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quinta-feira, 10 de outubro de 2019
36 MANEIRAS DE SER ALGUÉM MELHOR
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Ter Equilíbrio entre a Vida Profissional e Pessoal é uma Farsa
Quando o assunto é equilibrar a vida profissional e a pessoal, parece que a grande maioria das pessoas vive “correndo atrás do rabo”, ou seja, independente de quanto se dediquem nesta tema, no fundo, ainda existe um sentimento de que precisam ter mais tempo para cuidar dos filhos, fazer atividades domésticas e praticar algum esporte ou hobby.
Existem alguns fatores que nos provam que este equilíbrio entre vida pessoal e profissional não existe.
O primeiro deles é a forma como nós interpretamos este conceito. Eu não sei você, mas, por muito tempo, eu acreditei que ter equilíbrio era entregar todas as minhas atividades profissionais no prazo e ainda ter tempo para cuidar dos demais aspectos da minha vida (família, relacionamentos, diversão, saúde, espiritualidade, entre outros).
Por conta desta definição que havia dentro da minha mente, era como se ocorresse uma eterna batalha interna entre minha vida profissional e minha vida pessoal, cada uma tentando disputar quem venceria no final e teria mais tempo.
Essa disputa também acontece em sua mente se você pensa em largar tudo para curtir a vida quando ganhar na loteria. Agora, adivinha quem, geralmente, ganhava? Sim, a minha vida profissional, pois consumia 68% do meu tempo acordado, enquanto sobrava apenas 32% do meu dia para cuidar das outras áreas da minha vida (considerando que dormia 6 horas por dia na época).
Sendo assim, este conceito de equilibrar a vida profissional e pessoal é errado. Ao tentar equilibrar os dois aspectos, ons vemos em lados opostos da balança, onde, pelo menos, cada um tenha 50% do nosso tempo (ou sendo mais justo, a nossa vida pessoal deveria ter 70% do tempo, pois esta área pode ser subdivida em inúmeras outras como família, saúde, diversão, entre outros).
Dividir o seu tempo desta forma é, praticamente, impossível para a maioria dos profissionais que estão construindo a sua carreira.
Outro ponto que nos atrapalha muito é a percepção de que ter equilíbrio entre vida pessoal e profissional é um objetivo ou um destino para a nossa jornada. Como se só pudéssemos alcançar este ponto quando tivermos atingido um momento específico ou mágico da nossa vida, como, por exemplo, obtermos renda passiva suficiente para bancar o nosso estilo de vida até a morte. Porém, não é assim que a vida funciona.
Precisamos aprender a girar constantemente os pratos e manter o foco diariamente para darmos conta de todas as nossas responsabilidades.
Sendo assim, não se deve equilibrar a vida pessoal e profissional, mas, sim, misturar as duas adequadamente e vê-las como partes que complementam a sua vida. Se você se identificar com a sua profissão ou se o seu trabalho está alinhado ao seu propósito de vida, com certeza, terá mais facilidade em ajustar os seus horários para conduzir cada pequeno aspecto da sua vida com satisfação.
Do contrário, provavelmente, você poderá cair nas armadilhas que descrevi acima e procurar ter uma vida feliz apenas quando tiver menos trabalho e mais tempo em casa.
Atualmente, a minha vida possui uma relação de tempo de 76% para vida profissional e 24% para minha pessoal. Talvez você possa pensar que hoje sou mais infeliz, que estou mais cansado ou que não tenho vida pessoal.
Na realidade, é justamente o contrário. Aprendi a aproveitar muito melhor estas poucas horas dedicadas a minha vida pessoal para executar tudo o que preciso. Hoje, mesmo trabalhando mais, percebo que tenho uma satisfação muito maior em todos os aspectos da minha vida.
Copiado: https://www.catho.com.br
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terça-feira, 8 de outubro de 2019
Revendo e Desmistificando o Compliance
Tenho visto muitos artigos e posições de profissionais sobre a atividade de "compliance", sendo que algumas, a meu ver, são posições equivocadas. Estão tentando dar uma conotação muito maior do que o termo realmente é.
Primeiro precisamos entender que "compliance" é uma atitude, que todos dentro de uma empresa devem ter quanto ao comprometimento ao atendimento das regras que regem a operação, seja interna ou externa.
"Compliance" não é uma atividade ou um departamento, também não é algo novo dentro do mundo corporativo, engana-se quem assim pensa.
Posso garantir que pelo menos desde o ano de 1980, quando iniciei minha vida profissional como auditor externo, já tratávamos de avaliar a conformidade das operações com suas políticas e procedimentos ou quanto às leis e regulamentos. A estrutura do COSO Controles internos, lançada em 1982, já definia "compliance" como sendo um dos objetivos do sistema de controle interno corporativo, ou seja: não existe nada de novo.
Claro que o tema recebeu um novo impulso na promulgação da Lei Anticorrupção, em 2013, e de outras leis e regulamentos que vieram, seja para o setor privado ou público, relacionadas à melhoria dos processos de governança.
Atualmente a diferença é que, ao que parece, os gestores estão dando um pouco mais de valor para "compliance", não sei se por medo ou por "modismo".
A grande verdade é que as corporações e/ou seus gestores, nunca deram a devida importância aos temas referentes ao gerenciamento de riscos ou a gestão do sistema de controles internos e, muito menos, para a auditoria interna. Alguns achavam que era burocracia, perda de tempo, atividades sem valia.
Como todos os outros fundamentos de governança, "compliance" deve fazer parte da cultura da empresa. Os gestores devem estar cientes de suas responsabilidades e que eles, como os "donos" do processo, têm a responsabilidade de identificação, avaliação e tratamento dos riscos envolvidos com os segmentos operacionais e/ou de negócios que são responsáveis e que isso não pode ser delegado.
Apesar de tudo, mesmo com os equívocos que tenho observado sobre o tema, vejo com bons olhos toda esta movimentação e discussões. Elas devem, pelo menos, fazer com que os tomadores de decisão comecem a olhar para o assunto de uma forma mais efetiva.
Uma preocupação que deve existir é na criação de organismos responsáveis por "compliance" nas corporações. Isto pode elevar o custo organizacional, sem que exista efetivamente retorno.
Minha sugestão para as empresas é que é sempre preferível reforçar os mecanismos de "compliance" já existentes nas empresas, em vez de criar outros.
Vejamos quais os cuidados que a empresa deve ter:
1. Criar cultura de "compliance" através de programas de capacitação e sensibilização, em todos os níveis, principalmente nos níveis de alta e média gestão;
2. Determinar, através da descrição de cargos, a responsabilidade por "compliance" de cada gestor, incluindo como uma medida de desempenho para salário variável;
3. O setor jurídico deve ser responsável pelo monitoramento das leis, normas e regulamentos que impactam a organização, seja no âmbito da União, Estado, Município ou órgão regulador;
4. O setor jurídico também deve ser responsável por instruir os diversos gestores sobre as alterações legais e seu impacto na operação das quais são responsáveis;
5. O departamento de controles internos deve apoiar os gestores na modelagem das atividades de transação do processo, na identificação de riscos (incluindo o risco de não conformidade) e implantar controle interno para mitigar e monitorar este risco;
6. O departamento de auditoria interna, por sua vez, deve realizar uma avaliação independente da gestão de riscos e dos controles internos do processo objeto da avaliação, recomendando melhorias sempre que se deparar com uma vulnerabilidade.
Como podem notar, de uma forma simples e utilizando a estrutura existente, definimos um processo de "compliance" que apoiara todos os fundamentos de governança.
É verdade que, em algumas ocasiões, as empresas que atuam em setor altamente regulamentado, precisarão reforçar sua equipe, adicionando analistas de conformidade para verificar se todos os requisitos do órgão regulamentador foram atendidos. Estes analistas podem fazer parte do setor jurídico ou do setor de controles internos.
Sempre gosto de salientar que a busca pela simplicidade na empresa deve ser uma atividade convergente, pois tem o poder de permitir que sejam encontradas formas de fazer melhor e mais barato o que esta sendo feito hoje.
Por: Eduardo Person Pardini - https://www.migalhas.com.br
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segunda-feira, 7 de outubro de 2019
A Parábola da Improdutividade
João, o frustrado
João é inteligente e nasceu numa família de classe alta. Estudou em boas escolas e entrou para uma universidade pública, gratuita, no curso de Engenharia. Formado, viu que os melhores salários iniciais de engenheiros estavam em R$ 5 mil. Decepcionou-se.
Fez então concurso para um cargo de nível médio num tribunal: salário de R$ 9 mil mais gratificações, aposentadoria integral, estabilidade, expediente de seis horas.
Os pagadores de impostos custearam a formação de um engenheiro e receberam um arquivador de processos muito bem remunerado com o dinheiro de impostos.
Amanhã João estará em frente ao Congresso, com seus colegas, todos em greve por aumento salarial. Não terá o dia de trabalho descontado nem se sente remotamente ameaçado de demissão.
Pedro, o incapaz
Pedro não tem muito talento intelectual. Mas sua família pôde pagar uma boa escola, o que lhe garantiu uma vaga num curso não muito concorrido em universidade pública. Carente de habilidades acadêmicas, Pedro não se adaptou e mudou de curso duas vezes, deixando para trás centenas de horas-aula desperdiçadas e duas vagas que poderiam ter sido ocupadas por outros estudantes que jamais terão acesso àquela universidade. Foi fácil desistir dos cursos, pois Pedro nada pagou por eles.
Após oito anos na universidade, Pedro finalmente se formou em Biologia. Sonha em ter um emprego igual ao de João.
Entrou num cursinho preparatório para concursos públicos. Lá conheceu centenas de jovens formados em universidades públicas que, em vez de irem para o mercado de trabalho aplicar os seus conhecimentos, estão em sala de aula decorando apostilas para conseguirem um emprego público.
Jorge, Manuel e Márcia - os atravessadores
Jorge, o dono do cursinho, é um brilhante advogado que poderia contribuir para a sociedade redigindo contratos empresariais. Mas descobriu que ganha mais dinheiro preparando candidatos ao serviço público.
Um dos professores do cursinho de Jorge é Manuel, que também abandonou sua formação universitária e mudou de ramo. Ao perceber que jamais exercerá a profissão original, ele pediu desfiliação do respectivo conselho profissional.
Mas não consegue, porque Márcia, funcionária daquele conselho, tem como missão criar todo tipo de dificuldade às desfiliações e manter em dia a arrecadação compulsória. Manuel desistiu e vai pagar a contribuição pelo resto de sua vida profissional, ainda que não se beneficie em nada e pouca satisfação seja dada pelo conselho profissional acerca do uso desse dinheiro.
O destino de Pedro
As limitações acadêmicas de Pedro o impedem de ser aprovado em concurso público. Ele vai ser um medíocre professor numa escola de ensino fundamental de segunda linha (pública ou privada), oferecendo ensino de baixa qualidade às novas gerações das famílias que não podem pagar por uma escola melhor.
Pedro só conseguiu essa vaga porque há uma reserva de mercado: por lei, as escolas de ensino fundamental só podem contratar professores com diploma de nível superior. Fosse permitido contratar universitários, diversos graduandos em Biologia — mais talentosos e motivados que o diplomado Pedro — estariam em sala de aula, oferecendo boas aulas às crianças.
Chico, o sindicalista
Chico é um líder talentoso. Dirige uma central sindical que congrega os sindicatos dos companheiros do Judiciário e dos professores, entre outras categorias. Chico está em frente ao Congresso Nacional apoiando a greve de Pedro por melhores salários. Faz um discurso contra os neoliberais, que só pensam em cortar gastos públicos e arrochar os trabalhadores.
Chico não tem muito do que reclamar (embora, como líder sindical, a sua especialidade seja, justamente, reclamar): além da remuneração paga pelo sindicato (e custeada pelo imposto sindical, cobrado obrigatoriamente dos trabalhadores), ele está aposentado pelo INSS desde os 52 anos de idade. Até o fim da sua vida receberá muito mais do que contribuiu para a Previdência.
Quem sustenta todos
Antônio é tão brilhante quanto João. Daria um excelente engenheiro, mas nasceu em família pobre e estudou em escola pública. Teve professores limitados, no padrão de Pedro, e a desorganização administrativa da escola piorava as coisas: muitas vezes não havia professores em sala. Falta com atestado médico não dá demissão.
Antônio até conseguiu passar no vestibular de Engenharia em universidade pública, pelo sistema de cotas, mas sua formação deficiente em Matemática foi uma barreira intransponível. Abandou o curso, deixando mais horas-aula perdidas e mais uma vaga ociosa na conta dos pagadores de impostos.
Antônio, porém, é empreendedor. Não se abalou com o insucesso universitário, aprendeu a consertar eletrônicos por meio de vídeos no YouTube. Montou um pequeno negócio de manutenção de smartphones e computadores. Seu talento poderia torná-lo um grande empresário. Mas para crescer ele precisa transferir sua empresa do regime de tributação Simples para a tributação normal, pagando impostos muito mais altos, pois o governo precisa de muito dinheiro para pagar altos salários, para custear a universidade gratuita que desperdiça vagas e para sustentar escolas públicas que não dão aula, entre outras despesas.
Mesmo assim, o governo permanece em déficit e toma empréstimo para se financiar, aumentando a taxa de juros. Com impostos altos e crédito caro, Antônio prefere manter seu negócio pequeno. A grande empresa e seus empregos morreram antes de nascer.
Conclusão
Nenhum dos personagens acima citados tem comportamento considerado ilegal. Eles jogam o jogo de acordo com as regras que estão postas. O erro está nas regras. Mudá-las requer superar as dificuldades das decisões coletivas. Não mudá-las implica continuar desperdiçando talentos profissionais, queimando dinheiro público, criando empregos improdutivos, destruindo empregos produtivos, fazendo com que potenciais permaneçam inexplorados, mantendo o gasto público excessivo, gerando oportunidades perdidas, e fornecendo incentivos errados.
Uma parábola de improdutividade.
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sexta-feira, 27 de setembro de 2019
RH é campo privativo do Administrador - STJ reafirma decisão do TRF-4
Funcionária de empresa do ramo industrial exercia ilegalmente a função de assessora de Recursos Humanos. Ela não é graduada em Administração e não tem registro no CRA
A fiscalização do Sistema Conselhos Federal e Regionais de Administração (CFA/CRAs) acaba de vencer mais uma batalha. Em recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o exercício profissional na área de recursos humanos é privativo do administrador com registro no Conselho Regional de Administração. A decisão da corte superior ratifica o veredito do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).
Essa decisão é fruto do intenso trabalho fiscalizatório realizado pelo Conselho Regional de Administração do Rio Grande do Sul (CRA), que autuou uma pessoa leiga em administração que exercia a função de assessora de Recursos Humanos em uma empresa do ramo industrial de forma ilegal. Na ação de fiscalização, ela foi notificada e multada por não ter o registro no CRA.
Alegando que exercia a função em uma empresa que não explora, sob qualquer forma, atividades privativas do Administrador, a autuada ofereceu embargos à execução fiscal da multa imposta no TRF-4. Entretanto, em apelação do CRA, ela perdeu a causa, pois o Tribunal entendeu que “a atividade básica da pessoa jurídica para fins de registro no Conselho Regional de Administração não vincula as atividades de administrador exercidas pelos seus funcionários.”.
A requerente foi à instância superior para recorrer da decisão do TRF. Em seu parecer, o ministro Sérgio Kukina julgou improcedente o recurso da funcionária. Segundo o que consta da decisão do TRF, “a atividade básica desenvolvida pela embargante é peculiar à área da administração, visto ser assessora de recursos humanos, atuando na coordenação de processos de recrutamento, seleção, acompanhamento, desenvolvimento e treinamento de pessoas na Unidade de acordo com as diretrizes da empresa; estabelecendo e acompanhando benefícios oferecidos aos colaboradores tendo em vista a política da unidade; efetuando a manutenção na estrutura de cargos e salários através do acompanhamento das promoções, admissões e respectivas avaliações e enquadramentos.”.
“A alteração das conclusões adotadas pela Corte de origem (…), de que sua função seria desvinculada da área administrativa, demandaria, necessariamente, novo exame do acervo fático-probatório constante dos autos, providência vedada em recurso especial, conforme o óbice previsto na Súmula 7/STJ”, categorizou o ministro do STJ.
Com base na Lei 4.769 de 1965, o Tribunal Regional entendeu, por fim, que o cargo exercido pela profissional “já demonstra que a embargante tem função de chefia e que a área em que atua – recursos humanos – tem relação com a profissão do administrador de empresas.”. Ou seja, para atuar na área de forma legal, ela precisaria ser formada em Administração e ter o registro no CRA, sendo tal entendimento corroborado com a decisão adotada na corte superior.
Mesmo sendo um caso particular, para o Sistema CFA/CRAs esta é uma importante conquista, pois a decisão do TRF4 endossada pelo STJ servirá de referência para casos semelhantes.
Jurisprudência
O CFA, por meio da Câmara de Fiscalização e Registro, divulga no site as jurisprudências com as decisões judiciais favoráveis à profissão. O interessado pode acessar a página e escolher entre os assuntos “Consultoria e Assessoria em Gestão Empresarial”, “Administração de Condomínios”, “Embaraço a Fiscalização/Sonegação de Informações e Documentos”, “Cargos Pertinentes ao Administrador”, entre outras.
Copiado: https://cfa.org.br/
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Entenda a importância do Serviço de Ouvidoria!
Quem atua no mercado sabe que os usuários estão cada dia mais exigentes.
Para garantir a satisfação de todos, é importante que a empresa disponha de meios eficientes para ouvir dúvidas e trabalhar no aperfeiçoamento de seus produtos e serviços — e é nesse contexto que o serviço de ouvidoria ganha relevância.
O papel do serviço de ouvidoria
A ouvidoria é um setor da empresa criado para ouvir e solucionar os problemas dos usuários que não tiveram o desfecho esperado pelos canais principais.
Embora seja possível receber elogios nesse canal, a maioria das pessoas recorre a esse serviço para fazer reivindicações. Trata-se, portanto, do último recurso que o usuário dispõe quando todos os outros departamentos e canais falharam no atendimento.
A importância da ouvidoria para a empresa
Embora seja legalmente obrigatória em alguns setores, diversas empresas criam esse canal por entenderem que as questões levantadas por clientes, usuários ou funcionários são fundamentais para corrigir processos e melhorar seus serviços.
A ouvidoria é, portanto, uma forma eficiente de coletar feedback e detectar em que situações os valores, os padrões e as diretrizes da companhia não são cumpridos ou não produzem os resultados desejados. Ela também permite a solução de conflitos sem impactos mais sérios.
Esse é um setor fundamental para detectar falhas, reavaliar processos, realinhar estratégias e criar soluções que levem ao aperfeiçoamento dos produtos e serviços realizados pela organização. Seu sucesso em atender as reivindicações garante a satisfação do usuário, a produtividade da equipe e, é claro, a melhoria dos resultados obtidos.
A importância da ouvidoria para o cliente
Diferentemente dos outros departamentos e até mesmo dos serviços de atendimento ao consumidor ou call centers, o ouvidor não abre um longo processo diante de um impasse. Ele garante que os problemas sejam resolvidos da forma mais rápida possível. Sua atuação visa defender os interesses do cliente dentro da organização.
Práticas importantes para o serviço de ouvidoria
Para que a ouvidoria atinja os objetivos mencionados, é importante que ela não apenas exista, mas que seja efetiva. Algumas práticas podem contribuir para essa eficiência, e a empresa deve conhecê-las:
Evitar conclusões precipitadas
O ouvidor precisa averiguar toda a situação e confirmar as informações antes de tirar conclusões e tomar decisões. Assim, é essencial que uma análise prévia seja realizada, com base nas informações disponibilizadas pelos envolvidos.
Identificar a raiz dos problemas
Não basta propor soluções paliativas apenas para apaziguar a situação. Para não viver “apagando fogo”, o ouvidor precisa identificar a causa mais comum das reclamações — problemas dos produtos, falhas no processo de implementação —, empenhando-se para evitar novas ocorrências e o desgaste da imagem da empresa.
Ter liberdade para agir com isenção
A neutralidade do ouvidor implica na ausência de uma propensão automática a defender cegamente os interesses do usuário, bem como da pressão para favorecer indevidamente a organização.
Fique atento a isso, pois o ouvidor deve ter a liberdade necessária para apurar os fatos e dar o encaminhamento correto ao problema. Uma ótima solução é garantir que a empresa siga um procedimento padrão ou uma espécie de script previsto para cada caso.
Desfrutar de autonomia
Tão importante quanto a liberdade para investigar é a autonomia para agir. A necessidade de aprovações e liberações para solucionar os problemas inviabiliza a agilidade esperada desse departamento.
Mais uma vez, a adoção de um script é uma solução. Ao seguir uma espécie de procedimento padrão, o ouvidor consegue encaminhar a reclamação a um desfecho favorável de forma autônoma, mas que concilie os interesses de ambas as partes.
Atuar em parceria com outros setores
Com o feedback recebido do cliente e constatado pela ouvidoria, faz com que ela conheça as falhas da organização. Por isso, esse serviço tem condição de contribuir para o aperfeiçoamento de processos. Para que isso aconteça, o ouvidor precisa trabalhar em parceria com outros setores, apontando soluções e melhorias.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019
Pirâmide de William Glasser: entenda o que é e qual a sua importância
Você já teve a sensação de que, ao estudar lendo por horas e horas, não compreendeu tão bem quanto assimilou o conteúdo ao explicá-lo para alguém? Caso nunca tenha refletido sobre isso, nesse momento você deve estar fazendo uma autoanálise para compreender que sim, essa teoria faz muito sentido! Um psiquiatra americano transformou essa ideia em uma pesquisa: a pirâmide de William Glasser.
Conhece esse estudo? Caso nunca tenha ouvido falar dele, continue a leitura que a gente vai explicar tudo! Acompanhe.
Saiba sobre a pesquisa de William Glasser
William Glasser (1925-2013) foi um psiquiatra americano que teve suas teorias aplicadas também na educação. Dentre os seus estudos, o pesquisador publicou sobre a Teoria da Escolha, em que ele afirma que nenhum ser humano é totalmente desmotivado: ninguém, apesar de todos os problemas enfrentados, acredita e deseja o seu fracasso. Pelo contrário, gosta de aprender diariamente.O pesquisador acreditava que ameaças, xingamentos, castigos e punições não eram suficientes para o aprendizado, pois ele não nasce de fora para dentro. Essas atitudes são ineficazes e insuficientes a médio e longo prazo. Do contrário dessa postura, a escolha e o desejo pelo estudo nasce de dentro para fora, pois, segundo o autor, é um movimento de liberdade pessoal.Assim como toda escolha do comportamento humano, a escolha pelo estudo é motivada para que satisfaça cinco necessidades básicas: sobrevivência, pertencimento ao grupo, liberdade, poder e diversão. Dentre essas necessidades, a maior delas é o pertencimento, que se agrupa aos sentimentos de amor e amizade.O autor esclarece que faz parte de nosso desejo que não sejamos prisioneiros do tédio. Caso as aulas produzam tédio, o resultado será insosso e enfadonho. Por essa razão, naturalmente os alunos buscarão fora do ambiente escolar um aprendizado que seja mais divertido e que, consequentemente, será mais significativo.A partir de toda essa ideia chegamos à pirâmide de aprendizado proposta pelo autor: a educação, para que seja assertiva, não deve se limitar à memorização mecânica e técnicas similares que contribuem pouco para esse aprendizado. Os atos de ler, ver e escutar contribuem significativamente (cerca de 50%) para o aprendizado com qualidade e eficiência.E a outra metade? Ela se completa pelos seguintes atos:
- discutir: quando o aluno debate, pergunta e relata suas vivências, motivando a reflexão e a autocrítica;
- fazer: praticar aquilo que está sendo ensinado, escrever e demonstrar. O conteúdo será mais fácil assimilado, pois será vivenciado e aplicado;
- ensinar: aquele momento em que ele explica e resume o que foi aprendido aos outros colegas, podendo haver uma troca de informações.
O aprendizado atinge o topo quando ensinamos uns aos outros o que foi aprendido: 95%. Está aqui o verdadeiro diferencial, ensinar para que esse conteúdo seja efetivamente assimilado. O ideal é criar contextos para que os alunos possam ensinar uns aos outros e promover experimentações, colocando a teoria na prática de outra maneira: repassando aprendizado.
Sempre enriqueça o aprendizado na prática
A teoria da pirâmide de Glasser não deve ser sustentada apenas em salas de aula para alunos, sejam eles de ensino básico ou superior. Enriqueça o seu aprendizado na prática, rompendo o medo natural de testar, praticar e correr certos riscos com o objetivo de assimilar melhor matérias e teorias. Não tema errar: isso faz parte da experimentação e a aprendizagem pode se tornar ainda mais rica.
Sempre enriqueça o aprendizado na práticaOs participantes que vivenciam essa teoria presenciam melhoras qualitativas que saltam aos olhos de quem participa do processo. É possível assistir ao crescimento, mesmo respeitando o ritmo de cada um. A partir disso, há esse desenvolvimento não apenas no aprendizado, mas no posicionamento, na capacidade de realizar críticas construtivas e questionar determinadas práticas.Resumindo, as chances de saírem da inércia são muito maiores. Impulsionará e dará passos assertivos para que esse aprendizado adquirido se transforme em atitudes que, muito além da teoria, tragam resultados positivos que podem ser aplicados no dia a dia.
Além de tudo isso, uma pessoa adulta que está sempre querendo ser motivada pelo aprendizado se sente mais confiante e sempre mais entusiasmada para que mais e mais conteúdos sejam assimilados. Ela cria a base para se tornar mais flexível e com mais autoridade para sempre passar para frente esses ensinamentos.Esse é o ponto de partida para a prática: se coloque sob pressão, trabalhe em equipe e realize na prática o que, em algum momento, já leu ou ouviu. Destrave e aplique o conhecimento adquirido!Copiado: https://www.impacta.com.br/
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terça-feira, 24 de setembro de 2019
Importância da Administração Para Igrejas
Administrar algo muitas vezes pode ser uma tarefa bem complicada, afinal de contas, é necessário saber se organizar para que tudo fique em ordem.
Muitas pessoas tem o costume de pensar que apenas em empresas de negócios é que a administração está incluída.
Ou então, para bancos e demais situações que envolvam a matemática. Mas, ao contrário disso, o setor de administração serve para todas as áreas do mercado de trabalho.
Afinal de contas, é extremamente necessário que escolas, igrejas, por exemplo, tenham uma parte do setor administrativo.
Igrejas?
Pois é, quando que você iria pensar que uma igreja precisaria de cuidar da sua parte administrativa.
Por isso, para entender melhor esse processo, você vai ficar por dentro de toda a importância da administração para as igrejas.
Por isso, para entender melhor esse processo, você vai ficar por dentro de toda a importância da administração para as igrejas.
Administração para igrejas
A igreja, assim como qualquer outro tipo de negócio, precisa ter um setor administrativo para cuidar de diversas áreas, porque a administração é extremamente importante para manter qualquer negócio em bom estado de organização.
Ela começa desde os seus recursos de dinheiro até mesmo a pintura de uma parede.
Por isso, contratar pessoas graduadas em administração para trabalhar na área administrativa de uma igreja é fundamental. Separamos em tópicos quais são as vantagens de qualquer tipo de igreja conter um setor administrativo. Confira!
Por isso, contratar pessoas graduadas em administração para trabalhar na área administrativa de uma igreja é fundamental. Separamos em tópicos quais são as vantagens de qualquer tipo de igreja conter um setor administrativo. Confira!
Vantagens da administração para igrejas
- Administrar os gastos, como, por exemplo, água, luz e etc
- Administrar o setor de limpeza, saber como anda a higienização
- Cuidar da quantidade de funcionários
- Zelar por manter a qualidade da igreja em busca de resultados administrativos de qualidade
A administração é uma atividade fundamental dentro de qualquer negócio, porque com ela você ficará por dentro de como anda todos os setores e ainda ter uma visão ainda mais ampliada do que está acontecendo na empresa ou instituição.
É possível realizar diversos tipos de cálculos, gráficos, reuniões e muito mais para que toda a empresa e os funcionários fiquem por dentro de como anda a administração do negócio.
Dessa forma, com os resultados administrativos em uma igreja, você pode pensar até mesmo em maneiras de como poder melhorar a capacidade de produzir mais e obter mais resultados positivos.
Então, se você ainda não possui um setor administrativo, que tal a partir de agora colocar em prática?
Dessa forma, com os resultados administrativos em uma igreja, você pode pensar até mesmo em maneiras de como poder melhorar a capacidade de produzir mais e obter mais resultados positivos.
Então, se você ainda não possui um setor administrativo, que tal a partir de agora colocar em prática?
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