segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

A Contabilidade nas Empresas

Contabilidade é a técnica do cálculo e do registro das operações comerciais ou financeiras realizadas por uma pessoa, sociedade, empresa ou repartição do Estado.
A Contabilidade é composta pelas seguintes funcionalidades:
  • ·         Função de registro
  • ·         Função de controle
  • ·         Função de avaliação
  • ·         Função de previsão

Esta tem como objetivo fornecer informações relevantes sobre o patrimônio de uma determinada pessoa ou entidade, como por exemplo: o valor dos seus ativos, passivos, receitas, custos e despesas, rentabilidade e lucratividade do negócio, e produtividade da mão-de-obra.
Essas informações são de grande interesse, pois permitem obter um conhecimento realista da situação econômica e financeira e tomar decisões com base em dados objetivos.
Por vezes os gestores tomam decisões erradas por não possuírem um conhecimento realista e objetivo da situação patrimonial da empresa.
Por exemplo, os gestores precisam saber qual é a sua estrutura de custos, o valor das margens dos produtos que a empresa comercializa, o impacto nos resultados de um aumento ou descida dos preços, entre outros.
Sem informação precisa, as decisões de gestão falham.
No entanto, a informação produzida pela contabilidade não é relevante apenas a nível interno. Uma empresa não se encontra isolada, ela está inserida num determinado setor e estabelece relações a vários níveis com outros agentes econômicos (clientes, fornecedores, bancos, Estado, etc.).
Para estas entidades as informações obtidas a partir da Contabilidade têm um papel relevante, pois lhes permite saber se a empresa tem condições para cumprir com as suas obrigações, como por exemplo, se são capazes de realizar o fornecimento de produtos ou serviços a tempo e com qualidade, ou a pagar as suas dívidas, cumprindo assim com as suas obrigações fiscais, etc.
A Contabilidade deverá ser capaz de responder a várias questões fundamentais para que seja possível um empresário tomar decisões, tais como:
  • ·         Qual é o produto mais rentável?
  • ·         Quanto custa produzir um bem ou serviço?

·  Como podemos projetar os resultados de acordo com os vários cenários que apresentam (por exemplo, qual é o nível de produção e venda que permite obter determinado resultado)?
Ao longo do tempo de vida de uma empresa a contabilidade permite estabelecer padrões, saber quais as variáveis com mais impacto no resultado e saber quais os aspetos que requerem mais atenção. Inclusive, é possível afirmar que a contabilidade é o livro de uma empresa onde tudo fica registrado e a sua leitura permite tirar conclusões úteis que, se bem geridas, garantem a sua continuidade.
Uma boa contabilidade nas empresas oferece as seguintes vantagens:
  • ·         Maior controle financeiro e econômico às empresas;
  • ·         Facilita o acesso às linhas de crédito com bancos e fornecedores;
  • ·         Prova aos sócios a situação patrimonial real da empresa;
  • ·         Demonstração do resultado do exercício;
  • ·         Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados;
  • ·         Demonstração de origens e aplicação de recursos;
  • ·         Balanço patrimonial.

Existem soluções de gestão para empresas que pretendam realizar a sua própria contabilidade, nomeadamente ao nível da contabilidade orçamental, geral, analítica e de custos de qualquer empresa.
Este tipo de soluções oferecem as seguintes vantagens:
  • ·         Valor para o cliente;
  • ·         Contabilidade geral e analítica;
  • ·         Gestão completa de centro de custos;
  • ·         Controle Orçamental;
  • ·         Mapas e obrigações legais;

Gestão dos livros Contabeis é a técnica do cálculo e do registo das operações comerciais ou financeiras realizadas por uma pessoa, sociedade, empresa ou repartição do Estado.
A Contabilidade é composta pelas seguintes funcionalidades:
  • ·         Função de registro
  • ·         Função de controle
  • ·         Função de avaliação
  • ·         Função de previsão

Esta tem como objetivo fornecer informações relevantes sobre o patrimônio de uma determinada pessoa ou entidade, como por exemplo: o valor dos seus ativos, passivos, receitas, custos e despesas, rentabilidade e lucratividade do negócio, e produtividade da mão-de-obra.
Essas informações são de grande interesse, pois permitem obter um conhecimento realista da situação económica e financeira e tomar decisões com base em dados objetivos.
Por vezes os gestores tomam decisões erradas por não possuírem um conhecimento realista e objetivo da situação patrimonial da empresa.
Por exemplo, os gestores precisam de saber qual é a sua estrutura de custos, o valor das margens dos produtos que a empresa comercializa, o impacto nos resultados de um aumento ou descida dos preços, entre outros.
Sem informação precisa, as decisões de gestão falham.
No entanto, a informação produzida pela contabilidade não é relevante apenas a nível interno. Uma empresa não se encontra isolada, ela está inserida num determinado sector e estabelece relações a vários níveis com outros agentes económicos (clientes, fornecedores, bancos, Estado, etc.).
Para estas entidades as informações obtidas a partir da Contabilidade têm um papel relevante, pois permite-lhes saber se a empresa tem condições para cumprir com as suas obrigações, como por exemplo, se são capazes de realizar o fornecimento de produtos ou serviços a tempo e com qualidade, ou a pagar as suas dívidas, cumprindo assim com as suas obrigações fiscais, etc.
A Contabilidade deverá ser capaz de responder a várias questões fundamentais para que seja possível um empresário tomar decisões, tais como:
  • ·         Qual é o produto mais rentável?
  • ·         Quanto custa produzir um bem ou serviço?

·   Como podemos projetar os resultados de acordo com os vários cenários que apresentam (por exemplo, qual é o nível de produção e venda que permite obter determinado resultado)?
Ao longo do tempo de vida de uma empresa a contabilidade permite estabelecer padrões, saber quais as variáveis com mais impacto no resultado e saber quais os aspetos que requerem mais atenção. Inclusive, é possível afirmar que a contabilidade é o livro de uma empresa onde tudo fica registado e a sua leitura permite tirar conclusões úteis que, se bem geridas, garantem a sua continuidade.
Uma boa contabilidade nas empresas oferece as seguintes vantagens:
  • ·         Maior controlo financeiro e econômico às empresas;
  • ·         Facilita o acesso às linhas de crédito com bancos e fornecedores;
  • ·         Prova aos sócios a situação patrimonial real da empresa;
  • ·         Demonstração do resultado do exercício;
  • ·         Demonstração de lucros ou prejuízos acumulados;
  • ·         Demonstração de origens e aplicação de recursos;
  • ·         Balanço patrimonial.

Existem soluções de gestão para empresas que pretendam realizar a sua própria contabilidade, nomeadamente ao nível da contabilidade orçamental, geral, analítica e de custos de qualquer empresa.
Este tipo de soluções oferecem as seguintes vantagens:
  • ·         Valor para o cliente;
  • ·         Contabilidade geral e analítica;
  • ·         Gestão completa de centro de custos;
  • ·         Controlo Orçamental;
  • ·         Mapas e obrigações legais;
  • ·         Gestão dos livros contabilísticos;
  • ·         Soluções integradas com Gestão Comercial;
  • ·         Automatização de processos rotineiros e diários.
  • ·         Soluções integradas com Gestão Comercial;
  • ·         Automatização de processos rotineiros e diários.
 Copiado:http://www.artigonal.com/financas-

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

11 DICAS PARA ASSUMIR O CONTROLE DAS NOSSAS FINANÇAS

controle financeiro pessoal
Muitas vezes eu me pergunto quando que vou assumir o controle das finanças pessoais, pois sinceramente é um pesadelo.
Bom, ter vontade de controlar o dinheiro e o primeiro passo, reconhecer de uma forma consciente que temos que ter o controle.

Dominar o seu próprio dinheiro não necessita nenhum curso ou ter alguma habilidade especial, más força de vontade e compromisso, se não poderá haver a necessidade de algum estudo especifico más nada de mais.
Vou mostrar algumas coisas que pude aprender durante a minha busca do gerenciamento perfeito do meu dinheiro e claro as ferramentas necessárias para completar nossos objetivos e acredito que teremos vários, afinal sempre queremos muitas coisas.
Segura as dicas:
Tarja de Energia
a melhor opção na hora de adquirir aparelhos é ver se tem a tarja de qualidade A
  1. Você sabe quando ganha e gasta de dinheiro? Isso é que você tem que fazer uma lista de receitas e despesas, especifique tudo.
  2.  Você tem Bens? Faça uma lista estimado do total que você tem com o valor de cada um especificado.
  3. Tudo que é fixo anual tipo alguns impostos. Encontre o custo anual de seus bens (IPVA,IPTU, IR, Etc)
  4. Lista detalhada de suas rendas. Liste caso tenha o rendimento mensal de seus investimentos, freelances,participação empresa, aluguel de imóveis.
  5. Você se pergunta se está sendo cobrado corretamente? Já vi casos até a conta de água vir sempre alterada e ser o problema decorrido de um vazamento, procure como economizar em tudo e questione tudo!
  6. Planejamento de novas fonte de renda. Sim! Se isso não for feito nunca aparecerá, o primeiro passo é guardar dinheiro pois oportunidades aparecem.
  7. Almeje. Se você acha que abrir uma padaria poderia ajudar e muito numa renda familiar, faça orçamentos pesquise quando você gastaria e quanto teria que trabalhar para conquistar, se você não sonhar e ver o objetivo nunca alcançará, procure algo que você seja bom de verdade.
  8. Mude de Frequência. Caso use cartões de crédito será a atitude mais drástica que terá que fazer, quebre-os. Mude completamente não será fácil você se acostumar mas dará maravilhosos resultados.
  9. Poupanças? Sim caso você tenha alguma experiência procure outras vias de investimento más para quem ta começando a poupança servia mais para controle do que você está conseguindo guardar.
  10.  Conseguiu poupar? O sinal mais positivo de um bom controle financeiro é poupar para poder investir, além de poder aplicar seu dinheiro a fundos de rentabilidade poderá adquirir parte de negócios ou até mesmo abrir o seu como sitado acima.
  11. Ferramentas para controle preciso? Sim para você não ficar sem rumo é excelente você controlar via algum software suas finanças, indicamos oAfortunado.
Copiado: http://www.afortunado.com.br/

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

As Desvantagens de Ser um 'Hipopótamo' na Era do Big Data

Poderosos, imponentes e muitas vezes assustadores, estão sempre atraindo as principais atenções por onde passam. Mas não é só na natureza ou nos zoológicos que você pode encontrar estes mamíferos intrigantes. 

No mundo corporativo, os hipopótamos estão frequentemente nas salas dos andares mais altos, com os currículos mais invejados ou nas cabeceiras das mesas de reunião. Temidos ou admirados, a verdade é que os hipopótamos corporativos, chamados "HiPPOs", já viveram dias melhores.

A comparação com os hipopótamos é derivada do acrônimo " HiPPO" ( Highest Paid Person's Opinion ou "parecer da pessoa mais bem remunerada") e diz respeito àqueles que detém o poder da decisão final.

Os hipopótamos do mundo animal possuem uma ótima audição, visão e olfato e uma das maiores bocas (entre os mamíferos só perdem para as baleias). Tendem a ser territorialistas e avançam sobre qualquer um que invada seu habitat. Qualquer semelhança com os HiPPOs corporativos pode não ser mera coincidência.

Por muitas décadas, se tornar um "hipopótamo" foi o objetivo de vida de milhões de profissionais. Afinal, deter o poder da emitir a opinião final era sinônimo de atingir o topo da carreira. Como nos filmes de Hollywood em que, aconselhado por ministros e secretários, o Presidente dos Estados Unidos ouve a todos e diz solenente: "we'll do it my way". E ponto final. 

Na atualidade, entretanto, parecem haver mais desvantagens do que vantagens em ser um hipopótamo. Por quê? Porque estamos vivendo na era da revolução digital. E o que uma coisa tem a ver com a outra? A resposta é simples.

Com a tecnologia, dados e metadados circulam livremente em quantidades absurdas a todo tempo e por todos os lados, capazes de combater a opinião de um HiPPO e desmoralizá-lo em poucos segundos.

Como utilizar os dados, então, a seu favor? É aí que entram em cena os Geeks, ou "nerds", que são os especialistas, que compreendem os números e sua utilidade. São aqueles que utilizam-se de dados estatísticos concretos para emitirem seus pareceres. Se, por muitos anos, foram vítimas de preconceito e taxados de antissociais, hoje possuem, provavelmente, o perfil profissional mais valioso do mercado.

O mais famoso geek mundial atende pelo nome de Nate Silver, um estatístico americano que previu o resultado das duas eleições do Presidente Barack Obama nos 50 estados americanos, ao contrário de diversos analistas políticos. Seu trabalho de análise quantitativa alia teoremas estatísticos com novos fatos à medida em que vão surgindo, para calcular as probabilidades condicionais de resultados. 

Parece simples e infalível, mas não é. Em seu livro, "O Sinal e o Ruído", Nate traz várias situações em que muitas vezes o "ruído", ou uma falsa premissa, pode levar à uma interpretação errônea de "sinal" e comprometer o resultado final.

Então, se nem os Geeks conseguem garantir um resultado 100% preciso, qual é, então, o grande desafio dos HiPPOs no mundo atual? Possivelmente ter a sabedoria e humildade para unir sua experiência aos dados estatísticos, sem deixar de lado sua sensibilidade de gestor estratégico.
Pois, embora os dois riscos sejam reais, ser traído pela intuição é mais comum do que ser traído por dados estatísticos. Escolher o caminho mais seguro é tarefa diária de qualquer liderança.

Por isto é importante escutar especialistas e aprofundar os estudos estatísticos, e não utilizar o peso da opinião para negar os dados, mas sim para alimentá-los. E vice-versa. Podemos arriscar dizer, então, que o par ideal para um HiPPO é encontrar seu Geek para sacramentar um casamento perfeito.

No mundo atual, em que vivemos uma revolução digital, HiPPOs e Geeks podem e devem conviver em harmonia. Ao contrário do que podem parecer à primeira vista, não são inimigos naturais e possuem infinitas possibilidades de cooperação. Juntos, podem tornar-se imbatíveis, liderar qualquer cadeia alimentar e dominar o ambiente em que estão inseridos.

Na defesa dos HiPPOs, é importante lembrar que o "peso" de suas decisões vem acompanhado na maior parte do tempo de uma visão mais global e estratégica da organização. Esta visão não garante, no entanto, que seu parecer leve em conta as especificidades técnicas do assunto em questão.

Por este motivo, a opinião de um Geek pode ter tanto ou mais peso do que a de um HiPPO na decisão final. Afinal de contas, uma opinião sem dados torna-se meramente um palpite. E, no mundo atual, é preciso muito mais para convencer um board de executivos, por exemplo, e não transformar uma reunião de conselheiros em um festival de "palpiteiros" sem credibilidade.

É por estas e outras que, ao contrário do que possa parecer, a vida de um hipopótamo nos dias de hoje não é nada fácil...

 Por: Head of Protocol / Chefe do Cerimonial at Petrobras

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

8 Lições de Kotler Sobre o Novo Marketing

Você já ouviu falar de Philip Kotler? 

Pois, se não ouviu, saiba que ele é o papa do marketing, professor na escola de negócios Kellogg, da Universidade Northwestern. Seus livros venderam mais de cinco milhões de cópias e foram traduzidos para mais de 40 países e agora é uma espécie de lenda viva, aos 80 anos. 

Apesar da idade, ainda está super disposto e dissemina fortemente seus conceitos e experiências.

Para Kotler a essência do marketing não mudou, pois ainda devemos nos focar no consumidor e suas necessidades, no criar, comunicar e entregar valor e no pensar que o cliente precisa estar satisfeito e encantado.

Ele cita ainda que com o digital precisamos aprender a medir o valor de cada um de nossos canais e que o sucesso das marcas está baseado na combinação entre mídia digital e tradicional, que podem ser combinadas, sendo a digital ideal para o engajamento individual e a tradicional para estratégias de branding ou de produto.                                                                                                                   Das lições de Kotler, elenco algumas:
1) Um novo marketing, o velho já morreu
Agora os consumidores tem conhecimento, podem ir atrás, não dependem apenas do que a publicidade entrega. Eles podem saber muito sobre uma marca ou empresa, mais do que se imagina. Um exemplo? Hoje quando vamos à uma concessionária comprar um carro, já sabemos tudo sobre ele, pois pesquisamos na internet antes. Vamos tomar a decisão de comprar depois de consultarmos nossos amigos nas redes sociais perguntando o que acham daquela marca e modelo. E as pessoas serão sinceras. Neste sentido, não adianta mais forçar a barra ou forjar imagens. As empresas só podem ser o que verdadeiramente são, pois o consumidor é esperto e fareja de longe.                         Aqui não podemos deixar de falar sobre os dispositivos móveis. Os consumidores estão conectados o tempo todo, buscando informações sem parar! Seu negócio está pensando nisso? Muitas vezes o cliente sabe mais sobre a empresa que o próprio dono!
2) Inove ou morra
Inovar traz riscos sim, mas quem não quiser corrê-los será pulverizado. No marketing atual muitas vezes é preciso arriscar, testar, mensurar e agir. Não dá pra ficar sentado esperando, sem mexer no produto, sem evoluir. Muitas empresas que fizeram isso foram consumidas e extinguidas.
3) Você sabe com quem está falando?
Antes não haviam formas de saber com quem falávamos. Éramos todos obrigados a assistir à mesma programação na TV. No dia seguinte nosso assunto na escola ou trabalho era o que havia passado na TV e mais nada. A publicidade era entregue à massa e não se podia mensurar rápido e corretamente. Mas agora, com o digital podemos e devemos saber com quem estamos falando para oferecer o que eles precisam. Você tem feito isso ou está jogando todo mundo no mesmo saco? Você realmente acha que apenas ter uma pagininha institucional que agrada mais ao seu ego ou o ego dos donos é suficiente?
4) Marketing não é mais departamento apenas
Se antes o marketing era visto como um setor que só se recorria quando necessário ou para pensar em publicidade e fazer materiais impressos, agora é diferente. Em muitos casos o marketing é quem gerencia diversas equipes, inclusive de vendas. De acordo com Kotler, agora se trata de um processo que começa com planejamento e vai até a mensuração. Marketing agora anda junto com vendas. "O marketing não pode ser visto apenas como um setor . Na verdade, esse setor deve funcionar como uma força de papel decisivo para o sucesso de um negócio."
5) Use as redes sociais direito
Primeiro entenda que presença on-line não é nada. É preciso fazer, estar lá de verdade! Se você não está, tenha certeza que alguém o fará por você: ou falando mal ou o seu concorrente.                                                                                                                                 Ninguém quer ver seu produto sendo esfregado. Os consumidores querem histórias relacionadas. Existe receita de bolo? Não. Por isso todos estão à caça dos criativos-realizados, que pensam algo novo e fazem acontecer, que sabem criar conteúdos e histórias, que emocionam na medida certa. Ah, reflita antes de postar qualquer bobeira. Dia desses a revista Glamour publicou um meme fazendo piadinha com quem estava acima do peso e logo em seguida fez vários posts falando sobre plus sizes se aceitarem. Saiu pela culatra, a blogosfera plus size rechaçou a marca. Vamos lembrar de marcas que pensam em seus vários focos: a Coca-Cola, por exemplo, que pensam nas mães, nas crianças, nos idosos.                                                                                                                                                                    O marketing tradicional faz as pessoas acreditarem que o produto é ideal para compra. Mas num cenário com tantos concorrentes e informações isso não faz mais sentido. Agora precisamos engajar, conquistar, nos importar de verdade com o cliente.                                                                                                                                                                                                    Contar uma história sobre o por que produto é diferente dos concorrentes é uma boa. Mas por favor, cuidado pra não cair na situação da Dilleto e da Do Bem, que inventaram histórias fantasiosas e que logo foram descobertas. 
6) Importe-se de verdade com seu cliente
Não é só vender. É criar uma relação. Comprei na Dafiti dia desses e imediatamente me senti abraçada. Recebi um SMS super amável e pessoal e pude acompanhar minha compra em tempo real. O pedido chegou em um dia e eu moro no interior. Precisei trocar, escrevi pra eles e me retornaram em 3 minutos. Fiquei encantada!!!
7) Pare de valorizar apenas o produto visível
Um carro é feito por diversas peças e cada uma delas foi feita por um fabricante. É preciso pensar estratégias novas para o B2B também. Um case neste sentido é o processador da Intel, que mesmo invisível acrescenta valor ao produto quando vemos o adesivo dizendo que ele está lá presente, por meio da campanha "Intel Inside"
8) Planeje ações de responsabilidade sócio-ambiental
De acordo com Kotler não se pode pensar apenas no lucro, é preciso também ter consciência, ética e respeito pela lei. Os consumidores se importam com marcas que se preocupam neste sentido.                                                                                                           Sugestões de leituras de Kotler: 
  • Marketing de Crescimento - 8 estratégias para conquistar mercados
  • Philip Kotler e Milton Kotler
  • Marketing de A a Z - 80 conceitos que todo profissional precisa saberPhilip Kotler 
  • Marketing 3.0 Philip Kotler
Por: Prof. Mestra, Digital Marketing Manager e consultora 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

5 histórias de derrotas que viraram sucesso

Quantas vezes você já ouviu essas frases: “não vai dar certo”, “você não é capaz”, não vai conseguir”, “é difícil”...

Todo mundo já ouviu isso pelo menos uma vez na vida.
Profissionais que fizeram história também passaram por maus momentos, mas sua determinação e persistência fizeram toda a diferença para que vencessem.
Ao ouvir críticas ou palavras depreciativas e desestimulantes você pode sentar e chorar, desistir ou virar a mesa. 
Esses 5 vitoriosos não acreditaram no que ouviram, nem se entregaram às dificuldades. Eles se superaram!
  • Criança, Michael Jordan (foto) foi afastado da equipe de basquetebol na escola. Chorou na privacidade do seu quarto, mas não desistiu. Passou a treinar 2 horas por dia para poder voltar à equipe. Conseguiu voltar e levou a equipe aos campeonatos. Hoje é considerado um dos melhores jogadores de basquetebol do mundo. "Eu perdi mais de 9000 cestas em minha carreira. Perdi quase 300 jogos. Em 26 ocasiões me foi confiado a jogada final e eu perdi. Eu falhei e falhei repetidamente mais de uma vez na minha vida e foi justamente por isso que venci.", conta o gigante do Chicago Bulls.
  • Thomas Edison é um dos maiores exemplos de persistência da nossa história. Fez mais de 10 mil experimentos durante o processo de inventar a lâmpada. Questionado sobre seu fracasso, ele respondeu: “Eu não fracassei, apenas descobri 10 mil maneiras que não irão funcionar”.  O mais fértil inventor de todos os tempos criou o fonógrafo, a lâmpada elétrica, o projetor de cinema e aperfeiçoou o telefone.
  • Oprah Winfrey foi vítima de violência doméstica e abusada sexualmente por familiares. Decidiu enveredar pelo jornalismo, mas foi afastada do noticiário, pois envolvia-se emocionalmente nas reportagens que fazia e não tinha perfil para a televisão. Magoada, aceitou uma participação em um programa diurno que tornou-se um sucesso de audiências. Foi para Chicago e criou o  Oprah Winfrey Show, um sucesso que durou 25 anos. É o talk-show com maior audiência da história da televisão norte-americana. Hoje ela tem o seu próprio canal de televisão. 
  • Steve Jobs ficou para a história como um homem de sucesso. Contudo, o seu percurso nem sempre foi brilhante. Desistiu da escola e teve que sair da própria empresa, a Apple. Aos 30 anos ficou arrasado, mas considerou essa queda como algo positivo. Mudou sua forma de agir e entrou num dos períodos mais criativos da sua vida. Regressou à Apple e levou a empresa para ascensão. Criou produtos que se tornaram objetos de desejo - iPod, iPhone e iPad.
  • Walt Disney pulou de emprego em emprego no início da sua carreira. Foi cartunista num jornal, mas acabou sendo despedido por falta de criatividade. Seu primeiro estúdio faliu. Tentou, junto aos estúdios da MGM, vender a ideia do "Rato Mickey", contudo disseram que um rato no ecrã não daria resultado e iria assustar as mulheres. Apesar de vários fracassos, Disney construiu sua empresa dos sonhos.
Para trilhar o caminho do sucesso é preciso descobrir o verdadeiro significado de duas palavras mágicas:

Por: - https://www.linkedin.com/pulse

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Estratégia e Tática


“Quando o estrategista erra o soldado morre”. (A. Lincoln)

Um dos primeiros usos do conceito “estratégia” ocorreu aproximadamente no século IV a. C. pelo estrategista chinês Sun Tzu (A Arte da Guerra), que afirmava que “todos os homens podem ver as táticas pelas quais eu conquisto, mas o que ninguém consegue ver é a estratégia a partir da qual grandes vitórias são obtidas”.


O vocábulo teve sua origem na Grécia Antiga, significando inicialmente, “arte do general” (STEINER e MINER,1981), adquirindo posteriormente uma conotação voltada para a guerra, denotando “General” (estratego) – “a arte e a ciência de conduzir um exército por um caminho”. (MEIRELLES, 1995)


“Poucas palavras são objeto de tantos abusos no léxico das empresas, são tão mal definidas na literatura gerencial e estão tão expostas a diferentes significados quanto a palavra estratégia”. FAHEY (1999)


No dicionário, um dos significados sem conotação militar é “arte de aplicar com eficácia os recursos de que se dispõe ou de explorar as condições favoráveis de que porventura se desfrute, visando ao alcance de determinados objetivos” (Dic. Houaiss).


Algumas definições (em Administração) clássicas do vocábulo:

- “Medidas que visem diretamente modificar o poderio da organização em relação à concorrência”. (Konichi Omae)

- Orientações que possibilitem melhor posicionamento da organização no ambiente.

- “Conjunto de decisões que determinam o comportamento a ser exigido em um determinado espaço de tempo”. (Simon)

- “Forma de pensar no futuro, integrada no processo decisório, com base em um procedimento formalizado e articulador de resultados”. (Mintzberg)


Se analisarmos os conceitos acima notaremos um primeiro traço comum: medidas, orientações, decisões, forma de pensar no futuro, termos que no contexto das respectivas frases nos dão a idéia de ‘intenção’, ‘ação futura’.


Continuando a análise observamos a alusão a uma condição: poderio, posicionamento, comportamento. Uma terceira observação é quanto ao referencial: concorrência, ambiente, sugerindo a participação de outros atores. 


Decompondo o conceito:

Objeto (o quê) – intenções, medidas, orientações, decisões.

Objetivo (para que) – obter poderio, vantagem, supremacia.

Condição (como) – alterar posicionamento, melhorar a atuação.

Referência (a fim de) – concorrência, ambiente externo.


A(s) estratégia(s) pressupõe um conjunto de medidas (plano) abrangentes que num tempo futuro visam a vantagem competitiva da organização. Uma somatória de esforços empreendidos no intento de desenvolver ou potencializar competências centrais (essenciais) tornando-as competências de vanguarda.


E quanto à tática? Ela assume características mais visíveis, pontuais, circunscritas a áreas específicas da organização. (“...podem ver as táticas pelas quais conquisto...” Sun Tzu). Uma das acepções do termo Tática: “método ou habilidade para saír-se bem em empreendimentos, disputas, situações de vida, relativo a arranjo, organização, alinhamento, manobra hábil”. (Dic. Houaiss)


Alguns exemplos de táticas: uma nova tecnologia (equipamentos computadorizados), implementação de metodologia (sistema ISO), racionalização de produtos (pesquisa), modificação de portfólio (inovação), melhoria de competência (treinamento)... A estratégia se completa pela adoção de medidas táticas, que por sua vez, viabilizam-se através de medidas operacionais levadas a termo nos nichos funcionais da empresa formando a cadeia de resultados: ações operacionais -> ações táticas -> ações estratégicas, orientadas na dimensão temporal do curto ao longo prazo.


As ações operacionais (curto prazo), as ações táticas (médio prazo) e as ações estratégicas (longo prazo) orientadas, seqüenciadas, articuladas e formalizadas compõem o conjunto de medidas que estruturam o planejamento estratégico.
           
Copiado: http://wagnerherrera.blogspot.com.br/

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

O Administrador e os Cavaleiros da Távola Redonda.

Se há algo que me fascina são as histórias medievais. Emolduradas por um cenário em que se destacam castelos e batalhas com propósitos diversos, aquela protagonizada pelos lendários cavaleiros da antiga Sarmátia europeia me prende a atenção e a respiração. 

É indescritível a força com que as brumas de Avalon me atraem, talvez pelo fato de até hoje os historiadores ainda não terem chegado a uma conclusão unânime a respeito de ter sido real ou lenda a saga do “Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola redonda.” O que se sabe até aqui é que se trata da trajetória de um menino que aos 15 anos de idade, retirara de uma pedra a Excalibur, espada mágica deixada lá por seu pai antes de sua morte. 

O Rei Arthur, teria sido neto por parte de mãe do Mago Merlin. No ritual do Gamo Rei, Arthur criou a Távola Redonda, local de reunião com os demais cavaleiros. Por ser redonda não haveria cabeceira, todos eram iguais ao Rei e a Cristo. Transferiu o reino de Tintagel para Camelot. Ao negar a bandeira de Pendagro, haveria de trair o povo das fadas (parentes por parte de mãe), e insistiu em instituir a bandeira com a cruz de Cristo e da Virgem Maria em Camelot. 

O que chama a atenção nessa história ou lenda é a visão de gestão que nela está inserida. Imagine que numa época tão distante, sem que houvesse ainda definido um conceito de Planejamento Estratégico do ponto de vista científico, um Rei por sua iniciativa cria um modelo de gerenciamento totalmente inovador para o seu tempo, compartilhando com seus pares as principais decisões que haveria de tomar. 
Não é clássico? 
  • De que nos adiantaria conhecer a história se de vez em quando não recorrermos a ela para extrair suas principais lições. Não seria excepcional se as reuniões gerenciais fossem assim? 
  • Na presença do principal executivo da Organização a palavra de todos tivesse o mesmo peso? 
Existem grupos autogerenciáveis em que as relações ocorrem mais ou menos assim, no entanto, a prática geral é diferente. A hierarquia deve existir. Alguém tem que ser o Rei, liderar as ações e assumir as responsabilidades, no entanto, as decisões de cunho administrativo, que envolvem os interesses, sobretudo da força de trabalho, deveriam ter outro encaminhamento, a final, todos somos aprendizes, fazedores de coisas e gerentes de pessoas em potencial. Mesmo o mais simples colaborador gerencia pessoas, senão na empresa, com toda certeza no lar ou em grupos de convivência. 

Compartilhar ideias e decisões que envolvem os interesses das pessoas ou do negócio, me parece ser a decisão mais inteligente do ponto de vista da Administração. A tão falada e às vezes mal falada democracia precisa chegar às empresas. A velocidade do Mundo moderno tem exigido cada vez mais que as decisões sejam postas rapidamente em prática. Não sendo assim, corre-se o risco de ficar para traz e perder o que poderia ter sido um bom negócio. 

Os lendários cavaleiros do Rei Arthur venciam suas batalhas por serem destemidos, mas, sobretudo, porque lutavam juntos. Quando decidiam combater o inimigo, davam o seu melhor e por isto venciam. A divisão de posicionamentos numa empresa, a torcida de alguém para que o colega “se ferre” divide as forças construindo fraquezas. A estratégia das antigas guerras medievais consistia em observar os pontos mais fracos do inimigo para depois subjugá-los. À medida que avançavam em outros territórios iam ganhando força e o respeito dos inimigos fazia com que estes lutassem com também por eles, num exemplo de sagacidade e capacidade de reverter situações antes controversas. 

Vem daí o meu interesse em estudar e aprender com esses exemplos, tanto faz para mim se histórias ou lendas, o que importa realmente e o que fica é o aprendizado que elas transmitem. Os Administradores têm tudo haver com o Rei e seus cavaleiros, pois lhe cabem conduzir um exército de outros profissionais na conquista novos desafios todos os dias. Talvez essa missão fosse mais fácil se aprendêssemos com os ditos medievais a ouvir mais, a compartilhar decisões e a dar o melhor de si na incessante luta pelos resultados. Para a força de trabalho seria uma experiência e tanto. 

Estou convencido de que os acionistas iriam agradecer ao perceberem que a otimização dos recursos estão produzindo maiores possibilidades de lucros. Cabe lembrar, ainda, que se optarmos em seguir os exemplos do Rei e seus valentes Cavaleiros, infelizmente não poderemos contar com colaboração providencial de Magos como Merlin. 

Na Administração não há como fazer mágica. Mágica pressupõe que haja ilusão e ilusão não faz nem pode fazer parte da vida nem da trajetória da carreira do Administrador. Ao administrarmos uma Companhia, estamos lidando com os interesses das partes interessadas (força de trabalho, acionistas, clientes, fornecedores, governo etc), por isto não podemos cometer faltas graves. Se errarmos e isto é inerente à condição humana, devemos assumir e corrigir o erro! Errar é humano e não faço nenhuma questão de me distanciar da minha humanidade, até porque, minha graduação se deu com ênfase em Recursos Humanos, trabalhei quase 30 anos com Recursos Humanos, me afastar da minha humanidade seria o mesmo que negar a minha história pessoal. 

Para não me prolongar muito neste Artigo, recomendo a reflexão sobre o que a história é capaz de nos ensinar. Aprender com o passado é fundamental se quisermos vencer no futuro repetindo os acertos sem cometer os mesmos deslizes no presente. 
Por: Adm. José Mauro Alvim Machado -  http://www.crase.org.br/