sábado, 20 de junho de 2015

Guia Emocional das Cores


By: http://bannwart.com.br/

Quando escolhemos uma cor para elaborarmos nossos trabalhos, sejam trabalhos de design, ilustração, anúncios ou qualquer outro tipo de trabalho visual, devemos ter em mente que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato, e que essa cor escolhida provocará diversas reações em seus observadores, reações essas que podem ser positivas ou negativas, dependendo da sua utilização. Por isso, é extremamente importante estarmos atentos à psicologia das cores e seus significados, para melhor aplicarmos essas cores em nossos trabalhos. É imprescindível que qualquer pessoa que trabalhe com comunicação conheça as teorias básicas da cor, para saber como estas se complementam e interagem umas com as outras.Essas dicas irão te auxiliar em seus projetos.

VERMELHO: Aumenta a atenção, é estimulante, motivador. Indicado para uso em anúncios de artigos que indicam calor e energia, artigos técnicos e de ginástica.

LARANJA: Indicado para as mesmas aplicações do vermelho, com resultados um pouco mais moderados.

AMARELO: Visível à distância, estimulante. Cor imprecisa pode produzir vacilação no indivíduo e dispersar parte de uma atenção. Não é uma cor motivadora por excelência. Combinada com o preto pode ser eficaz e interessante. Geralmente indicada para aplicação em anúncios que indiquem luz, é desaconselhável seu uso em superfícies muito extensas.

VERDE: Estimulante, mas com pouca força sugestiva; oferece uma sensação de repouso. Indicado para anúncios que caracterizam o frio, azeites verduras e semelhantes.

AZUL: Possui grande poder de atração; é neutralizante nas inquietações do ser humano; acalma o indivíduo e seu sistema circulatório. Indicado em anúncios que caracterizem o frio.

ROXO: Acalma o sistema nervoso. A serem utilizados em anúncios de artigos religiosos, em viaturas, acessórios funerários etc. Para dar a essa cor maior sensação de calor, deve-se acrescentar vermelho; de luminosidade, o amarelo; de calor, o laranja; de frio o azul; de arejado o verde.

PÚRPURA E OURO: Cores representativas do valor e dignidade. Devem ser aplicadas em anúncios de artigos de alta categoria e luxo.

MARROM: Esconde muito a qualidade e o valor e, portanto, pouco recomendável em publicidade.

VIOLETA: Entristece o ser humano, não sendo, portanto, muito bem visto na criação publicitária.

CINZA: Indica discrição. Para atitudes neutras e diplomáticas é muito utilizado em publicidade.

PRETO: Deve ser evitado o excesso em publicações a cores, pois tende a gerar frustração.

AZUL E BRANCO: Estimulante, predispõe à simpatia; oferece uma sensação de paz para produtos e serviços que precisam demonstrar sua segurança e estabilidade.

AZUL E VERMELHO: Estimulante da espiritualidade; combinação delicada e de maior eficácia na publicidade.

AZUL E PRETO: Sensação de antipatia; deixa o indivíduo preocupado; desvaloriza completamente a mensagem publicitária e é contraproducente.

VERMELHO E VERDE: Estimulante, mas de pouca eficácia publicitária. Geralmente se usa essa combinação para publicidade rural.

VERMELHO E AMARELO: Estimulante e eficaz em publicidade. Por outro lado as pesquisas indicam que pode causar opressão em certas pessoas e insatisfação em outras.

AMARELO E VERDE: Produz atitude passiva em muitas pessoas, sendo ineficaz em publicidade. Poderá resultar eficaz se houver mais detalhes coloridos na peça.

Copiado: http://www.acervopublicitario.com.br/

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Você é Vítima ou Agente da Mudança ?

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A crise chegou para todas as pessoas que querem ganhar a mesma coisa fazendo o que fazem há mais de 30 anos.

A audiência da novela caiu. A rede Globo diz que está em crise. Como chama a crise da Globo? Netflix!


As vendas de carros caiu. A Ford e a GM dizem que estão em crise. Como chama a crise das montadoras? Bicicleta e metrô!


As vendas do mclixo caiu. O McLixo diz que está em crise. Como chama a crise do McLixo? Franquia de Japonês! 


A taxa de ocupação dos hotéis Ibis está meia boca. Como chama a crise dos hotéis? AirBNB!


As vendas nas lojas de shopping Center está em crise. Como chama a crise dos shopping centers? Lojas virtuais!


As vendas nos supermercados está em crise. Como chama a crise dos supermercados? Restaurantes!


As vendas de linha branca está em crise. Como chama a crise de venda de geladeira, fogão e microondas? Bom Negócio e OLX!


As vendas de corrida de táxi está em crise. Como chama a crise dos taxistas? UBER!


As vendas em lojas de acessórios para eletrônicos está em crise. Como se chama a crise dos eletrônicos? Alibaba Express.


Enquanto a China envia pedidos de compra de relógios de pulso e vestidos de noiva com frete grátis para a cidade de Rio Claro, você cobra 30 reais para enviar o pedido do seu cliente da zona sul para a zona norte dentro da sua cidade de 50 mil habitantes!


Se VOCÊ está em crise; ou se VOCÊ é do tipo que reclama da crise; é porque você é do tipo que faz negócios do jeito que o seu avô 


Se liga! Nessa VIDA, ou você é um agente de mudanças, ou uma vítima delas.


O que você é?



Por:Ricardo Jordão.http://www.bizrevolution.com.br/

Contribuição :Sandro Alves

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Os 8 Tipos de Inteligência

Se você procurar no Google “tipos de inteligência” vai achar alguns com 7, 9 e até 32 tipos… eu irei listar as 8 propostas pelo professor de Harvard, Howard Gardner, em sua “teoria das inteligências múltiplas”. Organizei de um modo diferente, personificando cada uma delas. Veja se você consegue se identificar com algum:
  1. O linguista: tem facilidade em se expressar de forma tanto verbal como escrita, escolhe bem as palavras, consegue simplificar questões complexas. É evidente em vendedores talentosos, escritores e consultores. Nas crianças, pode ser encontrado naquelas que perguntam muito ou gostam de ler.
  2. O lógico-matemático: tem facilidade com números, quantidades e possuem raciocínio lógico — como causa e efeito. São os famosos lado-esquerdo do cérebro e mais associados ao QI tradicional. Evidente em engenheiros, programadores, físicos e contadores.
  3. O artista: tem facilidade em desenhar, medir, grandes noções espaciais. É uma pessoa basicamente visual, grava imagens, cores e formas facilmente. Mais evidente em pintores, desenhistas, estilistas, arquitetos, designers e pilotos.
  4. O músico: tem a capacidade de discernir o tom, timbre, entonação e ritmo. Consegue identificar, reproduzir e criar sons com facilidade. Mais evidente em… músicos, claro.
  5. O habilidoso: é o atleta.  É bom em atividades motoras e que exijam muito do corpo. Ele também possui bom timing e equilíbrio entre corpo e mente. Mais evidente em atletas, inventores, dançarinos, artistas-marciais e atores.
  6. O naturalista: quando criança é aquela que gosta de ciência, adora colocar a mão na terra e brincar com todos os tipos de animais. Tem facilidade em diferenciar espécies e vários tipos de coisas. Acredita-se que bons empreendores possuem alta inteligência natural e que ela o ajude a identificar as necessidades dos consumidores e oportunidades de mercado.
  7. O auto-conhecedor: é a pessoa que está sempre em busca de se conhecer melhor, avaliando seus objetivos e analisando suas emoções. Se conhece muito bem e utiliza esse conhecimento para conhecer  e influenciar os outros, além de  planejar ou criar estratégias.  Tem grande interesse em conhecer o ser-humano. Presente em grandes líderes, conselheiros, psicólogos, escritores e outros.
  8. O simpático: se dá muito bem com pessoas. Ouve bastante, comunica-se eficazmente tanto com palavras como com o corpo, gosta de trabalhar em equipe e é sociável. Tem facilidade em saber o que o outro está sentindo e analisar sob diferentes pontos-de-vista. Presente em líderes motivacionais, empreendedores.
Conseguiu se encontrar? 
Alguns tipos são mais dificeis que outros, mas é importante destacar que todos nós temos as 8 inteligências, a forma como ela está distribuída é que define nossas habilidades — e basicamente quem você é. Isso explica porque algumas pessoas são ótimas em história e péssimas em matemática; ou são grandes funcionários em uma empresa e medíocre em outra (que não exploram as habilidades certas).
Seja inteligente e principalmente criativo.
Copiado: http://www.saiadolugar.com.br/

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Os Mitos do Business Intelligence (BI)

Por toda a parte existem mitos sobre os mais variados temas, o mundo dos negócios não escapa a esse fenômeno. 
Dado o progresso do Big Data e do Business Intelligence, de uma forma estrondosa para muitas empresas e empresários, criam-se certos mitos que são provocados, em muitos casos, pelo receio que a mudança acarreta.
No que toca à análise de dados e ao próprio Business Intelligence existem alguns mitos criados por um senso comum muito convencional e que convém desmistificar.
Um deles é a convicção de que apenas os gestores que tomam decisões na empresa necessitam de BI. Nada mais errado, já que por muito que a palavra final passe apenas por um gestor, esta ferramenta deve estar acessível a vários elementos dentro da empresa, ou até mesmo a todos os colaboradores. 
Isto porque cada colaborador apresenta um know-how diferente, correspondente à sua área de atuação, o que faz com que o seu acesso aos dados possam revelar-se bastante úteis, através das mais variadas análises para fundamentar uma decisão.
Outro mito prende-se com o facto de os utilizadores pensarem que a ferramenta de B.I, por si só, interpreta os dados e desenvolve um relatório de gestão da forma mais eficaz possível. 
Desengane-se, por muitos bons relatórios e dados que a ferramenta forneça, é crucial existir um recurso humano com capacidades de análise desses dados. 
Não se esqueça que os dados fornecidos são "estáticos" cabe ao homem retirar ilações desses mesmos dados e desenhar estratégias com os mesmos.
Indiretamente ligado ao mito anterior,  muitos gestores "desculpam-se" com o facto de ser necessário pagar a analistas ou que é necessário recrutar alguém específico para usar a ferramenta de B.I. 
Agora reflita um pouco, mas é necessário algo do género, porquê? Todos nós possuímos capacidades de análise, todos nós conseguimos olhar para um gráfico e retirar conclusões, certo? Por vezes, basta pegar num colaborador que ache mais "ajustado" e treiná-lo para otimizar as suas análises. Fica com a prata da casa e garante análises ajustadas ao negócio!
Por fim, um mito que está ligado mais aos empresários que já detém ferramentas de B.I. Não caia no erro de pensar que por ter acesso a inúmeros dados tomará melhores decisões! Parece contraditório, mas encontro-me apenas a apelar para um bom balanço de variáveis. 
Não é pelo fato de os dados estarem a sua frente que estão a ser bem analisados ou bem aproveitados. É com prática, com calma e com pensamento estratégico que tudo se alinha de forma a tomar boas decisões.
As ferramentas de B.I contribuem para a melhoria do seu negócio, mas é um processo que tem de ser levado de forma gradual. Todas as análises levam tempo e prática até serem otimizadas. 
Não se deixe levar por certos mitos e atualize o seu negócio de forma a potenciar as suas vendas.
Copiado: http://www.artigonal.com/

terça-feira, 16 de junho de 2015

DICAS DE COMO UTILIZAR A LINGUAGEM CORPORAL NO TRABALHO


O corpo diz muita coisa sobre você.

Por isso, é necessário estar sempre atento a cada gesto, evitando que atitudes mal pensadas acarretem em problemas e até mesmo uma demissão. 

A linguagem corporal pode ser muito útil para o fechamento de uma venda ou negócio, e até para o estabelecimento de parcerias comerciais.

Portanto, fique sempre de olho em seus sinais físicos, evitando que sua linguagem corporal transmita algo diferente do que você realmente deseja ou sente. 

São algumas atitudes corporais que devem ser evitadas:
  • Olhar para baixo;
  • Mexer as mãos exageradamente;
  • Parecer bagunçado;
  • Dar as costas ao público;
  • Ser evasivo;
  • Ser apressado;
  • Revirar os olhos.
Por outro lado, existem atitudes que, se colocadas em práticas, podem melhorar o ambiente e o relacionamento entre colegas.

DICAS DE LINGUAGEM CORPORAL FAVORÁVEIS

OLHOS NO OLHOS

Prefira olhar as pessoas nos olhos, e não por cima de suas cabeças. Ao cumprimentá-las, sorria e aperte a mão firme, esse tipo de atitude revela veracidade e comprometimento.

AS MÃOS TAMBÉM FALAM

Ao falar, suas mãos precisam ser vistas acompanhando o que você diz, dando mais ênfase ao seu discurso e enriquecendo o valor de suas palavras.

SORRIA

Sempre que o assunto permitir, exiba o seu melhor sorriso, ele adiciona calor e confiança ao ambiente.

MANTENHA UMA POSTURA ACOLHEDORA

Isso faz com que as pessoas fiquem mais descontraídas, atenciosas e desarmadas.

RELAXE

Se estiver tenso, tente relaxar. A rigidez muscular interfere na harmonia dos seus gestos e também na sua fala.
Copiado: http://www.jrmcoaching.com.br/

segunda-feira, 15 de junho de 2015

O Velho e o Mar, uma Lição Profissional de Ernest Hemingway

Você pode achar que o livro "O Velho e o Mar" de Hemingway é um livro político, de luta de classes, e outras tantas interpretações que vimos por aí.
Quero trazer o livro uma realidade cotidiana das empresas atualmente.
Vamos contextualizar o livro: 
Escrito em 1952, o livro trata um pescador velho que acreditava ter acabado o tempo para si e decide se lançar ao mar para tentar a boa sorte. Dias se passam, e depois de mais dias lutando para pescar um peixe espada imenso que consegue trazer ao lado de sua barca, ele precisa lutar mais tantos dias contra os tubarões que cercam a barca para comer o peixe imóvel e fácil… 
Ele consegue chegar em terra apenas com a carcaça do maior peixe que pescou na vida…
E como isto tem a ver com nossa vida profissional?
Vamos pensar no processo eletrônico: Quantos advogados com mais idade estão como Santiago, o personagem do livro, lutando contra o mar do processo eletrônico e seus tubarões – mudanças diárias do meio de se comunicar com o judiciário?
Vamos pensar na gestão jurídica: 
  • Quantos profissionais se consideram velhos ou inexistentes para voltar ao mar do mercado jurídico por não se sentirem adequados as novas realidades de mercado? 
E estes profissionais muitas vezes estão com o peixe espada caçado, pronto, inerte ao seu lado e deixam os tubarões mais novos pegar a sua pesca.
Vamos pensar na tecnologia: 
  • Quantos estão comprando peixes espadas pensando em se alimentar quando precisam na verdade de peixes bons e em fartura para sobreviver? Adquirem tecnologia ultra/mega/plus moderna e não usam nem 1/3, deixando aos tubarões seus investimentos.
Mais de 50 anos depois, Ernest Hemingway nos brinda com muito ensinamento sobre gestão, tecnologia, processo eletrônico e gestão de pessoas:
  • Idade cronológica não faz uma pessoa. A pessoa é um misto de sua personalidade, conhecimento, experiências e principalmente o que ela faz com tudo isto no seu dia a dia.
Que possamos refletir e agir como o Santiago no livro, mesmo cronologicamente com idade avançada, não desistiu de lutar por aquilo que acreditava e somente voltou a terra firme quando conquistou seus objetivos.
  • Não desista porque mudaram o meio pelo qual você se comunicava uma vida toda com a sua profissão.
  • Não desista porque a tecnologia pode ser um pouco complexa e mudar rápido.
  • Não desista porque algo que sempre deu certo, como organizar o seu escritório com papel e agenda física, hoje não funciona.
A mudança é que pode movimentar o moinho e trazer energia.
Não canse de aprender, pois como já disse o filósofo: O homem não morre quando para de respirar, mas sim quando para de viver.
  • Viva a vida!
  • Viva a gestão e tecnologia!
Por Gustavo Rocha -  http://www.artigonal.com/

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Personalidade e Caráter

O caminho mais grandioso para viver com honra neste mundo é ser a pessoa que fingimos ser”. Sócrates
Personalidade:
O termo teve origem na palavra latina 'persona' usada originalmente para designar as máscaras usadas pelos atores no antigo teatro grego e, com o passar do tempo passou a ser descrita como a máscara que usamos para ver o mundo.
  • “As personalidades variam do extrovertido ao introvertido, do sociável ao tímido, do agressivo ao passivo, do simpático ao chato, do desafiador ao negociador, etc.”         James C Hunter
  • A personalidade se desenvolve e se consolida até os seis anos de idade”. (conceito em psicologia)
  • “Aspecto visível que compõe o caráter individual e moral de uma pessoa, segundo a percepção alheia”.   (Dic. Hoaiss)
No aspecto pessoal o ser humano assume comportamentos diferenciados em função da situação ou posição em que se encontra: amistoso na comunidade estudantil, responsável no trabalho, descontraído no clube, circunspeto na prática religiosa, liberado na família, etc.
  • No aspecto organizacional é a atitude compromissada da organização com seu modo de “estar”; uma dimensão situacional, porém não volúvel, função da interação com o meio ambiente, com a cultura; uma escala de referência para as políticas de ações que podem ser aferidas numa escala de limites entre “bom“ e “mau“ sendo um guia “externo” de sua atuação; permite à sociedade identificar as atitudes da organização (em sentido figurado: a personalidade da empresa); novos valores podem ser adquiridos e outros descartados, na adequação às variâncias sociais do ambiente. 
Os valores são condicionantes e/ou qualificadores da atitude, da atuação. Por exemplo, a Responsabilidade Social é um valor novo para algumas empresas e outrasainda virão a adotá-lo. O portfólio de valores (regras, leis, preceitos) da organização orienta seu comportamento em relação às suas clientelas.
Caráter:
Teve origem num verbo grego que significa ‘gravar’. Amarca moral de uma pessoa, portanto, é o sinal visível de sua natureza interior. É o que somos por baixo de nossa personalidade (máscara).
O caráter continua a crescer e a se desenvolver ao longo da vida. ... É a nossa maturidade, força moral e ética que guia nosso comportamento de acordo com nossos princípios e valores.
Entre o estímulo e a reação atua o caráter.
  • “... nossos hábitos (bons e maus) que formam nosso caráter são fortemente influenciados tanto pela hereditariedade quanto pelo ambiente. Influenciados sim, determinados, não...”
  • “Caráter é a soma total dos nossos hábitos, virtudes e vícios”.     James C Hunter
  • “Os hábitos que formamos desde a infância não fazem pouca diferença - na verdade fazem toda a diferença”. Aristóteles
A construção do caráter se dá:
        No lar: ensinamentos e princípios herdados da família,
        Na escola: lições e valores ensinados pelos mestres,
        Na comunidade: pelo convívio com grupos sociais.
O caráter varia de acordo com os padrões éticos, morais, religiosos vigentes na sociedade que faz parte e foi educado, assim não existe uma escala para o caráter, nem pouco, nem muito, nem mais, nem menos, e sim consoante ou dissonante com a cultura. Em algumas sociedades a poligamia é aceita, em outras as mulheres sofrem discriminação, etc.
Na dimensão empresarial é a atitude compromissada da organização com o seu modo “ser”, imutável e inflexível reflete o ‘caráter’ da organização; um conjunto de posturas inegociáveis, inalheável que independem do meio de atuação; inexiste o implemento ou descarte de novos princípios independente do cenário; pertencem à dimensão permanente da empresa; um posicionamento entre o “certo” e o “errado”, sem meio termo; uma indicação do que é devido.
Copiado: http://wagnerherrera.blogspot.com.br/

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Processo de Fabricação do FUSCA ( Anos 50/60) na fábrica da Volkswagem



Fabricação do fusca na fábrica da volkswagem, todo o processo da fabricação das chapas, montagem dos motores até os testes finais de qualidade, vale a pena conferir, audio em inglês, mas não existe a necessidade de entender o audio pois as imagens falam por si.




Copiado: https://www.youtube.com/watch?v=rVTjgwCEbPQ