força e o Poder da Gentileza em Nossas Vidas


Ter uma atitude de gentileza faz bem para o mundo e, principalmente, para quem pratica.

A gentileza faz com que o homem pareça exteriormente,
como deveria ser interiormente.
Jean de la Bruyère

Se há algo com o que tem me proporcionado um profundo inconformismo é a falta de gentileza e amorosidade que estamos vivenciando no mundo. É um “salve-se quem puder” em todos os aspectos de nossas vidas. 

No trânsito, nas relações de trabalho e até mesmo nas relações familiares e nas amizades. Qual foi a última vez que você realmente ouviu um amigo sem estar olhando no celular ou pensando no próximo compromisso que você terá no dia. Estamos nos desconectando de nossa essência e isso é extremamente perigoso! Afinal, sem amor e gentileza a humanidade só irá regredir!

E é por isso que eu lhe pergunto: você é gentil? Sabe realmente o que significa gentileza? Muita gente confunde ser gentil com noções básicas de educação formal. “Sou gentil porque dou o meu lugar para uma pessoa mais velha se sentar. Sou gentil porque cumprimentei meu vizinho no elevador pela manhã…” Claro que essas atitudes são atos de gentileza, mas a essência do sentimento vai muito além de algumas ações formais e automáticas.

Gentileza é a qualidade do que é gentil, do que é amável. Gentileza é uma amabilidade, uma delicadeza praticada pelas pessoas. É uma forma de atenção e de cuidados que torna os relacionamentos mais humanos e menos ríspidos. Quem pratica a gentileza não tem má vontade, não é indiferente, e sim, cuidadosa, distinta e delicada.

Vivemos em um mundo altamente competitivo. Competimos no trabalho, por espaço no trânsito, por atenção nas redes sociais. E assim, vamos nos distanciando da preocupação com o outro, das noções básicas de empatia e gentileza.

No entanto, podemos sempre nos reconectar com esse sentimento. Não é algo simples, mas que, ao fazermos, trazemos enormes benefícios para as nossas vidas e para aqueles que nos rodeiam.
E é isso que vamos abordar neste artigo! Faz a gentileza de me acompanhar?
Correria e competitividade não são opostos da gentileza

Somos seres conectados e interativos. Estamos todos os dias e todas as horas em constante interação e, hoje, por meio das ferramentas de mídias sociais e de comunicação on-line, somos capazes de estar em contato com as pessoas das mais variadas localidades. Porém, apesar dessa constante interatividade, o que vemos é que as relações interpessoais próximas parecem cada vez mais superficiais, e, consequentemente, palavras como cortesia, empatia e amabilidade afiguram-se mais distantes de nossa realidade.

A impressão que nos fica é que a vida moderna, repleta de competitividade e escassa de tempo, dificulta as relações de gentileza e delicadeza. Afinal, como ser gentil enquanto enfrentamos o trânsito caótico das grandes cidades?  Como ter tempo e paciência para ouvir o outro em um dia a dia tão cheio de tarefas e obrigações?

Para reforçar essa imagem, no meio corporativo, muitas vezes, atitudes duras e arrogantes são até consideradas necessárias para alcançarmos o respeito profissional. Em um mundo cada vez mais apressado e competitivo, é comum as pessoas acreditarem que a agressividade é o caminho mais rápido para o sucesso.

Mas será que atitudes arrogantes e agressivas conquistam a confiança alheia e garantem o sucesso em longo prazo?

No livro “O Poder da Gentileza”, Linda Kaplan Thaler e Robin Koval mostram que não. Executivas de uma das mais prósperas agências de publicidade dos Estados Unidos, elas descobriram cedo que ser gentil é tão importante quanto ser eficiente.

É claro que amabilidade apenas não basta, pois trabalho duro, inteligência e talento também são essenciais.  Contudo, segundo as autoras, ser delicado e atencioso, em vez de egoísta e grosseiro, pode impulsionar sua carreira muito além do resultado mais imediato e mais importante: tornar a vida de todos mais agradável.

A partir de exemplos reais, a obra analisa o impacto positivo que a gentileza tem para cada um de nós, bem como as vantagens empresariais de se adotar uma cultura da simpatia, com menor rotatividade, menores custos de recrutamento e maior produtividade.
Ser gentil é bom para você!

E tratar bem as outras pessoas não é apenas um ato de educação ou uma vantagem profissional. É algo que também é bom para sua saúde e sua vitalidade.

Pelo menos é o que afirma a pesquisadora de psicologia, Barbara Fredrickson, autora do livro Love 2.0: Transformando Felicidade e Saúde em Momentos de Conexão. Ela estuda como os “micromomentos” de conexão com os outros, como compartilhar um sorriso ou expressar preocupação, melhoram a resiliência emocional e reduzem a susceptibilidade à depressão e à ansiedade.

Na visão de Fredrickson, nossas psiques precisam de conexão humana afirmativa da mesma forma que nossos corpos precisam de alimento saudável.
“Momentos de elevação e emoções positivas funcionam como nutrientes para a criatividade, crescimento e saúde”, diz.
Por isso, ao sermos gentis e buscarmos a empatia e a amorosidade em nossas relações, estamos fazendo bem para nós mesmos!


Estudo realizado pela professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia, demonstrou que a gentileza pode nos deixar mais felizes. Ela pediu a um grupo que praticasse atitudes gentis durante dez semanas e verificou que a felicidade aumentou consideravelmente no período do estudo.

Isso porque a gentileza está ligada ao gene que libera a dopamina, o neurotransmissor que proporciona bem-estar. Por isso, aqueles que ajudam os outros regularmente têm mais saúde mental e menos depressão. Pessoas solidárias têm menos probabilidade de sofrer de doenças crônicas, e seu sistema imunológico tende a ser melhor, pois existe uma relação direta entre bem-estar, felicidade e saúde.

Pessoas gentis não são individualistas, respeitam o trabalho do colega, razão pela qual chegam mais longe, já que abrem caminhos de comunicação com os outros e se tornam mais acessíveis.
E agir assim pode ser muito mais fácil do que parece. Afinal, ao contrário do que muitos pensam, a gentileza não é uma escolha, mas sim, um instinto natural do ser humano.

Uma teoria publicada pelo professor Sam Bowles, do Instituto Santa Fé (EUA), chamada de “sobrevivência do mais gentil”, afirma que a espécie humana sobreviveu graças à gentileza. Segundo Bowles, os grupos altruístas cooperam e colaboram mais para o bem-estar do próximo e da comunidade, a fim de garantir a sobrevivência.

Por outro lado, as pessoas aprendem a ser egoístas e escolhem esta atitude em determinadas situações.

Um dos principais exemplos disso é um experimento realizado em 2012 por professores da Universidade Harvard, nos Estados Unidos. Com o objetivo de descobrir se a natureza humana é egoísta ou gentil, os pesquisadores recrutaram universitários e os dividiram em grupos de quatro. Cada estudante recebeu uma quantia de dinheiro e teve a opção de separar um pouco do valor para ser multiplicado e distribuído entre o restante dos participantes. Os participantes ganhariam algo, mesmo sem compartilhar, mas, apesar da tentação de ser egoísta, a maioria das pessoas escolheu por contribuir com o restante.

A gentileza vai além:  em um estudo realizado por psicólogos da Universidade Yale, nos Estados Unidos, afirma-se que o primeiro instinto das pessoas é cuidar e salvar os outros. Os pesquisadores entrevistaram várias pessoas que tinham se arriscado por desconhecidos. “A maioria das pessoas acredita que somos instintivamente egoístas, mas nossos experimentos mostram que, quando as pessoas dependem de seus instintos, elas são mais cooperativas”, explicou o psicólogo David Rand, de Yale.

Os pesquisadores sugerem ainda que o egoísmo se evidencia quando as pessoas param para pensar antes de tomar uma atitude. Ou seja, a gentileza faz parte do instinto, o egoísmo é uma escolha.
Mas, se ser gentil é nosso instinto, por que observamos cada vez menos atitudes de amorosidade?
A resposta pode estar em mecanismo do nosso cérebro que contém um viés de negatividade.
Para nos proteger do perigo que nos espreita diariamente, seja pela violência das grandes cidades, ou pela competitividade extrema, nosso cérebro mantém nossos comportamentos de sobrevivência primários rotineiramente acionados. Desse modo, vivemos em um estado de escassez fundamental, que nos impele a uma tendência de autofoco. Nós começamos a acreditar no “sou eu ou eles.” Todo o tempo.

Sob este tipo de pressão, a própria ideia de ser gentil – manter as necessidades e sentimentos dos outros em mente, mostrando cuidado e empatia – pode começar a parecer um luxo ou até mesmo tolice.

Felizmente, porém, podemos cortar essas tendências automáticas construindo conscientemente novos hábitos mentais. “O cérebro tem a habilidade maravilhosa de tornar as coisas automáticas”, diz o PhD no tema, o psicólogo Elisha Goldstein. “Quando você tem consciência de que você quer ser gentil, e então você pratica, você está essencialmente reconectando a parte compassiva de sua mente.”
E é exatamente o ato de se concentrar nos outros o que pode reduzir nossas ansiedades e nos tirar desse estado de alerta constante.

Portanto, se começarmos a pensar mais no outro e menos em nós mesmos, vamos nos conectar com aquele instinto mais primitivo de sobrevivência do mais gentil e passar a viver com menos ansiedade e estresse. E os frutos dessa atitude só tendem a melhorar e beneficiá-lo, explica Goldstein.
“A bondade fica mais fácil com a prática.” Quando somos bons com os outros, diz Goldstein, nossos hábitos mentais de escassez, negatividade e rigidez começam a mudar. Tornamo-nos cada vez menos preocupados em obter nossa parte e mais interessados em ajudar os outros.
Faça o teste! Pratique a gentileza e você verá que todo o carinho e afeto que você proporciona voltam em dobro para você mesmo!


O vírus contagioso da gentileza
 Com certeza você já deve ter ouvido o ditado –  gentileza gera gentileza. E é exatamente nisso em que acredito! Vejo que a gentileza é como um “vírus” contagioso do bem: quanto mais gentis somos, mais nossa vida fica melhor e mais alegre, e mais pessoas ao nosso redor passam a agir da mesma maneira!


Ser gentil é um modo de agir, um jeito de ser, uma maneira de enxergar o mundo. É uma atitude muito mais sofisticada e profundada que ser educado. Conheço muita gente que segue todas as regras de etiqueta e de educação em um jantar sofisticado, mas que é incapaz de dar um sorriso sincero ao manobrista, no momento de pegar o carro. Ser gentil tem ligação com o caráter, com valores e ética.
Pessoas gentis tentam se colocar no lugar do outro, são bons ouvintes e praticam a arte da paciência. Além disso, são capazes de pedir desculpas, quando descobrem que erraram, são solidárias e companheiras. Procuram analisar as situações e serem justas. São capazes de resolver muitos conflitos, somente com seu jeito de ser.

Quem é verdadeiramente gentil o é em casa com seus familiares, com seus amigos, com seu chefe, mas também com subalternos. Ser gentil só com quem pode lhe proporcionar algo em troca não é gentileza, é interesse!

Dizem que o favor é feito com o cérebro, e a gentileza com o coração, ou seja, ser gentil não é um gesto planejado.

Seja gentil com as pessoas, e elas, provavelmente, serão gentis com você também. Como disse Shakespeare: “Eu aprendi que ser gentil é mais importante do que estar certo”.
Eu realmente acredito no poder da gentileza e busco praticá-la todos os dias da minha vida. E percebo como um simples sorriso tem o poder de realizar mudanças! Por isso, agora lhe lanço um desafio. Ao longo do dia, elogie alguém que trabalha com você e fez um bom serviço, abrace com força e carinho seu par, filhos ou pais, ouça com atenção quando alguém lhe procurar com um problema.  Pratique a empatia e a gentileza!

E é por acreditar no poder transformador da gentileza lhe convido a praticarem essa atitude, levando uma vida com mais
amorosidade e atenção ao próximo. Tente fazer isso ao menos por uma semana e verá os resultados maravilhosos que vai colher em sua vida!

Copiado: http://www.renataspallicci.com.br

quinta-feira, 7 de março de 2019

Gestão de Pessoas: o que é e como fazer?

Aprimorar técnicas de gestão de pessoas pode ajudar a resolver problemas do dia a dia de uma empresa. Vejamos esse caso, por exemplo:
O gerente de uma empresa de assistência técnica de equipamentos de informática, que vem apresentando crescimento constante nos últimos anos, precisou aumentar o quadro de colaboradores em 30%. Com uma equipe maior, ele se deparou com algumas reclamações de clientes sobre a qualidade do atendimento. Além disso, também sentiu um clima diferente no relacionamento interpessoal de seus profissionais.
O que fazer para impedir tal situação? É sobre esse tema que vamos abordar nesse post.

O que é gestão de pessoas?


A gestão de pessoas é um conjunto de boas práticas que vão desde a escolha adequada de um profissional, passando pelo processo de adaptação, motivação e avaliação de seu desempenho na equipe, até a tomada de decisão pelo seu remanejamento ou demissão. Portanto, é responsabilidade do gestor selecionar, direcionar, motivar e avaliar o capital humano da empresa.

Para que isso seja feito da melhor forma e gere bons resultados como o aumento da produtividade, há uma série de técnicas e estratégias que motivam os colaboradores e os direcionam para isso. Abaixo, você confere estratégias mais eficazes:

Como gerenciar pessoas?

Antes de mais nada, vamos reforçar que estamos falando da gestão de pessoas. Ou seja, não são máquinas. Por isso, ao desenvolver as estratégias a seguir, você precisa ter sempre em mente que vai lidar com seres humanos.

Seja um exemplo para sua equipe

O segredo de uma gestão de pessoas de sucesso é a prática da liderança. Esqueça que você é um chefe! Essa ideia de gestão do século passado tratava os colaboradores apenas como funcionários, que estavam ali para fazer o que eram mandados.

Um líder não manda, ele orienta e solicita ajuda de seus liderados. Em outras palavras, ele é um mentor do desenvolvimento de seus profissionais.
Portanto, a estratégia de liderança refere-se a um modelo mais humanizado de gerenciar as pessoas. Através dela os profissionais desenvolvem uma empatia maior pelo seu superior. Assim, ficam predispostos a se esforçarem cada vez mais para superar os desafios e contribuir com a gestão do seu líder.

Dê feedbacks aos profissionais


Um bom líder, sabe que precisa periodicamente orientar sua equipe para que ela corrija erros e direcione os esforços ao que é realmente necessário. Por isso, os feedbacks, tanto individuais como em grupo, são fundamentais. É por meio deles que você orientará seus colaboradores para a estratégia definida pela empresa.
E, ao precisar pontuar sobre alguma falha do trabalhador, não o faça criticando ou na frente de terceiros! Em vez disso, chame o profissional para uma reunião — de preferência descontraída — e indique como ele pode desempenhar um trabalho melhor, sempre o motivando a fazer isso em benefício próprio, e não apenas para a empresa.

Treine seus colaboradores


Da mesma forma que as máquinas precisam de atualização de seus softwares e equipamentos para atingirem empenho melhor, seus colaboradores precisam renovar seus conhecimentos. Portanto, não hesite em investir no treinamento de competências técnicas e pessoais de sua equipe. Além de bem preparados para atenderem seus clientes, eles se sentirão valorizados e motivados a melhorar cada vez mais seus resultados.

E, mesmo que a realidade econômica de sua empresa não permita a participação de todos, não deixe de investir nos treinamentos, como sobre a otimização do tempo e de recursos. Para driblar o aperto financeiro, você pode selecionar um número menor de colaboradores que receberá os treinamentos e ficará responsável por repassar os conhecimentos adquiridos para o restante da empresa.

Implemente sistemas de gestão

Dependendo do número de profissionais que sua empresa tem, nem sempre será fácil fazer a gestão contando apenas com a memória. Até porque são muitas informações para guardar sobre cada um dos colaboradores. Para auxiliá-lo nessa tarefa, invista em sistemas de gestão de pessoas, como o Neotriad. O software consegue fazer uma avaliação de desempenho, contabilização da produtividade dos profissionais. Além de, registrar um breve histórico da participação do colaborador na evolução dos negócios.
Com isso, você terá uma espécie de dossiê do profissional, com relatórios informando o perfil dele e a participação em projetos. Todas essas informações facilitarão a sua avaliação individual e por equipe, identificando mais facilmente os grupos que precisam de mais atenção e suporte.

Delegue responsabilidades

Se você já assistiu ao filme “O Diabo Veste Prada”, certamente sabe o que é ser chefe. A personagem Miranda Priestly (Meryl Streep) é uma autêntica chefe nos moldes do século passado. Demonstra desprezo por seus subalternos e não delega responsabilidades, apenas manda. Um líder que conhece sua equipe e valoriza os profissionais, tem confiança para delegar tarefas aos seus liderados. Isso possibilita a autonomia para eles solucionarem aquela demanda da melhor forma possível.
Mas, cuidado: o verdadeiro líder não transfere responsabilidades. Ao delegar as tarefas, ele mantém um controle das atribuições de cada um e, periodicamente, acompanha o desenvolvimento de cada uma delas. E, quando preciso, ele presta suporte para que a atividade seja realizada da melhor forma, trazendo mais benefícios para toda a equipe.

Reconheça e gratifique os melhores


Uma excelente forma de valorizar o trabalho dos profissionais é reconhecendo os pontos positivos e premiando os melhores colaboradores. E, caso você não tenha verba suficiente para gratificar seus funcionários, saiba que nem sempre é preciso bonificar de forma monetária. Muitas vezes, o simples fato de elogiar ou oferecer mimos, como ingressos para cinema ou dias extras de folga/férias, já deixam o trabalhador contente e mais motivado.

Contudo, para ter um programa de incentivos mais eficiente, procure idealizá-lo a médio e longo prazo. E, nesse caso, ofereça prêmios mais interessantes, como pacotes de viagens ou hospedagem em resorts próximos de sua cidade. Será um sucesso!
Como você pode perceber, para uma gestão de pessoas, é preciso mesclar estratégias de incentivo e técnicas de relacionamento interpessoal. Se bem aplicadas, você cultivará parcerias que extrapolarão as relações empregador-funcionário. E nada melhor para vencer os desafios do mercado competitivo que parcerias com profissionais que ajudarão a sua empresa a maximizar os lucros e aumentar a produtividade.

Copiado: http://gestaodeequipes.com.br

sexta-feira, 1 de março de 2019

O Que o Carnaval pode Ensinar sobre Gestão de Organizações?

Apesar do clima festivo, muitas vezes confundido com bagunça, o carnaval pode ensinar-nos bastante sobre a gestão nas organizações. 

Por isso, relacionamos alguns quesitos das escolas de samba com os negócios e apontamos quais lições elas podem nos dar para evoluir a gestão.
Evolução – Os setores devem evoluir de acordo com o ritmo da organização
Assim como no desfile, o ritmo não pode parar nas organizações, uma vez que o descompasso pode atrapalhar o fluxo e os processos. 

Um setor não deve trabalhar individualmente e, sim, interligado a outros, respeitando seus líderes e condições. Desta forma, os “buracos” e erros são evitados e a organização segue sambando no mesmo ritmo.
Harmonia – Os líderes devem reger suas alas para que haja entrosamento de toda a equipe
Na avenida, é importante que o samba-enredo seja cantado conforme o ritmo da música. Para isso, existe um líder que rege toda a escola de samba. 

O mesmo ocorre em uma organização, onde o gestor deve ser capaz de puxar e direcionar suas equipes para que todos ajam juntos, conforme os processos, cada equipe fazendo a sua parte. 

Esse líder deve alinhar os valores da empresa, definir as metas e trabalhar para que os colaboradores cantem junto o mesmo samba.
Reinventar – As escolas de samba, assim que acaba um desfile, já estão pensado no próximo
Para poder lutar pelo título de campeã do carnaval, é preciso reinventar-se a cada ano. Isso não implica em grandes inovações, cheias de tecnologia e complexidade. 

Muitas vezes, o simples resolve e descomplica. Além disso, pensamos muito em grandes inovações e acabamos esquecendo de fazer o óbvio, como cuidar bem dos clientes da casa e, até mesmo, dos próprios colaboradores. 

E, nessa hora, acreditar que vai dar certo e permitir a reinvenção são as atitudes que as escolas campeãs mais buscam.
Motivação – Na avenida, cada componente de uma escola de samba é apaixonado pelo que faz
Por mais que existam aqueles que só apareçam na escola em poucos ensaios (ou até mesmo não ensaiem), algo motivou essas pessoas a escolherem aquela escola para desfilar, seja afinidade, amigos ou, até mesmo, o valor da fantasia. 

E na avenida, não importam os motivos, todos que estão desfilando se mostram motivados por estarem lá defendendo a sua escola, apaixonados (nem que seja por apenas alguns minutos) e envolvidos pelo propósito de levar a história que a agremiação decidiu contar. 

Por que os seus colaboradores escolheram trabalhar em determinada organização e o que é feito para que essa motivação continue a cada dia de trabalho? Essas são perguntas que devem ser feitas com alguma frequência, para que o envolvimento de cada integrante continue. Para isso, é importante que todos saibam a missão, a visão e os valores da empresa, além dos papéis e objetivos de cada um. 
Na escola de samba, os componentes trabalham por uma causa e, em uma organização, não deve ser diferente.
Liderança – O carnavalesco é o grande maestro que integra o tema do samba com toda a magia que acontece na avenida
Na escola de samba, o carnavalesco é aquele que vai tirar do papel o tema eleito e transformá-lo no desfile que vai para a avenida. Desde o samba enredo até as alas, as fantasias e os carros alegóricos. 

Para isso, é preciso ter a capacidade de inspirar e de ser extremamente criativo, de forma a transformar um tema em todo um desfile. 

Nas organizações, o líder tem o mesmo papel de envolver e engajar sua equipe para fazer a empresa “rodar”, direcionando sua equipe e, ao mesmo tempo, dando abertura para que possam sugerir melhorias, apontar erros e mostrar suas próprias ideias. 

Copiado: http://www.fnq.org.br/