segunda-feira, 16 de maio de 2016

Seis Erros que o Empreendedor Deve Evitar ao Cuidar das Finanças

Consultores relacionam os principais equívocos que prejudicam as finanças das pequenas empresas
Empreender é uma atividade tão vasta que não basta só entender bem o ramo do negócio. Quando se fala no financeiro é preciso ir além da anotação das entradas e saídas de recursos.
 É preciso encontrar tempo para controlar, planejar e analisar. Afinal, erros nessa área não passarão despercebidos numa época em que os custos já subiram e as vendas caíram.
O ideal é que o próprio empreendedor busque qualificação para controlar melhor a saúde financeira da empresa. Há cursos gratuitos no Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), modelados para ajudar os empreendedores em diferentes questões.
Veja que atitudes evitar ao fazer a gestão financeira da empresa:
  • Não ter controles rígidos
 O principal vilão das finanças da empresa é a falta de controles rígidos, que não se limitam apenas ao de entradas e saídas que muitos empreendedores adotam.
 É necessário fugir do ato de apenas olhar o saldo da conta bancária da empresa e, se estiver no azul, deixar por isso mesmo.
“Isso significa ter um fluxo de caixa do mês e dos períodos seguintes, um controle de contas a pagar e outro de contas a receber”, diz Mauricio Mezalira, consultor de finanças do Sebrae-SP.
Segundo ele, a anotação simplificada de entradas e saídas falha porque o empreendedor não consegue controlar se recebeu as vendas de fato, se tem cobranças em aberto e quais são os compromissos futuros.
O controle é o primeiro passo para ter uma gestão financeira eficiente. Além disso, é preciso criar uma rotina de registro de novas informações e de planejamento financeiro.
Para a pequena empresa, o uso de planilhas financeiras ou mesmo softwares de gestão é uma regra neste ano.
O controle leva ao planejamento financeiro, que é olhar para os anos seguintes.
 Segundo Dariane, do Proced-FIA, esse planejamento deve ser feito mesmo antes de abrir uma empresa.
  • Misturar o bolso com o caixa da empresa
 Ao não separar as contas da empresa e da família, o empreendedor não consegue ter uma visão clara da situação financeira da empresa.
Para sair dessa, precisa determinar um pró-labore mensal e ter disciplina. Isso vai ajudar a controlar o próprio orçamento pessoal, inclusive.
“Ao misturar as contas, acaba desfalcando o capital de giro com despesas pessoais, como com a mensalidade escolar dos filhos”, diz.
O consultor financeiro André Massaro diz que, no fundo, as medidas que devem ser adotadas no controle das finanças pessoais e da empresa são bem parecidas.
 Na teoria é bem simples: gastar menos do que se recebe, estabelecer um orçamento e controlar os custos.
Para que dê certo, é preciso conhecer a situação financeira pessoal real, colocando tudo no papel, sem deixar tudo na cabeça. Só assim é possível descobrir se os gastos equivalem aos ganhos e se há descontrole.
  • Nunca ter tempo para cuidar do dinheiro
 Uma alegação comum do empreendedor que não controla as finanças pessoais e da empresa é a falta de tempo, o que por si só revela um problema de gestão.
“É um sinal de que as coisas estão erradas na empresa. Quero dizer que quando o empreendedor busca eficiência do jeito errado, nada acontece como ele planejou.
 Exemplo é quando agenda reuniões em diferentes locais da cidade, com intervalo de uma hora. Se uma atrasa, todo o resto atrasa”, diz Massaro.
O consultor diz que o empresário sem tempo, que nunca consegue parar, na verdade tem problemas. “Ele associa estar ocupado com status e esta é uma visão bem distorcida”, diz.
Ele recomenda que o empreendedor reserve uma hora por dia para pensar estrategicamente e no longo prazo – da empresa, da vida familiar e da saúde – em vez de agir apenas quando precisa “apagar incêndios”.
Quem se preocupa com o curto prazo e não tem nenhum tipo de planejamento tem grande chance de não ter sucesso no futuro.

  • Não saber fixar corretamente os preços
 Mezalira, do Sebrae-SP, diz que o empreendedor tem enorme dificuldade em apurar custos e formar preços. Ele afirma que esse é um dos assuntos mais requeridos no Sebrae-SP.
“Geralmente o empreendedor olha para a concorrência e define o preço sem saber qual é a margem de lucro que terá e nem o impacto das despesas e impostos. Não sabe quanto de fato ganhou em cada produto vendido”, diz o consultor.
Nessa época de recessão, saber formular o preço é uma condicionante, já que a tendência é o consumidor pedir mais descontos.
 O empreendedor que não sabe fazer isso pode tomar uma decisão equivocada e dar desconto sem saber se isso é um bom negócio. “O impacto pode ser desastroso”, afirma.
 A questão é que não se pode cobrar menos do que o necessário para o bem do caixa da empresa – e nem supervalorizar o produto, sob o risco de perder clientes para a concorrência.
“O problema de subir demais o preço em época de recessão é que o consumidor pode não absorver essa alta. Mas isso depende de cada setor, já que as pessoas não deixam de comprar determinados produtos, como remédios. Aumentos exigem estudo, teste e pesquisa”, diz Massaro.
  • Não saber interpretar e acompanhar os números
 Quem já conseguiu fazer controles, estabelecer corretamente os preços, separar o bolso do caixa e determinar um tempo para cuidar das finanças da empresa precisará saber interpretar os números e indicadores financeiros. E, principalmente, acompanhá-los.
“Quem já passou por todas as etapas precisará observar os números e interpretar, ou seja, ver quanto a empresa gerou de lucro e se ela pode se comprometer com dívidas.
 Para isso, é preciso olhar para indicadores financeiros, como os custos e as despesas variáveis”, diz Mezalira, do Sebrae-SP.
Estabelecer indicadores, explica, é importante para monitorar o andamento da empresa. Um exemplo disso é determinar um percentual de lucro mensal e acompanhar se ele se realmente vai se concretizar.
 “Se não ocorrer em três meses seguidos, algo está errado no planejamento ou na situação do mercado.
 O importante é saber diagnosticar o problema”, diz o consultor. O acompanhamento permite correções de rota e a planejar a tomada de crédito, bem como negociar com os bancos.
“Sem isso, o empreendedor pega empréstimo sem saber se terá recursos para quitar. Com a queda na receita, usará todo o lucro da empresa para pagar as prestações no banco”, diz Mezalira.
Quem faz uma boa gestão pode perceber isso bem antes e procurar o banco com antecedência para alongar o prazo de pagamento da dívida.
  • Pensar que só entender de finanças basta
 Seguir todos os passos para cuidar das finanças ajuda a saber se a empresa está de fato enfrentando um problema de gestão ou de mercado.
 “A empresa pode ficar eficiente e tem boa gestão financeira, mas se se as pessoas não compram o produto ou serviço, é preciso observar outras áreas”, diz Massaro.
Afinal, o empreendedor pode entender bastante sobre finanças, mas ainda assim ter outros gargalos como a alta rotatividade de funcionários, um mix de produtos mal escolhido, uma propaganda malfeita e atendimento ruim.
“Isso mostra que tudo está interligado e não basta só ficar de olho na planilha ou saber muito sobre matemática financeira. É preciso ter capacidade de gerir e procurar saber mais sobre recursos humanos, negociação com fornecedores, contabilidade e direito”, diz Dariane, do Proced-FIA.
Copiado:http://cdlsetelagoas.com.br/ 
Fonte: Diário do Comércio

sexta-feira, 13 de maio de 2016

PLANO DE TRABALHO PARA A VIDA TODA:


Quer ser um pouquinho mais feliz, não é?
Então…


Por: Eduardo Zugaib - http://www.contioutra.com/


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Como Aplicar 4 Conceitos de Administração à Rotina na Indústria

É verdade que, para abrir uma empresa, não é necessário possuir diploma em administração. No entanto, isso não quer dizer que o empreendedor deva ignorar os fundamentos e os conceitos da disciplina. 
Poucos são os gestores que realmente se preocupam em aprimorar suas habilidades e conhecimentos por meio da teoria, o que acaba por limitar o escopo do planejamento, do controle, da departamentalização e da direção de toda a organização. O resultado, muitas vezes, é a perda do potencial do negócio.
Todos os conceitos de administração possibilitam uma análise sistemática da empresa. Em uma indústria, esses conceitos são ainda mais importantes, pois estamos falando de uma organização extremamente complexa e departamentalizada, que pauta sua gestão quase que exclusivamente na eficiência da aplicação de recursos. 
Nesse post, pretendemos abordar alguns dos mais importantes conceitos de administração relacionados à indústria para que você aprimore ainda mais a gestão do seu negócio. Confira a seguir!

1 - Lean Production – O segredo da eficiência nipônica

Nos anos 70, as fabricantes japonesas Toyota e Matsushita desenvolveram uma nova forma de administrar suas indústrias, garantindo, dessa forma, a redução de custos de produção e aumento de produtividade. Esse modelo de administração foi nomeado de Lean Production, após um estudo desenvolvido pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology) sobre a indústria de automóveis.
Lean Production, ou “produção enxuta” em português, é quase como uma filosofia industrial, que conta também com algumas técnicas importantes. É um sistema de manufatura que tem como principal meta a otimização de processos e procedimentos por meio da redução de desperdícios (como excessos de inventário entre as estações de trabalho, por exemplo), da aplicação eficiente de recursos, da redução do tempo de espera e da melhoria contínua (chamada de kaisen, pelos japoneses).

2 - Benchmarking – Aprendizado pela observação

O conceito de Benchmarking é extremamente simples, mas isso não quer dizer que não seja importante. Basicamente, é um processo de melhoria contínua que tem como fundamento a observação e a comparação entre a situação atual da empresa — análise dos seus processos internos, produtos e serviços — e as melhores práticas do mercado (principalmente dos processos, produtos e serviços explorados pelos grandes players). Seu objetivo é a melhoria do desempenho da organização mediante a adaptação desses modelos.

3 - Análise estrutural das indústrias – As 5 forças de Porter

Michael Porter, importante teórico dos estudos da administração, identificou durante seus estudos e pesquisas que toda indústria enfrenta não só desafios internos, como também percebe ameaças e oportunidades externas. Somando esses dois ambientes (interno e externo), Porter indicou que existem 5 forças que podem influenciar o rumo e o planejamento estratégico de uma indústria. São elas:

  • Ameaça de novas entradas - O desenvolvimento do planejamento da empresa deve levar em conta se existe a possibilidade de entrada de novos players no mercado.
  • Rivalidade entre os concorrentes - Quanto maior for a concorrência, maiores serão os conflitos de cunho externo, como a guerra de preços, a publicidade etc. Essa variável também deve ser observada durante o planejamento.
  • Produtos substitutos - Basicamente, essa é uma ameaça de obsolescência. Um produto ou serviço ofertado pela empresa pode facilmente ficar obsoleto nos próximos anos. Quanto antes o problema for identificado, mais rápido será desenvolvido o curso de ação a ser tomado. 
  • Poder de negociação de clientes - É o poder que os clientes têm de afetar a precificação dos produtos da empresa. O poder de negociação pode variar de acordo com a quantidade de concorrentes no mercado, o índice de insatisfação, dentre outros.
  • Poder de negociação de fornecedores - Além dos clientes, os fornecedores também têm o poder de influenciar na precificação de produtos da empresa. Quanto mais exclusivo for um fornecedor, maiores serão os preços, por exemplo.

4 - Just-in-time – Gestão eficiente de estoques

Também introduzido pelos japoneses, o Just-in-time é o conceito que garantiu à Toyota a implementação da Lean Production. Basicamente, essa é uma técnica de gestão e controle de mercadorias e matérias-primas que procura minimizar o nível de estoques nos armazéns da indústria.
A ideia é que os estoques devem ser comprados sob medida, evitando perdas por depreciação, danificação ou, ainda, que não consigam atender as demandas dos clientes. Cada etapa do ciclo de produção só deve solicitar novas encomendas quando realmente precisar delas, por exemplo. Para isso, os japoneses criaram sistemas de controle de inventário, reduziram o número de fornecedores e trabalharam com projeções baseadas nas experiências anteriores da empresa, bem como nas perspectivas de mercado para os próximos anos.
  • Você já conhecia esses conceitos de administração? 
  • Já utiliza algum deles em sua empresa? 
Copiado: http://www.sankhya.com.br/

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Saia da Zona de Conforto e Passe Para Zona Mágica.












      Em épocas de instabilidades embora tire o sono de muita gente é o momento onde freia as pessoas, faz com que elas desistam dos seus sonhos, pois sempre ficam esperando o momento certo para as mudanças de atitude, mas para quem já é empreendedor sabe que o friozinho na barriga sempre vai existir, essa é uma das características de empreender, quer seja no trabalho ou em seu negócio próprio. E você está esperando o que para romper sua zona de conforto?



Sair da zona de conforto significa, mudanças de comportamento, ter novas atitudes para fazer coisas diferentes, logo terá resultados diferentes. A barreira entre a zona de conforto, expansão e mágica são barreiras mentais psicológicas que cada um impõe a si mesmo. Esses comportamentos impedem as pessoas a encarar novos desafios. Mas para isso é importante diferenciar zona de conforto, zona de expansão e zona mágica.
  • Zona de Conforto – Tudo o que te provoca medo, insegurança, dor, sofrimento ou mal-estar dispara no organismo uma defesa que provoca a ficar imóvel, faz com que as pessoas se agarrem a sua zona de conforto, impedindo que você faça coisas diferentes de sua rotina. Zona de conforto é desperdício de talento, impacto negativo na imagem, imaturidade, insegurança, dói ouvir isso, mas é a pura verdade. 
  • Zona de Expansão – A zona de expansão é a zona de aprendizado, toda vez que você aprende uma coisa nova, faz algo diferente de sua rotina, está expandindo seus conhecimentos e isso é a zona de expansão, que te tira da zona de conforto para outro nível de conhecimento. Aproveite sempre os treinamentos que fizer, leia muito, plante sementes novas em lugares diferentes da sua rotina. 
  • Zona Mágica – A zona mágica é quando você sai da zona de conforto, passa pela zona de expansão e rompe as suas barreiras mentais atingindo níveis nunca alcançados, estoura todas as bolhas que te impedem de fazer a diferença em seu trabalho ou na sua vida pessoal, quando chega nesse nível, passará a colher frutos futuros dessa nova fase em que você estará, e não terá vontade de voltar a zona de conforto. 
Qual preço a pagar em ficar na zona de conforto? O que te desafia a sair dela? Quais os resultados que podemos ter quando se alcança a zona mágica? O que você vai fazer para sair da zona de conforto a partir de ler esse texto? 
Fica o desafio para você ir em busca de sua felicidade, ache o seu talento, faça alguma coisa que nunca fez antes, tenha a iniciativa para propor novas ideias, conheça novos lugares, ponha uma meta para alcançar até o final desse ano e corra atrás dela.
Artigo de:Leonardo Siqueira - http://administracaoartigos.blogspot.com.br/

terça-feira, 10 de maio de 2016

Engenheiros na Administração: vamos discutir o assunto sem treta?

O exercício de cargos de gestão por engenheiros é sempre motivo de debates acalorados e alvo de muitas críticas por parte de administradores. Mas pesquisas recentes mostram que aproximadamente 60% dos engenheiros graduados há mais de cinco anos passam a ocupar posições de gestão em empresas. 
Dessa forma, precisam entender o funcionamento do sistema dinâmico e complexo de uma empresa, lidando com trabalhos que envolvem questões legais, financeiras, econômicas e de gerenciamento das pessoas. Foi pensando nisso que os professores do Departamento de Engenharia de Produção da EESC-USP Fábio Müller Guerrini e Edmundo Escrivão Filho, e a doutoranda Daniela Rosim lançaram o livro "Administração para Engenheiros".
"Os cursos de Engenharia possuem uma disciplina relacionada a Administração Geral. Entretanto, os livros disponíveis possuem um direcionamento para a lógica do administrador de empresas, que baseia-se em uma perspectiva conceitual ampla", afirma Fábio Guerrini, um dos autores do livro. De acordo com o professor, a lógica de raciocínio dos engenheiros pede a compreensão não só do pensamento administrativo, mas também dos mecanismos que permitem a visualização da aplicação de tais princípios.
Entre os temas abordados no livro estão o layout de fábricas, a diversidade de configurações das instituições, as especificidades da pequena empresa, além dos contextos culturais nos quais as teorias surgiram.
  • Administradores x Engenheiros  

Para o professor Guerrini, o exercício de atividades administrativas por parte de engenheiros não pretende substituir um profissional em detrimento de outro. "Cada área possui suas competências, habilidades e regulamentações profissionais. As empresas reconhecem que uma gestão bem sucedida, direcionada para a inovação de processos, produtos e soluções organizacionais, depende da articulação de profissionais com diferentes formações", explica. Ele defende que o problema de natureza administrativa "precisa ser inserido em um contexto mais amplo" e que a interação da competências complementares de administradores, engenheiros e demais profissionais é "fundamental para que isso ocorra".

  • Administração está em tudo

Guerrini acredita que os cursos superiores têm reconhecido que as habilidades gerenciais precisam ser desenvolvidas em todos os profissionais. Mas destaca que as graduações que formam profissionais com um perfil mais empreendedor precisam observar quatro questões que os diferentes contextos da Administração devem responder: o que deve ser feito, o que pode ser feito, o que deseja ser feito, e o que será feito.
A primeira questão é dirigida a uma oportunidade de negócio ou à competição. Ao buscar a reposta a essa questão encontra-se o conceito de negócio, que é um conceito econômico em sua essência. Um negócio está associado a uma ideia ou oportunidade que o empresário percebeu e a partir disso, buscará os meios para viabilizá-la.
Já a segunda questão trata de funções empresariais. É nela que entra o conceito de empresa, que é um conceito administrativo. A empresa representa os meios para viabilizar negócio, por parte do empresário.
Na terceira questão encontra-se o conceito jurídico de empresário, que é detentor dos recursos financeiros para viabilizar a empresa enquanto uma entidade jurídica, como meio de realizar o negócio. Para Guerrini, é importante, neste caso, não confundir empresário com a figura do empreendedor. "Um empreendedor pode ter a ideia do negócio, mas nem sempre possui os recursos financeiros para viabilizá-lo. Neste caso, ela procura um sócio, detentor do capital, para viabilizar a empresa. Um empreendedor pode ser o empresário também na medida em que ele for também o detentor dos recursos para viabilizar o empreendimento", explica o professor.
Por fim, a quarta questão relativa ao que “vamos fazer” é dirigida por integração e unidade, no sentido de coordenar esforços de várias pessoas para atingir um objetivo comum. Ao buscar a reposta a essa questão encontra-se o conceito de Administração que faz a Organização funcionar com vistas ao empresário, empresa e negócio. 

  • O livro

O livro "Administração para Engenheiros" aborda a formação e o desenvolvimento das modernas teorias administrativas e está organizado em conhecimento (texto teórico), compreensão (questões dissertativas), aplicação (exercícios), reflexão e síntese (estudos de caso). Segundo o autor, a estrutura de cada capítulo se baseia na apresentação dos princípios do pensamento administrativo, porém com seções específicas que discutem a sua aplicação na realidade das pequenas e médias empresas.
A obra se distingue de um livro texto de caráter geral pois se baseia na aprendizagem ativa. "O objetivo é que o leitor seja estimulado a pensar por conta própria, a integrar informações e conceitos de diferentes áreas do conhecimento. Os benefícios deste livro para o futuro engenheiro dizem respeito ao conhecimento teórico, compreensão das relações entre as teorias, aplicação em situações cotidianas, reflexão teórica a partir de problemas de natureza administrativa e a síntese para o diagnóstico da situação", afirma Fábio Guerrini.
Copiado: http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Dicas de Apps e Ferramentas para Empreendedores

Eficiência é o ponto crucial por trás da produtividade de cada empreendedor. Numa era em que as pessoas dizem não ter tempo para nada, fazer a gestão das suas 24 horas diárias é algo cada vez mais difícil. Felizmente, a tecnologia — para não ser injusto, as pessoas por trás dela — está nos ajudando com alguns life hacks. 
São apps e ferramentas que ajudam na sua produtividade e na comunicação com sua equipe.
Essa pequena lista não só deve maximizar sua produtividade como melhorar seus resultados.
  • Produtividade

Evernote: Aplicativo multi-plataforma projetado para a tomada de notas, organização e arquivamento. Permite ao usuário capturar, organizar e encontrar informações de forma contínua.
Dropbox: Engloba ferramentas de armazenamento e sincronização de arquivos baseados em nuvem, dando-lhe acesso aos seus arquivos tanto no computador como em seu smartphone.
Google Docs & Drive: Serviço de armazenamento em nuvem que permite armazenar seus documentos, fotografias, vídeos e outros arquivos. Além do Drive, você também pode usar o Google Docs, uma versão online e gratuita do Pacote Office.
  • Comunicação

Skype: É um dos aplicativos mais utilizados para troca de mensagens, chat de voz e vídeo. O Skype oferece ferramentas de colaboração para empresas de qualquer tamanho. Para conferências de vídeo com um grande grupo de pessoas, por exemplo, o Skype é a melhor escolha.
Periscope: Aplicativo de streaming de vídeo ao vivo. Ele notifica imediatamente os seguidores, lhes dando a oportunidade de participarem e comentarem o seu feed em tempo real.
Trello: É um aplicativo de gerenciamento de projetos que, além de permitir a gestão de uma equipe, pode lhe ajudar com a criação de checklists de tarefas. Além de organizar suas tarefas, o Trello permite a integração com outros aplicativos.
  • Gestão

Slack: Ferramenta de colaboração em equipe que lhe permite uma comunicação centralizada.Dispõe de salas de chat organizadas por tema e se integra com serviços de terceiros como o Trello, por exemplo.
BIZixx: Sistema de gerenciamento de projetos cuja principal função é acompanhar o trabalho do dia-a-dia que está sendo feito. É uma ferramenta essencial para iniciantes.
Flowdock: Aplicativo de colaboração de equipe que permite aos membros conversarem via caixa de entrada compartilhada. Usando esta ferramenta as equipes podem manter-se atualizadas em questão de segundos. Ótima solução para avisos de extrema importância.
  • Marketing

MailChimp: Solução de e-mail marketing que lhe permite realizar campanhas e acompanhar as estatísticas das mensagens enviadas. Oferece também plugins para a criação de listas em sites e páginas do Facebook.
Buffer: Aplicativo que permite programar e postar atualizações para várias redes sociais ao mesmo tempo. Os usuários também podem vincular suas contas e analisar estatísticas de suas mensagens enviadas. Isso ajuda a ajustar a estratégia de marketing para melhores resultados.
HootSuite: É um popular painel de mídias sociais. Assim como o Buffer, permite programar e atualizar suas redes sociais. Ele possui amplas ferramentas que podem lhe ajudar a aumentar sua base de tráfego e seu número de seguidores.
Copiado: https://matheusdesouza.com

sexta-feira, 6 de maio de 2016

DISCURSO DE FORMATURA DE ADMINISTRAÇÃO


TURMA  DE ADMINISTRAÇÃO 2008/2 DO CENTRO UNIVERSITÁRIO LUTERANO DE PALMAS - CEULP/ULBRA. 14/02/2009

     Venho honrosamente, em nome da turma Prof. Idalberto Chiavenato, transmitir em singelas palavras o quanto estamos felicitados pela plenitude que invade nossos corações nesta noite memorável.

     Inicio citando a epígrafe da Monografia da, aqui já formada, Adm. Luciana Oliveira, que sabiamente citou Charles Chaplin: “Bom mesmo é ir à luta com determinação, abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem se atreve... E a vida é muito bela para ser insignificante”.

     Diante desta afirmação, revela-se que de nada valeria viver se não tivéssemos a nossa frente obstáculos a serem superados, metas a serem alcançadas e sonhos a serem realizados. E vivemos tudo isto aqui, na faculdade, e sem sombra de dúvidas sentiremos muitas Saudades de tudo que foi bom.

     Saudades pela breve experiência de vida que a nós foi possibilitada durante o período de tempo em que percorremos os corredores do CEULP/ULBRA. Desta experiência podemos tirar grandes proveitos. Foi nas salas de aulas, através de discussões acaloradas que nossas mentes foram abertas para compreender as problemáticas da sociedade e tomar atitudes para resolvê-las sempre que possível. Se a partir de agora não procurarmos resolver a parte que nos couber seremos omissos a nossa profissão e ao nosso dever pátrio.

     Desde o primeiro período de faculdade fomos estimulados pelos nossos mestres a realizar grandes feitos. Ainda calouros, passamos por momentos em que nos confrontamos com as dificuldades e desafios que a ciência da administração sabiamente impõe. Foi aí que surgiram dúvidas, anseios e incertezas. Muitos desistiram logo no início, outros com um pouco mais de persistência teriam chegado aqui. A verdade é que as incertezas fazem parte da arte de administrar. E somente quem tiver persistência e souber tomar atitude diante delas brilhará no palco do sucesso. Se sobrevivemos é por que empreendemos, se empreendemos é por que fomos preparados para realizar este espetáculo.

     “Creio poder afirmar sem nenhuma arrogância e com a devida humildade que” somos uma turma completa e ousada. Somos completos porque nossa determinação ultrapassou o território do conhecimento, a faculdade, e adentrou no verdadeiro território da profissão: as empresas. Somos ousados por que não nos limitamos à teoria tão bem explicitada por Chiavenato, Drucker, Ford, Taylor ou Fayol, mas pela ousadia em realizar grandes projetos práticos dotados de estigmas, revelando em nós a capacidade nata e precoce de lidar com as ferramentas da Administração. Quando desafiados a realizar, realizamos. E o resultado sempre foi o sucesso. 

     A partir de agora novas atitudes, novas ações, novos rumos, enfim, uma administração dos novos tempos acaba de ser confiada a nós. O alto grau do idealismo que norteou nossa trajetória se confirma no diploma que recebemos. Diploma este, que se tornou pela própria dosagem de dificuldade o símbolo maior da vitória daqueles que tiveram a oportunidade nas mãos e souberam desfrutar dela com zelo.

     Hoje, recebemos o grau de bacharel em administração. E junto com o título nos é imposto uma das principais dificuldades da atualidade: tomar decisões que impactam positivamente nas organizações e na sociedade sob as incertezas do mundo contemporâneo. Agora profissionais, nosso real desejo é difundir nas organizações a responsabilidade social e ambiental pautada nos sólidos pilares da ética, da moral e principalmente nos princípios cristãos. Que sejamos nós, submissos ao Código de Ética exercendo a profissão com zelo, diligência e honestidade, defendendo os direitos, bens e interesse de clientes, instituições e sociedades sem abdicar de nossa dignidade, prerrogativas e independência profissional, seja atuando como empregado, empregador, funcionário público ou profissional liberal. Façamos valer nosso grau, mas principalmente nossa consciência.

     Estimados homenageados da turma. Muito tem sido transmito a nós a respeito do perfil dos empreendedores de sucesso nestes quatro anos de academia. Temos buscado incansavelmente por exemplos de empreendedores potenciais. Assim, nos deparamos com vocês que se tornaram para nós referências de empresários e de empreendedores. São representações fidedignas do mundo empresarial que nos aguarda, por isso resolvemos homenageá-los nesta noite e agradecer pela participação na realização deste sonho.

     Amados pais. Que a plenitude desta noite seja capaz de transmitir a vocês a gratidão por toda dedicação, empenho, disposição, investimento e, muitas vezes, renuncia dos vossos próprios sonhos para a realização dos nossos.

     Caríssimos familiares e amigos. Nosso desejo é que tenha sido válido tanto esforço e desempenho, e que toda ausência resulte em sucesso na profissão para partilharmos com todos vocês.
Nosso carinho e gratidão também se estende aos Mestres que souberam, além de transmitir seus conhecimentos, transmitir sua experiência e amizade. Àqueles que não alcançaram tal êxito segue a lembrança que nunca é tarde demais para uma melhor postura.

     E finalmente a Deus. Administrador de tudo que existe. A Ti dedicamos à vida e a profissão. Que cada palavra de agradecimento contida neste humilde e significativo discurso possa glorificar teu Santo Nome. Que nossa existência sirva em Ação de Graças por todos os momentos vividos e convividos nesta casa de ensino sob tua proteção e paternidade celestial. O mérito de hoje e de sempre é todo Teu!

     Senhoras e senhores neo-administradores, apertem os cintos, levantaremos vôo. Após decolarmos ninguém mais voltará ao ponto de partida. Vislumbremos o futuro... E se o sucesso não nos alcançar, não se preocupem... Nós alcançaremos o sucesso! Pois, como disse Charles Chaplin, “o triunfo pertence a quem se atreve”, e nós já provamos que somos atrevidos.

Que Deus nos abençoe e conceda a paz mundial!

ORADOR: ADM. Sidney Soares de Sousa Sândheskinny
COPIADO: http://www.administradores.com.br/

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Gestão e Mapeamento de Processos

Basicamente o que queremos dizer é que os processos são essenciais para qualquer negócio, não temos dúvidas disso, mas independente disso, não podemos esquecer de que são ferramentas que engessam a sua organização em algum nível, tornando-a mais burocrática, dura e menos flexível.
O equilíbrio entre processos e flexibilidade é a chave para uma empresa pouco burocrática e organizada!
Se você não souber chegar ao equilíbrio do que mapear e de como controlar os seus processos de maneira adequada, pode ter certeza que das duas uma, ou você terá uma série de processos mapeados em cadernos bonitos e engavetados, que não estarão sendo usados na sua realidade, ou você terá uma série de atividades desnecessárias e retrabalhos que só vão onerar a sua organização.
Descobrindo os processos na sua empresa…
Se você parar para observar as milhares de empresas que existem no mundo e a forma como elas prestam serviços, vai perceber que as melhores organizações, com maiores padrões de atendimento repetem as mesmas atividades de forma maestral. Esse processo independe se você está em uma cidade do Brasil ou em outra na Europa ou se você está sendo atendido por um jovem de 18 anos ou por um senhor de 60.
Isso tudo mostra a importância de uma cultura organizacional voltada para uma gestão de processos bem implementados. Ao ter diretrizes claras do que fazer determinada atividade, o padrão de entrega de resultados costuma ser maior.
Por isso, é importante conhecer alguns conceitos básicos sobre processos:
Processos é um conjunto definido de passos para a realização de uma tarefa, descrito suficientemente bem para que possa ser consistentemente usado por pessoas diferentes. Um processo organizacional se caracteriza por:
  • Ter início, fim e um objetivo;
  • Ter um resultado específico;
  • Ter as atividades para se chegar do início ao fim descritas.
Um processo é constituído por entradas (inputs), tarefas que agregam valor a essas entradas, e saídas (outputs), que são o resultado do trabalho executado durante o processo. Também podemos considerar um processo como um grupo de atividades realizadas em sequência que ao final produz um bem ou serviço.

Dentro de cada setor da empresa podem existir inúmeros processos, mas ao iniciar o mapeamento das atividades do seu negócio se preocupe primordialmente em mapear apenas os processos considerados críticos.
Gestão por processos é uma forma de gerenciar a empresa se pautando no uso de processos para a realização de atividades. Esses conceitos trazem a ideia do processo como um fluxo de trabalho, deixando claro que eles possuem início e fim bem delimitados e que propiciam resultados para os membros da empresa e para clientes.
O mais importante é ter bem claro que no final das contas, a sua empresa é formada por uma série de atividades que podem ser organizadas em processos. Saber disso vai te ajudar na uniformização de rotinas de trabalho das diversas áreas de negócio, da definição de responsabilidades na execução das rotinas e de eliminação de problemas por erro nesses processos.
Fonte: Luz Planilhas Empresariais –http://blogdoestagiario.com/