quarta-feira, 12 de março de 2014

Pessoas Motivadas são como Pilhas

O otimismo se traduz em forma de motivação e pode ser comparado ao combustível de um carro. Se não existir, não há como sair do lugar, seja uma charanga ou uma Ferrari do ano.

  • O pessimista culpa o mundo pelos seus problemas...
  • O otimista não vê no problema o fim do mundo, apenas mais uma etapa a ser superada.
  • O otimista vê a oportunidade na dificuldade... O pessimista, ao contrário, vê a dificuldade na oportunidade.


Existem muitas pessoas que se auto definem como realistas, mas, na verdade, são pessimistas.
  • Pessoas motivadas são como pilhas: 

Carregam de energia todos os que estão em volta. Quanto mais pessoas assim estiverem próximas de você, maiores chances de sucesso e felicidade você terá.

Sei também que ninguém é otimista o tempo todo. 

A chave é o otimismo realista. 
  • Os prisioneiros americanos que sobreviveram as brutais condições das prisões vietnamitas foram aqueles que combinaram a habilidade de encarar a crueldade do momento (isto é: realistas) com a fé de que sobreviveriam (ou seja: otimistas).
  • Eles não fugiram da realidade, mas também nunca perderam a esperança de que tudo poderia acabar bem. Os pessimistas e por conseqüência os desesperançosos nunca saíram de lá, não sobreviveram.

Motivação é atitude com altitude. 

Motivação é questão de sobrevivência. 

Motivação é a chave para abrir as portas de um mundo novo para você. Essa motivação tem que ser com responsabilidade. 

Aos desmotivados de plantão um conselho: 

Substitua o “não há nada a fazer” por “quais são as alternativas?”. 

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

Fonte:  Gilclér Regina - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 11 de março de 2014

10 Coisas que Grandes Oradores Nunca Dizem em Palestras


Planejamento é a chave para não criar momentos desconfortáveis e manter a atenção da plateia

É muito mais fácil perder a atenção de uma audiência em poucos minutos do que ganhá-la. 

Como os grandes oradores agem, então, para serem realmente ouvidos?

Boris Veldhuijzen van Zanten, empreendedor e fundador do Twitter Counter e do The Next Web, compartilhou no site Inc dez frases que nunca devem ser ditas nos primeiros momentos de uma apresentação, se você quer manter a atenção de seus ouvintes.

1. “Estou cansado/ de ressaca/ confuso pelo fuso-horário”

Uma em cinco palestras começam com alguma desculpa: “eles só me convidaram ontem” ou “estou cansado da viagem”. A audiência não quer saber disso, mas deseja que você dê o seu melhor. Se você não pode se esforçar para isso, não aceite dar a palestra. Mas se estiver disposto, deixe de lado o cansaço, vá lá e arrase!


2. “Vocês podem me ouvir? Sim, podem!”

Começar uma palestra dando tapinhas para testar o microfone e perguntar à plateia se está sendo ouvido é comum, mas sempre estranho. Não é responsabilidade do palestrante checar o áudio, há pessoas para fazê-lo (e se não houverem, teste o volume com antecedência). Se você começar a falar e sentir que o microfone não está funcionando, mantenha a calma, e discretamente peça para que o problema seja resolvido. Não é necessário gritar do palco ou parecer desconfortável. Fique calmo e espere a solução, se for o caso.


3. “Não consigo ver vocês porque as luzes estão muito fortes”

Sim, no palco as luzes são fortes, quentes e é difícil enxergar as pessoas, mas elas não precisam saber disso. Olhe para a audiência (mesmo sem distinguir a plateia) e sorria frequentemente. Se quiser interagir melhor, não tenha medo de descer do palco e se aproximar das pessoas. Ao invés de cobrir os olhos para enxergá-las, converse com o responsáveis pela iluminação, antes da palestra, pra que eles acendam as luzes do local se você quiser fazer perguntas ou contar mãos levantadas e coisas do tipo. Planejamento é a chave para não criar momentos desconfortáveis.


4. “Voltarei a falar disso depois”

Se a plateia se mostrar interessada e quiser interagir, não se prenda aos slides e à ordem em que você abordará os assuntos. Se alguém levantar a mão e fizer uma pergunta, por exemplo, responda naquele momento, mesmo que você fosse falar do assunto depois. Elogie quem fizer isso e incentive o resto da audiência a fazer o mesmo. Não perca a chance de explorar pessoas dispostas a aprender! Não deixe nada para depois.


5. “Vocês conseguem ler isto?”

Para não correr o risco de fazer a plateia apertar os olhos, use a regra comum: saiba qual será a média de idade do público a quem você vai se dirigir e dobre este valor para estabelecer o tamanho da fonte dos slides. Por exemplo, se a média será de 40 anos de idade, use uma fonte tamanho 80 pontos. Mesmo que em cada slide caiba pouco conteúdo, será melhor, pois a apresentação ficará mais dinâmica.


6. “Deixe-me ler isso para vocês”

Nunca, nunca, nunca coloque tanto texto em um slide que as pessoas tenham que gastar tempo lendo aquilo. Esta é a “melhor” maneira de fazer a audiência se dispersar. O raciocínio é simples: se as pessoas tiverem que ler algo, elas vão ter que parar de ouvir o que você está dizendo. Por isso, faça slides curtos, com palavras-chave, as quais você desenvolverá, sem ler. Se quiser levar uma frase à audiência, decore e recite. Se for realmente necessário ter a frase no slide, avise que todos devem ler e dê cerca de 10 segundos de silêncio para este fim. Seja como for, não leia slides!


7. “Desligue seu celular/laptop/tablet”

Houve um tempo em que você poderia pedir isso da audiência. Não mais. Hoje em dias as pessoas tuítam suas frases e fazem anotações em seus tablets e smartphones. Ou, jogam paciência e navegam pelo Facebook. Você pode pedir que todos os aparelhos sejam colocados no silencioso, mas só isso. Será sua responsabilidade fazer uma apresentação tão incrível e interessante que as pessoas queiram dedicar total atenção a ela. Pedir atenção não funciona, é preciso ganhá-la.


8. “Você não precisa anotar nada ou tirar fotos; a apresentação estará disponível online depois”

É uma boa opção disponibilizar o material da palestra para os ouvintes, mas não os restrinja. Algumas pessoas gostam de escrever para memorizar o que ouviram ou são inspiradas de tal forma que precisam registrar as ideias que estão tendo através da palestra. Portanto, deixe os ouvintes livres para utilizar os recursos que melhor complementam suas necessidades.


9. “Deixe-me responder essa questão”

É importante responder perguntas imediatamente, como já dissemos, mas quando alguém faz uma pergunta, muitas vezes as outras pessoas não ouviram. Antes de entrar na resposta, então, repita a pergunta para toda a plateia. Além de manter todos interessados, este hábito dá a você um pouco mais de tempo para desenvolver a resposta.


10. “Serei rápido”

Esta é uma promessa que ninguém cumpre, mas inicia muitas palestras. É importante lembrar, porém, que a duração da apresentação não é o mais importante para a plateia, afinal eles já investiram aquele tempo, e querem ser inspirados e aprender com o que você tem a dizer. Escolha começar com uma frase mais impactante ao invés de uma promessa que você quebrará.


Dica bônus: “Meu tempo acabou? Mas eu ainda tenho 23 slides!”

Se você veio despreparado e precisa de mais tempo do que está disponível, então você fez besteira. É necessário praticar a apresentação e adaptá-la ao tempo que você recebe. Se possível, e melhor ainda, é terminar cinco minutos antes e abrir para perguntas. Conclusão: venha preparado, seja você mesmo e mantenha o profissionalismo. A plateia vai gostar de você por ser claro, objetivo, sério e não desperdiçar seu tempo.

Fonte: Portal Administradores
21/02/2014

segunda-feira, 10 de março de 2014

Como responder as 31 perguntas mais comuns em entrevistas de emprego


Não seria ótimo se você soubesse exatamente o que um gerente de recrutamento lhe perguntaria em sua próxima entrevista?

Enquanto nós, infelizmente, não podemos ler mente, daremos a melhor coisa: A lista das 31 perguntas da entrevista mais frequentes (e, é claro, alguns conselhos de especialistas sobre como respondê-las).

Porém, não recomendamos ter uma resposta enlatada para cada pergunta (na verdade, por favor, não), nós recomendamos aguardar um pouco até ficar confortável para responder o que você foi questionado. Os gerentes decidirão em função de suas respostas, e simplesmente, o que você precisa é mostrar que é a pessoa certa para s função.

Considere então, este o seu guia de estudo para entrevista de emprego:

1. Você pode me falar um pouco sobre você?

Esta questão a princípio, parece simples, por isso muitas pessoas não conseguem se preparar para isso, mas é crucial. Aqui está o segredo: Não fale da sua história pessoal ou profissional completa. Em vez disso, dê um passo, um que seja conciso, atraente e que mostra exatamente por que você é a pessoa certa para o trabalho. Comece com duas ou três realizações ou experiências específicas que você mais deseja que o entrevistador saiba, em seguida, foque e fale sobre como essa experiência anterior o posicionou para a função específica.

2. Como você ficou sabendo sobre esta vaga?

Outra pergunta aparentemente inócua, esta é realmente uma oportunidade perfeita para se destacar e mostrar sua paixão e ligação com a empresa. Por exemplo, se você descobriu por meio de um amigo ou contato profissional, mencione o nome da pessoa, em seguida, compartilhe por que ficou tão interessado sobre a vaga. Se descobriu a empresa por meio de um evento ou artigo, compartilhe isso. Mesmo se você encontrou a chamada de emprego por meio de uma pesquisa de trabalho aleatória, compartilhe o que, especificamente, chamou sua atenção sobre o cargo.

3. O que você sabe sobre a empresa?

Qualquer candidato pode ler na página oficial da empresa e extravasar sobre a mesma. Assim, quando os entrevistadores perguntam isso, eles não estão necessariamente tentando avaliar se você entende a missão, o que eles querem saber sé se você se preocupa com ela. Comece com uma linha que mostra que você entende os objetivos da empresa, usando um par de palavras-chave e frases a partir do site, mas, em seguida, passe a fazê-lo de forma pessoal. Diga: "Eu pessoalmente estou atraído por esta missão porque ..." ou "Eu realmente acredito nessa abordagem porque ... " e compartilhar um ou dois exemplos pessoais.

4. Por que você quer este trabalho?

Mais uma vez, as empresas querem contratar pessoas que são apaixonadas pelo trabalho, então você deve ter uma grande resposta sobre porque você quer a vaga. (E se não tiver? Você provavelmente deve procurar em outro lugar). Em primeiro lugar, identifique alguns fatores fundamentais para a função em questão e faça um grande ajuste para você (por exemplo, "Eu amo o suporte ao cliente, porque eu amo a constante interação humana constante e a satisfação que vem de ajudar alguém a resolver um problema "), então compartilhe porque você ama a empresa (por exemplo, " Eu sempre fui apaixonado por educação, e eu acho que vocês estão fazendo grandes coisas aqui, então eu quero fazer parte dela").

5 . Por que devemos contratá-lo?

Esta questão parece avançada (para não falar temível). Mas, se for questionado, você está com sorte: Não há melhor configuração para você vender a si mesmo e suas habilidades para o gerente de recrutamento. Seu trabalho aqui é criar uma resposta que abrange três coisas: Que você não só pode fazer o trabalho, como pode entregar grandes resultados, que realmente se encaixa com a equipe e a cultura da empresa e que seria a melhor opção do que qualquer dos outros candidatos.

6 . Quais são as suas maiores forças profissionais (pontos fortes)?

Ao responder a esta pergunta, seja preciso (compartilhe suas verdadeiras forças, e não aqueles que você acha que o entrevistador quer ouvir); relevante (escolha seus pontos fortes que são mais direcionados para essa vaga) e específico (por exemplo, em vez de "habilidades pessoais", escolha "comunicação persuasiva" ou "construção de relacionamentos"). Em seguida, fale de um exemplo de como você demonstrou essas características em um ambiente profissional.

7 . O que você considera ser seus pontos fracos?

O que o entrevistador está realmente tentando fazer com esta questão, além de identificar qualquer grande fraqueza, se para avaliar a sua autoconsciência e honestidade. Então, "eu não posso cumprir um prazo para salvar minha vida" não é uma opção, mas também não é "nada! Eu sou perfeito!". Um equilíbrio por pensar em algo que você luta contra, mas que você está trabalhando para melhorar. Por exemplo, talvez você nunca foi forte em falar em público, mas você já se ofereceu recentemente para coordenar reuniões para ajudá-lo a ficar mais confortável ao abordar uma multidão.

8 . Qual é a sua maior realização profissional?

Nada diz melhor do "me contratar" um histórico de alcance de resultados surpreendentes em empregos anteriores, por isso não se acanhe para responder a esta pergunta! Uma ótima maneira de fazer isso é usando o método STAR: Defina a situação e a tarefa que você necessitava concluir e fornecer ao entrevistador como um pano de fundo (por exemplo, "no meu último emprego como analista júnior, tinha a responsabilidade de gerir o processo de fatura”), mas passe a maior parte do seu tempo descrevendo o que você realmente fez (a ação) e o que você conseguiu (oresultado). Por exemplo, "Em um mês, eu simplifiquei o processo, o que livrou a minha equipe de trabalhar 10 homens-hora por mês e reduziu erros nas faturas em 25%".

9. Conte-me sobre um desafio ou conflito que você enfrentou no trabalho, e como você lidou com isso

Ao fazer esta pergunta, o seu entrevistador quer ter uma noção de como você vai lidar com conflitos. Qualquer um pode parecer bonito e agradável em uma entrevista de emprego, mas o que vai acontecer se você foi contratado e encara um cliente zangado que reclama de um serviço mal prestado e com um olhar fixo para seu rosto?". Mais uma vez, use o método STAR, tendo a certeza de se concentrar em como você lidou com a situação profissional e produtiva, e, idealmente, fechando com um final feliz, a forma como você chegou a uma resolução ou compromisso.

10 . Onde você se vê em cinco anos?

Se esta pergunta for feita, seja honesto e específico sobre seus objetivos futuros, mas considere o seguinte: Um gerente de recrutamento quer saber se você definiu expectativas realistas para a sua carreira; se você tem ambição e se a vaga está alinhada com seus objetivos e crescimento. Sua melhor aposta é a de pensar de forma realista sobre onde a vaga poderia levá-lo e responder seguindo esta lógica. E se a vaga não é necessariamente um bilhete só de ida para as suas aspirações? Não há problema em dizer que você não tem certeza que o futuro reserva, mas que você vê esta experiência desempenhando um papel importante ajudará a tomar essa decisão.

11 . Qual é o seu emprego dos sonhos?

Na mesma linha, o entrevistador quer descobrir se esta posição está realmente de acordo com seus objetivos de carreira. Enquanto "ser uma estrela da NBA" pode levá-lo algumas risadas, a melhor aposta é falar sobre seus objetivos e ambições, e por que este trabalho vai conduzi-lo para mais perto deles.

12 . Em quais outras empresas que você foi entrevistado?

As empresas perguntam isso por uma série de razões, de querer ver quem é a concorrência para você e farejar se você é criterioso na indústria. "Muitas vezes, a melhor abordagem é de mencionar que você está explorando uma série de outras opções semelhantes na indústria da empresa". “Pode ser útil mencionar que uma característica comum de todos os trabalhos que você está se candidatando para a oportunidade de aplicar algumas habilidades críticas e habilidades que você possui”. Por exemplo, você pode dizer: "Eu estou me candidatando para várias posições com consultoria de TI das empresas onde eu possa analisar as necessidades do cliente e traduzi-las para as equipes de desenvolvimento, a fim de encontrar soluções para problemas de tecnologia”.

13 . Por que você está deixando o seu atual trabalho?

Esta é uma difícil de se responder, mas você pode ter certeza que você vai ser questionado. Definitivamente mantenha as coisas positivas, você não tem nada a ganhar por ser negativo sobre os seus antigos empregos. Em vez disso, estruture as coisas de uma forma que mostre que você está ansioso para assumir novas oportunidades e que o a função que está sendo entrevistado ajusta melhor a você do que a sua posição atual ou passada. Por exemplo, "eu realmente adoraria fazer parte do desenvolvimento do produto do começo ao fim, e eu sei que eu terei essa oportunidade aqui. "E se você foi demitido? Responda de forma simples: "Infelizmente, eu fui demitido", é a uma resposta totalmente certa.

14. Por que você foi demitido?

OK, se você responder diretamente a questão porque foi demito, será muito mais difícil ​(a verdade não é exatamente bonita), a sua melhor aposta é a de ser honesto (o mundo dos que procuram trabalho é pequeno, afinal de contas). Mas, isso não tem que ser uma quebra de contrato. Compartilhe como você cresceu e como o resultado foi importante para seu trabalho e vida agora. Se você pode associar a experiência de aprendizagem como uma vantagem para este próximo trabalho, será ainda melhor.
  
15. O que você está buscando em um novo cargo?

Dica: O ideal seria a mesma coisa que esta posição tem para oferecer. Seja específico.

16. Que tipo de ambiente de trabalho você prefere?

Dica: O ideal é um que é semelhante ao ambiente da empresa que você está se candidatando. Seja específico.
  
17. Qual é o seu estilo de gestão?

Os melhores gerentes são fortes, mas flexíveis, e isso é exatamente o que você deve mostrar na sua resposta. (Pense algo como: "Embora cada situação e cada membro da equipe requer um pouco de uma diferente estratégia, que tende a usar uma abordagem de relacionamento com os meus empregados do tipo coaching ..."). Em seguida, compartilhe um dois de seus melhores momentos gerenciais, como quando você cresceu sua equipe de cinco para 15 ou treinou um empregado de baixo desempenho para se tornar vendedor de referência da empresa.

18. Quando que você exerceu liderança?

Dependendo do que seja mais importante para a função escolha um exemplo que mostre suas habilidades de gerenciamento de projetos (liderando um projeto de ponta a ponta, fazendo malabarismos com várias partes móveis) ou um que mostra a sua capacidade de confiança e eficácia montar uma equipe. E lembre-se: "As melhores histórias incluem detalhes suficientes para ser crível e memorável". "Mostre como você fosse um líder nesta situação e como ela representa a sua experiência ou potencial de liderança global"

19. Quando que você não concordou com uma decisão que foi tomada no trabalho?

Todo mundo concorda com o chefe de vez em quando, mas ao fazer esta pergunta, os gerentes de recrutamento querem saber se você pode fazê-lo de forma produtiva e profissional. "Você não quer contar a história sobre a época em que você não concordou, mas seu chefe estava sendo um idiota e você só quis manter a paz. E isso não quer dizer que você percebeu que estava errado". " Diga o que suas ações fez uma diferença positiva no resultado da situação, se era um resultado de trabalho ou uma relação de trabalho mais eficaz e produtiva".
  
20. Como é que o seu chefe e colegas de trabalho descrevem você?

Primeiro de tudo, seja honesto (lembre-se, se você conseguir esse emprego, o gerente de recrutamento serão chamados de seus ex-chefes e colegas de trabalho!). Em seguida, tente falar os pontos fortes e traços que não foram discutidas em outros aspectos da entrevistas, como sua forte ética de trabalho ou a sua vontade de participar de outros projetos quando necessário.

21. Por que houve uma lacuna no seu emprego?

Se você estiver desempregado por um período de tempo, seja direto e objetivo sobre o que você andou fazendo (esperamos, que seja uma ladainha de outras atividades enriquecedoras da mente como atividades voluntárias, blogs ou tendo aulas). Em seguida, conduza a conversa para como você fará o trabalho e contribuir para a organização: "Eu decidi fazer uma pausa na época, mas hoje eu estou pronto para contribuir para esta organização das seguintes maneiras".

22. Você pode explicar por que você mudou de carreira?

Não perca a vaga por esta questão, apenas respire fundo e explique para o entrevistador por que você tomou a decisão carreira. Mais importante ainda, dê alguns exemplos de como a sua experiência passada pode ser transposta para a nova função. Isso não tem que ser uma conexão direta, na verdade, muitas vezes é mais impressionante quando um candidato pode fazer com que a experiência aparentemente irrelevante pareça muito relevante para a função.

23. Como você lida com a pressão ou situações estressantes?

Escolha uma resposta que mostra que você pode lidar com uma situação estressante de uma forma produtiva, positiva e não deixa que nada o impeça de realizar seus objetivos. Um grande enfoque é falar por meio de suas táticas de redução de stress (fazendo maior lista possível de coisas a fazer, pare e respire profundamente 10 vezes), e, em seguida, compartilhe um exemplo de uma situação estressante que você enfrentou com facilidade.

24. Como serão seus primeiros 30, 60, ou 90 dias, nessa função?

Comece por explicar o que você precisa fazer para iniciar o processo de desenvolvimento na função. Quais as informações que você precisa? Quais são as partes da empresa que você precisa se familiarizar? Que outros empregados que você quer sentar-se? Em seguida, escolha um par de áreas onde você acha que pode fazer contribuições significativas imediatamente. (Por exemplo, "eu acho que um grande projeto inicial seria uma campanha de marketing e criação de um sistema de rastreamento para elas"). Claro, se for selecionado, você (ou o seu novo empregador) podem decidir que há uma melhor opção, mas ter uma resposta preparada vai mostrar ao entrevistador que você pode adicionar impacto imediato e que está animado para começar na nova função.

25. Quais são as suas exigências salariais?

A regra n º 1 para responder a esta pergunta é fazendo uma pesquisa do que deve ser pago por meio de sites especializados como http://carreiras.empregos.com.br, www.roberthalf.com.br,www.tabelasalarial.com, http://www3.catho.com.br dentre outros. É provável que você venha com uma faixa, e recomendamos indicando o maior número nesse intervalo que se aplica à função, com base em sua experiência, educação e habilidades. Então, esteja certo que o gerente de recrutamento sabe que você é flexível. Você está comunicando que sabe que suas habilidades são valiosas, mas que quer o trabalho e está disposto a negociar.

26. O que você gosta de fazer fora do trabalho?

Os entrevistadores fazem perguntas pessoais em uma entrevista para ver se os candidatos se encaixam com a cultura e dar-lhes a oportunidade de se abrir e mostrar sua personalidade, também. “Em outras palavras, se alguém perguntar sobre seus hobbies, é totalmente comum para você se abrir e compartilhar o que realmente lhe prende atenção. (Não fique no semiprofissional, no entanto: Diga que você gostaria de tomar algumas cervejas no sábado à noite. É bom dizer-lhe que segunda-feira é geralmente um dia difícil para você, porque na terça-feira é dia de trabalho e você pode estar sempre de ressaca não é)”.

27. Se você fosse um animal, qual deles você gostaria de ser?

Aparentemente questões aleatórias do tipo teste de personalidade como esta surgem em entrevistas geralmente porque o entrevistadores querem ver como você pode pensar e responder rapidamente. Não há resposta errada aqui, mas você vai ganhar pontos de bônus imediatamente se sua resposta ajuda a compartilhar seus pontos fortes ou personalidade ou conectar-se com o o entrevistador.  Dica: Use uma tática de protelação e ganhe algum tempo para pensar, dizendo: "Agora, isso é uma grande questão. Eu acho que eu teria que dizer... "

28. Quantas bolas de tênis que você pode caber em uma limusine?

1000? 10.000? 100.000? Sério?

Bem, é sério, você pode ter perguntas do tipo quebra-cabeças como esta, especialmente em trabalhos quantitativos. Mas lembre-se que o entrevistador não necessariamente quer um número que ele quer ter certeza de que você entende o que está sendo solicitado de você, e que você pode colocar em movimento uma forma sistemática e lógica para a resposta exata. Assim, basta uma respiração profunda, e comece a pensar através da matemática. (Sim, não há problema em pedir uma caneta e papel!).

29. Você está pensando em ter filhos?

Perguntas sobre a sua situação familiar, sexo ("Como você lidaria com gestão de uma equipe só de mulheres?"), nacionalidade ("onde você nasceu?"), religião ou idade, são ilegais, mas eles ainda perguntam (e frequentemente) claro , nem sempre com má intenção, o entrevistador pode apenas estar tentando conversar, mas você definitivamente deve não falar sobre sua vida pessoal (ou qualquer outra coisa que você achar que pode ser impróprio) e voltar para as questões de trabalho. Para esta pergunta, pense: "Você sabe, eu não pensei ainda. Mas, eu estou muito interessado nos planos de carreira em sua empresa. Você pode me dizer mais sobre isso?".
  
30. O que você acha que poderia fazer melhor ou diferente?

Esta é uma pergunta comum em startups. Os gerentes de recrutamento querem saber que você não só tem algumas informações sobre a empresa, mas que é capaz de pensar criticamente sobre o assunto e vir para a mesa com novas ideias. Então, venha com novas ideias! Que novos recursos que você gosta de ver? Como a empresa poderia aumentar as receitas? Como o serviço ao cliente pode ser melhorado? Você não precisa ter descoberto a estratégia de cinco anos da empresa, mas compartilhe seus pensamentos, e mais importante, mostre como seus interesses e conhecimentos que sobre o trabalho.

31. Você tem alguma pergunta a nos fazer?

Você provavelmente já sabe que uma entrevista não é apenas uma oportunidade para o entrevistador atormentar você, é a sua oportunidade para farejar se o trabalho se encaixa a você. O que você quer saber sobre a função? A empresa? O departamento? A equipe?

Estas questões abrangem a maioria das entrevistas na vida real. Estão, use-as como um guia na sua próxima entrevista de emprego.


REFERÊNCIAS: 

DAILY MUSE EDITOR. How to answer the 31 most common Interview questions. The DailyMuse. Disponível em<http://www.themuse.com/advice/how-to-answer-the-31-most-common-interview-questions

Copiado de :http://gerisval.blogspot.com.br/

quinta-feira, 6 de março de 2014

Arrisque Errar!

Não existe hora melhor para começar a fazer a coisa certa do que agora.  Não se permita ficar paralisado pela indecisão. 

Tenha confiança  em sua preparação. 

Chega uma hora em que é necessário agir.

Se você fica em dúvida muito tempo, ela irá aumentar e se transformar em medo. 
Sim, você pode tropeçar. Sim, você pode ser rejeitado. Sim, você pode falhar. Isso é a vida.
Os vencedores aceitam que durante suas tentativas eles podem ter que fazer ajustes e até ter que começar de novo. 
A diferença entre pessoas bem sucedidas das outras, não é o erro que cometem ou às vezes em que falham, mas como reagem a isso.
Muitas pessoas procuram por segurança no momento de agir. Porém, ao procurar garantias, elas frequentemente recebem advertências para tomar cuidado. 
E isso pode ser facilmente usado como desculpa para não agir.
Vai aqui um alerta!  Aqueles que mais amam você podem ser os que mais te aconselham a não arriscar.
No meu livro “Sua vida não é uma questão de sorte” pela Editora Ideia, eu trabalhei essa questão dizendo:
“Viver não dói... O que dói é a vida que não se vive!
Warren Buffet, um homem que sempre está na lista dos mais ricos do mundo disse certa vez: 
”Tenho um amigo que esperou 20 anos para encontrar a mulher certa... O dia que ele a encontrou, ela não o quis porque ela também estava esperando anos para encontrar o homem certo, e não era ele”.
Tem gente que espera para ser feliz quando crescer, quando casar, quando se formar, quando tiver filhos, quando os filhos se formarem, quando se aposentar... 
Desse jeito, irão morrer sem conhecer a felicidade.
Tem um ditado popular, acredito ser um ditado mineiro, que diz: 
“Quem não arrisca não petisca”. As oportunidades são astutas, entram pelo quintal, entram pela porta dos fundos e nós temos que estar preparados.
O medo é o maior ladrão de oportunidades!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!



Fonte:Gilclér Regina - http://www.qualidadebrasil.com.br/

segunda-feira, 3 de março de 2014

Com Amor ou Com Dor?

Depois de mais um ano produtivo por meio de palestras, treinamentos, MBAs e inúmeros projetos de consultoria realizados em empresas de pequeno, médio e grande porte, uma coisa é certa: quem quer se destacar em qualquer área de atuação ou ver o seu negócio prosperar, nunca deve deixar de aprender.
O mundo é muito dinâmico. Todos os dias, em todos os cantos do mundo, surgem novas tecnologias capazes de tornar as pessoas mais inteligentes, as organizações mais eficientes e, por consequência, as informações e os produtos e serviços mais acessíveis para todos.
Quem poderia imaginar que um dia, o telefone fixo, considerado artigo de luxo há menos de trinta anos, cujo preço chegou a equivaler ao preço de um carro popular, chegaria ao alcance da população menos favorecida do planeta? 
As gerações de hoje não fazem a menor ideia de quanto isso foi trabalhado ao longo do tempo para facilitar a vida delas?
Em pouco mais de cem anos, o mundo foi elevado a uma categoria de inteligência e produtividade muito superior à dos séculos 18 e 19, com o início da Revolução Industrial, por conta do avanço nas artes, nas ciências humanas e exatas e, principalmente, na forma e aprender e disseminar o conhecimento.
Apesar disso, os desafios ainda são muitos: intolerância racial, violência crescente, consumo desenfreado, destruição da natureza e mudança de valores, coisas que só podem ser melhoradas ou reduzidas por meio do aprendizado e da experiência. Não existe outra saída.
Quanto mais você aprende e compartilha o aprendizado, mais você cresce, não apenas em termos financeiros, mas em termos de sabedoria. Aprender é a única coisa que a mente nunca se cansa, nunca tem medo e nunca se arrepende, afirmou Leonardo Da Vinci há mais de quinhentos anos.
O que significa aprender? As duas formas mais comuns de aprendizado ainda não mudaram: pode-se aprender com o amor ou com a dor. As escolhas é que fazem toda diferença e, por experiência, própria, posso afirmar que o ser humano tem uma grande tendência de optar pela segunda.
Aprender com amor significa alimentar um interesse profundo pelo conhecimento, por livre e espontânea vontade. Significa querer saber mais, tornar-se uma referência no assunto ou no negócio, aprender mais para fazer o melhor que você pode a fim de produzir um impacto positivo na vida das pessoas ao seu redor. Exemplo: você é muito bom naquilo que faz, mas sabe que se não continuar aprendendo cada vez mais, deixará de ser. Se você é bom e pode ser melhor ainda, por que não tentar?
Aprender com a dor significa que você sabe exatamente o que deve ser feito para se tornar uma pessoa melhor e conquistar algo, entretanto, sua mente ainda não está disposta a abrir mão de convicções, interesses, ou modelos mentais que interferem no seu crescimento. Exemplo: você sabe que o cigarro faz mal, mas insiste em continuar fumando; você sabe que precisa melhorar o atendimento, mas não faz nada porque considera treinamento uma despesa e não um investimento e assim por diante.
Nas palavras de Sir Isaac Newton, cientista britânico, o que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano, portanto, é uma questão de escolha. Aprender com amor é bem mais estimulante. Aprender com a dor, além de custar mais caro, é bem mais lento.
Conhecimento é a única coisa que ninguém consegue arrancar de uma pessoa, portanto, seja único, seja diferente, seja uma referência boa para todos aqueles que compram os seus produtos e serviços e para aqueles que se utilizam do seu conhecimento. Evite ser mesquinho, aprenda, ensine, compartilhe.
Por fim, lembre-se, conhecimento por si só não serve para nada. Essa é a diferença entre as pessoas que prosperam e as pessoas que continuam querendo. Ler um livro ou fazer um curso não basta, é preciso ter coragem de mudar a si mesmo para mudar a sua vida e o seu negócio, seja qual for o estágio em que você se encontra.
Pense nisso e empreenda mais e melhor!
Fonte: Jerônimo Mendes - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Língua Portuguesa: Quais são as “Gafes” da Comunicação Oral?

O excesso de informalidade na comunicação oral pode se tornar um problema sério no dia a dia profissional – muitas vezes, a pessoa já não sabe mais diferenciar o que está de acordo ou fora dos padrões da língua portuguesa. 

Mas quais são as principais “gafes” cometidas pelos brasileiros e o que fazer para eliminar essas falhas do vocabulário?

Segundo o professor Elvio Peralta, Diretor Superintendente da Fundação Fisk, não há fórmula mágica: o segredo “é praticar a norma culta na leitura e na escrita”. Consequentemente, o cérebro passará a armazenar os termos corretos e a comunicação oral será mais precisa, fluirá com mais coesão, coerência e, claro, menos erros:

 “Problemas no discurso infelizmente são cometidos pela grande maioria das pessoas que não estudam a língua profundamente”, explica o professor, “Antes de aprendermos a escrever, aprendemos a falar. O que é absorvido nos primeiros anos da infância também será carregado durante o aprendizado da escrita”, complementa.

O professor ainda explica que a televisão, a Internet e o rádio, importantes emissores de informação, vêm contribuindo para o aumento das gafes: “A comunicação nas mídias sociais é repleta de informalidade, assim como na TV e nas rádios. É uma linguagem que permite maior aproximação do espectador, mas que deve ser usada com cautela” argumenta Peralta.

Confira abaixo as gafes apontadas como as mais comuns. Elas envolvem o uso de pronomes e concordância verbal, principalmente.


- "Pra mim fazer”, no lugar de: “para eu fazer”;

- “A gente vamos fazer”, no lugar de: “a gente vai fazer” ou “nós vamos fazer”;

- “Fazem três anos”, no lugar de: “faz três anos”;

- “Houveram muitos acidentes”, no lugar de: “Houve muitos acidentes”;

- “Há dez mil anos atrás, no lugar de”: “Há dez mil anos”;

- “Aonde você comprou isso?”, no lugar de: “Onde você comprou isso?”;

- “O que que você fez no fim de semana?”, no lugar de: “O que você fez no fim de semana?”;

- “Eu vi ele” ou “Eu vi ela”, no lugar de: “Eu o vi” ou “Eu a vi”;

- “Não lhe convidei”, no lugar de: “Não o convidei” ou “Não a convidei”;

- “Ela é meia louca”, no lugar de: “Ela é meio louca” ou “Ela é um pouco louca”;

- “As pessoas elas são contraditórias às vezes”, no lugar de: “As pessoas são contraditórias às vezes”;

- Palavras com pronúncias inadequadas: largatixa, cardaço, mendingo e mortandela.


Uma dica essencial para quem quer aprimorar a comunicação oral é a leitura de jornais, revistas e clássicos da literatura, que irão aprimorar o vocabulário, a fala e a escrita: “Nesses veículos, o redator precisa ser cuidadoso, pois um erro fica registrado para sempre”. 

Após essas providências, a prática de exercícios é essencial, pois “uma língua, mesmo que materna, só é aperfeiçoada com muito uso e leitura”, explica o Diretor Superintendente da Fisk.

 “Um curso de atualização e o conhecimento da gramática são essenciais para nos livrarmos dos vícios de linguagem e não cometermos gafes” finaliza Peralta.

Fonte: Portal Administradores
12/02/2014