terça-feira, 8 de novembro de 2011

O manual de Guy Kawasaki para ser um empreendedor bem sucedido


Quando o tema é empreendedorismo, Guy Kawasaki fala sobre o assunto com conhecimento de causa. Há 30 anos na ativa, ele é um dos mais conhecidos empresários do Vale do Silício, na Califórnia, e participou de diversas start ups. O americano, com ascendência asiática, iniciou sua carreira vendendo jóias, passou por várias empresas de tecnologia (inclusive sendo o evangelista-chefe da Apple nos primeiros anos da empresa), é consultor em centenas de empresas e autor de nove best-sellers.

Em sua apresentação na ExpoManagement 2011, realizada em São Paulo, Guy Kawasaki falou mais detalhes de como conseguir encantar clientes e o que realmente é necessário para transformar ideias em ação em 10 passos.

1 - Você deve criar significado no mundo
Para Guy, as empresas que visam somente o lucro financeiro são aquelas que geralmente fracassam. Portanto, o rumo das empresas de sucesso deve ser acompanhado de algum significado; tais companhias devem realmente querer fazer a diferença no mundo. Só assim é possível convencer as pessoas a comprarem algo e que elas continuem comprando.

2 - Ter um mantra
"O mantra deve ser o guia que mostra os principais objetivos que a empresa pretende seguir. Mas não estou falando das missões das empresas, que geralmente são muito longas e os funcionários logo esquecem. O ideal é que sejam no máximo três palavrinhas; algo que vá direto ao ponto e mostre o verdadeiro sentido da empresa existir", declara Guy Kawasaki.

E o empreendedor mostra alguns exemplos: "a Nike oferece um 'desempenho atlético autêntico'; a FedEx promete 'paz de espírito' e a Ebay quer 'democratizar o comércio'. Para que todos estejam unidos em torno do mesmo propósito é necessário identificar a razão de ser da empresa e de que maneira ela atende às pessoas.

Guy Kawasaki
Guy | "Não se preocupe em produzir um produto perfeito. Isto não significa fazer um produto ruim, e sim que a inovação poderá conter elementos não muito bons"


3 - Pule as curvas
Pular as curvas, resumidamente, é ficar na busca para reinventar um mercado; fazer algo totalmente diferente. O empresário disse que nos tempos anteriores à refrigeração, a indústria do gelo era formada por gente que ia para as regiões de clima frio usando cavalos e trenós para colher o gelo durante os meses de inverno. Depois veio a era do 'Gelo 2.0' — surgiram fábricas que produziam gelo em qualquer lugar. Por fim, chegou-se à era do 'Gelo 3.0', com a geladeira caseira. "A verdadeira inovação aparece sempre que pulamos as curvas, e não quando nos esforçamos para melhorar 10% ou 15% de algo", destaca.

4 – Produtos únicos
Um dos passos fundamentais para encantar consumidores é possuir, antes de tudo, um excelente produto. Há basicamente alguns elementos fundamentais para o produto dar certo, segundo o Guy.

Ser inteligente – o produto deve trazer soluções para um problema. A Ford criou, por exemplo, o MyKey. Ele permite que seja programada a velocidade máxima que o carro pode alcançar. "Imagine se você comprou um Mustang e teve que emprestar o carro para seu filho adolescente. Você pode programá-lo para que o carro não pudesse ir a mais de 60 quilômetros por hora. Acho que essa é uma ideia realmente brilhante", vibra Guy.

Ser completo - grandes produtos têm uma totalidade da experiência, o que seria uma série de melhorias, suporte técnico, ou seja, todas as coisas boas. "Não é só um produto, é a totalidade da experiência" afirma.

Elegância – trata-se da interface e designer de um produto. "É aí que a Apple realmente brilha", confessa.

5 - "Don't worry, be crappy"
Guy explica que não devemos ter medo de lançar um produto inovador, mesmo se ele não estiver pronto. Ele relembra que os primeiros micros apresentados pela Apple não tinham dezenas de funções, mas ainda sim eram revolucionários. "Não se preocupe em produzir um produto perfeito. Isto não significa fazer um produto ruim, apenas que a inovação pode não conter elementos tão bons. [...]. No Vale do Silício é assim, a gente produz, vende e só depois testa", confessa.

6. Deixe 100 flores desflorarem
Parafraseando Mao, Kawasaki disse que não sabemos onde vai surgir uma flor. Devemos simplesmente permitir que ela brote. Ele explica que as inovações poderão atrair clientes inesperados e não necessariamente aqueles previstos no planejamento.

Ele explica que nesse momento as empresas se deparam com duas situações: perguntar para alguns por que não compraram o produto ou perguntar aos outros por que elas estão comprando.

E, para ele, a segunda opção é o melhor caminho. "É muito melhor satisfazer as pessoas que já gostam do que tentar convencer aquelas que não compraram". E os motivos são simples: "Mais vantagem dar razão para as pessoas gostarem mais ainda de seu produto. [...]. Quem não comprou continuará inventando desculpas para não comprar o produto", afirma o empreendedor.

7. Polarizar as pessoas
Não tenha medo de polarizar as pessoas, pois nenhum produto serve para todos os tipos de consumidores, de todas as idades e culturas diferentes. "As empresas sempre querem criar o produto perfeito para todo mundo, e, inevitavelmente, vão cair na mediocridade".

8 - Negação
"Ser um empreendedor significa viver em negação, pois a maiorias das pessoas acharão suas ideias absurdas. Não dê ouvidos a elas.", diz Guy. Para o empreendedor, as pessoas inovadoras devem ignorar o conselho dos consumidores e das pessoas que dizem para não inovar. Somente depois de lançar o produto, quando ele chega às mãos do cliente, é hora de começar a ouvir as pessoas para melhorá-lo.

9 - Siga a Regra 10/20/30
Guy Kawasaki relata que é importantíssimo ter uma boa apresentação do seu produto, serviço ou palestra. E ele segue sua regra 10/20/30. Ou seja, utilizar até 10 slides, restringir a fala em 20 minutos de apresentação e colocar o tamanho da fonte com o mínimo de 30 pontos. Ele ainda indica que é preciso customizar a introdução da apresentação dependendo do público para o qual você falará.

10 - Não deixe os "idiotas" desmotivarem você"
Não deixe as pessoas patetas e os estúpidos colocarem você para baixo e impedirem que tene fazer coisas inovadoras. Se o palhaço em questão for apenas uma pessoa medíocre, não há problemas. Mas se for alguém rico e famoso, as coisas podem se complicar, pois as pessoas tendem a presumir que se esse alguém se tornou rico e/ou famoso foi por causa de sua inteligência. Nunca pensam que apenas tiveram sorte na vida". No entanto, ele admitiu que bancou o idiota uma vez. Em meados dos anos 90, foi chamado para uma entrevista no Yahoo para o cargo de CEO. Não foi. Ele achava que a Internet era só mais uma atividade para o modem do computador. Achar as coisas na Web tinha um valor limitado, na sua opinião. "Pelos meus cálculos, essa decisão me custou US$ 2 bilhões". 

Por Fábio Bandeira de Mello, www.administradores.com.br

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A gestão de carreira na Sociedade do Conhecimento


Como afirma Peter Drucker em “A Sociedade”, os trabalhadores do conhecimento não serão a classe mais numerosa dentro da sociedade do conhecimento, porém, certamente, serão a classe com maior poder de influência. No que se refere a características, posição social, valores e expectativas, eles diferem fundamentalmente de qualquer grupo na história que já ocupou uma posição de liderança, para não dizer de dominação. Estes trabalhadores serão aqueles que desenvolverão as fronteiras em que as organizações poderão atuar. O autor analisa que é o trabalhador do conhecimento que, em grande parte, irá determinar o perfil da organização do futuro e quais organizações terão sucesso.

É importante especificar que estamos falando sobre organizações e não necessariamente sobre empresas. Toda empresa é uma organização, porém, nem toda organização é uma empresa. Drucker considera que hoje, diferente do que acontecia há 50 anos, é importante que todo e qualquer empreendimento humano seja bem administrado por uma gestão que organize os recursos financeiros, de infraestrutura e de pessoas para que possam operar de maneira eficiente. Não importa se é um Governo, uma ONG, ou uma organização privada, pois todas enfrentam uma mesma necessidade de organização.

Na obra “Sociedade Pós-Capitalista”, Drucker define organização como sendo um grupo humano, composto por especialistas que trabalham em conjunto para uma tarefa comum. Segundo ele, as organizações são instituições com fins especiais e são eficazes por que se concentram em uma missão. Uma organização tende a recrutar e alinhar os melhores recursos de forma a entregar algo mais produtivo e relevante para a sociedade para que, desta forma, possa se cumprir a missão para a qual esta organização foi criada.

Assim, o campo em que o trabalhador do conhecimento irá se inserir durante toda a sua carreira fica muito mais especificado. Este profissional poderá partir de uma educação formal baseada em algum tipo de ciência exata ou humana, mas não necessariamente será nesta área que ele irá desenvolver todo o seu potencial. Esta evolução dependerá do envolvimento que este profissional terá com as organizações e quais serão as áreas com as quais ele mais se identificará. Só assim, poderá utilizar o conhecimento adquirido na educação formal como um trampolim, ou uma base de lançamento, para adquirir novos conhecimentos de forma contínua.

Na gestão de carreira do conhecimento ocorre um fenômeno muito diferente do que ocorria há 30 ou 40 anos. Quando me formei em Engenharia, por exemplo, o que se esperava é que esta seria minha carreira até o fim da vida e seria a área em que eu desenvolveria todos os meus conhecimentos. Porém, atualmente, para o trabalhador do conhecimento, este conceito não é mais necessariamente verdade e sim apenas uma fase. É a base sobre a qual ele construirá seu conhecimento, pois aproximadamente 4/5 de todo seu conhecimento só serão obtidos ao longo de suas varias carreiras, após a conclusão da faculdade. Drucker aponta que a sociedade do conhecimento que está em fase de desenvolvimento depende de uma sociedade anterior que é a sociedade da informação.

Há 50 anos, imaginávamos que um engenheiro se formaria aos 25 anos, começaria a trabalhar com experiência aos 30 e encerraria sua carreira aos 60. Hoje, porém, o trabalhador do conhecimento inicia sua carreira aos 18, antes mesmo de concluir o ensino formal, e tem uma expectativa de trabalho produtivo até os 80 ou 90 anos. Este novo paradigma mudou completamente a perspectiva da própria organização com relação a ele e, inclusive, toda sua função econômica com relação à organização, ao consumidor e os outros grupos de trabalhadores que tenderão a diminuir. Para Drucker, é importante que os trabalhadores de outras áreas se adaptem a uma nova realidade de mercado que exige educação formal e remunere pelo conhecimento e não apenas pelo trabalho manual.

Com o trabalhador do conhecimento, o aumento da produtividade projetado fará com que menos de 1/7 das pessoas empregadas formalmente trabalhem nas indústrias e menos ainda estará no campo daqui a 20 anos. Estamos caminhando para uma sociedade que está se construindo nas bases da sociedade da informação e que suplantou a sociedade do serviço. Neste novo contexto, os trabalhadores irão enfrentar desafios nunca antes vistos. As organizações lidarão com estes profissionais de uma maneira diferente já que elas dependerão mais dos profissionais do conhecimento do que estes das organizações.

Isso não significa que eles não precisarão das organizações, mas apenas que o grau de liberdade que eles adquiriram para sair de uma organização e entrar em outra os torna muito mais parceiros e sócios do que empregados formais. É claro que como o empregado formal ele, continuará tendo um contrato de trabalho que lhe permita receber um “X” mensal e continuará tendo os benefícios que hoje conhecemos. Enquanto profissional dentro de uma organização, seu valor será medido muito mais pelos resultados que ele agrega ao longo do tempo em termos de conhecimento.
Bem-vindos à nova era do trabalhador do conhecimento!

Por Luis Perdomo -http://www.luisperdomo.com.br/

sábado, 5 de novembro de 2011

Chega de Saudade



Vai, minha tristeza, e diz a ela
Que sem ela não pode ser
Diz-lhe, numa prece, que ela regresse
Porque eu não posso mais sofrer

Chega de saudade, a realidade é que sem ela
Não há paz, não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai


 Mas, se ela voltar, se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei na sua boca

Dentro dos meus braços
Os abraços hão de ser milhões de abraços
Apertado assim, colado assim, calado assim
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim

Que é pra acabar com esse negócio de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio de você viver sem mim

Por - Vinícius de Moraes

Azul...sempre Azul...

Administração Virtual


Introdução

Para o processo de tomada de decisão, o administrador necessita dispor de um sistema de informação mais rápido e eficaz possível. Tal fato pode ser observado durante toda a história da administração, sendo que o administrador, auxiliado por todo tipo de profissional, trabalhou para tornar este sistema de informação sempre mais rápido, mais compreendido e mais global. Devido ao avanço tecnológico, as transformações no campo da comunicação e informação têm-se tornadas mais evidentes, podendo-se destacar aqui principalmente o advento da Internet, Intranet, Video-Conferências, comércio eletrônico, entre outras atividades através do uso da tecnologia avançada em comunicação. Todas estas atividades reunidas fazem parte de um novo conceito de administrar, chamado de Administração Virtual.
 

Conceito - A administração virtual se define através da maneira de utilização de tecnologia de informação e processamento de dados, através da maneira de prestar serviços.

AFINAL, O QUE É A  CORPORAÇÃO VIRTUAL?
•Propõe-se a responder ás pressões geradas pela conscientização e exigências dos consumidores e pelo acirramento da concorrência em todos os setores da economia, através de respostas mais ágeis, maior eficiência, flexibilidade e redução de custos.



Resgatando o trabalho de alguns autores



Ciclos de desenvolvimento sucessivo

Três civilização são caracterizadas na história da humanidade:

  • A primeira onda – civilização agrícola
  • A Segunda onda – civilização industrial
  • A Terceira onda – civilização atual

Resgatando o trabalho de alguns autores
Davis & Davidson: Discutem o impacto provocado pelas mudanças tecnológicas, propondo que a humanidade se desenvolve em ciclos.

A Sucessão de Ciclos Econômicos
  • Primeiro Ciclo: economia agrícola
  • Segundo Ciclo: economia industrial
  • Terceiro Ciclo: economia da informação
  • Quarto Ciclo: Bioeconomia
 Diferença entre empresa e organização
  • A Empresa aplica recursos para criar produtos e serviços que atendam às necessidades do mercado.
  • A Organização é a maneira pela qual estes recursos são administrados, compreendendo estrutura, sistemas, funcionários e cultura.

Infra-estrutura do Terceiro Ciclo
Para Davis & Davidson, a informação deve ser compreendida em dois aspectos essenciais:

  • Forma: aparência e estrutura: dados, texto, som e imagem
  • Função: ações ou atividades desempenhadas em relação à informação, que podem ser de geração, processamento, armazenamento e transmissão.

Economia baseada na informação em tempo real
  • Efetiva globalização de mercados;
  • Respostas mais rápidas;
  • Produtos personalizados;
  • Redução dos custos e despesas fixas;
  • Redução de estoques e capital de giro;
  • Produção no ponto de entrega.






Revolução da Informação
  • Abordagem de DAVIS & DAVIDSON e de TOFFLER se complementam;
  • Analisando as propostas num nível macro, em cada um dos quatros ciclos ocorrem ciclos menores;
  • A revolução da informação, transformando a sociedade;
  • Segundo DAVIDOW & MALONE, a corporação virtual é apenas consequência da sucessão de ciclos econômicos;
  • Corporação Virtual não é ilusão;
  • Corporação Virtual tem fronteiras e estas fronteiras podem ser ampliadas;


Toyota City

  • Aumento dos custos de venda gerou uma mudança gradual para as revendas da TOYOTA, no JAPÃO;
  • As informações do comprador são atualizadas;Sugestões adequadas as necessidades;
  • Encomenda do carro sob medida e entrega em questão de dias;
  • Comunicação on-line, entre consumidor, fabricante e fornecedores;
  • TOYOTA CITY uma empresa reconhecida pelo governo como o alicerce para o desenvolvimento no Séc. XXI

Gestão da Corporação Virtual
 Davidow & Malone propõem uma nova espécie de empresa: A Corporação Virtual, baseada nas informações em tempo real.
  • Exige trabalhadores qualificados, confiáveis e preparados;
  • Confiança dos relacionamentos internos e externos;
  • Domínio da informação em tempo real;
  • Estrutura pensada para atender o cliente que pretende conquistar.
  • Ambiente de imprevisibilidade.


Preparação para trabalhar  lugar e a qualquer momento
em qualquer 


Sistema Planetário
William Murdok desenvolve um sistema de engrenagens chamado Planetário, demonstrando, já nesta época , que a tecnologia pode alterar profundamente a história do homem em todas as áreas.


Banco Virtual


Banco Virtual é toda solução que tira o cliente  operacionais. 
da agência, o que reduzirá os custos 

Se o Banco do Futuro pode ser considerado aquele que oferece serviços práticos e confiáveis ao cliente sem que este tenha que se dirigir a agência, podemos afirmar, sem dúvida, que o futuro, pela menos nesta área, já chegou.
Home Banking – a maioria dos bancos já oferece esse tipo de serviço que agrega quase 100% de suas atividades oferecidas aos clientes.

O que é um produto Virtual?
É aquele que pode estar disponível a qualquer momento, em qualquer lugar e em qualquer variedade.
O produto ou serviço virtual ideal é produzido instantaneamente.
Exige uma grande estrutura e demanda pessoal qualificado, sempre em sintonia com o mercado e une fornecedores, distribuidores, funcionários, varejistas e clientes.

Vitrine Virtual
Com o advento da  empresas criaram suas Home Pages,
Internet, várias 
onde expõem seus produtos. Algumas Empresas, além de expor os produtos, praticam o e-comerce.

Para o futuro, 
especula-se a 
implantação do ecash, que seria a revolução virtual da economia mundial.

  
Hospital Virtual
Em um hospital virtual, um médico muito experiente consegue através de uma tela de televisão vê o que esta acontecendo com um paciente distante dali e dar as orientações necessárias para um outro médico com pouca experiência até que o salvamento deste paciente seja realizado.
Este método realizado pelo hospital virtual não é só para pacientes que necessitam de atendimento de urgência, mas em todos os casos.
Este Sistema tem como objetivo aprimorar os exames diagnósticos e tornar mais seguro, rápido, eficaz o atendimento a longa distância e eliminar o transito de pacientes e custo com internamento dentro dos hospitais.

Mandamentos da Corporação Virtual Vitoriosa

  • Liderar mudanças ao invés de ser refratário a elas.
  • Promover a necessidade de comunicação e a liderança simbólica, com um zelo religioso.
  • Tornar-se perito em comunicações e ser generalista, ouvindo as opiniões de todos.
  • Eliminar as paredes entre os departamentos.
  • Atualizar continuamente os aspectos dos quais a empresa depende para seu sucesso estratégico.

 Quais empresas se tornarão virtuais?
  • Qualquer empresa, de qualquer tamanho, de qualquer setor, potencialmente poderá transformar-se em uma corporação virtual.
  • Impactos desta transformação podem ser sentidos mais facilmente nos sistemas educacionais e nos níveis de emprego.
  • Qualificação de pessoas e mudança no processo de produção.
  • Mudanças são necessárias para manter-se competitiva no mundo globalizado.
  • Necessidade de uma política específica para a virtualidade.

A implantação de novos processos produtivos, baseados em alta tecnologia, são os maiores causadores de desemprego dos últimos anos.

A Era da Empresa Tecnológica
  • Grandes revoluções no que diz respeito e tempo e espaço: video-conferência, transmissão de voz e dados entre outros.
  • Desenvolvimento da IA (Inteligência artificial) poderá gerar mudanças de paradigmas na sociedade.
  • Milhões de informações circulam no mundo em tempo real ao alcance de todos, é necessário filtrar para absorver o necessário.
  • Preocupação de manter a pessoalidade nas relações.

Com o volume de informações cresce a importância de tomada de decisões mais rápidas.
Qual seria o limite  novo conceito de tecnologia?
para utilização deste 

Que novos  poderemos criar diante de tais afirmações?
paradigmas 


Conclusão
A Administração Virtual já é uma prática que faz parte da nossa rotina, seja no trabalho, na escola ou em casa.
A forte tendência das organizações se tornarem cada vez mais virtuais pode trazer benefícios em grande escala para o mundo inteiro, mas até que ponto a virtualidade pode afetar nossas vidas? Essa é uma pergunta que só o tempo e as ações do homem poderão responder.
 Bem-vindo ao Futuro!

 Caros colegas, o 
futuro existe dentro 
de cada um de nós, em nossos sonhos. Lute por eles e no futuro, as portas do sucesso estarão abertas para você.


Planetário convertia movimentos do pistão do motor a vapor, de James Watt, em força rotativa para acionar um eixo.
Impacto espantoso e imediato no novo processo para produção de ferro fundido.
A Nova tecnologia de força resultou na Revolução Industrial.



Toffler: Demonstra que a evolução da humanidade ocorre da sucessão de ondas de civilização, cada uma com características particulares como: valores, tecnologias, estilo de vida, comunicação.

•O surgimento da Corporação Virtual só se tornou possível graças à utilização de novas tecnologias e a crescente valorização do ser humano.

•Alianças estratégicas

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

São Luis do Maranhão - Brasil (Anos 60/70)

Sim, o corpo fala: saiba como persuadir sem dizer muita coisa

Dominar a arte do “não dito” pode ser fundamental.

Às vezes, nem com um milhão de palavras conseguimos transmitir fielmente uma mensagem. Em outros casos, no entanto, um simples piscar de olhos pode ser suficiente para denunciar muita coisa. Por isso, dominar a arte do “não dito” é fundamental.

Dominar o que o nosso corpo diz não é uma tarefa fácil. Mas quem consegue, sem dúvidas, sai na frente, pois ele comunica bem mais do que podemos imaginar. E comunicar é persuadir. Há até quem discorde, mas dificilmente encontraremos quem prove o contrário. Por mais que não tenhamos intenção, a persuasão está sempre presente na nossa fala, no nosso olhar e também nos nossos gestos, pois veicular uma mensagem pressupõe, normalmente, a existência de um interlocutor. E se dizemos algo a alguém, queremos atenção. Se queremos atenção, trabalhamos para consegui-la. E, conseguindo-a, temos tudo para alcançar o que queremos.

No livro “A arte da persuasão”, a autora norte-americana Tonya Reiman – que já escreveu um artigo sobre o assunto na revista Administradores nº 0 – destaca que “a linguagem corporal é a essência de quem demonstramos ser”. Levar isso em conta é fundamental para entender o que dizem os sinais do nosso corpo e, principalmente, para não fazermos julgamentos apressados e assim cairmos em equívocos grosseiros. Com isso em mente, decifremos os códigos!

É verdade: às vezes, um gesto vale mais que mil palavras
Pesquisas apontam que somente cerca de 10% da nossa comunicação, em algumas situações, é verbal. Na entrevista de emprego, por exemplo, quando o recrutador pergunta por que você está deixando o emprego atual para tentar uma vaga na nova empresa e você fica sem graça de falar que é por causa do salário maior, os cinco segundos de silêncio em que você pensa no que responder dizem mais sobre sua resposta do que as palavras proferidas em seguida.

O poder do “sim” não-verbal
Conquistar impressões positivas para as nossas atitudes deve ser sempre o principal objetivo das nossas comunicações (exceto naqueles casos em que você quer terminar o namoro, não sabe como e prefere dar um jeito para que a outra pessoa termine!). E não só a fala, mas também os gestos e expressões fazem parte do jogo. Então, saiba: do olhar a um simples aperto de mão, tudo é fundamental na hora de conseguir um “sim”.

A primeira impressão é a que fica
A decisão do nosso interlocutor pelo “sim” ou pelo “não”, entretanto, pode ser tomada antes mesmo de decidirmos o que queremos realmente transmitir. Por isso, estar seguro do que quer dizer é sempre importante.

Sim, a fala também é importante
Evidentemente, a comunicação verbal também desfruta de um poder gigantesco e saber utilizá-la da melhor maneira faz toda a diferença. E utilizá-la bem significa dominar a articulação da fala com os demais elementos que, juntos, constroem a mensagem. Por exemplo: o tom da voz, o movimento das mãos, a postura do tronco, o olhar.

Silêncio total
O casamento vai mal, o trânsito é estressante e você não tem muita paciência para a conversa do colega ao lado. Tudo bem. Mas trabalho é trabalho. Por isso, cuidado pra não sair descarregando seus problemas em quem não tem nada a ver com eles. Pode ser uma tarefa difícil, mas a neutralidade nessa hora é a melhor opção.

Por: Redação administradores.com.br - http://www.administracaovirtual.com/

10 dicas para abrir um negócio na web


De redes sociais a compras coletivas, este tipo de empreendimento tem ganhado cada vez mais espaço e conquistado novos adeptos
Não são raros os exemplos de recém-milionários que estão fazendo fortuna em negócios na internet. De redes sociais a compras coletivas, este tipo de empreendedorismo tem ganhado cada vez mais espaço e conquistado novos adeptos. Aos que desejam se lançar a este novo desafio, seguem dicas essenciais para um empreendimento virtual.

1 – Defina o foco
Identifique eventuais necessidades não atendidas, que podem se tornar oportunidades lucrativas. Engana-se quem imagina que a competição no mundo virtual seja menor que em negócios reais. Apesar do pouco tempo, a rede atingiu com rapidez a maturidade. Há, todavia, muitos nichos promissores, principalmente aos empresários criativos que saibam tirar proveito da força da rede mundial. O segredo está no foco, evitando entrar em setores dominados por grandes empresas, cujo poder de barganha é infinitamente superior.

2 – Defina os produtos e/ou serviços
Escolha o modelo de negócios, assim como os produtos e/ou serviços que serão oferecidos, cuja seleção não se restringe ao espaço da prateleira ou gôndola. A vantagem da internet é que o estoque pode estar em local com menor custo por m2, como um galpão em alguma periferia ou até mesmo no próprio fornecedor. Há outros tipos de negócios virtuais nos quais o custo de estoque é praticamente zero, assim como a quantidade de itens infinita. As mercadorias estão dispostas em grandes servidores em formato digital – músicas em MP3, vídeos em MP4 e até livros em PDF.

3 – Crie uma identidade
É hora de definir o nome e a identidade visual de seu negócio – logotipo ou frase de efeito. Cuide para que seja fácil de ser lembrado, marcante, curto e que descreva a alma do negócio. Verifique junto aos órgãos responsáveis a disponibilidade do nome de sua preferência.

4 – Legalize
Procure um contador de sua confiança e registre a empresa legalmente. Não pense que negócios virtuais estão alheios à fiscalização e tributação. Busque profissionais qualificados para cuidarem da parte legal antes de dar início às negociações.

5 – Monte sua loja
Apesar do menor investimento, colocar um site no ar requer planejamento e cuidado. Como num comércio tradicional, o visual, os produtos e serviços disponíveis, a localização das mercadorias, o atendimento e as formas de pagamento são também muito importantes no comércio online. Tome alguns cuidados básicos para encantar clientes novos e reter antigos. E lembre-se que clientes virtuais são ainda mais impacientes que aqueles que trafegam nos corredores dos shoppings centers.

6 – Comprar ou alugar?
O empresário que se aventura no mundo virtual se depara com dilema similar. Há duas escolhas possíveis. Adquirir os próprios servidores, funcionários especializados e locais adequados ou contratar os serviços de um provedor de hospedagem, pagando tarifas mensais por pacotes pré-definidos. As grandes empresas em geral preferem investir quantias significativas em sua própria infraestrutura, garantindo que seus clientes consigam acessá-lo 100% do tempo. Empresas médias ou pequenas podem optar por alugar um espaço na “nuvem” de terceiros – tecnologia denominada de “cloud computing”.

7 – Garanta uma compra segura
São inúmeros os casos de fraudes na web, o que ainda inibe muitos potenciais clientes. Por isso, invista na segurança de seu site. Há diversas empresas que oferecem serviços de autenticação digital, dificultando a ação de indivíduos com más intenções.

8 – Dê opções de pagamento
Numa loja virtual, aceitar as diversas bandeiras e modalidades – crédito e débito; são obrigações. Apesar da pouca utilização, considere também as opções de depósito bancário e boletos. Analise ainda a possibilidade de recebimento do pedido além da opção online. Alguns clientes ainda preferem utilizar telefone, fax ou e-mails. Abra enfim uma linha direta para que possam falar com algum funcionário, apesar da tentação em criar modelos estáticos e pré-determinados. A flexibilidade e negociação devem estar presentes mesmo no comércio virtual.

9 – No mundo virtual o “soft opening” é mais difícil
É comum estabelecimentos comerciais iniciarem sua operação com o chamado “soft opening” ou inauguração prévia. Durante este período sem alarde, os funcionários podem ser mais bem treinados e os processos e procedimentos estruturados, com um menor movimento de clientes. Na modalidade virtual é possível fazer isso antes da colocação do site no ar. Simule compras, teste links, configurações, confronte produtos, códigos, descrições, preços e erros gramaticais. Utilize PCs, Macs e diferentes navegadores – Internet Explorer e Mozilla. Caso tenha a versão para celular, faça o mesmo utilizando alguns modelos chaves de diferentes fabricantes. Enfim, simule os processos de devolução de produtos, assistência técnica e telemarketing.

10 – Divulgue
Como numa loja tradicional, os primeiros dias são sempre bem difíceis, até que as pessoas conheçam, experimentem, comentem e retornem, fechando o ciclo de fidelização. Para acelerar esse processo, é interessante fazer links patrocinados e comprar palavras ou frases que identifiquem seu negócio. Outra forma são os banners, pequenos anúncios que podem ser colocados em sites de grande circulação. Crie e mantenha sistemas de divulgação online e, se possível também em outras mídias, tais como televisão, revistas e jornais.

Seguindo estas dicas o empresário virtual terá mais chances de sucesso em seu novo negócio. O mais importante é sempre seguir a fórmula S=P3, onde sucesso é = persistência, preparação e planejamento.

Boa sorte!

Por: Marcos Morita - Mestre em Administração de Empresas e professor da Universidade Mackenzie. http://www.administracaovirtual.com/