segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Qual a Diferença Entre Eficiência e Eficácia?

A diferença entre eficácia e eficiência é que enquanto a eficácia refere-se a fazer a tarefa certa, completar atividades e alcançar metas, a eficiência é sobre fazer as coisas de forma otimizada, de maneira mais rápida ou com menos gastos.
Por exemplo, um carro pode ser uma forma de transporte muito eficaz, capaz de mover as pessoas para lugares específicos. Porém um carro pode não ser o modo mais eficiente de transportar pessoas por causa do grande gasto de combustível.
Em termos gerais:
Eficaz (adj.) - É algo adequado para atingir um propósito, de modo a alcançar o resultado pretendido ou esperado.
Eficiente (adj.) - Quando a tarefa é executada da melhor maneira possível, com o menor desperdício de tempo, esforço e recursos.

Usando a eficácia e a eficiência

Indivíduos e empresas buscam maneiras de serem eficazes e eficientes, mas é possível ser eficaz sem ser eficiente, ou vice-versa. 
Por exemplo, se uma empresa não está indo bem, ela pode optar por mudar sua forma de trabalho, usando novas tecnologias. O treinamento pode até funcionar bem, com os funcionários aprendendo a nova tecnologia, mas se a produtividade geral não melhorar após a implementação desta, podemos dizer que a estratégia da empresa foi eficiente, mas não eficaz.

As empresas frequentemente falam sobre a eficácia e a eficiência dos funcionários ao fazerem planos para melhorar as empresas, e embora pareçam semelhantes, a eficácia significa algo completamente diferente da eficiência.
Um empregado eficaz alcança suas metas, enquanto um empregado eficiente produz de forma rápida e inteligente.

Melhorando a Eficácia

A eficácia pode ser medida no nível dos resultados das ações de funcionários e gerentes.
Para melhorar a eficácia, as empresas devem fornecer avaliações de desempenho, detalhando as fraquezas dos funcionários através de críticas construtivas. Deve-se mostrar como o desempenho de um funcionário afeta a empresa como um todo.

Melhorando a Eficiência

A eficiência no local de trabalho pode ser definida como o tempo necessário para fazer algo. Funcionários e gerentes eficientes completam as tarefas no mínimo tempo possível com a menor quantidade possível de recursos, utilizando estratégias de economia de tempo.
Os funcionários e gerentes geralmente são ineficientes porque não sabem como ser eficientes ou por não possuírem as ferramentas necessárias para executar tarefas de forma eficiente.
Trabalhar estrategicamente e pedir opiniões sobre o que está faltando no local de trabalho são formas de melhorar a eficiência.

É mais importante para uma organização buscar eficácia ou eficiência?

Se a empresa está tentando crescer de forma agressiva e tem recursos para isso, otimizar a eficácia pode ser o caminho a seguir.

No entanto, no caso de empresas menores e com menos recursos, buscar operações mais eficientes pode ser uma melhor saída, de modo a maximizar as capacidades que ela já possui.
Encontrar o ponto de equilíbrio entre eficácia e eficiência é o objetivo final para todas as empresas.
Copiado: https://www.diferenca.com/

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Atitudes Assertivas no Planejamento


COMO EVITAR A PROCRASTINAÇÃO E ADOTAR ATITUDES ASSERTIVAS FRENTE AO PLANEJAMENTO DIÁRIO.

Que causas levam um grande número de profissionais a lidar de forma não assertiva no planejamento de seu trabalho?

É comum no cotidiano empresarial, a presença de situações onde o acumulo de tarefas leva à procrastinação (hábito de deixar para amanhã, o que pode ser feito hoje). Metas importantes e decisivas, ligadas ao negócio da empresa, são relegadas a segundo plano.

A justificativa para tal fato, quase sempre é a “falta de tempo”. Para alguns o dia deveria ter 26 ou 30 horas!


É angustiante e desgastante, para qualquer ser humano, chegar ao final da tarde e perceber que quase nada de produtivo foi realizado. 


Perguntas tais como “O que fiz hoje?” Ou “O que deixei para amanhã?”, sempre incomodam àqueles que têm como responsabilidade gerar resultados.

Como transformar a procrastinação em ação?

Antes de tudo, é necessária uma boa dose de humildade para reconhecer que precisamos aprender e mudar. E, ainda, a conscientização de que podemos e somos capazes de rever hábitos e atitudes.


A ação de planejamento inicia com a pré-disposição e o esforço diário na organização e priorização de tarefas a realizar.


Uma pessoa determinada a mudar hábitos leva, pelo menos, seis meses para adquirir um novo comportamento. Pesquisas indicam que um bom percentual dos que tentam mudar acabam voltando à forma anterior de conduta.


Acredito que nada é impossível quando há vontade. Meu desafio vai para aquelas pessoas que, como eu, desejam parar de reagir e passar a agir frente às situações que exigem planejamento pessoal.






CRIANDO NOVOS HÁBITOS 


ETAPA I

A lista abaixo contém 40 atividades que fazem parte da rotina empresarial.
Dentre elas, marque as 15 que tomam mais seu tempo.

01. Atendimento a telefonemas
02. Emissão de telefonemas
03. Atendimento a profissionais de sua empresa
04. Atendimento a clientes externos
05. Redação de correspondências internas
06. Uso do correio interno do computador
07. Emissão da fax ou e-mail
08. Pesquisas na internet
09. Redação de propostas de negócio para clientes externos
10. Elaboração de projetos
11. Despacho de correspondências
12. Planejamento e balanços financeiros
13. Pesquisa de preços de fornecedores
14. Orçamentos para clientes
15. Organização de seu armário
16. Organização de sua mesa de trabalho
17. Organização de seu arquivo
18. Leituras técnicas
19. Leitura de revistas e jornais periódicos
20. Criação de novos produtos
21. Criação de novos instrumentos de controle internos
22. Criação de novos serviços
23. Participação em treinamentos externos
24. Participação em treinamentos internos
25. Participação em palestras
26. Controle diário da agenda (pela manhã)
27. Controle diário da agenda (final da tarde)
28. Visitas a outros setores da empresa
29. Negociação com sindicatos 
30. Negociação com sua equipe de trabalho
31. Parada para o cafezinho
32. Orientação de trabalho a colegas
33. Almoço com clientes
34. Viagens pela empresa
35. Atendimento a jornalistas (mídia em geral)
36. Permanência em fila de Bancos ou caixa eletrônica
37. Consulta de saldo pelo telefone ou computador
38. Permanência em consultórios médicos ou dentários durante o horário comercial
39. Permanência em oficinas mecânicas no horário comercial
40. Reunião de pais e mestres na escola freqüentada por filhos (horário comercial)

ETAPA II

Priorize sua marcação, indicando os números de cada item, de acordo com o tempo destinado a cada atividade.

MAIS TEMPO =

MENOS TEMPO =


ETAPA III 


Analise cada item priorizado, de acordo coma as categorias:

URGENTES = são aquelas atividades/tarefas que devem ser resolvidas logo pela manhã ou no início da tarde, permitindo mais tempo de dedicação às importantes. 

IMPORTANTES = são aquelas ligadas às metas e ao negócio. Estas devem merecer atenção especial, pois delas depende a sobrevivência de sua empresa no mercado. 

Agora, verifique como você se posicionou nas atividades. 

Em quais conjuntos de tarefas você está centrado(a)? 
Nas urgentes ou nas importantes? 

Há uma tendência em nos apegarmos àquilo que mais gostamos de fazer, deixando para depois o que nos desagrada. Se você está incorrendo nesta atitude, ela poderá ser modificada se você começar a usar um instrumento especial: a agenda. 


O hábito de usar controles pessoais (agenda ou outra forma específica) é indispensável. Costumo me referir a ela como “minha vida registrada em papel” (ou eletronicamente conforme a disponibilidade de cada um). 

A manhã é o horário crucial para a organização do dia, onde estabelecemos as prioridades de acordo com urgência e importância. Ao final da tarde é necessário verificar o que foi cumprido e registrar o que ficou para o dia posterior. 


O simples ato de visualizar um trabalho realizado já traz satisfação e estimula a automotivação para a superação de metas pessoais. 

No caso de você perceber que está acumulando muitas atividades, poderá lançar mão de outra estratégia: a delegação. 

COMO DELEGAR? 
O processo de delegação é muito confundido com repasse de responsabilidade para outras pessoas. Na realidade, é necessário estabelecer critérios e observar alguns cuidados ao delegar. 

Princípios básicos servem de elementos norteadores para a delegação: 
1º - Lembre-se: a responsabilidade final pelos resultados é sempre de quem delegou. 
2º - Verifique se a pessoa escolhida sabe fazer o que foi solicitado. Caso contrário, ela deverá ser orientada. 
3º - Profissional motivado apresenta melhores resultados e maior comprometimento. Passe as tarefas em forma de metas-desafio, estimule e qualifique o potencial da pessoa escolhida. Dê as informações necessárias para o bom desempenho.
4º - Coloque-se à disposição para ajudar, se necessário. 
5º - Avalie os resultados e dê feedback. 
6º - Mantenha sua equipe informada sobre o andamento das metas. 

O trabalho em equipe é uma realidade hoje. A maximização do esforço coletivo dependerá da forma como você forma sua imagem junto aos seus colaboradores. 

O grande desafio, o desafio maior que se apresenta a todos nós, profissionais na era da qualidade, diz respeito a mudanças atitudinais. Ninguém questiona a importância do planejamento e organização do trabalho. É necessário, sim: SAIR DO PAPEL E PARTIR PARA A PRÁTICA - AGIR NO LUGAR DE REAGIR.

Por: Maria Rita Gramigna - http://www.portaldomarketing.com.br

quinta-feira, 22 de novembro de 2018

SIMPLES ASSIM... "O OUTRO PAR"




O filme egípcio "O OUTRO PAR", com apenas 2 minutos de duração, ganhou o prêmio de melhor curta no Festival de Cinema. A diretora tem 20 anos de idade. O filme retrata a Lei do retorno. Faça pelo outro o que gostaria que fizesse por você. Mas sem esperar que o outro retribua. Lei do amor.

A INVEJA OFUSCANTE

Você já sentiu inveja? 
Conhece alguém que seja invejoso? 
Por que as pessoas sentem inveja? Como lidar com elas? 
Todas são questões com as quais convivemos, mas que nem sempre refletimos sobre elas como deveríamos.
A palavra inveja vem do latim "invidere" que significa "não ver". Aquele que inveja provavelmente não vê o mundo de oportunidade e de energia que desperdiça ao abandonar a sua vida para viver a dos outros. 
A inveja é conceituada no dicionário como "desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outra pessoa, desejo violento de possuir o bem alheio, cobiçar o que é dos outros".
A inveja é um dos sete pecados capitais na tradição Católica. É considerado pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bênçãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio crescimento espiritual. Muitos sofrem desta “doença” sem se dar conta de que ela poder ser curada com pequenos ajustes de pensamento, decisões e atitudes.
A inveja não tem idade, religião, cor, sexo ou posição social. Há muita gente bem resolvida financeiramente e ocupando posições de destaque socialmente que sofrem desta, que pode ser considerada uma “doença” de difícil cura, a medida que abandona a sua própria fonte de inspiração, vontade de vencer com seus próprios esforços para ficar o tempo todo prestando atenção e vivendo as posses, status, habilidades, possibilidades da vida alheia.

É como a história da cobra que persegue o vagalume. Depois de três dias, e sem forças para fugir, ele virou para a cobra e disse: “posso lhe fazer três perguntas”?
- “Sim, eu vou te devorar de qualquer forma” – respondeu a cobra
- Pertenço a sua cadeia alimentar? Lhe fiz algum mal? – Indagou o vagalume
A cobra respondeu negativamente, então o vagalume finalizou:
- Então por que você quer me comer?
- Porque não suporto ver você brilhar, respondeu a cobra.
A inveja vem de longe. A bíblia trata do assunto em várias passagens. Em Pv 14:30, por exemplo, diz que "a inveja é a podridão de nossos ossos." Salomão está querendo dizer que a pessoa invejosa está doente (física, emocional e espiritualmente). Também, muitas obras de sucesso se basearam no tema, como foi o caso de “Otelo, o Mouro de Veneza”, escrita por William Shakespeare, por volta de 1603.
O invejoso costuma sentir mais prazer com a derrota alheia do que com a sua própria vitória. Ele raramente busca o seu próprio sucesso, mas quando o faz, costuma não contar seus planos a ninguém, pois teme que alguém, semelhante a si, possa agir como ele, jogando carga negativa a fim de impedir o seu triunfo. Neste contexto, a bíblia, em Romano 12:15, evidencia que não devemos contar para todo mundo coisas boas que nos acontecem. 
É preciso ter sabedoria para saber quem dos nossos amigos ou parentes vão realmente se alegrar conosco com uma bênção que recebemos. Nem todos os cristãos são maduros o suficiente para “(...) alegrarem-se com os que se alegram”.
O invejoso é capaz de caluniar, difamar e tudo mais que for possível para impedir o sucesso de alguém que esteja em sua mira. Pior que ele, somente o invejoso pessimista. Esse então é de lascar. Se você conta a ele algo positivo que pretende realizar, ele dirá prontamente: “não vai dar certo” e lutará com todos os seus recursos para impedir o seu sucesso.
Conta a fábula de Esopo, tão bem reproduzida pelo memorável livro “Insight 2”, de Daniel C. Luz, que um avarento e um invejoso fizeram pedidos a Júpiter que resolveu atender, desde que desse ao vizinho de cada um o dobro do solicitado.

O avarento pediu então que Júpiter lhe desse uma sala cheia de ouro e foi prontamente atendido. Naturalmente, ele não ficou lá muito contente ao ver seu vizinho receber duas salas cheias de ouro.
Daí, chegou a vez do invejoso que solicitou a Júpiter que um de seus olhos fossem furados. Ele ficou muito feliz ao ver seu vizinho com os dois olhos furados.
Devemos ter dó do invejoso, pois ele nunca terá vida própria, não poderá desenvolver as suas habilidades e jamais saberá o sabor da vitória.
Copiado: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Aprenda tudo sobre Inovação Disruptiva

Você pode ainda não ter ouvido falar, mas o conceito de inovação disruptiva está mudando, atualmente, a visão de diversos nichos de mercado.
Inovação disruptiva, resumidamente, é aquela que ajuda a substituir o caro ou complicado produto original por algo que seja mais acessível e simples, e que uma nova parcela de clientes passe a ter a inclinação para comprar e utilizar.
Para facilitar o entendimento do tema, no artigo de hoje, vamos explicar mais sobre o assunto, além de ilustrar quais são os caminhos que um empreendedor deve seguir para implementar inovações disruptivas no seu negócio. Confira!

Afinal, o que é inovação disruptiva?

O conceito de inovação disruptiva foi criado pelo professor de Harvard, Clayton Christensen, que escreveu sobre o tema recentemente no artigo What Is Disruptive Innovation?, de 2015.
A teoria explica que uma empresa menor e com menos recursos pode derrubar as já estabelecidas e bem-sucedidas, segmentando parcelas do mercado que foram ignoradas por essas – geralmente porque elas se concentram, sobretudo, em áreas mais rentáveis.
À medida que as organizações maiores se concentram na melhoria de produtos e serviços para seus clientes mais exigentes, a empresa pequena tem seu foco na parcela inferior do mercado ou em um novo nicho que as maiores não tinham percebido.
Este tipo de startup, geralmente, entra no mercado com tecnologias novas ou inovadoras que são usadas para entregar produtos ou serviços mais adequados para os clientes ignorados pelas empresas líderes – e, comumente, a um preço mais baixo.
Em seguida, elas se movem em direção ao topo do mercado entregando o desempenho que os clientes tradicionais das antigas empresas esperam, mantendo as vantagens que levaram ao seu sucesso inicial.
A inovação acontece quando os principais clientes das antigas empresas líderes de mercado começam a consumir os produtos ou serviços da startup em grande volume.
Empresas disruptivas geralmente podem explorar tecnologias para entregar produtos novos ou existentes de maneiras radicalmente diferentes.
A Netflix, por exemplo, se afastou do seu antigo modelo de negócio – de aluguel de DVDs postados pelos correios – para começar com o serviço de streaming sob demanda.

O que um empreendedor deve fazer para implementar inovações disruptivas no seu negócio?

Há alguns caminhos e iniciativas que o empreendedor pode tomar para gerar inovações disruptivas em seu negócio. Confira, a seguir, algumas dicas para isso!

Experimentação

Para começar a implementar inovações disruptivas, o primeiro passo é a experimentação. A maioria das inovações começa como uma experiência em pequena escala, e este processo pode levar tempo.
Voltando ao exemplo da Netflix, quando a empresa foi fundada, em 1997, o seu serviço inicial não era exatamente atraente para a maioria dos clientes da Blockbuster, que alugavam filmes por impulso.
A Netflix tinha uma interface exclusivamente online e uma grande oferta de filmes, mas a entrega por meio do correio americano significava que os títulos levavam vários dias para chegar.
O serviço atraiu apenas alguns grupos de clientes, como os apaixonados por filmes que não se preocupavam com novos lançamentos, e aqueles que gostavam de comprar online.
Em 2011, a Netflix já atingia 20 milhões de assinantes nos Estados Unidos e no Canadá e, no mesmo ano em que chegou a 2,2 bilhões em receita, viu a Blockbuster pedir falência.
Apesar de o conceito de inovação disruptiva parecer cada dia mais forte, isso não significa que colocá-lo em prática seja fácil.
Essa constatação aparece nos resultados do Barômetro da Inovação, estudo realizado pela GE com 2.748 executivos de 23 países – em 13 deles, a pesquisa também ouviu 1.346 formadores de opinião.
Para 90% dos participantes, as empresas mais inovadoras não são aquelas que lançam novos produtos e serviços, mas, sim, as que criam novos mercados.
Entre os executivos, cerca de 80% reconhecem que o modelo das startups vem se firmando como exemplo a seguir daqui pra frente.
Ainda assim, a maioria dos executivos ouvidos opta por abordagens mais seguras quando se trata de promover a inovação em suas companhias.
Para 58%, é mais relevante para a companhia melhorar o desempenho dos modelos de negócio existentes do que investir em novos caminhos, e para 64%, a prioridade é proteger a atividade fim da empresa o máximo possível.
Assim, para implementar a inovação disruptiva, é preciso, também, focar na cultura de sua empresa e preparar seus líderes para trabalhar sob esse novo prisma, fazendo, inicialmente, pequenas experimentações para otimizar processos, custos, produtos, etc.

Testar e medir resultados (MVP)

Apesar de a inovação ser a veia propulsora de toda startup e pequena empresa, apenas uma ideia, muitas vezes, não é o suficiente para fazer um projeto empreendedor dar certo.
Existem vários pontos a se analisar, como o perfil do público, qual é o melhor produto, como será oferecido, o preço ideal, entre outros fatores.
Para responder a questões como estas e evitar a perda de grandes investimentos, é recomendado montar um MVP (Minimum Viable Product, ou, em português, Produto Mínimo Viável), que funciona como um protótipo da ideia final.
Trata-se de um conjunto de testes que tem como objetivo provar as hipóteses base do produto.
Um produto viável mínimo (MVP) possui o conjunto mínimo de recursos para provar a hipótese principal em seu negócio.
Se você está começando com uma ideia e não tem nada construído, seu primeiro objetivo é provar que as pessoas querem o que você está planejando desenvolver.
Um produto mínimo viável seria o que você poderia construir minimamente para provar isso.
Parece óbvio, mas a realidade é que muitos produtos são feitos sem que ninguém se interesse por eles.
Alguns novos empreendedores primeiro têm uma ideia de produto para, depois, verificar se há mercado e potenciais clientes que possam ter interesse nele.
No Vale do Silício, berço de grandes startups, há domínio das chamadas “buscadoras de necessidades”, organizações concentradas em identificar as verdadeiras necessidades emergentes no mercado consumidor para, então, criar uma solução disruptiva para melhor atendê-la.
Lá, também, a prática da prototipagem é amplamente adotada para testar e validar produtos e ideias novas. Esses são alguns dos motivos que fazem com que as startups consigam lançar novos produtos mais rapidamente, não perdendo o timing e a oportunidade de mercado.

Lembre-se: fazer um produto mínimo viável significa pensar sobre todos os elementos que ele poderia ter – cada recurso, cada potencial – e fazer todas as etapas mais essenciais para testar e provar que as pessoas querem essa inovação.

Transformar um produto caro em um produto acessível e viável

Como já abordamos, as inovações disruptivas transformam os complicados e caros em produtos simples, tornando-os mais acessíveis a um conjunto maior de pessoas na sociedade. Pensando nisso, por que não tentar aplicar essa estratégia em sua empresa? Dessa forma, você irá reforçar e atrair um novo grupo de clientes.
Os vôos low cost, por exemplo, foram uma inovação de serviços disruptivos que, inicialmente, atraíram viajantes de lazer cujas alternativas eram pagar pouco ou não voar.
As empresas low cost roubaram rapidamente partes de mercado de operadoras já estabelecidas, ao mesmo tempo em que também trouxeram novos clientes para viagens aéreas.
As inovações disruptivas estão tendo um grande impacto em diversos setores do mercado, como turismo, varejo e comunicações, e, muitas vezes, dão origem a mudanças sociais significativas nesse processo.
Copiado: https://blog.ambracollege.com/

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O Que Faz Um Gestor Público?

Administração Publica é um dos assuntos em alta em nosso país. Tendo em vista toda a agitação do cenário político e o crescimento de atividades envolvendo os setores público e privado, a figura do gestor público está cada vez mais evidente no mercado de trabalho. Apesar de ser uma profissão escassa e que requer mão de obra qualificada, muitas pessoas não conhecem o trabalho e o curso de Gestão Pública. Veja quais são as ocupações, capacidades e descubra, afinal, o que faz um gestor público.

Amplo leque de conhecimentos

Em primeiro lugar, esse profissional precisa estar antenado com as tendências da administração de empresas, economia, contabilidade, interpretação de dados e gestão estratégica. Esta ampla gama de assuntos faz com que o profissional esteja capacitado para exercer diversas funções dentro da esfera pública — e também privada — tais como direção e coordenação de projetos, administração de equipes, consultoria e planejamento.
Conhecer as leis também é imprescindível para trabalhar de acordo com as normas e o código de ética.

Análises e consultorias

O gestor público pode trabalhar junto com as três esferas do poder executivo (Municipal, Estadual e Federal) com a análise e desenvolvimento de projetos e também com a consultoria.
Por possuir domínio sobre as práticas e processos da gestão pública e execução de projetos governamentais, o profissional da área é capaz de auxiliar equipes na construção de novos planos e no momento de tirar esses projetos do papel.

Atuação em ONGs

Apesar de as organizações não governamentais não possuírem relação direta com os governos, elas desenvolvem inúmeros projetos públicos por meio de editais ou de contratações.
O profissional de gestão pública pode atuar junto com essas ONGs no desenvolvimento de projetos e também no relacionamento entre esses representantes do terceiro setor e o governo.

Assessoria

Prefeitos, Governadores, Deputados e Senadores costumam ser acompanhados de uma equipe de assessores, que auxiliam no exercício do mandato, organizando eventos, realizando a comunicação com o público e emitindo informações sobre os projetos e compromissos políticos.
Os formados em gestão pública possuem todas as características essenciais para executarem este tipo de assessoria, inclusive, com o diferencial de conhecimento que eles detêm sobre a máquina pública e seus processos. Um bom assessor político pode fazer toda a diferença na carreira de um governante, sendo seu braço direito em muitas oportunidades.
rea política
Mais do que nunca o Brasil precisa de políticos sérios, comprometidos com a realidade do país e que dominem este universo da administração pública. Um gestor público pode optar por não ser um assessor, mas sim um dos membros do poder executivo.
O curso de Gestão Pública oferece todo o conhecimento necessário para que o aluno se torne um bom político. Quem pretende investir neste ramo deve se preparar e ampliar seus conhecimentos sobre sociologia, história, economia e direito.
A gestão pública tem um campo imenso de atividades e estas são apenas algumas formas de atuação do gestor no mercado de trabalho.
Copiado: http://blog.unipe.br/

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Avaliação de Desempenho Nas Organizações


  • Quais São os Objetivos de Uma Avaliação de Desempenho? 
  • O Que Esperar de um Funcionário? 
  • Quais os Métodos de Uma Boa Avaliação de Desempenho?
Alguns estudiosos em Administração afirmam que avaliação de desempenho é uma técnica que auxilia a empresa obter uma visão muito mais objetiva dos seus funcionários, avaliando seus comportamentos – em um determinado momento – segundo suas tarefas e responsabilidades.


As avaliações de desempenho permitem uma maior aproximação entre as chefias e os funcionários, através da clara definição dos resultados a serem alcançados com o trabalho. Além disso, as avaliações de desempenho identificam os funcionários com potencial para assumirem novos cargos e/ou funções de igual nível – ou mais elevado. As principais finalidades de uma avaliação de desempenho são:


* Identificar as necessidades de treinamento dos funcionários a fim de melhorar seu desempenho qualitativo.

* Identificar as disfunções existentes entre as atividades desempenhadas pelos funcionários e os cargos ocupados por eles.

* Identificar as causas do baixo desempenho e solucioná-las


Objetivos de Uma Avaliação de Desempenho:


* Dar oportunidade para que os funcionários conheçam seus pontos fortes e fracos, procurando corrigir suas deficiências.

* Melhorar as relações humanas no trabalho.

* Incentivar o potencial de cada funcionário.

* Ajudar no diagnóstico das carências técnicas e comportamentais dos funcionários, subsidiando o programa de treinamento.

* Fornecer informações à organização para a readaptação, transferência e até mesmo dispensa de funcionários.

O sucesso de um processo de avaliação em grande parte depende dos avaliadores; ou seja, depende daqueles que estão em relação direta com o avaliado, pois a eles cabe a distribuição de encargos e o monitoramento do trabalho proposto diante dos objetivos da organização e os do próprio funcionário.


Uma avaliação de desempenho se resume na interpretação do comportamento relativo ao trabalho de cada um deveria executar. Ou seja, a avaliação não é um ato momentâneo, mas envolve um processo de observação e acompanhamento da atuação do funcionário e a interpretação de fatos observáveis.


A difícil tarefa de avaliar é agravada pelas interferências subjetivas do próprio avaliador como traços de personalidade, os valores subjetivos, padrões de comportamento, os preconceitos e outras interferências que dificultam – e às vezes deturpam – os fatos percebidos.


É importante lembrar que os indivíduos são diferentes e não é recomendável compará-los, uma vez que a sua produtividade também é diferente. Não é fácil conhecer bem as pessoas e para que uma avaliação seja potencialmente proveitosa, é necessário ser observador, perspicaz, manter registros permanentes sobre o desempenho do avaliado e, sobretudo, ser completamente imparcial.


Sendo assim, antes de realizar uma avaliação de desempenho o avaliador deve informar ao funcionário da necessidade da própria avaliação e os objetivos da sua importância, assegurando-o que as regras constantes no "Manual de Avaliação de Desempenho" serão observadas com todo rigor. Diante disso, o avaliador deve:


* Cientificar o avaliado do que a Gerência pensa dele, concedendo um caráter de aconselhamento a medida que o avaliador traça um programa futuro de atividades que visa suprimir as falhas detectadas.

* Basear-se exclusivamente nos resultados do trabalho do avaliado.

* Considerar apenas os fatos concretos na avaliação e não opiniões próprias (ou de outros).

* Manter ponto de vista justo e imparcial; ou seja, não se deixar levar por fatores externos, lembrando que uma avaliação de desempenho não é um ajuste de contas e, por isso mesmo, evitar simpatias pessoais.

* Assegurar-se de que está em condições de justificar a avaliação efetuada.

Recomendações Importantes Para o Avaliador:


1. A avaliação de desempenho prevê situações reais e concretas, retratando os fatos e os resultados do trabalho e não o que o funcionário seria capaz de realizar.

2. Prenda-se estritamente aos fatores da avaliação, mesmo que não coincidam com seus conceitos pessoais.

3. Seja justo e objetivo, não permitindo que suas simpatias e predileções interfiram nas avaliações.

4. O processo de avaliação não tem outra finalidade se não a de representar com exatidão o desempenho dos funcionários.

5. Você pode não conhecer satisfatoriamente seu subordinado e, por isso mesmo, procure completar seus conhecimentos sobre o avaliado para que a avaliação seja real e expressiva.
6. Não será possível avaliar o desempenho de funcionários sem avaliar também a maneira de atuar dos próprios chefes. Por isso, faça uma análise do seu próprio desempenho antes de avaliar seus subordinados.

Por: Julio Cesar S. Santos - http://www.portaldomarketing.com.br