segunda-feira, 7 de abril de 2014

10 Regras Sobre Busca por Emprego que Precisam Ser Quebradas

Somos treinados para nos transformarmos em objetos moldados, para sermos quem os empregadores quiserem que sejamos. Somos encorajados a interpretar um papel, na esperança de que o entrevistador se apaixone por nós. Mas, na prática, as coisas podem não funcionar assim.
Em um artigo para a Forbes, a escritora Liz Ryan fala sobre o processo de busca de emprego. Segundo ela, se as pessoas não entendem você, elas não o merecem. “Melhor deixar as pessoas verem quem você é o mais cedo possível, certo? Pessoas que procuram emprego são sempre pegas de surpresa ao saberem que honestidade não os trará mal numa busca por emprego. Se seus recrutadores têm pelo menos um pouco de autoestima e confiança, sua honestidade irá ajudá-lo. Você quer mesmo trabalhar para alguém que tem tanto medo que não consegue lidar com uma dose de honestidade?”, afirma Ryan.
Toda empresa tem seus problemas e precisa de pessoas para resolvê-los. Se você pode melhorar o local onde será contratado sendo você mesmo, por que se rebaixar e se adequar a um modelo no qual não se encaixa?
Liz dá 10 regras básicas para serem quebradas quando se está procurando emprego. Aqui estão elas:

1 – Seguir o processo pré-definido

O processo de recrutamento está quebrado. “Buracos negros são demais no espaço, mas horríveis numa busca por emprego. Várias pessoas têm dificuldade em sair do molde de quem está procurando empregos e, se conseguirem, serão imbatíveis", afirma Liz.
Desde criança, somos programados para fazermos o que nos mandam. Os “buracos negros”, como a escritora chama esse molde antiquado de procura, vão destruir seu currículo e transformá-lo em algo que você não é.

2 – Entregue seu currículo a um conhecido na empresa

A procura de um emprego, como qualquer campanha publicitária, faz uso de meios reprodutores. “Seu amigo dentro da empresa pode ser um grande meio para sua procura de emprego, ou um horrível, pois tudo tem a ver com a pergunta: ‘Quanto seu amigo conhece o chefe dele?’ Se ele conhece bem, você está com sorte. Senão, seu amigo, ao carregar seu currículo, só o estará jogando no mesmo buraco negro que você está tentando evitar”, aconselha Liz Ryan.
Escolha o meio mais forte para ser a ponte entre você e seu emprego: pode ser um amigo em comum, uma abordagem direta ou uma empresa tercerizada. Não vá pensando que seu amigo dentro da companhia é sempre o melhor caminho.

3 – Usar o estilo tradicional de currículo

“Você não é um zumbi, você é um ser humano pronto para ação. Por isso, não se deixe levar usando linguagem de zumbi no seu currículo”, conta Liz.
Você pode fazer um currículo que parece com você e que vai deixar o empregador com uma impressão melhor de você. Esqueça aquele estilo velho e ultrapassado e foque no novo e no diferente.

4 – Mostre que você é o que a empresa está procurando

Esqueça o modelo “tedioso e iludido” de especificações que a empresa dá e foque em como você pode melhorá-la. “Você sabe que as especificações escritas para um trabalho têm tanto em comum com o trabalho de verdade quanto eu tenho algo em comum com Genghis Khan”, ironiza Ryan.

5 – Gaste toda sua energia tentando empregos na internet

“Se você quer destruir sua energia nas duas primeiras semanas da busca pelo emprego, passe todo seu tempo pesquisando na internet por vagas”, afirma Ryan. Isso irá fazer você jogar seu currículo nos empregos “buraco negro”, enquanto espera que alguém do outro lado mande alguma resposta. “É melhor você juntar uma pilha de cópias do seu currículo e sair dirigindo pela cidade jogando-os pela janela aberta. Nesse caso, um dos seus currículos podem cair no colo de algum gerente para lhe oferecer vaga por sorte”, complementa.
Se você quer um trabalho em vez de uma atividade para matar o tempo que você tem durante o dia, fique longe do buraco negro e tome um papel mais ativo na sua busca. Divida o processo de procurar emprego em três partes iguais: uma parte do seu tempo disponível e energia irão para classificados na internet, um terço desse tempo e energia serão usados para você ir atrás de provavéis empresas, estejam elas contratando ou não, e o último pedaço irá para sua busca através dos seus contatos.

6 – Procure seus contatos só quando precisar

O tempo que você passar em contato com sua rede de amizades procurando emprego, não é apenas uma busca por vagas para se candidatar. É uma ferramenta para elevar suas energias e suas habilidades. Use seu tempo se relacionando com sua rede de contatos, para ajudar seus amigos com quaisquer problemas que eles estejam lidando e para conseguir o suporte moral deles em retorno.
“Quando as pessoas recebem propostas de emprego inesperadas através de seus contatos, e isso acontece todos os dias, é porque elas focaram na relação e não nos benefícios que essa pessoa pode trazer para ela”, afirma Liz.

7 – Dê todos os detalhes sobre seus últimos salários

“Você está pronto para trabalhar para pessoas que não confiam em você?”, questiona Ryan. Se seu empregador quiser verificar todo salário que você ganhou, a relação não estará começando bem. Mantenha seu histórico salarial para você mesmo.

8 – Faça tudo que o empregador mandar

“Nenhum empregador vai amar você mais do que ele ama antes de fazer uma oferta de emprego. Então não seja um capacho na sua busca”, afirma a escritora. Não tente passar pelos cacos de vidro que eles colocarem em seu caminho, pois caso você pareça ser o candidato mais dócil, não espere que ele veja seu valor estratégico durante a entrevista.

9 – Não mencione salário, deixe o empregador falar sobre o assunto

“Muitas vezes somos pegos com o ensinamento de não mencionar-mos a questão salarial primeiro, deixe o empregador falar. ‘Quem falar primeiro, perde’, parece ser a regra exigente”, diz Liz. Lembre-se, é sua obrigação mostrar a eles o quanto você vale durante o processo de entrevista.

10 – Faça o que for preciso para conseguir o cargo

“Quando você concorda em fazer algo para conseguir um emprego, você está fazendo um pacto com o diabo. Por mais que você esteja tentado a morder seus lábios quando estiver frustrado com o processo de contratação, não o faça”, afirma Ryan. Se você tiver que pegar um emprego apenas para sobreviver e pagar as contas, pegue. Mas não troque sua integridade por um pagamento de pessoas que nem percebem ou valorizam o quanto você realmente vale.
Lembre-se: só as empresas que entendem você lhe merecem. Quanto mais rápido você disser “não, obrigado” para as oportunidades erradas, mais rápido as oportunidades certas chegarão até você.
Não seja passivo numa entrevista de emprego. Transforme-a numa conversa humana.
Copiado: http://www.administradores.com.br/

sexta-feira, 4 de abril de 2014

6 Hábitos do Brasileiro no Trabalho que Gringos não Entendem


Como em qualquer relação com culturas diferentes, brasileiros podem ter alguns desafios ao trabalhar com outros povos; veja quais são os mais comuns


As empresas estrangeiras já não são as únicas a ultrapassar as fronteiras dos países de origem para, em alguns casos, mirar o Brasil. Mais e mais, as nacionais também estão ampliando seu campo de atuação e fincando bandeiras em outros territórios. 

Uma prova disso é uma pesquisa da Fundação Dom Cabral que mostra que o índice de internacionalização das companhias brasileiras pulou para 18% em 2012 - dois pontos acima do registrado em 2010.

Entre 2012 e 2013, por outro lado, o número de carteiras de trabalho emitidas para estrangeiros no país cresceu mais de 50%, segundo dados publicados no G1. Em outros termos, seja aqui ou no exterior, o contato do brasileiro com diferentes culturas aumentou – e o número tende a crescer nos próximos anos. 

Por natureza, a cultura tupiniquim tende a ser mais aberta para o que é novo ou diferente. Mas, mesmo assim, temos alguns pontos de choque quando em contato com outros povos. Principalmente, quando o cenário para este encontro é o mercado de trabalho.

“O conflito cultural nasce porque tivemos experiências pessoais específicas e construímos, a partir delas, ritos e comportamentos”, diz Fabiana Gabrieli, professora da HSM Educação. 



De fato, a imagem que se cria sobre um povo não é verdade para todos que estão inseridos naquele grupo. É só você pensar: nem todo brasileiro gosta de samba, futebol e feijão com arroz – características que fazem parte do nosso estereótipo no exterior.



Mas há características gerais que marcam uma dada cultura, como explica a consultora Jussara Nunes, da LCO Partners, que vive há 11 anos na Holanda.  



Por isso, as atitudes listadas a seguir são fruto de uma reputação mais geral criada pelos brasileiros no mundo corporativo e baseadas nas experiências de três especialistas no assunto. Confira.

1 Rodear e rodear para, enfim, chegar ao ponto
O principal desafio do brasileiro ao lidar com outras culturas está, vejam só, na comunicação. E não é só uma questão de fluência em outro idioma. O que “pega” para os estrangeiros é a maneira como nos expressamos.  


“O brasileiro precisa explicar antes de chegar ao ponto”, afirma Jussara. “Os anglo-saxões, em geral, vão direto ao ponto: falam primeiro o que querem e, depois, tecem uma conversinha conforme o que o outro pede”.

Pode parecer um pequeno detalhe, mas, na prática, esta diferença pode comprometer a relação profissional. “As pessoas chegam a ficar irritadas”, diz a especialista.
2 Usar o “sim” como um “talvez” 
“A gente não quer ferir a outra pessoa, vamos falando devagarinho e, às vezes, não somos totalmente francos ou diretos”, diz Jussara. 
Assim, o “sim” vira “talvez”; o “talvez”, “não” e o “não” propriamente dito nunca aparece – nas promessas, é claro, porque na prática, está presente o tempo todo. Diante disso, estrangeiros tendem a ficar confusos e, no pior dos cenários, frustrados. 
3 Querer amigos, não colegas 
Pesquisa da EY divulgada no mês passado mostra que o colega de trabalho ideal para quem mora no Brasil é inspirador, motivador, amigável e sociável. 


Ou seja, na prática, mais do que alguém que ajude a conseguir bons resultados, o brasileiro quer trabalhar com pessoas com quem seja fácil se relacionar. 

“O brasileiro tende a focar no relacionamento. Primeiro, ele tem que confiar e se dar bem. Depois, vem a tarefa”, diz Jussara.
Isso se materializa, por exemplo, nas (“necessárias”) conversas pessoais antes de começar uma reunião, na ocupação do espaço do outro (nos comuns contatos físicos) e até em nossa (velada) dificuldade em separar o que é profissional do que é pessoal. 
“Você dá beijinho, mostra a fotos dos filhos, coloca um pouco de sentimento nas relações”, diz Cristina Santos, da EMDOC. Em outras culturas, o tom é outro: “viemos aqui para fazer negócios, não amigos”, descreve a especialista. 
4 Ajustar o alcance da visão
Segundo Fabiana Gabrieli, da HSM Educação, o brasileiro tende a ter uma visão de negócios focada no curto prazo. “Queremos fechar negócio, fazer movimentos rápidos”, diz. “Enquanto na cultura oriental, por exemplo, as pessoas não fazem negócios com quem não conhecem”. 
Por outro lado, tendo em vista as condições do mercado no Brasil, aprende-se desde cedo que, muitas vezes, é preciso improvisar. Com isso, apesar de não elaborar planos rígidos, por exemplo, o brasileiro tende a guardar na manga um plano B. “Ou C ou D”, brinca Jussara. 
5 Buscar exceções – o tempo todo 
“Nosso cotidiano é repleto de exceções”, diz Cristina. É o código de conduta que não é seguido à risca; a lei que, na prática, “não é bem assim” e por aí vai. 
Isso não é válido em outras culturas. “Tendemos a ser indisciplinados, precisamos trabalhar com regras rígidas para que o "jeitinho" seja controlado”, afirma Fabiana.
Quando em contato com outras linhas corporativas, o brasileiro, além de ler, precisa seguir o manual – sem criar atalhos. 
6 Não andar no ritmo dos ponteiros 
Uma consequência desta cultura de flexibilidade é a maneira como lidamos com o tempo. Atrasos fazem parte da rotina de muitas corporações por aqui. Quantas vezes, por exemplo, você foi pontual e teve que esperar alguns bons minutos para que a reunião começasse?
Em outros países ou culturas, esta rotina é quase um insulto. E não levar isso em conta quando você trabalha em equipes multiculturais pode ser danoso para a sua própria carreira. 
 - http://exame.abril.com.br/

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Contratos Trabalhistas Devem Ser Feitos Com Transparência


Quebra de confiança leva à perda de talentos.


Na era da comunicação digital em tempo real o ruído nas comunicações interpessoais continua causando estragos e levando empresas a perder talentos e competitividade. 

Mal-entendidos geram expectativas que não são serão atendidas e isso pode levar a uma quebra de confiança. E depois que isso acontece, dificilmente o bom clima será recuperado. 



De acordo com a especialista em gestão de pessoas e diretora da AB Consultores Associados, Sofia Couto, existe um "contrato psicológico" que é construído nas relações diárias. "Desde a entrevista de emprego o colaborador passa a entender as expectativas que a empresa tem sobre ele.  trabalho da liderança sinalizar todo o tempo o que a organização espera como atitudes e resultados. Isso deve ser feito com transparência e o líder deve também saber ouvir o colaborador", explica Sofia Couto. 


Para a especialista, também é papel do colaborador buscar a comunicação. Ele deve se empenhar para informar ao líder seus anseios e necessidades. Quem não diz o que sente pode indicar estar satisfeito e perder boas oportunidades de novos desafios e de crescimento. 

Além dos canais formais de comunicação, os dois lados devem estar atentos à importância de um contato individualizado. "A comunicação precisa ser clara e objetiva.  função do gestor verificar se a mensagem foi compreendida. Não basta apenas dizer, é preciso ter certeza que o outro entendeu. Em momentos críticos como fusões, encerramento ou lançamento de novos negócios, por exemplo, esse monitoramento deve ser feito ainda com mais atenção", destaca a diretora. 

Outro ponto sensível é a comunicação informal que, quando fora de controle, se transforma na popular "rádio-peão". O dia a dia está nas mãos do gestor, mas a política de comunicação está nas mãos da organização. "A empresa não pode estabelecer metas que não tem condições de cumprir. O que as pessoas chamam de "mudar a regra no meio do jogo" é uma atitude que leva, irremediavelmente, à quebra de confiança. Temos assistido empresas perdendo talentos por causa disso e nesses tempos de carência de mão de obra qualificada isso é um grande erro. Não existe dúvida de que aquele talento será facilmente aproveitado pela concorrência", alerta. 

Erros - Muitos gestores incorrem em erro quando questionados em pontos sobre os quais não podem ou não têm informações completas para falar. "A receita é transparência. O gestor precisa ser uma fonte confiável. Ele só precisa deixar claro porque não pode responder. Algumas coisas não podem ser ditas, outras são informações de fronteira e não é demérito não saber uma informação, desde que isso fique claro." 

Outro erro ainda comum é usar a informações como alavanca de poder. Usar informações para criar expectativas e fomentar a competição interna é uma política de fôlego curto. "Rapidamente, as pessoas percebem quando existe uma mentira e depois da confiança quebrada tudo pode ser levado pelo pior lado. Existe também a questão ética que deve ser observada. O contrato psicológico é extremamente importante porque nele estão a confiança e a liberdade", completa. 
Fonte: Sofia Couto - Diário do Comércio - MG - Belo Horizonte/MG

Notícia disponibilizada no Portal www.cmconsultoria.com.br 

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Lista das 10 Piores Razões que Alguém já foi Demitido


Ser demitido já é ruim. Imaginem então se o motivo é ter feito uma paródia de Gangnam Style, escrever em Caps Lock ou ser irresistível?

Ser demitido já deixa um sentimento ruim para o profissional, não importa quais sejam as circunstâncias. 
Nessas horas, uma boa razão para o ato pode lhe ajudar a melhorar seu desempenho profissional ou até mesmo servir como um consolo, quando a demissão não dependia de seu rendimento.

Mas, será que todos os empregadores dão boas razões para demitir seus funcionários? 

O site americano Listverse mostra que não e dá 10 exemplos de chefes e empresas “sem noção” que demitiram seus colaboradores por motivos, no mínimo, incomuns. Confira:

1. Demitido por um crime de 50 anos atrás
Cometer um crime pode marcar a vida profissional de qualquer um. Mas se esse foi em 1963, quando Richard Eggers usou um boneco de papelão para operar uma máquina de lavar roupa em uma lavanderia ainda adolescente, a demissão pode ser bem injusta.
Eggers foi pego por novas regulamentações bancárias federais, que proibia empregar qualquer um que tenha sido condenado por um crime envolvendo "desonestidade, abuso de confiança ou de lavagem de dinheiro”.

2. Demitidos por fazer uma paródia de Gangnam Style
Desta vez, Psy falhou em divertir todos os fãs de Gangnam Style. Após 14 salva-vidas californianos gravarem um vídeo com uma paródia da música coreana, chamada de “Lifeguard Style”, todos foram demitidos. O problema, aparentemente, foi que eles estavam usando trajes de banho do trabalho e o vídeo foi feito na piscina onde trabalhavam. Eles responderam que as filmagens foram feitas durante as folgas, só por diversão. Mas, como podem ver, essa desculpa não foi o bastante para ter seus empregos de volta.

3. Demitida por escreve com apenas letras maiúsculas (Caps Lock)
Na era digital, há poucas coisas mais irritantes do que pessoas que digitam apenas com letras maiúsculas. Isso custou a Vicki Walker seu emprego. Ela afirmou que gostava de escrever e-mails no trabalho com o botão Caps Lock e que passava a impressão a todos de “agressiva”. A parte engraçada da história é que, durante o processo de rescisão injusta - que, por sinal, ela ganhou - seu ex-empregador só mostrou como prova seus e-mails com as tais letras maiúsculas.

4. Demitido por fazer piadas de sua série de TV favorita
Atenção para aqueles que utilizam os jargões de seus programas de TV favoritos. John Preston foi demitido por utilizar no trabalho muitas expressões de um seriado chamado Seinfeld. Preston e seus colegas diziam “You’re so good looking” (Você é tão atraente, em português) em vez de “Bless you” (Saúde) quando algum colega do trabalho espirrava, igual aos personagens da série. Para seu azar, o “elogio” foi dirigido a uma mulher atraente que não gostou nada da expressão. O caso foi determinado como assédio sexual e Preston prontamente foi mandado embora.

5. Demitidos por usar roupas da cor laranja no trabalho
Na Flórida, Estados Unidos, é uma tradição entre os escritórios usar roupas da cor laranja em dias de pagamentos, como um sinal de solidariedade. Mas em 2012, um escritório de advocacia demitiu nada menos que 14 profissionais que estavam vestindo roupas da cor por meses - simplesmente porque os novos executivos da empresa, de alguma forma, tomaram como um insulto essa tradição, por acreditarem que isso era uma forma de protesto (apesar de já existir antes deles chegarem na empresa).

6. Demitido por reclamar no Facebook
Dan Leone aprendeu da forma mais difícil que as redes sociais não são equivalentes a diários pessoais. O fã e funcionário do Philadelphia Eagles, time de futebol americano, reclamou na rede sobre a gestão do time e sobre seu jogador favorito assinar contrato com outro clube. O resultado? Ele foi demitido.

7. Demitido por intervir em um roubo de carro
Juan Canales trabalhava como garçom em um restaurante tailandês quando, um dia, lutou com um ladrão que estava ameaçando com uma faca uma mulher do lado de fora do restaurante. Depois de salvar a moça do assalto e recuperar seu carro, Juan foi demitido por, aparentemente, gerar publicidade para o restaurante sobre o caso.

8. Demitida por ser irresistível
Melissa Nelson, casada e mãe, trabalhava há 10 anos como assistente de dentista. Ela era a profissional perfeita para o cargo, a não ser por um detalhe: ser muito atraente para seu chefe, James Knight, resistir. Por insistência de sua esposa, o dentista demitiu a profissional. Nelson tentou processá-lo por uma demissão injusta, mais o tribunal sustentou o ato, confirmando que ela era, de fato, muito atraente para seu trabalho.

9. Demitido por vencer uma partida por 100 a zero
Quando você é um treinador de time seu maior objetivo é vencer, certo? Sim, mas o que Micah Grimes, treinador de um time de basquete, descobriu é que a definição de vencer por uma “folga” no placar tem limite. Em 2009, Micah treinou sua equipe de basquete escolar para uma vitória de 100 a zero sobre o time adversário, que era uma academia especializada em ajudar crianças com dislexia e demais dificuldades de aprendizado.
A escola, que era cristã, determinou sua demissão por vencer com uma pontuação nada simbólica, o que era uma vergonha para a instituição que defendia a tolerância e piedade.

10. Demitida por fazer um blog
Hoje em dia, quase todos têm um blog e esse hábito é muito bem visto por empregadores. Mas, certamente, esse não foi o caso da comissária de bordo da empresa Delta, Ellen Simonetti. Intitulado “Diário de uma Comissária de Bordo”, seu blog foi o pivô de sua demissão, pela empresa acreditar que a comissária passava uma imagem ruim e que publicava conteúdo "inapropriado" em seu blog.

Por Luiza Belloni Veronesi -

 www.infomoney.com.br

terça-feira, 1 de abril de 2014

5 Mentiras que Devemos Parar de Contar a Nós Mesmos

Logo que comecei a trabalhar em agência de propaganda, eu via um certo glamour em estar sempre ocupada, abraçar mais de dez projetos ao mesmo tempo, passar horas em reuniões intermináveis e trabalhar até de madrugada. 
O que o tempo me mostrou é que, na verdade, eu tinha a necessidade de me sentir importante e competente e todas essas atividades me faziam sentir dessa forma. Quando você identifica sua necessidade primária, fica mais fácil entender o que você precisa mudar em vez de simplesmente aceitar que é assim que deve ser.
Quando percebi que para me sentir importante e competente eu só precisava fazer meu trabalho muito bem feito, eu passei a controlar o tempo das reuniões, a dizer não para projetos que não faziam sentido ou que eu não conseguiria fazer com a mesma qualidade por estar cuidando de outras coisas e, raramente, ficava até depois das oito e meia trabalhando.
Mas não é fácil reconhecer ou admitir qual é o problema e qual é a verdadeira necessidade por trás de alguns dos nossos comportamentos. Por isso, é inevitável começarmos a encontrar desculpas para justificarmos o motivo pelo qual nossa vida é do jeito que é.
Um filme que eu amo e relata isso muito bem é “O Diabo Veste Prada”. A frase preferida da personagem principal, a Andy, é: “Eu não tive escolha”. Ela diz sempre que tenta explicar para todo mundo o porquê de aceitar os absurdos vindos da chefe.
A grande verdade é que, sim, sempre temos escolha. O que acontece é que nem sempre estamos dispostos a lidar com as consequências e por isso criamos mecanismos de defesa para nos protegermos. Aqui vão algumas das mentiras que eu costumava contar a mim mesma até que decidi mudar:

1. Se eu tivesse mais tempo eu faria “isso”

Como “isso” entenda qualquer coisa que você não faça por falta de tempo. Pode ser um curso de línguas, exercícios físicos, sair mais com os amigos, ler um livro, fazer caridade, não importa. Falta de tempo (e o trânsito) virou a desculpa universal para justificar o fato de que não somos disciplinados quando o assunto é gerenciar as 24 horas do nosso dia. Uma coisa que eu aprendi é que quando você realmente quer fazer uma coisa, você arruma tempo, por mais ocupado que você seja.
A questão aqui é que, ou você quer muito uma coisa, ou você não quer tanto assim e o tempo não pode ser a desculpa por você não fazer.
Eu sempre quis ter um corpo sarado (#quemnunca). Toda vez que aparecia uma nova musa-com-o-corpo-mais-perfeito eu ficava me sentindo mal e pensando que eu devia me dedicar mais na academia. Mas sabe qual é a verdade? Eu gosto da ideia de ter um corpo sarado, mas eu nunca quis acordar às seis da manhã e ir à academia sete dias por semana, nem tomar shakes de whey no café da manhã, nem comer batata doce no almoço ou claras de ovos no jantar. E esse era o meu problema, mas eu sempre tentei me convencer de que eu não era sarada porque eu não tinha tempo.
Aí você pode me dizer: “Mas Fê, eu juro que eu não tenho tempo para nada, minha vida é trabalhar.”
Eu acredito em você, mesmo! Só que ser ocupadíssimo também é uma escolha. Nós investimos nosso tempo naquilo que é importante para nós, por isso, se você está trabalhando  oitenta horas por semana, é porque tem alguma coisa que você queira mais do que tudo e que vai ser resultado desse tempo investido no trabalho. E assim, você está deixando de fazer outras coisas que no fundo não devem ser tão importantes assim.

2. Se eu tivesse mais dinheiro eu poderia fazer “isso”

O dinheiro sempre foi a maior desculpa para tudo na minha vida. “Não faço exercícios porque não tenho dinheiro para academia. Não falo inglês porque não tenho dinheiro para pagar um professor particular. Não mudo da casa dos meus pais porque não tenho dinheiro para pagar aluguel”. Um monte de bobagem. É claro que muita gente realmente tem um orçamento apertado. Acredite, eu já fui essa pessoa um dia. Quando pagava a minha faculdade, eu almoçava marmita para poder vender o vale refeição e muitas vezes só o que tinha na minha carteira por semanas era o vale transporte.
E justamente por ter alguma experiência sobre o que era ter uma conta eternamente negativa que eu te digo que dinheiro não é desculpa para não fazermos as coisas.
Usamos a falta de dinheiro para nos convencermos de que nossa vida não é incrível porque vivemos numa sociedade injusta e desigual onde os ricos podem tudo e os pobres não podem nada. Mas eu vou te dizer uma coisa: quer fazer exercícios? Todos os parques são gratuitos. Quer estudar uma língua? Hoje é possível fazer isso de graça na internet através de sites como o Duolingo. Quer viajar? Existem sites como o Couchsurfing em que as pessoas deixam você dormir na casa delas sem ter de pagar nada por isso.
É claro que estes são alguns pequenos exemplos, mas são coisas das quais eu mais ouço as pessoas reclamando de que não podem fazer sem dinheiro. Além disso, quando prestamos mais atenção em como gastamos nosso dinheiro, fica mais fácil de fazer com que ele não desapareça.

3. Se “isso” acontecesse, minha vida seria perfeita

Aqui o “isso” pode ser comprar uma casa, arrumar um namorado, ter um filho, ser promovido no emprego. O nosso grande problema é que o “isso”, nesse caso, nunca será suficiente. É a lei da vida. O ser humano nunca está totalmente satisfeito com o que ele tem e está sempre querendo algo mais para ser feliz. Parece que é essa coisinha que falta que nos impede de ter uma vida completa.
O problema é que, quando estamos sempre olhando para o que está por vir, deixamos de aproveitar e agradecer pelo que temos hoje. Mas eu não vou te dar o conselho óbvio da autoajuda que é viva o presente e agradeça pelo que você tem hoje. Minha dica é: use essa necessidade que é inerente ao ser humano de sempre querer o que não tem como motivação, e não como a razão pela qual você não é feliz. Aprecie o desafio de correr atrás desse objetivo e deixe que isso te faça feliz e não que a falta “disso” te faça infeliz.

4. Eu mudaria “isso” na minha vida, se não fosse “aquilo”

Até pouco tempo atrás eu ainda morava com a minha mãe. Como ela morava na Zona Leste e eu trabalhava na Zona Sul, você que conhece São Paulo pode imaginar o inferno que era a minha vida no trânsito todos os dias. Depois que o meu pai morreu, eu passei a ajudar financeiramente em casa e conforme fui ficando mais velha, todas as vezes que alguém me perguntava porque raios eu ainda morava na Zona Leste minha primeira resposta era: “Eu adoraria mudar, mas eu ajudo a minha mãe e ela precisa de mim”. Na minha cabeça isso não era uma desculpa, era a verdade.
Quando eu finalmente decidi mudar e ir morar com o meu namorado, percebi que eu estava usando o fato de que eu ajudava a minha mãe financeiramente para mascarar o real motivo pelo qual eu nunca me mudei. No fundo, eu não sou uma pessoa que gosta de ficar sozinha. Eu gosto de chegar em casa e ter com quem conversar. Ao mesmo tempo, depois de uma certa idade não fazia tanto sentido para mim dividir apartamento com amigas. Além disso, se eu tivesse de pagar aluguel ou um financiamento imobiliário eu não teria feito nem metade das viagens que eu fiz e que só consegui pelo fato de morar com a minha mãe. Não podemos deixar que filhos, gato, cachorro, dívidas, emprego, mãe ou pai doente sejam desculpas para aliviar o fato de que não temos coragem para tomar algumas atitudes e lidar com as consequências que elas trarão para as nossas vidas.

5. Eu não vivo sem “isso”

Na maioria dos casos, sim, você vive. Parece uma bobagem, mas quando decidi que ia passar um tempo viajando algumas coisas ridículas começaram a me preocupar. Por exemplo, eu tenho alergia a lâmina de barbear, por isso sempre tive de fazer depilação. Como eu iria viver sem fazer depilação? Pois é, estou viva e não estou nem peluda, nem perebenta.
Se tem uma coisa que eu aprendi nesse pequeno período em que eu estou viajando é que para tudo existe um jeito e que nós somos completamente adaptáveis. Não existe nada com que você não vá se acostumar a viver sem, desde coisas até pessoas. Certamente podemos passar por um período de nostalgia ou saudade, mas depois de um tempo a vida se ajeita e de alguma forma compensa aquela falta.
O que nos faz ter a sensação de que “isso” é tão importante para a nossa vida ao ponto de não conseguirmos viver sem é que, muitas vezes, colocamos em coisas ou pessoas a responsabilidade da nossa felicidade.
A grande verdade é que nossa vida é feita de uma enorme lista de boas intenções que resultam algumas vezes em tentativas e muitas vezes erros. A boa notícia é que se você acordar amanhã, existe uma nova chance de tentar mais uma vez ;).

A grande verdade é que, sim, sempre temos escolha. O que acontece é que nem sempre estamos dispostos a lidar com as consequências e por isso criamos mecanismos de defesa para nos protegermos

Por: Fernanda Nêute - http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 31 de março de 2014

Responsabilidade Social e Ética Empresarial

A responsabilidade social está intimamente vinculada à cultura da sociedade em que vivemos considerando seus valores e comportamentos.
São conhecidos hábitos diferentes conforme o país e até à determinadas regiões. No Brasil, um país continental, percebe-se essas variações de norte a sul, mas uma característica comum do povo brasileiro é a amabilidade e a facilidade nos relacionamentos, desde que respeitadas as culturas regionais.
A pessoa não é ética de nascença mas, com a experiência de vida e a educação familiar e escolar, aprende a se relacionar, respeitando os valores e a moral de cada lugar.
A globalização está, por meio da mídia, influenciando a mudança de comportamentos no mundo. Hoje, o ser humano vê-se  destinado a assumir novos valores, uma nova moral e uma nova ética, baseado em conceitos de marketing, de mercado, ganhos e lucros, competência e produtividade, entre outros. 

Trata-se também da ética do dinheiro, do consumo, do ser bem sucedido, dos destaques e das diferenças. A ética tem seus fundamentos nos estudos filosóficos e procura explicar as realidades com o estudo dos valores humanos, também entendidos por juízos morais.
A ética empresarial trata das relações das empresas públicas, privadas ou mistas, com todos os demais segmentos de seu campo de ação. Incluem-se os colaboradores, fornecedores, clientes, concorrentes, o público em geral e a comunidade
A ética empresarial é submetida a princípios jurídicos de natureza legal e a princípios de natureza social, em conformidade com os valores da organização, que dizem respeito à responsabilidade individual de seus integrantes e aos valores sociais da sociedade em que a empresa está inserida.
Atualmente, a desregulamentação e abertura dos mercados, a competitividade entre duas ou mais empresas tornaram-se objeto de avaliações mais sofisticadas e presentes, justificadas por um conjunto de critérios, dos quais a responsabilidade social é uma condição necessária.
A responsabilidade social, neste caso, inclui a prestação de contas, o balanço como a empresa age em relação a seus empregados, à concorrência, ao seu público-alvo e, especialmente ao meio ambiente. Trata-se de analisar, de maneira crítica e imparcial os conceitos e teorias, os materiais e métodos, valores e crenças, o justo e o errado. 

Sendo a Administração uma ciência social, devemos analisar o “choque cultural” dentro e fora do país. Uma pesquisa baseada em relatórios de empresas multinacionais concluiu que 40% de executivos alocados em projetos no exterior (expatriados) deixaram o cargo por não se ajustarem às novas culturas, e 50% dos remanescentes apresentaram desempenho abaixo da média, causando perdas estimadas em US$ 2 bilhões por ano.
Essas empresas, agora precisam treinar e oferecer acompanhamento psicológico aos executivos que irão substituir os que retornaram. Para ilustrar o que afirmamos, bastam alguns exemplos de comportamentos diferentes associados à ética de diferentes culturas. 

Na Tailândia e nos países árabes, não é bem visto  o hábito de cruzar as pernas mostrando a sola do sapato, considerada a parte mais suja da vestimenta. Nós, brasileiros, temos hábitos locais que nem sempre são bem vistos, como tocar no corpo do interlocutor, abraçar e beijar. 

O consultor de Estratégia Empresarial Francisco Gomes de Matos destaca que “a responsabilidade social é uma exigência básica à atitude e ao comportamento, por meio de práticas que demonstrem que a empresa possui uma alma, cuja preservação exige e implica em solidariedade e compromisso social (2005)”
Os aspectos éticos na avaliação da responsabilidade social das empresas referem-se, entre outros, às dimensões éticas na condução dos negócios, às questões morais que se originam nas relações  de trabalho e aos objetivos e metas em relação ao cumprimento dos códigos de ética dos profissionais que delas fazem parte. 

Um caso conhecido nos anais das faculdades é o do Tylenól, medicamento fabricado pela Johnson [_e_] Johnson, que teve uma produção comprometida por má fé de alguém na linha de produção, tendo que recolher e substituir todo o estoque já vendido, para manter seu bom nome no mercado e continuar respeitado.
Finalmente, podemos recomendar as seguintes perguntas para que se decida sobre questões controversas:
  • É justo? 
  • É moral? 
  • É honesto? 
  • É legal?
Uma decisão só deve ser implantada se tiver como suporte a verdade, a justiça, a moral e a legalidade. Como disse o jornalista e escritor Arnaldo Jabor (2013), “Seria bom que as pessoas de bem tivessem a ousadia dos crápulas”.

Fonte: João Baptista Sundfeld  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

domingo, 30 de março de 2014

As 6 Desculpas mais Esfarrapadas do Mundo

Aqui vão 6 desculpas que são amplamente utilizada por pessoas medíocres:
1. Não tenho dinheiro
Não conheço árvore que dá dinheiro e nunca vi cair do céu. Só conheço uma forma de ter dinheiro, trabalhando! Se o dinheiro está faltando, trabalhe mais. 
Se trabalhar mais não te dá o tanto que você quer, arrume outro trabalho, estude, aprenda, prepare-se, conheça mais pessoas que possam te dar oportunidades. 
Falar que não tem dinheiro não fará ninguém comover-se com suas lamentações.
2. Não tenho sorte
É engraçado como algumas pessoas, que não se dão bem, que não tem sucesso, colocam a culpa no acaso. Reclamar que não tem sorte é não admitir seus próprios erros. A primeira coisa a fazer quando se comete uma falha, é admitir. 
Ninguém consegue corrigir falhas se não assumir que falha. Pessoas que sempre reclamam que não tem sorte, na verdade são orgulhosas demais para assumir o que precisam corrigir.
3. Não tenho experiência
É claro que a maioria das pessoas prefere dar oportunidades para quem já tem experiência. É mais cômodo, o risco é menor e dá menos trabalho. Agora, dizer que não tem experiência é desculpa esfarrapada! 
Trabalho voluntário dá experiência. São tantas entidades que precisam de ajuda e tanta gente querendo uma mãozinha… 
Ofereça seu trabalho voluntário e em troca ganhará gratidão e experiência. Caso tenha dificuldades em conseguir trabalho voluntário em entidades, seja voluntário em fazer amizades.
4. Não tenho tempo
Todo mundo tem a mesma quantidade de tempo. O dia tem vinte e quatro horas para o pedinte de rua e para o presidente de uma multinacional. Escolher o que é mais importante é o primeiro passo para analisar se o tempo está sendo utilizado da maneira correta. 
Todo serviço que não te leva àquilo que você mais quer é um ladrão de tempo. Fazer as coisas como sempre fez sem se preocupar em melhorar os processos é desperdiçar tempo.
5. Não gosto do meu chefe
Seu chefe é você mesmo. Se você é subordinado à alguma pessoa e faz corpo-mole por não gostar dela, na verdade, você está prejudicando a si mesmo. Os colegas percebem, os clientes percebem e não demora,você será conhecido como uma pessoa amarga, molenga e desleixada. 

Não gostar do chefe ou de colegas de trabalho não é desculpa aceitável. Se brigou com alguém, faça as pazes. Se alguém te magoou, perdoe. Faça pelos clientes, faça por você. E se, por acaso, não conseguir, despeça seu chefe! Vai trabalhar em algo que te faça feliz. Se não gosta do trabalho que você faz, MUDE!
6. Não gosto de onde eu moro
Procure ver com outros olhos. Quando alguém não é feliz no que faz, costuma por a culpa na cidade onde mora. Tente encontrar coisas que não são especificas de sua área, talvez você encontre algumas coisas que vão te surpreender. 
Se não encontrar, MUDE! Existem outras desculpas, se prestar atenção em pessoas medianas, terá uma lista enorme de desculpas esfarrapadas. Conviver somente com pessoas medianas vai te fazer aprender novas desculpas. Encontrar desculpas para tudo é escolher ser medíocre.

E você, conhece alguma outra desculpa esfarrapada que você sempre escuta?
Errou? Tudo bem, mas evite desculpazinhas.
Fonte - http://www.saiadolugar.com.br/

sexta-feira, 28 de março de 2014

Proatividade: Dom ou Aprendizado?

"As coisas chegam para aqueles que esperam, mas somente as coisas deixadas por aqueles que agem rápido." Abraham Lincoln

Por que poucas pessoas conseguem resultados altamente produtivos em suas vidas, fazendo pouco esforço e muitas, apesar de se esforçarem tanto, não conseguem essas realizações? 

  • O que torna as primeiras altamente proativas e assertivas é um dom natural? 
  • Será que isso significa que as outras estão condenadas a contentarem-se com o que sobrou para elas?

A proatividade (termo originário do inglês proactive) significa as habilidades de alguém em antecipar soluções para problemas futuros, antecipar tendências e ideias, inovar, aproveitar oportunidades, etc. Em sítese, significa ter habilidades para mudar eventos no lugar de reagir ou se adaptar a eles.

A ideia deste artigo é discutir sobre o que faz com que somente algumas pessoas consigam ter essas habilidades em detrimento da ausência delas na maioria das pessoas.

Proatividade, dom ou aprendizado?

Você está numa caverna escura e deserta. Sua lanterna está com as pilhas fracas. Contar com uma fonte de luz é uma das condições para que você saía de lá com segurança. Se ficar com a lanterna acesa por todo o tempo as pilhas se esgotarão e você ficará na escuridão para sempre ou até que alguém o tire de lá. 

Nesse caso, sua sorte estará entregue a esse suposto alguém. Outra estratégia seria você utilizar a lanterna para verificar o ponto até onde deve chegar, apagá-la e andar no escuro até lá e assim sucessivamente. Isso é um exemplo de proatividade. Considerar a hipótese de você ter levado pilhas reservas será uma dose extra de assertividade.

As pessoas proativas são, em essência, também assertivas. Isso significa que além de saber o que fazer e contar com os recursos, elas detectam o momento exato de fazer um movimento em direção aos seus objetivos ou transformam um momento num objetivo, naquele exato momento. Proatividade pode ser o senso de oportunidade e é isso que faz com que pessoas proativas se antecipem aos demais e promovam acontecimentos inesperados.

A intuição é uma das armas dos proativos e a indústria possui exemplos interessantes disso. O desenvolvimento de produtos normalmente é antecipado por caras e demoradas pesquisas de mercado. Essas pesquisas visam a antecipar o que os consumidores desejam. A Apple, por exemplo, é aversa às pesquisas. Seus produtos são revolucionários, como é o caso do Ipod e Iphone, nos quais não houve um só centavo investido em tentar descobrir o que os consumidores desejariam de um produto inovador. A Apple simplesmente fez as inovações e as divulgaram como sendo aquilo que a maioria das pessoas almejava.

A proatividade eleva os riscos de erro de quem a pratica. Isso porque o proativo não espera ter certeza para agir. Ele apenas acredita em si, em suas idéias e trabalha para que elas sejam bem conduzidas. As pessoas de maior iniciativa são propensas à proatividade. E isso não tem nada a ver com dom ou aptidão. Tem a ver com as crenças e os mecanismos internos da própria pessoa e a maneira com que ela se relaciona consigo mesma e com o que a cerca.

Os desprovidos de proatividade são, normalmente, muito bem dotados de diálogos internos limitantes que elevam sua autocrítica e os transformam em verdadeiros indecisos. Diante de uma oportunidade essas pessoas se fazem uma infinidade de questionamentos sobre todas as possibilidades de aquilo dar errado. 

Os indecisos são inseguros e dão valor exarcebado a opinião dos outros, valorizando sobremaneira aquelas opiniões divergentes do que poderia dar certo, se preocupam demais com a possibilidade de alguém não gostar do que fariam. Isso mesmo, fariam. Porque normalmente não fazem. Aí um proativo o faz e eles o julgam bem aventurado, se dizem azarados. Ora, seria demais acreditar que alguém nasce assim. Proatividade é aprendizado e a falta dela também.

Outra habilidade inerente aos proativos é o acesso à informação, eles sabem o que acontece à sua volta, ficam antenados aos assuntos que os rodeiam e sabem tirar proveito das oportunidades que surgem. Isso não significa que são muitíssimo bem informados. Mas dão atenção às informações qualificadas no meio em que atuam. Eles podem possuir poucos pontos de apoio, mas sabem alavancá-los bem. É como aqueles jogos de ligar pontos, os proativos sabem lincar as coisas e construir cenários. 

Visão sistêmica e imaginação são essenciais ao desenvolvimento da proatividade. A maioria das pessoas proativas adota termos de possibilidade como “pode ser”; “e se”; “como ficaria”; “talvez”, etc. Os não proativos, normalmente, são adeptos de certezas, sendo a preferida “isso pode dar errado”.

Você não precisa ter certeza de nada, nem mesmo se é ou não proativo. Na dúvida, que tal buscar o desenvolvimento dessas habilidades? Afinal, proatividade é como condicionamento físico e aprendizagem, quanto mais você faz e se fortalece mais precisa fazer para continuar crescendo.

Copiado: http://cursocoachingpnl.com.br/