segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Entenda as Finanças Básicas da Sua Empresa

Gerir bem os negócios exige um bom entendimento e planejamento das finanças da sua empresa. Saiba como as finanças são parte de todo o sucesso.
Ser um empreendedor exige muito mais do que uma boa ideia e ser um líder nato. É preciso compreender a fundo o que são de fato as finanças da empresa. Tudo para que não haja tropeços que podem significar não só um balde de água fria para os negócios, como também o extremo, ou seja, o fechamento do empreendimento.
Por isso, saiba que as finanças não são um bicho de sete cabeças. Pelo contrário, se houver planejamento e algumas ações básicas, é possível fazer a empresa ser altamente competitiva e ampliar seus resultados em um tempo relativamente curto.
Vantagem competitiva
Em primeiro lugar, nada como fazer um estudo sobre a área de atuação do empreendimento. Pode ser uma pesquisa informal, que terá como principal objetivo saber qual a vantagem competitiva do seu negócio. 
No que ele é bom, no que se diferencia, o que oferece de novo para o seu público? A partir dessas informações será possível planejar suas ações, que resultarão no sucesso dos seus rendimentos.
Separando as finanças pessoais e profissionais
Outra ação básica é saber que a vida pessoal e a profissional de um empreendedor devem caminhar separadas. A união das duas, principalmente quando se trata de dinheiro, pode causar inúmeras confusões no caixa. 
Superada essa questão, é essencial que se pense no futuro da empresa e em possíveis investimentos que podem ser necessários ao longo dos meses. Portanto, é sempre bom ter uma reserva financeira extra.
Planejando o Fluxo de Caixa
Há também que se ressaltar um dos pontos mais importantes que envolvem as finanças, o fluxo de caixa. Esse item nada mais é do que controlar, equilibrar e destinar com qualidade tudo que entra e sai de valores da sua empresa. 
O fluxo de caixa bem feito é aquele que programa bem seus gastos com seus ganhos, faz investimentos corretos para formar uma empresa sustentável e está sempre em dia com os valores e oportunidades que envolvem o negócio.
Contador confiável para suas finanças
Caso números, balancetes e relatórios não sejam o forte do empreendedor, a melhor indicação é contratar um contador confiável para ajudar nessa parte da gestão. 
Mas o ideal é que se faça um acompanhamento rotineiro para estabelecer quais têm sido os fatores positivos, e também os desafios do negócio.
Por fim, para que as finanças se multipliquem há algumas regras básicas como a de sempre planejar e nunca gastar mais do que se ganha. Esse é um dos principais problemas de muitos empreendedores brasileiros. Quando você começar a ter de volta resultado do investimento que fez na empresa, então chegou a hora de separar uma parte para o reinvestimento. 
Copiado: http://www.endeavor.org.br/

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

O Que a Matriz de Ansoff diz sobre a sua Startup?

Um dos fatores mais importantes para o sucesso de uma startup ou de qualquer outro negócio é a análise estratégica do mercado. Igor Ansoff, professor e consultor russo, desenvolveu em 1965, uma ferramenta de análise e de definição dos problemas estratégicos.
A matriz de produtos e mercados de Ansoff tem como foco principal mostrar a expansão de produtos e mercados visando criar oportunidades de crescimento para as empresas. 
Você pode usar essa matriz no momento em que estiver mapeando o portfólio da sua startup. Neste momento, você vai analisar a receita criada pelos produtos existentes, e vai compará-la com a receita que a sua startup pretende alcançar. A matriz permite estruturar e definir a estratégia para esse crescimento.
A matriz Ansoff é um quadrante composto por duas dimensões: produtos e mercados. Do lado direito encontram-se os produtos novos; e do esquerdo, os existentes. Essa combinação forma quatro estratégias para o crescimento e o desenvolvimento da empresa. Essas estratégias são: o desenvolvimento do mercado, a penetração no mercado, a diversificação e o desenvolvimento do produto.
A definição desse quadro mostra em qual mercado sua startup deseja atuar.
Desenvolvimento do mercado
No desenvolvimento de mercado, a empresa deseja vender seus produtos existentes em um mercado novo. Essa estratégia de desenvolvimento de mercado deve analisar os mercados parecidos com o seu, e pensar na expansão de seus negócios. Essa expansão deve analisar alguns fatores como localização geográfica e idade.
Imagine uma loja de camisas on-line que vende apenas em um estado. Ela pode expandir suas vendas para outras unidades federativas, incluindo outros serviços de entrega. Se o público-alvo dessa loja for homens de uma determinada faixa etária, ela pode aumentar esse público ao incluir outras idades.
Penetração de mercado
A penetração de mercado visa vender os produtos existentes em um mercado existente, ou seja, pretende-se desenvolver uma estratégia para aumentar sua presença onde ela já atua. Essa estratégia pode ser feita por meio de liquidações, fidelização de clientes, promoções, entre outras ações.
Diversificação
A diversificação é uma estratégia que objetiva criar produtos, para atuar em novos mercados. Essa estratégia busca a inovação que inevitavelmente proporciona riscos, pois a empresa está entrando em um campo desconhecido. Logo, não tem muito como fugir desse fator. Criar uma estratégia para crescer e desenvolver nesse mercado é inerente a uma startup na maioria das vezes.
Desenvolvimento do produto
Essa estratégia sugere o desenvolvimento de novos produtos em mercados existentes. Isso pode ser feito por meio de aperfeiçoamento do produto e de melhorias tecnológicas. Um bom exemplo é a ação de empresas de refrigerantes que incluem em seu MIX de sucos e refrigerantes, versões diet e light.
Sua startup e a matriz de Ansoff
Agora que você já sabe quais são as particularidades de cada estratégia de crescimento de mercado e/ou produto da matriz de Ansoff, você pode aplicá-las na sua startup. Defina em qual mercado sua startup atua, e como ela deseja atuar e aproveite toda a potencialidade que as estratégias tem a oferecer.
Por: Marcelo Toledo - http://www.administradores.com.br/

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

7 Insights para Amenizar o Sofrimento

Tenho aprendido muito com meus clientes de treinamentos in company e coaching e uma coisa é comum entre eles: a maioria sofre antes do necessário. Isso não é privilégio nem defeito, é uma característica natural do ser humano, mergulhado em pensamentos que oscilam entre o bem e o mal, de acordo com a pressão imposta pela sociedade.
De onde vem essa predisposição humana para o sofrimento antecipado? 
Por que uma boa parte se demite por conta própria mediante simples boatos de demissão no corredor da empresa? 
Qual a razão para o sofrimento antes do voo se o avião nem decolou? 
E para o sofrimento lá em cima, depois que o avião já está no ar e você não tem mais como descer? 
Como é que você sabe que o negócio não vai dar certo se você ainda nem começou?
A maioria das pessoas é refém dos próprios pensamentos, portanto, todo pensamento é também uma prisão. Ele tem o dom de escravizar a si mesmo e de antecipar problemas que nunca acontecem da forma como você imagina, o que o leva à demissão antes da hora, ao prejulgamento, ao desequilíbrio físico e psicológico e, por consequência, ao sofrimento desnecessário.
Por várias razões, algumas pessoas tem mais e outras menos disposição para o sofrimento antecipado. O problema é que quando você coloca o pensamento negativo na frente, as oportunidades se perdem, os relacionamentos se deterioram, os negócios não decolam. A mente humana é uma conspiradora universal e, na maioria das vezes, o lado ruim das coisas prevalece.
Para quebrar o padrão de pensamentos negativos é necessário rever alguns conceitos e trabalhar insistentemente para isto. Na medida em que adotamos o firme propósito de mudar o vocabulário e o comportamento por meio de uma postura mais otimista em relação aos acontecimentos, estabelecemos novos padrões, sofremos menos e podemos construir um novo futuro.
Este padrão é resultado da maneira como lidamos com os modelos mentais desde a mais tenra infância. Por essa razão, algumas pessoas tem sucesso e outras estão condicionadas ao fracasso. Não chega a ser uma escolha, mas a permanência dentro deles é.
Com base na minha experiência pessoal e profissional e inspirado em autores como T. Harv Eker (Os Segredos da Mente Milionária), Fredy Kofman (Metamanagement) e Albert Ellis (Como conquistar a sua própria felicidade), compartilho aqui algumas dicas que vão ajudá-lo a repensar a forma de ver a vida. Ler apenas não basta, é preciso coragem e determinação para criar um novo grau de sucesso.
1. O seu mundo interior cria o seu mundo exterior, portanto, você é aquilo que pensa e faz; quanto mais você reforça o discurso e os pensamentos negativos, mais refém se torna deles.
2. As coisas que você ouve sobre dinheiro, sexo, relacionamentos, estudos, política etc. não são necessariamente verdadeiras; ao adotar novas formas de pensar e agir, com base naquilo que você é capaz de fazer, e você é, as coisas mudam naturalmente.
3. Pensar em coisas boas ou em coisas ruins dá o mesmo trabalho, então, opte por coisas que contribuam para a sua felicidade e o seu sucesso e pare de bancar o adivinho, de sofrer por antecipação e procure alimentar apenas pensamentos que lhe fortalecem.
4. Os exemplos que você teve a respeito de muitas coisas era o modo de agir dos seus pais, entretanto, a sua maneira de ver e fazer as coisas é você quem escolhe; escolha ser mais alegre, mais otimista, mais abastado e a felicidade será apenas consequência.
5. Como diz o Seth Godin, a questão não é se você é capaz de fazer um trabalho digno e interessante, você é, mas a pergunta é: você está disposto? É mais cômodo reclamar do que levantar a bunda da cadeira para fazer algo diferente, mas é isso que você quer?
6. Levante todo o dia disposto a aprender algo novo e diferente, sem qualquer benefício prático aparente; isto vai reforçar a sua predisposição para o aprendizado e redefinir os caminhos neurais para uma nova maneira de ver as coisas.
7. Os medos, os mitos e os sonhos surgem do mesmo lugar, ou seja, da nossa capacidade de alimentar, positiva ou negativamente, os modelos mentais que herdamos ao longo da vida, os quais só serão mudados a partir do momento em que tivermos coragem de experimentar um futuro novo e diferente.
“O que perturba o ser humano em si não são as coisas, mas o seu julgamento sobre as coisas”, segundo Albert Ellis, psicólogo, portanto, ame mais, julgue menos, estude mais, critique menos, viva mais e morra menos.
Você começa a morrer quando deixa morrer dentro de si o sonho, o otimismo, o objetivo e a capacidade de contribuir com a sua vocação para o um mundo mais justo, mais alegre e mais humano.
Pense nisso e seja bem mais feliz!
Por: Jerônimo Mendes - http://www.administradores.com.br/

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

LINKEDIN E VOCÊ: UMA EXCELENTE PARCERIA PROFISSIONAL

Fundado em 2002 o Linkedin é uma rede de relacionamento profissional. A principal função é de manter uma rede de contatos, pessoas com quem você já trabalhou ou trabalha, ainda conhecidos de confiança em outras empresas.

Sua funcionalidade é basicamente a mesma que a do Facebook, com a diferença primordial de que absolutamente tudo está voltado para o mundo profissional.

No Linkedin é possível criar um perfil dinâmico e informativo no formato de um currículo virtual, participar e/ou criar grupos de sua área de interesse, compartilhar informações, conteúdos, novidades, etc., seguir empresas ou pessoas de interesse, procurar e se candidatar a um emprego ou anunciar uma vaga e criar um Networking sempre acessível.

Uma ferramenta poderosa porém pouco utilizada pelos Brasileiros, o Linkedin se consolida cada vez mais como uma rede de relacionamento de suma importância para a sobrevivência no mercado de trabalho, se tornando um diferencial competitivo para os seus utilizadores.

Com a interface intuitiva o usuário consegue criar um perfil em poucos minutos. É importante ressaltar que o acesso ao Linkedin deve ser feito diariamente, com contribuições de conteúdo de cunho produtivo para que a pessoa possa se destacar. Não adianta ter um perfil no Linkedin e não fazer mais nada. Por este motivo segue, abaixo, algumas dicas de utilização.

Dica 1.
Coloque uma foto profissional. Você mesmo pode pedir para um amigo ou parente para lhe ajudar com isso. Passe uma imagem positiva sobre si mesmo.
Dica 2.
Escreva um bom resumo, não copie algo pronto, curto ou longo é você quem decide, mas seja original.
Dica 3.
Coloque suas principais experiências profissionais, preencha o que for necessário, quanto mais informação melhor.
Dica 4.
Não tenha vergonha, solicite recomendações de quem já trabalhou com você. E entenda as recomendações como uma via de mão dupla. Faça recomendações antes de solicitar.
Dica 5.
Detalhe sua formação acadêmica, coloque suas contribuições e atividades enquanto estudante.
Dica 6.
Não esqueça de colocar seu idioma nativo, é importante, assim como outros que você tenha conhecimento. Não minta neste setor, pois o único prejudicado será você.
Dica 7.
Coloque os cursos livres ou de atualização, sempre começando do mais recente. Esses cursos demonstram o seu interesse pela sua área de atuação.
Dica 8.
Na seção Competências e Recomendações seja objetivo e verdadeiro. Suas habilidades adquiridas durante seu período na faculdade ou em empresas é sua principal aliada nesse momento.
Dica 9.
Informação nunca é demais, por este motivo preencha as Informações adicionais colocando suas áreas de interesse, seus dados pessoais e ainda dicas para entrar em contato com você. Tenha foco ao se disponibilizar assim como os meios de contato que as pessoas podem lhe contatar.
Dica 10.
Você apoia alguma causa? Trabalha como voluntário em algum lugar? Não deixe de colocar essas informações, elas melhoram a sua imagem. E se você está querendo ser voluntário, se coloque a disposição.
Dica 11.
Comece a procurar por pessoas conhecidas e conecte-se a elas, ou envie convites através de seus contatos de e-mail. Você pode convidar também participantes de grupos dos quais você faz parte.
Dica 12.
Procure por grupos do seu interesse e solicite participação. Lembre-se de contribuir com conteúdo interessantes e relevantes. Se desejar, você também pode criar um grupo e convidar suas conexões.
Dica 13.
Siga empresas que você admira ou que deseja trabalhar. Muitas vezes é possível se candidatar a vagas através do Linkedin.
Dica 14.
Mantenha seu perfil atualizado. Acesse constantemente e participe dos debates em grupos que você faça parte. Demonstre interesse pelas pessoas e suas ideias. Uma excelente maneira de fazer novos contatos é através dos grupos. E lembre-se, seja original quando convidar alguém para fazer parte de suas conexões.
Dica 15.
Preste atenção ao seu feed de notícias, compartilhe conteúdo relevante, “goste” das postagens de suas conexões e comenta-as. Compartilhe conhecimento e ganhe mais conhecimento.

POR KAROLINA BEZERRA SALVADOR- www.portaleducacao.com.br

terça-feira, 4 de novembro de 2014

15 Regras para se Tornar um Líder Respeitado

Para liderar, é preciso conquistar o respeito daqueles que o cercam. Uma vez respeitado, suas opiniões serão levadas em consideração mais facilmente e suas ideias atingirão o sucesso de forma mais rápida, porque os outros estarão dispostos a ajudá-lo.
Confira abaixo um resumo desses pontos:
1. Encontre o seu estilo e inspire. O auto-conhecimento é uma das coisas mais importantes que você pode fazer como líder. Saber o estilo que você usa para liderar, o ajudará a usá-lo de forma melhor.
2. Demonstre integridade. A falta de integridade pode arruinar o respeito que você conseguiu conquistar junto aos seus funcionários e colaboradores. Mas lembre-se que integridade não é apenas evitar escolhas antiéticas, mas intencionalmente moldar uma cultura de valores e serviços ao seu redor.
3. Termine seu trabalho de casa. Quanto mais você souber sobre algo, mais preparado você está para conquistar essa coisa. Líderes se informam e se mantém informados.
4. Invista em si mesmo. Líderes investem em aprendizado e em experiência. Quanto mais você souber, mais e melhor você poderá ajudar.
5. Gerencie sua marca. A percepção de sua marca pelo público é importante, por isso, um bom líder constantemente procura por um feedback para garantir que sua empresa não está sendo percebida negativamente.
6. Concentre-se no futuro. O trabalho do líder é focar no futuro em benefício dos constituintes. Estabeleça uma visão e mantenha-se no caminho para conquistar sua meta. Resista à tentação de passar muito tempo resolvendo problemas do dia-a-dia se eles estão lhe custando o progresso da sua ideia.
7. Entenda melhor as pessoas. Conheça sua equipe e crie uma cultura na qual as pessoas se sintam apoiadas pessoalmente, e não apenas profissionalmente.
8. Posicione as pessoas profissionalmente. Ao conhecer seus funcionários, você será capaz de colocá-los nas funções mais adequadas às suas habilidades, o que lhes permitirão maior crescimento profissional e sucesso.
9. Elogie. Se alguém faz um bom trabalho, garanta que ela saiba disso. Não importa a forma, seja por e-mail ou uma remuneração extra, se você pode assegurá-los que fez um ótimo trabalho, o faça.
10. Treine e defenda. Se você quer que as pessoas que você lidera o respeitem, deixe-os sabendo que você está ao lado deles. Defenda-os, ajude-os e isso influenciará em seu favor.
11. Construa parcerias. É impossível fazer tudo com maestria, por isso, se cerque de pessoas que possuam as qualidades que lhe faltam.
12. Pergunte antes de falar. Líderes ouvem. Não assuma que você já sabe a resposta para uma pergunta que você nem mesmo fez. Seja cético.
13. Antecipe e otimize. Sempre pense a frente. Se pergunte sobre o mercado, possibilidades de erros e se há algo a mais que você pode fazer. Tudo isso ajudará a criar melhores planos para o futuro.
14. Assuma riscos. Sem riscos, sem recompensas. Simples assim.
15. Espere grandeza. Nunca se acomode, pois líderes são persistentes até encontrarem a perfeição. Os seus melhores dias podem estar logo a frente e para isso é preciso trabalhar duro.
Copiado: http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

COMO FAZER GESTÃO DE CONHECIMENTO A PARTIR DA AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO?



- Já fiz a avaliação de desempenho, e agora o que eu faço com estes resultados?

Esta é a principal dúvida que muitos gestores de Recursos Humanos enfrentam, depois de tabularem os dados de uma Avaliação de Desempenho, porque não têm ideia do que podem fazer com estas valiosas informações.

Aqui vou deixar algumas sugestões do que fazer com essas informações e como usar estes resultados para benefício da organização.

Existem quatro passos que podem ser usados como pontapé inicial para a implantação da Gestão do Conhecimento em uma organização, a partir do que foi coletado na Avaliação de Desempenho. 

Tudo começa na Administração de Recursos Humanos: Gerir o conhecimento é utilizar os valores criados pelo capital humano, para agregar valor a organização, e para gerir o conhecimento, é necessário, antes de tudo, identificar, buscar, reforçar e aprimorar esse conhecimento a ser administrado, e em doses homeopáticas, aplicar aos setores, para evitar o colapso. 

Quando uma empresa despeja novidades em seus departamentos, é comum assustar a todos e causar grande desconforto no clima organizacional, correndo o risco de causar um desequilíbrio interno.


Vamos comparar a falta da Gestão do Potencial Humano, como uma deficiência, uma patologia do trabalho que deve ser cuidada de fora assertiva, mas também com muita parcimônia. Como remédio para essa patologia, precisamos administrar um medicamento e não podemos nos esquecer que deve se administrado em pequenas doses. 

Em outras palavras: é preciso introduzir as mudanças organizacionais de forma cuidadosa e vagarosa, para não causar desentendimentos na empresa.

1º Passo - Planejar a Avaliação de Desempenho


Comunicar a equipe, que seu desempenho será medido e que estes resultados serão utilizados para desenvolvimento do próprio colaborador, é trabalho dos gestores. Contudo, é preciso garantir que os colaboradores tenham convicção de que essa é uma forma justa de mensurar os resultados da equipe e de distribuir as metas de forma igualitária.

O colaborador precisa entender e abraçar estas metas como parte de seu legado em sua trajetória na empresa. A avaliação de desempenho só será bem aceita, quando a comunicação dos gestores com os colaboradores for perfeita, caso contrário, haverá um grande desencontro de informação, e essa avaliação, se tornará uma caça às bruxas o que é extremamente nocivo a uma organização.


2º Passo - Utilizar as Informações para Desenvolvimento


Depois que o departamento de Recursos Humanos já tabulou os resultados, e sabe exatamente qual é o potencial de cada colaborador, com suas principais qualidades, é o momento de utilizar todos estes dados para o desenvolvimento profissional de seus talentos. É o momento da equipe de T&D promover plano de Carreiras com base em Desenvolvimento de talentos. Para isso, vale algumas dicas:

- Formação de Academia de Líderes (núcleo de desenvolvimento de talentos);

- Plano de remuneração com base na formação profissional obtida;

- Bolsas de estudo (incentivo) em cursos de graduação, extensão etc.

- Plano de Carreira, com foco em melhoria no desenvolvimento (Júnior, Pleno Senior, nível I, II e III etc).  

Estas são apenas algumas formas de reconhecimento pelo empenho no desenvolvimento do colaborador. Essa avaliação, não deve ser feita unilateralmente, mas especialmente com a participação dos pares, subordinados, superiores, para que seja o mais transparente possível, pois o crescimento profissional, está sempre cercado de olhares maliciosos e a transparência no processo é o remédio mais eficaz para este cenário.

3º Passo - Utilizar o Desenvolvimento para Gerir o Conhecimento


A partir do momento que a empresa tem todos os nomes e o quanto cada nome representa em atividade e em valor, ela conseguirá estabelecer estratégicas, de crescimento que será responsável pelo melhor desempenho. 

Isso é Gestão do Conhecimento. Não basta apenas saber quem são as peças em potencial, na organização, mas montar esquemas que fará com que o melhor proveito seja tirado a partir das peças que foram descobertas. Cabe salientar que um líder ou gestor, não conseguirá apontar um colaborador para uma área diferente sem esse conhecimento prévio, de quem é o colaborador, de onde veio, a sua experiência, expectativas e formação e estes dados são essenciais para a aplicação do conhecimento.

Observe até aqui que já é possível saber quem são os principais colaboradores, o rendimento real, o perfil, as possibilidades e suas habilidades em alta, e neste momento é possível delegar projetos com menos possibilidade de fracasso.

4º Passo - Utilizar o Conhecimento para Gerar Valor


Uma vez que foram eliminadas as possibilidades de fracasso, é o momento de ousar um pouco mais, é o momento de dar oportunidade a aqueles que de forma imedida se dedicaram ao desenvolvimento organizacional.

A empresa precisa começar a olhar para os seus talentos de outra forma, agora pensando não somente, no quanto eles já fizeram para o seu crescimento, mas explorando o seu potencial inovador e desafiador e apostar no que ainda é possível fazer para gerar competitividade.

Os olhares de desafio dos novos gestores, a sua capacidade de criar, de ousar, precisam estar atentos para encontrarem esses talentos e explorar ao máximo o potencial competitivo existente nestes recursos humanos.

Quando este reconhecimento da importância do capital intelectual acontece, abre-se espaço para o Desenvolvimento Organizacional e é necessário que toda a organização se mobilize no sentido de reter esses talentos tão especiais, pois eles são capazes de mudar a trajetória de uma empresa e levá-la a alcançar a sua missão e visão de futuro.

Copiado: https://www.portaleducacao.com.br

sábado, 1 de novembro de 2014

Novembro Azul


Porque os homens cuidam menos de si e da sua saúde? Pergunta relevante, mas realidade nos dados que apontam a mortalidade e a morbidade do público masculino. Os homens apresentam uma maior mortalidade do que as mulheres em praticamente todos os ciclos de vida.  A cada três mortes de pessoas adultas no país atualmente, duas são de homens. Isso é ainda mais agravante em relação aos jovens. Na faixa etária dos 20 aos 30 anos o risco de morte é 80% maior do que as mulheres, visto que estes apresentam índice maior de comportamentos de risco e estão mais propensos a acidentes ou a violência.

Os homens também apresentam mais resistência a procurar cuidados médicos e a realizar atitudes preventivas.  Segundo Eduardo Chakora, coordenador da área técnica da Saúde do Homem do Ministério da Saúde:
  “Os homens, de maneira geral, desde cedo são educados para não entrar em contato com sua fragilidade, mantendo a aparência de que são fortes e auto-suficientes. Com um isso constroem a fantasia de que nunca vão adoecer ao mesmo tempo em que, paradoxalmente, alimentam um incrível medo de descobrir doenças. Crescem com isso, defendendo-se de sua sensibilidade e sem conseguir desenvolver autocuidados com sua saúde”.

Diante disto, pensamos que os homens precisam desconstruir estes paradigmas, e começarem entender que a prevenção ainda é o maior aliado da saúde, bem como detectar qualquer adoecimento precocemente trará mais chances de cura ou tratamentos menos invasivos.  Precisam compreender que estilo de vida determina a qualidade de vida, e com isso muitos adoecimentos poderiam ser evitados.

Não podemos esquecer que novembro é o mês alusivo a prevenção do câncer de próstata, e que infelizmente nosso estado tem a maior incidência deste tipo de neoplasia. Com isso é importante que todos os homens a partir dos quarenta anos procurem um médico urologista e façam seus exames preventivos.
   
“Homem que se cuida tem atitude, valoriza a vida.”
                                                
POR; Fernanda Aver Pupe - Psicóloga Aapecan Porto Alegre

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Nova Imagem Organizacional: Espaço para Compartilhar valores

As organizações constituem-se como organismo vivo em permanente movimento por meio de ações coletivas e necessitam de um novo paradigma que propicie estabelecer constantes estratégias adequadas ao mercado. 
Para isso, precisam definir a missão, visão e valores interligados para arraigar a cultura organizacional que favorecerá ao cliente interno e externo benefícios que agregarão valores à sua imagem.
A cada dia, é mais perceptível que as necessidades e os desejos dos clientes são tênues e que perpassam as relações políticas, econômicas e sociais. Por isso, necessitam ser redesenhados para trilhar o caminho do desenvolvimento sustentável. 
Convém clarificar que a sustentabilidade é um problema mundial e que a solução cabe à coletividade de países. Neste sentido, Kotler afirma que “hoje, o Brasil segue uma trajetória ascendente. Como um dos principais países do BRIC, [...] tem grande poder de influência sobre as outras Nações”.
Nesse contexto, a sustentabilidade é um conceito sistêmico e holístico sobre a realidade nos aspectos econômico, social e político. Por isso, torna-se parte integrante das estratégias organizacionais, com vistas à conscientização e transformação por meio da atuação corporativa.
Deve-se destacar o papel importante do fator humano na concretude desse desafio que perpassa os muros de nossas casas e abarca níveis locais, regionais e mundiais. Dá-se destaque à construção no coletivo e à transformação social, que devem ser alicerçadas no desenvolvimento organizacional. 
O cenário socioeconômico expande para novas oportunidades, demandas e fomenta conexões e diálogos fatores críticos para alavancar os negócios. Nesse contexto, a sustentabilidade torna-se diferencial competitivo e deve ser adjungida à responsabilidade social. 
Conforme explicita Kotler, no Marketing 3.0, os consumidores não buscam somente produtos e serviços, buscam significado, que “é a futura proposição de valor (...) modelo de negócio baseado em valores”. Afinal, são essenciais para impulsionar as estratégias de comunicação das organizações que almejam sobreviver a esse mercado extremamente competitivo. Além disso, devem trabalhar para a consolidação dos valores institucionais como fator preponderante para construir e (re) construir processos interligados com a realidade comunicacional da empresa.
Para Kotler, é “fundamental que você e sua empresa estejam conectados de corpo, mente e alma com seus clientes e com a sociedade como um todo”. As organizações que estão empreendendo ações sustentáveis deparam-se com inúmeros desafios, a saber: novos caminhos para o ciclo de vida dos produtos, visível nas gradativas limitações de recursos naturais; os avanços tecnológicos que criam oportunidades e impulsionam  soluções em sustentabilidade; como também estratégias de marketing que envolvem quebra de paradigmas  relacionais entre empresas e consumidores.
Devido a esses inúmeros desafios, a sociedade vem exigindo das organizações atitudes e responsabilidades em relação aos produtos e serviços. Kotler reafirma: “os consumidores estão em busca de soluções para satisfazer seu anseio de transformar o mundo globalizado em um mundo melhor”. 
Por conseguinte, esse transformar consiste no marketing colaborativo por meio do trabalho coletivo, compartilhado utilizando-se da competência, habilidade e atitudes de todos os envolvidos em busca de soluções sustentáveis.  Neste sentido, kotler explicita que as “empresas são amadas, porque seus clientes satisfeitos fazem a publicidade”.
São muitas as organizações que precisam quebrar paradigmas que impedem espelhar uma nova imagem. Esta deve ser centrada no ser humano para agregar valor à sua experiência, sustentada no sentimento para novas atitudes e posturas que mobilizem para as ações responsáveis norteadas nos valores que envolvam proteção do meio ambiente e aumento da expectativa de vida da sociedade.
A guisa de conclusão, esse artigo visa contribuir para o desenvolvimento da criticidade em torno da complexidade da nova imagem organizacional, sendo espaço para compartilhar valores os quais Kotler explicita “que as empresas precisam fazer para se destacar e ser valorizadas”.


Por: Danuza Janne Ribeiro de Almeida - http://www.qualidadebrasil.com.br/