segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

10 Habilidades Essenciais e Por Que Prestar Atenção Nelas?

Você acha que está preparado para lidar com o mercado de trabalho?
Será que você possui as habilidades essenciais para crescimento profissional?
Quando se pensa na carreira profissional, além de uma boa formação, passa a ser interessante focar nas principais habilidades que todo profissional precisará desenvolver para se destacar no mercado de trabalho.
Essa é uma questão ainda mais importante para aqueles estudantes que estão no momento da escolha de suas profissões.
Afinal, com as mudanças no mercado de trabalho, a concorrência passa a ser cada vez mais acirrada, fazendo com que os profissionais tenham que pensar na sua carreira no longo prazo, se preparando adequadamente para os futuros desafios, levando em consideração, também, as mudanças tecnológicas.
De modo geral, algumas habilidades acabam se tornando tendências, sendo necessárias na maioria das profissões. Por isso, a seguir, apresentaremos uma lista com as 10 habilidades do essenciais que devem ser desenvolvidas por todo profissional que pretende alcançar o sucesso em sua carreira.
Neste artigo, também preparamos algumas dicas do que fazer para começar a desenvolver essas habilidades do essenciais desde já, facilitando ainda mais esse processo. Acompanhe!

10 habilidades essenciais para o mercado de trabalho

#1. Capacidade de tomar decisões assertivas

A capacidade para tomar decisões assertivas já é uma habilidade essencial na atualidade, mas que se tornará cada vez mais importante no futuro.
Independentemente do cargo ou da profissão, essa é a capacidade para lidar com a pressão na tomada de decisão, conseguindo mensurar todos os aspectos, trazendo menos prejuízos e, principalmente, melhorando os resultados da organização.
Como desenvolver:
Essa habilidade pode ser desenvolvida por meio de um processo reflexivo, adquirindo, cada vez mais, o costume de balancear todos os aspectos de suas escolhas e realizando previsões a respeito de suas possíveis consequências (positivas e negativas). Assim, passa a ser mais fácil lidar com o momento da escolha e tomar sempre a melhor decisão.

#2. Capacidade de negociação

Saber negociar, sem dúvida, é um diferencial na atualidade e está se tornando uma habilidade básica para as mais diversas funções.
Afinal, a disputa estará presente com cada vez mais frequência, fazendo com que a pessoa que saiba negociar acabe tendo vantagens em relação aos outros na hora de obter os melhores benefícios para si e para a organização para a qual trabalha.
Como desenvolver:
A capacidade de negociação é adquirida com o tempo e, principalmente, com a experiência. Por isso, passa a ser importante focar sua atenção na negociação, fazendo com que cada situação que se apresente se transforme em uma possibilidade de aprendizado. Com o passar do tempo, a arte de negociar será algo mais corriqueiro e natural.

#3. Resiliência

A resiliência nada mais é do que a capacidade de se adequar às mudanças e dificuldades de forma satisfatória, além de ser, também, uma maneira de passar por grandes problemas, com maior facilidade em se recuperar deles.
Como uma das habilidades do essenciais, ela será fundamental para que os profissionais lidem com as mudanças cada vez mais constantes nos ambientes organizacionais e na operação dos mercados.
Como desenvolver:
Essa pode ser uma das habilidades mais difíceis de adquirir, pois requer uma compreensão maior acerca das situações (para lidar com os problemas e se recuperar), além de exigir das pessoas um alto grau de autoconhecimento e autodesenvolvimento.
Portanto, para adquirir a resiliência, passa a ser necessário ir em busca de conhecimentos constantes (para se adequar às mudanças) e perceber as situações em seus diversos aspectos, aumentando as chances de encontrar soluções mais rápidas para os desafios.
A resiliência faz parte do quadro de habilidades de quem desenvolve bem sua inteligência emocional, conseguindo lidar de modo positivo e não deixando que as emoções impactem negativamente em seu desempenho profissional, como veremos a seguir.

#4. Inteligência emocional

Essa é uma habilidade requerida, mas que ainda está em falta no mercado de trabalho atual. Por isso, ela será ainda mais importante no conjunto de habilidades do essenciais.
A inteligência emocional diz respeito à capacidade de identificar e controlar as suas emoções, não agindo de forma automática, mas estando ciente de como as emoções impactam em suas ações e tomada de decisões. Com isso, conseguimos dar “inteligência” às nossas emoções.
Assim, os comportamentos não serão pautados pela emoção, mas como uma resposta (refletida) a respeito da situação. Com a inteligência emocional desenvolvida, as pessoas começam a agir de maneira assertiva, lidando adequadamente com a maioria das situações pessoais e profissionais.
Como desenvolver:
Desenvolver essa habilidade também faz parte de um processo reflexivo, em que a pessoa passa a identificar e compreender as suas emoções, racionalizando-as. Assim, no lugar de agir por impulso, passa a ser mais fácil e assertivo compreender a melhor maneira de agir diante das situações do ambiente de trabalho.

#5. Boa capacidade de relacionamento

Relacionar-se adequadamente com as pessoas, especialmente com as que pertencem ao ambiente profissional, está se transformando em algo cada vez mais essencial, pois somente assim é possível alcançar os objetivos e metas preestabelecidas.
Essa será essencial para a cocriação de soluções para problemas organizacionais cada vez mais complexos, de forma a trabalhar colaborativamente e formar times mais motivados e produtivos.
Como desenvolver:
De maneira geral, a capacidade de relacionamento faz parte das habilidades sociais de uma pessoa, que são desenvolvidas ao longo da vida, principalmente com as experiências sociais (das mais diversas situações).
Por isso, desde cedo, passa a ser interessante focar nas experiências vivenciadas, aprendendo a se relacionar com ideias e pensamentos diferentes (e até mesmo conflitantes), de maneira respeitosa.
Além disso, a empatia facilita o desenvolvimento de relacionamentos melhores e mais fortes.

#6. Liderança

A ideia de liderança se diferencia da chefia, pois o líder é aquele que se torna um referencial para as pessoas, gerenciando de forma adequada o ambiente de trabalho (diferentemente do chefe).
Para isso, é preciso saber como agir quando se está em uma posição de destaque, percebendo e respeitando as diferenças individuais de cada um.
A liderança será fundamental não apenas para quem possui um cargo de gestão, mas também para os demais colaboradores, que trabalharão cada vez mais com projetos, podendo intercalar a liderança desses com seus colegas de equipe. Afinal, as equipes estão deixando se verticais e tornando-se cada dia mais como a carreira em W.
Como desenvolver:
Um dos pré-requisitos para desenvolver essa habilidade é ter a capacidade para reconhecer as potencialidades de cada pessoa e gerenciar adequadamente as funções individuais. Para isso, passa a ser necessário prestar mais atenção aos outros, sabendo comunicar-se bem e orientar as pessoas para que elas atinjam suas potencialidades e se mantenham motivadas.

#7. Pensamento crítico

O pensamento crítico está relacionado com a capacidade de pensar criticamente a respeito de um acontecimento ou evento. Isso não significa julgar, mas, sim, perceber as peculiaridades e, principalmente, compreender o que pode ser aprimorado, abrindo espaço para novos projetos.
O pensamento crítico está relacionado à compreensão das situações e das tarefas de trabalho, ajudando o funcionário a executá-las da melhor forma possível e colaborar com a empresa por meio de ideias de melhorias.
Sabe aquele mantra indesejado, mas ainda presente em diversas empresas, de que “estamos fazendo assim porque sempre foi feito dessa forma”? Pois bem, com o pensamento crítico, esse comportamento está com os dias contados!
Como desenvolver:
Para desenvolver essa habilidade, passa a ser importante fazer a diferenciação entre o julgamento e o pensamento crítico. Para isso, faz-se necessário deixar os desejos pessoais de lado, aprendendo a pensar de forma técnica a respeito das situações.
O pensamento crítico está ligado, também, ao analítico. Portanto, para desenvolvê-lo, não basta apenas “criticar” e prontamente se posicionar sobre algo, mas avaliar analiticamente a questão, fornecendo uma resposta embasada e possível para solucioná-la.

#8. Criatividade

Steve Jobs afirmou que criatividade é “conectar coisas”. A criatividade pode ser vista como um dos processos da inteligência, pois ela é a conexão entre o que foi aprendido com as possibilidades futuras. Assim, a pessoa criativa é aquela que possui muita informação, ao mesmo tempo que sabe correlacionar e conectá-las, criando algo novo.
Como uma das habilidades essenciais, cabe destacar que as empresas, cada vez mais, se diferenciarão por seu capital humano. A tecnologia de qualidade, boas metodologias de trabalho e processos produtivos estão cada vez mais comoditizados e ao alcance das organizações. O que gerará diferencial de mercado será a contribuição criativa das pessoas para a utilização desses recursos. Por isso, conforme estudo, a criatividade é a competência número 1 para o século XXI.
Como desenvolver:
A criatividade faz parte de uma das habilidades mais difíceis de desenvolver, pois algumas pessoas acabam tendo mais facilidade nessa área. Mas, de forma geral, para que a ela seja desenvolvida, passa a ser necessário buscar cada vez mais informações e conhecimentos para comporem o seu “banco de dados” pessoal.
Além disso, é importante, também, ficar atento às tendências do mercado. Assim, será possível realizar cada vez mais conexões, juntando as informações necessárias para resolver conflitos, problemas e, principalmente, criar algo completamente novo e viável.

#9. Capacidade de resolução de problemas

Resolver problemas significa lidar com situações de incerteza, encontrando soluções que não estão no manual. Ou seja, é a capacidade de compreender os problemas e encontrar soluções diferenciadas, que outros não encontrariam. Essa habilidade também está relacionada com a criatividade e o pensamento crítico.
A capacidade de resolução de problemas será fundamental como uma das habilidades essenciais para que o profissional permaneça no mercado de trabalho. Conforme previsão, as atividades que não requerem a resolução de problemas complexos com criatividade rumam ao desaparecimento.
Como desenvolver:
Para conseguir lidar com os problemas diários, é preciso desenvolver a autoconfiança, pois somente assim será possível resolver um problema da maneira correta, sem medo e, principalmente, sem entrar em conflito com as outras possibilidades de resolução.
Para isso, é preciso buscar conhecimentos técnicos (relacionados à sua profissão), além de aprender a ouvir o outro (possibilitando a tomada de decisão), confiando na escolha final.

#10. Empatia

A empatia é a capacidade de discernir o que outra pessoa está pensando e sentindo, sabendo escolher uma resposta mais eficaz e adequada para ela. Trata-se de uma forma de você pensar levando em conta a visão do outro, que, frequentemente, é diferente da sua; é o reconhecimento do estado emocional e da situação de outra pessoa.
Em qualquer organização, empregar trabalhadores altamente empáticos tem inúmeras vantagens, incluindo melhores relações com o cliente, a coesão da equipe e um ambiente de trabalho mais positivo.
Ter empatia melhora a sua liderança, ensina-lhe a fazer as perguntas certas, melhora a qualidade do trabalho em equipe e permite que você entenda seus clientes.
Como desenvolver:
Para estimular a empatia, é preciso ser curioso e ter a mente aberta para a diversidade, conhecendo e interagindo com pessoas de diferentes culturas, gêneros, idade e status social.
Fazer mais perguntas e ouvir mais outras pessoas, com humildade, também ajuda a desenvolver essa, que é uma das mais importantes habilidades essenciais.
A curiosidade expande a nossa empatia quando conversamos com pessoas fora do nosso círculo social habitual, encontrando vidas e visões de mundo muito diferentes das nossas.
Fazendo um desafio pessoal de conversar com um estranho todas as semanas, em pouco tempo você conseguirá entender melhor o mundo dentro da cabeça da outra pessoa.
Portanto, é possível perceber que essas habilidades estão, de certa forma, interligadas, fazendo com que o desenvolvimento de uma contribua para que outra possa também se desenvolver. Assim, é possível se transformar no profissional que o mercado de trabalho vai precisar.
E você, está pronto para ser um profissional do século XXI? Conhece outras habilidades essenciais que podem ajudar o profissional a enfrentar as incertezas e exigências do mercado de trabalho? 

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

6 Coisas que a Escola de Negócios não lhe Ensinará sobre Empreendedorismo


Nos cursos de empreendedorismo no Brasil não é ensinado tudo o que você precisa saber sobre como iniciar e administrar um negócio de sucesso. Eu aprendi isso da pior maneira!

Enquanto a escola de administração me ensinou como negociar, comunicar de forma eficaz e compreender os fundamentos de finanças, economia e direito, percebi que havia lacunas significativas no meu conhecimento desde o primeiro dia que comecei a empreender.

As relações e a rede que construí na escola de negócios valem mais do que o custo da mensalidade. No entanto, acabei aprendendo muito mais sobre negócios sendo um empreendedor por quatro meses, do que em uma sala de aula durante quatro anos, isto sem desmerecer o necessário aprendizado em sala de aula é claro, quero dizer sobre "medições" de resultados de aprendizados.

Aqui está o que eu aprendi como um empreendedor que a escola de negócios não me ensinou, e que isso não vai te ensinar sobre como construir um negócio de sucesso.

1. Um negócio pode ser complicado Começar um novo negócio exigirá que você "descubra as coisas à medida que for". Embora a faculdade de administração enfatize a importância do financiamento, da contratação e do escalonamento, começar um negócio significa aproveitar ao máximo os poucos recursos que você possui.

A realidade é que as empresas mais bem-sucedidas começaram hoje muito fragmentadas e a partir do zero. Eles realmente não tinham um plano, não alugavam um espaço, nem ficavam com a ideia original em alguns casos.

Seu sucesso dependerá muito de como você pode ser perspicaz e de como você pode aproveitar ao máximo os recursos e ferramentas disponíveis para você agora. Mesmo que isso signifique lançar com um produto viável mínimo para testar o mercado antes de tentar obter o financiamento, a equipe ou os recursos que você acha que precisa.

2. Planos não são a coisa mais importante 

É contra intuitivo, mas o planejamento exagerado pode acabar com o seu negócio, especialmente quando você está girando e ajustando com base em como o cliente usa, percebe e compra seu produto ou serviço.

As escolas de negócios gostam de tratar cada nova ideia de negócio como um empreendimento maciço que pode ser completamente planejado. "Quer começar um negócio? Crie um plano de negócios, determine a adequação do seu produto ao mercado, calcule o ponto de equilíbrio, etc."

A verdade é que muito disso se tornará mais claro à medida que você testar e primeiro levar seu produto ou serviço ao mercado. É muito mais importante executar sua ideia e obter uma prova de conceito, em vez de tentar planejar cada aspecto de seu negócio com perfeição. O planejamento excessivo antes da execução geralmente conduz apenas a procrastinação. As coisas mudam muito rápido neste mundo digital disruptivo.

3. Como definir metas

Com tanta ênfase no planejamento e na tomada de decisões estratégicas, é um pouco irônico o pouco que as escolas de administração estabelecem objetivos e fazem engenharia reversa do que você quer.

Muitos empresários sabem o que querem fazer, mas não sabem como fazê-lo. Definir metas facilita a determinação do caminho, pois é possível fazer engenharia reversa de onde você deseja estar.


As metas mantêm você responsável, além de alinhar todos em sua equipe. A última coisa que você quer como dono de uma empresa é que sua equipe tenha motivações diferentes que contradizem (ou competem) uma com a outra.

Qual é o objetivo que você quer que toda a sua equipe se concentre? Concentre-se nele para causar um impacto maior.

4. Marketing no século XXI

Muitas escolas estão finalmente começando a melhorar suas aulas de marketing para se adequarem à era digital, mas você ficaria surpreso com o quanto ainda está por trás de muito da educação em marketing. Para ser justo, é porque essa informação muda muito mais rápido do que a maioria das escolas de negócios consegue acompanhar.

Como empreendedor, é sua responsabilidade manter-se informado sobre as tendências atuais do marketing digital, bem como as táticas que funcionam no momento.

Muitos dos princípios fundamentais de marketing que as escolas de negócios ensinam ainda são úteis e relevantes. No entanto, é crucial para o seu sucesso que você tenha uma compreensão profunda de coisas como publicidade paga por clique, otimização de mecanismos de pesquisa e marketing por redes sociais, só para citar alguns.

Se você quiser aprender como criar um anúncio de sucesso no Facebook, por exemplo, você não encontrará a resposta em uma sala de aula. Você terá que criar um e ajustá-lo conforme for.

5. Como ser criativo

Os empreendedores precisam canalizar sua criatividade com frequência, seja para você ter soluções exclusivas para os problemas de seus clientes ou para encontrar essa grande ideia de negócio.

A criatividade é muito difícil de ensinar, por isso não é de admirar que isso seja algo que falta nas escolas de negócios. As escolas de negócios ensinam sistemas e regras. Eles mostram os parâmetros em que você trabalhará como empreendedor e como aproveitá-los ao máximo.

Criatividade é trabalhar fora desses parâmetros, pensando fora da caixa. Como empreendedor, às vezes a melhor solução não é a mais óbvia. Às vezes, isso requer uma solução inspirada.

Quando você pensa em alguns dos casos mais famosos de sucesso de empresas, apesar das probabilidades, ou das campanhas de marketing mais bem recebidas, geralmente há muita criatividade por trás disso, não uma fórmula de corte de cookies ensinada em uma escola de administração.

Mas essa inspiração geralmente vem de tentar coisas novas, cometer erros e aprender com os outros. E esse tipo de experiência é acelerado quando você é um empreendedor.


6. Assumir riscos

As escolas são projetadas para ensinar os alunos a não falhar. Eles ensinam os alunos a serem mais avessos ao risco do que assumir riscos. Eles são projetados para que os alunos trabalhem dentro de um conjunto de regras. Esta é a antítese de ser um empreendedor e administrar um negócio.

Administrar um negócio significa falhar muito. Empreendedorismo é sobre assumir riscos calculados. Envolve pensar fora da caixa e criar um caminho não convencional.

O fracasso deve ser visto como parte do processo de aprendizagem. Como os alunos são desencorajados a falhar, eles nunca veem o valor do fracasso como uma maneira de aprender. Assim, estudantes da escola B que se dedicam ao empreendedorismo podem se tornar mais avessos ao risco.

O problema com isso, é claro, é que os empreendedores dão-se como uma desculpa para desistir cedo demais, e evitam assumir os riscos que podem ajudar sua empresa a decolar.

Qualquer obstáculo ou desafio que você encontrar como proprietário de um negócio não deve ser visto como um sinal de parada. Em vez disso, isso pode significar simplesmente que você precisa avançar em uma direção diferente.

Por: Adm. Rafael José Pôncio - https://administradores.com.br/

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

O que é Co-Marketing

Bater todas as metas de marketing digital com uma equipe enxuta e orçamento limitado não costuma ser das tarefas mais fáceis em uma empresa.
É preciso se reinventar o tempo todo e encontrar formas criativas de maximizar o alcance e a efetividade de cada investimento feito.
Há pouco tempo recorremos para isso a uma tática que, apesar do novo nome, já existe há muito tempo: o Co-Marketing.

O que é Co-Marketing

Co-Marketing, como o nome sugere, é um marketing compartilhado. Basicamente, são duas empresas que têm um mesmo público como alvo alinhando seus interesses e esforços para criarem, juntas, um impacto que não conseguiriam ter sozinhas.
É muito comum vermos, por exemplo, parcerias entre companhias aéreas e locadoras de veículos, e é por isso que dizemos que a tática já existe há bastante tempo. No entanto, no meio digital ela assume diferentes formas.
Podem ser feitos posts, infográficos, eBooks e muitas outras coisas em conjunto. No nosso caso gravamos, junto com o pessoal do Scup, o Webinar “Facebook Marketing ”.
Por que o Co-Marketing faz muito sentido

Muitas vezes o seu maior concorrente é o potencial cliente não fazer nada

É muito comum vermos empresas se preocupando muito com todo o tipo de concorrência possível. Acham que mesmo que o produto seja complementar ou trabalhe com um perfil de clientes diferente, há ali algum nível de intersecção ou podem brigar pela mesma verba e preferem tratar todas as outras empresas do setor como grandes inimigos.
O que acontece na verdade é que, na maioria dos casos,  a opção de não fazer nada é com larga vantagem o maior concorrente.
O seu cliente pode optar por não viajar, não comprar apartamento algum, não contratar uma consultoria, não usar um software ou qualquer outra coisa que sua empresa venda. E nesse sentido, quanto mais as empresas conseguirem maximizar os esforços de educar o mercado e gerar demanda, maior fica o tamanho do bolo a ser divido pelos diversos players.
O ideal é fazer Co-Marketing com empresas que tenham ofertas mais complementares e não sejam concorrentes diretos, mas mesmo que os produtos sejam próximos, ainda pode valer nesse sentido. Se juntos o impacto é maior do que separados, o investimento tende a valer a pena.

Construção de autoridade

Você já percebeu o quanto é comum que as celebridades andem sempre juntas? Logo, se vemos alguém andando com uma celebridade, já imaginamos que ela tenha alguma importância também.
Cada mercado tem seus próprios experts e andar com eles é uma forma de se posicionar como um. Co-Marketing é uma excelente forma de mostrar a todos que sua empresa faz parte de um seleto grupo de referências.

Acesso a uma nova audiência

Cada uma das empresas trabalha para criar o seu próprio ativo de marketing produzindo conteúdo e investindo muitos esforços para conseguir aumentar sua audiência.
No entanto, o crescimento costuma ser um verdadeiro trabalho de formiguinha: a base cresce de forma incremental, um pouquinho de cada vez.
Quando fazemos Co-Marketing, não acessamos só alguns novos potenciais clientes: acessamos a toda uma base, de uma empresa que foi construindo esse ativo justamente da mesma forma que a nossa.
Com isso, ambas as empresas conseguem capitalizar melhor seus esforços e dar um salto considerável no alcance do material.

Economia

A intenção do Co-Marketing é justamente fazer mais com menos. As empresas dividem (mesmo que não necessariamente na mesma proporção) os custos e esforços.
Geralmente o resultado é muito maior para um esforço menor ou igual a fazer sozinho.
Como fazer Co-Marketing

Escolha um bom parceiro

Todos os benefícios que mencionamos anteriormente só vão se concretizar se sua empresa de fato escolher um ótimo parceiro.
Há alguns itens que você deve procurar em uma empresa antes de convidá-la:
  • Ter uma audiência relevante;
  • Ter conhecimento e conteúdo de alta qualidade;
  • Ser visto como referência no mercado;
  • Oferecer um produto ou serviço que seja complementar ao seu, tendo o mesmo público mas não sendo um concorrente direto.
Nem sempre vamos encontrar alguém com todas as características acima, mas quanto mais tiverem, melhor.
Se o seu parceiro não se enquadrar em nenhum desses itens, são grandes as chances de o Co-Marketing não trazer bons frutos para sua empresa.

Planeje e articule com muita antecedência

Se dentro de uma mesma empresa já é muitas vezes difícil conciliar agendas, imagine quando isso envolve pessoas que estão mais distantes e com as mais diversas prioridades e demandas.
Geralmente são várias as etapas necessárias para fazer o projeto acontecer e é preciso encaixá-las na agenda dos dois times de marketing: uma reunião de alinhamento inicial, definição do conteúdo, produção do conteúdo, design, gravação (em caso de webinars), criação de Landing Pages, planejamento e execução da promoção em mídias sociais, email marketing e etc.
É natural que cada empresa trabalhe com as suas prioridades e muitas vezes os prazos podem não ser concretizados. Se sua empresa não planejar antes e trabalhar com uma margem de folga, há grandes chances de um atraso atrapalhar o atingimento das metas do mês.

Facilite o trabalho para o outro lado

Se você é quem está convidando outra empresa para fazer co-marketing, garanta que o convite seja facilmente aceitável.
É muito provável que a outra empresa não estivesse pensando nisso, tenha mil outros projetos em andamento e saiba que fazer a ação com você tem um custo.
Por isso, considere ir além e fazer sozinho uma parte maior do trabalho, tornando mais simples para o outro lado entrar na jogada. É possível pegar, por exemplo, uma parte maior da produção de conteúdo e design, a edição do vídeo entre outros. Pense também nos itens que vão ajudar o outro lado a te dar mais alavancagem: textos prontos para eles publicarem no blog, template de email marketing para serem disparados ou mesmo uma checklist de formas de promover o material já ajudam muito e garantem que o parceiro ajude nos resultados.

Sempre procure uma relação ganha-ganha

Qualquer que seja a situação, o Co-Marketing só vai ser efetivo e sustentável se tiver um ganho claro para ambos os lados.
Se o parceiro não ajudar a divulgar o material ou se você não tem uma base ou algo de valor para oferecer, por exemplo, são gigantes as chances de frustração para um dos lados.  Isso tende a desgastar a relação entre as empresas, prejudica as possibilidades de ações futuras e gasta um tempo considerável sem um retorno que justifique isso.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Como Funciona a Energia Solar para Empresas?

Cada vez mais, empresas de todos os tamanhos investem em energia solar como uma alternativa às altas contas de energia elétrica. 
Mas as vantagens vão muito além da diminuição dos custos com as contas de luz e o retorno do investimento acontece muito antes do que se espera.
Optar por produzir energia solar garante benefícios ao meio ambiente e ainda é uma excelente ferramenta de marketing, já que os consumidores costumam ver com bons olhos as empresas que adotam posturas mais sustentáveis.
Mas há empresários que nem chegam a considerar a instalação de painéis solares por achar que o processo é muito complicado. 
Você sabe como funciona a energia elétrica em empresas? 
Como a luz do sol é transformada em energia elétrica?
Na verdade é tudo bem mais simples do que parece, o sistema de energia solar adequado a utilização em empresas é o sistema conectado à rede (grid-tie):
No caso dos sistemas conectados à rede elétrica, a energia gerada através dos módulos solares, representa uma fonte de energia complementar à energia da distribuidora ao qual o usuário está conectado, são sistemas que geralmente não utilizam armazenamento de energia, pois toda energia gerada pelos módulos solares fotovoltaicos (durante o dia), é entregue à rede elétrica instantaneamente.

O Inversor, é instalado entre o sistema gerador fotovoltaico e o ponto de fornecimento à rede, ele recebe a energia gerada pelos módulos fotovoltaicos em corrente contínua e converte em energia alternada, sincronizando e injetando na rede elétrica.

A energia solar fotovoltaica gerada não é destinada a uma carga específica, abastecendo toda a residência juntamente com a rede elétrica da distribuidora.

Quando a geração solar fotovoltaica é superior à demanda, o sistema devolve a energia para rede, no sentido contrário, para ser utilizada por outros consumidores, automaticamente sem intervenção e seguindo normas de segurança.

Quando a geração solar fotovoltaica é inferior à demanda, ou no período noturno, a diferença de energia é suprida automaticamente pela energia elétrica da distribuidora.
O Sistema fotovoltaico conectado à rede é sincronizado com a energia elétrica da distribuidora, assim, quando falta energia da distribuidora, por questões de segurança, o sistema fotovoltaico se desliga automaticamente.
Objetivo: Redução da dependência e consumo da energia elétrica da distribuidora, substituindo-a por uma fonte de energia limpa, gratuita e inesgotável.
Sistema de compensação de energia elétrica – normativa ANEEL 482/12 – A energia ativa injetada no sistema de distribuição pela unidade consumidora, será cedida a título de empréstimo gratuito para a distribuidora, passando a unidade consumidora a ter um crédito em quantidade de energia ativa.
O consumo de energia elétrica ativa a ser faturado é a diferença entre a energia consumida e a injetada, por posto tarifário, devendo a distribuidora utilizar o excedente que não tenha sido compensado no ciclo de faturamento corrente para abater o consumo medido em meses subsequentes, por até 36 meses. 

Os montantes de energia ativa injetada não compensados na própria unidade consumidora poderão ser utilizados para compensar o consumo de outras unidades previamente cadastradas para esse fim e atendida pela mesma distribuidora, cujo titular seja o mesmo da unidade com sistema de compensação de energia, possuidor do mesmo CNPJ.

E não basta sair instalando os painéis por conta própria.



É preciso seguir algumas etapas, para poder garantir que o sistema está seguro e realmente vai produzir energia. Veja a seguir quais são as fases envolvidas no processo de instalação de um sistema de energia solar:
1. Solicitar o acesso para a concessionária de energia local e aguardar o parecer de acesso – A concessionária tem até de 30 dias de prazo.
2. Contratar uma empresa responsável que instale os painéis e o sistema da melhor forma.
3. Solicitar à concessionária uma vistoria total ao sistema de energia solar instalado. A vistoria pode demorar até 30 dias. Após a vistoria, a concessionária tem até 15 dias para entregar o relatório de vistoria e indicar possíveis alterações e melhorias.
4. Depois de corrigir todas as falhas ou implementar as melhorias indicadas pela concessionária de energia local, é preciso solicitar a aprovação do ponto de conexão, a concessionária tem até 7 dias para aprovar o ponto de conexão e trocar o medidor de energia.

Diagnóstico de Diabetes e como isso pode Afetar no seu Trabalho







Conhecida popularmente como a doença do excesso de açúcar no sangue, o diabetes quando não controlada aumenta o risco de problemas bastante graves que podem deixar sequelas ou até levar à morte. Abaixo elencamos alguns sintomas que são decorrentes do diabetes:

Cérebro

O diabetes aumenta o risco de AVC, ou no popular “derrame”.

Olhos

Uma das complicações do Diabetes é o aumento no risco de doença nos olhos que levam a cegueira. Doenças como Glaucoma e Catarata tem suas % de chance aumentadas consideravelmente em pessoas diabéticas.

Coração

A elevação da glicose no sangue acelera o endurecimento das artérias do coração aumentando o risco de doenças cardiovasculares. Infartos podem ser sofridos sem qualquer sintoma comum.


No trabalho

Além dos agravantes na saúde, o diabetes pode trazer alguns sintomas que influenciam diretamente na sua produtividade. Fraqueza, sede e fome constante, visão turva, vontade de urinar muitas vezes, são alguns dos sintomas que podem influenciar diretamente no seu trabalho. 
São sintomas também que podem indicar que você desenvolveu diabetes, é importantíssimo que os seus exames periódicos estejam em dia para que doenças, como o diabetes, não desenvolvam.
Para saber mais sobre o diabetes, acesse www.diabetes1.com.br ou www.diabetes2.com.br são dois sites que trazem todas as informações sobre o diabetes bem esmiuçadas e a diferença de cada tipo.


É importante ressaltar que quando o diabetes é controlado os riscos de desenvolver outras doenças, em decorrência do diabetes, caem bastante. 
Manter uma dieta saudável, praticar exercícios e manter o controle da glicose, são práticas que podem oferecer uma melhor qualidade de vida.
Há relatos de diabéticos que vivem uma vida tranquila e com boa saúde. 
O avanço na medicina e pesquisas na área do diabetes também avançam em passos largos para uma cura definitiva do diabetes, além de tratamentos diversificados que podem contribuir para o bem-estar do diabético.