segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Características Que Todo Bom Recrutador Deve Ter.


Um recrutador tem um grande desafio dentro de uma empresa: atrair a pessoa certa para a vaga em aberto. Esse processo exige conhecimentos em diversas áreas, como a administração e a psicologia.
Dominar questões relacionadas a esses campos é fundamental para reconhecer o perfil de cada candidato de forma segura e eficiente, promovendo uma contratação alinhada ao perfil da empresa. Nesse sentido, algumas competências pessoais são muito bem-vindas.
O mercado de trabalho exige cada vez mais que os recrutadores tomem decisões certeiras em um curto espaço de tempo. Do contrário, podem perder ótimos talentos.
Conheça agora 6 dessas características que são fundamentais para que esse profissional tenha sucesso nos processos de recrutamento e seleção coordenados por ele. Acompanhe!

1. Ser estrategista

Anunciar uma vaga é um trabalho que exige do recrutador atuar de maneira estratégica. O motivo é bastante simples: é no ato de divulgar que se inicia o processo de atração dos melhores profissionais disponíveis no mercado.
Quem deseja reunir grandes talentos precisa conhecer profundamente as aptidões exigidas para o cargo e saber visualizar quais delas devem ser anunciadas. Além disso, é preciso estabelecer quais posturas da empresa devem ser pontuadas nesse espaço, compondo um texto objetivo, mas altamente atrativo.
Depois, o recrutador precisa construir esse processo, estabelecendo as etapas e os exercícios necessários para que todas as competências dos candidatos sejam testadas e avaliadas em tempo hábil para que a seleção não se prolongue além do necessário.

2. Ter habilidades em comunicação

Um dos segredos para ser um bom profissional de RH é saber se comunicar, e não seria diferente com aqueles que assumem o papel de recrutador. Em uma entrevista de emprego, qualquer ruído na comunicação pode levar a resultados catastróficos e colocar todo o processo a perder.
É importante informar ao candidato as funções que serão exercidas por ele em caso de contratação, bem como as normas da empresa, a remuneração e os benefícios concedidos. Quando a prática não condiz com o que foi apresentado, esse indivíduo pode abandonar a empresa logo na experiência, exigindo que o processo seja executado novamente. Na pior das hipóteses, o resultado pode ser uma ação trabalhista.
Falar, ouvir, entender e saber identificar se a mensagem realmente foi bem compreendida são os requisitos básicos que compõem essa habilidade.

3. Ser imparcial e objetivo

Na hora de escolher os candidatos que vão passar para as próximas etapas do processo seletivo até o momento da escolha final, o recrutador precisa manter o foco na imparcialidade e objetividade.
O recrutamento é uma ação em que não cabem julgamentos pessoais, preconceitos e rodeios na comunicação. Desde a triagem dos currículos até a última entrevista, devem ser consideradas as competências essenciais para assumir o cargo.
É preciso ter cuidado para não se deixar influenciar pelas opiniões pessoais ou características em comum que eventualmente um indivíduo pode ter com você.

4. Manter-se atualizado

Manter uma empresa sustentável no mercado nos dias de hoje depende diretamente do uso de recursos tecnológicos para otimizar a rotina de todos os setores e profissionais envolvidos. Não seria diferente com a equipe responsável pelo recrutamento e pela seleção.
Nesse contexto, o recrutador deve buscar manter-se atualizado sobre as tendências para a sua área. Atualmente, é possível automatizar diversos processos relacionados às novas contratações, utilizando sistemas que integram diversos canais, como:
·        candidaturas e compartilhamento de vagas via redes sociais;
·         triagem automática de currículos;
·         agendamento de entrevistas e feedback via e-mail;
·         dashboard para interação entre candidato e recrutador;
·         métricas de avaliação e emissão de relatórios sobre o andamento do processo;
·         banco de currículos integrado a diversos sites, incluindo o da empresa.

5. Ter uma visão holística da empresa

Muitas empresas pecam em destinar os processos de recrutamento e seleção apenas a um recrutador que tem a sua atuação limitada ao departamento de RH.
Quando há uma nova contratação em andamento, a pessoa responsável por estruturar todo esse sistema deve conhecer a empresa como um todo e contar com a ajuda dos supervisores do departamento no qual esse novo colaborador vai atuar para verificar as reais necessidades da vaga.
É de extrema importância manter um contato direto com diretores, gerentes e líderes de setor, para que o profissional atualizado sobre a sua cultura interna, conheça os resultados e aprimore a visão holística.
Somente por meio desse conjunto de conhecimentos é possível estabelecer o real perfil para a função e reconhecer esses elementos nos candidatos.

6. Ser discreto e honesto

A imagem da empresa começa a ser construída já durante o processo seletivo. Um dos segredos das empresas bem-sucedidas é a transparência na relação entre contratante e contratado, que se inicia já durante as entrevistas.
Não há necessidade alguma de fazer perguntas pessoais invasivas ou inadequadas, como descobrir o local de trabalho do cônjuge do candidato. Bons recrutadores são honestos, mas tomam cuidado para não criar conflitos ou deixar os entrevistados constrangidos.
É importante focar na relação a longo prazo que a empresa pode vir a ter com esse indivíduo. Não há como descobrir, desde o primeiro momento, qual será o perfil selecionado e adotar condutas diferenciadas durante o processo. A discrição e honestidade são posturas que cabem muito bem a quem exerce essa função.
O setor de recursos humanos cada vez mais sofre os impactos positivos das inovações tecnológicas. Quando falamos dos processos seletivos, realmente precisamos reconhecer o uso de diversas ferramentas que foram criadas com o objetivo de facilitar esse trabalho e transformar as contratações em uma ciência quase que exata, como o uso da inteligência artificial dentro dessa atividade.
No entanto, a mão de obra humana não pode ser ignorada. O papel do recrutador sempre será de extrema relevância para perceber os prós e os contras de cada candidato, utilizando de vários recursos integrados para descobrir quem realmente está apto a ocupar uma vaga. Isso só é possível por meio do desenvolvimento das características apontadas ao longo deste artigo, que visam promover melhorias no desempenho dessa função.

sexta-feira, 20 de setembro de 2019

RECLAME MENOS E AGRADEÇA MAIS


Reflita sobre quantas vezes você já reclamou e quantas vezes você já agradeceu só no dia de hoje. Não se assuste se a conclusão é a de que você fez mais reclamações do que agradecimentos, pois isso é comum. 
Usar o mantra “reclame menos” não é tão simples quanto parece, pois nosso dia a dia nos condiciona a sermos bons reclamões. 

Acompanhe esse artigo para saber mais sobre como esse tema pode ser sensível no ambiente de trabalho.
Perfil reclamão na empresa
Você já conheceu algum reclamão no trabalho? Se responder que não, repense. Tente se lembrar de um colaborador que não parava de criticar a empresa, achar problemas para não realizar suas atividades e ainda contaminava a equipe ao redor com o seu veneno. Ah, agora ficou mais fácil, não é mesmo? Apesar de parecer extremamente incômodo, esse perfil é mais comum do que se pensa.

Veja quais são as principais características de funcionários reclamão:
  • Faz críticas severas e constantes à empresa e/ou gestão sem argumentação válida;
  • Comunica sua opinião sempre que possível e estimula discussões sobre o assunto com os outros;
  • Usa uma reclamação como forma de aproximar de um colega de outra área ou de um funcionário novo;
  • Procura por impedimentos para realizar as tarefas sempre que possível
Desvantagens de ter um perfil reclamão
Claro que comportamentos impulsivos como os que citei acima podem trazer desvantagens reais para o dia a dia de uma empresa. Confira as principais:
  • Sua motivação para reclamar e capacidade de espalhar a palavra pode criar uma cultura de reclamação;
  • Criação de um clima organizacional desagradável;
  • Queda da qualidade de vida no trabalho;
  • Comparação constante da quantidade excessiva de trabalho com outros colegas;
  • Diminuição da produtividade.
Filosofia “reclame menos”
Agora é hora de ver o outro lado da moeda, afinal é possível achar o lado positivo de ter um reclamão no time. Esse pode ser a hora do despertar, em que a gestão e a liderança entendem que há algo errado. Então, juntamente com o Recursos Humanos (RH), é possível investigar quais são os motivas e as origens da reclamação, assim como planejar ações para diminuí-las ou acabar com elas de uma vez.

Esse pode ser o momento de fazer grandes mudanças para evitar excessos de reclamação. Fiz uma lista de quais seriam as principais e que teriam um resultado imediato após a aplicação. Confira:
  • A criação, aplicação e estabelecimento de um processo oficial de feedback. A devolutiva deve ter uma autoavaliação pessoal e técnica e uma avaliação da empresa e da gestão. Assim, os colaboradores, inclusive aqueles que reclamam muito, terão um momento para expor todos os pensamentos e também de analisar a si mesmo. Além disso, esse também será um espaço para o desenvolvimento de um plano de ação para os pontos que precisam ser desenvolvidos de todas as partes: funcionário, gestão e empresa.
·         A criação de uma caixa de sugestões para que todos os colaboradores tenham a oportunidade de reclamar, comentar ou elogiar. A caixa pode ser por área e deve ser aberta uma vez por semana na presença de todos. Assim se cria um espaço para uma discussão saudável. É importante lembrar que isso não pode ocupar um dia inteiro, por isso, estabeleça um prazo máximo que pode variar de acordo com a quantidade de participações e do tamanho do time.
  • A divulgação de canais de comunicação terceirizados para que os funcionários tenham a liberdade de reclamar a vontade.
  • A disponibilidade de profissionais de Recursos Humanos para ouvir o ponto de vista de quem desejar falar.
  • O desenvolvimento de uma campanha que mostra como a reclamação pode ter um impacto negativo caso ela não seja feita pelos modos formais e não tenha fundamento.
  • O desenvolvimento de uma campanha que incentiva a fazer um elogio. A comunicação interna pode criar uma linha de comunicação que mostre a importância de se fazer um comentário positivo.
  • O planejamento de um processo de seleção mais rígido em relação a isso. Para ajudar nesse ponto, o Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) tem um curso chamado Consultor em Análise Comportamental que é feito especialmente para funcionário da área de RH. A intenção é prepará-los e ensiná-los a fazer um mapeamento de perfil e tendências comportamentais. Além de possibilitar uma gestão mais eficaz de pessoas e de benefícios, é possível identificar quem pode ser um reclamão em potencial logo na entrevista.
 Reclamação X senso crítico
Engana-se quem pensa que reclamar adoidado é ter senso crítico. A capacidade de fazer uma crítica construtiva é composta por inteligência, análise, ponderação e respeito ao próximo. É possível ser sincero em relação ao trabalho dos outros apontando o que considera que poderia ser alterado e o porquê da mudança. Lembre-se de que o seu motivo deve ser sempre bem argumentado. Ainda mais você é preciso criticar o trabalho de uma área que você não tem conhecimento técnico, mas deve avaliar.
Um reclamão de plantão não costuma fazer uma crítica construtiva, pois não tem argumentos suficientes para isso. Ele acredita que deve falar só por falar sem se importar de faltar com o respeito, ser considerado um incômodo ou ainda dizer bobagens técnicas, pois não tem conhecimento o suficiente em determinado assunto.
Senso crítico é válido. Reclamar só por reclamar não é válido.

Qual é o seu perfil?
Agora é hora de me responder sinceramente! 
Qual é o seu perfil no ambiente de trabalho: mais reclamação, mais adepto do elogio ou um reclamação moderado? 
O ideal não é simplesmente não indicar o que acha que está errado e ficar quieto em relação a tudo. Assim como não é interessante só elogiar sem parar. Isso pode criar uma imagem de falta de senso crítico a respeito de você. 
O mais indicado é que você elogie sempre que achar necessário e reclame quando tiver argumentos para tal. Se houver plataformas para isso, procure as usar.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

A Importância da Gestão Administrativa e Financeira

Como você alia a gestão administrativa e financeira na sua empresa? 


Antes de se apressar na resposta, é válido refletir bastante. Afinal, não por acaso, é na desorganização e falta de controles que muitos negócios marcam encontro com a falência. Se quer alcançar a longevidade saudável, descubra neste artigo o que o separa do sucesso.


É verdade que uma correta gestão financeira empresarial é essencial para que a maioria das decisões administrativas sejam bem executadas. E isso é assim porque a realidade do caixa diz muito sobre o próprio momento empresa. Mas ainda que trabalhem lado a lado, há algumas diferenças sutis nos conceitos. 
A gestão administrativa pode ser resumida na palavra organização, já que essa é a base de todos os processos gerenciais em uma empresa. Está relacionada, por exemplo, a decisões de gestão de pessoas (recursos humanos), comercial (vendas), operacional (produção e venda de mercadorias ou execução de serviços) e fiscal e tributária (impostos e obrigações acessórias).
A construção de um planejamento estratégico, a definição por um determinado regime tributário ou o estabelecimento de uma nova política de atendimento ao cliente são ações de gestão administrativa, mas que não estão desvinculadas do caixa.
Não se pode esquecer que a gestão financeira é quem faz a roda girar, viabilizando as estratégias e, dessa forma, estando diretamente relacionada a todas as áreas da empresa. Seu papel principal é o de controle, sendo essa a chave para assegurar o crescimento sustentável do negócio. Ela permite ao gestor definir o que, quando e como fazer.
Um bom exemplo sempre ajuda: diante da necessidade de divulgação, será o seu orçamento que irá definir qual ação realizar, em que momento, de que forma e com que abrangência. Fica fácil entender que, seja qual for a tática gerencial, é grande a chance de ela depender do dinheiro para ser bem-sucedida.
Ao conhecer um pouco melhor os dois conceitos, torna-se claro que o sucesso da sua empresa está relacionado a uma boa gestão financeira e administrativa, que são complementares. Afinal, se é verdade que a lucratividade do negócio atesta o seu desempenho, também é preciso compreender que ações mal planejadas no âmbito gerencial resultam em prejuízos no caixa.

Melhores práticas de gestão financeira e administrativa

Agora que está mais clara a importância da gestão financeira e administrativa, podemos detalhar as melhores práticas, das quais seu negócio não pode abdicar se persegue o sucesso e a longevidade.

1. Cada conta em seu lugar

Você pode abrir seu próprio negócio, mas só começa a se tornar um empreendedor de verdade ao separar as suas contas do caixa da empresa. É fácil de entender: quem mistura as finanças pessoais e empresariais perde o controle financeiro facilmente e a falência é uma das consequências possíveis.

Além de não pagar por gastos pessoais com recursos do negócio, é saudáveldefinir um pró-labore - valor fixo mensal que funciona como um salário para o dono da empresa.

2. Nada acontece sem planejamento

Tirar uma empresa do papel exige planejar. Gerenciá-la no dia a dia, também. Para traçar metas futuras, acontece da mesma forma. O que precisa ficar claro é que não há sucesso no negócio sem planejamento. E ele precisa ser permanente, propondo, executando, analisando e corrigindo estratégias.
É válido lembrar ainda que essa necessidade aparece seja qual for o cenário em que a empresa se encontra. Se há sobra no caixa, por exemplo, é planejando que se fará o melhor investimento com tal recurso. Já se o saldo está no vermelho, o planejamento é a chave para encontrar soluções e reverter o quadro. Um empreendedor que se preze precisa pensar no negócio como rotina.

3. Ferramentas qualificam o controle

Quando se fala em controle financeiro, há algumas ferramentas básicas que toda empresa precisa ter, seja qual for o seu porte. O fluxo de caixa, por exemplo, revela a realidade do negócio e ainda projeta o seu desempenho futuro a partir do registro de todas as receitas e despesas. É indispensável que o gestor se dedique a ele diariamente.
Em um prazo um pouco maior - a cada três ou seis meses, por exemplo -, é importante realizar o balanço patrimonial, que analisa ativos (dinheiro em caixa, recebimentos e bens) e passivos (contas a pagar dívidas e salários).
Outro instrumento complementar ao fluxo de caixa é a Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), relatório contábil que compara o que foi projetado no orçamento com as receitas e as despesas efetivamente realizadas.
Também é válido recorrer à conciliação bancária, uma ferramenta de gestão que compara o saldo interno do caixa, suas entradas e saídas, com a movimentação bancária, permitindo identificar a tempo possíveis divergências

4. A organização aparece nos resultados. A desorganização, mais ainda

Na realidade de muitas das micro e pequenas empresas, tudo (ou quase tudo) cai no colo do dono. São muitas tarefas simultâneas para poucas mãos. Como dar conta de tudo? Uma boa prática é estabelecer um calendário de rotinas semanais, pois isso eleva a produtividade. Outro movimento interessante édefinir prioridades, ou seja, aquilo que precisa ser realizado primeiro.
É importante que o gestor entenda que, enquanto a organização pode gerar economia de tempo e de dinheiro na empresa, a falta dela torna os processos mais suscetíveis a erros. Imagine deixar de pagar uma conta, não registrar uma venda, perder a cópia de um contrato ou esquecer produtos no estoque porque a bagunça tomou conta da empresa?

5. Sistema de gestão automatiza tarefas por você

Já falamos aqui, mas não custa repetir: você precisa de organização e controle para realizar uma correta gestão administrativa e financeira. Se ainda está dando os seus primeiros passos nessa direção, recorrer a planilhas pode ser bastante útil. São modelos prontos para realizar e acompanhar muitas das obrigações das empresas.

Mas conforme a empresa evolui, você vai precisar de métodos mais profissionais. É o caso de um sistema de gestão online, que apresenta soluções mais completas, seguras e confiáveis que qualquer planilha, reunindo o melhor das ferramentas e resultando em uma importante economia de tempo, além de poder ser acessado por qualquer computador ou dispositivo móvel conectado à internet.
Um software com armazenamento na nuvem integra processos entre as diferentes áreas da empresa, organiza as contas a pagar e a receber, faz o fluxo de caixa e a conciliação bancária, entre outras funções que permitem ao gestor ter dias mais produtivos e de dedicação total ao que interessa, que é o futuro do negócio.

Dedique-se à gestão

Abordamos ao longo deste artigo a importância da gestão administrativa e financeira para o sucesso do seu negócio e elencamos as melhores práticas que podem ajudá-lo a crescer como empresa. Tenha a certeza de que a longevidade do seu projeto depende muito das práticas que adota à frente dele. Usando as ferramentas certas e dedicando-se aos meios de controle, é possível reduzir despesas, gastar com inteligência e elevar o faturamento. Só depende de você.

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Princípios do Desenvolvimento Sustentável

O desenvolvimento sustentável baseia-se em satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de vivência das gerações futuras.

O desenvolvimento sustentável visa promover o equilíbrio entre os seres humanos e a natureza. Podendo ser definido como a estabilidade entre tecnologia e ambiente. Neste artigo, você vai ficar sabendo como se estabelece o desenvolvimento sustentável no planeta. 
Base para que haja o Desenvolvimento Sustentável
Além do princípio de harmonia entre homem e natureza, o desenvolvimento sustentável baseia-se em satisfazer as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de vivência das gerações futuras. Veja agora o que compõe o desenvolvimento sustentável.
Estratégias que compõem o desenvolvimento sustentável
Para efetivar o desenvolvimento sustentável é preciso estabelecer uma estratégia, cumprindo necessidades como:
#1 – Sistema político com legítima participação dos cidadãos em todas as decisões;
#2 – Sistema econômico qualificado;
#3 – Sistema de produção que conserve o apoio ecológico do desenvolvimento;
#4 – Sistema social com capacidade de resolver as diferenças;
#5 – Uma tecnologia que procure soluções;
#6 – Sistema administrativo flexível;
Medidas que podem ajudar o desenvolvimento sustentável
Sabemos que estamos em um momento de desequilíbrio no mundo, tanto economicamente, quanto pela degradação ambiental e poluição que a cada dia aumentam. Por estes motivos, é importante pensar em um programa adequado que auxilie o desenvolvimento sustentável. Confira agora, algumas medidas que podem ajudar na busca desse objetivo:
#1 – Reestruturação da distribuição de zonas residências e industriais;
#2 – Consumir por meio de fontes alternativas de energia, como a solar, a eólica e a geotérmica;
#3 – Reciclagem de materiais reaproveitáveis;
#4 – Consumo racional de água e de alimentos;
#5 – Diminuir a utilização de produtos químicos prejudiciais à saúde na produção de alimentos;
Educação ambiental para o desenvolvimento sustentável

A educação ambiental é de extrema importância na busca pelo desenvolvimento sustentável, pois é a forma mais direta e funcional de se atingir uma das metas desse desenvolvimento: a participação da população. Mas, e as metas do desenvolvimento sustentável? Simples, elas se baseiam na satisfação das necessidades básicas da população, a solidariedade para com as gerações futuras, a preservação dos recursos naturais e a efetivação de programas educativos.
Se você gostou de saber mais sobre o desenvolvimento sustentável que é tão importante para nós, compartilhe com seus amigos para mais pessoas entenderem sobre o assunto.