QUEM SOU EU

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Administrador de Empresas(UEMA), Mestrado em Administração(FGV-RIO), Professor Universitário (FAMA/UFMA), Ex-Presidente do CRA-MA, Ex-Conselheiro Federal de Administração - CFA, Empresário (DEPYLMAR, ), Ex-Conselheiro Fiscal da ANGRAD, Vogal da Junta Comercial do Maranhão (JUCEMA)Consultor de Empresas, Avaliador do INEP/MEC, Maranhense de Pedreiras, filho de Valdinar e Cavalcante Filho, Casado (Graça Cavalcante), 02 Filhos (Nathália Johanna e Diego Henrique), apaixonado pelo Moto Club de São Luís, Botafoguense de Coração e Feliz da Vida...

sexta-feira, 31 de julho de 2015

CONTABILIDADE: ALGUNS CONCEITOS

Contabilidade é a ciência que estuda, interpreta e registra os fenômenos que afetam o patrimônio de uma entidade. O nome deriva do uso das contas contábeis. 
De acordo com a doutrina oficial brasileira (organizada pelo Conselho Federal de Contabilidade), a contabilidade é uma ciência social, da mesma forma que a Economia e a Administração. 
Mas é comum autores refutarem essa condição científica, colocando-na como técnica ou arte. Nessas acepções alternativas, por exemplo, há quem a defina numa conotação tradicionalmente jurídica, como a arte de organizar os livros comerciais ou de escriturar contas.

ATIVO:
Em contabilidade o ativo são os bens e direitos que a empresa tem num determinado momento, resultante de suas transações ou eventos passados da qual futuros benefícios econômicos podem ser obtidos. 
  • Exemplos de ativos incluem caixa, estoques, equipamentos e prédios. Cumpre ressaltar a evolução da Teoria Contábil na conceituação do Ativo: durante muito tempo se definiu os bens do Ativo como aqueles que a Entidade detivesse o chamado "Direito de Propriedade.

Com o advento do Patrimonialismo, qualquer bem que seja utilizado economicamente pela Entidade, passou a figurar no Ativo.
Na Contabilidade Pública brasileira, há grande quantidade de contas de compensação, que figuram em Ativos para fins de controle e análise, ou seja, independem das relações diretas jurídicas e econômicas com um determinado bem.
 Para fins de organização em um Ativo do Balanço Patrimonial, os bens podem ser classificados da seguinte forma:
• Bens tangíveis – São os bens que tem um corpo físico, tais como terrenos, obras civis, máquinas e utensílios, móveis, veículos, benfeitorias em propriedades arrendadas, direitos sobre recursos naturais etc.
• Bens intangíveis - Os ativos intangíveis não possuem característica física e são de difícil avaliação. Dentro deste grupo estão as patentes, direitos autorais, goodwill, marcas, etc.

PASSIVO:
 Em contabilidade, o Passivo corresponde ao saldo das obrigações devidas, enquanto no Ativo se representam os bens e direitos que pertencem a uma determinada Entidade.
O Passivo é a coluna da direita em um Balanço patrimonial.

Na contabilidade brasileira, por força da legislação o Passivo se divide em:
Passivo propriamente dito (Passivo Exigível) e Patrimônio Líquido (Passivo não exigível).
  • O Passível Exigível se subdivide em Exigível a Curto Prazo, Exigível a Longo Prazo e Resultado de Exercícios Futuros (Direito Privado).
  •  • Passivo Financeiro e Passivo Permanente, conforme lei 4.320/64 (Direito Público, que regulamenta a Contabilidade pública).

Para fins de análise contábil, as contas contábeis que compõe o Passivo Exigível Curto e Longo Prazo (Direito Privado), podem ser inicialmente segregadas em obrigações em moeda nacional, e obrigações em moeda estrangeira. A partir desse inicio, pode se proceder as subdivisões, a serem compostas das principais obrigações. 
  • Como exemplo: Salários, Remunerações e Encargos a Pagar, Empréstimos e Financiamentos a Pagar, Fornecedores e Prestadores de Serviços a Pagar, Tributos a Pagar e a Recolher, Adiantamentos a Clientes, Provisões etc. O Resultado de Exercícios Futuros em geral se divide em Receitas e Custos diferidos.

CAIXA:
Caixa no meio empresarial é a denominação de uma conta que serve para indicar o valor de recursos disponíveis que poderão ser movimentados de forma extremamente rápida para efetuar pagamentos. Também serve para ordenar registros de montantes recebidos e pagos. 

A conta contábil Caixa pertence ao Grupo do Ativo denominado Disponível ou Disponibilidades, que englobam os saldos em caixa, os saldos em bancos e os numerários em trânsito. 

Podem ser incluídas ainda as aplicações financeiras de liquidez imediata, ou seja, o resgate de quotas de fundos financeiros ou ainda as compras de títulos públicos cujo resgate se dá em 1 (um) dia (mercado conhecido nos anos 80 por over night).Também nessa conta podem figurar os saldos diários de máquinas e caixas eletrônicos, que possuam dinheiro armazenado. 

A movimentação do Caixa de uma grande empresa é controlada diariamente pelo Tesoureiro (que já foi chamado de Caixeiro), que pode optar por escriturar um livro auxiliar denominado "Livro Caixa". Se na empresa não há um único Caixa, mas sim um Caixa Central e outros pequenos Caixas (pessoas ou máquinas), pode se usar o sistema contábil denominado Fundo Fixo (em inglês: imprest system). 

Um instrumento de gestão financeira utilizado para o disponível é o Fluxo de Caixa. Na administração pública brasileira, há o sistema do Caixa Único, não cabendo aos órgãos ligados a determinada Secretaria ou Ministério a livre movimentação de suas receitas arrecadadas. Todavia, há a exceção denominada de Fundos Especiais, na qual se cria uma Receita Vinculada a determinado órgão.

RAZÃO:
O Razão, Razão Geral, Ficha Razão, Extrato da Conta ou ainda Livro Razão, é o principal agrupamento de registros contábeis de uma empresa que usa o método das partidas dobradas

Ele é composto pelo conjunto de contas contábeis e é um "índice" para todas as transações que ocorrem em uma companhia. É chamado de ferramenta de ordem sistemática, enquanto o livro Diário, seria a ferramenta contábil de ordem cronológica. A planilha de balanço (baseado no Balanço Patrimonial) e a demonstração de resultados ou de lucros e perdas são derivados do razão. 

Devido a sua organização em contas, o razão permite que se observe o impacto de todas as transações que as movimentam a cada momento. O razão deve incluir a data, a descrição do lançamento (conta e contra-conta ou contra partida, acompanhada de histórico e documentos de referência) e o saldos entradas para cada conta contábil. Ele geralmente é dividido em outras categorias sendo o Razão de Contas-Correntes, o mais comum.

 DIÁRIO
 O livro Diário é obrigatório pela legislação comercial, e registra as operações da empresa, no seu dia-a-dia, originando-se assim o seu nome. 

A escrituração do livro Diário deve obedecer as Normas Brasileiras de Contabilidade. A inexistência do Livro Diário, para as empresas optantes pelo Lucro Real, ou sua escrituração em desacordo com as normas contábeis sujeitam a empresa ao arbitramento do Lucro, para fins de apuração do Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro. AUTENTICAÇÃO 

O livro Diário deverá ser autenticado no órgão competente do Registro do Comércio, e quando se tratar de Sociedade Simples ou entidades sem fins lucrativos, no Registro Civil das Pessoas Jurídicas do local de sua sede. LANÇAMENTOS No "Diário" serão lançadas, em ordem cronológica, com individualização, clareza e referência ao documento probante, todas as operações ocorridas, incluídas as de natureza aleatória, e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais. 

Observada esta disposição, admite-se:
  • a escrituração do "Diário" por meio de partidas mensais; 
  • a escrituração resumida ou sintética do "Diário", com valores totais que não excedam a operações de um mês, desde que haja escrituração analítica lançada em registros auxiliares.
  •  No caso de a entidade adotar para sua escrituração contábil o processo eletrônico, os formulários contínuos, numerados mecânica ou tipograficamente, serão destacados e encadernados em forma de livro.
TERMO DE ABERTURA E ENCERRAMENTO
De acordo com os artigos 6º e 7º do Decreto 64.567, de 22 de maio de 1969, o livro Diário deverá conter, respectivamente, na primeira e na última páginas, tipograficamente numeradas, os termos de abertura e de encerramento. 

Do termo de abertura constará a finalidade a que se destina o livro, o número de ordem, o número de folhas, a firma individual ou o nome da sociedade a que pertença, o local da sede ou estabelecimento, o número e data do arquivamento dos atos constitutivos no órgão de registro do comércio e o número de registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). 

O termo de encerramento indicará o fim a que se destinou o livro, o número de ordem, o número de folhas e a respectiva firma individual ou sociedade mercantil. Os termos de abertura e encerramento serão datados e assinados pelo comerciante ou por seu procurador e por contabilista legalmente habilitado. Na localidade em que não haja profissional habilitado, os termos de abertura e encerramento serão assinados, apenas, pelo comerciante ou seu procurador.

Atenção Débito na linguagem popular, significa: dívida, situação negativa, alguém devendo para alguém, etc. 
  • Quando falarmos na palavra DÉBITO procure não ligar o seu significado do ponto de vista técnico com o que ela representa na linguagem comum. Na terminologia contábil, essa palavra tem significado antagônico. 
  • Quando o aluno principiante não se conscientiza disso, dificilmente aceita que débito pode representar elementos positivos, o que prejudica sensivelmente a aprendizagem. Portanto, muito cuidado com a terminologia. 
Crédito na linguagem coloquial, significa: situação positiva, possuir crédito na praça, poder comprar a prazo, etc. Na terminologia contábil, a palavra CRÉDITO também possui significado oposto. As mesmas observações que fizemos para a palavra débito aplicam-se à palavra crédito. 

Toda vez que debitarmos uma conta, estará ocorrendo uma das seguintes situações: 
  • Aquisição de direitos; 
  • Cessação de obrigações; 
  • Registro de uma despesa; 
  • Entrada de bens materiais. 
Toda vez que creditarmos uma conta, estará ocorrendo uma das seguintes situações:
• Aquisição de obrigações;
 • Cessação de direitos;
• Registro de uma receita;
• Saída de bens materiais.

BALANÇO PATRIMONIAL É a representação quantitativa (ou seja, os valores) do patrimônio de uma entidade.

BALANCETE DE VERIFICAÇÃO: 
É o demonstrativo que relaciona cada conta com o respectivo saldo devedor ou credor, de tal forma que se os lançamentos foram corretamente efetuados, de acordo com o Método das Partidas Dobradas, o total da coluna dos saldos devedores é igual ao total da coluna dos saldos credores. 

Objetivo:  Testar se o método das partidas dobradas foi respeitado, evidenciando as contas de acordo com seus respectivos saldos e verificando a igualdade entre a soma dos saldos devedores e credores.
Conclui que, somando os débitos de todas as contas, teremos um total que será igual a soma dos créditos de todas as contas. 

Pelo mesmo motivo, é fácil concluir que o valor total dos saldos credores deve ser igual ao valor total dos saldos devedores. Essa comprovação comparação se faz com o uso do Balancete de Verificação, se a soma dos débitos se igualar a soma dos créditos significara que os registros feitos no Diário e transcritos para o Razão estão corretos.

AS VARIAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO – DESPESA E RECEITA As contas se dividem em:
  •  CONTAS PATRIMONIAIS (Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido)
  • CONTAS DE RESULTADO (Receitas e Despesas) Variações do Patrimônio Líquido:  • Investimentos e aumentos de capital • Lucro ou Prejuízo
DESPESAS: consumo de bens e serviços que direta ou indiretamente, deverá produzir uma receita, ou seja, são gastos necessários ao desenvolvimento das operações da Entidade. A despesa poderá diminuir o Ativo ou aumentar o Passivo. Ex. despesa com aluguéis, despesa com salários, despesa com juros, etc.
RECEITAS: entrada de elementos para o Ativo, sob forma de dinheiro ou direitos a receber, proveniente das operações da Entidade. Ex. receita de serviços, receita com vendas, receita com juros, etc.

RESULTADO: é a diferença obtida entre receitas e despesas em um determinado período. Toda receita aumenta o Patrimônio Líquido e toda despesa ocasiona diminuições, logo: - Se as receitas superarem as despesas do período, o resultado será positivo (LUCRO), aumentando o Patrimônio Líquido. Se as despesas superarem as receitas do período, o resultado será negativo (PREJUÍZO), diminuindo o Patrimônio Líquido

COPIADO: http://www.dominiopublico.gov.br/

quinta-feira, 30 de julho de 2015

A Espiritualidade


  • A religião não é apenas uma, são centenas. 
  • A espiritualidade é apenas uma. 
  •  A religião é para os que dormem. 
  •  A espiritualidade é para os que estão despertos.
  • A religião é para aqueles que necessitam que alguém lhes diga o que fazer e querem ser guiados. 
  •  A espiritualidade é para os que prestam atenção à sua Voz Interior. 
  •  A religião tem um conjunto de regras dogmáticas. 
  •  A espiritualidade te convida a raciocinar sobre tudo, a questionar tudo.
  •  A religião ameaça e amedronta. 
  •  A espiritualidade lhe dá Paz Interior. 
  •  A religião fala de pecado e de culpa. 
  •  A espiritualidade lhe diz: "aprenda com o erro".. 
  •  A religião reprime tudo, te faz falso. 
  •  A espiritualidade transcende tudo, te faz verdadeiro! 
  •  A religião não é Deus. 
  •  A espiritualidade é Tudo e, portanto é Deus. 
  •  A religião inventa. 
  •  A espiritualidade descobre. 
  •  A religião não indaga nem questiona. 
  •  A espiritualidade questiona tudo. 
  •  A religião é humana, é uma organização com regras. 
  •  A espiritualidade é Divina, sem regras.
  •  A religião é causa de divisões. 
  •  A espiritualidade é causa de União.
  •  A religião lhe busca para que acredite. 
  •  A espiritualidade você tem que buscá-la. 
  •  A religião segue os preceitos de um livro sagrado.
  •  A espiritualidade busca o sagrado em todos os livros. 
  •  A religião se alimenta do medo. 
  •  A espiritualidade se alimenta na Confiança e na Fé.
  •  A religião faz viver no pensamento. 
  •  A espiritualidade faz Viver na Consciência.. 
  •  A religião se ocupa com fazer. 
  •  A espiritualidade se ocupa com Ser.
  •  A religião alimenta o ego. 
  •  A espiritualidade nos faz Transcender.
  •  A religião nos faz renunciar ao mundo. 
  •  A espiritualidade nos faz viver em Deus, não renunciar a Ele.
  •  A religião é adoração. 
  •  A espiritualidade é Meditação. 
  •  A religião sonha com a glória e com o paraíso. 
  •  A espiritualidade nos faz viver a glória e o paraíso aqui e agora. 
  •  A religião vive no passado e no futuro. 
  •  A espiritualidade vive no presente.
  •  A religião enclausura nossa memória.
  •  A espiritualidade liberta nossa Consciência.
  •  A religião crê na vida eterna. 
  •  A espiritualidade nos faz consciente da vida eterna.
  •  A religião promete para depois da morte.
  •  A espiritualidade é encontrar Deus em Nosso Interior durante a vida. 
"Não somos seres humanos passando por uma experiência espiritual... Somos seres espirituais passando por uma experiência humana... "  (Pierre Teilhard de Chardin ) 


*Texto do Prof. Dr. Guido Nunes Lopes, Graduado em Licenciatura e Bacharelado em Física pela Universidade Federal do Amazonas.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Tabela Price: legislação pode confundir e prejudicar o financiamento

Anatocismo ou legalidade? Entender como funcionam os sistemas de amortização é essencial para saber fechar o negócio
Diversas demandas judiciais por todo o País, decisões controversas e a polêmica, é legal a utilização da Tabela Price nos financiamentos imobiliários? 

Sustentam muito operadores do direito que a Tabela Price contempla a capitalização composta de juros, ou como se costuma dizer a cobrança de juros sobre juros, ou, ainda, o anatocismo.

Pelo sistema chamado Tabela Price, você paga os juros do financiamento durante os primeiros ¾ do prazo contratual e só no último ¼ do prazo contratual é que você amortiza o saldo devedor. Ou seja, vão lhe dar maciças doses de veneno durante um longo tempo e, se você sobreviver a elas, atingirá a cura (quitação do financiamento). 

Mas existe ou não anatocismo no calculo da Tabela Price? Primeiramente devemos tratar de alguns conceitos para melhor esclarecimento:

O que é Tabela Price? Tabela Price é um sistema de amortização. Sistema de amortização nada mais é que modelo matemático desenvolvido para operações de empréstimos e financiamento, envolvendo desembolso periódico do principal e encargos financeiros, objetivando quitar a dívida ao final do prazo contratado. Não se deve confundir Sistema de Amortização com Sistema de Capitalização, pois o ultimo nada mais é do que a forma como adicionamos os juros ao capital ao longo do tempo. O sistema de capitalização pode ser simples ou composto.
Anatocismo é palavra de origem grega (ana = repetição, tokos = juros), e significa a cobrança de juros sobre os juros.
O Vocabulário Jurídico ensina: “anatocismo é vocábulo que nos vem do latim anatocismus, de origem grega, significando usura, prêmio composto ou capitalização.
Desse modo, vem significar a contagem ou cobrança de juros sobre juros” e o Novo Dicionário Jurídico Brasileiro, que “anatocismo é a capitalização de juros, vencendo novos juros. É a contagem de juros sobre juros já produzidos pelo capital empregado”.
O Dicionário de Administração defende: “anatocismo é o pagamento de juros sobre juros, isto é, a capitalização de juros segundo o critério de juros compostos, definidos pela fórmula (1+i)n. Os juros não pagos no final do período são capitalizados e sobre eles incidem novos juros”; É espantosa a quantidade de discussões sobre o tema, haja vista, tratar-se de um tema ligado à matemática financeira, um ramo da ciência exata.
Os críticos da Tabela Price afirmam que este sistema é perverso e que prejudica o mutuário, em virtude de direcionar menos recursos para amortização, quando comparados ao Sistema de Amortização Constante. Que a Tabela Price é o grande responsável pela capitalização de juros, o que o tornaria impróprio para ser aplicado em financiamentos imobiliários. Afirmam, ainda, que o Decreto nº 22.626/33, Lei de Usura, proíbe “contar juros dos juros”, ou seja, proíbe a prática do anatocismo. Defende também que se deve alterar o sistema de amortização para o Sistema de Amortização Constante – SAC.
Ocorre que o critério de calculo dos juros é idênticos tanto para o SAC e a Tabela Price, isto é, incidem sempre sobre o capital, sem qualquer acréscimo de juros, os quais são quitados e não incorporados ao saldo devedor, sendo a base de cálculo decrescente, em função da quota de amortização e, referidos juros se reduzem exatamente pelo valor que deixa de incidir sobre o capital amortizado.
A Tabela Price, no que pertine ao cálculo dos juros, da apuração da quota de amortização e da evolução do saldo devedor obedece, literalmente, os mesmos princípios aplicáveis a qualquer outro sistema de amortização que utilize o mecanismo de quitação periódica dos juros e amortização parcial do capital, termos matemáticos, a única diferença entre estes sistemas se restringe ao cálculo da prestação.
Qualquer que seja o sistema de amortização em que os juros são quitados mensalmente, sem serem incorporados ao saldo devedor, inexiste, o fenômeno denominado ‘juros sobre juros’ e a única hipótese disso ocorrer é quando a prestação torna-se inferior à parcela de juros, produzindo a denominada amortização negativa.
Logo, conclui-se que a capitalização de juros não existe nos contratos imobiliários, quer com a aplicação da Tabela Price ou qualquer outro sistema de amortização, pois, a prestação que se paga todo mês, uma parte dela já é destinada a pagar os juros mensais e a outra é utilizada para amortizar a dívida. Tanto é verdade que a Lei 11.977/2009, permite a capitalização mensal de juros e autoriza expressamente a utilização da Tabela Price como sistema de amortização.
Essa desinformação gera uma instabilidade que eleva o risco do crédito e consequentemente o preço dos imóveis. A regulamentação será positiva, pois ira reduzir o risco de perda de capital com discussões judiciais que refletira numa melhor oferta de crédito.


Por: Daniele Akamine - http://www.administradores.com.br/

terça-feira, 28 de julho de 2015

45 LIÇÕES QUE A VIDA ME ENSINOU (Regina Brett)


Para celebrar o envelhecer, Regina Brett, que mora em Cleaveland, Ohio, aos 90 anos escreveu uma lista com 45 lições que a vida ensinou para ela. É a coluna mais requisitada que ela já escreveu. Ei-la:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, apenas dê o próximo pequeno passo.
3 A vida é muito curta para perdermos tempo odiando alguém.
4. Seu trabalho não vai cuidar de você quando você adoecer. Seus amigos e seus pais vão. Mantenha contato.
5. Pague suas faturas de cartão de crédito todo mês.
6. Você não tem que vencer todo argumento. Concorde para discordar.
7. Chore com alguém. É mais curador do que chorar sozinho.
8. Está tudo bem em ficar bravo com Deus. Ele aguenta.
9. Poupe para aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quando se trata de chocolate, resistência é em vão.
11. Sele a paz com seu passado para que ele não estrague seu presente.
12. Está tudo bem se teus filhos te virem chorar.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem ideia do que se trata a jornada deles.
14. Se um relacionamento tem que ser um segredo, você não deveria estar nele.
15 Tudo pode mudar num piscar de olhos; mas não se preocupe, Deus nunca pisca.
16. Respire bem fundo. Isso acalma a mente.
17. Se desfaça de tudo que não é útil, bonito e prazeroso.
18. O que não te mata, realmente te torna mais forte.
19. Nunca é tarde demais para se ter uma infância feliz. Mas a segunda só depende de você e mais ninguém.
20. Quando se trata de ir atrás do que você ama na vida, não aceite não como resposta.
21. Acenda velas, coloque os lençóis bonitos, use a lingerie elegante. Não guarde para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Se prepare bastante, depois deixe-se levar pela maré…
23. Seja excêntrico agora, não espere ficar velho para usar roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém é responsável pela sua felicidade além de você.
26. Encare cada “chamado” desastre com essas palavras: Em cinco anos, vai importar?
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todos.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo.
31. Independentemente se a situação é boa ou ruim, irá mudar.
32. Não se leve tão à sério. Ninguém mais leva…
33. Acredite em milagres.
34. Deus te ama por causa de quem Deus é, não pelo o que você fez ou deixou de fazer.
35. Não faça auditoria de sua vida. Apareça e faça o melhor dela agora.
36. Envelhecer é melhor do que a alternativa – morrer jovem.
37. Seus filhos só têm uma infância.
38. Tudo o que realmente importa no final é quem você amou.
39. Vá para a rua todo dia. Milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos jogássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos os de todo mundo, pegaríamos os nossos de volta.
41. Inveja é perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor está por vir.
43. Não importa como você se sinta, levante, vista-se e apareça.
44. Produza.
45. A vida não vem embrulhada em um laço, mas ainda é um presente.
Obs: ESCRITO POR REGINA BRETT, 90 ANOS, CLEVELAND, OHIO.
Copiado: https://sites.google.com/

segunda-feira, 27 de julho de 2015

A Gestão do Conhecimento Deve Ser Uma Atitude!

Com freqüência nos defrontamos com novas teorias que são, apenas, “remakes” de antigos pressupostos. 
Mas não é, do meu ponto de vista, o que acontece com a gestão do conhecimento. A questão inicial é que o conhecimento é um produto recente. 

Quer dizer, o conhecimento como elemento diferencial para os negócios na organização, pelo menos, assim como também é recente a preocupação em melhor aproveitamento deste recurso. Já faz aproximadamente 20 anos que se anuncia o surgimento do conhecimento como diferencial organizacional. 

Repito que: “se nossa empresa soubesse tudo o que sabe nosso resultado seria muito melhor”, podendo ser traduzido como: “se nós tivéssemos acesso ao conhecimento de todos os funcionários que fazem parte da nossa empresa, sem dúvida teríamos um sucesso estrondoso!”, dizem alguns empresários. 

Esta é a razão pela qual coloco a gestão do conhecimento em plano destacado no aspecto da gestão empresarial. No entanto, a gestão do conhecimento não deve ser vista apenas um estilo de gestão ou uma metodologia. 

A gestão do conhecimento deve ser uma atitude natural nas organizações de hoje. É um fator estratégico para sua sobrevivência e desenvolvimento. E como o conhecimento é fator básico reconheço que várias outras ações organizacionais têm origem neste ponto. É o caso da gestão por competências, da retenção de talentos e o da aprendizagem organizacional. 

Na organização o fator primário do conhecimento advém da experiência prática diária. A experiência prática diária se consubstancia em fatos do dia a dia de todo profissional. Estes fatos sofrem alterações através da análise e intervenção, agregando valor e constituindo-se em informação que, por sua vez, sistematizada, transforma-se em conhecimento. 

O conhecimento então é fruto da transformação intelectual e o seu próprio desenvolvimento é, também fruto de um processo de transformação. 

Percebam que o conhecimento inicia-se pela:
  •  (i) identificação da realidade; 
  • (ii) sofre uma ação de análise e interpretação; 
  • (iii) é experimentado praticamente; 
  • (iv) recebe a contribuição do compartilhamento e, 
  • (v) consegue ser validado pela experiência, transformando-se em um novo e desenvolvido conhecimento. 
 E é esse processo, que somado às características pessoais de cada profissional que fundamenta a composição básica da competência. A exemplo do que ocorre com a formação do conhecimento a competência é conseqüência desse raciocínio, só se tornando real e concreta se manifestada e em direção às necessidades estratégicas do negócio (competências essenciais).

Agora se isto é a expressão natural dos fatos porque é importante ressaltar. Não deveria ser algo natural? Sem dúvida, mas, ocorre que as ações organizacionais não podem depender de movimentos teóricos apenas. É imprescindível que exista uma consciência globalizada dos processos e dos objetivos da ação. 

É necessário que exista atitude! Por exemplo, na questão de retenção de talentos, que tem gerado ampla especulação dos meios teóricos para uma solução. 

A pergunta crucial que deveremos nos fazer é: porque estes são os nossos talentos? Assim estaremos encontrando o diferencial para a manutenção desses talentos em nossos quadros. Todos querem manter as características que os tornam diferenciais, seja conhecimento, sejam habilidades, sejam realização. Sabemos que não é, apenas, salário que segura os melhores profissionais. 

Mas como tornar a gestão do conhecimento uma atitude? Lógico que a tecnologia, via intranets, extranets, Internet, propicia poderoso ferramental para organizar essa massa de informações e de necessidades de compartilhamento. Mas são os sinalizadores da gestão que possibilitam resultados significativos nesta empreitada. 

Antes mesmo de uma ação fundamentada na tecnologia é fundamental identificar e definir profissionais internos, na organização, que possam constituir-se em Portais Humanos que iniciem o processo. Deve-se fazer um consistente e objetivo investimento na direção de fazer conhecer o processo global do negócio da empresa. 

Devem-se desenvolver reuniões e oportunidades para troca de informações sobre problemas atuais e sobre necessidades futuras do negócio. Mas, principalmente, a organização deve reconhecer a dimensão estratégica desta ação, privilegiando os objetivos de conhecer, pelo menos, aquilo que nosso funcionário conhece. 

 Em suma, teremos que envidar nossos melhores esforços para colocar nossas estruturas no caminho do desenvolvimento do conhecimento. Ou esquecer a corrida. 

Por Bernardo Leite: Consultor, palestrante e autor do livro: Dicas de Feedback – Editora Qualitymark. 

sexta-feira, 24 de julho de 2015

9 Dicas Para Empreendedores de Primeira Viagem

Todo empreendedor comete erros, principalmente no início de sua carreira quando vão abrir sua primeira empresa.
Seja você um executivo experiente que quer abandonar o mundo corporativo para empreender ou um jovem com pouca experiência profissional que quer começar um negócio próprio, você vai errar. 
A boa notícia é que estes erros podem se transformar na melhor fonte de aprendizado que um empreendedor pode ter.
Eu mesmo já errei muito em minha jornada como empreendedor, mas a cada novo negócio que iniciei os erros eram menores, menos críticos ou pelo menos diferentes dos que eu já havia cometido.
Você também não precisa esperar para aprender com seus próprios erros (pelo menos não todos!). Você pode aprender com o erro de outros empreendedores que já estiveram na mesma situação que você se encontra agora.
Por isso decidi escrever este artigo com algumas dicas para empreendedores iniciantes (ou de primeira viagem) retiradas de lições que aprendi com meus próprios erros e também observando erros de outros empreendedores.
Aproveite o artigo e lembre-se: estas 9 dicas para empreendedores de primeira viagem vão te ajudar a não cometer os mesmos erros que eu e muitos outros empreendedores cometeram e com certeza podem contribuir para o sucesso do seu primeiro negócio.

#01. Valide Sua Ideia De Negócio

Não seria ótimo saber se seu negócio vai dar certo antes mesmo de “abrir as portas”? A maioria dos empreendedores começa seus negócios “no escuro”.
Eles têm uma ideia, gastam grandes quantias de dinheiro (e tempo) abrindo a empresa para, só depois, descobrir que ninguém tem interesse nos seus produtos ou serviços (e esta é apenas uma das coisas que podem dar errado).
Para que isso não aconteça, antes de gastar tempo e dinheiro abrindo sua empresa você deve validar sua ideia de negócio para descobrir se ela tem chances reais de dar certo.
O objetivo é analisar se há um interesse real do seu público-alvo em seu produto ou serviço de uma maneira rápida e barata, antes mesmo de efetivamente começar o negócio.
Existem várias formas de fazer isso e cabe a você descobrir qual é a melhor para o seu negócio.
#02. Conheça Seus Clientes
O objetivo de qualquer empresa é atender bem a demanda de seus clientes. Se você não sabe quem são eles, como pretende fazer isso de uma maneira satisfatória? 
Não pense também que dizer que seu público são homens e mulheres, de 30 a 50 anos e da classe C significa conhecer seus clientes.
Quanto mais informações você tiver sobre seus futuros clientes, maiores serão suas chances de oferecer o que eles desejam e da maneira como eles desejam.  Aliás, muitos negócios surgem a partir da identificação de uma solução para um problema ou uma necessidade de determinado público. Por isso, antes de abrir sua empresa defina quem são seus clientes e descubra o máximo que puder sobre eles.
Além das informações tradicionais como nome, sexo e idade, tente descobrir do que eles gostam, o que fazem, como usam o produto/serviço que você quer oferecer e qualquer outro tipo de informação que possa interferir de alguma maneira no seu negócio.

#03. Comece Pequeno

Não importa o tamanho da sua ambição ou aonde você quer chegar, começar pequeno sempre é o melhor negócio.
Além de necessitar de um investimento menor, você vai ter tempo de se adaptar, de aprender sobre o seu próprio negócio, de identificar seus erros antes que eles te prejudiquem e também vai começar a ter o retorno do seu investimento mais cedo, dentre inúmeros outros benefícios.
Quando for começar sua empresa sempre se questione se você realmente precisa de tudo que está pensando. É mesmo necessário ter 10 funcionários para administrar seu negócio ou 3 ou 4 pessoas dão conta do recado?
Você precisa mesmo ter um estoque de produtos tão grande ou consegue negociar com fornecedores ou ter um modelo sob-demanda? Sua empresa precisa mesmo ter um escritório grande com móveis caros ou dá para começar em um espaço de coworking ou mesmo na sala da sua casa?
É normal imaginar que seu novo negócio vai “bombar” assim que você coloca a placa de “aberto” na sua porta, mas sempre comece apenas com o mínimo necessário para seu negócio funcionar.

#04. Não Gaste Dinheiro Com Coisas Pouco Importantes

Este é um dos erros mais comuns e que mais prejudica quem está começando uma empresa e, por isso, é uma dica que sempre costumo passar para empreendedores iniciantes.
Abrir empresa, para alguns, é sinal de glamourCertas pessoas não podem se imaginar sem um escritório bacana, com móveis elegantes, mesas da Tok&Stok, cadeiras ergonômicas e lindos cartões de visita.
Como a empresa está começando e elas têm um dinheirinho sobrando, gastam com coisas que não vão influenciar em nada o sucesso do negócio.
Muito antes do esperado, porém, percebem que o dinheiro está acabando e que o negócio ainda não deslanchou. Não caia nesta armadilha! Como já disse, comece pequeno. Não é porque você quer ter uma grande empresa no futuro que você precisa gastar como uma grande empresa agora.
Só gaste seu dinheiro com coisas que realmente influenciem o sucesso do seu negócio e a experiência dos seus clientes.
#05. Não Espere O Momento Perfeito
Outra dica para empreendedores iniciantes que considero muito relevante: não espere o momento perfeito para começar, porque ele simplesmente não existe.
Grande parte das pessoas que estão começando um negócio ficam esperando este momento perfeito que nunca chega e, quando decidem dar o primeiro passo, gastam meses fazendo pesquisas e planejamentos que nunca se concretizam. Contenha sua tendência de pesquisar mais e planejar mais. Saia do lugar e vá oferecer seus serviços, desenvolver seu software ou criar sua página na internet.
O mais difícil sempre é começar. Depois que você dá o primeiro passo as coisas começam a caminhar. Esperar o momento perfeito é apenas uma desculpa que você usa para não seguir adiante com seus planos.
Defina seu objetivo e dê o primeiro passo, não importa quão pequeno ele seja.

#06. Ter CNPJ e Cartão de Visitas Não É Ter Uma Empresa

A primeira vez que abri uma empresa fiquei encantando quando recebi meu CNPJ, os cartões de visita e, acreditem ou não, o carimbo da empresa.
Me senti importante e pensei: “Agora sou empreendedor/empresário de verdade”.
Não demorou muito para eu perceber que estava errado. Ter um CNPJ e cartões de visita não significa que você tem uma empresa de verdade.
Você só vai ter uma empresa quando tiver um modelo de negócio que funcione, clientes e um produto ou serviço que te dê dinheiro para pagar as contas e que ainda dê lucro.
#07. Não Acredite Cegamente Em Suas “Pesquisas De Mercado”
O que falar sobre a famosa “pesquisa de mercado” que se faz antes de começar um negócio?
Você faz um questionário com várias perguntas, às vezes sem nem refletir sobre as informações que você realmente quer ou precisa coletar, e em seguida sai por aí fazendo as perguntas para amigos, familiares e conhecidos. Eu sei muito bem como é, pois já fiz exatamente a mesma coisa. Mas hoje não confio cegamente em pesquisas de mercado.
Já fiz algumas pesquisas que se provaram um imenso desperdício de tempo.
Assim como já li livros e artigos sobre neuromarketing que comprovam que as ações das pessoas muitas vezes são contrárias àquilo que elas respondem em pesquisas. 
Não estou dizendo que você não deve fazer uma pesquisa de mercado ou que elas não servem para nada. Uma pesquisa bem feita pode sim te fornecer a informação que você precisa.
No entanto, NUNCA use apenas uma pesquisa de mercado para decidir se você vai ou não começar um negócio e NUNCA confie cegamente nas respostas. Principalmente quando se trata de uma pergunta como: Você compraria este produto/serviço?”.
Como disse na primeira das dicas para empreendedores de primeira viagem, existem várias maneiras de validar sua ideia de negócio (sem necessariamente fazer uma pesquisa), assim como existe uma ENORME diferença entre alguém que fala que “compraria” seu produto e alguém que realmente vai comprar quando você abrir seu negócio.

#08. O Plano De Negócio Não É A Primeira Coisa Que Você Deve Fazer

Eu sei, eu sei. Na faculdade de administração, nos cursos sobre empreendedorismo ou nos artigos que você leu por aí você deve ter escutado que antes de começar sua empresa você precisa fazer um plano de negócios.
Eu fiz um plano de negócio antes de abrir minha primeira empresa. Demorei uns três ou quatro meses para terminá-lo, mas ele ficou lindo! Era super completo e tinha até as projeções financeiras para os próximos 5 anos dentro dos cenários pessimista, otimista e realista.
Sabe quantas vezes eu usei ele? NENHUMA.
Sabe quantas vezes eu acertei as estimativas e projeções financeiras? NENHUMA.
Um plano de negócio é com certeza uma ferramenta útil e necessária para qualquer empresa, mas não para começar uma empresa.
Como você vai fazer um planejamento deste calibre sem nem saber se o seu negócio vai dar certo?
Só faça um plano de negócio quando você já tiver validado sua ideia, já souber qual é seu modelo de negócio, já tiver clientes e já tiver ao menos uma estimativa mais concreta de suas receitas e despesas.
Em outras palavras: só faça um plano de negócios para sua empresa quando você já tiver uma empresa, nunca antes disso. Não me entenda mal. Não estou dizendo que você não precisa de um planejamento, apenas que você não precisa perder 3 meses coletando informações que você não vai usar e criando estimativas que não vão se concretizar.
#09. Execução, Execução, Execução
Esta última dica para empreendedores de primeira viagem talvez seja também uma das mais importantes.
Após ter validado sua ideia e seguido as outras dicas chega a hora de colocar tudo em prática. É a partir deste momento que as coisas começam realmente a acontecer e também onde muitos empreendedores falham: na execução dos seus negócios.
Uma boa execução é mais importante que sua ideia e até mesmo que seus produtos ou serviços. Uma boa ideia com uma péssima execução é muito pior que uma ideia meia boca com uma ótima execução. 
Portanto sempre dê atenção máxima à execução do seu negócio. Em uma empresa,  o “como fazer” pode ser tão (ou mais) importante quanto o “o que fazer”.

CONCLUSÃO – RECAPITULANDO


Cometer erros faz parte da vida de qualquer empreendedor e são ainda mais comuns em empreendedores iniciantes.

Espero que você possa aprender com os meus erros e que lembre-se destas dicas quando for iniciar seu primeiro negócio. Por isso, vamos recapitular as 9 dicas para empreendedores de primeira viagem que abordei neste artigo:

9 Dicas Para Empreendedores de Primeira Viagem:

#01. VALIDE SUA IDEIA DE NEGÓCIO
#02. CONHEÇA SEUS CLIENTES
#03. COMECE PEQUENO
#04. NÃO GASTE DINHEIRO COM COISAS POUCO IMPORTANTES
#05. NÃO ESPERE O MOMENTO PERFEITO
#06. TER CNPJ E CARTÃO DE VISITAS NÃO É TER UMA EMPRESA
#07. NÃO ACREDITE CEGAMENTE NAS SUAS “PESQUISAS DE MERCADO”
#08. O PLANO DE NEGÓCIOS NÃO É A PRIMEIRA COISA QUE VOCÊ DEVE FAZER
#09. EXECUÇÃO, EXECUÇÃO, EXECUÇÃO
Por:  - http://www.arsenalempreendedor.com/