terça-feira, 26 de junho de 2018

Customer Happiness: a felicidade do cliente como estratégia


Já ouviu falar em customer happiness? 

Se você tem um empresa, trabalha com sucesso do cliente, se preocupa em manter um bom relacionamento com ele e busca sempre fidelizá-lo, precisa conhecer esse termo.
No artigo de hoje vamos falar sobre isso. Como trabalhar com a felicidade do cliente pode ser uma boa estratégia para a sua empresa.

Ao final desta leitura, você terá aprendendido:
  • ·         O que é customer happiness;
  • ·         O customer happiness como estratégia de fidelização;
  • ·         Como medir a felicidade do cliente;
  • ·         Qual é o perfil do profissional de customer happiness;

·         3 bons motivos para adotar o customer happiness.
O que é customer happiness
Não. Customer happiness não é deixar seu cliente feliz, por mais que possa parecer, afinal, se você jogar "customer happiness" em um aplicativo de tradução, encontrará "felicidade do cliente".
Mas customer happiness não é isso. 
Imagine a Apple, famosa marca de aparelhos eletrônicos, distribuindo iPhones para o seus clientes. Eu aposto que, com isso, a Apple deixaria seus clientes felizes.
Mas isso seria a Apple trabalhando o customer happiness? Claro que não, porque como dissemos o customer happiness não é apenas deixar o cliente feliz.
O customer happiness é um método para deixar seu cliente feliz ao usufruir do seu serviço prestado. E ele inclui relacionamento.
Sabe quando você entra em contato com uma empresa que te presta algum serviço e é muito bem atendido? O nome disso é atendimento de excelência. Mas isso também não é customer happiness.
O customer happiness acontece quando a empresa cria um relacionamento com você, acompanhando sua trajetória e interagindo sempre que possível.
Ele vai muito além de estar presente nas redes sociais, oferecer um bom produto, um bom serviço e gerar resultados para o cliente. Customer happiness é sobre confiança.
Em alguns casos, essa relação é tão bem criada e cuidada que o cliente passa a considerar seu analista de customer happiness como um amigo, além claro que aliado interno.
Customer happiness x Customer success
Você que já estudou o customer success certamente está refletindo sobre as semelhanças entre esses dois conceitos.
O customer happinnes vai além do customer success. Enquanto no customer successvocê tenta atingir os melhores resultados para o seu cliente, o customer happiness demanda uma relação pessoal.
Seu cliente tem sucesso porque ele conquista resultados, mas ele também está feliz porque gosta de você, do seu atendimento e do relacionamento de confiança que vocês construíram.
No customer happiness há sim a preocupação com os resultados do cliente (como no customer success), mas essa preocupação vai além. Vamos buscar bons resultados, mas também boas interações e um relacionamento de confiança.
O customer success é centrado em métricas. Criam-se metas para o cliente e essa relação é baseada nos resultados mensurados através de indicadores.
Não que o customer happiness não tenha metas e indicadores, mas ele é um mix entre profissional e pessoal e, por isso, os resultados andam juntos com o relacionamento.
O customer happiness como estratégia de fidelização
O customer happiness pode ser entendido como uma estratégia de fidelização, porque trabalha a felicidade do cliente através de resultados e relacionamento de confiança.
Assim, o cliente sabe que pode contar com você quando ele precisar e que você traz os resultados que promete a ele. Por que ele te trocaria?
Não há motivos para ele migrar para a concorrência. Mesmo que o preço do seu concorrente seja um pouco melhor, o cliente não vai correr o risco de não se adaptar a outro atendente.

Pra que trocar o certo pelo duvidoso, não é mesmo? Assim, deixando seu cliente feliz e satisfeito com o seu atendimento, você também consegue fidelizá-lo.
Como medir a felicidade do cliente
Esse é um dos grandes questionamentos quando falamos de customer happiness , afinal, como medir felicidade do cliente?
Essa é uma métrica impossível de ser medida, uma vez que felicidade é um termo muito abstrato e impossível de ser mensurado.
No entanto, algumas métricas podem nos contar sobre a satisfação do cliente e o seu grau de envolvimento com a empresa , fatores que nos ajudam a entender se ele está ou não feliz com o trabalho apresentado.
Vamos citar algumas delas a seguir.
·         Net Promoter Score (NPS)
Nosso conhecidíssimo NPS não poderia ficar de fora, afinal é ele que mede a satisfação do cliente. O NPS é aplicado em pesquisas de satisfação e trabalha com notas de 0 a 10.
Para trabalhar com essa métrica, é preciso fazer a seguinte pergunta ao seu cliente: " de 0 a 10, quanto você indicaria a nossa marca a um amigo ou familiar?"
Se a resposta estiver entre 0 e 6, a coisa está feia. O seu cliente realmente não gosta do seu serviço e ainda é capaz de fazer propaganda negativa por aí.
Se a resposta estiver entre 7 e 8, ele é um cliente neutro. Não falará mal do seu serviço, mas também não falará bem.
E se a resposta estiver entre 9 e 10, significa que o customer happiness está dando certo. Essas notas são dadas por promotores da sua marca, aqueles que a indicam a amigos.
Lembre-se, sua meta de NPS é sempre 9. Abaixo disso é sinal que o customer happiness na sua empresa não está dando certo.
·         First Call Resolution (FCR)
O FCR é uma métrica que mede a taxa de problemas resolvidos no primeiro chamado. Você certamente não quer que seu cliente fique 3 dias esperando a resolução de um problema não é?
Até porque isso não ajudaria sua relação com ele e na felicidade dele. Por isso, ter um alto índice de first call resolution é essencial quando falamos de customer happiness.
Para medir seu FCR basta dividir o número de chamados resolvidos no primeiro contato pelo número de chamados recebidos totais.
·         Churn rate
Churn rate é a taxa de cancelamento. Ele é importante quando falamos de customer happiness pois um alto churn rate é sinal de clientes insatisfeitos.
Afinal, se o cliente estivesse vendo resultados no seu trabalho e se ele estivesse feliz com a relação com a sua empresa, ele não cancelaria o serviço.
Para descobrir sua taxa de churn rate baixa dividir o número de cancelamentos ao final do período de tempo analisado pelo número total de assinaturas presentes no início do mesmo período.
Quanto menor essa taxa, melhor para o seu negócio. Para conseguir diminuir esse número, busque entender porque seus clientes cancelam , assim poderá trabalhar nesse pontos.
Pode ser que o seu preço esteja alto, pode ser que o seu concorrente esteja ganhando força no mercado ou ainda pode ser um problema de atendimento,
Qual é o perfil do profissional de customer happiness?
O profissional que trabalha com customer happiness não pode ser qualquer profissional, afinal, ele precisará criar uma relação de confiança com os clientes.
Por isso, separamos para você algumas características que o profissional de customer happiness deve ter para conseguir fazer um bom trabalho.
Vale lembrar que apenas isso não basta. Além desse perfil, o profissional deve também estudar muito sobre o tema e se capacitar.
·         Empático
O profissional de customer happiness deve ser empático , ou seja, ele deve saber se colocar no lugar do outro para poder tomar as melhores atitudes.
Ao se colocar no lugar do cliente, o analista sabe exatamente como o cliente gostaria de ser tratado e age dessa forma, cortando o gelo e adentrando no mundo do cliente.
A empatia é uma das maiores qualidade quando falamos de profissionais que lidam com pessoas.
·         Bem humorado
Bom humor é essencial. Ninguém merece ter que entrar em contato com gente rabugenta, mal humorada, que parece que não gosta do próprio trabalho.
Por isso seu profissional de customer happiness deve ser bem humorado, divertido, saber conversar e se comunicar bem, além de gostar das suas funções.
Um bom clima organizacional ajuda nesse sentido, afinal, alguém que trabalhe em um ambiente chato e limitador não conseguirá ser tão bem humorado com os clientes.
·         Extrovertido
Nada de tímidos ou perfis introspectivos para essa função. Se você quer que sua estratégia de customer happiness dê certo é preciso contratar pessoas extrovertidas.
Mas atenção: extrovertidas, mas educadas, ok? Extrovertidas, mas que saibam se portar profissionalmente. Nada daquela pessoa extrovertida que só sabe falar alto.
Quando falamos de profissionais extrovertidos aqui, estamos falando daqueles que sabem conversar informalmente com o cliente quando necessário, criando momentos divertidos e interessantes.
·         Comprometido
Essa característica é desejável para o profissional de qualquer área, não só do customer happiness, mas nunca podemos nos esquecer dela.
O profissional precisa ser comprometido. Isso é inquestionável. Imagina que seu cliente entra em contato e pede para o analista enviar um relatório específico para ele.
O profissional precisa ter o comprometimento e a responsabilidade de fazer essa simples tarefa. Se ele é esquecido ou desorganizado, certamente gerará problemas.
Além disso, esse tipo de atitude minaria a confiança do cliente na empresa, o que é exatamente o contrário do que queremos no customer happiness
·         Seguro
Um analista que não passa segurança para o seu cliente certamente não terá os melhores resultados, pois o cliente não acreditará que ele realmente será capaz de trazer resultados.
Mesmo quando o profissional não sabe como resolver o problema, ele deve se mostrar solícito e interessado em ajudar. E claro, procurar resolver a questão o mais rápido possível.
Profissionais inseguros passam insegurança ao cliente, fazendo com ele próprio (o cliente) passe a desacreditar no seu produto/serviço.
Uma boa forma de trabalhar a insegurança de profissionais é treinando sua oratória e fazendo com que ele conheça bem o que está vendendo.
Afinal, se nem o atendente souber os benefícios do seu serviço, como poderá passar ao cliente?
3 bons motivos para adotar o customer happiness
Ainda não está convencido de que adotar o customer happiness na sua empresa pode ser uma boa ideia? Tudo bem. Nós separamos 3 motivos para te convencer disso.
Preparado?
·         Customer happiness gera fidelização
Já falamos issos anteriormente, mas vale a pena falar de novo já que toda empresa quer ter clientes fiéis mas a maioria não sabe como conquistá-los a esse ponto.
Trabalhar customer happiness é uma boa forma de conseguir clientes fidelizados , que estarão com você por muito tempo pois confiam no seu trabalho.
O bom relacionamento criado entre empresa e cliente só se quebrará se a empresa deixar o cliente esquecê-la, ou seja, deixar de se comunicar e de gerar o sucesso do cliente.
·         Customer happiness traz novos clientes
Sabemos que cliente fidelizados dão preferência à sua marca em relação ao concorrente e, por isso, acabam fazendo marketing boca a boca por você.
Chamamos de marketing boca a boca a propagando que é feita quando um cliente fala bem de determinado produto, marca ou serviço a amigos, conhecidos e familiares.
Esse é o promotor da sua marca, aquele que, além de comprar de você, traz novos possíveis clientes para sua empresa.
Como o customer happiness deixa seu cliente feliz, ele sente vontade de contar aos colegas a boa experiência que está adquirindo, e isso certamente te gerará novas oportunidades.
·         Customer happiness trabalha resultados, e não promessas
Quem nunca "caiu em papo de vendedor", não é mesmo? Todo mundo já passou pela experiência de se convencido por um vendedor bom de papo de que precisavadaquele produto.
Algumas horas depois (às vezes nem isso), você percebe que não precisava daquilo e se arrepende de ter feito a compra.
E quando o vendedor te promete uma experiência incrível, você acredita e depois percebe que não era nada daquilo?
Sim, é frustrante. Ainda bem que o customer happiness não funciona assim. Ele é focado em resultados, que são alcançados graças a boa relação entre analista e cliente.
Um trabalho de customer happiness bem feito não traz frustrações , pois, ainda que haja promessas, essas promessas são cumpridas.
E é fácil de ver quando as promessas são cumpridas, já que todas elas estão ligadas a resultados, que são mensurados através de indicadores.
 Copiado: https://blog.deskmanager.com.br

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Fluxo de Caixa em 6 passos

O equilíbrio entre receitas e despesas é um fator fundamental para o sucesso de uma empresa. 
Organizações que gastam menos do que arrecadam são aquelas que conseguem se manter por mais tempo no mercado, exibindo saúde financeira e demonstrando capacidade de investir constantemente em novos negócios. E esse equilíbrio é mantido pelo fluxo de caixa.
O fluxo de caixa é o controle rigoroso de todos os recursos que entram e todos os que saem dos cofres da empresa. 
Gestores que não possuem este controle dificilmente conseguem manter a empresa funcionando bem, já que não têm a exata noção da saúde da organização.
Veja algumas dicas para organizar o fluxo de caixa da sua empresa e incrementar sua gestão contábil:

1. Determine um período

O acompanhamento do fluxo de caixa pode ser diário, semanal, quinzenal ou, no máximo, mensal. 
Não deixe para realizar a conferência em um período maior do que o de 30 dias, pois assim você perde o controle mais facilmente e fica com menos ferramentas nas mãos para corrigir eventuais desvios.

A periodicidade ideal vai depender do porte e do volume de negócios realizados pela organização. Mas o controle diário, mesmo que mais trabalhoso, é a melhor receita.

2. Identifique as receitas e despesas

Em geral, empresas têm uma movimentação financeira muito grande. Para facilitar o acompanhamento do fluxo de caixa, você deve adotar uma metodologia de cores para identificar as entradas e saídas de recursos. 
Assim, você consegue ter uma visão global do resultado final do caixa no dia.
A sugestão mais simples é adotar o verde para as receitas e o vermelho para as despesas.

3. Identifique desvios na sua movimentação financeira

Quando estiver fazendo a conferência do seu fluxo de caixa, você deve ter em mãos a previsão de gastos para o período correspondente. 
O ideal é que você consiga identificar os desvios que tiverem ocorrido, para poder discutir soluções para os próximos dias.

4. Registre todas as contas a pagar e a receber

O fluxo de caixa considera, dentro das receitas e despesas, as contas a pagar e a receber. 
Afinal, embora não sejam diretamente relacionadas ao negócio, elas impactam o caixa da organização.
Faça uma previsão das contas de consumo, dos aluguéis e de todas as entradas e saídas fixas para poder conferir se essas movimentações ocorreram efetivamente. 
O que possibilita que você não fique com um resultado irreal em seu fluxo de caixa.

5. Organize as receitas e despesas em categorias

Outra boa dica para organizar seu fluxo de caixa é agrupar as receitas e despesas em grandes categorias. 
Desse modo, você consegue setorizar melhor a sua empresa e ver em quais tipos de serviços você está gastando mais ou recebendo mais dinheiro.

6. Crie centros de custos e de lucros

Se a sua empresa é de médio porte, ou maior, provavelmente ela funciona dividida em vários setores. 
Para controlar o fluxo de caixa nesses casos o mais aconselhável é criar centro de custos e de lucros e você saberá quais áreas foram responsáveis por quais receitas ou despesas.
Copiado: http://www.mxm.com.br

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Primeiro Emprego é Sempre um Desafio

A combinação é interessante: você é jovem, tem um mundo inteiro pela frente, a força e o vigor físico da juventude, muitas ideias na cabeça e um currículo na mão. Falta apenas o primeiro emprego. 
Já sabe que, por necessidade ou vontade, não dá mais para ficar na dependência dos pais, avós, tios, irmãos, primos ou quem estiver debaixo do mesmo teto que você. Ou mesmo com 16, 18 anos já entendeu que é preciso dar a sua parcela de contribuição para as contas do mês.

O paradoxo do primeiro emprego

Você pode ter terminado ou ainda estar no ensino médio, sonhando em ir para a faculdade. Pode ter parado de estar ou precisando pagar as contas. Seja como for, para entrar no mercado de trabalho, você vai enfrentar um paradoxo: conseguir o primeiro emprego e já ter experiência profissional. Há um choque lógico visivelmente, mas o jeito é se preparar de todos os modos para lidar com esse ele.
Para completar, há o medo e a insegurança. A dúvida entre tentar mostrar serviço, expressar a própria opinião ou esperar as instruções e observar os sinais ao redor. Tudo isso é justificável e, em alguma medida, carregamos o peso dessas decisões pelo resto da vida profissional (e da pessoal!). 
Todo dia ouvimos que o mercado de trabalho está cada vez mais competitivo, vemos em casa que nem sempre as coisas vão bem e sabemos que as exigências são sempre crescentes em um mundo globalizado.

Como se preparar para o primeiro emprego

Em agora? 

Minha sugestão começa pelo currículo. Em vez de volteios, use a sinceridade e a vontade de aprender. Se você não tem muito o que dizer, vale a pena buscar cursos, muitos deles gratuitos, que dão a formação necessária para o preenchimento das principais linhas do documento.
Procurando na internet por “cursos profissionalizantes gratuitos” você encontra muitas possibilidades. Está achando que, mesmo assim, não é fácil?  
Não é mesmo! Um artigo acadêmico escrito por pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá explica de modo claro que os trabalhadores do primeiro emprego estão em situação mais adversa que os demais porque quando a economia cresce, o emprego como um todo melhora, inclusive para aqueles que buscam uma primeira oportunidade.
Já nas fases de recessão, trabalhadores mais antigos são poupados de uma demissão mais imediata. O estudo defende a necessidade de que se intensifiquem as políticas públicas voltadas aos jovens que tentam ingressar no mercado de trabalho.
Ou seja, não está fácil mesmo, mas uma parcela grande desse desafio cabe a cada um de vocês, que, atentos a todas as oportunidades e desejosos pelo controle do futuro, precisam em algum momento respirar fundo e continuar “indo para cima” do primeiro emprego.
Por fim, busque ajuda em casa. Não é fácil explicar, principalmente aos mais jovens, que é em casa e na escola que aprendemos sobre as coisas da vida, inclusive profissional. 
Os conhecimentos, os valores, as aptidões, os desejos, as vontades. E quando nada disso vem lá de casa ou da escola da melhor forma possível, precisamos continuar tentando e buscar todas as ajudas. Tenha força de vontade e boa sorte!
Por Paulo Verano - https://www.vagas.com.br

quinta-feira, 21 de junho de 2018

SER OU NÃO SER DIGITAL?

Se William Shakespeare escrevesse hoje Hamlet, talvez Hamlet dissesse: 

Ser ou não Ser Digital? 

Esta é a questão! 

Vivemos em um ambiente de tantas transformações e cada vez mais rápidas que acompanhá-las será o grande desafio do ser humano neste nosso mundo atual.

Pode ser que a sua questão não seja ser ou não ser digital, por que talvez o nosso Hamlet atual saiba mais de digitalização que nós, simples mortais, não idealizados por Shakespeare.

Talvez a sua questão seja: 

O que é ser digital? 

E é sobre isto que quero escrever, pois muito se fala em digitalização e pouco há sobre dicas de como se usufruir melhor neste mundo de oportunidades que esta nova era nos apresenta. 


Vou tentar resumir tudo que li e aprendi com uma receita simples: ser digital é estar conectado a diversas redes e aproveitar o melhor delas, conseguindo imprimir uma marca relevante com significado e lembrada por todos. 

Além disto, só a digitalização, neste novo cenário, pode oferecer a possibilidade de se fazer correlações significantes para os negócios, pois através de correlações das informações existentes será possível identificar tendências, novos mercados e direcionamentos relevantes.

Enquanto indivíduo, primeiro você deve identificar que mensagem quer passar para as pessoas com quem se relaciona. 

Esta é a etapa mais importante, pois não há digitalização que faça isto por você. 

O que o meio digital propicia é fazer com que esta mensagem seja passada exponencialmente para sua ou suas redes. 

Este passo é importante para tudo na sua vida pessoal e profissional. 

Todos nós deveríamos ter clareza das mensagens que passamos e para onde elas nos direcionam.

Logo em seguida vem a segunda etapa, totalmente ligada à digitalização, que será identificar o que se quer tirar de cada mídia social em que estamos envolvidos. 

No momento seguinte, determinar com quem devemos falar e que mídia utilizar. 

E, só então, pensar nos conteúdos que utilizaremos nos diversos canais que as mídias sociais nos oferecem.

Não acabou, não. A última etapa é a da reflexão. 


Será preciso pensar como tem se comunicado com a sua rede e se precisa fazer algum ajuste nestes comunicados.

Se você não está interagindo com a sua rede, precisa fazer algum ajuste nos conteúdos ou mesmo não está nos canais adequados das mídias sociais, não desanime. 

É hora de começar a ser digital e não ter mais conflitos de ser ou não ser. Não é um bicho de sete cabeças, só há necessidade de planejamento e de ação!

Copiado: http://www.gestaoenegocios.digisa.com.br

quarta-feira, 20 de junho de 2018

O Papel do Diretor Escolar no Sucesso da Instituição

Muitas pessoas enxergam o diretor escolar como sendo aquela figura distante que se encontra atrás de uma mesa, delega funções aos colaboradores de uma escola e castiga os alunos que não são obedientes ou estudiosos. 
Essa é uma visão distorcida desse profissional, que é fundamental para o funcionamento de uma instituição de ensino.
O diretor exerce um importante papel no cotidiano escolar. Entre suas funções, podemos destacar a rotina no setor administrativo e financeiro, o trabalho em prol do desenvolvimento pedagógico, a coordenação do corpo docente e até a integração família–escola.
O diretor tem a função de um líder, podendo influenciar a todos de maneira positiva ou negativa. Sendo sua figura de extrema importância para o dia a dia de uma instituição escolar, ele deve desenvolver constantemente suas habilidades com o objetivo de favorecer a qualidade da educação oferecida pela escola, assim como o estímulo às equipes que nela trabalham e a integração entre todos, inclusive pais e responsáveis.
Neste artigo vamos mostrar a importância do papel do diretor escolar no sucesso da instituição. Acompanhe! 
Administração
O bom funcionamento de uma escola depende de uma série de fatores. Entre eles, temos a estrutura física. Ela é composta por carteiras, computadores, bibliotecas, salas de aula, cantinas e até o pátio onde as crianças e adolescentes podem conviver nos intervalos. Só que nós sabemos que isso não é o essencial. Alunos, professores e demais colaboradores são o que há de maior valor dentro de uma escola.
A administração escolar não se resume a lidar apenas com suprimentos, folhas salariais ou a reposição de livros. Ela lida com pessoas! A partir daí, notamos como a gestão escolar é desafiadora. Por isso que o papel do diretor escolar como líder da instituição é fundamental. Além de resolver problemas de manutenção, organizar arquivos ou administrar os horários da escola, ele lida diretamente com os educadores e os alunos.
O trabalho de um diretor escolar envolve, principalmente, administração e pedagogia. São duas áreas diferentes, nós concordamos, mas quando elas conseguem estar alinhadas, trabalhando harmonicamente, apresentam excelentes resultados. Mas não existe uma fórmula mágica para gerir a instituição escolar. Como é um trabalho que demanda de um esforço diário e contínuo, listamos abaixo as ações que o diretor escolar deve adotar na área administrativa. 
Encabeça o planejamento da instituição
Imagine que o trem, durante uma viagem, necessite de reparos para continuar a jornada. Complicado, não é verdade? O mesmo acontece com a escola. Iniciar o ano escolar sem um planejamento adequado pode acarretar em um completo desastre. A instituição de ensino precisa de um bom planejamento, com objetivos, metas e estratégias bem definidas. A curto, médio e longo prazo.
O planejamento vale tanto para o setor pedagógico quanto o orçamental e o de recursos humanos. Ao longo do caminho, alguns imprevistos acontecerão — e isso é absolutamente comum. Mesmo assim, o mais importante é que você esteja preparado para eles. Mantendo-se fiel àquilo que havia sido definido no planejamento. Mesmo diante de dificuldades, você jamais deverá perder o foco.
Adota tecnologias que fomentam o conhecimento
A maioria das instituições, por mais que tenham ou não foco no ensino, faz uso da tecnologia para otimizar seus resultados no mercado em que atua. Quem ainda não usa a tecnologia ao seu favor, está perdendo tempo e participação em seu segmento. No caso específico da escola, uma gestão escolar informatizada consegue fazer uma baita diferença na qualidade de todos os serviços educacionais oferecidos.
Os softwares de computadores podem ser utilizados para registrar o desempenho acadêmico dos alunos, emitir certificados, fazer o controle de faltas, gerar e enviar boletos com as mensalidades, organizar melhor os horários e muito mais. Resumindo, esses programas facilitam a organização da escola e dos próprios alunos. Os softwares também podem fomentar o conhecimento, apresentando disciplinas complexas sob uma outra ótica.
Faz o controle dos gastos
Cabe ao diretor escolar ficar sempre de olho nos gastos. Para isso, pode-se contar com a ajuda de um sistema ou mesmo uma planilha que deve ser atualizada frequentemente. O porém é que a planilha tem limites e você pode encontrar mais funcionalidades em um software de gestão escolar.
É importante saber para onde está indo o dinheiro que entra no caixa da escola, pois isso permite uma visão geral sobre a situação financeira da instituição. A grande vantagem do controle dos gastos é conseguir enxergar o todo e definir os cortes necessários.
Estabelece uma gestão participativa e democrática
O papel do diretor escolar não se resume a ser um líder do tipo autoritário, que age sozinho. Ele estabelece e promove uma gestão participativa e democrática. Toda a comunidade escolar deve ser convocada: alunos, professores, funcionários, pais, responsáveis e familiares.
Como essas pessoas têm realidades e necessidades diferentes umas das outras, cada esfera terá uma visão diferente acerca do processo educacional e os problemas da instituição de ensino. Dessa forma, é possível que todos contribuam e apontem soluções.
Preserva o patrimônio escolar
O patrimônio escolar, que é de todos, precisa ser bem cuidado. Como diretor escolar, esteja sempre presente no dia a dia da instituição, zelando pelo bom funcionamento. 
Se há uma carteira quebrada, um quadro descolando ou mesmo uma parede precisando de reparos, movimente-se para agir o quanto antes. Quando o ambiente oferecido é o melhor para todos, ninguém se sente desestimulado a continuar seguindo seu papel. Da mesma forma, reparos que são feitos rapidamente visam evitar maiores gastos no futuro.
Trabalha com foco em cada um dos alunos
Por mais que você necessite saber lidar com a burocracia e ter o conhecimento acerca das leis, o seu foco, como diretor escolar, deve ser sempre o aluno. O mais importante, no ambiente do ensino, é a aprendizagem dos estudantes. 
Esteja sempre próximo a eles! Atualize constantemente o seu conhecimento e aprenda, cada dia mais, sobre educação e ensino.
Copiado: https://www.escolaweb.com.br