segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Employer Branding: trabalho integrado para desenvolver e reter talentos

Ser uma empresa procurada pelos melhores profissionais do mercado é, possivelmente, o sonho de toda organização. No entanto, foi-se o tempo em que oferecer um bom salário era suficiente para atrair e reter talentos.

 A dinâmica do mercado exige que as empresas possuam pessoas estratégicas nas principais áreas e a área de recursos humanos precisa, cada vez mais, se alinhar com a visão do negócio. 

Normalmente, as corporações criam as estratégias de marketing e de branding com foco no consumidor. 

O Employer Branding surge como um diferencial estratégico, pois volta o olhar para dentro da organização, aplicando um conjunto de técnicas usadas para atrair, desenvolver e reter profissionais qualificados. Difundido na Europa e nos EUA desde os anos de 1990, o Employer Branding representa para as empresas brasileiras uma possibilidade de diferencial competitivo. 

“Atualmente as pessoas trabalham por paixão, querem ter voz e ajudar na construção de um propósito maior, não se motivam apenas pela remuneração. Isto traz uma complexidade positiva para as organizações, que devem identificar seu propósito e sua essência para conseguir se conectar com os talentos mais aderentes à sua realidade”, explica Priscila Pacheco, Gerente de Comunicação Interna e Employer Branding da Danone.

Cada vez mais exigentes, os profissionais da atualidade que querem criar, realizar e inovar, buscam qualidade de vida aliada a boas condições de trabalho, que vão desde um ambiente tranquilo e acolhedor, flexibilidade de horários, possibilidade de home office e benefícios relacionados a lazer, cultura e diversão. 

Um estudo divulgado pelo Hay Group, em fevereiro de 2015, mostra que as empresas têm avançado pouco para garantir a satisfação do funcionário e a retenção de talentos. A pesquisa, com 906 empresas no Brasil, mostra que embora 74% das corporações considerem um tema muito importante, apenas 26% têm estratégias estruturadas para garantir a retenção de talentos. Claudia Sérvulo, gerente corporativa de comunicação e responsabilidade social do Grupo Solvi, acredita que, no cenário atual em que a crise é econômica e ética, há aspectos que favorecem a retenção de talentos e outros que a dificultam. “A instabilidade econômica pode indicar escassez de oportunidades no mercado e insegurança para fazer a mudança, o que gera, em um primeiro momento, a permanência do funcionário. A questão, no entanto, refere-se ao nível de engajamento que esse profissional demonstrará”, alerta.

Trabalho em parceria
A empresa precisa construir um programa consistente e tratar seus funcionários como parte de um time. Os profissionais precisam saber com clareza o que a empresa oferece. 

Assim, poderão escolher as companhias que mais se adaptam ao seu perfil. Para Alinne Rosa Aguiar, diretora de Recursos Humanos da Kantar Worldpanel Brasil, grande parte das empresas atua de forma reativa para reter os profissionais e acaba por tomar ações imediatistas mediante o risco de perder os talentos, mas essa não é a tática mais eficaz. “A estratégia de retenção deveria estar muito mais relacionada ao clima, cultura, valores e senso de pertencimento do que na preocupação de como ser financeiramente mais competitivo do que os concorrentes para garantir a permanência das pessoas na empresa”, ressalta.

As técnicas de Employer Branding só apresentam resultados positivos se todas as áreas da empresa trabalharem de forma integrada. 

Quando o RH, a Comunicação e o Marketing têm a mesma visão, a mensagem de uma boa empresa para trabalhar se torna poderosa. Claudia Sérvulo explica que investir na fluidez da comunicação interna de forma preventiva é importante para a prontidão em momentos de crise. “Se a companhia investir no relacionamento com seus funcionários, prezando o desenvolvimento de um clima de qualidade e com comunicação fluída, a turbulência da crise pode inclusive ser um momento de maior produtividade, mobilizando funcionários já engajados para a construção de soluções comuns”, explica.

Para construir e fortalecer a marca de uma empresa é preciso ter no time pessoas engajadas com a causa e com a missão da empresa. “Há algum tempo, percebemos que a estratégia mais eficaz para emplacar o Employer Branding é ter os próprios colaboradores como embaixadores da marca. Nós nos preocupamos continuamente em gerar um ambiente de trabalho em que as pessoas sintam-se ‘donas do negócio’, capazes de empreender, realizar coisas novas e imprimir sua marca”, declara Alinne.
Para a empresa, identificar os valores é fundamental para descobrir sua essência e conseguir não somente atrair, mas também reter os profissionais que conseguirão se desenvolver com mais facilidade na organização, e que irão constituir o principal diferencial competitivo da empresa, entregando os melhores resultados e tornando o negócio sustentável. Por isso, é preciso organizar uma proposta de valor para a empresa e apresentá-la em forma de projetos, programas e ações. Utilizar valores corporativos para construir um Employer Branding forte traz diversos benefícios para todos.
Dentre outros benefícios, podemos destacar:
  • ·         Atratividade de talentos de alto nível com menor esforço da área de RH;
  • ·         Diminuição da rotatividade de funcionários;
  • ·         Redução de custos rescisórios e de recrutamento;
  • ·         Melhora na produtividade, devido à retenção de talentos;
  • ·         Preservação do capital intelectual da empresa.

Como comunicar?
  • ·         Seja transparente: comunique os valores que a empresa realmente possui.
  • ·         Atenção na forma: busque modernizar os canais de comunicação, pois está cada vez mais difícil atingir os colaboradores pelas ferramentas tradicionais.
  • ·         Tenha conteúdo: trabalhe na construção de uma proposta sólida de valor da empresa, construa os programas e pense nos benefícios que pode oferecer aos profissionais. Somente depois parta para a estratégia de comunicação.


Copiado: http://blogpix.seepix.com.br/

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Relacionamentos – o que é isto?


“Carinho antes é interesse; depois é relacionamento”. (Romeo Busarello)

Gosto muito desta frase. Ela sintetiza a essência do marketing de relacionamentos, posto que se constitua na tática central - a sedução, dentre os esforços de marketing para obter a vantagem competitiva num cenário de alta competitividade.


Há mais cem anos Frederick W. Taylor já pregava: “Devemos recordar sempre que o mais importante em qualquer negócio são as boas relações”, com o que Peter Drucker corroborava: “No século XXI, os relacionamentos serão a maior geração de riquezas”. 


Há alguns anos atrás, quando ainda não existiam supermercados e magazines, os comerciantes praticavam o marketing de relacionamentos de forma intuitiva e espontânea. Conheciam e sabiam das preferências de sua clientela e a tratavam de forma personalizada, com isso conseguiam clientes fiéis por uma vida toda.


Presenciei outro dia um fato que me fez sentir a força do marketing: um amigo recebeu uma mensagem de um motel parabenizando-o pelo aniversário e presenteando com uma estadia gratuita sem restrição de dia ou horário. Percebi duas coisas: a satisfação do amigo por ter o aniversário lembrado e a ausência de condicionantes por parte da empresa.


Vemos muitas ações iguais a esta, porém com restrições. Em determinados segmentos de mercado, o brinde só tem validade para determinados dias da semana ou em determinadas condições. Isso não é carinho! 



Presentear é um ato incondicional, sem restrições, diferente das ações de fidelização dos programas de milhagem como, após a compra da décima pizza, temos direito a décima primeira grátis, que será entregue no próximo pedido, pois o estabelecimento não que arcar com o ônus do frete. Mesquinhez é pensar pequeno e pode redundar em efeito contrário ao pretendido. 


Fatores que promovem ou reforçam os relacionamentos são derivados de atitudes que atingem o emocional das pessoas, não o bolso. Isto é foco do cliente, não no cliente, é perceber o que o contenta e o que o torna fiel à marca ou a empresa. 


Toda manifestação de consumo tem caráter emocional, por isto quando falamos em marketing, estamos falando de ações que falam ao emocional dos clientes e, relacionamentos são pontes para chegar lá, são imãs que atraem clientes a fornecedores, são as algemas invisíveis que os retém.


"As táticas ‘ganha-ganha’ estabelecem relacionamentos, senão vejamos o que ocorre nos processo de simbiose na sábia natureza: a flor empresta o néctar à abelha e em contrapartida esta a poliniza; algumas aves se fartam dos frutos das árvores e para compensar espalham suas sementes pelo solo; os esquilos escondem as nozes e esquecem algumas, realizando um plantio involuntário, promovendo a perpetuação da espécie."


Em tudo, “a primeira impressão é a que fica”, portanto não podemos desperdiçá-la. Excelência no atendimento, cumprimento das obrigações contratuais (ou promessas) na entrega, aceitação das reclamações como uma oportunidade de correção e melhora do serviço ou produto, pois são oportunidades por vezes, únicas de o fornecedor mostrar seu empenho em agregar valor. 



Clientes fiéis reclamam quando têm uma experiência ruim porque querem ver seu problema resolvido, acreditam na marca/empresa e querem melhorá-la, já os clientes infiéis vão embora sem o menor remorso e pior, ainda falam mal da empresa.


É imperativo que tratemos os clientes de forma diferenciada, pois para o consumidor a percepção é a verdade e não justificamos, discutimos ou criticamos percepções – simplesmente orientamo-nos por elas! 


Nosso dia-a-dia com fornecedores mostra exemplos de como ferir relacionamentos: os “Fale Conosco, que não dão retorno ou mandam mensagens automáticas sem direito a respostas. Os “0800...” que deixam o cliente esperando vários minutos e ainda temos que ouvir uma gravação eletrônica sobre as qualidades da empresa.


Quando você se tornar um profissional de marketing, não se esqueça do ‘gap’ de como era tratado e do como gostaria de sê-lo. Pois necessidades, interesses e desejos derivam das emoções – emoção é manifestação de gente - gente é cliente e cliente é o objeto do marketing. Há que ser ter empatia. 



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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

9 Filmes Que Servem De Motivação Para Empreendedores

Abrir o seu próprio negócio não é uma tarefa fácil. Há obstáculos, dias corridos e cansativos. Mas, ser um empreendedor é exatamente isso: superar cada dificuldade sem se render. No entanto, uma pausa para o descanso é mais que  necessário.
Então aproveite  este  momento  para  buscar entusiasmo  com filmes que relatam histórias e pessoas  que  driblaram  os  problemas  e alcançaram seus objetivos.
Seja ele uma aventura, uma comédia ou um documentário que o convite a reflexionar. Uma boa história nos motiva. Para ajudar, criamos uma lista de nove filmes que marcaram um antes e um depois na mente dos empreendedores de todo o mundo, durante o processo de criação ou amadurecimento de uma ideia.
Inspire-se e celebre as conquistas das grandes lições.
1- Chef (2014)
cena filme Chef (2014)O ator e diretor Jon  Favreau  interpreta  o  chef  Carl  Casper, que  trabalha em um restaurante que impõe limitações para a sua criatividade e, além disso, passa a ser massivamente criticado pela mídia.
Neste cenário, ele decide mudar a sua vida e, mesmo sem saber qual seria o primeiro passo a ser dado, se muda de cidade  e monta um caminhão de comida cubana ambulante.
2- Piratas do Vale do Silício (1999)
Cena filme Piratas do Vale do Silício (1999)Este filme é inspirador principalmente para os micro-empreendedores das start-ups. Mesmo com alguns dados não verídicos, o filme mostra, em uma linguagem de documentário, os primeiros dias do início da febre tecnológica no principal centro de inovação dos Estados Unidos e o surgimento de Bill Gates e Steve  Jobs. 
Uma  visão  interessante  da  rivalidade  entre  os  fundadores  da Microsoft e Apple.
3-A rede social (2010)
cena A rede social (2010)Ainda no universo do Vale do Silício, o tema principal deste filme é se perguntar se no momento de criar uma empresa, o mais importante é a ideia ou a execução dela. No enredo, o longa mostra como Mark Zuckerberg passou de um estudante de Havard a um jovem capaz de lançar a rede social mais popular do mundo.
Ou, como fazer com que uma start-up tenha êxito ao exibir algumas qualidade como flexibilidade  e  resistência.  Ideias,  desenvolvimento  e  rentabilidade,  os  fatores -chave na vida de um empreendedor.
 4-Jerry Maguire – A grande virada (1996)
Neste filme, o protagonista Jerry Maguire (Tom Cruise), um agente esportivo que busca impor seus valores morais e esforços, acaba deixando seu trabalho de anos para perseguir seus sonhos.
Com muita dedicação e um bom uso das relações públicas, este longa é inspirador porque mostra a reconstrução, desde o zero, de uma vida executiva de sucesso.
5-The Corporation (2003)
cena filme The CorporationProduzido e dirigido pela dupla Jennifer Abbott e Mark Achbar, o documentário teve roteiro adaptado do livro "The Corporation: The Pathological Pursuitof Profit and Power",  do  escritor  Joel  Bakan.  Por meio  de  uma  análise  crítica, o filme mostra o impacto das corporações no cotidiano das pessoas.
“Acho o filme muito contundente,  a  brincadeira  de  apresentar  cada  empresa  como  se  fosse  uma pessoa psicopata é uma sacada inteligente. E a reflexão que fica: até que ponto se deve ir em busca do lucro máximo?”, conta a diretora e roteirista Mara Mourão.


6-Inside Job (2010) 
cena Inside Job
O  documentário de Charles  Ferguson é uma reflexão sobre a crise financeira global que começou em novembro de 2008. Dividido em cinco partes, Ferguson, explora  a forma que as  mudanças  políticas e os métodos  econômicos  aplicados  por bancos contribuíram para o início da crise.
7-À Procura da felicidade (2006) 
Baseado  na  vida do  empresário estadunidense Chris Gardner, o filme mostra de forma transparente e cheia de sentimentos como as dificuldades serviram de oportunidade para Gardner não desistir de seus sonhos.
É um exemplo de como criar resiliência no ambiente profissional.
Quando o personagem percebia que os resultados de um projeto não agradavam, ele mudava as estratégias, passando por muitas dificuldades e sem medo de encarar longas jornadas, até atingir sua meta final.
 8-Lixo extraordinário (2010) 
cena lixo extraordinárioEsse é um documentário que ajuda a despertar o lado criativo dos empreendedores e a pensar em novas formas para as coisas que já existem.
O longa conta o trabalho do artista plástico Vik Muniz com catadores do aterro do Jardim Gramacho, o maior aterro sanitário da América Latina,  localizado  em Duque de Caxias, Norte da Baía de Guanabara.
O ponto central é a transformação na vida dos catadores que participaram do projeto, além  das  obras desenvolvidas com os materiais coletados que hoje valem uma fortuna.
9-Quem se importa (2014) 
cena quem se importaA  película, dirigida por Mara Mourão, estimula a reflexão sobre o empreendedorismo social.  Nele,  acompanhamos  diversas histórias de empreendedores engajados, entre eles, Muhammad Yunus, Prêmio Nobel da Paz, e Bill Drayton, fundador da Ashoka.
As filmagens foram realizadas em sete países.
“Percebi que hoje os jovens estão atrás de propósitos e não só de dinheiro, é incrível ver a empolgação e a conscientização que muitos adotam após o filme”, conta a diretora.
Copiado: http://economia.uol.com.br/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Autoestima e Sucesso

“A Autoestima é o que há de mais divino no ser humano. Pois, quando nada lhe resta, resta-lhe a si mesmo". (Cíntia Salvato)

Não sou psicólogo, portanto tenho que lançar mão de textos de especialistas sobre o tema, assim selecionei algumas frases de artigos na internet que corroboram minha mensagem.


“... autoestima é um ato de amor e de confiança consigo mesmo. Precisamos entender bem que são as duas coisas juntas: o "amor próprio" e a "autoconfiança". Faltando um destes ingredientes, não teremos uma auto-estima verdadeira”. (Chris Almeida é filósofo e psicoterapeuta - www.maisde50.com.br)



“A autoestima é a apreciação que uma pessoa faz de si mesma em relação à sua auto-confiança e seu auto-respeito. Através dela podemos enfrentar desafios e defender nossos interesses. É formada ainda na infância utilizando o tratamento que se dá à criança como peça chave, ou seja, se a criança for sempre oprimida em relação a suas atitudes terá baixa auto-estima e se a criança for sempre apoiada em relação à suas atitudes terá auto-estima elevada”. (Gabriela Cabral - http://www.brasilescola.com/psicologia/autoestima.htm)


“... (Autoestima) designa estruturalmente o surgimento de um sujeito, e não se trata de uma defesa, mas de uma etapa fundamental no desenvolvimento. É o momento em que as provisões de afeto que puderem ser recebidas serão interiorizadas, como certa sensação de segurança interna. É claro que não somente aí e sim durante toda a infância. Porém, esse momento, em especial, registra de maneira marcante a relação com o mundo”. (Leda Rebello - http://www.psicologiaesaude.com.br/artigo6.htm)


“... A autoestima é a melhor aliada do sucesso na vida pessoal e profissional e não há idade limite para conquistá-la. Os psicólogos são unânimes em afirmar que a auto-estima é a principal ferramenta com que o ser humano conta em enfrentar os desafios do cotidiano, uma espécie de sistema imunológico emocional, pois determina a forma como nos relacionamos com o mundo”. (http://pt.shvoong.com/social-sciences/psychology/1724696-auto-estima/)


Os três pilares básicos da estruturação do ser humano são: 1) Educação: estrutura a mente, 2) Alimentação: estrutura o organismo e 3) Afeto: estrutura a psique.


Não reconhecemos imediatamente a afetividade nas pessoas como são visíveis a educação e a saúde (física), porém ao longo da convivência percebemos as pessoas que foram criadas com afeto, posto que sejam agradáveis e sociáveis.



Não cabe a mim definir perfis de comportamento, mas via de regra, pessoas com menos valia (autoestima baixa) são pessoas defensivas, com certo grau de agressividade, algum desajuste e dificuldade de entrosamento. 

Desconheço alguma pesquisa sobre pessoas de sucesso e respectivas autoestima, mas seguramente haveria coincidência, desconsiderando certas patologias psicológicas, pelo menos é no que acredito. Vivenciei vários casos que me convencem disto. Creio que a autoestima possa ser desenvolvida ao longo de nossas vidas, porém quando é formada na infância pelo afeto recebido da família, ela se reflete ao longo da vida, de forma espontânea e instintiva.

O sucesso não ocorre por acaso, é fruto do ajustamento e aceitação da pessoa no grupo, comunidade ou sociedade a qual pertence, sendo equivalente a uma eleição, uma escolha feita por seus pares, uma preferência do melhor adaptado segundo o senso comum para o qual converge a aceitação. Isto ocorre em qualquer campo da atividade humana.



Naturalmente, quando pensamos em sucesso a idéia de fortuna é recorrente, mas isto não pode ser generalizado, afinal existe sucesso de pessoas nas ciências, literatura, religião, arte, etc. não implicando necessariamente em fortuna. 


Os motivos que levam ao sucesso são inúmeros e variados, a autoestima é primordial, mas não excludente. Competências e capacidades são necessárias para o atingimento do sucesso, porém a autoestima é importante na manutenção do êxito, na sustentabilidade.


Acredito serem tão importantes os cursos para aumentar a autoestima quanto os cursos motivacionais, posto que sejam componentes fundamentais para aumentar a produtividade de equipes profissionais, pois embora pessoas não sejam recursos, elas merecem investimentos.

Copiado: http://wagnerherrera.blogspot.com.br/

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Fidelização de Clientes: 5 Dicas Essenciais para Encantar o Comprador

Se tivéssemos que eleger a maior riqueza dentro de uma empresa, independentemente de seu porte ou segmento, não pensaríamos duas vezes: o cliente fiel. 
Segundo Steve Denning, autor de The Secret Language of Leadership, empresas que mantêm o foco na fidelização de clientes, ou no que ele denomina “encantamento de clientes”, garantem um exército de porta-vozes para sua marca. Esses clientes, com seu potencial de engajamento, funcionam como um núcleo de atração para novos compradores, e disseminam a boa imagem da marca.
Mais que isso, estima-se que manter um cliente fiel pode ser até cinco vezes mais barato que conquistar um novo, sendo que eles chegam a responder por até 65% de todas as vendas de uma empresa. Mas, afinal, como fidelizar clientes? Entenda neste post por que é tão importante investir na fidelização de clientes e confira como fazer isso com cinco dicas essenciais para encantar o comprador.
Satisfação versus fidelização
Ok, sua empresa oferece os melhores produtos e serviços e, por isso, está sempre atraindo novos olhares. Mas saiba que isso não é suficiente. Em um mercado cada vez mais concorrido, não há produto ou serviço bom o bastante que não possa ser copiado e ou melhorado. Mais do que qualidade na entrega, para fidelizar clientes é preciso ultrapassar os limites da satisfação pessoal do comprador.
Se, por um lado, um bom produto ou serviço abre portas, atrai o interesse e te coloca na briga de mercado, por outro, ele não é o suficiente para garantir que aquele cliente jamais ceda às tentações da concorrência. Este “encantamento” é um trabalho de médio a longo prazo e que inclui, além da qualidade do que se oferece, uma estratégia capaz de construir um vínculo afetivo entre a marca e o cliente. Veja a seguir 5 dicas para a fidelização de clientes:
1 – Atenda o cliente como ele gostaria de ser atendido
Comece encarando o atendimento como um diferencial. Ele é, talvez, o diferencial menos perene dentro de uma empresa, já que “quase” todo o resto pode ser reproduzido pela concorrência. Assim, ter — e manter — um bom atendimento é o primeiro passo para encantar clientes.
Mas, afinal, o que é um bom atendimento? Para Steve Denning, o atendimento diferenciado começa quando a equipe de vendas é treinada para atender o cliente como ELE gostaria de ser atendido. Uma boa equipe de vendas não insiste no atendimento (ou produto/serviço) que acha que é o melhor para o cliente. Ela capta os sinais dados pelo futuro comprador e embarca nas suas preferências e necessidades. Até mesmo o tipo de abordagem (mais ou menos agressiva), é definida de acordo com as respostas do cliente. Para isso, além de muita sensibilidade, o vendedor precisa saber calar seus pensamentos, ouvir e se colocar no lugar de quem está comprando.
2 – Direcione o foco para o cliente certo
Antes de gastar suas energias tentando abraçar o mundo, saiba que para fidelizar clientes é preciso manter o foco no público certo. Somente direcionando as ações estratégicas de sua empresa para as pessoas certas será possível garantir um atendimento de qualidade.
Quem são seus clientes em potencial? Onde eles estão? O que eles estão buscando? O que eles esperam dos seus produtos ou serviços? Saber responder a essas perguntas é fundamental para direcionar sua estratégia de negócio (e de marketing) para o público certo e garantir a fidelização de clientes. Não adianta pensar que é possível oferecer a todos os nichos o melhor atendimento do mercado. Não há produto ou serviço que agrade a todos.
3 – Fidelize clientes com a teoria da pirâmide invertida
Na teoria da pirâmide invertida, o cliente se encontra no topo, e para ele são destinados os maiores esforços dentro de uma empresa. Abaixo estão os vendedores e todos os que lidam diretamente com o cliente e, por fim, os líderes e gestores, aos quais cabe todo o suporte necessário para sustentação deste sistema.
A imagem descrita mostra o papel dos clientes dentro de uma empresa que visa a fidelização: eles são o motivo que justifica todo o trabalho. Aqui o foco não é o produto, nem os processos internos, mas sim o cliente. Vendedores, líderes e gestores se posicionam como o pivô que sustenta toda a estratégia de atendimento. Isso significa, na prática, uma cultura empresarial do bom atendimento, que além de visar o relacionamento de qualidade com cada cliente, reconhece o valor de ferramentas como SAC, ouvidoria, pesquisa de mercado, segmentação em marketing, entre outros.
4 – Para clientes fiéis, dê tratamento VIP
Se os clientes fiéis podem responder por até 65% de todo o faturamento de sua empresa, eles merecem, no mínimo, um tratamento diferenciado. Para isso, invista em ações de relacionamento como newsletters exclusivas, cupons de desconto e vantagens de um clube de fidelidade.
Para esse clientes, vale antecipar lançamentos e ofertas e investir em conteúdo personalizado. Lembre-se de que eles são o maior capital de sua empresa.
5 – Monitore, sempre
Toda ação voltada para a fidelização de clientes (seja uma campanha de e-mail marketing, ou o lançamento de um conteúdo exclusivo) pode — e deve! — ser monitorada. Para isso, conte com um bom CRM (Customer Relationship Management) e uma equipe focada em resultados. O monitoramento permite a otimização constante de sua estratégia e, a partir dos resultados de cada investida, você pode reunir cada vez mais informações relevantes sobre seu público-alvo, suas preferências de abordagem e necessidades. Encare esse processo como um ciclo virtuoso: quanto mais você monitora, mais conhece seu público e maior é a sua capacidade de criar estratégias para fidelizar clientes.
Pronto para dar o primeiro passo? Comece treinando sua equipe de vendas para um atendimento de excelência, reforçando junto aos funcionários valores e práticas de como ouvir o cliente para entender como ele deseja ser atendido, qual a abordagem mais eficiente para cada perfil, quem são os clientes foco dentro da empresa e como cativá-los em um processo contínuo que não se encerra na venda. Reforce essa estratégia e veja o processo de fidelização de clientes realmente acontecer!
Fonte: endeavor.org.br

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

8 Canais do YouTube - Empreendedor - inscrever já

Quem nunca quis montar, cozinhar ou solucionar algo e foi logo buscar um tutorial noYouTube? A plataforma está crescendo muito, especialmente com as oportunidades de dinamizar e acelerar o aprendizado, e nada mais justo que o empreendedor também se aproveitar dessa tendência. Para expor sua marca online? Talvez. Mas antes disso, para se capacitar com os milhões de vídeos que estão aí de bandeja e impulsionar ainda mais seus negócios!  Por isso, separamos 8 canais do YouTube, brasileiros e estrangeiros, nos quais você precisa se inscrever o quanto antes:
1. Endeavor Brasil  - Não poderíamos começar essa lista de outra forma! Sim, somos suspeitos para falar, mas o canal da Endeavor no YouTube tem um arsenal de vídeos incríveis de capacitação e inspiração em moldes diversos – pílulas, mentorias, webséries, palestras… Nas playlists, você encontra a divisão tanto por formato (Day 1, CEO Summit, Sonho Grande, Webinars e outros) quanto por tema. Isso sempre com grandes nomes de referência! Jorge Paulo Lemann, Abílio Diniz e Romero Rodrigues são alguns deles. Dentro os vídeos mais assistidos, o Day 1 do Robinson Shiba, fundador do China in Box, é invicto. Dá uma olhada nessa história:
2. TV Sebrae - O SEBRAE é um destino certo para donos de pequenos negócios se capacitarem. O canal divulga vídeos semanais que vão desde dicas curtas direcionadas a setores específicos (agronegócio, varejo de moda, turismo, e-commerce…) a webséries que tratam da dinâmica das economias locais ou mostram trocas de experiência entre empreendedores com algo em comum – como é o episódio do programa Afinidades.
3. Arata Academy - Seiiti Arata tem muitos anos de praça dando cursos que passam por produtividade e gestão financeira. Há 3, ele passou a compartilhar conversas e mini-aulas também no YouTube, dando dicas de desenvolvimento pessoal, seja você empreendedor ou não. Quer entender o impacto do Arata Academy? O vídeo abaixo, sobre liberdade financeira, traz desafios sensacionais e tem mais de 1,3 milhão de views!
4. Man in The Arena - Já falamos deles lá no artigo sobre podcasts, mas o conteúdo do Man in the Arena também está em vídeo! São quase 100 entrevistas com diversos empreendedores e inovadores que contam suas trajetórias até suas empresas ganharem nome. Entre os últimos destaques, estão líderes de organizações como Uber, School of Life e Catarse. Dá uma olhada no papo com o Marco Gomes, fundador da boo-box, empresa de publicidade recentemente adquirida pela FTPI Digital.
5. Inc. Magazine - Chegou a vez dos gringos e nos parece que começar pela Inc é um bom caminho. Em seu canal do YouTube, a revista reúne depoimentos de empreendedores gigantes como Mark Cuban (dono do Dallas Mavericks e investidor no programa “Shark Tank”), Elon Musk (SpaceX e Tesla) e Howard Shultz (Starbucks). Entre várias outros vídeos valiosos, uma série que vale conferir se chama Playbook: “aprenda fazendo – ou escutando daqueles que já fizeram”. Para dar um gostinho do que rola por lá, aqui vai um hábito norturno de Marcus Lemonis (da série “O Sócio”, citada neste artigo aqui, lembra dele?) que faz seus dias renderem tanto.
6. Marie TV - “Crie um negócio e uma vida que você ame”. Com esse slogan, a apresentadora e coach Marie Forleo se propõe a responder questões do público com dicas para otimizar sua energia e fazer dos seus sonhos uma realidade lucrativa. No vídeo, que tem mais de 400 mil visualizações, ela conversa sobre dominar o jogo do dinheiro, com o grande empreendedor e filantropo Tony Robbins.
7. Entrepreneur Magazine - Como a Inc, a revista Entrepreneur também aborda de tudo, do prático ao motivador. Os temas de capacitação são divididos entre playlists geralmente entituladas “How to:” (“Como fazer:”) e complementadas pelo assunto, que pode variar de finanças a redes sociais. A inspiração fica por conta de líderes globais e jovens visionários. O vídeo mais assistido do canal é esse aqui, com o empreendedor e investidor Daymond John (também famoso pelo programa “Shark Tank”), sobre os maiores erros que ele já cometeu.
8. Kauffman FoundersSchool - Se você está à frente de uma startup e nunca viu um curso da Kauffman FoundersSchool, a gente recomenda clicar logo. Todo o universo das metodologias lean, growth hacking e desenvolvimento ágil você escuta de gente que entende bem do assunto para poder transformar suas ideias em algo realmente grande. Por exemplo: quer entender como fazer seu MVP direito? O empreendedor e professor Steve Blank, idealizador do customer development, explica nesse, que é o vídeo mais assistido do canal.
Copiado: https://www.linkedin.com - Artigo originalmente publicado em Endeavor - 

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

4 Lições do Pôquer Para Ser Um Empreendedor Super Produtivo

Se empreender já não é uma tarefa fácil, apresentar também uma alta performance todos os dias parece uma missão impossível: como avaliar o próprio desempenho, diante de tanto estresse diário?

Uma situação parecida acontece com os jogadores profissionais de pôquer, diz Gabriel Goffi. Após quatro anos jogando profissionalmente, ele resolveu lançar um curso para todos que querem aprender a ter grandes resultados em suas vidas. A base para dar as aulas surgiu da sua própria experiência em lidar com instabilidades.

História

Goffi começou a jogar aos 17 anos, após ser apresentado ao jogo por um amigo. Ele já jogava games de estratégia, e se interessou pelo pôquer por conta da parte mais analítica que envolve o jogo.

Após dois anos estudando sobre a indústria e sobre o jogo em si, Goffi participou de um clube de pôquer ao vivo, perto de onde morava, em São Paulo. Os resultados foram tão bons que ele resolveu largar o cursinho pré-vestibular e virar jogador profissional.

Com o tempo, Goffi trocou as mesas de pôquer ao vivo da cidade por uma forma de jogo ainda mais lucrativa: o pôquer online. Com competidores do mundo todo, enfrentou uma decepção: perder 100 mil dólares em um único jogo. “Quando perdi esse dinheiro, muitos jogadores de pôquer brasileiros me falaram para jogar mais baixo, porque eu já ganhava bem nos jogos ao vivo. Mas eu pensei: por que eles podem ser os melhores do mundo e eu não? Eles fazem algo diferente, e eu só preciso descobrir o que é”, conta.

Assim, Goffi ficou alguns meses fora do pôquer, estudando. “Uns cinco meses após perder esse valor, resolvi voltar. Obtive os melhores meses da minha carreira”.

Curso

Diante do resultado, o jogador começou a ser procurado para consultorias e palestras sobre pôquer. Mas ele percebeu que sua especialidade, na verdade, era algo totalmente fora do jogo. Por isso, resolveu criar um curso, chamado de “Moving Up”, sobre o que ele aprendeu nesses meses de retiro: ter alta performance através de algumas técnicas. As aulas estão em sua quarta edição e já foram frequentadas por 500 alunos.

Goffi, hoje com 26 anos de idade, explica que o curso não é voltado apenas para jogadores, e sim para qualquer profissional que esteja interessado em produtividade. Por isso, listou algumas técnicas que podem ajudar quem é dono de negócio e acha que não está rendendo tanto quanto poderia. Veja, a seguir, quatro lições que o pôquer pode ensinar aos empreendedores que queiram ter uma alta performance ao gerir negócios:

1. Grandes mudanças fazem parte da jornada

Todo dia, Goffi lidava com variáveis. “Sabia que iria ganhar ou perder uns 50 mil dólares. Para me manter no topo, eu teria de lidar com essas inconsistências e o estresse delas”, conta. Segundo ele, para que o empreendedor consiga ter uma alta performance, é preciso aprender a ter controle das situações e não deixar seu emocional falar mais alto em épocas instáveis.

Mas como fazer isso, exatamente? “Pergunte-se o que você quer de verdade. Por exemplo, pode não ser apenas o dinheiro, e sim algo maior, como reconhecimento e valor gerado para outras pessoas. Quando os empreendedores não se questionam, eles estão apenas no superficial. A chance de cair do topo é grande, porque não há uma grande motivação”.

2. Está com problemas? Olhe para fora do seu negócio

Se você está enfrentando desafios dentro do seu negócio e não vê uma saída, pode ser que você esteja com uma visão limitada dos acontecimentos. “Não foque apenas em uma área da sua vida, como a profissional, por exemplo. A maior falha para alcançar o sucesso pode estar em outras esferas – relacionamentos, saúde, controle emocional...”, afirma Goffi.

Ele dá como exemplo pessoal a partida em que perdeu os 100 mil dólares. Teve de se decepcionar para aprender que apenas a parte técnica, restrita ao jogo, não iria diferenciá-lo dos grandes competidores.

“Aí, entrei no mundo da alta performance. Percebi que cada pequena decisão do meu dia, fora do pôquer, influenciava no meu desempenho durante o jogo”. Quando Goffi passou a organizar melhor sua agenda diária, ficou energizado e controlado em todos os pilares da vida, afirma. Isso lhe trouxe tantos resultados positivos no financeiro, com sua volta ao mundo do pôquer, quanto em felicidade.

3. Priorize para ganhar mais energia

Todo empreendedor convive com uma grande quantidade de informações diárias, tanto da sua empresa quanto do que está além do mundo profissional. É comum ficar estressado pela quantidade de conhecimento superficial disponível e, consequentemente, pela incapacidade de gerar resultados palpáveis. Para combater esse estresse e ter mais do que se orgulhar no final do dia, é preciso escolher as tarefas que precisam ser realizadas.

Mas como conseguir saber o que, de fato, merece sua atenção? Goffi indica que a primeira hora do seu dia deve ser introspectiva: você deve combinar consigo mesmo o que fará. Sua energia deve ser voltada para seus principais objetivos de vida. “As pessoas estão cansadas às seis da tarde porque tomaram muitas decisões medíocres, e não apenas pela carga horária”, diz Goffi.

Ele também recomenda manter um diário e anotar os pensamentos antes de dormir. “Você consegue dormir bem quanto tira seus problemas, suas tarefas, suas incertezas e suas dúvidas da sua cabeça”. Na mesma linha, é preciso planejar coisas básicas no dia anterior: o que vestir, o que comer, os principais objetivos. Caso contrário, o cansaço mental virá ainda de manhã.

“Diga mais ‘não’. Pegue sua agenda, olhe o que fará todos os dias e brinque de cortar compromissos. Você retoma seu horário e faz coisas que realmente têm sentido para você. As pessoas aceitam muitas interferências e não param para entender e melhorar sua performance. É o poder de focar”, explica.

4. Cerque-se de pessoas que o inspiram

Goffi conta que uma das principais formas que ele encontrou para evoluir no pôquer foi discutir com coaches – pessoas no seu nível ou acima.

“Eu falava qual era minha mão e qual minha linha de pensamento da situação. Os conselheiros, então, explicam a análise deles. Assim, eu entendia como eles obtiveram resultados e inovava minha própria forma de pensar”.


Assim, qualquer empreendedor que queira ter sucesso deve se sentar com aqueles que o influenciem. “Se você olha para os lados e é o mais inteligente, tenha certeza de que está no lugar errado. Tenha em quem se espelhar: alguém que você olhe e isso o impulsione para seu próximo propósito, para algo maior”.
Fonte: EXAME.com