segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Administradores X Gerentes



Comenta-se, com uma razoável freqüência, que os donos de empresa (ou gerentes) pagam salários muito bons para quem cuida de máquinas, mas não pagam salários condizentes para os administradores.


O mercado tem bastante gente que acha que entende de pessoas e poucas pessoas que entendem e resolvem problemas em máquinas. 

Desta constatação sai, rápido, o seguinte: o que é raro é caro! Logo, pessoas que acham que entendem de pessoas são "baratas", e pessoas que resolvem problemas de máquinas são caras!



Complementando:



a) o dono da empresa, pelo menos uma parte, não entende de computadores, então contrata aquele que melhor se apresenta, e paga por isso;



b) o jeito de administrar a empresa tem a cara do dono. De repente, na visão do dono, chega lá um administrador, que saiu da faculdade agora, querendo mostrar como se faz isso e aquilo.



- "Mudar a minha empresa é o mesmo que falar que eu estou errado!"



Então esta postura facilita a existência de consultores, pessoas que pela sua credibilidade e conhecimento do processo de mudança organizacional e, principalmente, pessoal, propõe melhorias contínuas que conduzem, ao longo de um tempo, a uma mudança maior.



O grande problema existente é que se a pessoa não mudar (o dono ou o gerente), nada muda.



A empresa só muda se o dono mudar! Uma empresa só muda se uma ou mais pessoas na empresa mudarem. Mudança organizacional quer dizer um conjunto de mudanças pessoais.



O trabalho do administrador, neste caso, não é mudar a empresa, é mudar o dono. Devagar, Paulatinamente. E ir implantando as idéias do dono, que passou a enxergar aquilo que você, administrador novo, o conduziu a vislumbrar.



Esse trabalho exige uma maturidade emocional que a maioria dos formandos em administração não possui. Creio que seja uma característica de falta de maturidade emocional bastante comum aos formandos em qualquer especialidade.



Ou seja, temos especialistas em máquinas, mas faltam especialistas na condução de mudanças pessoais, que conduzem e acabam produzindo as mudanças organizacionais necessárias.



A conclusão é que o mercado tem poucas pessoas que entendem de pessoas e de máquinas. Por isso é que elas custam "caro".



O que fazer, então, com o dono da empresa?



Permita-me dar um pulo, sem conexão aparente, para podermos cair novamente no mesmo ponto.



Eu diria que a nossa sociedade costuma separar algo que não pode, nem deve ser separado: emoção e razão.



Antonio Damásio, neurocirurgião português, chefe do departamento de neurocirurgia da Universidade de Yowa, escreveu uma série de 3 livros sobre o assunto.



Em suma, na estrita visão da minha leitura, ele diz o seguinte: a razão, sem a emoção, não serve para nada.



O nome do primeiro livro dele é "O Erro de Descartes", pois a frase correta de Descartes, à luz da ciência, hoje, seria:



EXISTO E SINTO, LOGO PENSO.

  • Por incrível que pareça a emoção é a base da lógica! E sem a emoção a lógica é estéril!
  • Sem emoção não há escolha, não há a vida, tal como a conhecemos e valorizamos.

O que fazer com este dono de empresa, com esse gerente?   
  • Ensiná-lo!

Ensinar é a única resposta possível. Bater de frente com ele, falar que "isto e aquilo" deve ser mudado pode ser o mesmo que dizer que ele está fazendo estas "coisas" erradas. E ninguém gosta de estar errado, não é mesmo?

  • Como ensinar?

ra ensinar é necessário a humildade da compreensão do outro, da percepção do outro. É necessário estabelecer um vínculo, ter empatia.



A postura de servir, a junção da lógica da necessidade empresarial, com a percepção das pessoas envolvidas no processo, facilita e dá o primeiro passo no sentido da mudança pessoal e, depois, organizacional.



Ajudar o gerente a conduzir a empresa, na medida da capacidade dele, na medida da evolução do seu conhecimento (dele), patrocinada por você, recém-formado, é o seu caminho.



Basta ter a humildade, a maturidade de perceber o outro como ele é, e não como a sua necessidade gostaria que ele estivesse para a sua mudança: pronto!



Cabe a você torná-lo pronto, este é o primeiro passo.



Neste processo de ensinar, você notará que vai aprender e muito, pois você se deu a oportunidade!



Isto, em outras palavras, é comprometimento com o gerente e suas capacidades e limitações; enfim, algo que esperamos que os outros tenham conosco, mas nem sempre, neste mundo de soluções rápidas, temos com os outros.



A minha recomendação sempre é: agregue valor ao seu chefe, SEMPRE! Ele define a sua avaliação hoje, e tem possibilidade de definir o seu emprego de amanhã, quando, se for o caso, for consultado como foi o seu desempenho quando trabalhava com ele.



Você não consegue perceber como ele é, e não conseguindo perceber o jeito de ser dele, não consegue transmitir a sua visão para que ele o compreenda:

  • - "Ele está errado!"

Ele nunca está errado!



Ao invés de focar a sua dificuldade de se comunicar com ele, é mais fácil para você julgar o outro. E você, glorioso, sobre o conhecimento adquirido na faculdade, redondamente certo! Aparentemente, somente aparentemente...



E ai nada mais resta do que pedir demissão, porque este pessoal é burro mesmo!



Ou não?



Eu sugiro, que nestes tempos de mudanças, mudanças rápidas, os administradores, todos os administradores, independentemente de sua formação, reflitam e ajam definindo que serviços prestam e a quem? Ou seja, pensem:



- "Quem são os meus clientes! Os meus esforços são dirigidos para o que e para quem?"


Por: Carlos Alberto de Faria - http://www.portaldomarketing.com.br

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Evaristo Costa, Neymar e Escolhas de Carreira — quando Estabilidade não é o Suficiente


Evaristo Costa:
Jornalista brasileiro que, de 2004 a 2017, foi âncora do Jornal Hoje na Rede Globo, canal de televisão mais famoso no Brasil.

Neymar:
Jogador de futebol brasileiro que, de 2013 a 2017, foi titular absoluto do Barcelona, um dos maiores clubes do mundo.

O que eles têm em comum?
Ambos trocaram uma suposta estabilidade pelo risco. E estão sendo criticados por isso na internet.

Estabilidade? Mas, eles não ganharão mais dinheiro?
Sim.
  • Evaristo, que não renovou o seu contrato com a Vênus Platinada, passará um período sabático com a família em Londres. Em sua volta, provavelmente se dedicará ao entretenimento e poderá participar de campanhas publicitárias. Ou seja, será bom financeiramente.
  • Neymar, garoto de 25 anos e de origem pobre, se tornará o jogador de futebol mais caro do planeta e receberá, segundo especulações, cerca de R$ 111 milhões por ano, na cotação atual.

Mas, onde está o risco nisso?

Milton Neves, dinossauro do jornalismo esportivo brasileiro, criticou a decisão de Evaristo. Para ele, "o menino errou". Segundo Milton, "no mato onde nasceu é dito que nunca se apeia de cavalo puro-sangue". O risco está em largar sua posição confortável como âncora de jornal para se aventurar no entretenimento. Por dinheiro, segundo quem o critica.

No caso de Neymar, de acordo com os críticos, "o menino errou" ao trocar o estrelado elenco do Barcelona de Messi e Suaréz, favoritíssimo em qualquer competição que disputa, para fazer parte do Paris Saint-Germain, clube da fraca liga francesa e que nunca venceu uma Champions League. O risco está em não conseguir títulos de expressão com o PSG e, aos poucos, cair no ostracismo. Por dinheiro, segundo quem o critica.

Por que estão sendo criticados?
Somos conservadores. Precisamos de um porto seguro. Nas opiniões que pipocam por aí, nos conselhos aos meninos, fica claro que as críticas são direcionadas ao largar uma oportunidade de ouro para ir em busca de dinheiro — mais dinheiro, visto que, pra gente, eles já tem o suficiente.

Mas vejo uma certa ousadia nessas escolhas.

Tá bom, Matheus, cadê a ousadia em trocar de emprego por mais dinheiro?

Evaristo terá que bancar a decisão atuando numa área que lhe é desconhecida. Se optar pelo entretenimento, terá que entregar audiência. Se optar pela publicidade, seus anúncios terão que dar retorno para as marcas.


Neymar terá que bancar o investimento do PSG dentro de campo. Terá que entregar resultados, como qualquer outro trabalhador em qualquer outra empresa. Tem que ter culhões para ter um alvo de mais de €200 milhões nas costas. O moleque tem ousadia e alegria — ba dum tss!

Tá, mas, de novo, cadê a ousadia?
Evaristo estará sob a pressão dos críticos: assim como aconteceu com a ex-colega de Rede Globo, Fátima Bernardes, terá que se reinventar. Tente fazer isso com milhões assistindo.

Neymar estará sob a pressão dos críticos: assim como aconteceu com o francês Paul Pogba, até então responsável pela transferência mais cara do futebol mundial — e paga com as vendas de camisa de outro jogador, para você que se pergunta como essas transferências movimentam tanto dinheiro —, 

Neymar terá que liderar sua nova equipe. Se for bem sucedido, entrará para os livros de história através do primeiro título da Champions League alcançado pelo PSG. Se fracassar, sua contratação será considerada um mico, assim como está ocorrendo com Pogba...

E o que temos a ver com tudo isso?
Nada.
Encerro o texto por aqui porque tenho que trabalhar.

Copiado: matheusdesouza.com. - https://www.linkedin.com

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Dilemas do Mundo Corporativo


O que leva um Diretor Financeiro, a pedido do seu Presidente, aceitar sentar no seu colo, durante uma reunião de Diretoria?
O que leva um Presidente a questionar a um dos seus executivos, o porquê dele estudar muito / aonde queria chegar com isso? Pasme!!!
O que leva a um Presidente e dono de um empresa (99,9 %) a “roubar” sua própria empresa?
O que leva a um Presidente a não reagir a evidências de fraude e desvios, quando lhe são apresentadas provas reais?
O que leva a uma holding multinacional contratar um executivo com foco em determinado trabalho e, uma vez feito, não tomam nenhuma ação concreta e o mesmo ainda é taxado de falta de temperança?
O que leva a um Presidente de uma empresa a demitir seu executivo financeiro quando o mesmo não mais aceita a assinar documentos da empresa, dos quais o mesmo não tenha pleno conhecimento das operações?
Por que as empresas, muitas delas suportadas pelos seus RH´s, tem desligado profissionais de alto nível técnico e humano, usando o modismo da falta de Inteligência Emocional vs manter outros profissionais dissimulados e mau caráteres? Estes, por um acaso, tem Inteligência Emocional?
Por que muitos Presidentes demoram tanto a desligar gestores comprovadamente nocivos ao ambiente e, quando o fazem, acabam por retornar com os mesmos tempos depois?
Por que muitos empresários contratam consultorias de reorganização e, durante o processo, não aceitam fazer as mudanças necessárias e solicitadas ao início do serviço? Exemplos: preciso acertar minha contabilidade por conta de todas essas mudanças fiscais que vem sendo introduzidas; uma vez organizada, solicita que seja gerado um balanço gerencial/pró-forma, diferentemente do remetido para os órgãos fiscalizadores;
O que acontece em uma empresa aonde um colaborador chega para você durante um evento é diz: “trabalho aqui há dois anos e não sabia que ele era o Presidente da empresa”?
Qual o pensamento de ganho que um Presidente tem em não almoçar no mesmo refeitório junto dos colaboradores?
O que esperar de um gestor que propaga negativamente na empresa que eventos motivacionais podem dar poder aos empregados contra a empresa? O que esperar de uma empresa que aprova tal conduta?
O que vc espera de um CFO que voa sobre uma mesa de reunião na jugular do Controller? Que fala ao telefone aos gritos, aos berros e aos palavrões?
Ao longo dos mais de 20 anos como Executivo, Consultor e Business/Executive Coach, presenciei inúmeras situações comportamentais, em inúmeras empresas, de vários segmentos, nacionalidades e tamanhos, algumas listadas acima, que me fazem perguntar constantemente: como a grande maioria das pessoas podem estar felizes trabalhando em ambientes tão doentios? E realmente não estão. E se listarmos os pontos críticos top 10 podem acreditar que serão praticamente os mesmos.
Tenho presenciado uma curva crescente de transformação do tratamento do recurso humano nas empresas tal qual gado para abate. Ou como chamo: ‘escravinhos modernos’. Como podemos gerar uma sociedade saudável agindo desta forma? Tenho escutado muito no chão de fábrica o seguinte: ‘gostaríamos de sermos ouvidos e respeitados e não sermos tratados como coisas’. Entendo que esta frase diz muita coisa.
Outra coisa que tenho vivenciado nas corporações é a figura do ‘fodão’. O cara é o máximo em tudo o que faz. Não escuta ninguém; fica grande parte do tempo pelos corredores articulando fofocas; geralmente é sempre do contra; fala que faz muito, mas resultado prático é próximo de zero; sempre de nariz empinado; sempre contando causos próprios; exemplo da superficialidade. E ai reside um outro câncer: as pessoas por falta de tempo, por falta de conhecimento, por baixo desenvolvimento da pró-atividade, por falta de interesse….vivem na superficialidade, no enrrolômetro. Dificilmente, atuam na origem dos problemas, buscando soluções efetivas. E com isso, as empresas queimam recursos e energia, na grande maioria do tempo, correndo atrás do rabo, ao invés de buscar oportunidades de inovação, redução de desperdícios, etc, etc, etc.
Mas considerando o parágrafo acima, por que tantos gestores gostam de se cercar de pessoas desqualificadas, quando eles mesmos os são? Por que um Presidente muitas vezes gosta de perpetuar uma estrutura maléfica dessas com a justificativa torpe de contenção de custos? O que ele ganha de fato? Maior nível de submissão? Poder se mostrar que é superior (manda quem pode obedece quem tem juízo)?

Enfim, as pessoas estão carentes de atenção e respeito dentro do mundo corporativo. Por melhor que sejam pagas, melhores sejam os benefícios, o sentimento de objeto e perda da liberdade causa, em maior ou menor escala um sentimento negativo dentro de cada um. E o resultado não tem sido dos melhores: depressão, ansiedade, cânceres, etc, etc, etc
Pergunte-se: por que existe um movimento ainda silencioso intitulado de Sustentabilidade Corporativa, aonde o principal pilar reside em gente, recursos humanos? O mundo corporativo, por incrível que pareça e ainda timidamente reconhecendo, começa a provar do seu próprio veneno, perdendo talentos, com a nova geração mais crítica e partindo para iniciativas empreendedoras…Como será de fato a reação?
Por: Júlio Correia Neto - http://www.rhevistarh.com.br

sexta-feira, 4 de agosto de 2017

25 Presunções Sobre Como Será o Mundo em 2030


Sempre fui um cara louco por inovação, tendências, e ficar discutindo com amigos como será o mundo no futuro é um dos meus passatempos prediletos. Por isso, trouxe esse assunto para discutir com vocês.
Nenhuma das presunções que descrevi ao longo desse texto são frutos da minha imaginação. Elas são, basicamente, tudo que juntei das leituras diárias que faço em blogs de tecnologia, marketing, inclusive, de colegas aqui do Linkedin.

 Por isso, se quiser saber mais sobre alguma delas, basta fazer uma simples pesquisa na web sobre o assunto ;)
É claro que, mesmo assim, não podemos afirmar que isto, ou aquilo, será ou estará realmente presente em nosso futuro, pois isso ninguém sabe. Mas, vale a discussão, não é mesmo? 

Como será o mundo em 2030, você consegue imaginar?
  1. Os veículos, tanto pequenos, quanto de médio e grande porte, provavelmente serão elétricos e totalmente autônomos, reduzindo drasticamente o número de acidentes;
  2. As estradas, possivelmente então, serão preparadas para os veículos elétricos e autônomos, com o recarregamento automático das baterias do veículo enquanto trafega, e tecnologias que auxiliarão no controle do veículo, caso necessário;
  3. Provavelmente, veremos uma presença muito grande de trens de alta velocidade, mas elétricos, pela facilidade de percorrer grandes trajetos em pouco tempo, como já é feito em alguns lugares do mundo hoje;
  4. Alguns serviços presentes no mercado atualmente poderão sofrer mudanças, ou até deixarão de existir. Com a criação dos drones autônomos, controlados por rota, será perfeitamente possível entregar uma pizza, por exemplo, ou qualquer outra mercadoria de pequeno porte;
  5. Aliás, se os veículos forem totalmente autônomos e controlados por rota, qualquer coisa poderá ser entregue em qualquer lugar, até você, já pensou?;
  6. Um robô, possivelmente, fará a triagem de uma pessoa em um hospital, de acordo com um check list realizado e o apoio de um banco de informações do usuário já cadastradas;
  7. Acredito que haverá, também, robôs especializados em exames e cirurgias, totalmente autônomos;
  8. Inclusive, uma pulseira inteligente poderá informar o batimento cardíaco, a pressão, entre outras informações, e indicar o remédio ideal através de um aplicativo, como se fosse uma consulta. Já imaginou?;
  9. As universidades, talvez, não precisarão mais de sede física. O aluno poderá escolher quais matérias deseja cursar, criando seu próprio curso de acordo com a carreira escolhida, e fará as aulas e as avaliações pela internet;
  10. Com a evolução da realidade virtual, será possível "reunir" amigos, colegas de faculdade e de profissão em qualquer lugar, mas sem sair de casa, para uma troca de informações, como um workshop ou treinamento "presencial";
  11. Da mesma forma, creio que será feito com as reuniões empresariais. Muito provavelmente, com o avanço da tecnologia, grande parte das rotinas de trabalho poderão ser realizadas em home office, e as reuniões, do mesmo local;
  12. Este avanço da atividade home office, certamente reduzirá o espaço destas empresas, ou até isentará a necessidade de uma estrutura física, pois muitas delas, são formadas por "pessoas em seus computadores";
  13. A realidade virtual, creio que em muito breve, incentivará ainda a prática do faça você mesmo. Já imaginou, você simular a montagem de móvel ou a manutenção de um equipamento, para somente depois realizá-la na prática?;
  14. Muitos cursos poderão ser realizados, talvez, através de um game de realidade virtual, como por exemplo, um curso de dança;
  15. Os games, inclusive, trarão muito mais realidade e oportunidades de negócio com a realidade virtual. Imagine que, será possível inserir o jogador dentro de uma corrida ou um campo de batalha;
  16. Os smartphones poderão perder seu espaço no mercado. Com o avanço da projeção visual e das telas sensíveis ao toque, uma simples pulseira poderá projetar o que vemos na tela de um celular em nosso braço, e fazer o mesmo;
  17. Essa mesma tecnologia de projeção visual, poderá tirar do mercado também os notebooks. Se hoje nós já temos computadores do tamanho de um pendrive, bastará projetá-lo e um notebook não será mais necessário. Já pensou?;
  18. Um robô será capaz de elaborar, analisar e acompanhar todo um processo judicial, inclusive definir uma sentença!;
  19. Inclusive, nós veremos, muito provavelmente, muitos robôs espalhados pelo mundo. Dentro de casa por exemplo, tarefas como aspirar a casa, cortar a grama ou fazer a segurança do imóvel, poderão ser realizadas por estes equipamentos;
  20. A segurança, inclusive, será uma das áreas com maior avanço, creio eu. Com o apoio dos sistemas de reconhecimento facial, novas tecnologias sensoriais, as câmeras 360º, drones e robôs altamente preparados para identificar e coibir invasores, será praticamente impossível invadir algum local;
  21. Creio que o varejo também será afetado. Com o avanço das impressoras 3D, será possível imprimir a roupa desejada, pouco antes de sair de casa. Já pensou?;
  22. Supermercados, farmácias e lojas de conveniência têm tudo para serem totalmente autônomas, com o avanço da tecnologia de reconhecimento facial;
  23. Outra função que deve deixar de existir até 2030, são os caixas. Em alguns serviços hoje, ela já não existe mais. Com o crescimento dos aplicativos, será possível identificar o estabelecimento que estamos, o que compramos, e o débito - ou crédito - em conta será automático;
  24. Outra mudança que eu acredito, e espero, é o fim do dinheiro em espécie, com o crescimento dos bancos online e suas facilidades;
  25. E para finalizar, um dos avanços que eu, particularmente, mais aguardo acontecer, é o apoio para pessoas com deficiência, motivo, inclusive, da escolha da capa deste post. Creio que em um futuro próximo, muitas deficiências físicas poderão ser corrigidas pela tecnologia.
Por: Guilherme Bogo - https://www.linkedin.com/pulse

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Terceirização: avaliações e considerações para uma decisão inteligente


Há algum tempo, neste mesmo espaço, apresentamos um artigo no qual abordamos o processo da terceirização, porém com um foco mais centrado nos diferentes posicionamentos do judiciário trabalhista. Considerando a importância do tema para as empresas, resolvemos retomar o assunto, porém agora com uma abordagem mais centrada num conjunto de aspectos que julgamos relevantes para serem analisados criteriosamente antes da tomada da decisão de terceirizar ou não as atividades de um setor, de uma área ou de um departamento. 

Apenas para relembrar, no âmbito das organizações, podemos dizer que a terceirização é um processo pelo qual uma empresa contrata outra para desenvolver uma ou mais atividades que, por alguma razão, não lhe interessa executar com seus próprios funcionários. Desse modo, a empresa que terceiriza é a “contratante” e a empresa que executa é a “contratada”.

Todos sabem que, atualmente, são raras as empresas que não utilizam alguma forma de terceirização de atividades, muito embora em nosso país, o tema continue sendo polemizado e controvertido.

Por mais que se busquem outros argumentos, o principal objetivo de um processo de terceirização continua sendo a redução de custos e despesas, muito embora também se sustentem outros objetivos tais como:

·         ganhos de qualidade e produtividade;
·         simplificação e/ou agilização de processo produtivos;
·         foco na especialização e no uso racional do tempo; e
·         maximização dos lucros e dos empregos. 

Particularmente, concordo integralmente com um comentário do Professor José Pastore feito há um bom tempo para “Notícias Trabalhistas – Sindipeças”:

“Por  isso  há  empresas que terceirizam; há as que não terceirizam e há as que “desterceirizam”. Essa decisão é das empresas. Trata-se de uma decisão complexa, que não pode ser administrada por juízes que,   por estarem  longe  do mundo da produção, ora julgam de um  jeito, ora de outro.    O que interessa, não é autorizar esta e  proibir   aquela    atividade,   mas  sim garantir proteções para todos os que  integram a produção”.

Apesar das aparentes vantagens, a terceirização deve ser um processo a ser aplicado com muita cautela. Certamente, muitos leitores deverão lembrar-se de algum caso de terceirização mal sucedida. Toda gestão desse processo deve ser feita com  responsabilidade e competência, a fim de se evitar aborrecimentos diversos, como desconhecimento da mão-de-obra, contratação de pessoas inadequadas, reclamações trabalhistas e perdas financeiras das mais variadas formas.

A terceirização precisa estar em sintonia com os objetivos estratégicos da organização e uma avaliação consistente – não apenas em relação à possível redução de custos – deve ser realizada. Assim sendo, a seguir abordarei alguns aspectos relevantes que devem ser criteriosamente avaliados e considerados: 

1 -Identidade da empresa
Ao decidir implementar a terceirização, é essencial conhecer profundamente o negócio e distinguir suas áreas-chave, a fim de se evitar que determinadas atividades fundamentais para o sucesso do processo possam ser comprometidas e, além disso, contribuir para que a própria organização venha a descaracterizar-se de tal forma que poderia levá-la à perda de sua própria identidade. 

2- Qualidade
È cada vez mais comum ver empresas contratando verdadeiros exércitos de empregados terceirizados trabalhando em setores ligados à inspeção ou outros setores relacionados com a qualidade dos produtos. Sem entrar no mérito dos possíveis questionamentos trabalhistas, parece-me que os gestores que partem para tal decisão não se apercebem dos riscos que estão colocando seus empreendimentos, pois o nível de treinamento e comprometimento dos funcionários envolvidos nessas operações deixa muito a desejar.

3- Clima organizacional
Como é possível manter um clima organizacional equilibrado e consistente, quando uma organização possui áreas importantes de seu negócio sob o comando de empresas terceirizadas, cujas práticas nem sempre se coadunam com aquelas reconhecidas e praticadas pela contratante?

Mesmo com todos os cuidados assumidos pela empresa contratante, é grande o risco de ter funcionários terceirizados desmotivados, os quais acabam contaminando o ambiente interno da empresa e gerando situações desconfortáveis em várias circunstâncias. 

4- Terceirização de setores-chave
É mais comum do que se imagina, a terceirização de áreas ou setores-chave.

Muito embora possam existir argumentos para justificar a prática, muitas vezes não são analisados todos os aspectos. Aqueles que defendem esta prática, afirmam que as vantagens são maiores que as desvantagens e os riscos são devidamente calculados e minorados em função de um gerenciamento eficiente e eficaz.

5- Controle dos serviços terceirizados
Embora concordemos que um gerenciamento eficiente e eficaz seja essencial, só isso não basta. É preciso ter um controle efetivo, que:

·         se inicia na definição e contratação da empresa,

·         no conhecimento de suas experiências em outras organizações,

·         nas práticas e políticas de recursos humanos (principalmente nos critérios utilizados no recrutamento e seleção),

·         no cumprimento pleno de todas as leis trabalhistas,

·         na solidez financeira, e

·         na avaliação de sua missão com organização responsável.

Infelizmente, na maioria das vezes, o principal critério na escolha de uma empresa terceiriza acaba sendo exclusivamente o preço, e, no final, a decepção e o ônus geralmente serão muito maiores.

Grandes organizações, há anos, buscaram na “quarterização” uma forma alternativa de transferir as responsabilidades da terceirização. Não vamos entrar no mérito desse modelo, porém aqui também vemos desvirtuamento de sua concepção, pois observamos empresas terceirizadas contratando mão-de-obra desqualificada de empresas especializadas em terceirização.

6- Reclamações trabalhistas
Talvez este seja o segundo ponto mais freqüente e recorrente nas terceirizações. Mesmo com todos os cuidados tomados, o número de reclamações trabalhistas movidas por empregados de empresas terceirizadas é maior a cada dia e as empresas contratantes vão sendo inseridas nos processos como responsáveis subsidiários ou solidários. As organizações com maior poder financeiro geralmente conseguem pressionar as empresas terceirizadas contratadas e, já na audiência inaugural, ou são retiradas da lide ou acordos são firmados pondo fim nos processos. 

A realidade é que se isso não ocorrer, seus contratos, certamente, terão pouco tempo de duração.
  1. Criação de empregados de “segunda classe”
Finalmente, este é um ponto que merece uma atenção especial, pois deve ser de grande significado para as organizações socialmente responsáveis, senão vejamos:

a)      Geralmente a empresa contratante busca a terceirização como forma de redução de custos.

b)      As empresas especializadas em processos de terceirização, para se tornarem viáveis, oferecem salários muito baixos e benefícios básicos e de custo reduzido.

c)      Os critérios de recrutamento e seleção são ineficientes, pois não há a preocupação genuína em escolher os melhores.

d)     Com poucas exceções, a rotatividade é alta e as empresas especializadas nesse segmento já consideram esse componente em sua estratégia.

Em síntese, a diferença salarial e de benefícios tão significativa e a seletividade tão pouco exigente fazem com que os empregados dessas empresas tenham um sentimento de inferioridade em relação aos seus colegas com empregos em companhias de outros segmentos.

De outro lado, desenvolvendo, muitas vezes, serviços com a mesma ou maior eficiência que empregados de outras atividades, parece restar à eles, a esperança de um dia poderem ser observados e convidados para trabalhar como efetivos da própria organização que contratou a empresa terceirizada. Até lá, infelizmente, continuarão levando consigo a sensação de que são trabalhadores de “segunda classe”!

Copiado: Carlos A. Zaffani - http://gestordeempresa.blogspot.com.br/

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

O Mito do Empreendedor Herói e o Fluxo de Caixa


O Mito do Empreendedor de Michael E. Gerber é um livro muito interessante porque o autor já inicia explicando nos primeiros capítulos a diferença entre empreendedor, administrador e técnico e como equilibrar os três lados

Achei interessante comentar o lado do empreendedor administrador, até porque sou administrador de empresas com um certo sucesso , um péssimo técnico e um empreendedor duvidoso .Preferi então ser prestador de serviços nas áreas de finanças e administração e negócios. E neste contexto da administração, o fluxo de caixa desempenha um papel de destaque.

Você se vê como um empreendedor completo?
Eu percebo que a grande maioria defende a ideologia da criação e da inovação , na ilusão de que o empreendedor deve ser um artista, desligado das regras e convenções padronizadas
Porém, seus instintos e habilidades pessoais não são suficientes para levar um empreendimento ao sucesso.

O empreendedor tem que obrigatoriamente saber usar as técnicas de administração e finanças.

Fernando Trias de Bés , docente da ESADE Business School, conferencista e escritor, formado em ciências empresariais, escreveu “ O livro negro do Empreendedor- E depois diga que não foi avisado”

Parodiando uma luta de boxe onde é necessário atacar, defender-se e levantar após inúmeros golpes, o autor organizou pesquisa e análise a respeito do fracasso. Diz ele“Talvez cada pessoa fracasse por um motivo diferente e não exista uma lista universal de fatores de fracasso. Não acredito. Porque, se honrarmos a condição humana, acabaremos concordando que o ser humano sempre tropeça nas mesmas pedras. Portanto, saber que pedras são estas pode ajudar muita gente.

Neste contexto o livro se completa com os ensinamentos de Michael E. Gerber   

O empreendedorismo só da certo de forma integrada com o domínio das finanças, administração e técnica

Empreendedor não tem contra-cheque e não pode sair comprando tudo por aí para pagar no cartão de crédito da empresa.
Quando se trabalha em empresas, uma das grandes vantagens é ter uma previsibilidade de capital, de grana para gastar. Todo mês, trabalhando bem ou mal, o contra-cheque bate na conta bancária. Já com o empreendedor, se ele não não trabalhar bem e não tirar a bunda da cadeira para buscar o dinheiro, irá se dar mal.

Quando resolvi empreender meu mindset ainda era de empregado. No inicio tudo bombou , a grana começou entrar na conta e eu me deslumbrei. Até comprei carro novo. Me tornei poderoso. O perigo é que com grandes poderes vem grandes responsabilidades- como diz Èrico Rocha .

Na minha primeira experiência o tempo foi passando, até que as vendas começaram despencar .
Foi uma a combinação da minha incapacidade de gerar receitas no mercado pela falta de técnica associada a chegada de um forte concorrente com grande aporte de capital.

Quando não puder vencer o inimigo , junte-se a ele. Fui procura-lo para uma parceria. Ele se interessou, desde que a última palavra fosse a dele. Puxa, eu estaria entregando minha empresa ( e meu suado dinheirinho)  Aí tomei uma decisão - embora triste e dolorosa .Como os pilotos de F1 tem que saber frear antes da curva, eu tomei a decisão de rever tudo antes de bater. Acabei fechando a empresa  antes de quebrar. Foi desolador mas foi sábio e sai com 90% do capital investido.

Para cair fora antes que o barco afunde , o empreendedor deve saber fazer o planejamento de caixa.

Como assim Lopes? Sim, antes de quebrar eu tinha noção exata da gestão do caixa e das finanças e percebi então em uma simples projeção que eu iria falir se continuasse. Afinal nestes anos todos, a experiência de administrador falou mais alto.

A dica importante que levei em consideração para a tomada de decisão foi o “alcance do caixa” ou caixa projetado.
Você tem que saber provisionar e planejar o caixa de curto, médio e se puder a longo prazo.No meu caso, eu tinha somente três meses para continuar com a cabeça fora d` água. Naquela altura do campeonato se continuasse , era simplesmente arrumar as mesas e cadeiras no convés do Titanic.


Mesmo que tudo esteja indo bem, o empreendedor deve fazer uma provisão, ou mais simplesmente,  uma reserva de caixa para operar mesmo que não faça uma venda sequer para pelo menos os próximos meses. 

Aí o período irá depender de seu negócio Você determina o que é uma margem segura para sua atividade. Como empreendedor, vale tanto para criação de softwares altamente tecnológicos ou brigadeiros na cozinha de sua casa para vender no dia seguinte.

Trocando em miúdos. Agindo assim, você terá capital para continuar pagando suas despesas fixas e se mantendo pessoalmente, enquanto continua prospectando negócios ou procurando outra solução. Ou então fechar e partir para outra.

Posso estar caindo na mesmice mas planejamento a curto, médio e longo prazo são fundamentais

Para as micro e pequenas empresas, geralmente o que acontece é que os empresários acabam não se programando para o próximo período, então ao ver o caixa com dinheiro, não se atentam para as duplicatas que vencerão nos próximos meses e acabam por embolsar e gastar o dinheiro.

Outro erro muito comum é misturar o CNPJ com CPF. Jamais tire dinheiro da empresa para uso próprio. Estabeleça uma retirada mensal e mantenha-se com ela como se fosse aquele salário da empresa que você trabalhou (ou o que der para sua subsistência minima)

Conclusão
Difícil fazer a gestão de caixa? Eu digo não pela minha experiência. Afinal esta é minha função: sou financeiro. Então, se você delegar esta função a quem entende e seja confiável você vai ficar tranquilo para cuidar de seu negócio. Mas você precisa entender também.

Comece com uma intenção- disse o inoxidável Èrico. Tudo na vida começa com uma intenção, você controla suas intenções. Provavelmente não é um objetivo que você vai atingir agora ou na próxima semana, mas é um objetivo que você deve ter a intenção de atingir daqui pra frente.

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terça-feira, 1 de agosto de 2017

Administração e Gestão são a mesma coisa?

Os termos “Administração” e “Gestão” são, frequentemente, utilizados como sinônimos para justificar e avalizar o funcionamento da empresa de negócios e das demais Organizações empresariais na atualidade. Eles são tratados com isonomia, embora pareçam haver fortes distinções que se revelam quando avançamos para o campo das competências e das habilidades necessárias para o cumprimento de cada um desses termos. 
Para diversos autores, a definição de Administração e gestão é a mesma e seu conteúdo essencial é muito similar, ainda que cada autor utilize uma definição própria.
Já publiquei diversos artigos em que referenciei a Administração como “Ciência da Gestão“. Desse modo, naturalmente, entendo que Administração e gestão sejam termos comuns. Por outro lado, tenho a consciência e a devida preocupação sobre as distorções que acercam a congruência da definição dos dois termos. 
Essa inquietação se manifesta quando percebo que diversos profissionais de outras Classes se apropriam do termo e se autodenominam “gestores”. São “gestores” de alguma coisa: advogados, psicólogos, engenheiros, professores, contadores, médicos, publicitários, etc.
De acordo com minha linha de entendimento, parecem haver algumas inconsistências na apropriação indevida dos termos. Há muito tempo que venho escrevendo sobre o assunto (Administração), mas há alguns dias percebi a necessidade de refletir mais profundamente sobre isso. 
Isso me ocorreu quando li um artigo que tratava sobre o tema da “gestão”. Esse texto falava sobre o gerenciamento escolar realizado por diretores nas diversas instituições de ensino do país. Retratava os atributos necessários para exercer tal função, além de “legitimar” seu exercício profissional.
Tanto neste texto, quanto em outros tantos, percebi que há uma confusão comum a qual relaciono como paradigma social: em nenhum momento há a devida referência da essencialidade e da legitimidade de um Administrador para exercer tal função. 
Assim, parece que Administração e gestão são termos comuns fixados por um paradigma social que associa o exercício dessa atividade à uma “arte liberal” que se baseia exclusivamente em práticas empíricas isentas de desempenho. Em outras palavras, qualquer tipo de profissional pode ser considerado um gestor ou um Administrador.
Aqui reside o perigo em colocarmos no mesmo “saco” a definição congruente dos dois termos: Administração e gestão, embora eu reafirme se tratar de coisas idênticas. A “Administração” é uma Ciência legitimada enquanto a “gestão” pode ou não ser usada no lugar do primeiro termo. 
Como já explanei: a Administração “exige competências e habilidades muito mais complexas, com alto nível de profundidade, dinamismo e visão abrangente ao lidar com diversos modelos e técnicas que envolvem a Ciência Administrativa”. 
Já a gestão, de modo pontual como é vista pelo senso comum, parece lidar com os níveis especializados de gerenciamento, ou seja, especialistas em determinadas áreas – gestão de custos, gestão de riscos, gestão tributária, gestão da qualidade, gestão de pessoas, etc.

E ainda que se percebam todas as ineficiências e isenções de desempenho que se originam de “gestões amadoras”, ou seja, na falta de uma Administração profissional, ainda muito pouco se faz como “sociedade organizada e consciente” que somos para discernirmos e exigirmos responsabilidade e responsabilização por desempenho. 
São muitos os escândalos, as negligências, as ilicitudes, as imperícias e as irresponsabilidades presentes nas mais diversas gestões “amadoras” organizacionais. Portanto, é preciso muito cuidado quando falamos sobre o que é Administração e o que é gestão. Em muitos casos, podem ser coisas idênticas; mas em outros tantos também podem ser coisas diferentes. E é isso que devemos relativizar sempre quando falamos que naquela empresa há ou não Administração profissional.
Por: Diego Felipe Borges de Amorim - http://negociosecarreiras.com.br