terça-feira, 24 de dezembro de 2013

O ESPÍRITO DO NATAL


O ESPÍRITO DO NATAL

"Deixa eu ver se o espírito do Natal já está na sua casa.

Não, não quero ver a árvore iluminada na sala, nem quero saber quanto você já gastou em presentes.

Quero, sim, sentir no ambiente a mensagem viva do aniversariante deste dezembro mágico: toda a família está unida? 
O perdão já eliminou aquelas desavenças que ocorrem no calor das nossas vidas?

"Não quero ver a sua despensa cheia, quero saber se você conseguiu doar alguma coisa do que lhe sobra, para quem tem tão pouco, às vezes nada.

"Não exiba os presentes que você já comprou, mesmo com sacrifício; quero ver aí dentro de você a preocupação com aqueles que esperam tão pouco, uma visita, um telefonema, uma carta, um e-mail...

"Quero ver o espírito do Natal entre pais que descobrem tempo para os filhos, em amigos que se reencontram e podem parar para conversar, no respeito do celular desligado no teatro, na gentileza de quem oferece o banco para o mais idoso, na paciência com os doentes, na mão que apóia o deficiente visual na travessia das ruas, no ombro amigo que se oferece para quem anda meio triste, perdido.



"Quero ver o espírito de Natal invadindo as ruas, respeitando os animais, a natureza que implora por cuidados tão simples, como não jogar o papel no chão, nem o lixo nos rios.


Não quero ver o Natal nas vitrines enfeitadas, no convite ao consumo, mas no enfeite que a bondade faz no rosto das pessoas generosas.

Por fim, mostre-me que o espírito do Natal entrou definitivamente na sua vida, através do abraço fraterno, da oração sentida, do prazer de andar sem drogas e sem bebidas, do riso franco, do desejo sincero de ser feliz e, de tão feliz,  não resistir ao desejo de fazer outras pessoas também felizes.

"Deixe o Natal invadir a sua alma, entre os perfumes da cozinha que vai se encher de comidas deliciosas, no cheiro da roupa nova que todos vão exibir, abrace-se à sua família e façam alguns minutos de silêncio, que será como uma oração do coração, que vai subir aos céus, e retornar com um presente eterno, duradouro: o suave perfume de Jesus, perfume de paz, amor, harmonia e a eterna esperança de que um dia todos os dias serão como os dias de Natal.

Feliz Natal para você e para os seus!"

Por: Autor Deconhecido

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

5 Produtos Fracassados Lançados pela NOKIA

A Nokia já foi uma gigante da tecnologia. Hoje, prestes a selar sua união com a Microsoft após o acordo de US$ 7 bilhões ser aprovado, a companhia finlandesa tem apenas uma fração do valor que teve em suas eras douradas e da fatia de mercado que já ostentou.


Abaixo estão alguns dos produtos lançados pela empresa que falharam em conquistar o público e contribuíram para a derrocada da companhia, na nossa série sobre os fracassos da tecnologia (confira as falhas da Apple, da Microsoft e do Google). Relembre: 



N-Gage


Um dos maiores fracassos da história. O aparelho é lembrado como um lançamento infeliz tanto pela indústria de celulares, que lembra do ridículo “side-talking”, quanto pelo mercado de videogames, que não viu o dispositivo como significativo e quase não teve jogos relevantes para alavancá-lo como plataforma de jogos.



Os botões, desenhados para oferecer a funcionalidade de telefone, não eram muito adequados ao uso como plataforma adequada para jogos. Para trocar de jogo era necessário tirar a bateria. Sua tela, mais vertical do que horizontal, convenceu pouca gente. A Nokia até lançou uma versão atualizada com alguns dos problemas corrigidos, mas não convenceu.



Symbian




Embora não tenha sido criado pela Nokia, o software ficou conhecido por ser a base dos aparelhos da Nokia. O Symbian não era ruim e foi um dos motivos que levantou a indústria de celulares. O real problema do sistema é que ele ficou muito defasado enquanto os concorrentes Android e iOS se desenvolviam a passos largos e a Nokia não soube a hora de largar o osso.



A partir do momento em que o Symbian começou a perder em qualidade para os concorrentes, foi o início do declínio da empresa, que eventualmente começaria a perder fatia de mercado em um ramo onde havia sido dominante.



Nokia Internet Tablet




É até fácil esquecer que a Nokia já investiu no ramo dos tablets. E justamente por isso, eles podem ser considerados um fracasso da companhia finlandesa. Curiosamente, o N800 e o N810 foram lançados em 2007, muito antes do iPad, mas com uma telinha que consegue ser menor que os smartphones atuais.



Eles eram, na verdade, PDAs, os famosos “assistentes pessoais”, categoria de produto que não existe mais. E os produzidos pela Nokia nunca vingaram, embora não fossem ruins para a época.



Nokia Comes With Music




Quando viu a Apple se consolidando como empresa de distribuição de mídia digital, a Nokia tentou responder à altura e lançou o recurso Comes With Music, que oferecia músicas gratuitas para quem comprasse determinados celulares da companhia. Não decolou na maioria dos lugares.



O serviço foi descontinuado rapidamente no mundo inteiro, mas alguns países, onde o recurso chegou a vingar, ele permaneceu. O Brasil foi um deles, juntamente com China, Indonésia, África do Sul, Turquia e Índia.



MeeGo




O sistema operacional é uma evolução do Maemo, desenvolvido em parceria com a Intel, e foi criado para ser a base de software dos mais diversos produtos, como celulares, netbooks e SmartTVs. Foi criado em 2010 e descontinuado em 2011 e poucos produtos da empresa o utilizaram, como o N900 e o N9.



Para não dizer que o MeeGo foi inútil, o projeto deu origem a diversos outros sistemas por meio de “forks”. O Tizen, software desenvolvido pela Intel e Samsung é um exemplo.


sábado, 21 de dezembro de 2013

O que é ser sustentável?

Dentre as inúmeras especulações sobre o mito criado em torno de Steve Jobs, existe algo que poucos pesquisadores e aficionados pelo assunto não destacam com a mesma importância com que deveriam: a questão da sustentabilidade e o lado humano da estratégia, visivelmente presentes na política da empresa.
De início, pode-se imaginar que a Apple está preocupada apenas com a questão econômico-financeira, porém, quando se analisa a qualidade dos produtos e sua aplicabilidade, é possível ter ideia do que se passava na cabeça de Jobs em relação à sustentabilidade e sua indissociável relação com a criação de facilidades tecnológicas.
Sustentabilidade diz respeito ao uso eficiente dos recursos naturais utilizados por parte de quem fabrica e também de quem consome produtos e serviços. Portanto, empresas que desejam perpetuar e construir um legado admirável devem pensar, acima de tudo, em como ganhar dinheiro sem destruir o meio ambiente.
Com relação ao lado humano da estratégia, significa dizer que as empresas, a exemplo da Apple, IBM, FIAT, GE e Natura, entre outras, procuram conceber produtos e serviços orientados para o bem-estar do consumidor. Obviamente, visam o lucro, porém, em tempos cada vez mais voltados para a interação do homem com o meio ambiente, é praticamente impossível ignorar essa premissa. 
Para ter uma ideia do que isso significa é necessário entender o que a Apple faz para merecer o conceito de empresa sustentável:
  • Os produtos Apple são construídos em peça única denominada chassi monobloco com alumínio 100% reciclável;
  • Os monitores são feitos com vidro 100% reciclável;
  • A iluminação do painel utiliza tecnologia LED (Light Emitter Diode) – a mesma utilizada na fabricação de chip dos computadores – capaz de transformar energia elétrica em luz alternativa e ecologicamente correta;
  • Por lei, toda compra realizada no Estado da Califórnia reverte oito dólares para auxiliar na recuperação do impacto dos seus produtos sobre o meio ambiente;
  • Todos os produtos Apple são fabricados sem componentes prejudiciais ao meio ambiente: chumbo, PVC, mercúrio, arsênio (tela de vidro), BFR (retardador de chama que contém Bromo, altamente tóxico);
  • As embalagens de produtos Apple são concebidas exclusivamente para acomodar os produtos e nada mais, ou seja, embalagens compactas significam menos transporte, menos consumo de combustível e menos resíduos no meio ambiente;
  • Se você mora nos Estados Unidos e adquire um produto Apple, ganha um programa de reciclagem para a próxima troca do equipamento; a Apple recicla 90% dos componentes utilizados no produto original;

  • Em geral, seus produtos são projetados para proporcionar a eficiência energética dos próprios usuários, portanto, mais recursos interativos e menos desperdício de energia.

Quando pensar em sustentabilidade, lembre-se da Apple e incorpore em definitivo esse conceito. Quanto maior a conscientização em relação ao impacto do desenvolvimento econômico e social sobre o meio ambiente, maior a esperança para o futuro do planeta.
Ser sustentável, portanto, significa:
Ter políticas claras voltadas para o bem-estar do consumidor e ao mesmo tempo para o menor impacto possível dos seus produtos e serviços sobre o meio ambiente através da utilização consciente dos recursos naturais;

  • Ter consciência de que se você quer deixar algo de valor para os seus filhos e netos, deve fazer muito mais do que indignar-se com o que outros fazem com os resíduos dos produtos que fabricam e consomem;

  • Ter o pensamento orientado para um viés sistêmico que permita entender a diferença entre consumo consciente e consumismo.
Pense nisso e empreenda mais e melhor!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Da Criação do Líder ao Líder Criador

O líder já nasce pronto ou pode ser desenvolvido
Como se forma um líder? 
É possível transformar pessoas comuns em líderes? 
Certamente você já ouviu ou mesmo fez estas e outras perguntas sobre liderança e a criação do líder.
Primeiramente é preciso entender o que é liderança. Na mais exata explicação é a capacidade de liderar, que significa chefiar, governar, dirigir, orientar, estar a frente. Conseqüentemente, líder é aquele que lidera, conduz, que mostra os caminhos e por isso sempre está na frente dos demais. É também aquele que estimula os indivíduos a persistirem na busca de melhores resultados num ambiente de riscos, incertezas e desafios.
Para Megginson, Mosley e Pietri, “liderança é um processo de influenciar as atividades individuais e grupais, no estabelecimento e atingimento de metas”. Warren Bennis afirma: “liderança é como a beleza: difícil de definir, mas fácil de reconhecer”.
Os estudos do comportamento humano comprovam que a liderança é uma habilidade inerente aos seres humanos. Ou seja, todos nascemos com a mesma capacidade de liderar. O que vai transformar pessoas comuns em líderes de fato é a associação de diversos fatores, entre eles: o ambiente em que foi criado; estímulos que recebeu durante toda a vida; experiências bem e mal sucedidas; necessidades supridas ou suprimidas; treinamento e conhecimentos adquiridos; entre outros.
Nos últimos anos a essência do papel do líder vem sendo amplamente discutida e questionada. Afinal, qual posicionamento deve ter o líder diante deste cenário de riscos, incertezas e desafios? Como deverá agir?
De certo seu papel deverá ser o de líder criador. Criador de novos cenários onde o sucesso tem lugar garantido. Criador de novas relações onde o respeito a diversidade será a pedra fundamental. Criador de novos líderes que o sucedam. Criador de oportunidades para si mesmo, seus seguidores, clientes e fornecedores. Criador de cidadãos éticos e comprometidos com resultados efetivos.
Para assumir este novo papel é necessária uma revisão na postura atual daqueles que ocupam as funções de liderança nas empresas e nos governos. É preciso desempregar os profissionais e governantes que ocupam a posição, mas não agem como verdadeiros líderes. 
Precisa-se de gente com coragem para assumir uma postura de dianteira, com iniciativa para assumir os riscos, mas também o senso de acabativa para corrigir o percurso e chegar até a linha final. É necessário demitir as pessoas que atrasam a evolução dos negócios por causa de interesses pessoais ou medo de perder seu lugar e os benefícios que conquistou.
Para ser um líder criador deste novo tempo é preciso ter formação sólida em ética, respeito e integridade. Reunir doses generosas de curiosidade e paixão pelo que faz. Possuir foco nos resultados e nas pessoas, sabendo equilibrar as necessidades da empresa e dos funcionários. 
Também é necessário ter capacidade acima da média para saber ouvir, para se colocar no lugar do outro e de gerar confiança. Para completar é necessário que tenha coragem para assumir os riscos e os erros que ele próprio poderá cometer e sua equipe também.
As pessoas mais comuns que já conheci possuem muitas destas características. São fortes candidatas a tornarem-se líderes criadores, independentemente de cargos ou títulos. Simplesmente porque assumem uma posição. Nas organizações muitas vezes são confundidas como funcionários problema, pois desafiam o marasmo e a burocracia. O líder criador pode incomodar, mas ele incomoda aqueles que, na contramão do desenvolvimento, buscam somente resultados imediatos e para seu próprio benefício.
A complexidade do comportamento humano e das estruturas organizacionais é o maior desafio para sair do paradigma atual e atingir novas formas de gerir pessoas. O modelo conhecido de liderança, onde manda quem pode e obedece quem tem juízo, ainda é forte em culturas acometidas pelo medo do sucesso, baixo progresso econômico e reduzida formação escolar e investimento em capacitação e treinamento de pessoas. Será que conhecemos algum lugar assim?
Talvez ainda demore mais alguns anos, ou quem sabe décadas, para que possamos finalmente ter mais organizações onde suas lideranças efetivamente atuem como se espera: como líderes criadores. A capacitação e conscientização das pessoas, são fortes aliados para a melhoria no nível de liderança de nossos gestores.
Certamente que não podemos generalizar, mas o caminho para a mudança passa pela coragem de empresários, políticos, funcionários, gestores e consultores de difundir e cobrar esta postura e atitude de liderança efetiva, ainda que sejamos os únicos.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

10 Profissões em Baixa, segundo Headhunters

Confira carreiras em que os profissionais podem encontrar dificuldade conquistar oportunidades no mercado. Direito e jornalismo estão na lista
Mudanças na economia, excesso de formandos e os avanços tecnológicos são três variáveis citadas pelos especialistas na hora de citar profissões e carreiras com menor número de vagas no mercado de trabalho atual.

“Com isso, o ritmo de contratações diminui para algumas carreiras e o mercado não consegue absorver 100% das pessoas formadas”, explica Thiago Sebben, diretor da Hays.
Ele lembra que são três os aspectos que tornam uma carreira mais ou menos atrativa. “Ambiente de trabalho, perspectiva de crescimento e salários. São esses os pilares”, diz Sebben.
“Não é que a necessidade caiu e, sim, que a relação entre a oferta e a demanda está desequilibrada”, diz Sthaell Ramos, sócia diretora da People On time.

Ela explica que o fato de as carreiras serem em sua maioria na área de ciências humanas está relacionado à maior facilidade que as instituições de ensino têm na hora de oferecer estes cursos. “É mais fácil criar cursos nestas áreas porque é preciso oferecer apenas professor e bibliotecas”, diz.
Marcelo Cuellar, da Michael Page, no entanto, faz um alerta: “Não é que o conhecimento tenha se tornado desnecessário, a questão é verificar onde este conhecimento pode agregar valor”, diz.
Para se dar bem no mercado, os profissionais devem encontrar maneiras de se diferenciarem, de acordo com os especialistas. “O profissional bem formado, adaptado e flexível sempre terá o seu lugar ao sol”, lembra Sthaell. 
Confira quais são as profissões com menor número de oportunidades e confira as dicas dadas por especialistas para que os profissionais consigam se diferenciar no mercado:

Antropologia
“Nunca foi uma carreira que teve alta demanda dentro das organizações por se tratar de uma profissão mais técnica e com ramo de atuação mais acadêmico”, diz Marcelo Cuellar, da Michael Page.
Para quem não quer ficar restrito ao ambiente educacional, o especialista sugere uma flexibilização da atuação. “O profissional de antropologia pode ser escritor, roteirista de programas de televisão e até trabalhar em recursos humanos”, diz.
Mas, para isso deve complementar a sua formação. “As pessoas buscam faculdades de olho em uma profissão, mas deveriam estar interessadas mais no conhecimento adquirido”, diz Cuellar.

Sociologia
O formando de um curso de sociologia que quiser apenas atuar como sociólogo vai encontrar poucas oportunidades fora das escolas, universidades e centro de pesquisa. “Se ele quiser só trabalhar com sociologia vai ficar restrito”, diz Cuellar. O conhecimento é importante e necessário, segundo o especialista. “Mas para encontrar mais ofertas de trabalho é preciso abrir o leque de atuação”.

Geografia
“Também é um profissão mais técnica, dificilmente você vai encontrar posições para geógrafos dentro de uma empresa”, diz Cuellar. Mas, como ele mesmo diz, nem só do mundo corporativo vivem os profissionais. 
“Agora, se ele quer trabalhar dentro de uma empresa deve ter um ramo de atuação mais abrangente. Pode dar aulas alguns dias por semana, participar de projetos de pesquisa em uma organização, por exemplo”, diz Cuellar.
Quem gosta de geografia física, por exemplo, pode investir em uma especialização na área de Geologia, já que para esta última há mais demanda de profissionais, principalmente no setor de petróleo e gás.

História
“Se o profissional quiser ser apenas historiador terá, como no caso dos geógrafos, o ramo acadêmico e de pesquisa”, diz Cuellar, para justificar a restrição do mercado de trabalho.
Mas ele indica que é há outras possibilidades para quem for flexível. “O historiador pode ser roteirista de seriados históricos, por exemplo”, lembra. “É questão de abrir a cabeça e procurar uma qualificação complementar”, diz Sthaell.

Jornalismo
Sair da faculdade de jornalismo com o objetivo “romântico” de fazer grandes reportagens para um jornal ou ainda de se o próximo a ocupar a cadeira de William Bonner na bancada do Jornal Nacional pode levar à frustração muitos jornalistas em início de carreira. “A profissão mudou, se o profissional quiser ser jornalista como se era antigamente vai encontrar dificuldade”, diz.
Repórter de jornal impresso, por exemplo, foi considerada a pior profissão nos Estado Unidos, segundo levantamento realizado pelo site Career Cast, também por conta da projeção de queda de 6% nas oportunidades profissionais nos próximos anos. 
“É uma das carreiras em baixa, a figura de editor de jornal, por exemplo, tende a desaparecer. As pessoas deixam de ler o jornal impresso para ver notícias postadas nas redes socais”, diz Sthaell.
Isso significa que a comunicação perdeu importância? “De jeito nenhum, o jornalista agora tem nova roupagem”, diz Sthaell. Ela cita a área de comunicação interna das empresas como uma área promissora dentro da comunicação.
“Há oportunidades nesta área, mas é difícil ver interesse das pessoas”, conta, lembrando ainda que há muito espaço para inovação na comunicação, principalmente no que diz respeito à parte digital. 

Direito
“Modelo de sair da faculdade e rapidamente arranjar um bom emprego em um escritório de advocacia não existe mais”, diz Cuellar. Com oferta de formandos maior do que a demanda, o profissional deve se destacar para conseguir boas oportunidades.
Especializações fazem a diferença aos olhos do mercado. “Essa questão do mercado mais agressivo faz com que os profissionais se qualifiquem mais”, diz Thiago Sebben, diretor da Hays.
“Há áreas como ambiental e TI que tem poucos profissionais qualificados”, diz Sthaell. Interessados em trabalhar em setores jurídicos das empresas devem complementar a formação com cursos que deem visão de negócios. 
“Visão de dono do negócio é importante”, diz o diretor da Hays. Vale destacar que direito societário voltado para fusões e aquisições é uma das áreas mais promissoras para os advogados, de acordo com a consultoria Salomon Azzi.

Psicologia
Recém- formados em psicologia têm dificuldade em abrir clínica e conseguir pacientes, que geralmente preferem os profissionais mais experientes. E, com a mudança no mercado de Recursos Humanos, que passou a absorver profissionais de outras formações para compor quadros organizacionais, as oportunidades diminuíram para quem não busca uma formação complementar em negócios.
“Também há a questão de excesso de formandos e o fato de muitos estudantes virem aos grandes centros urbanos para estudar e quererem continuar aqui achando que terão mais chances no mercado, quando, muitas vezes há demanda por profissionais em suas cidades de origem”, diz Sthaell.

Venda porta a porta
A área de vendas está aquecida, mas aquele tipo de vendedor que vai de porta em porta vendendo produtos é uma figura em extinção, de acordo com Thiago Sebben, diretor da Hays. “Hoje a gente fala em comércio eletrônico, então representante comercial que vai de porta e porta vai acabar", diz.
A dica é se adaptar às mudanças do mercado procurando qualificações complementares que permitam a ampliação da atuação na área comercial para não correr o risco de tornar-se obsoleto.

Pedagogia
A necessidade de professores da educação de base existe e sempre vai existir, mas a carreira é pouco atrativa se levados em conta condições de trabalho e salários oferecidos.
Por isso, diz Cuellar tem mais chances os pedagogos que expandem a sua atuação, não ficando restritos a salas de aula. “Se o pedagogo se fechar em uma caixa fica mais complicado, ele pode pesquisar e inventar novos métodos de ensino, é uma possibilidade”, diz Cuellar.

Serviço Social
As oportunidades de trabalho para assistentes socais também são mais raras, de acordo com a consultoria Michael Page. “Não tem vaga para trabalhar de assistente social dentro de uma empresa”, lembra Cuellar.
Setor público e terceiro setor geralmente absorvem estes profissionais, mas não 100%, já que a oferta de formandos é maior do que a demanda. “Mas, se o profissional estiver atento à demanda pode migrar para outras áreas, como recursos humanos, por exemplo, e buscar formação complementar”, diz Cuellar. 

Por Camila Pati - http://www.fbde.com.br/

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Viral e 40º de febre

marketing-viral-beaba-empreendedor
Algo que se chame “viral”, pode-se espalhar a mais do que uma pessoa e muito mais nesta altura em que existem vírus informáticos, vírus de doenças etc.
Ninguém quer ser portador de um vírus… mas nos negócios… não gostaria que a sua estratégia de comunicação se constituísse num vírus mortal, que contagie toda a população em poucas horas?
Porque o marketing viral é a melhor maneira de comunicar sobre um produto ou serviço sem gastar um euro em publicidade. A notícia utilizada pelos meios de comunicação e transmitida de boca em boca permitiram as empresas ganhar muito dinheiro. 
E como conseguiram ganhar isso tudo?
Ralph Willson, consultor americano especialista em Marketing, efetua a seguinte análise sobre qual são os elementos que devem estar presentes para impor esta estratégia.
Willson reconhece 7 elementos:
1. Ofereça um produto ou serviço de valor para os seus prospectores.
2. Deve ser e estar muito bem definido e fácil de transmitir.
3. Que possa ser disponibilizado rapidamente.
4. Possa despertar motivações comuns e comportamentos.
5. Utilização das redes de comunicação existentes.
6. Obter uma atribuição utilizando recursos de terceiros.
7. Tem um baixo custo para os que o criam.
O marketing viral é uma ferramenta que seguramente irá ganhar terreno para ser uma das mais importantes para o “marketeer” ou “marketeiro”, graças a todas as facilidades que tem, seu baixo custo e os resultados obtidos.
O viral tem se tornado arma secreta de algumas agências, por conta de sua eficácia, nem todos sabem fazer um viral “dar certo”, está aí o segredo, o desconhecimento da concorrência.
Fonte - Gleidson Moreira - http://beabaempreendedor.com/

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

O Processo Criativo de Soluções em Marketing

Conhecendo a Si Próprio, Como um Administrador Pode Saber Que Passos Deverá Tomar Para Descobrir a Solução  de Um Problema e Agir em Busca de Um Objetivo? Como se Desenvolve o Processo Criativo? Como Colocar a Criatividade a Serviço da Empresa?

James Webb Young – um dos primeiros redatores de propaganda do mundo – em seu livro “A Technique for Producing Ideas” definiu as várias etapas do processo criativo de marketing como sendo:
  • Preparação;
  • Incubação;
  • Iluminação;
  • Elaboração. 
Outro estudioso – Don Fabun – dividiu essas etapas de maneira semelhante:
  • Desejo: A pessoa deve – por qualquer razão – querer criar algo original. Isso é o que ele chama de “atitude de trabalho”.
  • Preparação: Ou acumulação de dados, visa "tornar familiar o estranho”.
  • Manipulação: É uma tentativa de síntese, de juntar conceitos aparentemente não relacionados, ou "tornar estranho o familiar".
  • Incubação: O componente inconsciente do processo criador, e cuja descrição de Fabun coincide com outras, como veremos mais adiante.
  • Antecipação: É o que, mais tarde, classificaremos como aquecimento. Segundo Fabun, há um sentimento de premonição, algo nos diz que o problema está preste a ser resolvido.
  • Iluminação: A solução esperada.
  • Verificação:  A confirmação da viabilidade da solução De qualquer forma, e para fins de definição prática, podemos dividir em 7 (sete) estágios o processo criativo para a solução dos problemas de Marketing:
  1. Identificação: O primeiro estágio – identificação do problema – parece óbvio demais. Mas muito pouca gente sabe exatamente que tipo de problema deve ser resolvido. É importante que se pegue um pedaço de papel e se escreva a resposta para a seguinte pergunta: "Qual é o problema?". Um problema bem definido, já está 50% resolvido. Einstein dizia ser a mera formulação de um problema, freqüentemente, muito mais essencial do que a sua solução, que pode ser simples questão de habilidade matemática ou experimental; levantar novas dúvidas, novas possibilidades, olhar velhos problemas sob novos ângulos requer imaginação criadora e é o que marca os avanços reais da ciência. Na verdade, a identificação correta do problema nos leva às 6 (seis) outras etapas do pensamento criador.
  2. Preparação Direta: É quando acumulamos informações pertinentes ao problema que deve ser resolvido. Isto é, quando buscamos somente informações que contribuam para uma possível solução. Isso é constatado por John Dewey, quando declara que “podemos ter os fatos sem pensar, mas não podemos pensar sem ter os fatos”, o que, de certa forma, contradiz a famosa afirmação de Einstein: "A imaginação é mais importante do que o conhecimento". É a preparação direta, ainda, que deve ter inspirado a também famosa frase de Thomas Edison: "Um gênio é composto de 1% de inspiração e 99% de transpiração".
  3. Preparação Indireta: A preparação é indireta quando buscamos informações sobre tudo o que possa colaborar para uma solução, mesmo que à primeira vista não tenha nada a ver com o problema. Waren Weaver classificava a necessidade de preparação indireta dizendo que “a informação é a medida da liberdade de escolha que se tem quando se seleciona uma mensagem”. A preparação indireta pode, eventualmente, ser inconsciente: quando a pessoa está engajada na solução de algum problema, e uma vez esgotadas todas as informações pertinentes ao seu alcance, começa s buscar outras possíveis informações. Mas a solução não vem. Ou parece longínqua. Ou, se vier, é insatisfatória. A pessoa, conscientemente determinada a encontrar uma boa solução, sente uma necessidade premente de ler, ver e sentir coisas aparentemente divorciadas, não apenas entre si, mas também daquele objetivo inicial. Não consegue, porém deixar de continuar recebendo informações: visita pessoas vai a cinemas, lê desesperadamente, consulta estatísticas, que possivelmente nada têm a ver com o problema, iniciando um processo de acumulação de dados. Essa "alimentação" se faz de maneira normalmente caótica ou irregular na acumulação indireta, mas vai aquecendo as baterias mentais: o cérebro começa eventualmente a associar dados aparentemente díspares.
  4. Incubação: Segundo alguns psicólogos, o processo da incubação se desenvolve mais no plano do inconsciente ou naquela faixa do pré-consciente, a quem todos os autores recorreram no sentido de tentar desvendar o processo criativo. A filosofia Zen determina que a mente deve tentar parar de agir sobre si própria, sobre a sua corrente de experiências. Isso está expresso num poema Zenrim que diz: "Sentado quieto, fazendo nada. A primavera vem, e a grama cresce sozinha". Importante, também, é o testemunho de Poincaré: _ "Não há dúvidas a respeito da importância da atividade inconsciente nas descobertas matemáticas. Trabalhando sobre um problema, é comum que nada se consiga desde o começo. É preciso descansar. Em seguida trabalha-se novamente. Mesmo que a primeira meia hora nada se descubra, depois, no entanto, a solução começa a surgir naturalmente. O trabalho consciente parece ter ficado melhor graças à interrupção. A força e o vigor da mente foram estabelecidos pelo descanso". Poincaré, contudo, tinha a mesma opinião de Thomas Edison: "O trabalho inconsciente é impossível se não foi precedido pelo trabalho consciente". É curioso reproduzir parte de uma entrevista que Henrique da Costa Mecking, o Mequinho, então campeão brasileiro de xadrez, deu à revista Veja: "Chego a sonhar com partidas, às vezes acordo com a solução de um problema que me preocupava na noite anterior". Para Einstein, a incubação se desenvolvia melhor alguns momentos antes de adormecer, ou logo depois de acordar. Einstein ainda costumava tocar violino ou ler romances de Dostoivski como um recurso para desviar a atenção do problema principal e provocar a incubação. Gandhi costumava tecer; seu processo criativo era grandemente desenvolvido quando se dedicava a esse tipo de atividade manual. Portanto, a Incubação, depois da acumulação consciente de dados diretos ou indiretos, é uma reação da mente humana contra a pressão angustiante. A mente, no plano do inconsciente, começa a trabalhar praticamente sozinha. Essa angústia, necessidade de liberação de energias, pode, muitas vezes, assumir a forma de trabalho manual. E para um grande número de executivos a incubação parece ser auxiliada pela prática intensa de um esporte.
  5. Aquecimento: O retorno do problema, com a sensação de uma solução próxima, constitui uma fase claramente distinta do processo criativo: _ trata-se do warm-up ou aquecimento. Pode ser inconsciente quando através de flashes, a mente foge e retorna ao problema a freqüências cada vez menores: as idéias atravessam de forma desordenada, a barreira consciente/inconsciente, caminhando para a solução por meio de aproximações sucessivas. Porém, na vida prática, como temos prazos a cumprir, datas de fechamento a seguir esta etapa deve ser um processo consciente provocado artificialmente através de recursos já bastante experimentados como o brainstorm – por exemplo – quando, se o problema está sendo resolvido por uma, duas ou mais pessoas, as idéias começam a se desencadear em turbilhão.
  6. Iluminação: A solução do problema aparece pela primeira vez naquela etapa que Wallas, e muitos outros, aceitam e chamam de "iluminação". É o heureka, quando então estoura a idéia. Em muitos casos – em quase todos, na verdade – é o término daquela forte angústia que o indivíduo vinha sentindo. É o que Kohler chamou de insight, ou seja, a súbita compreensão das relações entre os meios e fins. Aparece, em geral, sem esforço; em outras palavras, não há um esforço consciente em busca da "iluminação", em seguida ou não ao período de aquecimento. O físico alemão Hermann Von Helmholtz explica que as suas "idéias felizes" surgiam pela manhã, mas "preferiam aparecer durante passeios pelas florestas das montanhas, em dias repletos de sol". Embora surja de repente, aparentemente sem esforço físico nem grande esforço mental, a Iluminação é, na verdade, o resultado de períodos terrivelmente laboriosos de preparação. E, muitas vezes, de aquecimento também.
  7. OBSERVAÇÃO: É bastante conhecido o fato de que certas pessoas associam o ato que fazer barba com o momento de encontrar idéias. Na verdade, já passaram pelo período de incubação e ainda estão naquele estágio que, logo após o sono, encontra descansada a mente. Algumas pessoas precisam ir ao banheiro, para encontrar idéias, outras têm de passear por determinadas ruas, ou falar com certos amigos – e assim por diante.
Elaboração: Depois de encontrada a idéia e, desde que a julguemos satisfatória, considera-se como integrante do processo criativo o período, agora totalmente consciente da elaboração. As idéias, antes abstratas, são colocadas linearmente e, através da construção de uma teoria, da formulação de um plano, ou estruturando uma equação, começamos associá-la com dados conhecidos da realidade, a fim de "tornar familiar o desconhecido", como já foi dito. 
Bons exemplos da elaboração: 
Hemingway, para dar por encerrado o seu romance Adeus às Armas, reescreveu trinta vezes a última página. 
O roteiro do filme "Submarino Amarelo”, desenho animado que utilizava as figuras dos Beatles, foi escrito 21 vezes. 
Pablo Casals, o genial violoncelista de Barcelona, dizia que precisava ensaiar dez minutos para cada três segundos de música.
É no processo de elaboração que determinamos com mais precisão a diferença entre o amador e o profissional - entre aquele que sabe o que faz e aquele que acerta de vez em quando. No sentido da busca de um profissionalismo, o estágio da elaboração é tão importante quanto o da preparação.
Verificação: Há um intervalo de tempo que pode variar de segundos até vários anos, entre a Iluminação, a Elaboração da idéia e sua Verificação. O aumento dos recursos tecnológicos tem diminuído drasticamente os intervalos entre a descoberta e a aplicação de uma idéia. A fotografia, inventada na primeira metade do século XVIII, só foi aplicada 112 anos depois, enquanto o transistor - uma invenção que revolucionou o mundo - levou apenas três anos para ter aplicação. O raio laser e o fax, em uso atualmente, diminuíram ainda mais o intervalo entre a invenção e utilização mundial.
OBSERVAÇÃO: Em Marketing, onde os caminhos encontrados têm de ser permanentemente comparados com a realidade, o estágio da verificação é de importância fundamental. É preciso comprovar que a idéia adotada como solução é, de fato, a solução.
Newton, quando viu cair a maçã e teve a intuição da Lei da Gravidade, passou o resto da sua vida trabalhando para verificar aqueles conceitos que determinara como leis. · Darwin passou nada menos de vinte anos verificando e refinando as suas hipóteses sobre seleção natural. 
Quando Einstein elaborou a sua Teoria da Relatividade, incorporando-a à Teoria Geral, teve de esperar até o eclipse do sol de 1919 para averiguar se realmente os raios de luz são desviados quando entram no campo gravitacional de um corpo. Durante o eclipse foi possível verificá-lo e estabelecer uma das mais importantes premissas de Einstein, a relação entre massa e energia.Em Marketing a verificação dos resultados de uma idéia não leva, evidentemente, tanto tempo: um gráfico de vendas é um juiz implacável e que pede urgência. Os pré-testes de propaganda, os lançamentos em praças-piloto, as pesquisas, buscam verificar a validade de uma idéia antes que milhões de Reais sejam apostados nela.

domingo, 15 de dezembro de 2013

Spin Selling - A Consagrada Técnica de Venda

Spin Selling é uma consagrada técnica de venda, apresentada pelo autor Neil Rackham, que orienta vendedores de todas as culturas a realizarem grandes negócios.

Tal estudo foi disseminado como metodologia e estratégia comercial em milhares de empresas multinacionais, nos Estados Unidos e no mundo.

No Brasil, há poucos textos e livros que citem o assunto, entretanto, é de grande utilidade para profissionais e executivos de vendas de um modo geral.

Sua composição nos promove uma imagem panorâmica sobre o processo de uma negociação, e, ainda, com uma ótica cientifica e mais fundamentada. Desta forma, nos dá mais um direcionamento dentro de cada negociação, com base em supostas etapas que temos de transpassar para se chegar ao fechamento de um negócio.

A técnica é traduzida como ‘’Giro de Vendas’’, porque tem como objetivo, no sentido literal, fazer as vendas girarem, com mais rapidez e objetividade, subdividindo os processos de uma negociação em quatro etapas, a saber:
  • Situação  -  Problemas  – Implicações  – Necessidades

Estas quatro, quando bem executas, e de forma interligada, podem gerar grandes resultados de vendas para uma pessoa ou para uma empresa.

Igualmente, a técnica aponta a importância de se transpassar por estas quatro etapas utilizando uma prática intercalada entre: Ouvir – Perguntar – Ouvir – Perguntar.

Sobre a audição, cada vez mais, estudos, em diferentes setores comprovam a eficácia da arte de se saber ouvir com atenção às necessidades do próximo;  
já o  ‘perguntar’ é uma excelente técnica de vendas, pois quando fazemos perguntas, nosso receptor sente-se acolhido,  atendido; por outro lado, o perguntar ainda possui  valor investigativo. Neste contexto, façamos pergunta-chaves dentro do que precisamos descobrir de nosso cliente.
Contudo, busquemos fazer esta intercalação durante as quatro etapas, conforme as considerações acima. Analisemos  uma a uma:

Situação: primeira etapa do processo de negociação, onde se analisa o caso, tais como o ambiente, o status psicológico e financeiro do cliente, bem como suas condições de um modo geral.  Quanto mais informação colhida nesta fase melhor será para as demais etapas.

Problemas: segunda etapa da negociação onde, com base na análise da situação, identificamos e  e definimos quais são os problemas, tais como, psicológicos, financeiros, ou outros situacionais que possam gerar conflito ou impedimento da venda. Nesta etapa, é importante levarmos em consideração que sempre em que houver um processo de negociação significa que haverá também um ou mais problemas a serem resolvidos. Se não houver problema (as) é porque não há negociação, mas sim, um acordo. Já, onde há negociação, há sempre necessidades que precisam ser solucionadas.

Implicações: terceira etapa da negociação onde, com base na análise dos conflitos, identifica-se o que tais problemas implicam como ações que levem a solução do caso. Nesta etapa é importante que se analise o que tais problemas possam implicar de atitude individual e inovadora por parte apenas do vendedor.

Necessidades: quarta etapa do processo onde, com base nas implicações, identificam-se as necessidades do cliente para serem conjugadas com todas as etapas, e, desta forma, se trazer soluções possíveis.

Em uma ordem cronológica e de forma interligada, o objetivo é: analisar a situação, identificar os problemas, em que os problemas implicam como ação individual, trazer as soluções de acordo com as necessidades identificadas, com base no diagnóstico das primeiras etapas, e, transpassar por este processo, com uma forte postura auditiva, e, estrategicamente, investigativa, através das perguntas-chaves.

Sobretudo, utilizemos de forma concentrada as quatro etapas, sabendo-se reconhecer no momento do atendimento em qual delas nos encontramos, buscando sempre passar para a etapa seguinte. Seja para se chegar ao fechamento de mais um grande negócio ou para o início de um novo atendimento.

Portanto, bons negócios e um bom giro de vendas!