sexta-feira, 2 de maio de 2014

EmpreSabilidade

A empregabilidade da empresa. A dimensão holística da Gestão Empresarial

O conceito de Empregabilidade vem sendo disseminado já faz um bom tempo, ao contrário da Empresabilidade.

Entende-se por Empregabilidade a busca constante do desenvolvimento de competências, para buscar ou manter um emprego atrativo.

Empresabilidade é geralmente entendida como a capacidade das empresas de desenvolver e utilizar as competências intelectuais e técnicas de seus membros, para sustentar um posicionamento diferenciado no mercado.

Quero aqui sugerir de enxergar o assunto Empresabilidade sob uma dimensão holística de Gestão Empresarial; ou seja, a capacidade da empresa de atrair potenciais, clientes, fornecedores, comunidades e, consequentemente, investidores, os chamados stakeholders; os públicos que lidam com a empresa no dia-a-dia; é aqui que se invertem os pólos: a pergunta não é (apenas),o que o profissional deve fazer para ser empregável, mas (também) o que a empresa precisa fazer para se tornar empresável perante o público acima.

Partimos da premissa de que a Gestão Empresarial, além da atração e retenção de talentos e líderes, engloba também as dimensões (1) a satisfação dos clientes “A” que perfazem 80% da sua receita, (2) a qualificação por fornecedores parceiros e (3) a busca de investidores potentes.

Em outras palavras, a empresa pretende se tornar uma opção preferida para fazer negócio com ela, ser “empregada” pelos players acima, mas nem sempre sabe como suceder nesta missão.

Porque não despertar na empresa a coragem de ampliar o raio da Gestão Empresarial na condução de seu negócio através das seguintes cadeias de valor: 

1. Ousar (metas) – envolver (gente) – mover (mudanças e horizontes)
2. Propósito (Clareza) – pessoa (networking) – processo (canalização de recursos)
3. Competência (saber aprender) – atitude (querer aplicar) – postura (fazer acontecer)
4. Conhecimento (multicultural) – experiência ( internacional ) – sabedoria ( pessoal ).

As cadeias evolutivas acima  da Gestão Empresarial sugerem que o aprendizado contínuo se torne um hábito organizacional, necessário para alcançar o objetivo maior: crescer e expandir – com rentabilidade, de forma sustentável.

O grau de exigência que as empresas demonstram com relação a sua empresabilidade estimula os players do mercado a jogar no time dela. Os proprietários da empresabilidade (empresas “empregáveis”) estão “com a faca e o queijo na mão”.

Ser percebido – conhecido – reconhecido e recompensado como sendo diferente – não sendo “apenas mais 1”, no entanto, requer que a Gestão Empresarial adote atitudes para tornar-se ou manter-se viáveis – na percepção dos seus stakeholders(!). 

O desenvolvimento das respectivas atitudes tem sua âncora na formulação da visão de Futuro através de um Plano de Negócios  (Business Plan), que por sua vez deve ser alimentado pela Gestão do Conhecimento (knowledge management) pergunta: como vamos ganhar dinheiro com aquilo que conhecemos e que descentraliza a gestão através da criação de unidades de negócios (profit centers). Um comportamento que estimula as pessoas através de delegação de poderes(empowerment) e zela pela transparência com os colaboradores (endomarketing).

A empresa dos tempos atuais deve se entender como sendo a responsável por sua carreira através de uma Gestão Empresarial multidimensional que cria suas competências e seus comportamentos de tal forma que possa multiplicar seu potencial produtivo no seu  negócio central ( core business ).

Uma tarefa que se torna mais fácil  na medida em que a Alta Direção identifique com qual time vai jogar, quais clientes vai servir, de quais fornecedores vai comprar e quais investidores vai atrair.

Resta lembrar que a Empresabilidade engloba a dimensão Comunidade, onde a empresa está inserida; nasce aqui a razão para combinar decisões empresariais, de cunho econômico-financeiro, com ações de responsabilidade sócio-ambiental.

Fecha se assim o “clube” dos  stakeholders da empresa: Pessoal – Cliente – Fornecedor – Investidor – Comunidade.

Para você, leitor, queria contribuir para desmistificar a Empresabilidade, a empregabilidade da empresa; uma missão difícil, mas não impossível; espero que este artigo sirva para despertar seu interesse nesta tarefa de modernização da Gestão Empresarial, tanto desafiadora como fascinante.

Por: 
Werner Kugelmeier
Consultor Empresarial
http://www.gestaoempresarial.adm.br/artigos_sobre_gestao_empresarial.asp

quinta-feira, 1 de maio de 2014

O Dia do Trabalhador ou Dia Internacional dos Trabalhadores

Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. 
No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. 
A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, no dia 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. 
A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. 
Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.
Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia.
O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-IN (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores).
No Algarve, assim como na Madeira e Açores é costume a população fazer piqueniques e são organizadas algumas festas nas regiões..
No Brasil Com a chegada de imigrantes europeus no Brasil, as ideias de princípios e leis trabalhistas vieram junto. Em 1917 houve uma Greve geral. Com o fortalecimento da classe operaria, o dia 1º de Maio foi declarado feriado pelo presidente Artur Bernardes em 1925.
Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. 
Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. 
A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. 
Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. 
Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. 
Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. 
Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.
Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1 de maio.
Por: http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_Trabalhador

quarta-feira, 30 de abril de 2014

A Administração: Uma Ciência Social Aplicada

O rosto na escultura é a extração do excesso que há na matéria. O rosto já estava ali para o artista. 
Assim é a organização para o Administrador: arte e técnica, vivência e ciência. A organização carece ser lapidada de tempos em tempos. 
A organização é processo, com insumos, transformações e exsumos. É cíclica. É viva, portanto é vida em processo. A racionalização de seus recursos é a extração de seus excessos. É a eficiência ou produtividade. E essa é a essência da administração, ser sustentável no sentido de propiciar maior eficácia ou produção e mais acesso aos serviços e bens de consumo às pessoas, por conseguinte, melhor qualidade de vida, mantendo a competitividade do setor produtivo e o equilíbrio do estado (através da organização, seu maior objeto).
Hoje, são 16 milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza, num país que passou da 53ª. (2011) para a 48ª. (2012) posição entre as nações mais competitivas, segundo o Relatório Global de Competitividade, divulgado no Fórum Econômico Mundial, neste 05/09/12. 
A isso não se credita, necessariamente, a evolução da economia, mas que as condições gerais para um crescimento igualitário estão sendo promovidas no Brasil. E qual é a contradição?! 
No ranking de competitividade, as condições que ajudaram nessa “melhora” foram o ambiente macroeconômico, a eficiência no mercado de bens, a eficiência no mercado de trabalho, a prontidão tecnológica e o tamanho do mercado. No entanto, as instituições, a infraestrutura, a saúde e educação primária, a educação superior e capacitação, o desempenho do mercado financeiro, a sofisticação dos negócios e a inovação, que são indicadores de sustentabilidade, exatamente onde mais se precisa da interveniência da administração, “pioraram”. 
Qualquer profissão que se preze e país que respeite seus cidadãos exigem a qualificação de seus profissionais. Se de nível superior, melhor! Bem, mas para gerenciar no Brasil, tanto faz ter diploma ou não ter. Nem mesmo de Administração. Distorção! Mas e a sociedade, como fica? O diploma não é mera reserva de mercado. Não é em nenhuma profissão! Diploma é –  via de regra – segurança social e credibilidade no serviço contratado ou produto adquirido. De resto é miopia.
A revolução das mulheres nas últimas décadas prova isso. Antes senhoras donas de casa, prestadoras de serviços domésticos, professoras primárias e secretárias, hoje se expandiram em profissões como manicures, cabeleireiras, caixas de supermercados, secretárias executivas, caixas de bancos, gerentes, empresárias, consultoras, professoras universitárias, reitoras e presidentes. 
Tudo através da qualificação ou diploma. Depreende-se que na gestão seja imprescindível a qualificação na ciência da Administração: Administrador ou Tecnólogo em Área de Administração.  
A Administração é dinâmica, interagente, cíclica e flexível. Mas tem propósitos específicos, mensuráveis, atingíveis, razoáveis e temporais. A Administração é catalisadora dos subsistemas organizacionais, mas não reduzida à sistêmica interna. 
A Administração transcende! É holística no sentido de compreender a interação e resolutividade desses microssistemas e as suas relações com o ambiente externo: sociedade, formadores de opinião, fornecedores, consumidores, governo e sua própria sustentabilidade. Destarte, a Administração desenvolve tecnologias de gestão afetas às empresas e organismos públicos, sobretudo, no tocante ao aumento da riqueza e da equidade na apropriação dos seus excedentes, podendo reduzir as disparidades socioeconômicas e ambientais, tão propaladas. 
A Administração aos militantes profissionais da ciência da Administração. Ao exercício da Administração, o diploma.         
Por Adm. Carlos Augusto Matos de Carvalho * Administrador. Conselheiro do Conselho Federal de Administração. Professor (UFRR e UERR)  

terça-feira, 29 de abril de 2014

Que Tal Promover um Brainstorming?


Sabemos que as mudanças no cenário mundial e local estão acontecendo o tempo inteiro, mal implantamos algo em nossa empresa e vem o mercado e dita outro rumo. 

Em momentos como esse é preciso tomar atitudes corajosas e ousadas  para não perder espaço.

Considerando isso, promover um Brainstorming (tempestade de ideias) é uma ação louvável para que sua empresa tome as devidas providências para não cair no marasmo-esquecimento dos seus clientes. 
  • Brainstorming é uma ferramenta altamente versátil que usa a criatividade de um grupo para gerar um grande volume de ideias para um projeto ou para solucionar problemas.
  • Brainstorming tem uma enorme quantidade de aplicações dentro de planejamentos de projetos e na solução de problemas.

E para que essa ferramenta tenha um valor real para sua empresa é o ideal é:
  • Que as dicas e ideias apresentadas sejam anotadas, por exemplo, num flip-chart ou quadro para que todos possam vê-las.
  • Que cada membro dê uma ideia por vez.
  • Registrar todas as ideias sem preconceito.
  • Que todos participem e que ninguém fique de fora.
  • Ter paciência quando as ideias solicitadas não saiam com certa rapidez.
  • E por último encorajar e incentivar os participantes de forma bem humorada  e profissional para que no final todos saiam ganhando com as ideias apresentadas.

Você que é líder de alguma forma na sua empresa, promova o quanto antes um Brainstorming e colha os melhores resultados possíveis para que todos possam ter sempre um rumo a seguir.



Fonte: Eugênio Sales Queiroz - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 28 de abril de 2014

A Volta da Inflação

No ano em que o Plano Real comemora seu aniversário de duas décadas, constatamos que a inflação inercial, infelizmente, está de volta ao Brasil.


A série histórica recente comprova que não temos conseguido ficar no centro da meta. 

Em verdade, os últimos dados indicam que possivelmente iremos superar o teto estabelecido de 6,5% ao ano ainda em 2014. Isso poderá ser evitado mediante a amarga elevação da taxa de juros, com impactos sobre o já pífio crescimento do PIB (além de atrair capital estrangeiro meramente especulativo). Ou o uso de subterfúgios, como por exemplo, postergar para janeiro o reajuste de tarifas públicas e do preço dos combustíveis.
Talvez você não saiba, mas a inflação brasileira entre 1965 e 1994, ou seja, no período compreendido entre o Golpe Militar e o Plano Real, atingiu a impressionante marca de 1,1 quatrilhão por cento! 

Os jovens das gerações Y e Z não vivenciaram os impactos da superinflação brasileira. Assim, sequer conseguem imaginar o que significa, na prática, inflação diária de quase 3%. 

Tempos de “overnight”, aplicação financeira automática oferecida pelos bancos para amenizar a depreciação do capital. 

Tempos de “gatilho salarial”, reajuste aplicado aos salários quando a inflação acumulada atingia o patamar de 20%. Tempos de sucessivos e mal sucedidos “pacotes econômicos”.
A inflação é um mal sinistro e de braços longos. Ela atinge a todos, mas é particularmente perversa com os mais pobres, que têm seu poder aquisitivo reduzido e dispõem de poucos recursos para autodefesa. 

No longo prazo, ela mina a capacidade de gerenciamento e planejamento, pois passa a ser primordial aproveitar o momento: ou você compra hoje, ou pagará mais caro amanhã. Assim, restringe o horizonte de pessoas, empresas e toda uma nação.
Neste momento, preocupa-me o tratamento que tem sido dado à questão inflacionária. 

A persistir a inépcia das autoridades, corremos o risco de recrudescer nas conquistas proporcionadas pela estabilidade econômica dos últimos vinte anos. 

E o grande fantasma atende pelo nome de indexação – o reajuste automático de preços com base na inflação passada, gerando a inflação inercial a que me referi no início do texto. 

Neste estágio, os índices passam a ser persistentemente crescentes e o final desta história, lamentavelmente, nós já conhecemos.



Fonte: Tom Coelho - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sábado, 26 de abril de 2014

FOBIAS de A a Z ....LISTA DE MEDOS ... Parte 02 (E a H)

FOBIAS de E a H
E -
Eclesiofobia - medo de igreja
Ecofobia - medo de casa
Eicofobia ou oiquofobia - medo da casa do vizinho
Eisoptrofobia - medo de espelhos ou de se ver no espelho
Electrofobia - medo de eletricidade
Eleuterofobia - medo da liberdade
Elurofobia - medo de gatos (ailurofobia)
Emetofobia - medo de vomitar
Enetofobia - medo de alfinete (ou coisas parecidas)
Enoclofobia - medo de multidão
Enosiofobia ou enissofobia - medo de ter cometido um pecado ou crítica imperdoável Entomofobia - medo de insetos
Eosofobia - medo do amanhecer ou luz do dia
Epistaxiofobia - medo de sangrar o nariz
Epistemofobia - medo do conhecimento
Equinofobia - medo de cavalos
Eremofobia - medo de ficar só
Ereutrofobia - medo de ficar vermelho
Ergasiofobia - medo de trabalhar ou de operar (cirurgião)
Ergofobia - medo do trabalho
Eritrofobia, eritofobia ou ereutofobia - medo de luz vermelha ou do vermelho
Erotofobia - medo de amor (sexual) ou questões relacionado ao sexo
Escabiofobia - medo de sarna
Escatofobia - medo de matéria fecal
Escelerofobia - medo de homem mau
Esciofobia ou esciafobia - medo de sombras
Escolafobia – medo de escola
Escolecifobia - medo de vermes
Escopofobia ou escoptofobia - medo de estar sendo olhado
Escotomafobia - medo de cegueira
Escotofobia - medo de escuro
Escriptofobia - medo de escrever em publico
Esfecsofobia - medo de marimbondos
Espectrofobia - medo de fantasmas ou espectros
Espermatofobia ou espermofobia - medo de sêmen
Estasibasifobia ou estasifobia - medo de ficar de pé ou andar (ambulofobia)
Estaurofobia - medo de cruz ou crucifixo
Estenofobia - medo de lugares ou coisas estreitas
Estigiofobia - medo do inferno
Eufobia - medo de ouvir boas novas
Eurotofobia - medo da genitália feminina
F -
Fagofobia - medo de engolir ou de comer
Falacrofobia - medo de tornar-se careca
Falofobia - medo do pênis (principalmente quando fica ereto)
Farmacofobia - medo de tomar remédios
Fasmofobia - medo de fantasmas
Febrifobia, fibrifobia ou fibriofobia - medo de febre
Fengofobia - medo da luz do dia ou nascer do sol
Felinofobia - medo de gatos (ailurofobia, elurofobia, galeofobia, gatofobia)
Filemafobia ou filematofobia - medo de beijar
Filofobia - medo de enamorar
Filosofobia - medo de filosofia
Fobia Social - medo de estar sendo avaliado negativamente (socialmente)
Fobofobia - medo de fobias
Fonofobia - medo de barulhos ou vozes ou da própria voz; de telefone
Fotoaugliafobia - medo de luzes muito brilhantes
Fotofobia - medo de luz
Francofobia - medo da França, cultura francesa (galofobia, galiofobia)
Frigofobia - medo do frio, coisas frias
Fronemofobia - medo de pensar
Ftisiofobia - medo de tuberculose
G -
Galeofobia ou gatofobia - medo de gatos
Gamofobia - medo de casar
Gefirofobia, gefidrofobia ou gefisrofobia - medo de cruzar pontes
Geliofobia - medo de rir
Geniofobia - medo de manter a cabeça erguida
Genofobia - medo de sexo
Genufobia - medo de joelho(s)
Gerascofobia - medo de envelhecer
Gerontofobia - medo de pessoas idosas
Geumafobia ou geumofobia - medo de sabores
Gimnofobia - medo de nudez
Ginefobia ou ginofobia - medo de mulheres
Glossofobia - medo de falar ou tentar falar em publico
Gnosiofobia - medo do conhecimento
Grafofobia - medo de escrever ou escrever a mão
H –
Hadefobia - medo do inverno
Hagiofobia - medo de santos ou coisas santas
Hamartofobia - medo de pecar (pecados)
Hafefobia ou haptefobia - medo de estar sendo tocado
Harpaxofobia - medo de estar sendo roubado
Hedonofobia - medo de sentir prazer
Heliofobia - medo do sol
Helenologofobia - medo de termos gregos ou terminologia cientifica
Helmintofobia - medo de estar infestado com vermes
Hemofobia, hemafobia ou hematofobia - medo de sangue
Heresifobia ou hereiofobia - medo de desafiar a doutrina oficial (governo)
Herpetofobia - medo de répteis ou coisa que arrastam
Heterofobia - medo do sexo oposto (sexofobia)
Hidrargiofobia - medo de medicamentos mercuriais
Hidrofobia - medo de água
Hidrofobofobia - medo de raiva (doença)
Hielofobia ou hialofobia - medo de vidro
Hierofobia - medo de padres ou coisas sacras
Higrofobia - medo de líquidos ou umidade
Hilefobia - medo de materialismo ou de epilepsia
Hilofobia - medo de florestas
Hipengiofobia ou hipegiafobia - medo de responsabilidade
Hipnofobia - medo de dormir ou ser hipnotizado
Hipofobia - medo de casas
Hipopotomonstrosesquipedaliofobia - medo de palavras grandes
Hipsifobia - medo de altura
Hobofobia - medo de bêbados ou mendigos
Hodofobia - medo de atravessar estradas
Hormefobia - medo de ficar abalado ou chocado
Homiclofobia - medo de neblina
Homilofobia - medo de sermões
Hominofobia - medo de homens
Homofobia - medo de homosexualidade ou se tornar homosexual
Hoplofobia - medo de armas de fogo

Por: www.nacional.edu.br/palestras/material_medos_qb-e-jp_05.doc‎

sexta-feira, 25 de abril de 2014

FOBIAS de A a Z ....LISTA DE MEDOS... Parte 01 (A a D)

Fobias de A a D
A -
Ablutofobia - medo de tomar banho
Acarofobia - medo de coceira ou de insetos que causam coceira
Acerofobia - medo de coisas ácidas
Acluofobia - medo de escuro ou escuridão
Acrofobia - medo de altura
Acusticofobia - medo de barulho
Aerofobia - medo de ventos, engolir ar ou aspirar substâncias tóxicas
Aeroacrofobia - medo de lugar aberto e alto
Aeronausifobia - medo de vomitar (quando viaja de avião)
Agliofobia - medo de dor
Afefobia - medo de ser tocado
Agorafobia - medo de lugares abertos, de estar na multidão, lugares públicos (mercados, shopping, supermercados) ou deixar lugar seguro
Agrafobia - medo de abuso sexual
Agrizoofobia - medo de animais selvagens
Agirofobia - medo de ruas ou cruzamento de ruas
Aicmofobia - medo de agulhas de injeção ou objetos pontudos
Ailurofobia - medo de gatos
Albuminurofobia - medo de doença renal
Algifobia - medo de dor
Aliumfobia - medo de alho
Alodoxafobia - medo de opiniões
Altofobia - medo de alturas
Amatofobia - medo de poeiras
Amaxofobia - medo de dirigir carros
Ambulofobia - medo de andar
Amnesifobia - medo de amnésia
Amicofobia - medo de coçar
Anablefobia - medo de olhar para cima
Ancraofobia ou anemofobia - medo de ventos
Androfobia - medo de homens
Anemofobia - medo de ventos
Anginofobia - medo de engasgar
Anglofobia - medo da Inglaterra, cultura inglesa, etc.
Angrofobia – medo de tornar-se raivoso
Anquilofobia - medo da imobilidade das juntas
Antropofobia - medo de pessoas ou da sociedade
Antlofobia - medo de enchentes
Anuptafobia - medo de ficar solteiro (a)
Apeirofobia - medo de infinito
Apifobia - medo de abelhas
Apotemnofobia - medo de pessoas amputadas
Aracnefobia ou aracnofobia - medo de aranhas
Aritmofobia - medo de números
Arrenfobia - medo de homens
Assimetrofobia - medo de coisas assimétricas
Astenofobia - medo de desmaiar ou ter fraqueza
Astrafobia ou astrapofobia - medo de trovões e relâmpagos
Astrofobia - medo de estrelas e céu
Ataxiofobia - medo de ataxia (descoordenação muscular)
Ataxofobia - medo de desleixo
Atazagorafobia - medo de ficar esquecido ou ignorado
Atelofobia - medo de imperfeições
Atefobia - medo de ruínas
Atomosofobia - medo de explosões atômicas
Atiquifobia - medo do fracasso
Aurofobia - medo de ouro
Autodisomofobia - medo de alguém com cheiro horrível
Autofobia - Medo de ficar só ou sozinho
Automatonofobia - medo de boneco do ventríloquo, criaturas animatrônicas, estátuas de cera (qualquer coisa que represente falsamente um ser sensível)
Automisofobia - Medo de ficar sujo
Aviofobia ou aviatofobia - Medo de voar de avião
B -
Bacilofobia - medo de micróbios
Bacteriofobia - medo de bactéria
Balistofobia - medo de mísseis
Basofobia ou basifobia - medo de andar ou cair (inabilidade de ficar em pé)
Batofobia - medo de profundidade
Batonofobia - medo de plantas
Batofobia - medo de alturas ou ficar fechado em edifícios altos
Batracnofobia - medo de anfíbios (como sapos, salamandras, rãs, etc.)
Belonefobia - medo de alfinetes e agulhas (aiquimofobia)
Bibliofobia - medo de livros
Blennofobia - medo de limo ou coisas viscosas
Bromidrosifobia ou bromidrofobia - medo do cheiro do corpo
Brontofobia - medo de trovões e relâmpagos
Bufonofobia - medo de sapos
C -
Cacofobia - medo de feiura
Cacorrafiofobia - medo de fracasso ou falhar
Caetofobia - medo de cabelo
Cainofobia ou cainotofobia - medo de novidades
Caliginefobia - medo de mulher bonita
Cancerofobia - medo de câncer
Cardiofobia - medo de coração
Carnofobia - medo de carne
Catagelofobia - medo do ridículo (estar ou ser)
Catapedafobia - medo de saltar de lugares baixos ou altos
Catisofobia - medo de sentar em baixo
Catoptrofobia - medo de espelhos
Cenofobia ou centofobia - medo de novas coisas ou idéias
Ciberfobia - medo de computadores ou trabalhar com computador
Cibofobia, citofobia ou citiofobia - Medo de comida
Ciclofobia - medo de bicicleta
Cimofobia - medo de ondas ou de movimentos parecidos com ondas
Cinetofobia ou cinesofobia - medo de movimento
Cinofobia - medo de cães
Cipridofobia, ciprifobia, ciprianofobia, ou ciprinofobia - medo de prostitutas ou doença venéreas
Cleptofobia - medo de ser roubado
Ceraunofobia - medo de trovão
Coinonifobia - medo de quartos
Colpofobia - medo de genitais (particularmente o feminino)
Copofobia - medo da fadiga
Corofobia - medo de dançar
Coniofobia - medo de poeira (amatofobia)
Colerofobia - medo da cólera (infecção bacteriana)
Cosmicofobia - medo de fenômenos cósmicos
Crometofobia ou crematofobia - medo de dinheiro
Cromofobia ou cromatofobia - medo de cores
Cronofobia - medo do tempo
Cronomentrofobia - medo de relógios
Claustrofobia - medo de espaços confinados
Cleitrofobia ou cleisiofobia - medo de ficar trancado em lugares fechados
Cleptofobia - medo de ser roubado
Climacofobia - medo de degraus (subir ou cair de degraus)
Clinofobia - medo de ir para cama
Clitrofobia ou cleitrofobia - medo de ficar fechado
Cnidofobia - medo de cordas
Cometofobia - medo de cometas
Coimetrofobia - medo de cemitérios
Coitofobia - medo de trepar (fornicar)
Contreltofobia - medo de abuso sexual
Coprastasofobia - medo de constipação (intestino preso)
Coprofobia - medo de fezes
Coulrofobia - medo de palhaços
Cremnofobia - medo de precipícios
Criofobia - medo de frio intenso, gelo ou congelamento
Cristalofobia - medo de cristais ou vidros
D -
Decidofobia - medo de tomar decisões
Defecaloesiofobia - medo de movimentos intestinais dolorosos
Deipnofobia - medo de jantar e conversas do jantar
Dementofobia - medo de insanidade
Demonofobia ou demonofobia - medo de demônios
Demofobia - medo de multidão (Agorafobia)
Dendrofobia - medo de árvores
Dentofobia - medo de dentistas
Dermatofobia - medo de lesões de pele
Dermatosiofobia, dermatofobia ou dermatopatofobia - medo de doenças de pele
Dextrofobia - medo de objetos do lado direito do corpo
Diabetofobia - medo de diabetes
Didasqualeinofobia - medo de ir a escola
Diquefobia - medo de justiça
Dinofobia - medo de vertigens ou redemoinho
Diplofobia - medo de visão dupla
Dipsofobia - medo de beber
Disabiliofobia - medo de se vestir na frente de alguém
Dismorfofobia - medo de deformidade
Distiquifobia - medo de acidentes
Domatofobia ou oiquofobia - Medo de casas ou estar em casa
Dorafobia - medo de pele de animais
Dromofobia - medo de cruzar ruas


Por: www.nacional.edu.br/palestras/material_medos_qb-e-jp_05.doc‎

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Geração Videogame

Dias atrás estava ministrando um curso para líderes operacionais de uma indústria e fui surpreendido pelo jovem participante que ao longo das dinâmicas de grupo sempre perguntava: “O que nós vamos ganhar de você se cumprirmos esta tarefa?”

De tanto ouvir a mesma pergunta uma outra pessoa ironizou no segundo dia do evento: “Wellington, fica tranquilo! Ele é da ‘geração videogame’".

Assim como nos jogos de computador, é comum encontrarmos profissionais que esperam ser recompensados sempre. Gente que anseia conquistar pontos, arrecadar moedas, ganhar bônus e acumular poderes igualzinho a um avatar, mesmo que ainda não tenham produzido algo memorável ou cumprido uma missão maior.

E a recompensa que estas pessoas esperam geralmente não é material; pelo contrário. Segundo uma recente pesquisa realizada com jovens profissionais brasileiros, os elogios são o fator que mais motiva a geração Y no dia a dia, seguido pelas perspectivas de crescimento na empresa aonde trabalham.

Um problemão e tanto para as empresas administrarem, afinal a visão de mundo das gerações anteriores é bem diferente: “Se você executou o seu trabalho da forma com que combinamos, não fez nada mais do que a sua obrigação! Por que tenho de elogiá-lo?”

A geração videogame infelizmente não foi preparada para lidar com a frustração e a indiferença do outro. Desde a infância, com os pais trabalhando fora durante o dia, eles logo aprenderam que esta distância forçada tinha o seu lado bom: presentes, dengos e tudo mais que pudesse servir como forma de compensação.

Na escola, só o fato de ficarem quietinhos em sala já era suficiente para receberem um ponto de conceito e se por acaso tirassem uma nota baixa, era só pedir uma prova substitutiva ou então criar um abaixo-assinado para derrubar o professor. Ou seja, cresceram sem ter de lidar com o fracasso.

Agora, com MBA numa universidade de renome, estão apenas reproduzindo o jogo que aprenderam ao longo de suas vidas e exigindo os mesmos ganhos que sempre obtiveram lá atrás. Mas como a competição tem ficado cada vez mais difícil e cansativa, é comum que optem por abortar a partida atual e iniciar outra para tentar passar de fase logo.

É por isto que a geração videogame troca de empresa a toda hora, permanecendo numa companhia por exatos dois anos e dois meses, em média. Resultado: quem possui este perfil descobre aos 35 anos de idade que não construiu uma carreira simplesmente porque ainda lhe falta experiência. Aquela velha história: a pessoa passou por várias empresas, mas jamais aguardou o tempo necessário para que as empresas passassem por ela.

Essa discussão me faz lembrar uma das cenas do filme “O Diabo Veste Prada”, na qual a personagem Andrea, recém-contratada por uma revista de moda, escuta a chefe Miranda dizendo que ela já é a maior decepção profissional da sua vida. Chorando, Andrea vai até Nigel, diretor de arte da revista, e diz que não entende porque Miranda a odeia em tão pouco tempo e não reconhece seu esforço e dedicação.

Sem pestanejar Nigel sugere a Andrea que desista do emprego se está descontente e destaca que encontra outra pessoa para o cargo em cinco minutos. Ela responde que não pretende abandonar o trabalho, quer apenas um pouco de reconhecimento..

E agindo como um mentor, ele a faz cair na real. Lembra que ela se contenta em lamentar em vez de compreender a responsabilidade do papel que exerce e o peso que Miranda carrega nas costas ao dirigir uma revista que materializa o sonho de muitas pessoas que vivem para isso. Por fim, Nigel ainda lembra: “Muitas pessoas morreriam por este trabalho que você desdenha e ainda quer saber por que ela não beija a sua testa ou não dá uma estrelinha por uma tarefa feita ao final do dia? Acorda, querida!”

Depois desse chacoalhão Andrea se reposiciona e conquista o seu espaço na empresa. É verdade que mais adiante ela desiste do trabalho, mas não por um capricho e sim porque amadureceu o suficiente para saber o que queria e o que não queria em seus próximos anos da carreira.

Fonte: Wellington Moreira  http://www.qualidadebrasil.com.br/