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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
TOP 10 - Os gols mais bonitos do Botafogo em 2013.
Auto-Estima: Seu Melhor Instrumento de Trabalho
Não adianta possuir várias competências e habilidades profissionais se você não têm o principal, a auto-estima – a capacidade de você confiar em si próprio, de se sentir capaz de poder enfrentar os desafios da sua profissão e da sua vida.
Ter auto-estima é saber expressar de forma adequada para si e para os outros as próprias necessidades e desejos, é ter amor próprio, é ter respeito por si mesmo, é confiar e apresentar seus sentimentos no seu dia-a-dia, sem medo.
Segundo David Cohen, se uma pessoa não tem respeito por si mesma, perde a autoconfiança. Está começando o jogo derrotada e dificilmente vai conseguir realizar suas tarefas a contento.
A falta de auto-estima prejudica o desempenho em qualquer atividade: da escola ao escritório. Os sucessos na vida profissional, a admiração das pessoas e as conquistas amorosas fazem aumentar o respeito por si próprio.
Ter auto-estima não é querer passar, a todo o momento, uma imagem de ser uma pessoa “forte”, que nunca demonstra momentos de infelicidade, de “fraqueza”, porque agindo assim você estaria mentindo para si mesmo e quando faz isso, você se sente diminuído e o seu amor próprio também cai drasticamente! Caso esteja agindo assim, pare de evitar que os outros saibam o que sente, assuma seus verdadeiros sentimentos pois só assim conseguirá manter um bom relacionamento interpessoal. Não fique a pensar que suas emoções serão mal entendidas, já parou para pensar que não serão? E se forem, as esclareça... é tão simples, principalmente por tratar-se de algo que diz respeito à você, que é seu verdadeiro tesouro... será que não vale a pena então lutar para provar aos outros que você possui esse tesouro?
Uma pessoa cuja auto-estima é baixa está fadada ao insucesso, à carências e à insatisfação pessoal. Com a auto-estima baixa, o crescimento fica estagnado, a coragem diante da vida diminui, desistimos de arriscar coisas novas e até de sonhar. Por isso, diz-se que a auto-estima é um valor de sobrevivência.
Lembre-se sempre que manter as emoções ocultas internamente gera a diminuição da auto-estima. Mesmo que você tenha a vida toda tentado guardar seus sentimentos, esteja certo de que não está destinado a sofrer seus efeitos negativos para o resto de sua vida... a menos que esta seja a sua escolha.
Quem vive com baixa auto-estima quer chamar a atenção para si ou dar a si mesmo uma desculpa para o seu próprio fracasso.
Busque construir o seu amor-próprio e se não consegue isso sozinho, conte com a ajuda profissional adequada.
Seja verdadeiro com você mesmo, pois melhor será o conceito que você terá de si mesmo e maior se tornará a sua auto-estima!!
10 DICAS PARA ELEVAR A AUTO-ESTIMA...
1º) Harmonize seu lar
Abra as portas e janelas e comece uma limpeza. Inicie pelo guarda-roupa e armários, tire tudo e só guarde o que está realmente precisando. Roupas e objetos que estão sem uso perdem a função vital e dificultam a localização daquilo que realmente importa, o que na correria do dia-a-dia acaba causando irritação pela demora ao encontrar algo que se procura. O que estiver em desuso, elimine da melhor forma que encontrar (doando, vendendo, etc). Lembre-se, só deve ficar o necessário!! Faça isso em todas as dependências da casa ou escritório.
2º) Coma bem
2º) Coma bem
Respeite os momentos das refeições. Preste atenção no que está fazendo. Não assista TV e nem marque negócios para essa hora. Evite falar sobre problemas. Acalme-se, olhe para o seu prato e lembre-se: o que está ingerindo irá para o interior das suas células e será parte de você, tanto física como mentalmente.
3º) Preste atenção em você
3º) Preste atenção em você
Perceba os seus pensamentos. Ao longo do dia você tem milhares de pensamentos negativos e positivos. Se você tem mais pensamentos negativos, isto demonstra que você é uma pessoa negativa, sua vida vai mal e as pessoas e situações que você atrai também estão na mesma freqüência de negatividade. Você pode mudar isso... você pode mudar a sua vida, mudando a qualidade de seus pensamentos. Enquanto você presta atenção no que está pensando, já tem maior autocontrole sobre como deseja viver, pois vivemos segundo aquilo que pensamos. Procure ler frases com afirmações positivas e biografias de pessoas bem sucedidas. E quando o pensamento negativo lhe assaltar a mente, repita algumas vezes: “este pensamento não tem força sobre mim”. Com o tempo você perceberá que no jardim da vida existem rosas e espinhos e que a felicidade é um presente para quem observa as rosas e a tristeza para quem observa os espinhos.
4º) Tenha objetivos
4º) Tenha objetivos
É importante ter objetivos materiais e espirituais. Busque sempre melhorar a sua condição financeira, planeje comprar bens, faça investimentos, realize viagens e busque tudo que tiver vontade, mas lembre-se: nunca dependa dessas conquistas para viver emocionalmente bem. Elas não garantem isso! O verdadeiro Bem-Estar só é alcançado por meio dos objetivos espirituais. Procure ser uma pessoa mais paciente, bondosa, serena, confiável, amiga, humilde, aberta, sincera e simples e, principalmente, uma pessoa que tenha fé e confiança na vida. Só esses objetivos podem garantir o equilíbrio, a satisfação e a razão de viver.
5º) Faça exercícios
5º) Faça exercícios
Escolha um exercício que lhe agrade: caminhar, dançar e nadar são os mais recomendáveis. Os exercício físicos estimulam o fluxo de energia vital, gerando além de um melhor condicionamento físico, uma ótima sensação de bem-estar. O mais difícil é tomar a decisão de começar. Mas depois de 21 dias de exercício, ou prática, o cérebro registra como um hábito e tudo fica mais fácil.
6º) Utilize seus talentos
6º) Utilize seus talentos
Descubra quais seus dons e talentos e comece a colocá-los em prática. A saúde física e emocional depende muito desses talentos. Pessoas que não utilizam sua criatividade, bloqueiam o seu fluxo energético e adoecem física e emocionalmente. Canalize seus talentos com o propósito de melhorar a vida das pessoas. Este é um excelente caminho para encontrar prazer, equilíbrio e crescimento em sua vida.
7º) Medite, medite e medite
7º) Medite, medite e medite
Além de terapêutica a meditação é uma das melhores ferramentas para o crescimento pessoal e espiritual. Aprendendo a meditar você descobre a diferença do que é ou não importante para sua vida e com isso você se torna uma pessoa mais segura e objetiva. Como aprender a meditar? Simplesmente dê início à meditação e descobrirá.
8º) Aceite a vida
8º) Aceite a vida
Pare de reclamar. Volte a mente para o que a vida oferece de bom. Aproveite a sua vida da melhor maneira possível, pois um dia ela acabará. Compreenda o que você tem hoje, ajude ao próximo, seja uma pessoa sincera, alegre e procure trabalhar com amor. Aceite a sua casa e seus bens. Aceite as pessoas como elas são e, principalmente, se aceite como você é, seu corpo, sua personalidade. Mas aceitar não significa se acomodar com os problemas e dificuldades da vida. Devemos buscar a força para mudar o que podemos mudar, e a aceitação para o que não pode ser diferente.
9º) Visite a natureza
9º) Visite a natureza
Pelo menos uma vez por mês, faça uma visita à mãe natureza. Ela tem o poder de purificar as células e acalmar o espírito.
10º) Converse com Deus
10º) Converse com Deus
Os gregos espiritualistas evitavam dizer o nome de Deus, pois achavam seu vocabulário muito limitado para expressar a grandeza Dele. Então todas as vezes que tinham que falar sobre Deus usavam a expressão o TODO. Aprenda estar em sintonia com o TODO, que está ao redor e, principalmente, dentro do seu coração. A melhor forma? Fica a seu critério, o importante é desejar que isso aconteça.
Passamos por diversos obstáculos na vida, mas temos de estar sempre preparados para levantar, sacudir a poeira e dar a volta por cima!!
Tenha um ótima semana e acredite que no fim tudo dá certo, se ainda não deu é porque não chegou ao final!!
Tenha um ótima semana e acredite que no fim tudo dá certo, se ainda não deu é porque não chegou ao final!!
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Festas Empresariais: Cuidado Para Não Dar Vexames
Mais um final de ano se aproxima com velocidade espantosa.
Compras de última hora, trânsito aos finais de semana, cardápio da ceia de natal, viagem de ano novo, férias das crianças, amigos secretos, festas corporativas, enfim, a velha e conhecida TPN - Tensão Pré Natal, a qual costuma acometer homens e principalmente mulheres no último mês do calendário.
Irei me concentrar nas polêmicas festas empresariais de fim de ano, as quais, em geral, causam certo desconforto e algumas vezes saias justas aos participantes. Seja um jantar formal, uma recepção em uma casa de eventos ou um churrasco com pagode e futebol, as reclamações estarão sempre presentes.
Longe, cedo, muito tarde, brega, chique demais, comida ruim ou pouca variedade. O fato é que nunca se conseguirá agradar a todos os grupos, cujos tipos clássicos serão identificados a seguir.
Os Papa-léguas: avessos a este tipo de comemoração, resolvem dar uma passadinha com receio dos comentários de chefes e colegas de trabalho. Tem na ponta da língua desculpas como: tenho outra festa ou estava trabalhando até agora. Como o pássaro homônimo, costumam sair com a mesma velocidade que chegaram aos ambientes.
Os viciados em trabalho: não esquecem seus afazeres nem mesmo enquanto comem ou bebem. Costumam se aproveitar do clima informal para resolver problemas ou cobrar pendências, entre um copo de uísque ou bolinho de queijo. Por esta razão costumam ser vistos sozinhos, passeando entre as mesas e rodas de conversa.
Os bem-vindos: em todo empresa há aquele sujeito boa-praça e comprometido, o qual costuma resolver os problemas de todas as áreas. Bem recebido em todos os grupos, costumam aguardar com ansiedade a festa de confraternização, sugerindo, ajudando e participando ativamente em sua organização.
Os bajuladores: o mais famoso e antigo dos grupos são também os mais estratégicos, identificando seus alvos com precisão milimétrica. Podem ser vistos ao lado ou ao redor das rodas de diretores, superintendentes ou vice–presidentes. Comparados aos paparazzos, adoram uma foto ou bajulação.
Os soltinhos: gostam de aproveitar a festa, exagerando muitas vezes na dose, literalmente. Com mais álcool e menos juízo, costumam criar situações hilárias ou embaraçosas, as quais servem para compor o mural de fotos ou as lendas que povoam todas as empresas. A situação piora quando decidem enfrentar a lei seca.
Creio que você tenha correlacionado diversas pessoas enquanto lia este artigo, lembrando-se de histórias cômicas ocorridas durante as celebrações empresariais. Caso não tenha conseguido se encaixar em nenhum grupo não se preocupe, talvez tenha sido seu senso crítico que não tenha permitido.
Como mensagem final, prudência, bom senso e profissionalismo devem guiá-lo, afinal de contas, você não irá querer mais uma dor de cabeça neste final de ano, irá?
Fonte:Marcos Morita - http://www.qualidadebrasil.com.br
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Elaborando Um Plano de Ação Para Qualidade
A etapa do plano de ação é a fase de conceber um plano com soluções para eliminar as causas fundamentais. Nesta etapa é realizada o planejamento e implementação das soluções, melhorias
Utilize o Brainstorming, na qual todos os participantes podem dar ideias e dica para eliminar a causa raiz.
O grupo deverá estar envolvido na solução e melhorias que serão implementadas através de um cronograma.
Verifique se as ações são tomadas sobre as causas fundamentais e não sobre os efeitos.
Evite utilizar soluções do tipo conscientizar os operadores, fornecer treinamento, etc...
Você poderá fazer isto mas não como solução.
Lembre-se de que operadores treinados de forma adequada e ciente de suas responsabilidades é um requisito básico, para o funcionamento de cada processo.
Evite inspeções em cada etapa do processo, isto apenas transfere a responsabilidade dos operadores para os inspetores e pode gerar mais problemas.
Escolha das soluções
Você deve considerar fatores para implementação de melhorias e soluções, tais como:
- Custo implementação;
- Custo operacional;
- Facilidade da implementação;
- Abrangência;
- Apoio da Gerência.
Ações de contenção
São ações imediatas do tipo “apaga incêndio” utilizadas para evitar o problema, e um tipo de ação para lidar com efeitos e não com o problemas.
- Inspeção 100%;
- Retrabalho;
- Desvio;
- Liberação.
Ação corretiva
Utilizadas para eliminar ou minimizar as causas de uma não-conformidade, defeito, reclamações de cliente ou de outro situação, com objetivo de prevenir sua repetição.
São utilizadas para evitar que o fator causador do resultados ocorra novamente.
- Manutenção corretiva;
- Dispositivos à prova de erros.
Ações preventivas
Aplique para eliminar as causas de um desvio ou uma situação potencial, impedindo a sua ocorrência de maneira antecipada.
- Manutenção corretiva;
- Dispositivos à prova de erros.
Para seguir esta etapa utilizo o 5W2H para estabelecer um plano.
O nome 5W2H desta técnica ou ferramenta foi criado a partir da união das primeiras letras em Inglês de cada uma das perguntas que precisam ser feitas durante a sua aplicação..
What O que será feito (ação, etapas, descrição)
Why Por quê será feito (justificativa, motivo)
Where Onde será feito (local)
When Quando será feito (tempo, datas, prazos)
Who Por quem será feito (responsabilidade pela ação)
How Como será feito (método, processo)
How much Quanto custará fazer (custo ou gastos envolvidos)
No próximo artigo estarei dando continuidade a este tema, espero que tenha gostado do conteúdo de hoje e claro, deixe seu comentário.
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terça-feira, 10 de dezembro de 2013
A Teoria da Burocracia
A teoria da burocracia foi formalizada por Max Weber que, partindo da premissa de que o traço mais relevante da sociedade ocidental, no século XX, era o agrupamento social em organizações, procurou fazer um mapeamento de como se estabelece o poder nessas entidades.
Construiu um modelo ideal, no qual as organizações são caracterizadas por cargos formalmente bem definidos, ordem hierárquica com linhas de autoridade e responsabilidades bem delimitadas.
Assim, Weber cunhou a expressão burocrática para representar esse tipo ideal de organização, porém ao fazê-lo, não estava pensando se o fenômeno burocrático era bom ou mau.
Weber descreve a organização dos sistemas sociais ou burocracia, num sentido que vai além do significado pejorativo que por vezes tem. Burocracia é a organização eficiente por excelência.
E para conseguir essa eficiência, a burocracia precisa detalhar antecipadamente e minuciosamente como as coisas deverão ser feitas.mas acaba se esquecendo dos aspectos váriaveis que se devem ser considerados, o que na sua negligencia acaba trazendo diversas disfunções na realização de ações especificas Segundo Weber, a burocracia tem os seguintes princípios fundamentais:
- Formalização: existem regras definidas e protegidas da alteração arbitrária ao serem formalizadas por escrito.
- Divisão do trabalho: cada elemento do grupo tem uma função específica, de forma a evitar conflitos na atribuição de competências.
- Hierarquia: o sistema está organizado em pirâmide, sendo as funções subalternas controladas pelas funções de chefia, de forma a permitir a coesão do funcionamento do sistema.
- Impessoalidade: as pessoas, enquanto elementos da organização, limitam-se a cumprir as suas tarefas, podendo sempre serem substituídas por outras - o sistema, como está formalizado, funcionará tanto com uma pessoa como com outra.
- Competência técnica e Meritocracia: a escolha dos funcionários e cargos depende exclusivamente do seu mérito e capacidades - havendo necessidade da existência de formas de avaliação objetivas.
- Separação entre propriedade e administração: os burocratas limitam-se a administrar os meios de produção - não os possuem.
- Profissionalização dos funcionários.
- Completa previsibilidade do funcionamento: todos os funcionários deverão comportar-se de acordo com as normas e regulamentos da organização a fim de que esta atinja a máxima eficiência possível.
Disfunções da Burocracia:
- Internalização das regras: Elas passam a de "meios para os fins", ou seja, às regras são dadas mais importância do que às metas.
- Excesso de Formalismo e papelatório: Torna os processos mais lentos.
- Resistências às Mudanças.
- Despersonalização: Os funcionários se conhecem pelos cargos que ocupam.
- Categorização como base no processo decisorial: O que tem um cargo maior, toma decisões, independentemente do que conhece sobre o assunto.
- Superconformidade as Rotinas: Traz muita dificuldade de inovação e crescimento.
- Exibição de poderes de autoridade e pouca comunicação dentro da empresa.
- Dificuldade com os clientes: o funcionário está voltado para o interior da organização, torna dificil realizar as necessidades dos clientes tendo que seguir as normas internas.
- A Burocracia não leva em conta a organização informal e nem a variabilidade humana.
Uma dada empresa tem sempre um maior ou menor grau de burocratização, dependendo da maior ou menor observância destes princípios que são formulados para atender à máxima racionalização e eficiência do sistema social (por exemplo, a empresa) organizado.
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Empresa não é Mãe
Como lembrava a própria mestra na época, mãe não demite filhos nem promove a competição dentro de casa. Mãe ama, cuida, ensina, sofre junto e, se necessário, deixa de comer para não ver os filhos passarem fome.
Por outro lado, a maioria das pessoas continua trabalhando como se as empresas tivessem a obrigação de realizar todos os seus desejos e atender todas as suas necessidades, de ordem pessoal e profissional. Ainda é comum se ouvir nos bastidores: – essa empresa é uma mãe para mim!
De onde vem toda essa carência dos empregados? De certa forma, da própria carência do ser humano acostumado a uma zona de conforto. Na prática, trabalhar dá muito trabalho, principalmente, quando os objetivos pessoais estão desalinhados com os objetivos da empresa.
Ao fim do século XIX, o fenômeno da Revolução Industrial mudou a nossa forma de executar o trabalho, de maneira radical, e tornou-se um marco decisivo no processo de desenvolvimento humano.
O historiador Edward Palmer Thompson chegou a afirmar que o trabalhador inglês médio tornou-se mais disciplinado, mais sujeito ao tempo produtivo do relógio, mais reservado e metódico, menos espontâneo e menos violento.
Dessa forma, a Revolução Industrial criou uma nova maneira de arranjo social, de sobrevivência e de conduta humana. O trabalho já não era mais o mesmo e um novo conceito começava a ganhar forma: o emprego.
Com o emprego, a maioria foi deixando de lado a sua competência predominante desde os tempos mais remotos: a de sobreviver por conta própria e risco. Se tivesse vivido após a Revolução, Richard Cantillon, economista irlandês, diria que o ser humano perdeu a sua incrível capacidade de empreender.
Antes disso, as pessoas não tinham empregos no sentido fixo e unitário. Havia, contudo, uma forma corrente e mutante de tarefas de modo que os empregos, no mundo pré-industrial, eram essencialmente atividades. A transição para os empregos, como conhecemos hoje, foi lenta e gradual e ocorreu em diferentes tempos e lugares.
De acordo com a mestra Maria Schirato, as empresas se constituem um mundo de intenções e de promessas, onde a magia do crachá proporciona uma pseudo-segurança com uma moeda de troca conhecida: dinheiro X trabalho duro, fidelidade e alguns benefícios.
O que não é conhecido são os limites e as tolerâncias da relação. Quando isso não está claro, as pessoas tendem a confundir o ambiente de trabalho com o com o ambiente da empresa e se sentem parte de uma família.
Quanto mais desalinhadas estiverem as pessoas com os objetivos, as metas e os valores da organização, maior a dependência e o sofrimento. Em vários casos de demissão, a perda dos benefícios, do sobrenome da empresa e do crachá significa para muitos a perda da própria dignidade.
O que falta para muitas empresas, principalmente, nas públicas e nas de origem familiar, é o esclarecimento das expectativas. Empregados que não entendem essa relação de profissionalismo, quando perdem o emprego, se tornam órfãos magoados que nunca vão aceitar o fato de terem sido demitidos pela sua própria mãe.
Pense nisso e empreenda mais e melhor!
Fonte:Jerônimo Mendes http://www.qualidadebrasil.com.br
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sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
TOP 25 Marcas Mais Valiosas do Brasil em 2013
A empresa de consultoria Interbrand lançou recentemente seu ranking com as marcas mais valiosas do mundo, a exemplo do que faz todos os anos. Segundo a pesquisa deste ano, a Apple ultrapassou a Coca-Cola e se tornou a líder do ranking, com sua marca valendo impressionantes 98,3 bilhões de dólares. Nenhuma marca brasileira apareceu nas primeiras posições do ranking global.
Já o ranking brasileiro foi divulgado hoje, mostrando um domínio significativo do mercado financeiro, tendo somente bancos nas 3 primeiras posições, por exemplo.
A seguir você confere o ranking das 25 marcas mais valiosas do Brasil, que leva em consideração fatores como o desempenho financeiro (geração de valor financeiro dos produtos e serviços ligados à marca) da empresa, o papel da marca (poder de influência sobre os consumidores) e a força da marca (capacidade de superar a concorrência e garantir a demanda e os ganhos ao longo do tempo).
A pesquisa completa você pode encontrar no site da Interbrand, bem como outras informações sobre esta e outras pesquisas realizadas pela mesma empresa.
Confira o ranking das marcas mais valiosas do Brasil em 2013:
- Itaú (R$ 19,3 bilhões)
- Bradesco (R$ 14,1 bilhões)
- Banco do Brasil (R$ 11,8 bilhões)
- Skol (R$ 9,4 bilhões)
- Petrobrás (R$ 8,7 bilhões)
- Natura (R$ 7,5 bilhões)
- Brahma (R$ 7,2 bilhões)
- Antarctica (R$ 3,1 bilhões)
- Vivo (R$ 2,6 bilhões)
- BTG Pactual (R$ 1,9 bilhão)
- Cielo (R$ 1,2 bilhão)
- Casas Bahia (R$ 993 milhões)
- Renner (R$ 842 milhões)
- Lojas Americanas (R$ 757 milhões)
- Caixa (R$ 702 milhões)
- Oi (R$ 699 milhões)
- Extra (R$ 621 milhões)
- Hering (R$ 616 milhões)
- Ipiranga (R$ 607 milhões)
- Porto Seguro (R$ 475 milhões)
- Totvs (R$ 382 milhões)
- Havaianas (R$ 375 milhões)
- Pão de Açúcar (R$ 347 milhões)
- Ponto Frio (R$ 346 milhões)
- Arezzo (R$ 294 milhões)
O Banco Itaú repetiu a liderança de 2012, porém, com uma queda de 13% no valor de sua marca. Duas empresas estrearam este ano no ranking: Arezzo e Porto Seguro. Já a marca Ipiranga, voltou ao ranking após 5 anos fora.
Segundo a pesquisa, A Hering (18ª colocada) foi pelo terceiro ano consecutivo a marca que mais cresceu em valor de marca, com uma alta de 58% sobre 2012.
As 25 marcas brasileiras mais valiosas juntas equivalem a R$ 95 bilhões.
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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Cancelei a minha conta no WhatsApp
Quando uma ferramenta criada para ajudar na comunicação começa a tomar o rumo absolutamente contrário, chega a hora de abandonar o barco.
Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp.
Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo.
A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook.
As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro).
O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver... muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo, mas não irei me alongar nas outras.
A questão é que vivemos em plena era de ouro da comunicação, onde todos têm possibilidades infinitas para interagir, mas talvez, seja o momento mais crítico da história da comunicação. Há falta de diálogo, convívio, interação com quem está próximo de nós. Até ligar já está virando “artigo de luxo”. Exagero? As operadoras de telefone estão acompanhando essa tendência de comportamento e invertendo seu marketing... Não se oferece mais tantos planos para ligar, a questão, agora, são os planos com internet ilimitada, internet a R$ 0,25, entre outros.
Acho que o sempre otimista filósofo Pierre Levy, quando descreveu o conceito de Inteligência Coletiva, não imagina que o WhatsApp poderia ter sido inventado. Ou até imaginava, mas não sabia que as pessoas iam preferir ficar ali – no aplicativo -, em vez do convívio social.
As falas de um de seus maiores opositores, o polêmico filósofo e sociólogo francês Jean Baudrillard (já falecido), feroz crítico da sociedade de consumo, nunca fizeram tanto sentido. Principalmente na questão de quando se transfere suas características para as novas máquinas, o homem está abrindo mão de si mesmo.
Na revista Administradores
Na edição novembro/dezembro da revista Administradores resolvemos questionar sobre o WhatsApp em nossa editoria contraponto. Colocamos dois especialistas para defenderem sua tese e apontar as vantagens e desvantagens do aplicativo. Você pode ler aqui o que os dois especialistas falaram.
Confesso que minha opinião foi alterada ao longo do tempo. Antes favorável à facilidade de comunicação que o WhatsApp poderia gerar, coloco-me hoje a favor da comunicação real, do tête-à-tête, sem as barreiras das mini telas. Apesar de não me encaixar no perfil alienado (como aquele citado acima), estar no aplicativo me colocava no status de condescendente com algo que sou contra. Isso estava incomodando.
Que tal refletir
Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular?
Que tal refletir
Acho que essa questão de como lidamos com a internet e com o ato de estar conectado 24h cabe uma reflexão individual. Você: como lida com essa conexão com redes sociais e aplicativos no celular?
Talvez não esteja no momento de avaliar e refletir sobre o tempo que se "dedica" a eles?
Acho que a reflexão vale, principalmente, para aqueles que se encaixam no perfil de sentir necessidade de ver a timeline constantemente, que trocam a leitura de um livro para ver vídeos e besteiras na internet ou até mesmo não que conseguem realizar algumas atividades e tarefas de sua rotina por falta de concentração que as redes sociais e aplicativos com o WhatsApp geram.
Não sou contra redes sociais e apps, pelo contrário, acho que são fontes de interação, entretenimento e até de negócios muito válidas. No entanto, percebo certa alienação que essa conexão provoca em muitos. Não quero causar uma revolução nesse aspecto, apenas proponho que se busque encontrar formas de equilibrar essa balança do real com o virtual.
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