terça-feira, 19 de junho de 2018

Como Mapear a Jornada do Cliente

De acordo com a Salesforce, 80% dos profissionais de marketing afirmam que entender a jornada do cliente é absolutamente essencial para o sucesso. Para melhorar a experiência do cliente e estar sempre disponível nos pontos de contato. Veja nesse post como mapear a jornada do cliente.

O que é um mapa da jornada do cliente?

Um mapa da jornada do cliente é uma “representação visual de cada experiência que seus clientes têm com você”.
Ao longo da experiência com sua marca, um cliente se envolverá ou será impactado em várias plataformas, de várias maneiras. Um mapa da jornada do cliente ajuda sua marca a fornecer uma narrativa unificada da experiência do cliente em todo o ciclo de vendas.
Ciclo de Vendas



Embora possa parecer que a jornada desde a primeira interação até a venda seja bem simples, isso não é verdade.
Um cliente é bombardeado com inúmeros anúncios, newsletters e outras formas de conteúdo diariamente. Isso torna a jornada com sua marca complicada, e um mapa da jornada do cliente completo é a sua solução para tornar essa experiência mais compreensível.

Pontos de contato

Os clientes podem interagir com sua marca das mais variadas maneiras no ambiente digital. Alguns exemplos são:
  • Lendo um post no seu blog.
  • Acessando seu site por meio de um resultado nas buscas.
  • Seguindo sua marca nas redes sociais.
  • Recebendo newsletters por email.
Ao criar uma visualização clara de todas as possíveis formas de um cliente interagir e entrar em contato com sua marca, um mapa da jornada do cliente pode ajudar você a manter seus potenciais clientes engajados enquanto aumenta as conversões e a receita.
Jornada do Cliente

Por que criar um mapa da jornada do cliente?

Atualmente, 67% da jornada do comprador moderno ocorre online, de acordo com a SiriusDecisions. Com grande parte da jornada ocorrendo digitalmente, é vital que os profissionais de marketing entendam exatamente onde os clientes estão interagindo com sua marca, fornecendo regularmente conteúdo acessível e de alta qualidade.
Com um mapa eficaz da jornada do cliente, os profissionais de marketing obterão um melhor entendimento de como seus clientes interagem com seus negócios. Reunir informações úteis sobre quais canais são mais eficientes para converter leads em clientes e conquistar clientes fiéis.
Já se foram os dias em que os produtos eram tradicionalmente comercializados com recursos específicos. Os compradores modernos estão interessados ​​na marca como um todo.
Um mapa da jornada do cliente ajudará a esclarecer como sua empresa pode fornecer informações aos prospects e mantê-los engajados e inclinados a concluir a compra. Ajudará a identificar lacunas, pontos na experiência do cliente que são desconexos ou complicados.
  • Lacunas entre dispositivos
  • Lacunas entre departamentos da empresa
  • Lacunas entre os canais de comunicação
Acima de tudo esse empenho fará com que os esforços da sua empresa sejam sempre centrados no cliente.

Como Mapear a Jornada do Cliente

Agora que você entende o que é um mapa da jornada do cliente e como ele pode levar seus esforços de marketing digital ao próximo nível, vamos ver como isso tudo funciona. A jornada de seu cliente é complexa, então o trabalho do mapa da jornada do cliente é torná-la o mais focada e simples possível.

Passo 1 – Use seu funil de vendas para definir o processo de compra

O ideal é que sua marca já tenha elaborado um funil de vendas online que demonstre como os leads passam por suas estratégias de marketing e conteúdo até, eventualmente, concluir a compra.
Essas informações fornecem uma orientação sobre quantos possíveis pontos de contato um cliente tem com sua marca e seu conteúdo, e como cada interação alimenta a próxima.

Passo 2 – Pense como um cliente

Independentemente de termos acesso a muitos números e dados relacionados aos clientes, é difícil pensar de verdade como um cliente.
Cada prospect é um ser humano único com diferentes necessidades, emoções, personalidades e desejos.
Então, como você pode entender como seus clientes estão fazendo escolhas para, eventualmente, levá-los o final de seu funil de vendas para comprar seu produto ou serviço?
Embora você não possa prever os próximos passos do cliente em potencial com 100% de precisão, é possível alinhar os objetivos deles com diferentes estágios do seu funil de vendas e, ao mesmo tempo, acompanhar o processo.
Acompanhe essas etapas (da jornada) conforme você passa por vários pontos de contato e combinações de opções. Se você se deparar com uma parte de sua jornada de compra que não parece que a próxima etapa é natural ou orgânica, anote e otimize essa etapa para tornar a jornada do cliente mais lógica e direta.
Analise toda a comunicação para acompanhar onde um processo de compra deu errado e trabalhe para corrigir esses problemas antes de passar para o próximo passo.

Passo 3 – Analise os pontos de contato na interação com o cliente

Em termos simples, os pontos de contato são qualquer canal digital no qual um cliente pode acessar informações sobre sua marca ou interagir com seu conteúdo. Esses pontos de contato também são críticos para interação e conversão.
Muitos desses pontos de contato já foram rastreados no passo anterior desse processo. No entanto, agora é a hora de traçar esses pontos de contato logicamente. Por exemplo, um cliente que “curte”um post de mídia social conta como um ponto de contato, enquanto clicar em um link desse post de mídia social é outro. Agrupe esses pontos de contato em áreas lógicas, como “pontos de contato de mídia social” e “pontos de contato de website ou blog”.
Pontos de Contato com a Marca

Passo 4 – Desenhe mapa de jornadas do cliente e conduza pesquisas

Crie um mapa da jornada do cliente que seja acessível a todos os envolvidos no marketing da sua empresa. Talvez um pouco de empenho no visual possa tornar essa sequência mais compreensível e lógica.
Agora que você identificou cada possível ponto de contato, agrupou-os em sequências de áreas lógicas e desenvolveu um mapa da jornada, é hora de implementar suas novas descobertas e ver como elas funcionam digitalmente.
Plataformas como o Google Analytics serão de grande ajuda se você quiser ver onde os compradores estão saindo da jornada do cliente regularmente. Se você perceber padrões como falta de cliques nos emails ou abandono do cliente antes da conclusão da compra, analise esses pontos de contato e faça as melhorias necessárias.
Aqui é importante ter em mente também que incluir muitos pontos de contato no processo de compra pode não manter seus prospects engajados durante todo o processo.
Ao revisar o mapa da jornada do cliente, certifique-se de que a jornada seja fácil o suficiente para mantê-lo seguindo os passos lógicos ideais. Forneça conteúdo personalizado, direcionado a cada um desses passos para que permanecerem engajados.

Passo 5 – Otimize regularmente seu mapa da jornadas do cliente

Como a maioria dos aspectos de uma estratégia de marketing digital, a jornada do cliente online mudará com frequência à medida que a tecnologia se desenvolve e novas plataformas digitais são introduzidas no ciclo de vendas.
Ao analisar regularmente como seus clientes estão passando por seu ciclo de vendas, você pode identificar lacunase desenvolver processos para otimizar a experiência do cliente.

Conclusão

Oferecer aos clientes em potencial uma experiência online simplificada e agradável ajudará a mantê-los engajados enquanto você impulsiona as vendas.
Quando você entende as necessidades e preferências de seus clientes, pode aumentar sua própria produtividade e  concentrar seus esforços nos pontos de contato que mais precisam de melhorias.
Crie experiências consistentes que alinhem suas estratégias de marketing digital com o conteúdo digital de alta qualidade que seus clientes esperam.
Por: Cristiane Rocha Thiel. - https://cristianethiel.com.br

segunda-feira, 18 de junho de 2018

O FUTURO DO MERCADO É GRISALHO!

No mundo, o número de idosos aumentará rapidamente e passará de 606 milhões (no ano 2000) para perto de 2 bilhões, em cinquenta anos. 
O aumento será mais marcante nos países pobres, onde a população idosa se quadruplicará, passando de 374 milhões para 1,6 bilhão


Além do envelhecimento populacional, de 2010 a 2015 tivemos uma taxa decrescente de crianças e jovens. A população acima dos 50 anos está aumentando e a taxa de natalidade diminuindo. 

Estima-se que em 2040 aproximadamente 57% da população ativa será composta por pessoas com mais de 45 anos.O Brasil envelhece rapidamente: de 21 milhões em 2010 (11%) para aproximadamente 65 milhões (30%) em 2050. Em 2046, haverá 238 idosos para cada 100 jovens, o dobro dos valores atuais (112 para 100). Entre 1940 e 2015, a expectativa de vida teve aumento de mais de 30 anos e passou de 40,7 para 75,5 anos. A projeção para 2050 é de 80,7 anos.


Somente um quarto dos brasileiros irá parar de trabalhar totalmente na idade da aposentadoria, os outros continuarão a trabalhar em algum nível após a idade de se aposentar.

Alguém duvida que o futuro do mercado de trabalho pertence aos profissionais com mais idade cronológica? Nosso desafio é desestimular a saída precoce deles do mercado de trabalho e, claro, mudar o estigma de um idoso já desvinculado social, cultural e economicamente que carrega o rótulo e a etiquetagem da inflexibilidade perante as mudanças, da improdutividade laboral e da falta de conhecimento tecnológico.

É preciso mudar essa cultura assistencialista da aposentadoria por idade, aquela figura do idoso como um velhinho que precisa de cuidados já passou. Setenta por cento dos brasileiros querem se manter ativos após a aposentadoria. Estamos mais saudáveis e continuamos produtivos, e o País precisa disso!

Mesmo com as pequenas alterações trabalhistas que entraram em vigor em novembro de 2017, a problemática de idade na empresa ainda não foi abordada. Você já deve ter visto o grande desafio que profissionais acima dos 47 anos de idade enfrentam para serem recolocados e contratados por qualquer empresa no Brasil.

Muitas empresas querem contratar serviços dos profissionais seniores, os idosos querem e precisam trabalhar. Para que essa combinação dê certo é preciso seguirmos ampliando as mudanças nas leis trabalhistas, pois nesse cenário acredito que os empregados mais velhos provavelmente desejariam ser produtivos por mais tempo.

Se essa previsão se concretizar, algumas práticas terão de ser revisadas no setor privado, tais como locais de trabalho mais favoráveis e com uma série de adaptações para os idosos, cargos e horários flexíveis e oportunidades de treinamento.

Por tudo isso, provavelmente no futuro teremos uma nova visão sobre a velhice. A ideia de envelhecimento deixará de ser associada ao acréscimo de anos à vida e passará a significar mais vida aos anos.

Já passou da hora de termos um novo entendimento sobre o assunto e enxergar as oportunidades de negócios criadas pelo aumento da população mais velha, com suas necessidades e interesses específicos, algo que poucas empresas já perceberam.

O futuro sem dúvida será dos cabelos brancos. Mas se a imagem que lhe veio à mente foi asilos, consultórios médicos e hospitais, quebre esse paradigma. Ver idosos por uma ótica discriminatória de declínio só consolida estereótipos.

Convido você a traçar um quadro realista dos “novos” idosos. Observe e valorize sua sabedoria, experiência, autoridade moral e liderança. Ao focarmos essa perspectiva, se tornarão mais valiosos no mercado de trabalho.

Copiado: http://www.gestaoenegocios.digisa.com.br

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Tempo de Guarnicê - Novilho Brasileiro (urrou) - Boi de Pindaré



Tempo de Guarnicê - Novilho Brasileiro (urrou) - Boi de Pindaré

Tempo de Guarnicê - Bela Mocidade



Tempo de Guarnicê - Bela Mocidade

Tempo de Guarnicê....Orgulho de ser Maranhense...



Papete - Boi da Lua

GESTÃO DE MUDANÇAS - VOCÊ SABE COMO FAZER ?

A Gestão de Mudanças (GMUD) é crucial para a implementação de uma nova tecnologia, processo ou sistema nas empresas, pois, muitas vezes, os colaboradores só percebem o lado negativo da mudança, como alterações no fluxo de trabalho, perda de produtividade e outros.
O planejamento da mudança e sua gestão (GMUD) são componentes críticos para garantir a implantação de um novo processo, sistema ou tecnologia no ambiente corporativo. Independentemente de você querer implantar um novo sistema de Gestão do Desempenho Corporativo (CPM), RH (HCM), um novo ERP ou, até mesmo, substituir um grande equipamento, planejar a gestão de mudanças lhe permitirá comunicar, com sucesso, seus novos processos e facilitará sua adoção pelos colaboradores.

Como saber se você precisa de um Plano para a Gestão de Mudanças?

A regra geral é: Sempre que desejar implementar mudanças em um processo de negócios ou tecnologia, você precisará planejar sua Gestão de Mudanças.

São vários os elementos fundamentais para a construção de um plano de gerenciamento de mudanças. Porém, alguns passos são essenciais para garantir que seu plano de gerenciamento de mudanças aconteça da melhor maneira:

  • Defina claramente o objetivo do projeto e seus principais resultados

Como se espera que o projeto afete sua empresa? Que mudanças organizacionais e comportamentais ele deve provocar? Com relação à rentabilidade, como ela será afetada? Quais os fatores que, se alcançados, determinarão o sucesso do projeto?

  • Identifique as áreas e/ou processos da empresa que serão impactados com a mudança

Quais são os controles, tecnologias e sistemas existentes? Quais áreas e/ou processos fazem uso destes controles, tecnologias ou sistemas?

  • Enumere os riscos e procure definir ações para a mitigação de cada um deles

Ter ciência dos riscos relacionados à uma mudança é o primeiro passo para a definição de ações capazes de eliminá-los ou de reduzir seu impacto, caso ocorram ao longo do projeto, aumentando as chances de sucesso.

  • Determine a estratégia de comunicação com base no objetivo do projeto, resultados esperados, áreas ou processos impactados e riscos identificados

Estabeleça um plano de comunicação levando em consideração cada um destes itens. Não se esqueça de envolver seus colaboradores e procure entender como eles percebem a nova tecnologia ou processo. A mensagem resultante da estratégia de comunicação deve levar em consideração os temores e preocupações dos funcionários. Uma estratégia de comunicação bem definida tem como objetivo obter o alinhamento das expectativas sobre o projeto por toda a organização.

  • Crie o plano de comunicação

Qual o tipo de comunicação (email, apresentações, reuniões, etc) é o mais adequado para cada etapa e mensagem relacionada ao projeto? Com qual frequência as mensagens serão enviadas? Qual o público-alvo de cada um destes comunicados?

  • Identifique e envolva os stakeholders

São as partes interessadas que, no fim, se beneficiarão do sucesso do projeto e, portanto, do sucesso do plano de gestão da mudança. Eles influenciarão e ajudarão a impulsionar a adoção do novo processo, sistema ou tecnologia. Portanto, devem ser envolvidos desde o início e ter ciência, durante a execução, do progresso do plano.

  • Identifique e engaje os multiplicadores da mudança

Os multiplicadores da mudança são os colaboradores que promoverão a disseminação do novo processo, sistema ou tecnologia por toda a organização. O papel dos multiplicadores é o de influenciar e provocar a curiosidade dos demais funcionários sobre o projeto. Os multiplicadores da mudança, geralmente, são seus colegas de trabalho. Opte por escolher pessoas em quem você confia, que possuam uma boa rede de relacionamentos e que sejam habilidosos no relacionamento com os demais colaboradores da empresa.

  • Crie um bom e completo plano de testes

Uma boa estratégia de testes é fundamental para a adoção do novo processo ou tecnologia. É essencial definir o teste certo para cada etapa do projeto. Este momento é uma oportunidade para que os colaboradores ponham a “mão na massa”, o que pode deixá-los animados com o que está por vir. É muito importante aproveitar este ânimo para angariar novos multiplicadores da mudança na empresa. Procure motivar os colaboradores envolvidos em um teste que não alcançou o resultado esperado, evitando que estes se transformem em detratores da mudança.

  • Defina um plano de contorno ou remediação

Os planos de contorno ou de remediação descrevem as ações necessárias para retomar o processo após a implantação malsucedida de uma mudança. Muitas vezes, o plano de remediação pode incluir o retorno à situação anterior, permitindo a continuidade do processo até a realização de uma nova tentativa.

  • Use o treinamento para ensinar e também para o marketing

Os colaboradores precisam saber como funciona o novo processo ou tecnologia. Aproveite o momento do treinamento para influenciar os participantes sobre os benefícios da mudança e como ela poderá ajudá-los no trabalho diário.
É papel do líder de gerenciamento da mudança coordenar essas atividades, mas é importante que ele conte com o apoio dos stakeholders, de outros líderes e também com pessoas do escritório de projetos – PMO – caso a empresa possua um. Aliás, é fundamental a participação do PMO na elaboração do plano de gerenciamento da mudança, bem como de seu cronograma.
Para ajudá-lo, elaboramos um check-list a ser seguido quando for pensar o planejamento para a gestão da sua mudança. Confira abaixo:

  • Os desafios da Gestão de Mudanças (GMUD)

A gestão de mudanças impulsiona a adoção dos processos e da tecnologia que você está usando para suportar esses processos. No longo prazo, sua estratégia tecnológica e seu retorno do investimento (ROI) dependem dessa adoção. Não subestime, portanto, a gestão da mudança. Dedique tempo e recursos na criação de um plano detalhado e procure contar com pessoas que serão capazes de executar bem esse plano.
O gerenciamento da mudança tem muitas facetas, do engajamento das partes interessadas até a comunicação, vale quase tudo para conseguir com que os funcionários e gestores compreendam e se comprometam com a mudança. A maioria dos seres humanos é resistente à mudança, especialmente aqui no Brasil. Muitas vezes, ela pode ser vista pelos colaboradores como algo que complica os processos ou aumenta, ainda mais, sua carga de trabalho. Um plano de gerenciamento da mudança campeão é aquele que alivia essas preocupações, levando as partes interessadas a apoiar a nova tecnologia, processo ou sistema.
É importante identificar apoiadores e eventuais detratores de uma mudança. Em vários momentos acompanhamos excelentes projetos que, por questões políticas ou de inveja corporativa, sofreram sabotagem durante sua implantação. Se não contássemos com um produto de nível mundial, além de colaboradores altamente comprometidos com o sucesso do cliente na Siteware, poderíamos ter experimentado o insucesso nestas ocasiões.
  • As principais armadilhas na gestão de mudanças e como mitigá-las

Muitos projetos relacionados à implantação de um novo processo, sistema ou tecnologia falham devido à falta de investimento na criação de um bom plano para a gestão da mudança, assim, os colaboradores podem não compreender o motivo da implantação do novo processo, como ele funciona ou quais são os benefícios reais. A maioria das empresas somente informa seus funcionários sobre o novo processo durante o anúncio do go-live ou durante um treinamento obrigatório. Essas ações são insuficientes para que todos entendam o que acontecerá na organização com a mudança. Existem algumas atitudes a ser tomadas para mitigar a possibilidade de erros durante a jornada da mudança. Faça o download do nosso infográfico e deixe-o sempre por perto, para garantir o sucesso de suas empreitadas!

  • Fazendo acontecer

Seja qual for o novo processo, sistema ou tecnologia que você implementar, a gestão de mudanças é vital para seu sucesso, contribuindo para a diminuição do retrabalho e dos custos envolvidos no processo. A comunicação é fundamental para ajudar os colaboradores a compreenderem os benefícios que as mudanças trarão, garantindo que eles tenham o conhecimento necessário para executar o novo processo e utilizar o novo sistema ou a nova tecnologia sem depender de outros recursos.
Aqui na Siteware enfrentamos uma grande mudança durante a migração de dezenas de clientes e milhares de usuários do PortalSIM para sua nova versão, que agora se chama STRATWs ONE.
Neste momento estamos criando o plano para a gestão da mudança dos mais de 500 clientes e outros milhares de usuários das soluções da ControlCorp, empresa incorporada pela Siteware em 2016. Todos os pontos discutidos ao longo dessa postagem estão sendo levados em consideração na criação deste novo plano.
Assim como nós, você também pode executar o seu planejamento de gestão de mudanças da melhor maneira possível. Baixe nos infográficos, fique de olho em nosso blog (pois, em breve, publicaremos mais artigos para lhe ajudar) e conte com as nossas soluções para o sucesso de sua operação!
Copiado: https://www.siteware.com.br/

quarta-feira, 13 de junho de 2018

Tipos de Liderança: Quais os Tipos e Como Funcionam?

Líderes e gestores vivem num contexto organizacional que exige de cada um deles diferentes tipos de liderança para atingir seus objetivos e metas junto com sua equipe.
Ser um bom líder resulta em melhores resultados de seus colaboradores e também da sua empresa. A busca por líderes qualificados é cada vez maior, com isso, estes estão cada vez mais adeptos de treinamentos que aprimorem ainda mais o conhecimento que já possuem. Gerir e conduzir pessoas não é uma tarefa fácil, pois requer bastante disciplina.
A discussão sobre líderes e os tipos de liderança da atualidade surgiu da necessidade de compreender estes modelos e a sua importância nas organizações. 
A liderança está presente em todos os momentos e situações, tanto no âmbito pessoal, quanto no organizacional.
Toda organização precisa de uma pessoa que tenha a habilidade de acompanhar, motivar e gerir equipes de maneira eficaz. O líder dentro do ambiente corporativo administra os demais colaboradores, garantindo que os processos estejam sendo feitos de maneira assertiva e com os resultados planejados dentro dos prazos definidos.
É importante entender a diferença entre o conceito de liderança com gerência ou direção. Apesar de ser necessária a presença de líderes em todos os níveis hierárquicos de uma empresa, nem sempre um líder será um gerente.
Vamos ver quais os tipos de liderança podem influenciar diretamente no desenvolvimento e comportamento de seus colaboradores.
Autoritária - 
Essa é provavelmente um dos tipos de liderança mais presentes nas corporações atuais. A liderança autoritária costuma ter seu foco na execução de demandas, seguindo de forma rigorosa as regras pré-estabelecidas. A liderança é autocrática pois é a opinião em que irá contar no final, definindo as decisões a serem tomadas sem promover a participação de outros colaboradores. 

Entre os tipos de liderança, este pode implicar em sérios quadros de desmotivação nos funcionários, gerando também improdutividade.
O líder autocrático costuma ser dominador, e com isso, é temido pelo grupo que só trabalha quando ele se encontra presente. Por isso, é mais conhecido como um chefe do que propriamente um líder.

Liberal

Estes tipos de liderança funcionam realmente como o nome sugere, costuma ser mais liberal por deixar os colaboradores mais livres para exercerem suas funções e tomarem suas próprias decisões. Isto pode ser extremamente eficiente, por deixar os colaboradores mais motivados a trabalharem da forma que mais for conveniente para eles.
Mas, por outro lado, há também a possibilidade de algum funcionário irresponsável se acomodar com tamanha liberdade e deixar suas tarefas para segundo plano e se dispersar pela falta de controle. Então, é bom tomar cuidado.

Visionária

Os tipos de liderança podem ser bastante amplos, afinal, cada pessoa age de um jeito. Mas, se você possui um senso de oportunidade e um otimismo nas funções que desempenha, é empreendedor e tem disposição para correr riscos, você estará exercendo uma liderança visionária.
Essa capacidade de prever as reações do mercado está aliada em pesquisas e análises de comportamento das pessoas sobre produtos ou serviços do mercado. Esse tipo de liderança reconhece a importância dos colaboradores para a obtenção de bons resultados e busca motivá-los constantemente.

Democrática

A liderança democrática é um dos tipos de liderança onde possibilita que todos os liderados façam parte das decisões importantes do grupo, aceitando ideias, sugestões e críticas visando construir um aperfeiçoamento das atividades e da organização como um todo. Na liderança democrática, o líder encoraja a participação de todos, preocupando-se igualmente com o trabalho e com o grupo como um todo.
Esta liderança dá espaço para uma comunicação interna muito mais efetiva, criando laços de relacionamentos que com uma liderança autocrática, por exemplo, isso não seria possível.

Situacional

Quando um gestor pode escolher entre os tipos de liderança de acordo com a tarefa que será executada, as pessoas e a situação em que será enquadrada. Esta liderança é conhecida como situacional, onde o administrador ordena os subordinados para cumprir ordens, como também sugere a realizar certas demandas com uma consulta prévia antes de tomar decisões. A ideia é adaptar a melhor escolha de acordo com o tipo de situação em que a pessoa estiver vivendo.
Os líderes bem-sucedidos conseguem adaptar seu comportamento e acordo com as necessidades de seus liderados. Ele tende a enfrentar situações com variações na capacidade e no empenho do  desenvolvimento dos colaboradores ao realizar tarefas. 

Esta variação exige diferentes tipos de conduta ao orientar os colaboradores em suas tarefas.
Motivadora
O líder motivador está sempre em busca de atingir os objetivos atuando sobre o emocional de seus colaboradores. Ao motivá-los, acaba extraindo deles um potencial muitas vezes ignorado ou sequer conhecido.
O líder motivador geralmente exerce um papel importante em momentos de crise, pois é capaz de unir pessoas, propósitos e objetivos apenas com suas palavras e seu exemplo. Ao contagiar os demais com sua confiança e seu otimismo, acaba estimulando todo o grupo a seguir da melhor maneira com os processos em curso e, assim, alcançar os resultados planejados.

Leader Coach

O Leader Coach funciona quando a liderança é baseada nos princípios do Coaching. Este líder costuma ser seguido como exemplo, por isso, idealiza aos seus colaboradores a ideia de acompanhar o “certo”.
A ideia do Leader Coach é estimular o desenvolvimento de novas habilidades e aprimorar aos poucos as capacidades e competências identificadas de cada um, como comunicação, foco, liderança, para potencializar seus resultados.

Técnica

Neste tipo de liderança, o líder é respeitado por ser o detentor do maior conhecimento e acabar possuindo uma grande capacidade técnica sobre determinados assuntos. Por ter maior aptidão, suas decisões são respeitadas e seguidas conforme indicado, passando segurança aos liderados, para que eles possam dispor desse conhecimento para auxiliá-los. O líder serve como modelo de sucesso a ser seguido, demonstrando por sua própria trajetória que dedicação e empenho desempenham excelentes resultados

É importante que esse líder entenda o papel em que exerce e a admiração que pode despertar sem deixar que isso o transforme em uma pessoa autoritária.
Uma coisa é certa, independente dos tipos de liderança existentes, um bom líder sempre irá:
  • Tomar decisões e comunicá-las aos colaboradores;
  • “Vender” (convencer) sua decisão aos colaboradores;
  • Apresentar suas ideias e solicitar possíveis questionamentos;
  • Apresentar o problema, pedir sugestões para tomar a decisão;
  • Definir limites de acordo com o que grupo opinar;
  • Dar permissão para que o grupo decida de forma livre.
Na prática, um bom líder adota mais de um desses estilos apresentados, mas tudo irá depender de quem é o líder propriamente, quem são os colaboradores e das atividades exercidas.

Um bom líder é também aquele que procura tirar o melhor de seu colaborador, fazendo com que ele se inspire a ser desafiado todos os dias.  Pensando em lhe ajudar a se tornar um líder melhor através dos tipos de liderança listados, separamos algumas dicas para você começar a praticar agora mesmo:

1- Desenvolver autoconhecimento

Autoconhecimento é fundamental para qualquer situação, e para desenvolver qualquer um dos tipos de liderança ela é ainda mais importante, pois auxilia a entender as próprias características para utilizar as boas em ações que favoreçam a organização e sua equipe.

2- Compartilhar Informações

As informações de uma organização não devem ser mantidas somente pela liderança, com ela propagada, é possível ter um time mais conectado e atualizado sobre o que acontece no dia a dia a empresa. É importante saber o porque e como tais decisões são tomadas, sem contar que isso proporciona uma comunicação no ambiente de trabalho muito mais eficiente.

3- Incentivar o comportamento de liderança

Os tipos de liderança acabam refletindo nos liderados as atitudes tomadas, influenciando em diversos fatores. Um deles, é o comportamento de liderança, que pode gerar admiração e um espelhamento nas tarefas a serem desempenhadas, aprimorando suas competências e se tornando ainda mais capazes de conduzir seus times para a produtividade e sucesso da corporação.

Conclusão

Os tipos de liderança listados são alguns dos exemplos existentes, porém, o líder que você deseja ser só irá depender dos objetivos em que deseja alcançar.
Oferecer treinamentos que capacitem um funcionário é uma forma de investir na sua empresa, no seu colaborador e principalmente, nos resultados entregues.
Portanto, se você deseja implementar algum dos tipos de liderança mas ainda não encontrou o caminho certo, opte por ir testando aos poucos e descobrir qual pode funcionar melhor.
Por: Rafaela Espíndola - https://www.edools.com

terça-feira, 12 de junho de 2018

Homes Offices são de Marte. Coworkings são de Vênus



Nessa minha recente e intensa “jornada empreendedora”, Home Office é quase que uma constante na minha rotina. Mas admito que não é fácil. 

Em casa, fica quase impossível separar “home” do “office”.

Quando estou em casa, mal dá para não responder a um e-mail, atender a uma ligação ou preparar o material da próxima reunião.

Os anos 2000 sedimentaram o conceito Home Office. Pelo menos foi esse o grande slogan de campanha dos principais lançamentos imobiliários nos dois booms que tivemos desde o início deste século. 

Mas você já parou para pensar que, desde lá, qualquer cômodo extra virou um “home office”? 

Pois é.


Dias atrás, vivi um momento diferente. Em uma brincadeira lúdica entre minha mãe, a vovó da minha filha, com 4 anos, refleti sobre este modelo de trabalho em casa. 

E, justamente, depois de uma brincadeira da minha pequena: “Vovó, vamos brincar de mamãe e filhinha? Eu sou a mamãe e você a filhinha. 

Eu fico aqui no computador e você brinca ali enquanto eu trabalho”, disse ela.

A brincadeira pegou fundo.

Será que é esse o modelo que ela tem de mim? 
Em casa e trabalhando? 
A verdade é que sim... Afinal, não é todo o tempo que consigo estar disponível. Quantos “calls” ao som de “mamanheeeeeee” tenho feito? (E quem nunca fez uma ligação do banheiro, levante a mão.) 
Quantos vídeos tenho interrompido por conta do meu vira-lata Woody estar latindo? 
Quando a poeira baixou, pensei comigo: “Será que Home Offices são para as mães?”

É diferente dos Coworkings, onde você entra e sai quando quer, pega um cafezinho (tão vital quanto respirar para mamães dos pequenos), há música de fundo (que ajuda a manter você acordada) e tem sempre alguém pronto para resolver um problema de conexão ou “TI básica”.

Ah, e tem programação de eventos e uma agenda que NÃO depende de você! Uau!

Mulheres x Coworkings

Segundo dados do IBGE: “Nos últimos 50 anos, as mulheres têm deixado de atuar apenas no ambiente privado para também se lançarem no mercado de trabalho. Os avanços nas leis trabalhistas permitiram o crescimento dessa mão de obra. 
Em 2007, as mulheres representavam 40,8% do mercado formal de trabalho; em 2016, passaram a ocupar 44% das vagas”.

Já de acordo com o censo Coworking 2017, no ano de 2015 existiam 238 espaços catalogados. Este número aumentou 52% para o ano seguinte, chegando em 378 e um salto de incríveis 114% no ano seguinte, registrando 810 espaços, de acordo com o levantamento.



Se o percentual de “coworkers”, ou da comunidade, é, em sua maioria, composto por mulheres, não tenho como precisar. Muito menos não tenho como afirmar que os números acima estão diretamente relacionados.

Tenho percorrido pelo modelo de espaço de trabalho compartilhado e conhecido diversos deles que compartilham empresas, startups, profissionais liberais, eventos e conhecimento em geral.

E, posso dar a minha visão de que Home Office x empreendedorismo x casal de filhos pequenos (2 e 4 anos) + um cachorro, combinam pouco neste momento.

Homes Offices são de Marte. Coworkings, mais femininos, são de Vênus.

 Concorda?

Por: Elisa Rosenthal Tawil