A imagem das zebras, uma com listras (código de barras) e outra com um QRCode, fornece uma analogia criativa sobre a importância da atualização constante em vidas nossas.
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segunda-feira, 4 de dezembro de 2023
A ATUALIZAÇÃO CONTÍNUA É NECESSÁRIA?
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
Educação Corporativa nas Empresas: o que é, benefícios e como implementar
A educação corporativa, ou educação empresarial, tem como objetivo adquirir, fornecer e divulgar conhecimento dentro da empresa para desenvolver habilidades e competências dos colaboradores, com programas ou projetos alinhados às metas do negócio para impulsionar seus resultados.
Capacitar
o time de colaboradores é uma das atitudes mais inteligentes para a manutenção
da vantagem competitiva. A capacitação contínua aprimora as competências dos
profissionais e, consequentemente, a qualidade dos serviços.
Mas se
a capacitação é feita
alinhada com os objetivos da empresa, os resultados podem ser ainda melhores.
Se a sua
empresa ainda não aderiu a essa prática ou já investe em treinamentos, mas quer
aperfeiçoar os programas, este material pode ajudar.
O que é educação corporativa?
Em
síntese, a educação corporativa pode ser definida como
uma estratégia voltada para a gestão de pessoas de uma empresa, em que
habilidades devem ser desenvolvidas em favor do contexto organizacional. Isso
significa que a prática vai muito além de oferecer treinamentos ou simplesmente
qualificar a mão de obra.
A promoção de cursos de capacitação tem como principal objetivo aperfeiçoar as
competências de cada colaborador, de acordo com os interesses e necessidades da
empresa.
Quando uma organização identifica as skills de um profissional e trabalha no seu
aperfeiçoamento, ela se torna muito mais competitiva — tanto por ter um time
altamente qualificado quanto pela qualidade dos produtos e serviços prestados.
Quais são
os objetivos da educação corporativa?
A educação corporativa, ou educação empresarial,
tem o objetivo de fazer a gestão de conhecimento dentro das organizações
alinhada às metas do negócio. Ou seja, ela visa colocar os colaboradores em um
processo de aprendizagem e desenvolvimento de acordo com competências e habilidades que serão
importantes para a empresa.
Contudo, ela não é apenas uma capacitação tradicional, pois tem a finalidade de
contribuir ativamente na estratégia da empresa. Portanto, os temas abordados
podem ser os mais diversos, basta identificar quais são os pontos a serem
melhorados.
Qual a
importância da educação empresarial?
A
qualificação e atualização constante dos funcionários é indispensável para a
construção de uma empresa inovadora e em crescimento contínuo.
Tendo isso em vista, é fácil perceber onde a educação empresarial se encaixa.
Ela é o elo perfeito entre o crescimento dos colaboradores e das organizações,
pois seu foco é justamente em identificar necessidades da empresa, enquanto
contribui para o aprimoramento profissional dos funcionários.
Além de ajudar a manter funcionários e empresas alinhados, a educação corporativa também tem o papel de
trazer outras pessoas de fora para dentro da estratégia da organização. Por
olhar para dentro e fora do ambiente de trabalho, pode incorporar clientes,
fornecedores e outros pares envolvidos com os negócios.
Logo, esse processo pode ser a chave para um crescimento empresarial
sustentável a longo prazo.
Qual a
diferença entre treinamento e educação corporativa?
A
princípio podem parecer sinônimos, mas na verdade existem diversas diferenças
entre a educação corporativa e o treinamento tradicional. As principais são:
público-alvo, objetivos, duração e modelo de aprendizagem.
A primeira diferença está relacionada ao público para o qual cada um se
direciona. Enquanto o treinamento é voltado exclusivamente para os
funcionários, a educação corporativa pode abarcar, além dos
colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores.
A educação empresarial é uma estratégia de capacitação voltada para o
crescimento da empresa alinhado ao desenvolvimento dos funcionários. Isto é,
esse tipo de treinamento é feito analisando, primeiramente, os pontos de
atenção da empresa, para que a partir da identificação dessas dificuldades,
possam ser elaboradas capacitações para o desenvolvimento de habilidades e
competências.
Já o treinamento é voltado para o desenvolvimento de skills individuais,
importantes para cada colaborador, que não necessariamente terão um grande
impacto para a estratégia macro da empresa.
Além disso, a educação corporativa é pensada a longo
prazo, para que tanto a organização quanto os funcionários estejam alinhados
aos mesmos objetivos. Em contrapartida, a capacitação tradicional é feita a
curto prazo, visando o desenvolvimento imediato de habilidades para áreas,
funções e atividades específicas.
Por último, tem-se divergências no modelo de aprendizagem. O treinamento padrão
possui um modelo de aprendizagem mais passiva, no qual o aluno assimila a
informação transmitida pelo emissor, com pouca participação. Já na educação corporativa, o papel do aluno é ativo no
processo de aprendizagem, pois ele deve ser atuante na construção de seu
conhecimento.
Como
fazer a gestão do conhecimento e a educação corporativa?
Conhecimento
é um termo complexo, que pode ser interpretado de diversas formas. Uma
definição geral é que o conhecimento é o entendimento e interpretação de
informações, isto é, o conhecimento é a etapa posterior à obtenção de
informações.
Diante de um cenário de excesso de informações, a sua gestão é de extrema
importância para que haja a construção de conhecimento. Caso contrário, o
processo de aprendizagem torna-se mais trabalhoso e complexo.
A gestão de conhecimento é, portanto, uma facilitadora na construção do
conhecimento dentro das organizações. É a disposição de informações que
constrói uma linha de raciocínio para a resolução de problemas.
A educação corporativa faz uso da gestão de
conhecimento dentro do seu processo, pois para que haja uma capacitação
alinhada com os objetivos da empresa, as informações, tanto estratégicas quanto
de conhecimentos específicos, devem estar organizadas para facilitar sua
compreensão.
Sendo assim, ambas andam juntas e podem ser complementares.
Quais são
os benefícios da educação empresarial para as organizações?
A educação corporativa possui inúmeras
vantagens, pois, diferentemente dos treinamentos tradicionais, ela é mais abrangente.
Em outras palavras, os impactos são tanto internos quanto externos, porque ela
abarca funcionários que estão envolvidos no dia a dia da empresa, assim como
clientes, fornecedores, parceiros e demais envolvidos direta ou indiretamente.
Desse modo, esse tipo de processo é mais benéfico a longo prazo, pois se trata
de uma capacitação muito mais completa e alinhada com os objetivos
corporativos.
Como
implementá-la a educação corporativa na empresa?
Em um
primeiro momento, é importante identificar quais são os principais problemas e
dificuldades da empresa para depois entender os objetivos a longo prazo. A
partir disso, é possível estabelecer um plano de ação que resolva os problemas
levantados e que, ao mesmo tempo, estejam alinhados com as metas da organização.
Depois que levantados os problemas a serem resolvidos, é possível pensar nos
conteúdos, na metodologia mais adequada e nas logísticas de toda a aplicação
desse tipo de solução.
Por fim, é importante acompanhar e analisar os resultados ao longo do processo
e depois de sua aplicação, para que ajustes e mudanças possam ser feitas nos
processos seguintes.
Quais as
principais tendências da educação corporativa?
Com o
passar do tempo, as demandas sociais e individuais se transformam. Ao mesmo
tempo, os processos corporativos também se modificam para atender às novas
demandas. Sendo assim, a educação corporativa ainda sofrerá muitas
mudanças, então confira algumas tendências para o futuro da educação corporativa:
1. Realidade virtual
Você está
passeando no shopping e vê um carrinho de montanha-russa, um acessório parecido
com um óculos e alguém se divertindo mesmo com o carrinho parado. Um monitor ao
lado revela o caminho que a pessoa está percorrendo por meio do óculos 3D —
esse brinquedo é um dos exemplos de presença da realidade virtual no nosso
cotidiano.
Quando
aplicada no contexto corporativo, ela permite que os profissionais sejam
treinados simulando situações reais. Assim, o aprendizado fica mais divertido e
interessante!
2.
Microlearning
Hoje, há
uma necessidade cada vez maior de buscar qualificação de qualidade sem perder
tempo. Por isso, as empresas estão dizendo adeus aos cursos que levam semanas
para serem concluídos e apostando no microlearning.
A técnica
busca dividir um conteúdo em pequenos fragmentos, para que seja estudado de
maneira rápida e frequente por meio de dispositivos móveis, como o celular.
3.
Gamificação
A gamificação é um
complemento do microlearning e da realidade virtual, e ela é muito utilizada
nos processos de recrutamento e seleção, mas ganha espaço também em outros
contextos corporativos.
Como a
técnica busca o engajamento por meio de jogos, missões, recompensas e
ranqueamento, os colaboradores não só ficam engajados com o conteúdo aprendido,
mas também com toda a dinâmica do game.
4.
E-learning
As tendências da educação corporativa giram em torno de um método: o e-learning. É verdade que há muitos palestrantes e professores competentes capazes de ministrar cursos e treinamentos corporativos bastante eficientes. No entanto, o custo-benefício para deslocar os colaboradores para um programa de capacitação que leva horas, dias ou semanas, pode não ser muito vantajoso.
Nesse
contexto, o e-learning cumpre bem o papel: promove o conhecimento de maneira
interessante, prática e barata. A tendência nada mais é do que a modalidade de
ensino a distância, onde professores e alunos se conectam por meio de um
ambiente virtual.
Já
bastante popular para graduações e pós, também está cada vez mais presente na
esfera empresarial. Conheça algumas vantagens:
·
É
possível personalizar as temáticas de acordo com o perfil da empresa e dos
colaboradores;
·
Há
diversos programas que podem ser implementados e reutilizados, como o
treinamento de novos colaboradores;
·
Pode ser
integrado a outras técnicas aqui apresentadas, como o microlearning e a
gamificação;
·
Melhor
custo-benefício;
·
Não há
necessidade de deslocar departamentos inteiros ou pausar as atividades para que
esses profissionais possam fazer os cursos.
O que
esperar para o futuro?
Como você
pôde conferir anteriormente, muitas empresas que ainda não investem em educação corporativa têm interesse em
implementar a prática. Isso significa que as organizações que não pensam em
adotar a estratégia podem perder espaço para a concorrência.
COPIADO: https://www.gupy.io/blog/educacao-corporativa
terça-feira, 22 de novembro de 2022
70 Termos em Inglês Usados no Mundo dos Negócios!
No mundo dos negócios é comum encontrar inúmeros termos em inglês que muitas pessoas podem acabar confundindo ou se perdendo em seus significados. Não se preocupe com isso, pois é comum e muitos desses termos são específicos para algumas áreas de negócios.
Veja então alguns termos em inglês que são bem
comuns no mundo
dos negócios que você com certeza já se deparou ou pode se
deparar algum dia! É bom estar sempre preparado(a) para conhecê-los não apenas
para ter mais vocabulário, mas principalmente porque se você busca destaque no
mundo profissional, saber esses termos em inglês podem fazer toda a diferença!
Termos em Inglês no mundo corporativo:
- Accountability: Basicamente, prestação de contas. É mais comum ver
esse termo em multinacionais.
- AFK: Sigla de “away from keyboard”, o que significa que
você está “longe do teclado” ou de maneira mais simples: está longe do
computador e pode demorar a voltar ou a responder.
- Approach: Abordagem; buscar uma forma de lidar bem com alguma
situação.
- Assessment: Avaliação das competências de funcionários da
empresa, o que busca melhorias da gestão das equipes.
- B2B (ou BTB): Business to Business. Ou seja, negócios entre duas
empresas/organizações.
- B2C (ou BTC): Business to Consumer. Negócios entre uma empresa
que produz ou entre um produto a um consumidor final / pessoa física.
- Backoffice: Equipe de suporte de uma empresa, que normalmente
não tem muito ou quase nenhum contato direto com clientes.
- Benchmarking: Um processo de pesquisa para aperfeiçoar os
processos de um setor na empresa comparando com concorrentes diretos.
- Brainstorm: Quando um grupo se reúne para dividir e debater
ideias criativas.
- Bootstrapping: Quando um empreendedor utiliza o próprio dinheiro para financiar seu projeto.
- BPM: Sigla de “Business Process Management”, ou seja, é
o Gerenciamento de processos de negócios que une técnicas de gestão e de T.I
para melhorar processos.
- Budget: Orçamento da empresa.
- Burn rate: No mundo dos negócios, esse jargão serve para
descrever quanto tempo demora para a empresa gastar seus recursos financeiros,
mais aqueles que foram disponibilizados por investidores.
- Business Intelligence: Processo de coleta de dados e
do uso deles de forma organizada para gestão e tomada de decisões da empresa.
- Business Plan: Plano de Negócios da empresa.
- C2C: Consumer to Consumer, ou seja, negócios feitos
entre pessoas físicas. Um exemplo pode ser o Mercado Livre ou mesmo o Shopee.
- Call: Reunião por telefone, podendo ser entre duas
pessoas ou mais.
- Case: Estudo de caso.
- Chairman: Presidente do Conselho de uma empresa.
- Coaching: Processo que treina pessoas com metas definidas de
acordo com os objetivos destas pessoas ou grupos.
- Compliance: Agir de acordo com as normas da empresa.
- Consumer Relationship Management: Gerenciamento de
relacionamento com os clientes/consumidores. É um gerenciador com um conjunto
de ferramentas.
- Core Business: O negócio principal da empresa.
- Counseling: Aconselhamento para que o profissional tome boas
decisões em sua carreira.
- Crowdfunding: Obtenção de recursos financeiros feitos de forma
coletiva através de plataformas online.
- Crowdsourcing: Se um grupo de pessoas quer criar uma ideia,
produto ou ideia, eles realizam um Crowdsourcing.
- CTA: “Call to action”, ou seja, “Chamar para a ação” um
consumidor para realizar uma ação em uma página de site, seja para clicar e
comprar algo, realizar uma inscrição ou qualquer caminho que o site deseje. Um
exemplo é “Saiba Mais” ou “Compre agora” em botões de site.
- Data warehouse: Sistema utilizado para depósito e análise de grande
número de dados.
- Deadline: Prazo final para a entrega de alguma atividade ou
projeto de trabalho.
- Downsizing: Redução no número de funcionários da empresa.
- Ebitda: Esta palavra significa várias coisas juntas:
“earnings before interest, taxes, depreciation and amortization”, ou seja:
Ganhos antes dos pagamentos de juros, impostos, depreciação e amortização.
Todos esses números representam ganhos em certo período na empresa,
possibilitando análises de desempenho, o que pode ser bom para estipular
melhores cálculos futuros.
- Enabling conditions: Normas e práticas que incentivam ou inibem a
captação e armazenamento de conhecimento pelas empresas.
- E-procurement: Automação através da internet de processos
para compras e gestão de bens patrimoniais para que a empresa funcione
corretamente.
- Facilitating factors: Fatores facilitadores para a
empresa.
- Follow-up: Acompanhamento de um processo/trabalho para medir
seus resultados, tendo a certeza de que a tarefa será cumprida corretamente.
- Forecast: Previsão. Termo mais utilizado na área de vendas.
- FYI: "For your information", utilizado quando
alguém encaminha um e-mail para você.
- Gap: Termo para se referir a algo que ainda precisa de
desenvolvimento.
- Growth path: Significa basicamente “Trajetória de crescimento”.
- Housekeeping: Técnica utilizada para o gerenciamento de
processos de qualidade e produtividade dentro de uma organização.
- Inclusive Business: Negócio ou iniciativa
rentável, seja ambiental e social, a ideia é ser um negócio inclusivo que quer
oferecer produtos que melhorem a qualidade de vida dos consumidores finais.
- Insight: Ideia repentina muito boa.
- Insourcing: Delegação de tarefas para alguém especializado
dentro da própria organização.
- ISO: International Organization for
Standardization, ou seja: Organização Internacional para Padronização. É um
certificado que garante a qualidade, segurança e eficiência de produtos,
serviços e sistemas.
- Joint venture: União de empresas que querem explorar juntas um
mesmo negócio sem que elas não percam seus nomes/identidades.
- JIT: “Just in Time”! É uma técnica de gestão de estoque.
- Just-in-time knowledge: Aqui diz-se respeito a
ferramentas que podem reduzir empecilhos de acesso a conhecimento. Por exemplo:
plataformas E-learning.
- KPI: Key Performance Indicator, ou Indicadores de
desempenho. Termo em inglês muito utilizado na área de Marketing,
principalmente.
- Lead: Pessoa que se interessou pelo serviço ou
produto da empresa.
- Learning Organization: Uma empresa que está sempre
disposta a aprender e ter transparência entre liderança e colaboradores.
- Market share: Fração de Mercado que é controlada pela empresa.
- MVP: Minimum Viable Product, ou produto viável mínimo. É
uma versão simples ou resumida de um produto que será lançado com menor
esforço.
- Ombudsman: "O homem que representa os interesses" ou
"A pessoa que representa os interesses". É um profissional da empresa
que faz a comunicação entre o público e a empresa.
- Omnichannel: Estratégia de conteúdo que conecta canais da
empresa para que a experiência do usuário seja ainda mais eficiente.
- OOO: Out of Office. Ou seja, a pessoa não está no
escritório naquele dia.
- Outsourcing: Terceirização de algumas atividades realizadas na empresa.
- Profit: Lucro
- QFD: Quality Function Deployment (Desdobramento da
Função Qualidade), uma metodologia que é utilizada para desenvolver um produto
que realmente atenda às necessidades dos consumidores.
- Quarter: Mesmo parecendo “Quatro”, significa Trimestre. É
utilizado para definir tarefas que serão feitas durante cada trimestre do ano.
- Report: Relatório
- ROI: Retorno sobre investimento.
- SEO: Search Engine Optimization. Técnica de otimização
para mecanismos de busca, onde é visado melhorar a posição de páginas do site
de empresas de maneira orgânica em sites de pesquisa, como o Google, tentando
posicionar estas páginas sempre na primeira página dos buscadores.
- SLA: Service Level Agreement, ou Acordo de Nível de
Serviço. É um contrato ou acordo entre empresa e cliente (normalmente B2B) que
vai mensurar o nível da entrega dos serviços.
- Spread: Taxa de risco.
- Stakeholders: Grupo de pessoas, organizações ou grupos
interessados na performance e na participação de uma empresa.
- Team building: Espírito de equipe, que é na verdade, um método que
visa a melhoria no trabalho em equipe.
- TQC: Total Quality Control, ou Controle de Qualidade
Total. É um sistema normalmente presente em empresas de manufatura, assegurando
assim uma produção sem erros.
- Workflow: Fluxo de trabalho, visando automação de processos.
- YTD: Sigla de “year-to-date”, que é o acumulado do
ano atual até a data do momento.
- YOY: Sigla de “year-over-year”. Aqui seria o acumulado
de anos diferentes, de um mesmo período.
É bastante coisa, certo?
Esperamos que esses termos
em inglês ajude vocês no mundo dos negócios! Esperamos ter feito um bom
“teamwork” com você!
Copiado: https://www.berlitz.com/









