quarta-feira, 10 de junho de 2015

Dez Propagandas Antigas de Cervejas

Seleção com propagandas antigas com a bebida mais consumida pelos brasileiros: a cerveja!

Divertidas, musicais, irreverentes. Prepare para uma boa dose de propagandas brasileiras com a bebida alcoólica mais consumida de norte a sul: a cerveja. As campanhas não chegam a ser tão antigas, mas mostram o quanto a publicidade brasileira pintou e bordou na imaginação para atiçar o desejo por um copo bem gelado de cerveja. Mascotes e celebridades fazem parte do pacote. Aprecie com moderação a bebida e abuse no uso do nosso acervo que está imperdível:


Propaganda da Cerveja Antártica com Hebe Camargo e Dercy Gonçalves em 1991.
Cerveja Antártica (Hebe & Dercy) - Anos 90
(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)

Imagine em um só comercial o divertido papo entre Dercy Gonçalves e Hebe Camargo. Isso foi possível graças a uma divertida campanha da Cerveja Antártica. As duas damas da televisão e do rádio em uma pérola publicitária. 


Propaganda da Cerveja Malzbier com indicação de consumo durante o trabalho.
Cerveja Malzbier (Beber no Trabalho) - 1967
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)
Você deseja beber uma cerveja durante o seu trabalho? Em 1967, a propaganda da Cerveja Malzbier tentava convencer que a bebida não causaria problemas para o trabalhador e nem para a empresa.



Propaganda da Cerveja Brahma com os famosos caranguejos.
Brahma (Caranguejos) - Ano 2000
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Famoso comercial criado pela F/Nazca para a Cerveja Brahma. Foram produzidas divertidas situações com caranguejos que disputavam um gole de cerveja.



Propaganda de reposicionamento da Cerveja Bavaria com os Amigos (cantores sertanejos)
Cerveja Bavaria (Hoje é Sexta-Feira) - 1997
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Comercial de reposicionamento da Cerveja Bavaria com os "Amigos", formada pelas duplas Leandro e Leonardo, Chitãozinho e Xororó e Zezé di Camargo e Luciano, que estrelaram a campanha da marca. Com ela, a adaptação da música "Cerveja" ficou famosa por caracterizar a sexta-feira com um dia típico de celebrar a vida ao lado dos amigos.


Propaganda da Cerveja Caracu com indicação com mistura com ovo.
Caracu com Ovo - 1957
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CARACU COM OVO? Quem já tomou? Uma fórmula que promete dar muita energia para os donos de paladares bem forte. Em 1957, a cerveja fez um comercial que apresentava essa fórmula para a família.




Propaganda da Cerveja Brahma com sua famosa tartaruga.
Brahma (Tartaruga) - Ano 2000
(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)

Quem lembra da tartaruga da Brahma? Ela participou de uma série de comerciais no ano 2000. Hora de relembrar dois VTs. Assista, clicando na imagem ao lado.





Propaganda da Cerveja Skol para promover o evento Skol Rock (rockeiros idosos).
Skol (Roqueiros Idosos) - 1998
(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)

Propaganda do festival Skol Rock, de 1998. Um festival com uma programação nota dez. Muitos vão lembrar deste comercial. Uma irreverente brincadeira com os idosos no bar. Um pacato jogo de dominó é transformado em puro rock.




Propaganda da Cerveja Antártica com Lima Duarte sendo um padre muito reverenciado na cidade.
Cerveja Antartica (Lima Duarte) - 2002
(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)

Criativa e interessante campanha da Cerveja Antartica apresentada em 2002: Lima Duarte interpreta um padre fortemente reverenciado na cidade. O motivo de tanta reverência? Confira no VT ao lado.



Propaganda da Cerveja Skol com uma sereia muito sensual.
Skol (Sereia) - Ano 2000
(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)

Mais um irreverente comercial da Skol. Este, do ano 2000, mostra a aproximação de um homem e uma sereia. Recordar é beber viver!






Propaganda da Cerveja Antártica com Matheus Nachtergaele em 2001.
Cerveja Antartica (Descalço) - 2001
(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)

Mais uma brilhante campanha interpretada por Matheus Nachtergaele para a Cerveja Antartica no ano de 2001. Dentro desta linha bem divertida, foram produzidos outros filmes da campanha que poderá acompanhar no nosso site:CoronelGarimpo e Dinossauro.



Copiado: http://www.propagandashistoricas.com.br/

terça-feira, 9 de junho de 2015

O Mistério da Marcas

Um logotipo pode dizer muito, mas às vezes precisa de tradução. Conheça o sentido por trás de algumas imagens vendedoras
  • TÁ NA CARA
APPLE - A maçã lembra Isaac Newton; a mordida, o senso de descoberta.

DOVE - Era marca exclusiva dos militares. Daí a pomba (em inglês, dove) da paz.

QUAKER - O quaker (grupo cristão) do desenho é William Penn, fundador da Pensilvânia.

ABRIL - Abril é primavera na Itália, país da família do fundador, daí o nome e a árvore verde.

GUARANÁ - Literal, mostra o fruto que é a base do refrigerante.

PLAYBOY - Para seu criador, Hugh Hefner, o coelho traz “óbvias conotações sexuais”.

PÃO DE AÇÚCAR - São o Pão-de-Açúcar e o morro da Urca nostálgicos (sem bondinho).

TIGRE - É a pegada do tigre, presente em todos os produtos da marca.

TIMBERLAND - Lembra a marca (“terra da lenha”, em inglês) e os calçados para aventura.

MICHELIN - O simpático bonequinho é formado de pneus, produto da empresa.

LINUX - O criador do software achou uma foto de pinguim na rede e adotou o símbolo.
FERRARI - O cavalo originalmente era o símbolo de um piloto italiano herói de guerra.

LACOSTE - Crocodilo era o apelido do aguerrido tenista René Lacoste, criador da marca.

PERDIGÃO - A empresa nasceu na Vila das Perdizes (outro nome pra per digão), hoje Videira (SC).

HERING - Os peixes são arenques — em alemão, hering, sobrenome dos fundadores.

DURATEX- O rinoceronte estilizado simboliza a durabilidade dos produtos.

NESTLÉ - O nome significa “ninho zinho” em francês, daí a singela família de pássaros.

RED BULL - O combate de touros vermelhos representa a energia que a bebida dá.

BACARDI - A destilaria onde o famoso rum foi criado era frequentada por morcegos.

CAVALERA - A fênix de duas cabeças representa a capacidade de renovação a cada coleção.

  • ÓBVIO PARA QUEM CONHECE
BMW - A sigla significa “fábrica de motores da Bavária”, cuja bandeira está no círculo.
BIC - O Bic Boy foi criado em 1961 para popularizar canetas entre crianças.

OLYMPIKUS - Simples e direto: uma conexão com os anéis dos Jogos Olímpicos.

PEUGEOT - O leão em pé é o símbolo do Franco-Condado, região de origem da montadora.

MSN - A borboleta “captura a imaginação e a liberdade” de conversar no MSN.

KIBON - A imagem busca harmonizar a forma de coração com a consistência de um sorvete.

GOODYEAR - A borracha vulcanizada vem de Vulcano, mas o pé é de outro deus, Mercúrio.

JAVA - Parece erro de programação, mas java é uma gíria americana para café.

AGIP - As 6 patas do cão somam 4 rodas do carro e 2 patas do motorista. Sério.

FABER-CASTELL - Os cavaleiros representam força, precisão e tradição.

  • LETRAS OCULTAS
BOZZANO  - É um B, mas também representa movimento de passar creme na bochecha.
TEXACO - A estrela e o T simbolizam o Texas, “o estado da estrela solitária”.

MOTOROLA - O “M” mirando para cima é um símbolo da permanente busca da liderança.

CHANEL - A corrente é feita com as iniciais da fundadora, Coco Chanel.

VOLKSWAGEN - Para quem nunca reparou: há um V (“volks”) sobre o W (“wagen”).

LG  - O L e o G do rosto sorridente buscam conectar humanidade e tecnologia.

TOYOTA - É um T estilizado e também um globo representando o potencial de expansão.

ZOOMP - Repare que tem um Z no meio do raio, símbolo de energia criativa.

BANCO DO BRASIL - A forma parece abstrata, mas são dois bês entrelaçados.

ELECTROLUX - O “biquíni fio-dental” é na verdade um E, bem achatado, sobre o sol.

  • FORMAS QUE FALAM
SHELL - A “concha” da petrolífera vem do pai do fundador, que tinha uma coleção delas.

GLOBO - É um globo com uma tela (desde 2008, widescreen) transmitindo... um globo!

VARIG - A rosa-dos-ventos lembra o tempo em que seus aviões percorriam o mundo inteiro.

MERCEDES-BENZ - A estrela tem 3 pontas pela ambição do fundador de dominar terra, mar e ar.

ABN AMRO / BANCO REAL - O escudo simboliza tradição, o verde, estabilidade e o amarelo, otimismo.

CREDICARD - Entre as elipses, um cartão de crédito que expande horizontes.

VALE - É um V, é um vale, são as cores do Brasil e ainda um morro com extração mineral.

MARBOLRO - O abstrato M vermelho é herança de quando o filtro era dessa cor.

UNIBANCO - Os elos simbolizam a união de instituições que gerou o Unibanco. Antes do Itaú, claro.

BRADESCO - ada elemento tem uma explicação, mas, em resumo, é uma árvore.

  • ESTÁ NOS DETALHES
MITSUBISHI - Em japonês, significa literalmente “3 losangos”, representados na marca.
HSBC Os triângulos brancos são um H e os vermelhos simbolizam expansão.

MONTBLANC - Homenagem ao ponto culminante da França, visto de cima, coberto de neve.

STARBUCKS - A rede de cafés nasceu no porto, daí a sereia — que segura dois rabos.

YAMAHA - São 3 diapasões (instru mentos de afinação), pela origem musical da marca.

HYUNDAI - O H mostra (ou deveria mostrar) duas pessoas trocando um aperto de mãos.

CARREFOUR - Tem quem nunca tenha enxergado o C subliminar entre as cores da França.

CHEVROLET - Nem cruz nem gravatinha: o designer copiou um padrão de papel de parede.

ADIDAS - A “florzinha” é na verdade um mapa-múndi dividido em 3.

SANTANDER - A chama representa força, estabilidade e liderança.

AUDI - Os 4 círculos representam a união de 4 empresas que formaram a montadora.

NIKE - Não são as “asas da vitória”, mas um símbolo abstrato, escolhido em concurso.

ATARI - O fundador americano curtia tanto o Japão que se inspirou no monte Fuji.

UMBRO - Cada losango representa um dos fundadores, Harold e Wallace Humphrey.

RENAULT - Desde 1972 o “diamante” provoca ilusão de ótica, pois a caixa não se fecha.

PARMALAT - A mistura de flor e sol representa o frescor natural dos laticínios.

AL JAZEERA - A “flor” é o nome da emissora em árabe, com caligrafia estilizada.

TERRA - As elipses formam uma janela que transporta o internauta para outros mundos.

UOL - É o Universo e, dentro dele várias órbitas de corpos celestes que se cruzam.

SONY ERICSSON - Com muita boa vontade, você vê na bolinha um S e um E minúsculo.

Por: Emiliano Urbim - http://super.abril.com.br/

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Conhecimento, Habilidade, Atitude...

Atualmente está em voga se falar das competências, existe o termo Gestão de Competências, mas, o que realmente significa “Competência”? 



Conceitos

Conhecimento: é o “Saber”

Tipicamente, é o que se aprende na escola ou na faculdade. 

Não é definitivo, envolve reaprender, evoluir, descobrir novos aspectos, aumentar o conhecimento…

Habilidade: é o “Saber Fazer”

Corresponde a fazer uso real do conhecimento, usar o conhecimento para resolver problemas, gerar novos conceitos.

Atitude: é o “Saber Fazer Acontecer” (querer fazer). 

Significa obter resultados de excelência a partir do Conhecimento e da Habilidade, é ter pró-atividade, não esperar ordens ou acontecimentos para então agir, é antecipar-se a eles.

Conhecimento, Habilidade, Atitude – exemplo

  • Um excelente aluno de Engenharia Metalúrgica tem grande Conhecimento sobre metais, composição, resistência mecânica e à corrosão (teoria).
  • No entanto, requer algum treino para poder identificar uma micrografia, caracterizar um defeito apontado em um ensaio radiográfico de uma junta soldada, avaliar a criticidade de uma trinca. Com este treino (prática) ele terá adquirido Habilidade.
  • Ao trabalhar em uma empresa, em um projeto, estará ajudando a resolver os problemas que lhe são propostos. Em dado momento, ao ser avaliada a utilização de um material em determinado equipamento ou estrutura, ele poderá anunciar uma alternativa mais eficaz, mais segura ou mais econômica – neste caso, estará utilizando seu conhecimento e habilidade, mas estará também demonstrando Atitude.
Certamente o leitor saberá identificar situações similares em seu próprio ramo de atuação, ficando desta maneira clara a diferença conceitual entre Conhecimento, Habilidade e Atitude.

Conhecimento, Habilidade, Atitude – competência
  • A competência corresponde à sinergia entre estas três vertentes, e a necessidade do uso concomitante das três – a isto damos o nome de Competência.
Estes três pilares devem estar presentes: não adianta nada apenas o conhecimento. Muitas vezes nos deparamos com estudiosos que nunca praticaram a sua ciência, o que de nada serve. 

Quem de nós toparia ser operado por um cirurgião de excelentes notas na faculdade, mas que nunca fez uma cirurgia?

Por outro lado, apenas a habilidade, sem o conhecimento teórico, também não adianta…

Enquanto o Conhecimento e a Habilidade estão diretamente ligados respectivamente à Teoria e à Prática, a Atitude é algo mais intrínseco às características de cada um, apesar de poder também ser desenvolvida.

Aqueles que equilibram adequadamente estes conceitos – 

Conhecimento, Habilidade, Atitude – tem o que todas as Organizações e Empresas buscam em seus profissionais: a Competência.


sexta-feira, 5 de junho de 2015

6 Lições da Administração que Você Deve Aprender com os Leões

Os leões são seres extraordinários: corajosos, destemidos e absolutamente focados. Na perigosa floresta, eles comandam com bravura e ardor e nenhuma outra criatura é capaz de sobrepujá-los, pois eles são os animais mais implacáveis e ferozes que a teia selvagem abriga, o que sintomaticamente faz com que todos os outros se sintam ameaçados, aterrorizados e aniquilados pelo olhar fauno e intimidador de suas intrépidas e inigualáveis pupilas.
Contam os sábios anciãos que um rugido ecoado por essas feras tem o poder máximo de estagnar o vento e de parar longamente as estrelas, mudando colossalmente as dimensões terrestres pela estrondosa vibração germinada pelas ínfimas cordas vocais desses exponenciais e supracitados carnívoros.
Já tive o privilégio mágico de estar próximo a esses valentes e potentes predadores: aprendendo a ser mais autoconfiante, menos covarde e mais ativo, sendo discipulado por entes que não tinham capacidade alguma de falar a minha língua, mas que me transmitiam didaticamente e claramente todas as lições possíveis por meio de gestos, ações e absolutas sensibilidades, porquanto tinham uma qualidade ímpar que falta em muitos seres humanos da nossa era, a saber: a humildade.
Sim, apesar de serem seres titânicos e tipicamente enraivecidos, eles possuem empatia no olhar e mansidão na alma, contagiando qualquer pessoa que se aproxime pela sumptuosa arte de serem integralmente verdadeiros e peculiarmente abnegados. Para ter uma base plausível do tamanho do coração dessas bestas torrenciais, saiba que elas demonstram carinho e respeito pelos seus pares através de uma tradicional e inconfundível “lambida”, que apesar se algo rústico e totalmente campestre representa um amor ingênuo e raro entre criaturas que desavergonhadamente se amam - e se completam -.
Há alguns anos atrás conversei com um biólogo que passou um tempo no zoológico envolto a esses entusiasmantes bichos. Muito animado e descontraído, ele me disse que o que mais marcou esse encontro entre um humano (ele) e um animal (o leão) foi às brincadeiras que os felinos realizavam instintivamente: parecendo meras crianças – puras e imaculadas -, ostentando uma ingenuidade divinizada sem perder suas originais e marcantes raízes selvagens. Confesso que fiquei muito feliz ao ouvir tamanhas considerações que surpreenderam imediatamente o meu núcleo e solaparam transcendentalmente minhas convicções: me ensinando doutrinas valiosíssimas sobre caráter e honradez que não aprendi em nenhum dos meus ciclos sociais e tampouco nas inúmeras instituições que frequento.
Como profundo conhecedor da área em foco e possuindo incontáveis milhas rodadas em volta desse complexo e apaixonante tabuleiro, tenho cada vez mais certeza de que esses seres podem contribuir demasiadamente para o crescimento dos futuros administradores por intermédio de suas ricas e inigualáveis sabedorias, materializando impulsionar tais empreendedores para os cenários competitivos e genuinamente elevados.
Por todos esses intentos mencionados até agora, resolvi reter seis lições que podemos aplicar em nossas carreiras inspiradas fielmente nesses paladinos de juba, objetivando aprimorar nossas competências e lapidar infinitamente nossos atributos. Confira:
1 – Antecipação: os leões não esperam as coisas acontecerem, eles fazem as coisas acontecerem, de modo que jamais são surpreendidos pelo simples fato de agirem no presente pensando exacerbadamente no futuro. Para conhecimento: eles se preparam meticulosamente contra eventuais ataques que podem ameaçar a segurança macro do bando, organizando numerosas maneiras para proteger a tribo desses predadores agressivamente implacáveis, executando uma estratégia antecipatória e organizadamente planejada.
No mercado, essa visão tática do porvir também é fundamental para que o líder consiga prematurar algumas variáveis negativas que esporadicamente podem vir a surgir, edificando um escudo firme para se defender desses infestos ataques  e uma espada rija para contra-atacar essas funestas embromações, demostrando para o inimigo o tamanho da galáxia em que ele está perigosamente flutuando e subestimando.
2 – Inteligência: os leões são animais que se alimentam da passividade e da inércia de suas vítimas, atacando seres óbvios e apáticos que não raramente dão brechas extensas para seus algozes astutamente aproveitarem. Para compreensão: esses monstros da selva armam ardilosas e eficazes arapucas embasadas no estudo microscópico e metódico do comportamento linear de suas vítimas que teimam em repetir pateticamente hábitos e atitudes que facilitam demasiadamente as aguçadas pupilas desses audazes felinos rochosos.
No cenário dos negócios, essa perspicácia é um excêntrico atributo que deve ser usado fortemente para ceifar clientes e conquistar parceiros, demonstrando para os stakeholders um poder mirabolante - capaz de seduzi-los e encantá-los, tal qual um céu recheado de infinitas e reluzentes constelações que insistem em magnificentemente cintilar. Em outros termos, se um homem sabe dar a outros homens coisas diferenciadas, ele prospera naturalmente em qualquer cidade do mundo, porque aprendeu o sumo valor da alteridade, da autenticidade e da heterogeneidade - torres que impulsionam poderosamente a carreira e transformam qualquer criatura em uma entidade raríssima e intrinsicamente singular.
3 – Resistência: os leões reconhecem que os esforços físicos e mentais possuem certos limites e que estes devem ser disciplinadamente respeitados e valorizados. Assim, eles reservam um tempo para a regeneração de suas forças e remodelação de suas psiques, procurando restaurar suas energias e equilibrar suas emoções através de pausas planejadas e metodicamente calculadas.
No mundo business, essa questão também é importantíssima, porquanto resistência e resiliência precisam fazer parte da vida de qualquer profissional que queira ser produtivo sem deixar de ser prudente, conjecturando gerenciar inteligentemente o estresse e as esferas desgastantes por meio de ações fielmente preventivas e coibitivas. Lamentavelmente, alguns empreendedores acham que ser um workaholic inconsequente traz felicidades, prosperidades e glorias, contudo eles esquecem que o homem é apenas uma máquina e como tal precisa de cuidados, precauções e manutenções, realizando premeditadas intervenções na contínua busca por um equacionamento entre consciência e substância para que esse alicerce robótico dotado de sentimentos e emoções possa funcionar solidamente e perfeitamente, sem que hajam imperfeições ou infuncionalidades causadas por ignorâncias gananciosamente insensatas.
4 - Imponência: os leões ostentam um rugido possantemente atemorizador que faz todos os integrantes do reino animal temerem e tremerem perante essa estrondosa e ensurdecedora trovoada vocal. Certamente, essa ação impõe respeito, autoridade e soberania, edificando tronos sob um pedestal colossalmente inalcançável para esses impetuosos seres reinarem e coordenarem com excelsa e imperiosa tirania.
Semelhantemente ao universo leonino, nas empresas o marketing pessoal é uma virtude fundamental para o profissional estampar uma marca consistente perante sua comunidade, conquistando a merecida admiração daqueles que aprenderam a estimar um individuo que soube se impor com fervor e absoluto arroubo diante de seus estimados e agraciados pares, fazendo os mesmos sentirem a segurança plena enraizada em seu requintado coração e a confiança vigorosa edificada em sua plumada consciência.
5 - Liderança: os leões são exímios comandantes e regem seus liderados com cetro de ferro – doutrinando-os com absoluta organização e firmeza para seus pupilos aprenderem recorrentemente a importância da reverência e da obediência aos mestres do bando: que precisam, dentre outras coisas, serem ouvidos, admirados e respeitados.
Na casta empresarial, essa caraterística é extremamente impreterível para qualquer administrador, porque é impossível conquistar vitórias e atingir alvos sem ter uma equipe sinérgica e entrosada. Em outras palavras, é somente por meio da criação de uma teia fortemente unificada que os líderes poderão finalmente alcançar resultados rápidos e intensivamente expressivos, dado que o mercado é volátil e a única forma de combatê-lo em sua vasta imprevisibilidade é através do raio intelectual que uma equipe de alto desempenho têm: que poderá entregar total agilidade, excelência e eficiência em todas as ramificações presentes, ampliando globalmente o nível de sabedoria da organização por meio de seus inexoráveis dons, talentos e aptidões.     
6 - Afeto: os leões cuidam uns dos outros e jamais permitem que a solidão os atinja, gerando uma cadeia familiar indestrutível e completamente dotada de sublimes generosidades. Seguramente, essa postura faz com que o ninho seja um amontoado de criaturas empáticas que praticam a servidão constantemente para manterem a estabilidade do grupo intacta e protegida das perniciosas e astutas ameaças externas.
Na atmosfera organizacional, essa postura deve ser praticada com total veemência, pois saber entender os sentimentos e pensamentos alheios é algo que eleva o patamar de qualquer individuo, fazendo o mesmo ser reconhecido pelo sempar dote de ser um profissional que vai muito além de suas banais atribuições, decodificando os problemas entranhados na alma do próximo e procurando extirpá-los para além do abismo negro da escuridão, transformando enfadonhas adversidades em reconfortantes soluções através de um amor genuíno e fidalgamente perfeito.
Os leões são exímios caçadores e vencem seus duelos pela autoconfiança que existe em seus alterosos corações, fazendo suas forças físicas ficarem sempre em segundo plano para a perpetuação exclusiva da VONTADE em suas complexas operações. No mercado de trabalho, as coisas funcionam exatamente dessa forma e quase nunca os mais preparados prosperam, perdendo espaço para os entes intrépidos e de autoestima aguçada que compensam gloriosamente suas limitações técnicas com determinação e absoluta persistência.
À vista disso, que possamos ser inquietos, impávidos e afoitos, destruindo toda a sorte de fraquezas enraizadas em nossa alma na excelsa busca por atmosferas arriscadas e tipicamente perigosas que impulsionarão nossa confiança para além da sempiterna Via Láctea. Seguramente, ao realizar essa formosa inclinação, a coragem será o único sustentáculo das nossas sonhadoras e motivadoras personalidades, alavancando naturalmente a estirpe da glória enterrada fortemente na camada oculta das nossas consciências para descortinar intimamente nossas virtudes e propensões originais.
Por: Pablo de Paula, - http://www.administradores.com.br

quarta-feira, 3 de junho de 2015

ZECA BALEIRO DE A a Z: O CANTOR DO FINAL DOS TEMPOS (OU DO COMEÇO DE OUTROS)

Já se foi o tempo (e não faz muito tempo) que a gente ficava esperando sentado o lançamento do disco do nosso artista preferido para, no espaço máximo de dois anos, ficar digerindo uma a uma aquelas canções, despreocupadamente.

Em se tratando de um grande cantor/compositor de “MPB” ou potencial que pudesse se encaixar na sigla, bem provável que uma dessas músicas embalasse algum romance fatal de novela das oito.
Quase sempre havia nesse interstício um disco ao vivo, de qualidade sonora duvidosa, com as mesmas canções de estúdio cantadas de forma despojada, misturadas a outras de tempos atrás. Era o prenúncio de que, dali a mais ou menos um ano, certamente já estaria a caminho um novo disco de inéditas.

Tínhamos assim exatos o domínio do tempo dos cantores, das bandas, dos discos, das canções e de como as digerir em certa hora até que elas se desgastassem nas ondas sonoras das AM´s e FM´s e nas paixões avassaladoras das telenovelas.

Era esse o timing da indústria fonográfica até a massificação da internet que causou um impacto substancial na forma de se fazer e de se consumir música.

Perdidos no meio dessa transição, no completo caos de tempo-espaço, muitos artistas não conseguiram se desvencilhar da fórmula anacrônica. Mas não é o caso de Zeca Baleiro que, desde o início de sua carreira, já anunciava não se amoldar a qualquer esquema que pudesse restringir sua criatividade.

E é com surpreendente destreza que ele tem abraçado simultaneamente vários projetos, sem medo de transver as velhas fórmulas, o que na verdade muito tem servido à sua qualidade multimídia e ao seu impulso produtivo incansável.

O Baleiro esteve na novela das oito, cantando o tema de um par romântico que ficou massificado em sua voz, uma das canções mais executadas de ultimamente. Mas muitos poderiam se perguntar: em que novo disco do compositor maranhense está a badalada canção? Zeca Baleiro cantando Geraldo Azevedo? Estaria em crise criativa? E sua veia autoral, que fim deu a Rede Globo?

Não, ele não acabou de compor! Eu li em uma rede social que ele tocou aqui em São Luís na semana passada. Estaria em uma nova turnê com Zélia Duncan. Parece que os dois andam fazendo composições para um disco novo que deve sair até o final do ano. Já tem até uma música nova no site do Baleiro.

Nada disso! Se não me falha a memória, acabou de sair do forno um disco só para crianças, parecido com aquele projeto da Adriana Calcanhotto. Até o vi no Jô Soares cantando algumas canções pra promover o novo trabalho.

Mas posso estar equivocado... Ouvi dizer também que ele largou de compor canções para se dedicar somente às crônicas, virou escritor. Já havia lançado em 2014 uma coletânea com textos publicados na Revista Istoé. Quando canta é só para homenagear poetas de quem gosta muito, como Hilda Hilst.

Não, não largou a música! Resolveu se especializar em trilhas sonoras para filmes. Li em um blogue que ele vai assinar a trilha sonora de um documentário baiano sobre o lendário Edy Star. Aqui e ali, tem ainda atuado como produtor de artistas novos e outros esquecidos no tempo. Fez discos resgatando as obras de Sérgio Sampaio e Odair José.

Tudo errado! Ele lançou há pouquíssimo tempo o Ao Vivo “Calma Aí Coração”, do seu último disco de inéditas. Já, já vem música nova do velho e bom Zeca, vocês vão ver... O único projeto paralelo de que tenho conhecimento é o Baile do Baleiro. Ano passado eu o vi na virada cultural em São Paulo, tenho certeza disso!

Afinal, Por onde andará de fato Zeca Baleiro? É o que deve estar se perguntando agora Stephen Fry... Só falta ele ter montado uma banda de rock e ter virado o novo Renato Russo, descrente que andava há muito tempo do rock nacional.

As respostas são diversas e, no caso do Zeca, são hoje a melhor representação de como o compositor de música popular, assessorado por uma equipe muito bem antenada, pode ter vida longa e original, distribuindo-se de forma inteligente nessa multiplicidade caótica de espaço-tempo.
Zeca Baleiro está na TV aberta como tema da novela das oito, ao mesmo tempo em que está na TV fechada em um projeto ousado homenageando Zé Ramalho, assim como está no circuito alternativo de cinema, compondo trilhas sonoras. Vai virar CD, DVD?  Ainda lançará disco de inéditas? Em que tempo? Não se sabe. É Zeca Baleiro solo, piano e voz, e em registro ao vivo com direito a coreografia parodiando megahits do funk nacional. É compositor, intérprete, cronista, produtor. Um itinerário de confundir mesmo os seguidores mais assíduos. Zeca Baleiro é Adriana Partimpim e canta com Zélia Duncan. É artista de A a Z. Deve ser mesmo o sinal dos tempos ou quiçá, o começo de outros. O futuro não é mais como era antigamente.

Por Samuel Carvalho Marinho 
 http://blogdoedwilson.blogspot.com.br

terça-feira, 2 de junho de 2015

As Causas Mais Comuns para Demissão Por Justa Causa

A demissão por justa causa ocorre quando um comportamento do colaborador torna, por consequência, impossível ou muito difícil a continuidade do vínculo de trabalho. 

Isso devido ao rompimento, tanto de regras de conduta, quanto de laços de confiança e demais deveres por parte do colaborador.

No Brasil, a lei enumera os casos de justa causa exaustivamente, impossibilitando que normas coletivas ou regulamentos de empresa estipulem outras hipóteses que fundamentem a demissão por justa causa do colaborador. 
  • O art.482, CLT prevê 12 faltas cometidas pelo colaborador que podem fundamentar o rompimento do contrato por parte da empresa, as mais comuns são:
1. Ato de improbidade caracterizado como toda ação ou omissão do colaborador que revelam desonestidade, abuso de confiança, fraude ou má-fé, objetivando uma vantagem para si ou para terceiro.

2. Ato de indisciplina ou de insubordinação às normas da empresa.

3. Desleixo do colaborador configurado pelo descumprimento de comportamentos diligentes: como, por exemplo, desrespeito a horários, pouca produtividade, atrasos frequentes, faltas injustificadas, produção imperfeita e outros fatos que prejudicam a empresa e demonstram o desinteresse do colaborador pelas suas funções.

4. Abandono de emprego, caracterizado, na maioria das vezes, quando o colaborador não retorna às atividades depois de cessado algum benefício previdenciário.


É importante ressaltar que para a caracterização da demissão por justa causa devem estar presentes as seguintes condições:

1. Atualidade e imediatidade: o término do contrato do trabalho deve ocorrer na mesma ocasião em que se ocorreu umas das causas, perdendo eficácia uma falta anterior, ocorrida muito tempo antes.

2. Causalidade: entre a má conduta do colaborador e a extinção do contrato deva existir um nexo de causa e efeito, de modo que o mal comportamento seja determinante direto do fim da relação de trabalho.

3. Vedação à dupla punição: a mesma falta do colaborador não pode ser punida duas vezes. Não pode ocorrer, por exemplo, a suspensão do contrato e posteriormente a demissão, ambos sendo justificados com a mesma falta cometida pelo colaborador.
 
Fonte: EXAME.com  - Escrito por Sônia Mascaro Nascimento, sócia do escritório Mascaro Nascimento Advocacia Trabalhista

segunda-feira, 1 de junho de 2015

8 Coisas Que Um Psicopata Faz Melhor do Que Você no Trabalho

Cruéis e competentes

A primeira imagem que nos vem à cabeça quando ouvimos a palavra psicopata é a de um serial killer, um homem bomba ou algum tipo perverso de criminoso. Esse é, no entanto, só um lado da moeda.

Em entrevista a EXAME.com, o psicólogo norte-americano Kevin Dutton afirmou que nem todos os psicopatas são violentos ou perigosos. Pelo contrário. Em doses moderadas, suas principais qualidades são fundamentais para o mercado de trabalho e podem até salvar vidas. É o caso dos chamados “psicopatas funcionais”.


“O psicopata funcional não causa necessariamente danos aos outros. Ele é psicologicamente apto a regular suas ações de acordo com cada contexto e utiliza seus traços de personalidade para o benefício da sociedade”, explica Dutton.


O investigador da Universidade de Oxford vai mais longe. Para ele, o maior motivo para que o “gene psicopata” tenha sobrevivido até hoje é justamente a existência de um lugar para ele no universo profissional.


"Existem posições na sociedade a serem desempenhadas que, por sua competitividade, suas naturezas frias e coercitivas, devem ser realizadas em um estado mental do qual apenas os psicopatas têm a chave", ressalta.


O autor do livro "The Wisdom of Psychopaths" defende que psicopatas têm muito a nos ensinar e já saem na frente na disputa por uma vaga no mercado de trabalho.


Veja o que você pode aprender com um psicopata.

Crueldade
Segundo Kevin Dutton, a capacidade de separar razão e emoção com nitidez torna o psicopata mais habilidoso no momento de tomar decisões difíceis, principalmente em postos de liderança.

"Não importa quantos MBAs você tenha feito, se não tiver a crueldade necessária para demitir alguém que tenha um baixo desempenho, estará dando um tiro no próprio pé", argumenta.


O mesmo acontece, por exemplo, com advogados que defendem criminosos. Para o psicólogo, esses profissionais têm o dever de tentar justificar atos atrozes, o que não significa que eles defendam tal conduta no dia a dia.

Frieza

Manter a calma em momentos decisivos é outra vantagem do controle emocional, principalmente para o profissional que precisa mostrar tanto preocupação quanto distanciamento de seu cliente. É o caso dos cirurgiões-médicos e dos soldados.

“Ambos trabalham com margens milimétricas de erro, entre a vida e a morte”, compara Dutton.

O psicólogo cita um estudo realizado pela Universidade Nacional de Yang-Ming (Taiwan) que observou pessoas comuns e cirurgiões experientes assistindo a sessões de acupuntura.

Quando os voluntários do primeiro grupo assistiram a vídeos de agulhas sendo inseridas no corpo humano, áreas do cérebro ligadas à dor acenderam “como árvores de Natal”. No caso dos experts, houve apenas um lampejo dessa atividade.

De acordo com Dutton, a atividade cerebral do psicopata o coloca no segundo grupo. “O que os médicos adquirem com a experiência, os psicopatas têm desde o início”.

Destemor

A ausência de medo torna o psicopata mais propenso ao risco e mais consciente ao traçar uma estratégia, explica Dutton.

Um estudo realizado na Universidade de Stanford, em 2005, comprovou como a coragem na hora de investir pode trazer ganhos financeiros. No experimento, pesquisadores simularam um jogo com dois grupos: um de pessoas sem danos cerebrais e outro de psicopatas.


Inicialmente, cada participante recebeu 20 moedas de um dólar. No fim de cada turno, cada jogador era questionado se arriscaria perder um dólar no “cara ou coroa”. Se vencesse, a recompensa seria de 2,5 dólares.


O resultado surpreendeu. Apenas os psicopatas arriscaram todas as suas fichas, enquanto pessoas sem dano cerebral optaram pelo conservadorismo - e pelo prejuízo.

Camaleão social

Psicopatas são verdadeiros “camaleões sociais”, define o pesquisador de Oxford. Segundo ele, a facilidade de lidar com mudanças rápidas e adaptar-se a novas funções é cada vez mais cobrada na dinâmica do mercado de trabalho.


“Nos últimos anos, o ambiente corporativo, com restruturações, fusões e aquisições, se tornou ainda mais atrativo para os psicopatas”, destaca.

Ler pessoas

Atentos a cada detalhe, psicopatas são ótimos leitores de personalidades e possuem um ótimo “radar de vulnerabilidade”, diz Dutton. O mais surpreendente é que, apesar de não conseguirem sentir emoções, eles as identificam melhor do que as pessoas normais.

Segundo um psicopata entrevistado por Dutton em seu livro, muitas pessoas não prestam atenção no que dizem e se tornam presas fáceis. “Uma vez fora, as palavras não voltam. E um psicopata vai captar tudo”, afirma. “Assim como em uma terapia, o psicopata mergulha dentro da pessoa”.

Carisma e persuasão
Poucos profissionais são tão comunicativos, atenciosos e carismáticos quanto os psicopatas. Segundo Dutton, a habilidade de “estender o tapete vermelho” àqueles que você negocia é mais eficiente do que o caminho do confronto.

Ao aliar charme e pensamento estratégico, diz Dutton, o psicopata pode chegar aonde quiser - e pelo caminho da persuasão. “Um bom psicopata sempre tem uma boa narrativa”, acrescenta.