quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

ETIQUETA NO AMBIENTE DE TRABALHO


É cada vez mais comum encontrar ótimos profissionais na área técnica, mas que quando o assunto é comportamento, deixam muito a desejar.

Segundo Robert Levering, um excelente ambiente para trabalhar é aquele em que você confia nas pessoas para as quais trabalha, tem orgulho de fazer o que faz, e gosta das pessoas com as quais trabalha.


Para nós colaboradores, o que pode ter mudança imediata a partir do comportamento ético, educado e motivado é: “gostar das pessoas com as quais trabalha”.


Este artigo possui alguns aspectos importantes para profissionais e empresas que desejam melhorar as relações interpessoais e tornar o ambiente de trabalho um lugar agradável e de excelência.


1 - Respeite a língua portuguesa


Dominar o português, tanto na oralidade quanto para escrever e-mails, cartas e bilhetes, demonstra que você tem um nível básico de educação e está preparado para transitar e se comunicar em situações diversas. No trabalho, cuidado com o vocabulário, não use as gírias, e retome as lições de ortografia e de gramática quando surgirem dúvidas. Mantenha em um canto da mesa um dicionário e um manual de língua portuguesa – verdadeiros guias na hora de redigir textos.


2 - Celulares:


Durante reuniões de negócios, o profissional deve colocar o celular no silencioso e deixar as ligações para serem recebidas pela caixa postal. Tenha cuidado com o modo vibratório, pois o telefone pode fazer barulho.


Se for um assunto urgente, o profissional deve desculpar-se com seus colegas e sair da sala.


3 - E-mail:


O profissional deve usar, no e-mail, as mesmas regras de pontuação e concordância que usaria numa carta. É preciso ter cuidado para não parecer antiprofissional e preguiçoso. Bonequinhos ou símbolos não deverão ser usados.


Se o profissional pretende usar uma conta de e-mail pessoal para assuntos profissionais, deve escolher um endereço que tenha algum senso de profissionalismo. Evite endereços que sejam muito casuais ou pessoais.


No ambiente de trabalho, as pessoas devem ser cuidadosas ao "responder a todos" ou ao copiar outras pessoas em seus e-mails. Certifique-se de que a pessoa copiada realmente tem interesse no assunto.


4 - Maneiras ao telefone:


Quando ligar para uma pessoa, sempre pergunte se ela está disponível para falar antes de iniciar o assunto.


Na sua caixa postal, a mensagem deve conter seu nome, nome da empresa, departamento e cargo, além da garantia de que você retornará as ligações. Tente retornar em menos de 24 horas.


5 - O ambiente de trabalho não é sua casa


Tem gente que realmente faz do escritório sua segunda casa e passa a utilizar toda a infraestrutura do lugar – impressora, telefone, fax, copiadora. Uma vez ou outra, tudo bem. O problema é o exagero. É falta de educação e de ética. O ideal é resolver essas coisas fora do trabalho. Se você for chefe essa é a melhor oportunidade para dar exemplo.


6 - Guarde seus segredos


Equipe de trabalho em pouco tempo acaba virando uma espécie de família e, de repente, a gente está participando da vida pessoal do colega, dando palpite, pedindo opinião. Isso faz parte do ambiente de trabalho, porém tudo tem limite. O colega não precisa ouvir o sonho que você teve com o seu ex-namorado, uma fofoca, uma piada ou revelar detalhes do seu último encontro amoroso. O melhor é deixar o papo pra hora do almoço ou do café e, principalmente, captar se a sua companhia está interessada na conversa.


7 - O visual


Exercite o bom senso. “A embalagem que mostramos na empresa precisa ser coerente com a função que exercemos e nos ajuda a compor a imagem que esperamos que tenham da gente”, destaca a jornalista Inês de Castro, autora do livro A moda no trabalho (Ed. Panda Books). As regras costumam ser mais rígidas em grandes companhias e para quem visita clientes com frequência, porém algumas são universais, como evitar decotes, minissaias e vestidos curtos, transparências, barriga de fora, trajes justos. Perfume também é questão de etiqueta, não exagere!


8 - Lugar de comida é no refeitório


Existem dias em que é impossível parar para almoçar, e o jeito é pedir um sanduíche e almoçar ali mesmo na frente do computador, certo? Errado. Afinal, além de pouco saudável, o hábito é falta de ética profissional. Imagine se o chefe passa bem naquela hora e pega você de boca cheia, espanando as migalhas da roupa? Por mais corrido que esteja o dia, deixe o seu posto por uns minutinhos para ir ao refeitório ou até mesmo sair para um lanche rápido, pois isso certamente não vai fazer você perder o dia nem o cliente. Também serve para aquele café com biscoito no meio da tarde.


9 - Horários


Antes de aceitar a oferta do seu emprego atual com certeza você foi informada do horário que teria que cumprir, assim como dos benefícios a que teria direito e do salário que iria receber, certo? Então, respeitar hora de entrada e de saída é um dever seu. Cada organização tem sua forma de rigor quanto à pontualidade, o importante mesmo é cumprir a carga horária estabelecida.


10 - Boas maneiras


Para alcançar o sucesso profissional, seja qual for o seu emprego, inclui ser determinado e disciplinado, ousado, dentre outros atributos. Mas é preciso equilibrar esses ingredientes com um toque especial: as boas maneiras no trabalho.


- Qualquer pessoa gosta de ser tratada com atenção e com gentileza. Cumprimente todas as pessoas que encontrar, diga sempre “bom dia”, “boa tarde”. “Por favor”, “com licença” e “obrigado”.


- Pergunte aos seus colegas de trabalho como eles gostariam de ser tratados: senhor, senhora ou simplesmente, você. Evite tratar as pessoas com expressões como “meu bem”, “flor”, “querida”, “meu amor”. Pode soar como falsidade.


- Evite fofoca e grupinhos que espalham boatos. São atitudes que contaminam o ambiente e só resultam em intrigas, e muitas vezes você acabará sendo vítima.


- Um assunto em alta é a PROATIVIDADE. Um profissional proativo é definido como aquele que antecipa os futuros problemas, necessidades ou mudanças; que toma iniciativa; que se interessa. Mas, atenção e muito cuidado! É preciso buscar o equilíbrio, ou então você poderá passar a imagem de inconveniente, imaturo, chato e “entrão”.


São muitos os benefícios de um ambiente de trabalho íntegro e harmônico. Saber relacionar-se é fundamental e só poderá ser conquistado com a colaboração individual. Faça sua parte!

Por: Graciele Araújo de Oliveira Caetanowww.portaleducacao.com.br

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Sistema Financeiro Nacional

Uma das engrenagens mais importantes, se não a mais importante, para que o mundo seja do jeito que é, é o dinheiro. Ele compra, carros, casas, roupas, título e , segundo alguns, só não compra a felicidade. Sendo o dinheiro carregado com toda essa importância, cada país, cada estado e cidade, se organiza de forma a ter seu próprio modo de ganhar dinheiro. 

Essa organização, aliás, é formada de um jeito em que a maior quantidade possível de dinheiro possa ser adquirida. Há a muito tempo que o mundo funciona dessa forma. Por isso todos os países já conhecem muitos caminhos e atalhos para que sua organização seja elaborada para seu benefício.

Essa tal organização que busca o maior número possível de riquezas é definido por uma série de importantes órgãos do estado. No Brasil, esse órgão formador da estratégia econômicas do país, é chamado de Sistema Financeiro Nacional. Tem, basicamente, a função de controlar todas as instituições que são ligadas às atividades econômicas dentro do país. Mas esse sistema tem ainda muitas outras funções. Tem também muitos componentes que o formam.

Existem grupos, dentro do grupo do Sistema Financeiro Nacional. O mais importante dentro desse sistema é o Conselho Monetário Nacional. Esse conselho é essencial por tomar as decisões mais importantes, para a que o país funcione de forma sadia. O Conselho Monetário Nacional tem dentro de si muitos integrantes que são importante, cada um na sua função. No entanto, o mais importante desses membros é o Banco Central do Brasil.

O Banco Central do Brasil é o responsável pela produção de papel-moeda e de moeda metálica, dinheiro que circula no país. Ele exerce, junto ao Conselho Monetário Nacional, um trabalho de fiscalização nas instituições financeiras do país. Alem disso, tem diversas utilidades, como realizar operações bancárias, como empréstimos, cobrança de créditos e outros, de outras instituições financeiras. O Banco central é considerado o banco mais importante do Brasil, acima de todos os outros, uma espécie de “Banco dos Bancos”.

O Sistema Financeiro Nacional, então, é uma forma de várias entidades se organizarem, de modo a manter a máquina do do governo funcionando. Sua utilidade é o acompanhamento e também a coordenação de todas as atividades financeiras que acontecem no Brasil. Esse acompanhamento acontece na forma de fiscalização. Já a coordenação está na parte em que funcionários do Banco Central agem, segundo suas responsabilidades, no cenário financeiro.

Esse sistema já sofreu várias mudanças ao longo dos anos. O próprio Banco Central era uma outra entidade como nome diferente:  Superintendência da Moeda e do Crédito era o nome do órgão antes. A mudança ocorreu por meio da lei nº 4.595/64, no art.8º. As moedas do Brasil já mudaram várias vezes ao longo da história brasileira. A modificação de uma moeda nacional é, em qualquer circunstancias, algo que  causa muitas mudanças, mas no caso da mudança para a atual moeda (real), essa transformação foi grandiosa.


Numa época em que a inflação era um grande terror para economia brasileira, essa mudança, chamada de plano real, conseguiu frear a inflação e normalizar os preços do comércio interno. Isso, seguido de uma valorização da moeda nacional, resultou numa recuperação rápida da economia brasileira. 

Quem pega no dinheiro todos os dias, paga as suas contas, recebe seu salário, nem pensa no grande sistema que há por trás dessas operações. Na verdade, os salários são do valor que são, para que a atual quantidade de dinheiro circule no país, para que a economia brasileira seja como é, o Sistema Financeiro Nacional toma decisões todos os dias, que são refletidas na nossa realidade.

O que é o Sistema Financeiro Nacional?

O Sistema Financeiro Nacional é um conjunto de instituições, órgãos e afins que controlam, fiscalizam e fazem as medidas que dizem respeito à circulação da moeda e de crédito dentro do país. O Brasil, em sua Constituição Federal, cita qual o intuito do sistema financeiro nacional: “O Sistema Financeiro Nacional, estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do país e a servir aos interesses da coletividade, em todas as partes que o compõem, abrangendo as cooperativas de crédito, será regulado por leis complementares que disporão, inclusive, sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram".  
O Sistema Financeiro Nacional pode ser divido em duas partes distintas: Subsistema de supervisão e subsistema operativo. O de supervisão se responsabiliza por fazer regras para que se definam parâmetros para transferência de recursos entre uma parte e outra, além de supervisionar o funcionamento de instituições que façam atividade de intermediação monetária. Já o subsistema operativo torna possível que as regras de transferência de recursos, definidas pelo subsistema supervisão sejam possíveis.

O subsistema de supervisão é formado por: Conselho Monetário Nacional, Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, Banco Central do Brasil, Comissão de Valores Mobiliários, Conselho Nacional de Seguros Privados, Superintendência de Seguros Privados, Brasil Resseguros (IRB), Conselho de Gestão da Previdência Complementar e Secretaria de Previdência Complementar. 

Dos que participam do subsistema de revisão, podemos destacar as principais funções de alguns: O Banco Central (BACEN) é a autoridade que supervisiona todas as outras,além de banco emissor de dinheiro e executor da política monetária. O Conselho Monetário Nacional (CMN) funciona para a criação da política de moeda e do crédito, de acordo com os interesses nacionais. A Comissão de Valores Mobiliários tem a função de possibilitar a alta movimentação das bolsas de valores  e do mercado acionário ( isso inclui promover negócios relacionados à bolsa de valores, proteger investidores e ainda outras medidas).

O outro subsistema, o operativo, é composto por: Instituições Financeiras Bancarias, Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, Sistema de Pagamentos, Instituições Financeiras Não Bancárias, Agentes Especiais, Sistema de Distribuição de TVM. As partes integrantes do subsistema operativo, citados acima, são grupo que compreendem instituições que são facilmente achadas em nosso dia a dia. As Instituições Financeiras Bancárias, por exemplo, representam as Caixas Econômicas, Cooperativas de Crédito, Bancos comerciais e Cooperativos. As instituições Financeiras Não Bancárias são, por exemplo, Sociedades de Crédito ao Microempreendedor, Companhias Hipotecárias, Agências de Desenvolvimento.

As autoridade do Sistema Financeiro Nacional também podem ser divididas em dois grupos: Autoridades Monetárias e Autoridades de Apoio. As autoridades monetárias são as responsáveis por normatizar e executar as operações de produção de moeda. O Banco Central do Brasil (BACEN) e o Conselho   Monetário Nacional (CMN). Já as autoridades de apoio são instituições que auxiliam as autoridades monetárias na prática da política monetária. Um exemplo desse tipo de instituição é o Banco do Brasil. Outro tipo de autoridade de apoio são instituições que têm poderes de normatização limitada a um setor específico. O exemplo desse tipo de autoridade é a Comissão de Valores Mobiliários.  

As Instituições financeiras, termo muito usado para definir algumas empresas, são  definidas como as pessoas jurídicas, públicas ou privadas e que tenham sua função principal ou secundária de guardar, intermediar ou aplicar os recursos financeiros (tanto dos próprios recursos como recursos de terceiros), que sejam em moeda de circulação nacional ou de fora do país e também a custódia de valor de propriedade de outras pessoas. 

Pessoas físicas que façam atividades paralelas às características acima descritas também são consideradas instituições financeiras, sendo que essa atividade pode ser de maneira permanente ou não. No entanto, exercer essa atividade sem a prévia autorização devida do estado pode acarretar em ações contra essa pessoa. Essa autorização deve ser dada pelo Banco Central e, no caso de serem estangeiras,  a partir de um decreto do presidente da república

As decisões tomadas pelo conselho monetário nacional, logo pelo sistema financeiro nacional tem total ligação com o estado da economia do país. Suas mudanças são determinantes, para o funcionamento do mercado financeiro. A chamada bolsa de valores ( mercado onde as mercadorias são ações ou outros títulos financeiros) tem empresas, produtos e ações que variam de acordo com o que esse sistema faz. Considerando o alto valor de dinheiro investido nesse mercado, a bolsa de valores é um espelho das grandes proporções que as decisões tomadas por esse sistema podem afetar a vida de todas as esferas da sociedade.

Copiado: http://sistema-financeiro-nacional.info/  

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Capital Intelectual


Quando falamos em capital intelectual  falamos em conhecimento, mas não qualquer tipo de conhecimento, ele tem de ser útil à empresa. Por exemplo, um empregado pode ser um ótimo pianista, contudo esta destreza não tem utilidade para o negócio onde trabalha.

O conhecimento não se torna capital até o momento em que é capturado e empacotado de maneira que possa ser usado ou alavancado para o bem da companhia. 

Um funcionário pode ter uma ideia brilhante de como melhorar a produção. Esta ideia é feito tocar piano, se a ideia permanece apenas em sua cabeça.

Converter uma ideia em um pacote utilizável é fácil; esta ideia pode ser escrita e entregue como sugestão ao gerente. Contudo, boa parte do capital intelectual é inexpressável, é conhecimento tácito. Exemplo disto é a experiência e a esperteza adquiridas, durante anos, por um vendedor. 
  • Como é possível empacotar e alavancar este tipo de conhecimento?

Par que o conhecimento implícito seja valioso para a empresa, deve tornar-se explícito, ou seja, deve expressar-se de tal maneira que possa ser examinado, melhorado e compartido. O primeiro passo do processo é saber onde é que o conhecimento deve ser buscado.

O capital intelectual de uma empresa é encontrado em três lugares:

Capital humano: o conhecimento de indivíduos que criam soluções para os clientes. Exemplo: o funcionário cuja sugestão agrega ganhos à empresa.

Capital estrutural: os sistemas que foram requeridos para compartir e transportar o conhecimento, feito sistemas ou laboratórios de informação. Ele é necessário para alavancar o poder mental dos funcionários, e, assim, a empresa poderá usá-lo.

Capital clientelar: as relações que criam e mantêm com seus clientes. Seu prestígio e suas marcas são exemplo deste tipo de capital.

Para obter sucesso é necessário que os três capitais estejam presentes e interajam. 

Por exemplo, 
  • uma boa ideia (humano) sem os meios para comunicá-la (estrutural) não chega muito longe. 
  • Por outro lado, uma boa relação com os clientes pode desaparecer quando o recurso humano não está atualizado com a tecnologia.

Por Thais Pacievitch - http://www.infoescola.com/

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Dicionário de Termos Técnico da Administração

No dia-a-dia das organizações diversos termos técnicos, jargões, expressões e até mesmo palavras “americanizadas” são utilizadas no mundo da administração. Pensando nisso montamos aqui um dicionário com os principais temos utilizados e seus significados.

Administrar – É dirigir uma organização utilizando técnicas de gestão para que ela alcance seus objetivos de forma eficiente, eficaz e com responsabilidade social e ambiental.

  • Ameaças – São forças ambientais incontroláveis pela organização que criam obstáculos à sua ação estratégica, mas que, em sua maioria, podem ser evitadas ou gerenciadas, desde que reconhecidas em tempo hábil.
  • Benchmarking - São marcos referenciais. Processo sistemático usado para estabelecer metas para melhorias no processo, nas funções, nos produtos etc., comparando uma empresa com outras. As medidas de benchmark derivam , em geral, de outras empresas que apresentam o desempenho “Melhor da classe”, não sendo necessariamente concorrentes.
  • Brainstorming - É uma técnica para reuniões de grupo que visa ajudar os participantes a vencer as suas limitações em termos de inovação e criatividade. Criada por Osborn em 1963, uma sessão de brainstorming pode durar desde alguns minutos até várias horas, consoante as pessoas e a dificuldade do tema. Em regra, as reuniões não costumam ultrapassar os 30 minutos. O brainstorming tem quatro regras de ouro: nunca critique uma sugestão; encoraje as idéias bizarras; prefira a quantidade à qualidade; e não respeite a propriedade intelectual. Além de zelar para que todos os participantes (geralmente entre 6 e 12 pessoas) cumpram as regras, o líder da sessão deve manter um ambiente relaxante e propício à geração de novas ideias.
  • BSC – Balanced Scorecard - Sistema de medição do desempenho e controle gerencial. É uma nova abordagem para administração estratégica, desenvolvida por Robert Kaplan e David Norton em meados de 1990. Existem várias ferramentas gerenciais sendo utilizadas nos mais diferentes tipos de gestão pública e privada. O BSC tem se destacado dentre essas ferramentas porque foi idealizado para o gerenciamento e medição de performance através de indicadores Que refletem objetivamente os resultados alcançados.
  • Business Intelligence - conjunto de softwares que ajudam em decisões estratégicas.
  • CEO – Chief Executiver Officer – Diretor Superintendente da Empresa – Controller
  • CEP - Controle Estatístico de Processo. Metodologia usada para o controle de dados de forma estatística para o aprimoramento contínuo da qualidade.
  • Cinco S (5s) - Programa de gerenciamento participativo que objetiva criar condi-ções de trabalho adequadas a todas as pessoas em todos os níveis hierárquicos da organização. A sigla 5S deriva das iniciais de cinco palavras japonesas: SEIRI, senso de utilização; SEITON, senso de ordenação; SEISO, senso de limpeza; SEIKETSU, senso de saúde; e SHITSUKE, senso de autodisciplina
  • Coaching - Metodologia/Processo. Esta metodologia está presente em grande parte do mundo, sendo uma atividade em rápida expansão, na qual profissionais habilitados auxiliam pessoas a atingirem seus objetivos de maneira eficaz por meio de reflexões e análise da sua realidade. É iniciado com um acordo entre o coach (profissional) e o coachee (cliente) para atingir objetivos e alcançar resultados pré-determinados, partindo de uma situação atual para uma situação desejada (foco nas realizações de metas, objetivos e desenvolvimento de competências), ou seja, as diversas aspirações que somadas levam o coachee de encontro ao seu desejo maior estabelecido dentro do processo de coaching.
  • Coach - Profissional que aplica a metodologia do Coaching.
  • Coachee - Cliente do Coacher.
  • Cognição – Ato ou ação de conhecer, aquisição de um conhecimento. (Larusse)
  • Comitê Draft - Comitê de Planejamento.
  • Continuous Improvement - (melhoria contínua) Componente essencial no just-in-Time e na Qualidade Total que reflete uma determinação inabalável para eliminar as causas dos problemas. É o oposto da mentalidade de “apagar incêndios”.
  • Core Business - relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz
  • Cultura Organizacional - As empresas, tal como os países, têm uma cultura única. É, por isso, crucial que as empresas divulguem de forma explícita quais são os valores que valorizam. Quando o fazem por escrito, o documento chama-se declaração de missão. Para James Collins e Jeremy Porras, autores do livro Built to Last, a razão por que algumas empresas têm sucesso a longo prazo, enquanto outras acabam por desaparecer está na cultura organizacional. Nesta era de incerteza tudo deve ser posto em causa, à excepção dos valores. Esses têm de ser imutáveis.
  • Diretrizes – instruções que norteiam o estabelecimento das ações para se alcançar os objetivos do plano. Ex: promover a melhoria da oferta de água em quantidade e qualidade nos grandes centros urbanos.
  • Downsizing - reduzir, encolher, diminuir, cortar. Redução dos níveis hierárquicos em uma organização com o objetivo de aproximar os níveis operacionais da alta direção.
  • Ecoeficiência: Produzir mais com menos insumos e menos poluição, mantendo a qualidade dos produtos e serviços, melhorando a qualidade de vida da sociedade na busca pela sustentabilidade do planeta.3R's (Reduzir, Reutilizar e Reciclar).
  • Reduzir o consumo desnecessário, consumo consciente. Evitar o desperdício, principalmente dos recurso naturais, tão necessários para a nossa sobrevivência.
  • Reutilizar e reaproveitar tudo que for possível, pois quando estamos reutilizando ou reaproveitando, possibilitando um novo destino para aquele material, deixamos de provocar impactos ambientais.
  • Reciclar tudo aquilo que não for possível reutilizar ou reaproveitar. No processo de reciclagem os resíduos podem ser transformados em matéria prima, poupando os recursos naturais, mas de alguma forma provoca impactos ambientais.
  • Eficácia – É fazer algum trabalho que atinja plenamente um resultado que se espera. É fazer "a coisa certa", ou seja, a coisa que leve ao resultado almejado. Ao elaborar um material excelente, um gerente, por exemplo, terá sido eficiente, mas se este trabalho não alcançar os resultados esperados, então não terá sido um Trabalho eficaz.
  • Eficiência – É operar de modo que os recursos sejam mais adequadamente utilizados. O conceito é bem intuitivo: diz respeito a quem consegue obter o mesmo resultado com menos recursos.
  • Estratégia – É a forma traçada por uma organização para alcançar o conjunto dos seus objetivos. A definição de objetivos, em si, não implica em uma estratégia. Os objetivos representam os fins que a empresa está tentando alcançar, enquanto a estratégia é o meio para alcançar esses fins. Considera-se que apenas fazer o que outros fazem, mas com maior eficácia operacional, não é propriamente ter uma estratégia. Está implícito no conceito que, para ter uma estratégia, precisamos atuar de forma diferente, com inteligência e planejamento. Implica, portanto, ter clareza dos limites para o alcance dos objetivos (como escassez de recursos, resistências de outros atores...) e as formas de superação.
  • E-learning – Abreviação de eletronic learning, treinamento em rede de computadores, Revista Linha Direta.
  • Endomarketing - Marketing interno realizado por meio de um conjunto de ações desenvolvidas para conscientizar, informar e motivar o indivíduo.
  • Epistemologia – Estudo crítico dos princípios, hipóteses e resultados das ciências já constituídas; teoria das ciências. (mini Aurélio) “teoria do conhecimento”
  • Equipes Autogeridas - As self management teams (equipes autogeridas) são compostas por um pequeno número de pessoas que tem a responsabilidade por um processo operacional e os seus resultados. Elas têm os meios para resolver problemas relativos à execução do trabalho e gerem a divisão e o planejamento das tarefas do grupo. Foi um conceito na moda nos anos 70, mas cujo entusiasmo decresceu na última década, visto que os resultados da aplicação nem sempre foram os desejados. Hoje tem novamente mais adeptos, devido à crescente qualificação dos recursos humanos.
  • ERP - Enterprise Resource Planning ou Planejamento dos Recursos do Negócio.
  • Extranet - são páginas que ligam a empresa a seus clientes e fornecedores.
  • FMEA - Análise do modo de falha e efeito (IMAM)
  • Gestão por Objetivos - Criada por Peter Drucker nos anos 50, a gestão por objetivos (management by objectives - MBO) descreve um sistema de gestão em que os trabalhadores e os gestores de topo definem em conjunto qual é o objetivo final do seu trabalho, como o realizar, de que forma será avaliado e qual o tempo necessário à concretização. É uma técnica popular em todo o mundo. Há, no entanto, três críticas clássicas à sua aplicação: os gestores tendem a definir metas pouco ambiciosas ou irrealistas; os objetivos raramente resultam de um processo participativo e descentralizado; e não promove o trabalho de equipe.
  • Holística - Vem do grego Halos, que significa todo ou inteiro. É um novo paradigma que se apresenta como resposta evolutiva à crise de fragmentação vivida pelo homem na atualidade, quer pela criação e divisão de fronteiras que só existem na mente humana.
  • Housekeeping - técnica para iniciar e manter os processos de Qualidade e Produtividade Total em uma empresa.
  • Indicadores - É uma unidade de medida estabelecida como marcador de uma situação. Permite estabelecer o seu estágio atual e sua variação no tempo, a partir de intervenções realizadas.
  • Intranet - são as páginas acessíveis apenas dentro de uma empresa.
  • IS0- Sigla da International Organization for Standardization.
  • Job rotation – Rodízio de funções promovido entre funcionário dentro da empresa.
  • Joint venture - Associação de empresas, não definitiva, para explorar determinado negócio, sem que nenhuma delas perca sua personalidade jurídica.
  • Just-in-time - É uma técnica de gestão e controle de mercadorias que procura minimizar o nível de stocks nos armazéns das empresas industriais. Criada em 1960 pela nipônica Toyota, foi considerada como uma das ferramentas de gestão que mais contribuíram para o milagre industrial japonês. A idéia base é bastante simples: cada etapa do ciclo de produção só deve solicitar novas encomendas à etapa anterior na medida que precisar delas. Implica igualmente uma redução do número de fornecedores. Richard Schonberger foi o primeiro autor a divulgar a metodologia just-in-time nos Estados Unidos.
  • Kaizen - Conceito de administração japonesa que significa aprimoramento contínuo, envolvendo todos os funcionários de uma organização. Sistema de Controle da Produção e dos Inventários
  • Lean Prodution - Engloba o conjunto de técnicas desenvolvidas nos anos 70 por fabricantes japoneses, como a Toyota e a Matsushita, para reduzir os custos de produção e aumentar a competitividade. Foi popularizado através do estudo sobre a indústria automóvel do MIT, designado "The Machine that Change the World", que investigou as causas associadas à superiodade dos nipônicos nos domínios da produtividade, flexibilidade, rapidez e qualidade. O conceito de lean prodution é baseado em quatro princípios: trabalho de equipe; comunicação; uso eficiente de recursos e eliminação de desperdícios; e melhoria contínua (a que os japoneses chamam kaizen).
  • Learning Organization - Criado por Chris Argyris, professor em Harvard, designa por learning organizations (organização em constante aprendizagem) as empresas que aprendem à medida que os seus trabalhadores vão ganhando novos conhecimentos. O conceito é baseado na idéia de Argyris, chamada double-loop learning (quando os erros são corrigidos através da alteração das normas empresariais que o causaram). Em 1990, Peter Senge, professor do MIT, popularizou o conceito através do best-seller The Fifht Discipline - The Art and Pratice of a Learning Organization.
  • Market Share - Participação no Mercado.
  • MBA – Master Business Administration
  • Meta – parte ou porção do objetivo a ser alcançado em um horizonte de tempo, sendo expressa geralmente em unidades quantificadas.
  • Menemônica – Processo de ajudar ou treinar a memória
  • Mentoring – profissional mais velho, com experiência e habilidade de relacionamento, que acompanha e passa para o mais novo suas idéias sobre o trabalho e a carreira.
  • Missão – é uma declaração explícita das razões da existência de uma instituição. Na declaração da missão, o propósito é estabelecido, normalmente, em termos do papel social desempenhado pela organização.
  • Networking - rede de relacionamentos.
  • Óbice - Palavra derivada do Latim, significa impedimento, embaraço, empecilho, obstáculo ou estorvo.
  • Ombudsman – Palavra de origem sueca que significa “o homem que representa os interesses” ouvidor, profissional que tem como missão intermediar a comunicação entre o público e a empresa.
  • On the job - No dia a dia do Trabalho. Exemplo Treinamentos on the job. Utilizar a rotina, dentro das tarefas prática de um indivíduo. Sem retirá-lo para a sala de autla. Como um estágio prático superviosanado diretamente.
  • Objetivo – situação que se pretende alcançar, considerando um dado problema ou compromisso assumido.
  • Oportunidades – são forças ambientais incontroláveis pela organização que podem favorecer sua ação estratégica, desde que reconhecidas e aproveitadas satisfatoriamente enquanto perduram.
  • Outplacement - Investimento de uma empresa na recolocação de ex-funcionário em outra organização.
  • Outsourcing - Trata-se de contratar uma entidade exterior à empresa para executar serviços não estratégicos (que não produzem valor acrescentado para os clientes), em vez de os produzir internamente. A grande vantagem reside na redução de custos que tal opção implica. Talvez ainda seja mais importante o fato de o outsourcing libertar mais tempo os executivos para se dedicarem mais às core competence (competências estratégicas) da empresa. O conceito nasceu na área das tecnologias de informação. Tem maior potencial de aplicação em indústrias dinâmicas, em que as pressões para cortes nos custos são mais intensas, nomeadamente nos grupos empresariais que pretendem seguir uma estratégia de integração vertical das suas atividades.
  • Parâmetro – medida padrão de referência que permite comparar situação existente ou alcançada com aquela desejável.
  • PCPM - Planejamento e Controle da Produção e de Materiais.
  • PCP - Planejamento e Controle da Produção.
  • PCM - Planejamento e Controle da Manutenção.
  • PCO - Planejamento e Controle da Operação.
  • PDCA - Plan, Do, Check e Act, ou Planejar, Executar, Verificar e Agir, ferramenta que implica na melhoria de todos os processos de fabricação ou de negócios.
  • Planejamento estratégico – é um processo gerencial que permite estabelecer um direcionamento a ser seguido pela organização, com o objetivo de se obter uma otimização na relação entre a empresa e seu ambiente, ou seja, o planejamento estratégico é o processo que instrumentaliza a resposta que a organização precisa apresentar ao seu ambiente diante de um contexto de mudanças. Ele diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e externas à empresa e sua evolução esperada. Também considera premissas básicas que a empresa deve respeitar para que todo o processo tenha coerência e sustentação. Refere-se, portanto, ao planejamento de longo prazo e ao esforço de construção de sua viabilidade.
  • Planejamento operacional – é o planejamento que abrange cada tarefa ou atividade específica. Suas características são: é projetado para o curto prazo, para o imediato; envolve cada tarefa ou atividade isoladamente e preocupa-se com o alcance de metas específicas;é definido, no nível operacional, para cada tarefa ou atividade.
  • Planejamento tático – é o planejamento que abrange cada departamento ou unidade da organização. Suas características são: é projetado para o médio prazo, geralmente para o exercício anual; envolve cada departamento, abrange seus recursos específicos e preocupa-se em atingir os objetivos departamentais; é definido no nível intermediário, em cada departamento da empresa.
  • Plano estratégico – formulação do produto final da utilização de determinada metodologia de planejamento. Documento formal que consolida as informações, atividades e decisões desenvolvidas no processo. Descrição do curso pretendido das ações.
  • Plano de ação – é composto por uma série de providências/tarefas a serem efetuadas a partir de um planejamento. Num plano de ação, as providências são devidamente priorizadas e listadas por ordem cronológica.
  • Poka-Yoke - Método a Prova de Falhas, ex. a chave de carro (uso genérico).
  • Pontos fortes – situações que se apresentam dentro da organização e que estão sob seu controle influenciando positivamente o seu desempenho.
  • Pontos fracos – situações que se apresentam dentro da organização e que estão sob seu controle influenciando negativamente o seu desempenho.
  • Política – é a programação de atos, são as regras norteadoras a serem cumpridas para atingir os objetivos da organização. No caso de política organizacional, cada organização tem a sua política, e esta depende do que se deseja alcançar: lucro, competitividade, expansão, internacionalização.
  • Política de Portas Abertas - uma oportunidade oficial que a organização dá ao funcionário de apelar aos executivos da empresa quando se sentir prejudicado pela chefia imediata.
  • Processo – série de etapas ordenadas que tem por objetivo fornecer um produto ou serviço. Existem critérios de transição de uma etapa para outra. Cada etapa produz subprodutos consumidos pela etapa posterior, até que se conclua o processo. Exemplos: processo produtivo de uma fábrica, atendimento ao cliente, etapas na manutenção de produtos, etc.
  • Projeto – empreendimento temporário com a finalidade de criar um produto ou serviço único. Um projeto é executado por pessoas, com recursos e tempo limitados. Ele é sempre temporário (início e fim bem definidos). 
  • PPCP - Planejamento, Programação e Controle da Produção.
  • PPM - Partes por milhão - termo usado no controle estatístico.
  • PQGF - Prêmio de Qualidade do Governo Federal.
  • Publicização - Movimento introdutor de um novo modelo de administração pública baseado em alianças estratégicas entre o Estado e a sociedade.
  • QFD - (Quality Funcion Deployment) Literalmente, Desdobramento da Função Qualidade. Metodologia com base nas pessoas para determinar rigorosamente as necessidades e desejos dos clientes.
  • QS - Quociente de sucesso
  • QS 9000 - Quality System Requirements. Norma criada pelas três maiores empresas automobilísticas americanas: Ford, General Motors e Chrysler. Seu objetivo é a redução de sistemas paralelos de desenvolvimento de fornecedores pelas montadoras, com vistas a uma conseqüente redução substancial de custos.Exige-se a melhoria contínua.
  • Qualidade Total - Segundo o European Foundation for Quality Management (EFQM) os esforços para a qualidade total (TQM - Total Quality Management) são caracterizados pelos seguintes fatores: excelência nos processos; cultura de melhoria contínua; criação de um melhor relacionamento com os clientes e fornecedores; envolvimento de todos os trabalhadores; e clara orientação para o mercado. Os melhores exemplos da aplicação da gestão da qualidade total são as empresas japonesas, que ironicamente foram ensinadas nos anos 40 e 50 pelos mestres americanos Deming e Juran.
  • Quike Step - Em português significa passo acelerado.
  • Rapport - Do Francês – Relação. Relação de mútua confiança e compreensão entre duas ou mais pessoas. A capacidade de provocar reações de outra pessoa. Também chamado de empatia.
  • Reengenharia - Método usado para reprojetar e reformar sistematicamente toda uma empresa, função e processo.
  • Rotatividade - É a indicação do número de vezes que um estoque se renovou. (Ra = Ca/Em) onde Ca é o consumo total anual e Em é a média aritmética dos 12 estoques mensais.
  • Sabático - repensar, redescobrir, reciclar.
  • Setup - Sistema de Troca rápida
  • Sinergia - Refere-se à convicção de que dois mais dois podem ser cinco. Esta é uma não evidência que serviu para justificar as injustificáveis operações de fusão e aquisição que caracterizaram o mundo dos negócios nos anos 80. O conceito de sinergia, introduzido por Igor Ansoff no livro Corporate Startegy, procura provar que duas empresas juntas valem mais do que a soma das duas separadas. Se não existir sinergia (ou se for negativa) não valerá a pena concretizar-se uma fusão ou aquisição. O conceito pode ser aplicado em outras áreas, como alianças estratégicas, joint-ventures, acordos de cooperação, relações das empresas com fornecedores ou clientes e equipes de trabalho pluridisciplinares.
  • Stakeholders - Palavra, que significa depositários. Pessoa ou grupo com interesse na performance de organização e no meio ambiente na qual opera. Parte interessada ou impactada pelas ações da empresa.
  • Stock options - Programa de Ações - um incentivo que permite aos funcionários comprar ações da empresa onde trabalham por um preço abaixo do mercado.
  • Supply Chain Management - Gerenciamento da Cadeia de Abastecimento.
  • Sustentabilidade - O conceito de sustentabilidade foi criado no começo da década de 80 (por Lester Brown, fundador do Instituto Worldwatch) que definiu “sociedade sustentável” como aquela que é capaz de satisfazer suas necessidades sem comprometer as chances de sobrevivência das gerações futuras. Podemos dizer que a sustentabilidade está relacionada aos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais e que o equilíbrio de tudo isso depende das ações humanas.
  • Team Building - dinâmica de grupo em área externa, onde os participantes serão expostos a várias tarefas físicas desafiadoras, que são exemplos comparativos dos problemas do dia-a-dia da empresa. Tem como finalidade tornar uma equipe integrada. 
  • Teoria X, Y e Z - Nascidas no final dos anos 50, as teorias X e Y são duas visões opostas sobre a natureza humana e a forma de gerir a força de trabalho. Foram criadas pelo psicólogo Douglas McGregor, do MIT. A teoria X assume que os indivíduos não gostam de trabalhar, a menos que sejam obrigados coercivamente a fazê-lo. A teoria Y defende que as pessoas têm auto-realização no trabalho e que cumprem melhor as suas tarefas se não forem vigiadas por terceiros. A teoria Z, de William Ouchi, é uma variante da teoria Y. Defende que os trabalhadores têm um grau de envolvimento similar ao dos gestores quando existe um sistema de recompensas e incentivos eficaz.
  • TQC - (Total Quality Control) Literalmente, Controle da Qualidade Total. Sistema criado em todas as fases de uma empresa de manufatura, da engenharia de projeto à distribuição, que busca assegurar “defeito zero” na produção.
  • TQM - Total Quality Management (Gerenciamento da Qualidade Total). Foi criado em 1985 pela Naval Air Systems Comand para descrever o seu enfoque de gerenciamento ao estilo japonês para o aperfeiçoamento da qualidade.
  • Turnover - Palavra em inglês, que na tradução quer dizer: rotatividade; movimentação; giro; circulação; medida da atividade empresarial relativa ao realizável a curto prazo; vendas.
  • Valores – são conjuntos de padrões éticos que norteiam a vida cotidiana da organização e a dos seus integrantes. Exemplos: integridade, honestidade, respeito e consideração pelos clientes, cooperação e apreço pelos colaboradores.
  • Vantagem Competitiva - Michael Porter demonstrou que as empresas bem sucedidas obedecem a padrões definidos de comportamento que podem ser resumidas em três estratégias genéricas (as fontes de vantagem competitiva sobre os concorrentes): (1) Liderança baseada no fator custo - Possuir custos mais baixos do que os rivais; (2) Diferenciação - Criar um produto ou serviço que é visto na indústria como único; (3) Focalização - Combinar as duas estratégias direcionando-as para um alvo específico.
  • Workaholic – Viciado em trabalho.
  • Workshop – Treinamento em grupo de acordo com a técnica dominada pelo instrutor or grupo.
Copiado: www.facebook.com/fiscalizacaocrapa

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Lobby, Grupos de Pressão e Grupos de Interesse

INTRODUÇÃO 

Grande parte da população até por influência da mídia tende a visionar este tema ligado somente à corrupção, não que estejam erradas, mas conceituar somente com o lado negativo  não é a melhor forma de entender o assunto. Tentamos mostrar o conceito na integra para que se entenda o motivo que se formam esses grupos e qual a sua função na sociedade. 

Muitos autores ligam a palavra lobby, grupo de pressão ou mesmo grupo de interesses como uma só situação, este artigo tenta mostra de forma sucinta que há diferenças entre os conceitos, e que há um lado bom nesses grupos muitas vezes formados de forma eventual. 

Outro assunto interessante que iremos discutir será a ligação com o cidadão e o Estado que o grupo de pressão e partidos políticos possuem e como os lobistas trabalham nesse setor informal no Brasil, mas que alguns países são uma profissão legalizada. 

1. GRUPOS DE PRESSÃO 

AZAMBUJA - define grupos de pressão como qualquer grupo social, permanente ou transitório, que, para satisfazer seus interesses próprios, procure obter determinadas medidas dos poderes do Estado e influenciar a opinião pública. Qualquer grupo social pode ser um grupo de pressão, quando procuram influenciar o poder público decisões de seus interesses. 

Já CASTRO -  confirma que grupo de pressão são grupos sociais que visam à manutenção ou a transformação de conduta social, no interesse dos líderes. Define também como forma de influenciar o poder político para obtenção de certa medida governamental que possa favorecer seus interesses, algumas vezes esses grupos se encontram de forma organizada e propositada, denominando essa ação de lobbies, ele  ainda conclui que às vezes se emprega lobby como grupo de pressão. 

BASTOS e  BONAVIDES -  confirmam que grupos de pressão e partidos políticos constituírem categorias interpostas entre o cidadão e o Estado, não é somente pressão sobre o governo as atuações destes grupos havendo também outra vertente da sua atividade que é muito importante, com intermédio de meios de comunicação visando formar a opinião publica. Grupos se esforçam para passar suas idéias para o próprio povo para que estes, ao exercer o seu direito de voto possam torná-los seus representantes tendo um papel importante para demonstrar valores muitas vezes moral, étnicos ou religiosos, nesta particular atividade de lobbies tem semelhança com os partidos políticos, que também são grupos intermediários entre o governo e o individuo. Só que partidos são aptos a se tornarem programas e ideologias do próprio Estado e os lobbies pelo contrário, limita-se a interesses específicos. 

Para BASTOS-  a maior diferença entre essa ação reside no fato de que os partidos visam assumir o governo para que nele possam ser implantados os programas políticos já os lobistas, pelo contrario, não visam assumir o poder, mas sim pressioná-lo num determinado sentido, podendo depois de adquiridos seus interesses se desfazerem. 
Na realidade, os grupos de pressão devem ser analisados como estruturas que integram o sistema político. Não são institucionais - como as que compõem o Executivo, o Legislativo e o Judiciário - e sim informais constituídas por setores organizados da sociedade. 
Contrariamente aos partidos políticos, os grupos de pressão não se propõem a conquistar o poder formal. Seu objetivo é influir nas decisões, seja para promover seus interesses, seja para evitar que decisões que os contrariem sejam aprovadas. 
Grupos de pressão situam-se no espaço localizado entre os indivíduos isoladamente considerados de um determinado segmento social e os órgãos de governo. Trata-se de uma estrutura de articulação de interesses, em contraste com os partidos políticos, que são estruturas de agregação de interesse. Grupos de pressão, portanto, são porções sociais organizadas, reunindo indivíduos que compartilham interesses e desenvolvem ações com a intenção de inspirar decisões de governo.

2. LOBBY 

CASTRO -  define lobby como grupo de pessoas ou organização que tem como atividade profissional buscar e influenciar, aberta ou veladamente, decisões do poder publico, especialmente no legislativo, em favor de determinados interesses privados. 
Nos EUA, os lobbies instalam em escritórios dotados dos mais sofisticados recursos tecnológicos, contando com equipes técnicas de pesquisadores e especialistas em propaganda e marketing. 

A palavra lobby vem do inglês e significa vestíbulo, entrada. Historicamente a origem da palavra - em seu sentido de postulação de interesses - é algo diferente na Inglaterra e nos Estados Unidos. Na primeira, indicava o vestíbulo por onde passavam os membros da Câmara dos Comuns, a caminho das sessões, onde e quando eram abordados pelos representantes dos grupos de interesses, para reivindicar por suas postulações. 

Nos Estados Unidos, o uso dessa palavra tem a ver com o vestíbulo de um hotel, no qual se hospedavam, antes da posse, os presidentes daquele país. Ali mesmo, os lobistas exerciam suas pressões, quer junto ao presidente e/ou aos futuros membros do Executivo, quer junto aos membros da Câmara dos Representantes (deputados) e aos senadores que vinham visitar o presidente eleito, e/ou com ele discutir as questões legislativas do dia. 

3. GRUPOS DE INTERESSE 

Para CASTRO- , o conceito de grupo de interesses são as forças sociais que emergem num grupo total, organizam se e atuam objetivando vantagens e benefícios de acordo com a natureza do grupo. Os grupos de interesse podem ser profissionais, econômicos, religiosos, ou ligados a qualquer outra função social. Não raro, eles podem converte-se em grupo de pressão. 

Um exemplo interessante para distinguir esse grupo foi informado por FARHAT em que ele cita os monarquistas brasileiros constituem um grupo de interesses, mas não de pressão. 

Havendo inscrito no art. 2º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias a previsão de um plebiscito, a fim de permitir que o eleitorado decidisse sobre a forma monárquica ou republicana de governo, ospartidários da volta do Império permaneceram no quase anonimato. Nada fez, e pouco disse, para divulgar e promover sua causa, até os dias e semanas de propaganda, imediatamente antes do plebiscito no rádio e na TV, no começo de 1993.

4. CONCLUSÃO 

Os Grupos de Interesse são freqüentemente confundidos com os Grupos de Pressão. Na verdade, a linha de separação entre eles é pequena. Podemos distinguir os dois grupos devido à sua atuação. O grupo de interesse tem uma atuação mais passiva e permanente. Quando este grupo começa a agir em cima do parlamento transforma-se em um Grupo de Pressão. O Grupo de Pressão é, portanto, uma organização temporária, o subgrupo do grupo de interesse em dados momentos, que visa a obter, por intermédio da pressão seus objetivos, isto é, tenta influenciar uma decisão, no caso do parlamento, aprovando ou rejeitando um projeto. 

Já os lobistas agem em escritórios executam tarefas, entre as quais, monitoramento legislativo e político, elaboração de estudos técnicos e pareceres que subsidiem a informação que fornecem aos tomadores de decisão, além do corpo-a-corpo, que consiste em argumentar para convencer. 

Fazer lobby é uma atividade antiga, legal e legítima nos Estados Unidos. Ela é protegida pela Primeira Emenda da Constituição, que proíbe o Congresso de aprovar leis que restrinjam a liberdade de expressão ou os direitos das pessoas de se reunir pacificamente e apresentar petições ao governo para remediar suas queixas. 

No Brasil o seu desenvolvimento ocorreu quando o país ainda estava sob o regime militar. Apesar de não haver muito espaço para que os grupos de pressão participassem, já que o Congresso foi extremamente enfraquecido e o atendimento de demandas, assim como a formulação de políticas públicas, havia se tornado atribuição do poder Executivo, a mídia passou a chamar de lobbying qualquer atitude que tivesse alguma relação com influência e convencimento, sem se importar com o caráter da representação de interesses. 

Grupos de interesses podem ser formalmente organizados e ter representação igualmente formal. Mas podem ser informais, ou permanecer em estado oculto, se e enquanto útil necessário ou conveniente. 
A partir do momento em que decide dar passos concretos, no sentido de promover o interesse que representa, o grupo muda de feição, deixa de ser simples grupo de interesses e passa a ser grupo de pressão. Assim a existência do interesse comum é o elemento incorporado do grupo; a pressão, seu objeto; o lobby, um dos principais instrumentos utilizados para alcançar o objetivo. 

Grupos de pressão podem agir discretamente; ou ruidosamente, como a multidão que seguiu cristo em seu julgamento na qual escolheram soltar Barrabás, ou um exemplo mais atual brasileiro onde os caras-pintadas de 1992, que praticamente tornaram inelutável o impeachment do ex-presidente Fernando Collor. 

Por: Adm. Thiago Santos Ruel  - http://www.craes.org.br/

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Home Office no Brasil, Grande Desafio para as Corporações

As empresas que mantêm um escritório aberto para atender as demandas de seus negócios se deparam com diversos custos como aluguel, transporte, energia elétrica, água, infraestrutura de rede, entre outros custos, que podem geram um gasto muito alto quando colocado na ponta do lápis.

Atualmente, dependendo do segmento da companhia, ela visa atingir todo o Brasil com pelo menos uma filial em cada estado, mantendo a estrutura para um pequeno número de funcionários, mas que vem junto com um alto custo de gerenciamento dessas unidades. A importância de manter escritórios regionais é mostrar a sua marca e atender aos clientes que estão fora da cidade onde a matriz se encontra.

Neste caso, as empresas encontram grandes desafios, desde a manutenção desses escritórios até o gerenciamento dos colaboradores. Pensando nesses custos, algumas empresas de grande porte estão optando pelo trabalho Home Office.

Mas afinal, o que é o home office?

Home office é o ato dos colaboradores trabalharem de sua própria residência, como se estivessem dentro do escritório, com acesso aos e-mails, chats internos, ramal integrado, reuniões remotas, com equipamentos fornecidos ou não pela a empresa, como smartphones, laptops, desktops e até mesmo ambientes entregues virtualmente.

Mas quando falamos de home office, é provável que gere um receio entre os administradores das empresas, pois é um conceito que abrange muitos fatores, desde a entrega dessa forma de trabalho, com acesso aos mesmos recursos que o colaborador teria se estivesse presente no escritório até a forma de gerenciar esses profissionais e a preocupação sobre a legislação praticada hoje no Brasil.

Antes mesmo de permitir esse tipo de trabalho e de verificar as normas que regem esse modelo, é necessário que a empresa esteja aberta às mudanças e que habitue esse novo conceito dentro de sua cultura.

Nesse tipo de trabalho, os colaboradores passam por um novo aculturamento, pois a saída do modelo tradicional para o home office requer adaptação de todos, principalmente, entre os que estão há mais tempo nas companhias. 

Alguns benefícios percebidos nesse modelo de trabalho:
  • Redução de custos com: infraestrutura, energia, espaço, mobiliário, material de escritório, entre outros;
  • Custo zero com a locomoção do colaborador;
  • Maior aproveitamento do tempo do funcionário (sem atrasos para chegar ao escritório);
  • Melhora na qualidade de vida dos colaboradores;
  • Contribuição com o meio ambiente (sustentabilidade);
  • Maior rendimento dos colaboradores;
  • Melhoria no atendimento aos clientes;
  • Maior possibilidade de concentração;
  • Maior flexibilidade;
  • Entre outros.
Segundo uma pesquisa realizada pela Citrix Systems, 77 % das pessoas sentem que são mais produtivas quando trabalham fora do escritório, enquanto 21% acham que têm a mesma produtividade e só 2% veem um rendimento menor.

Isso se explica devido ao fato do funcionário se sentir mais livre e ter a autonomia de se organizar também fora do seu horário de expediente. Com a opção de home office, o colaborador geralmente vai além do seu horário e consegue produzir mais. Nesse quesito, ele acaba ganhando tempo até em sua locomoção até o escritório, o que pode se reverter em hora trabalhada.

Como citado anteriormente, a empresa deve estar aberta a essa nova visão e saber administrar os seus colaboradores, olhando para suas metas e o comprometimento com a entrega das suas tarefas e não mais medir pelo horário de entrada e saída do trabalho.

Apesar desses benefícios, antes de adotar esse modelo, é necessário que a empresa entenda o trabalho desempenhado por cada profissional e estipule as metas necessárias e prazos para a entrega de suas atividades, pois segundo estudo realizado pelos pesquisadores Kimberly Elsbach e Daniel Cable, da Universidade da Califórnia e da London Business School, os praticantes de home office têm até 25% menos chance de ser promovidos do que quem trabalha presencialmente, por isso a importância de ter uma gestão preparada a analisar o funcionário e ter um plano de carreira estável.

Para permitir a mobilidade necessária, existem soluções que entregam desktops (computadores) de forma virtualizada para que eles tenham acesso de qualquer local e em qualquer horário, por meio de recursos disponíveis em datacenters das empresas. Além de entregar esse tipo de serviço, é possível gerenciar os smartphones dos usuários e definir o que é corporativo e o que é pessoal e selecionar apenas o que é importante para o negócio.

A grande ideia desses softwares é entregar o dispositivo para os funcionários sem que ele tenha empecilhos no seu dia a dia para acessar as informações, mas que ganhe performance, independente do equipamento ser dele (BYOD - Bring Your Own Device) ou  se a companhia disponibilizar para o seu trabalho.

O BYOD é uma grande tendência que já virou realidade em muitas companhias pelo o mundo, e que no Brasil vem ganhando muito mais adeptos.
Existem diversas formas de fazer o BYOD e incentivar os funcionários a aderirem. O que temos que nos preocupar muitas vezes é como trazemos transparências para esse processo e como vamos entregar a infraestrutura necessária para atender o BYOD em qualquer plataforma e em qualquer lugar sobre qualquer tipo de link de internet.

Em uma visão livre de futuro, a convergência entre home office mais BYOD vai diretamente ao encontro das maiores preocupações globais: a busca por cidades mais sustentáveis e um estilo de vida mais saudável, gerando bem estar aos colaboradores. Portanto, a escolha correta das tecnologias atuais que irão suportar esse processo afetará inteiramente o futuro que vem sendo desejado e construído por todos.  

Artigo encaminhado por Leonardo Nascimentohttp://www.adnews.com.br/

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

8 Lições de marketing que aprendemos com o Chaves

Na última sexta-feira, 28 de novembro, morreu o criador daquele que prefere morrer do que perder a vida. Quando o Roberto Gómez Bolaños criou seus personagens, certamente não imaginava o sucesso que eles teriam, principalmente no Brasil. 
A simplicidade e a ingenuidade das histórias conquistaram públicos de diversas faixas etárias, ultrapassando barreiras geográficas e econômicas. Chaves é atemporal. O seriado nos ensina várias lições de marketing e incontáveis de vida. 
Suelen Giacomele, Content Marketing da Pmweb, lista oito princípios que podemos aprender com o mais famoso personagem criado pelo mexicano.

1 - Ninguém tem paciência comigo
Foram inúmeros os cascudos que o Sr. Madruga deu no Chaves quando ele aprontava e tirava o personagem de Dom Ramón do sério. Até que um dia o menino resolveu se defender, colocando uma tigela sob o famoso gorro xadrez.
Esse monte de e-mail marketing que você manda todos os dias está tirando a paciência dos seus clientes? Você tem tido um número alto de opt-outs ou desengajados? Pode ser que você não esteja conseguindo entregar a mensagem certa ao cliente certo e na hora certa. Talvez seja a hora de revisar seus princípios de life cycle marketing. Isso, isso, isso!

2 - Que todo animal come com o rabo
Em um episódio, Chaves comenta com o Prof. Girafales que o Kiko não sabe qual animal come com o rabo. O mestre Linguiça, perplexo, questiona: "Mas há um animal que coma com o rabo?" Chaves responde: "Todos! Existe algum animal que tire o rabo para comer?" 
Depois da resposta fica evidente o raciocínio. Mas nem sempre as nossas estratégias de marketing primam pelo óbvio conforme deveriam ser. Às vezes oferecemos uma geladeira a quem comprou o produto alguns meses antes. Agora é a vez de enviar dicas de conservação do produto e pedir um review.

3 - É de limão, parece abacaxi, mas tem gosto de tamarindo
As cenas do Chaves vendendo sucos em panelas improvisadas enquanto Kiko tem uma barraquinha ultramoderna, além de nos fazer dar boas risadas, nos ensinam que é preciso ter assertividade no discurso e no direcionamento das estratégias. Isso é algo básico para o sucesso de qualquer ação de marketing. Se você vende suco de limão, deve comunicar suco de limão às pessoas que gostam de suco de limão e não àquelas que preferem abacaxi ou tamarindo. É a importância do storytelling verdadeiro. Fale sempre a verdade ao seu cliente. 

4 - Foi sem querer querendo
Sr. Barriga foi um dos personagens a quem mais o Chaves repetiu essa frase, porque o coitado era sempre recebido na Vila com uma pancada. Sem querer (querendo), o Chaves estava sempre ali brincando quando o senhorio chegava para cobrar o aluguel e sem querer (querendo), algo dava errado e o menino nocauteava o pai do Nhonho. 
Não há como ter sucesso sem querer querendo. Um bom planejamento de marketing vai garantir que as estratégias deem certo dentro do prazo estipulado.

5 - 14 meses de aluguel
É muita barriga, Sr. Paciência. Mês após mês o Sr. Barriga chega à Vila esperando que o pai da Chiquinha pagasse o aluguel atrasado há 14 meses. Em marketing, é preciso resiliência, pois nada acontece por acaso. A criação de uma base qualificada de contatos e a otimização dos conteúdos de um site, por exemplo, são processos lentos e graduais. Portanto, pague o aluguel! 

6 - Olha ele, olha ele, olha ele!
Pesquise, olhe para o lado, veja o que os competidores estão fazendo, procure informações no exterior, atualize-se. O benchmarking é vital para marcas que querem ter sucesso. Além de conhecer as melhores práticas, aprende-se com os erros dos outros. Mas não copie. Nunca. Ou você correrá o risco de parecer o Nhonho: sempre apontando para os erros dos outros. 

7 - É você, Satanás?
Um dos episódios mais engraçados é aquele que o Chaves e a Chiquinha invadem a casa da D. Clotilde e ficam imaginando várias cenas que envolvem bruxas, vassouras voadoras e outras trapalhadas. 
O que se aprende com isso, em marketing, é jamais compre mailing, jamais invada o inbox das pessoas. Sua comunicação não pode ser invasiva e sua mensagem não pode chegar para quem não gostaria. Trabalhe com os clientes que você já tem, respeitando seu ciclo de vida e ativando-os no momento oportuno.

8 - Era melhor ter ido ver o filme do Pelé
Quando a turma do Chaves vai ao cinema, o personagem fica incomodando, fazendo mil trapalhadas porque ele não queria estar ali, mas assistindo ao filme do Pelé. Naquele dia, o personagem do barril não tinha opção, ele foi ao cinema convidado, então era aquele filme ou nenhum. 
Trazendo à realidade do marketing, hoje o consumidor tem o poder de decidir. Cative sua audiência através das mídias sociais, conte histórias e mantenha seu público engajado através de conteúdo personalizado relevante. Hoje tem coisas muito mais legais de assistir do que o filme do Pelé.

Artigo encaminhado por Suelen Giacomele, Content Marketing da Pmweb
Copiado:http://www.adnews.com.br/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

COMO ANDA O CLIMA DA SUA ORGANIZAÇÃO?

Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido. (Salmo 1.3)

Todos nós podemos ser pessoas frutíferas onde estamos: na igreja, na família, nas amizades, no local de trabalho e em tantos outros lugares. Quem não quer ter em sua equipe pessoas produtivas, cheias de vigor, capazes de enfrentar as dificuldades do dia-a-dia sem desanimar, e que sejam bem-sucedidas nas tarefas que executam?

Hoje, as organizações que investem no ambiente de trabalho a fim de torná-lo mais agradável, saudável e confiável oferecem um diferencial aos colaboradores e proporcionam oportunidade para que eles dêem mais de si, exercendo seus talentos, alcançando bons resultados, sendo mais frutíferos em sua área de atuação e consequentemente mais comprometidos com a organização. 

Diante disto, tornou-se relevante preocupar-se com as necessidades dos colaboradores, como anda seu ambiente de trabalho, bem como ter conhecimento do clima organizacional, se está bom ou ruim, ou seja, tudo o que está mexendo com seus sentimentos em relação à organização, como por exemplo: condições de trabalho, layout, limpeza, salários, refeitório, programas de incentivo, benefícios, integração com colegas e liderança, dentre outros.

Utilizamos o clima na meteorologia para entendermos o comportamento da atmosfera em diferentes intervalos de tempo. Na organização, o clima é utilizado para entendermos a atmosfera do ambiente de trabalho em dado momento. Podemos dizer que temos um clima estável quando por alguns dias o tempo fica bom, com predomínio do sol, céu claro. Representaria na organização um clima bom, positivo, na qual os colaboradores estariam satisfeitos, comprometidos, motivados; e um clima instável quando o tempo está fechado, chuvoso, e com trovoadas. 

Na organização seria um clima ruim, negativo, com colaboradores insatisfeitos, improdutivos, desanimados, desmotivados.  Assim como o tempo muda, o clima na organização também. Podem ocorrer alterações repentinas e as pessoas que estavam alegres ficarem tensas, desanimadas, insatisfeitas por algum fato ocorrido.

De acordo com Bergamini e Coda (1997, p. 98), "clima organizacional nada mais é do que o indicador do nível de satisfação (ou de insatisfação) experimentado pelos empregados no trabalho". O clima organizacional influencia e é influenciado pelo estado motivacional das pessoas, pois é a leitura que o colaborador faz, como vê e reage, de forma positiva ou negativa ao que acontece em relação à cultura, valores, normas e costumes da organização. 

Um mesmo acontecimento pode gerar conforto e segurança para uns e decepção para outros. Assim, o clima pode variar com certa facilidade, cada um irá avaliar de acordo com seus sentimentos, com o que estão vivenciando em determinado momento.
Conhecendo o clima da organização, como estão suas tendências e inclinações, é possível investir em melhorias para a solução dos problemas e fazer com que todos da equipe trabalhem motivados e tornem-se parceiros da instituição na conquista dos objetivos, no cumprimento da missão.

Uma importante ferramenta utilizada para alcançar este propósito é a pesquisa de clima organizacional. Através da sua aplicação, é possível obter um diagnóstico geral da organização quanto às dificuldades e/ou facilidades existentes entre os líderes, subordinados e departamentos. Enfim, um levantamento dos principais pontos que necessitam melhorias para fazer da organização um lugar melhor para se trabalhar, mais frutífero e produtivo. Esta ferramenta será abordada mais detalhadamente no próximo artigo sobre este assunto.

O objetivo final de um projeto de clima organizacional é tornar o ambiente de trabalho um lugar acolhedor e produtivo, "junto a corrente de águas", não necessariamente encontrando problemas, mas evitando-os, porque mesmo que o ambiente esteja bom, pode se tornar melhor.
Autor: Lêda Maria Flório Silva - Site: www.institutojetro.com