sexta-feira, 7 de fevereiro de 2020

Qual a Diferença Entre Emoção e Sentimento?

Basicamente, as emoções e os sentimentos estão estritamente relacionados. Isto porque, como uma emoção gera um sentimento, que por sua vez pode dar início a emoções, um ciclo psicológico está em constante desenvolvimento.
EmoçãoSentimento
DefiniçãoReação do cérebro a um estímulo ambiental.Resultado de uma experiência emocional.
TiposPrimárias, secundárias e de fundo.-
Exemplos
  • Alegria;
  • Surpresa;
  • Raiva;
  • Pânico.
  • Amor;
  • Felicidade;
  • Ódio;
  • Inveja.

O que é emoção? 

Uma emoção é uma reação a um estímulo ambiental. Neste sentido, podem causar experiências subjetivas e até mesmo alterações neurobiológicas. Elas ocorrem em uma região subcortical do cérebro e podem gerar mudanças no corpo.
Ao ser exposto à alguma emoção, o cérebro libera hormônios que alteram o estado emocional da pessoa. Isto quer dizer que podem ocorrer reações físicas, como palpitações, choro, suor e até mesmo dores inexplicáveis.
No entanto, diferente dos sentimentos, gerados a partir das emoções, essas reações são automáticas. Ou seja, perante algum acontecimento, cada pessoa passará por uma emoção distinta, que será desenvolvida no cérebro instantaneamente.
Por isso, são geralmente relacionadas à comunicação, pois são perceptíveis por outros indivíduos ao redor da pessoa emotiva. Logo, é possível identificar a origem da emoção caso seja analisada no momento, pois são geradas por fatos.
Apesar disso, uma pessoa pode ter uma emoção diferente da outra em um caso idêntico. Isto porque também dependem da experiência de vida de cada um, suas crenças e sentimentos, que são bem mais complexos que as emoções.
Isto explica porque em alguns casos certos indivíduos respondem de maneira diferente a determinados acontecimentos.

Tipos de emoções

As emoções podem ser primárias, secundárias e de fundo. Neste sentido, pode-se dizer que as primárias são aquelas mais perceptíveis por aqueles ao redor, como pânico ou alegria.
Já as emoções secundárias nem sempre são visíveis, pois podem ser emoções de nervosismo, vergonha ou culpa.
As emoções de fundo são aquelas não perceptíveis, que proporcionam uma forma de bem ou mal-estar, como calma ou angústia.

Exemplos de situações emotivas

As emoções causam reações físicas. Apesar de alguns indivíduos serem capazes de controlar estas reações para que não afetem o mundo ao redor, muitos consideram extremamente difícil manter as emoções sob controle.
Abaixo, listamos alguns exemplos:
  • Ao voar do Rio de Janeiro para São Paulo, o avião passa por uma área de turbulência e gera um ataque de pânico (uma emoção) em uma passageira. Esta é ajudada pela comissária de bordo, que tem uma experiência de vida diferente daquela da passageira, podendo agir para tentar acalmá-la.
  • Após uma discussão acalorada em um bar depois de duas cervejas, dois homens acabam se envolvendo em uma briga. O conflito foi iniciado porque um discordou do que o outro acreditava, o que gerou emoções de irritabilidade, que por consequência levou a uma reação de iniciar uma luta entre os discordantes.
  • Um caçador é confrontado por um lobo, o que desencadeou uma emoção de nervosismo. No entanto, por estar acostumado com este tipo de situação, o indivíduo consegue manter as reações sob controle e pensar rapidamente na melhor estratégia para não sofrer um ataque por parte do animal.

O que é sentimento?

O sentimento é o resultado de uma experiência emocional. Neste sentido, as reações geradas pelas emoções de forma consciente serão os gatilhos para a criação de sentimentos. Geralmente, são sensações que acontecem no “fundo da mente” e podem ser facilmente escondidas do mundo ao redor.
Entender a relação entre as emoções e os sentimentos é crucial para o autoconhecimento. Isto porque um sentimento é algo profundo e que pode ser disfarçado pelo indivíduo. Por isso, é de extrema importância ter alguém de confiança com quem a pessoa possa dividir seus sentimentos.
Diferentemente das emoções, os sentimentos podem não ser passageiros e, em alguns casos, podem durar a vida toda. Casos de sentimentos negativos (como tristeza profunda) podem causar doenças, como a depressão.
Apesar de serem menos intensos que as emoções, os sentimentos duram muito mais tempo. O que pode ser bom (como um sentimento de amor) ou ruim (como um sentimento de ódio).
Além disso, a causa do sentimento não é facilmente identificada, o que pode gerar angústia e sofrimento para quem lida com sentimentos negativos. Por ser de âmbito extremamente íntimo, o sofrimento pode passar despercebido por todos.

Exemplos de sentimentos

De modo geral, os sentimentos são vistos como uma disposição mental perante algo ou alguém. Entre os exemplos de sentimento, pode-se citar:
  • Amor
  • Felicidade
  • Ódio
  • Inveja
  • Compaixão
  • Decepção
Estes são apenas alguns dos sentimentos mais comuns dos seres humanos, uma vez que dependendo do indivíduo, vários outros podem se apresentar. Há o sentimento de curiosidade, gratidão, justiça, medo, entre centenas de outros.

Emoção x Sentimento

Como visto, as emoções são reações do cérebro perante um acontecimento e podem até ser físicas. No entanto, são passageiras e podem gerar sentimentos ou não. Já um sentimento, criado a partir de uma emoção, é duradouro.
Por exemplo: se um ser humano está caminhando por uma floresta e se depara com um tigre, imediatamente será tomado por uma emoção de pânico.
A emoção fará o cérebro liberar hormônios para o indivíduo reagir à situação e se salvar. Isto gera o que a psicologia chama de comportamento de luta ou fuga.
No entanto, se um ser humano estiver pensando em um tigre e em seu instinto animal, que não o faria hesitar em atacar uma pessoa, o sentimento é de medo. Isto porque não se encontra frente a frente com o animal que lhe traz o sentimento à tona. Se estivesse, passaria por uma emoção.

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Administração de Conflitos na Equipe



  • Os Conflitos Podem Reduzir a Produtividade de Uma Equipe? 
  • O Conflito é Um Problema? 
  • Os Conflitos Devem Ser Eliminados, Incentivados ou Minimizados?
Os conflitos interpessoais são o "calcanhar de Aquiles" da grande maioria dos líderes, gerentes e chefes. Isso não é à toa, pois as diferenças entre as pessoas e os embates que decorrem daí tomam boa parte do tempo dedicado à condução da equipe, reduzem a produtividade no trabalho e, muitas vezes, tornam insustentável a convivência entre as pessoas dentro das organizações.



Algumas teorias existentes na prática da Administração dão conta dos conflitos e propõem medidas alternativas para eliminá-los, reduzi-los ou pelo menos minimizar seus efeitos no ambiente organizacional.



Em geral, o conflito é visto como um problema a ser banido do ambiente de convivência e o gerente que não consegue este feito é taxado de incompetente. Em um recente seminário sobre Liderança, os participantes foram incentivados a listar as principais palavras e conceitos relacionados a conflito:

"Problema", "confusão", "atrito", "desperdício", "briga", "crise", entre vários outros, foram alguns dos termos citados.

Como era de se esperar, a grande maioria das palavras continha um caráter negativo, drástico ou mesmo impróprio de ser descrito aqui e nisso reside a primeira questão que se coloca ao gerente (ou outro gestor qualquer), ao lidar com os conflitos.

Observa-se uma grande dificuldade das pessoas em geral (principalmente aquelas envolvidas diretamente no conflito) de ver na diferença de opiniões, de percepções e de sentimentos a riqueza capaz de proporcionar a criatividade e a inovação que normalmente nascem da tensão e do confronto, mas que se escondem todas as vezes que a unanimidade superficial toma conta dos grupos.

Em um mercado que exige novidades a cada instante, o conflito deveria ser estimulado e enaltecido como propulsor dos diferenciais competitivos fundamentais para a organização.

Assim, o conflito e seus subprodutos como a inovação, a criatividade e as mudanças, são banidos do ambiente organizacional em troca de uma suposta calma, ordem e tranqüilidade apaziguadora, que uniformiza as opiniões, mantém o status da situação atual e preserva os paradigmas da organização.

Lidando com Oposições a suas Idéias.

Um dos maiores obstáculos ao fluxo da comunicação é a atitude de defesa das pessoas, cujas idéias e sugestões estão sendo avaliadas. Essa atitude de defesa tolhe a capacidade da pessoa para ouvir e considerar o que dizem. Mas, se você acredita que sua idéia pode resistir ao rigor de um exame minucioso e imaginativo, siga as sugestões abaixo que o ajudarão a lidar com a oposição:

* Relaxe: é algo fácil de falar, mas difícil de fazer. Apóie as costas na cadeira e mantenha a expressão facial atenta, sem franzir as sobrancelhas. Convide as pessoas a discutirem abertamente suas idéias, pois dessa forma toma conhecimento do que os outros pensam. Quando você está relaxado, seus filtros estão abertos, podendo captar sugestões valiosas sobre como aperfeiçoar sua idéia.

* Escute: mantenha-se com as costas apoiadas na cadeira, contato visual e expressão facial atenta, demonstrando que valoriza o que está sendo dito. Não interrompa seu interlocutor, a menos que fique claro que deturpam sua idéia e estão desperdiçando tempo. Preste atenção às outras pessoas, pois se tiver que apresentar outros argumentos mais tarde, pode ser útil saber quem resiste à sua idéia e por que.

* Aceite: você não tem que concordar com quem o critica, mas é melhor aceitar que as pessoas que estão dirigindo, levam sua crítica a sério. Mesmo que você não diga coisas que entristeçam os outros, pode mostrar desaprovação em seu rosto. Portanto, cuidado com as expressões faciais. Esse tipo de comunicação não verbal dificilmente faz amigos e influencia pessoas (pelo menos a seu favor).

* Faça de sua idéia uma questão do grupo: se você hesitar ao defender suas idéias, poderá se surpreender com alguém assumindo sua defesa; pois, provavelmente, essa pessoa não é sectária. Se uma ou duas pessoas lhe dirigem seus comentários e a discussão se torna enfocada e você deve torná-la uma questão do grupo, solicitando opiniões dos outros membros.

* Responda: se uma discussão em grupo ainda deixa algo faltando, você pode querer manifestar sua reação a algum dos desacordos. Mas quando o fizer, dirija-se ao grupo, não ao seu crítico. Lembre-se que você fez de sua idéia uma questão do grupo, não a aceite de volta.

Conflito Interpessoal no Grupo

Os conflitos são inerentes à vida em grupo e a escassez de recursos para satisfazer todas as necessidades gera conflitos intermináveis. As mudanças no grupo, seu crescimento e desenvolvimento resultam do modo como os conflitos são enfrentados.

O conflito não é danoso nem patológico, é uma constante da dinâmica interpessoal e reveladora do nível energético do sistema. Ele possui muitas funções positivas porque rompe o equilíbrio da rotina, mobiliza energia latente do sistema, desafia a acomodação de idéias, desvenda problemas escondidos, aguça a percepção e o raciocínio, excita a imaginação e estimula a criatividade para soluções originais.

Existem várias maneiras de se lidar com o conflito, desde a simples negação até a resolução adequada; mas o primeiro passo nesse sentido é admitir a sua existência e que é preciso enfrentá-lo. As modalidades de lidar com ele compreendem dois conjuntos de táticas:

a) Táticas de Luta / Fuga: são as mais utilizadas, ainda que ineficazes. Como tática de luta, temos a competição e como tática de fuga a repressão e a evasão. A tática da competição implica reconhecer o conflito e engajar-se na luta aberta contra o adversário:_ no mundo dos negócios a competição é plenamente aceita como mecanismo de melhoria de qualidade, crescimento e desenvolvimento das organizações e do país. A competição entre as empresas é saudável e estimulante, bem como a competição intergrupal dentro de cada organização. Entretanto, no âmbito do pequeno grupo fica mais difícil admitir a validade da competição interpessoal, tanto para a obtenção de sucessos individuais como para resolução de conflitos. A tática de repressão se traduz no uso da força para aniquilar o conflito, com a figura da autoridade determinando que os litigantes cessem a disputa e, diante da ameaça de penalidades, as partes discordantes reprimem suas emoções, abstêm-se de discutir e controlam expressões comportamentais. Um conflito reprimido pela força não desaparece, se recolhe ao estado latente; e assim que houver uma brecha no policiamento volta a se manifestar de forma ainda mais violenta

b) Táticas de Diálogo: um grupo que se desenvolve como equipe aprende a utilizar outras modalidades de administração de conflitos chamadas de táticas de diálogo, incluindo o apaziguamento, a negociação, a confrontação e a resolução de problemas. A tática do apaziguamento pressupõe a ajuda de outrem na administração do conflito, abrindo espaço para o diálogo, destinado inicialmente a aparar arestas e dar a oportunidade do desabafo de cada um dos contendores. O apaziguamento propicia o encaminhamento da situação de conflito para uma negociação entre as partes envolvidas. A tática da negociação não pode efetuar-se em contexto de fortes emoções, pois as negociações produtivas não acontecem durante uma rixa ou logo após a mesma. É preciso recuperar razoável equilíbrio emocional para encetar o diálogo destinado a explorar condições, obstáculos e alternativas de solução do conflito. A utilização da tática de confrontação exige maior habilidade de negociação entre as partes e de quem eventualmente participar como mediador. Este deve ser alguém que goza da confiança de ambas as partes e funciona como elemento neutro, o qual se propõe a acompanhar, escutar e apoiar os esforços dos membros em desacordo, sem interferir no mérito da contenda. O conjunto de condições que facilitam a dinâmica da confrontação é a mútua motivação positiva, o equilíbrio relativo de poderes entre as partes, a sincronização dos esforços, a atmosfera propícia à auto-exposição durante o diálogo, os apropriados meios de comunicação e um adequado nível de tensão. A tática da resolução de problemas se inicia com o diálogo realizando-se em duas etapas: a diferenciação e a integração; sendo que a primeira compreende a exploração de percepções e sentimentos de ambas as partes, exercendo a função de alívio de tensões acumuladas e de "aquecimento" para a genuína comunicação. Trata-se da etapa mais demorada e decisiva na administração de conflitos. Se a fase de diferenciação for bem conduzida a fase de integração leva à reformulação dos problemas existentes como tarefa participativa, ao estabelecimento de prioridades e à elaboração de alternativas para resolvê-las.


Copiado: http://www.portaldomarketing.com.br/Julio Cesar S. Santos

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Como Passar em Concurso: 6 Dicas Simples, Práticas e Eficientes!

Você está começando a estudar para concursos e está perdido no meio de tantas informações? 

Ou já estuda há algum tempo mas ainda não conseguiu resultados? 

Neste artigo, você vai ter acesso a 6 dicas simples, práticas e eficientes, para aprender como passar em concurso de uma vez por todas!

Como Passar em Concurso: 6 Dicas Comprovadas

1 – Não atire para todos os lados!

É fácil identificar um concurseiro de primeira viagem. Você pergunta: para qual concurso você estuda? 

E a resposta quase sempre é alguma coisa do tipo: “para o concurso do Banco do Brasil, Polícia Civil, TRTTRE, TJ e qualquer outro que sair”.

Mas saiba que não tem como passar em concurso sem ter foco! Atirar para todos lados é o erro que a maioria dos concurseiros iniciantes comete.
O problema é que as matérias das diversas áreas são completamente diferentes e não dá para ser bom em tudo ao mesmo tempo. E, com a concorrência atual, você precisa dominar todas as disciplinas do concurso que irá prestar.
Dessa forma, é importante que você defina uma área e se especialize nela. Sendo possível, faça todos os concursos que saírem, mas desde que sejam da mesma área.
São exemplos de áreas: Tribunais, Polícia, Fiscal, Bancos, Magistratura, Ministério Público etc.
2 – Defina um local de estudo
Não tem como estudar para concurso em casa se toda hora você se distrai e faz intervalos para ver televisão, ouvir música, abrir o Facebook, passear com o cachorro, fazer um lanche ou tirar uma soneca.
Você precisa ter um local de estudo que favoreça a concentração! Esse local deve ser silencioso e longe de tudo que possa te distrair. Então nada de estudar deitado ou com a televisão ligada.
Tenha um local isolado, sem barulho e sem interrupções constantes. Se isso não for possível na sua casa, estude em outros locais em que o ambiente é favorável ao estudo.
 Ex: Cursinhos e bibliotecas.
3 – Organize-se!
Não tem como passar em concurso sendo uma pessoa desorganizada e sem horários bem definidos.
Você vai precisar de uma planilha de estudos para organizar sua rotina diária de atividades e também para definir seu horário de estudo.
Todas as suas atividades diárias e os respectivos horários devem ser listados em um planilha. Depois que fizer isso, separe um horário fixo para estudar todos os dias.
O ideal é que você estude pelo menos duas matérias por dia, sendo 1 hora e 40 minutos para cada. Faça intervalos de 20 minutos e retome os estudos.
Por fim, é fundamental que você comece a estudar antes de sair o edital. Esperar o edital ser publicado é um erro FATAL que muitos concurseiros cometem!
Por isso, utilize o edital do concurso anterior como base e comece os estudos com antecedência.
4 – Invista em um bom material
Vou ser sincero com você: com a concorrência atual não tem como passar em concurso sem gastar nada.
Você pode até começar estudando por materiais gratuitos que encontrou na internet, mas uma hora você vai ter que colocar a mão no bolso e investir nos melhores materiais.
Ao tentar reunir somente materiais gratuitos que encontrou na internet você corre o risco de estudar por conteúdo errado ou desatualizado. E isso pode custar muito caro na hora da prova.
Portanto, é fundamental que você invista em materiais voltados para concursos públicos, completos e atualizados. Esses materiais devem trazer toda a teoria do edital de forma didática e esquematizada, além de muitos e muitos exercícios.
5 – Tenha um método de estudo
Para ser aprovado você precisa aprender como estudar para concurso utilizando um método adequado. Basicamente, antes de colocar a mão na massa, você precisa aprender a estudar da forma correta.
Do contrário, você vai perder muito tempo estudando errado e não vai conseguir bons resultados.
Um método de estudo para concurso que tem resultados comprovados é o Guia Prático para Passar em Concurso Público em 1 Ano, do Kalebe Dionísio.
O Kalebe Dionísio desenvolveu um método que o fez alcançar 10 aprovações e nomeações com apenas 22 anos de idade. Com isso, foi eleito o recordista brasileiro de nomeações em concursos federais.
6 – Resolva Questões de Concurso
Não tem como passar em concurso se você não treinar! E o melhor treinamento em concurso púbico é fazer questões exaustivamente.
Resolver questões é a melhor forma de fixar e aprender a matéria de forma definitiva. Com a repetição, você vai aprender com os erros e acertos, descobrir as pegadinhas banca e se familiarizar com a forma de cobrança.
Mas é claro que você não vai começar o estudo para concurso pelos exercícios. Antes disso, você precisa ter uma base teórica.
Depois do estudo da teoria, faça revisões por meio de exercícios, principalmente da mesma banca organizadora do concurso que irá prestar.
Para conseguir os exercícios, você pode:
No início você vai errar muito, mas não se desespere! Com o tempo, o seu rendimento vai aumentando e você vai ganhando confiança e motivação.
E assim o seu conhecimento irá aumentar até atingir o nível necessário para a aprovação
Conclusão: Como Passar em Concurso
Não existe fórmula mágica para passar em concurso, mas se você seguir as dicas deste artigo e estudar com determinação, disciplina e foco, estará no caminho certo para a aprovação.
Para finalizar, mais do que uma dica, deixou um conselho: PERSISTA!
Com base na minha experiência de anos na área de concurso público, posso afirmar que é absolutamente normal ser reprovado várias vezes antes de conseguir a primeira aprovação.
Ninguém é obrigado a passar de primeira. O importante é persistir e continuar na fila da aprovação. Com o tempo você vai adquirindo conhecimento e experiência.
Até que um dia a aprovação chegará e você verá que valeu a pena não ter desistido!

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

12 Filmes que Todo Administrador Deve Assistir

As obras cinematográficas é uma arte poderosa, onde as pessoas recorrem em busca de entretenimento. 
É um método bem eficaz quando se trata de influenciar os telespectadores, destinado também a educar tem ensinamentos que pode trazer grandes benefícios tanto em caráter pessoal, quanto profissional na vida de um indivíduo. 
Por isso, resolvi selecionar e relacionar abaixo os 12 filmes que todo administrador deve assistir para se entreter e aprender um pouco mais do dia a dia de um gestor e seu negócio, além de grandes lições de vida.
  • RECÉM CHEGADA
Executiva bem-sucedida adora sua vida em Miami, mas aceita o desafio de reestruturar uma fábrica em uma cidade pequena. Ao iniciar o trabalho ela percebe que nada é da forma que lhe prometeram, além de ter que lidar com a desconfiança da população.
  • O DIABO VESTE PRADA
Andy, uma moça recém-formada e com grandes sonhos, vai trabalhar na conceituada revista de moda Runway; sua função é ser assistente da diabólica Miranda Priestly. Andy, que não se sente bem no ambiente tenso de trabalho, questiona sua habilidade em continuar como assistente de Miranda.
  • THE FOUDER
A história da ascensão do McDonald's. Após receber uma demanda sem precedentes e notar uma movimentação de consumidores fora do normal, o vendedor de Illinois Ray Kroc adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice Mac McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.
  • UM HOMEM DE FAMILIA
Dane chega ao topo de sua carreira corporativa e assume o papel que sempre sonhou, mas uma ligação de casa faz o tempo parar. Seu filho de 10 anos sofre de leucemia. Agora ele deverá decidir entre a família e o trabalho.
  • O CORTE
Após fusão, a empresa em que Bruno Davert trabalhava há 15 anos o demite. Desempregado por dois anos, Bruno perde a autoestima e a sanidade. Vendo que há muita competição, decide eliminar seus concorrentes, matando os mais qualificados do que ele.
  • WALT ANTES DE MICKEY
Walter Elias Disney antes do sucesso. A difícil trajetória do empreendedor até conseguir criar seu primeiro grande sucesso: o Mickey Mouse.
  • O LOBO DE WALL STREET
Jordan Belfort é um ambicioso corretor da bolsa de valores que cria um verdadeiro império, enriquecendo de forma rápida, porém ilegal. Ele e seus amigos mergulham em um mundo de excessos, mas seus métodos ilícitos despertam a atenção da polícia.
  • OS ESTAGIÁRIOS
Quando são demitidos, dois homens na casa dos 40 começam a procurar por um novo trabalho. Apesar de não saberem nada de tecnologia, eles são contratados como estagiários no Google, local em que convivem com chefes vinte anos mais novos do que eles.
  • EL MÉTODO
Sete executivos disputam uma única vaga em uma empresa em Madrid. O grupo é deixado em uma sala de testes e, sem saber que estão sendo observados, são levados a situações que os colocam em um nível de tensão insuportável.
  • UM SENHOR ESTAGIÁRIO
Ben Whittaker é um viúvo com 70 anos que descobriu que a aposentadoria não é tudo aquilo de bom que as pessoas falam. Aproveitando uma oportunidade de voltar à ativa, ele se torna estagiário sênior de um site de moda, fundado e dirigido por Jules Ostin, com quem cria uma forte amizade.
  • JOBS
Em 1976, Steve Jobs abandonou a faculdade e junto com seu amigo, o gênio da tecnologia Steve Wozniak, iniciaram uma revolução nos computadores com a invenção do Apple 1, o primeiro computador pessoal. Construído na garagem dos pais de Jobs, o Apple 1 e a formação da empresa Apple mudaram o mundo para sempre. Steve Jobs não se incomodava em passar por cima dos outros para atingir suas metas, o que fez com que tivesse dificuldades em manter relações amorosas e de amizade.
  • O HOMEM QUE MUDOU O JOGO
O dirigente Billy Beane nunca concordou com a sabedoria convencional que domina o mundo do beisebol. Surpreendido com um corte no orçamento do clube, Billy e seu parceiro recrutam jogadores mais baratos, mas com potencial.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Gestão do Conhecimento: o que é?

Não é raro ver em artigos sobre administração empresarial a expressão gestão do conhecimento, também conhecida como GC
Mas o que é isso, afinal? É possível utilizá-la no meu negócio ou funciona apenas para grandes empresas?
Na verdade, a gestão do conhecimento é bem mais simples do que parece em um primeiro momento e pode ser usada para melhorar o seu negócio, independentemente do tamanho dele. Entenda o conceito e veja alguns exemplos de como você pode usar a gestão do conhecimento na sua empresa.

O conceito de gestão do conhecimento

Gestão do conhecimento é um conceito bastante amplo, que engloba uma série de ações que as empresas já fazem ou deveriam fazer no seu dia a dia. O resumo mais usado é “identificar e analisar os conhecimentos disponíveis e desejáveis para o desenvolvimento da empresa”. 
O que isso significa?
Primeiramente, isso significa identificar quais são os conhecimentos que seus funcionários e você têm e que são usados para fazer a sua empresa funcionar. 
Em segundo lugar, o conceito também engloba a transformação desses conhecimentos disponíveis em forma de processos, para que sua empresa não fique dependente da competência de alguns funcionários específicos. 
Por fim, gestão do conhecimento ainda é saber quais são as competências que seriam interessantes você desenvolver para fazer a sua empresa funcionar melhor.
Aplicada ao dia a dia, conforme a Humantech Gestão do Conhecimento, empresa especializada no assunto, a GC consegue otimizar a construção de soluções para os problemas, pois elas deixam de ser criadas a partir do zero e, como tempo, começam a acontecer de forma intuitiva sem que as pessoas se deem conta disso. Sabe aquela premissa de que devemos aprender com os erros? Então, isso é levado em conta na gestão do conhecimento, pois os erros são gerenciados para serem utilizados em decisões futuras com base no aprendizado obtido em experiências anteriores.

Gestão do capital intelectual

O primeiro ponto importante da gestão do conhecimento é o que costuma ser chamado de gestão do capital intelectual, afinal, por mais que consigamos armazenar informação, o conhecimento em si está nas pessoas. Então, é preciso identificar e descobrir a melhor forma de utilizar o conhecimento de todos dentro da sua empresa.
O objetivo é identificar quais são os conhecimentos que os seus funcionários e colaboradores já possuem. Com isso, será possível apontar exatamente quais conhecimentos você precisará desenvolver ou contratar no caso, por exemplo, de um funcionário abandonar sua empresa por motivos pessoais. Ao invés de você ficar refém de uma determinada pessoa para o funcionamento da empresa, saberá exatamente o que precisa para, eventualmente, substituí-la.
O outro objetivo é saber o que seus colaboradores já conhecem, mas ainda não utilizam em sua plenitude. 
Desta forma, alguns processos de trabalho poderão ser melhor elaborados com estes conhecimentos que, antes, eram até desconhecidos por você.

Gestão de competências

Outro importante aspecto da gestão de conhecimentos é identificar quais são as competências fundamentais para o desenvolvimento do seu negócio. É o que chamamos de gestão de competências. Com isso, você poderá saber quais serão, por exemplo, os treinamentos necessários para seus funcionários para o melhor fluxo de seu negócio.
Um bom exemplo da gestão de competências é, em uma empresa de desenvolvimento de software, a identificação da necessidade do conhecimento de determinada linguagem de programação. Com isso, caso seus funcionários ainda não a possuam, você poderá enviar algum deles para um treinamento em uma certificação nesta linguagem.
É importante não confundir qualquer tipo de treinamento com a gestão de competências, que é especificamente a identificação das competências necessárias para o crescimento ou melhor funcionamento da sua empresa.

Aprendizagem empresarial

Outra forma de usar a gestão do conhecimento na sua empresa é desenvolvendo a aprendizagem empresarial. Isto é, desenvolver um ambiente onde haja constante pesquisa sobre as práticas do dia a dia da empresa, sobre os processos da concorrência e como estes podem ser incorporados para melhorar o seu negócio.
É preciso criar uma forma de sempre incluir os funcionários nesta aprendizagem constante, estimular a inovação e permitir que todos contribuam para agregar valor aos produtos e serviços da sua empresa.
Bom, como vimos, a gestão do conhecimento corresponde ao uso de um conjunto de práticas cujo objetivo é administrar todo o conhecimento gerado dentro da empresa para ser aplicado em processos que vão ajudar no seu próprio crescimento. Claro que desenvolver e implementar a GC é uma tarefa que exige planejamento e dedicação, por isso, contar com o apoio de especialistas no assunto é fundamental. 
Já está utilizando a gestão de conhecimento na sua empresa? Ou agora já pretende colocá-la em prática?