terça-feira, 21 de maio de 2019

Atualização Profissional: Entenda a Importância de se Requalificar


Atualmente estamos conectados todos os dias a fluxos de informações incontáveis, vindos de diversas fontes. Novas formas de trabalho também surgem com a velocidade da tecnologia. A atualização profissional passa a ter suma importância para profissionais que querem se destacar no mercado de trabalho, tão competitivo e acirrado.No post de hoje, vamos entender sobre a importância da requalificação, isto é: como podemos nos desenvolver a fim de concorrer a novas vagas de emprego, promoções ou até mesmo retomada de carreiras. Acompanhe!
Habilidades profissionais e demandas do mercado
Antes de mais nada, verifique as suas principais habilidades profissionais, a fim de poder melhorá-las — ou definir como buscar novas oportunidades de crescimentos em outras áreas. Essa é uma atitude positiva para começar a sua atualização profissional.Entenda melhor, também, as demandas do mercado, procurando alinhar sua vocação com o que as empresas solicitam para contratar e manter seus talentos. Assim, você poderá desenvolver sua carreira de forma mais ágil e eficiente.Extensão universitária e sucesso na carreira
Invista em cursos de extensão universitária, especializações ou pós-graduações. Essas formas de aquisição de conhecimento são excelentes escolhas, principalmente se você tiver como objetivo, em um futuro próximo, conquistar uma nova vaga de emprego ou ganhar uma promoção no seu atual trabalho.
Isso vai ajudar a se desenvolver em alguma especialidade, tais como: gerenciamento de projetos, linguagem de programação, etc. Você planeja e começa seus estudos agora, para colher os resultados a partir de 6 meses a 1 ano e meio.
Aquisição de novos conhecimentos e competências
Se você pretende conseguir o primeiro emprego, dar uma guinada em sua carreira ou até mesmo mudar completamente de profissão, é recomendado iniciar uma nova graduação na sua nova área pretendida. Por exemplo: você é publicitário, mas gostaria de ser um profissional de tecnologia.Esse objetivo será conquistado a longo prazo, mas ainda durante o curso você pode conseguir novos postos de trabalho ou mudar de empresa. Isso também dependerá do networking que você fizer, o que pode ser alavancado ao conhecer novas pessoas durante a formação.Relevância dos cursos livres e das certificações
Invista em cursos livres e rápidos, como os de 30 a 40 horas, aproximadamente, caso você precise de informações de maneira imediata. Busque também certificações que possam atestar sua competência em determinado campo. Por exemplo: faça aulas de Mídias Sociais, caso você tenha começado a ter essas tarefas no seu trabalho; ou um curso de Excel, se for utilizar esse programa no seu dia a dia.Num curto prazo você terá novos conhecimentos que ajudarão na sua rotina e poderão valorizar o seu currículo. Afinal, não apenas os cursos acadêmicos, como graduações e pós-graduações, garantem o sucesso no mercado de trabalho. Tais cursos livres também podem ser uma ótima fonte de contatos.Além disso, há segmentos de carreiras que mudam constantemente e precisam de atualização contínua. O setor de tecnologia e marketing são alguns deles, oferecendo diversas certificações que devem ser renovadas periodicamente.
A atualização profissional como diferencial competitivo
Manter-se sempre informado e atualizado é um dos diferenciais competitivos entre os diversos profissionais que temos hoje no mercado de trabalho. Portanto, investir na sua atualização profissional constante será um grande passo na busca por novas conquistas, novas oportunidades e novas promoções.Aqueles que continuam estudando estão sempre vários passos à frente de qualquer outro profissional. Por isso, invista em você!

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Por que todo escritório precisa de um PET

Muitas empresas e Coworking adotaram o conceito pet friendly, onde o seu cachorro ou gato é bem-vindo no escritório. Mas por que fizeram isso?
De acordo com o estudo realizado pela Virginia Commonwealth University, nos Estados Unidos, o melhor amigo do homem pode trazer benefícios ao local de trabalho, incluindo redução de estresse, além de deixar o trabalho mais satisfatório para os funcionários.
Já se foi o tempo em que um escritório orientado à produtividade continha mesas separadas por divisórias como decoração e conversas ao telefone como único som ambiente.
Nos dias de hoje, é sabido que atmosferas mais acolhedoras promovem melhores práticas de trabalho e alavancam a produtividade. E é por isso que todo escritório precisa de um Pet!
Contudo outros estudos mostram que a presença de um (ou mais!) pet no ambiente do trabalho é capaz de melhorar a produtividade dos funcionários, reduzir o stress, fomentar a liderança e desenvolver a criatividade e a inovação.
No Reino Unido esta tendência já está se tornando uma realidade, sendo implementada por diversas empresas.
Entretanto pesquisas mostram que a cada ano tutores de pets britânicos aumentam o investimento na compra de artigos para acomodá-los em seus escritórios .
Além disso, empresas de liderança global já contam com a presença de cães e gatos nos escritórios. De acordo com a Forbes: .
“O poder de aumento de produtividade dos animais de estimação é algo que grandes organizações como a Nestlé e a empresa controladora do Google, a Alphabet, já apreciam. Também sabemos que mais de 40% da geração do milênio (pelo menos no Reino Unido) gostaria de trabalhar em locais de trabalho adequados para cães.”

  • Por que todo escritório precisa de um pet?

Pets promovem pausas que melhoram o ritmo de trabalho no escritório.
Consequentemente funcionários que não fazem pausas apresentam menor rendimento em suas funções. Além disso, são mais afetados por stress crônico e têm menor qualidade de vida. E tudo isso impacta no engajamento com o trabalho e na produtividade propriamente dita.

  • Pets promovem resolução de problemas

Bem como pesquisa da Tork, empresa que advoga pelo direito à pausa para o almoço nos EUA, revela que as pausas motivam o time para o trabalho e promovem melhor capacidade de resolução de problemas.

  • Pets reduz estresse

Neste contexto, ter um pet no escritório une o útil ao agradável: pesquisadores descobriram que acariciar ou brincar com animais aumenta a secreção de ocitocina e serotonina. Estes hormônios têm um papel importante na redução do stress e são causadores de sensações de bem-estar.
Assim, ao pausar o trabalho para interagir com um pet, o funcionário tem todos os benefícios de uma pausa alavancados! Por isso, ao voltar para suas atividades, ele tem mais disposição, tranquilidade e foco.

  • Pets propiciam a criatividade, a inovação e o trabalho em equipe.

Você já sabe que as pausas para brincar com o animal de estimação do escritório são capazes de reduzir o estresse, afetando diretamente a produtividade.
Mas sabe qual outro poder elas têm? O de melhorar a criatividade dos funcionários!
Durante uma pausa em que o cérebro se distancia de fato do trabalho, é mais provável que novas ideias e soluções para problemas surjam naturalmente.

Contudo com o distanciamento das telas, seus funcionários terão melhor capacidade de analisar os problemas por novas perspectivas e desenvolver soluções inovadoras.
Além disso, a presença de um pet promove a integração, criando laços mais fortes entre os membros da equipe.
Com mais afinidade entre o pessoal, as atividades do time são realizadas de maneira mais eficiente e os funcionários se sentem mais acolhidos e felizes no ambiente de trabalho.
Um espaço de trabalho precisa ser planejado conforme necessidades do clientes que atenda colaboração e produtividades entre os colaboradores. 

sexta-feira, 17 de maio de 2019

9 Erros Que Estão Te Impedindo de Ter Reuniões Produtivas

No universo corporativo, não é difícil verificar que reuniões improdutivas são uma total perda de tempo e de dinheiro para qualquer empresa. 

Reuniões são importantes, mas se não forem objetivas e bem conduzidas, só vão servir para desperdiçar o tempo de todos. E, no mundo dos negócios, aquele velho clichê é sempre verdadeiro: tempo é dinheiro. Não dá para trocar preciosas horas de trabalho por encontros improdutivos.
  • Você já se perguntou que erros impedem um empresário de promover reuniões produtivas? 
  • O que faz uma reunião ser uma total perda de tempo e de dinheiro? 
  • Vamos falar sobre isso neste post, para que você não cometa os mesmos erros nos próximos encontros!

1. Não definir um objetivo

Há uma lista de assuntos importantes a serem tratados, não há? Pois acredite ou não, essa lista pode ser a grande vilã da falta de foco da reunião. Ter uma pauta de assuntos não significa uma boa condução e resultados. Sem a definição de um objetivo sua reunião pode acabar em uma discussão improdutiva de mil assuntos aleatórios, o que leva a total perda de tempo.
Para evitar isso, o objetivo deve responder basicamente a três perguntas-chave: O quê? Como? Por quê? Com isso, é possível avaliar a real necessidade da reunião e o início da especificação da mesma.

2. Convocar a reunião na última hora

Quer garantir que sua reunião seja um caos total? Convoque em cima da hora, no final do expediente, não permitindo que os participantes reorganizem suas agendas pessoais. Assim, você terá participantes totalmente desmotivados, ansiosos pelo fim do encontro e nada dispostos a cooperar.
Marcar a reunião com antecedência, dando chance aos participantes de se prepararem e reagendar seus compromissos, demonstra respeito e consideração pela equipe.

3. Não se preparar previamente

Não é possível ter reuniões produtivas se os participantes não chegarem preparados para o encontro. Se você não marcou com antecedência, não divulgou a objetivo e nem forneceu material informativo de apoio para os participantes, como esperar que estejam todos prontos para uma discussão produtiva?
Não é possível deixar essas providências para os quinze minutos que antecedem a reunião. Não espere que todos leiam aquele relatório de dez páginas que você só entregou na última hora. Conceda tempo para os participantes se prepararem adequadamente!

4. Convocar as pessoas erradas

Pode parecer uma questão simples, mas a verdade é que muitas reuniões ainda são feitas com a participação de pessoas que não vão acrescentar nada ao assunto discutido. Muitos organizadores se sentem na obrigação de convidar o staff completo da empresa, para que não se sintam excluídos. O resultado é uma sala de reunião lotada de pessoas não envolvidas no assunto, o que só servirá para tumultuar o ambiente e abrir caminho para conversas paralelas e bate-boca improdutivo.
Para evitar isso, a solução é óbvia: convoque o número certo de pessoas certas.

5. Não convocar as pessoas certas

Numa continuação do item anterior, outro erro que impede de ter reuniões produtivas é não convocar as pessoas certas, como as que detêm o poder de decisão, por exemplo. Se a reunião com a equipe não inclui ninguém que possa, realmente, decidir o assunto, então a consequência será uma mera troca de opiniões que não levará a nenhum resultado concreto.
Então, vale a pena repetir a recomendação do item anterior: convide as pessoas certas e cuide para que um detentor do poder decisório esteja presente.

6. Marcar a reunião para um horário inadequado

Não é possível recomendar um horário ideal para a convocação de uma reunião, pois isso depende dos horários de cada empresa e só você e sua equipe vão saber qual é. No entanto, existem momentos inadequados que você pode evitar. Quer exemplos? Marcar para “logo depois do almoço”. Primeiro, você não pode garantir que todos almocem juntos e estejam disponíveis ao mesmo tempo. Depois, principalmente se o assunto for complexo e monótono, você corre o risco de ver os participantes cochilando nas cadeiras, devido àquela sonolência que vem naturalmente depois de uma refeição.
Outro exemplo de horário inadequado: final do expediente, na véspera do fim de semana ou de um feriado prolongado. Enquanto a mente de todos já está viajando nos planos para relaxar e descansar, você espera que se concentrem nos relatórios dos últimos resultados? Difícil.
Como dissemos, a saída para evitar esse erro será discutir o melhor horário com os participantes antes de marcar a reunião.

7. Ignorar recursos tecnológicos

Aqui, o termo ignorar quer dizer tanto desconhecer quanto usar de modo inadequado ou precário. A tecnologia oferece ótimas soluções para otimizar uma reunião, como videoconferência com transmissão em tempo real, por exemplo. É um recurso que possibilita transmitir a discussão para a equipe fora da sala de reuniões, ou que esteja em outras filiais em qualquer lugar do mundo.
No entanto, comprar ou contratar recursos caros e não treinar as pessoas para usar e tirar o máximo de proveito deles pode ser um investimento sem retorno compensador.

8. Convocar reuniões desnecessárias

Já esteve em uma daquelas reuniões que se resumiram a uma conversa entre dois participantes enquanto os outros só observavam e se perguntavam o que estavam fazendo ali? É porque algumas reuniões não precisam ser reuniões. Há assuntos que podem ser tratados rapidamente, por dois ou três funcionários em um encontro informal. E há situações em que as informações podem ser transmitidas por e-mail ou em uma simples conversa telefônica.
Então, antes de convocar uma reunião, esteja certo de que ela é mesmo necessária e que não poderia ser substituída por outros meios de comunicação.

9. Falhar na condução da reunião

Dominar a dinâmica de uma reunião não é tarefa simples. Para promover reuniões produtivas é preciso ter um condutor firme e preparado para não deixar a discussão sair do controle, dar voz a todos os presentes, administrar conflitos e possibilitar soluções e tomada de decisões objetivas. Um condutor ineficiente pode significar reunião inútil, perda de tempo e frustração.
A pessoa que vai conduzir não precisa ser, necessariamente, o chefe ou o ocupante de uma posição superior na hierarquia da empresa. Se o gerente não leva jeito ou não domina o assunto, o melhor é entregar a condução a alguém treinado, que pode até mesmo ser um profissional externo ao grupo, mas que seja assertivo e domine técnicas de condução.
Agora que você já conhece os erros a serem evitados, você poderá conduzir reuniões produtivas.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

AUTORRESPONSABILIDADE: um conceito poderoso para a realização de suas metas

A transferência de culpa é uma atitude muito comum, que muitas pessoas praticam sem sequer perceber. Tanto na vida pessoal quanto na rotina profissional e, especialmente, quando ocorre algo negativo em nossas vidas.



O que reforça a relevância da autorresponsabilidade.



Afinal de contas, por meio dela você pode lidar melhor com as situações em vez de transferir a responsabilidade, apenas. Acredite: a autorresponsabilidade tem um impacto positivo de profunda relevância na sua rotina e pode até mesmo mudar o seu propósito de vida.

E, para que o conceito seja devidamente esclarecido para você, de maneira a ser aplicado na sua rotina, nós preparamos este post. Acompanhe-nos nesta breve leitura e aprenda a agir e reagir a partir da autorresponsabilidade!

O que é autorresponsabilidade?

Em resumo, a autorresponsabilidade está associada à nossa capacidade de responsabilizarmos a nós mesmos por tudo aquilo que acontece em nossas vidas. Aquilo que é positivo ou negativo, e também o que nos influencia direta ou indiretamente.

A melhor parte é que, da mesma maneira que aprendemos a transferir a culpa, em algumas situações, também podemos desenvolver a autorresponsabilidade. A diferença é a dedicação necessária para aperfeiçoá-la, enquanto culpar os outros é muito simples.

Por que aplicá-la no dia a dia?

Voltando à situação em que transferimos a responsabilidade de algo para outras pessoas, percebemos de imediato que não evoluímos.
Afinal de contas, em vez de refletir sobre as nossas ações, nós delegamos o problema para alguém. Como desenvolvemos nossas capacidades a partir dessa perspectiva?

Dois exemplos de transferência de culpa:
  •  eu teria feito essa tarefa com uma qualidade superior se minha equipe não fosse tão ruim;
  •  eu não me atrasaria, se não fosse pelo trânsito da cidade.
Agora, que tal modificar algumas palavras?
  • eu teria feito essa tarefa com uma qualidade superior se tivesse me organizado e delegado melhor cada função aos meus colaboradores;
  • eu não me atrasaria se tivesse realizado uma gestão mais eficiente do meu tempo.
Percebe a grande diferença entre cada atitude? 

A autorresponsabilidade dá a você mais controle sobre todos os aspectos da sua vida. Sem falar na curva de aprendizado, que é sempre maior do que apontar outros culpados para um sentimento negativo.

Como a falta de autorresponsabilidade se manifesta no trabalho?

Na rotina profissional, a autorresponsabilidade aplicada se converte em um degrau de ascendência para o indivíduo.

E sabe por quê? 
São atitudes que denotam a capacidade de solucionar problemas, de inovar e realizar o serviço cada vez melhor. Do contrário, a pessoa está contaminando o ambiente com:
  • conflitos;
  • menos produtividade;
  • mal-estar entre os colaboradores;
  • tensão no local de trabalho;
  • obstáculos na comunicação interna.
E isso aparece nos exemplos que citamos acima, mas também nas atitudes e comportamentos de profissionais que nunca assumem a culpa. E, pior: apenas apontam culpados.

E as vantagens em aplicá-la no ambiente corporativo?

A dedicação e disciplina em se moldar dentro do escopo da autorresponsabilidade são, por sua vez, de enormes benefícios. Não só para o indivíduo, mas para o coletivo. Confira algumas vantagens em aplicá-la:
  • mudança nos hábitos, alterando aquilo que não funciona em novas soluções;
  • mais autoconhecimento;
  • melhoria na capacidade e habilidade social;
  • redução das crenças limitantes no dia a dia;
  • menos frustração e maior capacidade de reação;
  • redução de conflitos na rotina;
  • novas perspectivas — como a de transformar obstáculos em oportunidades;
  • o profissional se torna uma referência para os colegas;
  • gera-se mais oportunidades de crescimento — pessoal e profissional.
É inegável, então, que a autorresponsabilidade desponta como um diferencial e tanto para uma mudança brusca na vida dos seus praticantes. Inclusive, com um extenso material sobre o assunto — e até mesmo um dos livros mais completos sobre o assunto!

Vamos colocar um pouco desses benefícios em órbita dos seus hábitos? 
A seguir, vamos falar um pouco sobre como desenvolver a autorresponsabilidade.

Como desenvolver a autorresponsabilidade?

Dificilmente, as mudanças pretendidas acontecem da noite para o dia e sem desafios pelo caminho. Mas é a jornada que fortalece o objetivo.
No caso da autorresponsabilidade — seja no cotidiano ou na rotina profissional —, o caminho é contínuo, uma vez que a sua aplicação se converte em um aprendizado incessante.
Por isso, reunimos algumas dicas pontuais para você nunca deixar de lado a autorresponsabilidade nas suas decisões:
  • avalie as suas decisões, atitudes e comportamentos;
  • identifique em quais delas você está culpando alguém que não você pelos resultados;
  • crie e exercite essa autoconsciência para assumir as suas responsabilidades;
  • tenha a pró-atividade para mudar os hábitos. Controle os impulsos e sempre reflita sobre as suas decisões;
  • tenha uma visão sistêmica dos seus hábitos para evitar qualquer deslize e fortalecer a sua disciplina para agir de maneira diferente;
  • foque nos resultados e aprenda com eles. Só assim, você irá realizar os seus sonhos e sentir a mudança dentro de você se desenvolver.
A autorresponsabilidade é vista, por profissionais de coaching, como uma das primeiras etapas para que o indivíduo assuma a perspectiva de mudança na sua vida.

Com isso, os ensinamentos são melhor absorvidos. O indivíduo adquire a consciência para exercitar um lado do qual não estava habituado em perceber. Muito menos, em praticar.

E é por conta desse fator que tende a ser debilitante na escalada de um indivíduo que almeja a autorresponsabilidade, que temos as 6 leis da autorresponsabilidade. 
Vamos conhecê-las?

Quais são as 6 leis da autorresponsabilidade?

Abaixo, reunimos as 6 leis da autorresponsabilidade e que, quando repetidas até tê-las devidamente assimiladas no inconsciente, vão ajudar na sua empreitada. São elas:
  1.  Se é para criticar os outros, cale-se;
  2.  Se é pra reclamar, dê sugestão;
  3.  Se é para buscar culpados, busque solução;
  4.  Se é para se fazer de vítima, faça-se de vencedor;
  5.  Se é para justificar seus erros, aprenda com eles;
  6.  Se é para julgar as pessoas, julgue suas atitudes.
E então, já repetiu algumas vezes as leis acima para compreender quais atitudes devem ser revistas ou repensadas antes de serem tomadas?

terça-feira, 14 de maio de 2019

Marketing de Engajamento: os 5 princípios e 7 dicas práticas


Por décadas, as campanhas de marketing pontuais tomavam conta da maior parte das estratégias de publicidade. No entanto, desde a ascensão da Internet, em particular, a ascensão das mídias sociais, o comportamento do cliente mudou drasticamente.

O marketing em mídias sociais não só se tornou uma ferramenta essencial para qualquer estratégia, mas transformou a relação dos clientes com as marcas.

Os usuários, hoje, também esperam que seu relacionamento com as marcas vá além do valor de uso de seus produtos. Dentro dessa nova lógica de consumo surge o marketing de engajamento.

O marketing de engajamento atrai as pessoas contando histórias, gerando conversas e abordando as necessidades e interesses dos clientes. O objetivo é envolver os clientes em um relacionamento mais profundo e sustentável com um determinado produto ou marca.

Mas afinal, o que é marketing de engajamento?
Ao contrário das abordagens tradicionais de marketing, nas quais você atrai especificamente prospects com ofertas de resposta direta, como promoções, o marketing de engajamento permite que o público-alvo, ou ainda melhor, as personas, interajam com você e definam como eles gostariam de se comunicar com sua marca.

Engajamento significa que alguém está interessado em ouvi-lo e que você deve se relacionar com essa pessoa para alcançar seu objetivo comercial, enquanto cumpre uma proposta de valor para com o público.

O marketing de engajamento começa quando uma pessoa interessada toma uma ação para iniciar uma interação com você. É seu papel incentivar um diálogo com o indivíduo para ajudá-lo a tomar uma decisão de compra.
Um cliente engajado, provavelmente, se tornará um cliente fiel.

Os 5 Princípios do Marketing de Engajamento
Podemos definir o marketing de engajamento analisando os 5 princípios básicos que constroem toda a experiência do usuário:
  • Um foco implacável na construção de confiança
  • Abraçando uma comunicação forte de duas vias
  • Uma troca de valor
  • Um foco de relacionamento
  • Uma visão de longo prazo
No marketing de engajamento toda empresa tem a mesma missão: maximizar seu valor. Mas atenção, seu recurso mais valioso não é seu produto, sua marca ou sua equipe, são seus clientes. As empresas mais bem-sucedidas obtêm sucesso porque se destacam durante cada estágio do funil de compras do cliente: na aquisição de novos compradores, no aumento do valor da vida útil e na conversão deles em defensores de sua marca.

Os profissionais de marketing devem se tornar administradores da jornada do consumidor e criar vínculos com os prospects onde quer que eles estejam.

Por que o marketing de engajamento é importante?
Como qualquer tendência de marketing, o marketing de engajamento tem seus céticos, mas nos últimos anos, começaram a surgir dados que comprovam o quão valioso um cliente engajado pode ser.

A Influitive, uma incrível plataforma de engajamento de clientes, descobriu que “as empresas que melhoraram o engajamento aumentaram a venda cruzada em 22%, aumentaram a receita de vendas entre 13% e 51% e também aumentaram o tamanho dos pedidos entre 5% e 85%”.

Uma pesquisa da Rockefeller Corporation descobriu que “68% dos clientes saem de uma negociação porque acham que você não se importa com eles”.
Além disso, a pesquisa da Vision Critical descobriu que 86% dos compradores estão felizes e dispostos a pagar mais por uma melhor experiência do cliente e que até o ano 2020 essa experiência do cliente será mais importante no processo de vendas do que preço ou produto.

Aplique na prática: 7 dicas fáceis sobre marketing de engajamento para atrair clientes
Agora que você já entendeu o conceito de marketing de engajamento, é hora de receber algumas dicas e colocar em prática as estratégias de marketing para atrair clientes, melhorando e ampliando o seu relacionamento e tornando o usuário engajado em sua causa. Separamos 7 dicas fáceis para te ajudar a começar hoje seu planejamento.

#1 Desenvolva uma estratégia de engajamento
Para ter sucesso, você deve preparar uma abordagem e um plano claros para o seu marketing de engajamento. Inicie desenvolvendo um planejamento estratégico de marketing digital. Seu plano terá que incluir informações como: maneira pela qual você alcançará seus usuários e como você poderá responder e interagir com os participantes envolvidos.

#2 Integre seu mix de marketing
Todos os aspectos de seu mix de comunicação de marketing devem incluir um “call to action” para engajamento digital.
Você pode simplesmente solicitar e estimular comentários e postagens em seus blogs e fóruns, além de disponibilizar um contato de WhatsApp para dúvidas, inserir materiais ricos como e-books em suas plataformas e pedir em troca o contato do cliente, possibilitando que ele faça o download e compartilhe com sua rede.

#3 Conteúdo e relacionamento
Concentre-se em desenvolver uma estratégia de marketing de conteúdo relevante e interessante para se envolver com seu público.
Entenda que construir relacionamentos genuínos com conteúdo que seja importante para o indivíduo é a melhor maneira de alcançar os principais objetivos de negócios do marketing de engajamento.
Dessa forma, se você tem um e-commerce de roupas femininas, por exemplo, pode estabelecer um relacionamento com suas clientes e potenciais clientes por meio da produção de conteúdo que apresenta as novas tendências da moda, como usar determinada novidade no dia a dia ou variações de uso de uma mesma peça. Enfim, preocupe-se em resolver alguma dúvida ou problema do seu cliente antes de tentar convencê-lo a comprar alguma coisa da sua empresa.

#4 Promover assinaturas
Use técnicas baseadas em permissões para incentivar assinaturas de newsletter com formulários otimizados, registros RSS, notificações de push, referência a um amigo e compartilhamento em rede social.
Conseguir fazer com que um usuário assine sua newsletter por exemplo, é um passo a mais no caminho para conquistá-lo. Este contato agora deverá ser nutrido com informações gerais, promoções, curiosidades e tudo o mais que sua empresa pode fazer por ele.

Agora que você tem seu endereço de e-mail você pode conversar diretamente com ele, então seja pessoal sem ser invasivo. Acrescente algo à vida de seu prospect.

#5 Convide os ouvintes a interagir com o seu Blog
Estabeleça uma cultura de envolvimento incentivando seus prospects a contribuir com comentários, sugestões e até mesmo como escritores convidados para ampliar os pontos de vista e os recursos disponíveis para sua comunidade conectada.

#6 Realize pesquisas e enquetes
Pesquise com frequência para dar oportunidades de iniciar o envolvimento enquanto aprende com a sua comunidade de usuários. Use pesquisas físicas ou online para iniciar o diálogo relevante com o indivíduo.

#7 Envolva-se com redes sociais
Se você ainda não faz parte do Facebook, Instagram, LinkedIn ou Twitter,  não perca mais tempo: vá direto a esses sites e entenda como as redes sociais para negócios podem ser utilizadas para o desenvolvimento da sua empresa e marca.

Esses sites estão capturando literalmente milhões de pessoas que estão ativamente envolvidas nessas plataforma todos os dias. Descubra em quais redes sociais seu público-alvo está presente e aproveite o envolvimento e o compartilhamento de seu conteúdo usando essas redes sociais.