quinta-feira, 22 de novembro de 2018

SIMPLES ASSIM... "O OUTRO PAR"




O filme egípcio "O OUTRO PAR", com apenas 2 minutos de duração, ganhou o prêmio de melhor curta no Festival de Cinema. A diretora tem 20 anos de idade. O filme retrata a Lei do retorno. Faça pelo outro o que gostaria que fizesse por você. Mas sem esperar que o outro retribua. Lei do amor.

A INVEJA OFUSCANTE

Você já sentiu inveja? 
Conhece alguém que seja invejoso? 
Por que as pessoas sentem inveja? Como lidar com elas? 
Todas são questões com as quais convivemos, mas que nem sempre refletimos sobre elas como deveríamos.
A palavra inveja vem do latim "invidere" que significa "não ver". Aquele que inveja provavelmente não vê o mundo de oportunidade e de energia que desperdiça ao abandonar a sua vida para viver a dos outros. 
A inveja é conceituada no dicionário como "desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outra pessoa, desejo violento de possuir o bem alheio, cobiçar o que é dos outros".
A inveja é um dos sete pecados capitais na tradição Católica. É considerado pecado porque uma pessoa invejosa ignora suas próprias bênçãos e prioriza o status de outra pessoa no lugar do próprio crescimento espiritual. Muitos sofrem desta “doença” sem se dar conta de que ela poder ser curada com pequenos ajustes de pensamento, decisões e atitudes.
A inveja não tem idade, religião, cor, sexo ou posição social. Há muita gente bem resolvida financeiramente e ocupando posições de destaque socialmente que sofrem desta, que pode ser considerada uma “doença” de difícil cura, a medida que abandona a sua própria fonte de inspiração, vontade de vencer com seus próprios esforços para ficar o tempo todo prestando atenção e vivendo as posses, status, habilidades, possibilidades da vida alheia.

É como a história da cobra que persegue o vagalume. Depois de três dias, e sem forças para fugir, ele virou para a cobra e disse: “posso lhe fazer três perguntas”?
- “Sim, eu vou te devorar de qualquer forma” – respondeu a cobra
- Pertenço a sua cadeia alimentar? Lhe fiz algum mal? – Indagou o vagalume
A cobra respondeu negativamente, então o vagalume finalizou:
- Então por que você quer me comer?
- Porque não suporto ver você brilhar, respondeu a cobra.
A inveja vem de longe. A bíblia trata do assunto em várias passagens. Em Pv 14:30, por exemplo, diz que "a inveja é a podridão de nossos ossos." Salomão está querendo dizer que a pessoa invejosa está doente (física, emocional e espiritualmente). Também, muitas obras de sucesso se basearam no tema, como foi o caso de “Otelo, o Mouro de Veneza”, escrita por William Shakespeare, por volta de 1603.
O invejoso costuma sentir mais prazer com a derrota alheia do que com a sua própria vitória. Ele raramente busca o seu próprio sucesso, mas quando o faz, costuma não contar seus planos a ninguém, pois teme que alguém, semelhante a si, possa agir como ele, jogando carga negativa a fim de impedir o seu triunfo. Neste contexto, a bíblia, em Romano 12:15, evidencia que não devemos contar para todo mundo coisas boas que nos acontecem. 
É preciso ter sabedoria para saber quem dos nossos amigos ou parentes vão realmente se alegrar conosco com uma bênção que recebemos. Nem todos os cristãos são maduros o suficiente para “(...) alegrarem-se com os que se alegram”.
O invejoso é capaz de caluniar, difamar e tudo mais que for possível para impedir o sucesso de alguém que esteja em sua mira. Pior que ele, somente o invejoso pessimista. Esse então é de lascar. Se você conta a ele algo positivo que pretende realizar, ele dirá prontamente: “não vai dar certo” e lutará com todos os seus recursos para impedir o seu sucesso.
Conta a fábula de Esopo, tão bem reproduzida pelo memorável livro “Insight 2”, de Daniel C. Luz, que um avarento e um invejoso fizeram pedidos a Júpiter que resolveu atender, desde que desse ao vizinho de cada um o dobro do solicitado.

O avarento pediu então que Júpiter lhe desse uma sala cheia de ouro e foi prontamente atendido. Naturalmente, ele não ficou lá muito contente ao ver seu vizinho receber duas salas cheias de ouro.
Daí, chegou a vez do invejoso que solicitou a Júpiter que um de seus olhos fossem furados. Ele ficou muito feliz ao ver seu vizinho com os dois olhos furados.
Devemos ter dó do invejoso, pois ele nunca terá vida própria, não poderá desenvolver as suas habilidades e jamais saberá o sabor da vitória.
Copiado: https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Aprenda tudo sobre Inovação Disruptiva

Você pode ainda não ter ouvido falar, mas o conceito de inovação disruptiva está mudando, atualmente, a visão de diversos nichos de mercado.
Inovação disruptiva, resumidamente, é aquela que ajuda a substituir o caro ou complicado produto original por algo que seja mais acessível e simples, e que uma nova parcela de clientes passe a ter a inclinação para comprar e utilizar.
Para facilitar o entendimento do tema, no artigo de hoje, vamos explicar mais sobre o assunto, além de ilustrar quais são os caminhos que um empreendedor deve seguir para implementar inovações disruptivas no seu negócio. Confira!

Afinal, o que é inovação disruptiva?

O conceito de inovação disruptiva foi criado pelo professor de Harvard, Clayton Christensen, que escreveu sobre o tema recentemente no artigo What Is Disruptive Innovation?, de 2015.
A teoria explica que uma empresa menor e com menos recursos pode derrubar as já estabelecidas e bem-sucedidas, segmentando parcelas do mercado que foram ignoradas por essas – geralmente porque elas se concentram, sobretudo, em áreas mais rentáveis.
À medida que as organizações maiores se concentram na melhoria de produtos e serviços para seus clientes mais exigentes, a empresa pequena tem seu foco na parcela inferior do mercado ou em um novo nicho que as maiores não tinham percebido.
Este tipo de startup, geralmente, entra no mercado com tecnologias novas ou inovadoras que são usadas para entregar produtos ou serviços mais adequados para os clientes ignorados pelas empresas líderes – e, comumente, a um preço mais baixo.
Em seguida, elas se movem em direção ao topo do mercado entregando o desempenho que os clientes tradicionais das antigas empresas esperam, mantendo as vantagens que levaram ao seu sucesso inicial.
A inovação acontece quando os principais clientes das antigas empresas líderes de mercado começam a consumir os produtos ou serviços da startup em grande volume.
Empresas disruptivas geralmente podem explorar tecnologias para entregar produtos novos ou existentes de maneiras radicalmente diferentes.
A Netflix, por exemplo, se afastou do seu antigo modelo de negócio – de aluguel de DVDs postados pelos correios – para começar com o serviço de streaming sob demanda.

O que um empreendedor deve fazer para implementar inovações disruptivas no seu negócio?

Há alguns caminhos e iniciativas que o empreendedor pode tomar para gerar inovações disruptivas em seu negócio. Confira, a seguir, algumas dicas para isso!

Experimentação

Para começar a implementar inovações disruptivas, o primeiro passo é a experimentação. A maioria das inovações começa como uma experiência em pequena escala, e este processo pode levar tempo.
Voltando ao exemplo da Netflix, quando a empresa foi fundada, em 1997, o seu serviço inicial não era exatamente atraente para a maioria dos clientes da Blockbuster, que alugavam filmes por impulso.
A Netflix tinha uma interface exclusivamente online e uma grande oferta de filmes, mas a entrega por meio do correio americano significava que os títulos levavam vários dias para chegar.
O serviço atraiu apenas alguns grupos de clientes, como os apaixonados por filmes que não se preocupavam com novos lançamentos, e aqueles que gostavam de comprar online.
Em 2011, a Netflix já atingia 20 milhões de assinantes nos Estados Unidos e no Canadá e, no mesmo ano em que chegou a 2,2 bilhões em receita, viu a Blockbuster pedir falência.
Apesar de o conceito de inovação disruptiva parecer cada dia mais forte, isso não significa que colocá-lo em prática seja fácil.
Essa constatação aparece nos resultados do Barômetro da Inovação, estudo realizado pela GE com 2.748 executivos de 23 países – em 13 deles, a pesquisa também ouviu 1.346 formadores de opinião.
Para 90% dos participantes, as empresas mais inovadoras não são aquelas que lançam novos produtos e serviços, mas, sim, as que criam novos mercados.
Entre os executivos, cerca de 80% reconhecem que o modelo das startups vem se firmando como exemplo a seguir daqui pra frente.
Ainda assim, a maioria dos executivos ouvidos opta por abordagens mais seguras quando se trata de promover a inovação em suas companhias.
Para 58%, é mais relevante para a companhia melhorar o desempenho dos modelos de negócio existentes do que investir em novos caminhos, e para 64%, a prioridade é proteger a atividade fim da empresa o máximo possível.
Assim, para implementar a inovação disruptiva, é preciso, também, focar na cultura de sua empresa e preparar seus líderes para trabalhar sob esse novo prisma, fazendo, inicialmente, pequenas experimentações para otimizar processos, custos, produtos, etc.

Testar e medir resultados (MVP)

Apesar de a inovação ser a veia propulsora de toda startup e pequena empresa, apenas uma ideia, muitas vezes, não é o suficiente para fazer um projeto empreendedor dar certo.
Existem vários pontos a se analisar, como o perfil do público, qual é o melhor produto, como será oferecido, o preço ideal, entre outros fatores.
Para responder a questões como estas e evitar a perda de grandes investimentos, é recomendado montar um MVP (Minimum Viable Product, ou, em português, Produto Mínimo Viável), que funciona como um protótipo da ideia final.
Trata-se de um conjunto de testes que tem como objetivo provar as hipóteses base do produto.
Um produto viável mínimo (MVP) possui o conjunto mínimo de recursos para provar a hipótese principal em seu negócio.
Se você está começando com uma ideia e não tem nada construído, seu primeiro objetivo é provar que as pessoas querem o que você está planejando desenvolver.
Um produto mínimo viável seria o que você poderia construir minimamente para provar isso.
Parece óbvio, mas a realidade é que muitos produtos são feitos sem que ninguém se interesse por eles.
Alguns novos empreendedores primeiro têm uma ideia de produto para, depois, verificar se há mercado e potenciais clientes que possam ter interesse nele.
No Vale do Silício, berço de grandes startups, há domínio das chamadas “buscadoras de necessidades”, organizações concentradas em identificar as verdadeiras necessidades emergentes no mercado consumidor para, então, criar uma solução disruptiva para melhor atendê-la.
Lá, também, a prática da prototipagem é amplamente adotada para testar e validar produtos e ideias novas. Esses são alguns dos motivos que fazem com que as startups consigam lançar novos produtos mais rapidamente, não perdendo o timing e a oportunidade de mercado.

Lembre-se: fazer um produto mínimo viável significa pensar sobre todos os elementos que ele poderia ter – cada recurso, cada potencial – e fazer todas as etapas mais essenciais para testar e provar que as pessoas querem essa inovação.

Transformar um produto caro em um produto acessível e viável

Como já abordamos, as inovações disruptivas transformam os complicados e caros em produtos simples, tornando-os mais acessíveis a um conjunto maior de pessoas na sociedade. Pensando nisso, por que não tentar aplicar essa estratégia em sua empresa? Dessa forma, você irá reforçar e atrair um novo grupo de clientes.
Os vôos low cost, por exemplo, foram uma inovação de serviços disruptivos que, inicialmente, atraíram viajantes de lazer cujas alternativas eram pagar pouco ou não voar.
As empresas low cost roubaram rapidamente partes de mercado de operadoras já estabelecidas, ao mesmo tempo em que também trouxeram novos clientes para viagens aéreas.
As inovações disruptivas estão tendo um grande impacto em diversos setores do mercado, como turismo, varejo e comunicações, e, muitas vezes, dão origem a mudanças sociais significativas nesse processo.
Copiado: https://blog.ambracollege.com/

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

O Que Faz Um Gestor Público?

Administração Publica é um dos assuntos em alta em nosso país. Tendo em vista toda a agitação do cenário político e o crescimento de atividades envolvendo os setores público e privado, a figura do gestor público está cada vez mais evidente no mercado de trabalho. Apesar de ser uma profissão escassa e que requer mão de obra qualificada, muitas pessoas não conhecem o trabalho e o curso de Gestão Pública. Veja quais são as ocupações, capacidades e descubra, afinal, o que faz um gestor público.

Amplo leque de conhecimentos

Em primeiro lugar, esse profissional precisa estar antenado com as tendências da administração de empresas, economia, contabilidade, interpretação de dados e gestão estratégica. Esta ampla gama de assuntos faz com que o profissional esteja capacitado para exercer diversas funções dentro da esfera pública — e também privada — tais como direção e coordenação de projetos, administração de equipes, consultoria e planejamento.
Conhecer as leis também é imprescindível para trabalhar de acordo com as normas e o código de ética.

Análises e consultorias

gestor público pode trabalhar junto com as três esferas do poder executivo (Municipal, Estadual e Federal) com a análise e desenvolvimento de projetos e também com a consultoria.
Por possuir domínio sobre as práticas e processos da gestão pública e execução de projetos governamentais, o profissional da área é capaz de auxiliar equipes na construção de novos planos e no momento de tirar esses projetos do papel.

Atuação em ONGs

Apesar de as organizações não governamentais não possuírem relação direta com os governos, elas desenvolvem inúmeros projetos públicos por meio de editais ou de contratações.
profissional de gestão pública pode atuar junto com essas ONGs no desenvolvimento de projetos e também no relacionamento entre esses representantes do terceiro setor e o governo.

Assessoria

Prefeitos, Governadores, Deputados e Senadores costumam ser acompanhados de uma equipe de assessores, que auxiliam no exercício do mandato, organizando eventos, realizando a comunicação com o público e emitindo informações sobre os projetos e compromissos políticos.
Os formados em gestão pública possuem todas as características essenciais para executarem este tipo de assessoria, inclusive, com o diferencial de conhecimento que eles detêm sobre a máquina pública e seus processos. Um bom assessor político pode fazer toda a diferença na carreira de um governante, sendo seu braço direito em muitas oportunidades.
rea política
Mais do que nunca o Brasil precisa de políticos sérios, comprometidos com a realidade do país e que dominem este universo da administração pública. Um gestor público pode optar por não ser um assessor, mas sim um dos membros do poder executivo.
curso de Gestão Pública oferece todo o conhecimento necessário para que o aluno se torne um bom político. Quem pretende investir neste ramo deve se preparar e ampliar seus conhecimentos sobre sociologia, história, economia e direito.
A gestão pública tem um campo imenso de atividades e estas são apenas algumas formas de atuação do gestor no mercado de trabalho.
Copiado: http://blog.unipe.br/

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Avaliação de Desempenho Nas Organizações


  • Quais São os Objetivos de Uma Avaliação de Desempenho? 
  • O Que Esperar de um Funcionário? 
  • Quais os Métodos de Uma Boa Avaliação de Desempenho?
Alguns estudiosos em Administração afirmam que avaliação de desempenho é uma técnica que auxilia a empresa obter uma visão muito mais objetiva dos seus funcionários, avaliando seus comportamentos – em um determinado momento – segundo suas tarefas e responsabilidades.


As avaliações de desempenho permitem uma maior aproximação entre as chefias e os funcionários, através da clara definição dos resultados a serem alcançados com o trabalho. Além disso, as avaliações de desempenho identificam os funcionários com potencial para assumirem novos cargos e/ou funções de igual nível – ou mais elevado. As principais finalidades de uma avaliação de desempenho são:


* Identificar as necessidades de treinamento dos funcionários a fim de melhorar seu desempenho qualitativo.

* Identificar as disfunções existentes entre as atividades desempenhadas pelos funcionários e os cargos ocupados por eles.

* Identificar as causas do baixo desempenho e solucioná-las


Objetivos de Uma Avaliação de Desempenho:


* Dar oportunidade para que os funcionários conheçam seus pontos fortes e fracos, procurando corrigir suas deficiências.

* Melhorar as relações humanas no trabalho.

* Incentivar o potencial de cada funcionário.

* Ajudar no diagnóstico das carências técnicas e comportamentais dos funcionários, subsidiando o programa de treinamento.

* Fornecer informações à organização para a readaptação, transferência e até mesmo dispensa de funcionários.

O sucesso de um processo de avaliação em grande parte depende dos avaliadores; ou seja, depende daqueles que estão em relação direta com o avaliado, pois a eles cabe a distribuição de encargos e o monitoramento do trabalho proposto diante dos objetivos da organização e os do próprio funcionário.


Uma avaliação de desempenho se resume na interpretação do comportamento relativo ao trabalho de cada um deveria executar. Ou seja, a avaliação não é um ato momentâneo, mas envolve um processo de observação e acompanhamento da atuação do funcionário e a interpretação de fatos observáveis.


A difícil tarefa de avaliar é agravada pelas interferências subjetivas do próprio avaliador como traços de personalidade, os valores subjetivos, padrões de comportamento, os preconceitos e outras interferências que dificultam – e às vezes deturpam – os fatos percebidos.


É importante lembrar que os indivíduos são diferentes e não é recomendável compará-los, uma vez que a sua produtividade também é diferente. Não é fácil conhecer bem as pessoas e para que uma avaliação seja potencialmente proveitosa, é necessário ser observador, perspicaz, manter registros permanentes sobre o desempenho do avaliado e, sobretudo, ser completamente imparcial.


Sendo assim, antes de realizar uma avaliação de desempenho o avaliador deve informar ao funcionário da necessidade da própria avaliação e os objetivos da sua importância, assegurando-o que as regras constantes no "Manual de Avaliação de Desempenho" serão observadas com todo rigor. Diante disso, o avaliador deve:


* Cientificar o avaliado do que a Gerência pensa dele, concedendo um caráter de aconselhamento a medida que o avaliador traça um programa futuro de atividades que visa suprimir as falhas detectadas.

* Basear-se exclusivamente nos resultados do trabalho do avaliado.

* Considerar apenas os fatos concretos na avaliação e não opiniões próprias (ou de outros).

* Manter ponto de vista justo e imparcial; ou seja, não se deixar levar por fatores externos, lembrando que uma avaliação de desempenho não é um ajuste de contas e, por isso mesmo, evitar simpatias pessoais.

* Assegurar-se de que está em condições de justificar a avaliação efetuada.

Recomendações Importantes Para o Avaliador:


1. A avaliação de desempenho prevê situações reais e concretas, retratando os fatos e os resultados do trabalho e não o que o funcionário seria capaz de realizar.

2. Prenda-se estritamente aos fatores da avaliação, mesmo que não coincidam com seus conceitos pessoais.

3. Seja justo e objetivo, não permitindo que suas simpatias e predileções interfiram nas avaliações.

4. O processo de avaliação não tem outra finalidade se não a de representar com exatidão o desempenho dos funcionários.

5. Você pode não conhecer satisfatoriamente seu subordinado e, por isso mesmo, procure completar seus conhecimentos sobre o avaliado para que a avaliação seja real e expressiva.
6. Não será possível avaliar o desempenho de funcionários sem avaliar também a maneira de atuar dos próprios chefes. Por isso, faça uma análise do seu próprio desempenho antes de avaliar seus subordinados.

Por: Julio Cesar S. Santos - http://www.portaldomarketing.com.br

quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Descubra o Caminho Para Seu Propósito


Você sabe qual o propósito da sua vida?

O homem que arriscou perder sua brilhante carreira, uma grande quantidade de dinheiro e até ir para a cadeia para defender seus ideais sabe a força e a importância de ter um propósito de vida.

Nem todos tem um propósito tão claro e tão grandioso quanto o do grande lutador Muhammad Ali.
E não pense que o grande objetivo de sua vida era tornar-se o maior lutador de boxe de todos os tempos.
Esta era apenas uma parte do seu plano para conseguir alcançar um propósito muito maior: ser uma voz pela defesa dos direitos dos negros nos Estados Unidos.
Um propósito que guiava cada passo, cada decisão e que o fez seguir firme no caminho que ele acreditava.
Que fez sua vida valer a pena
Assim como Muhammad Ali, eu também acredito que cada um de nós tem um propósito na vida.
A diferença é que alguns ainda não descobriram.

Portanto, se você também está na busca por seu propósito, continue lendo para saber mais sobre:

Qual a real importância de ter um propósito?
Parece que vivemos em uma era onde sentir uma infelicidade crônica parece algo normal.
Preste atenção e perceba quantas pessoas que você conhece sentem-se deprimidas ou até mesmo precisam de antidepressivos para conseguir “suportar” sua vida.
Os dados são alarmantes.
Só no Brasil, de acordo com uma pesquisa divulgada pelo IBGE em 2014, 11 milhões de brasileiros acima de 18 anos, ou seja 7,6% da população, sofrem com a depressão.

Os motivos alegados são os mais diversos:
  • Insatisfação no trabalho
  • Estresse
  • Desemprego
  • Dívidas
  • Problemas familiares

Mas o fato é que, todas essas alegações podem ser apenas a ponta do iceberg.

O vazio de não conhecer o caminho certo

Como explicar a depressão e a insatisfação de pessoas que aparentemente tem tudo na vida e não enfrentam nenhum dos problemas citados acima?

O sentimento de vazio e de angústia que não tem explicação ou causa aparente?

A sensação de que a vida não tem significado, não tem graça e que não há nada pelo qual valha a pena viver.

Você já passou por isso? 
Já se sentiu sem saber para onde ir?

Algumas pessoas procuram encontrar algo para preencher o vazio que sentem em bens materiais, drogas e bebidas, remédios, outras pessoas, ou qualquer outra coisa que pareça aumentar, ainda que momentaneamente, a sensação de bem estar.

Mas passada a euforia do momento, o vazio volta a se instalar.

O que falta então para conseguir encontrar significado e propósito?

O que realmente nos move?

Há alguns anos atrás, sofri um acidente em uma partida de futebol, 
O resultado? Seis meses sem poder andar!

E o que poderia ter sido uma das piores fases da minha vida, acabou por ser um período de muita reflexão e aprendizado.

Apesar de às vezes me sentir um inútil, imóvel na cama de casa, sem poder me mexer e dormir direito, eu buscava inspiração para progredir no que era importante para mim. Na minha missão de vida.”

Na época, eu tinha como hobby, um blog de investimentos, que não gerava mais que 100 visitas por dia.
No entanto, ter mais tempo livre me possibilitou focar em crescer aquele projeto que seria o início de toda a minha carreira no Marketing Digital.

Eu poderia ter passado aqueles 6 meses em casa, depressivo e com pena de mim mesmo. Mas algo me fez seguir em frente.

O meu propósito era mais forte que eu. Ajudar pessoas a encontrarem sua habilidade única e deixarem um legado no mundo era mais forte do que eu.
E hoje vejo que quebrar a perna foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
O que não significa que você precise passar por um momento de crise, de perda ou de estresse para encontrar seu propósito.

Ao invés disso, você pode descobrir sua missão de vida fazendo um exercício que muitas vezes negligenciamos: direcionar seu olhar para dentro.

Autoconhecimento: o que você vai ser quando crescer?

Ninguém encontra o propósito se insiste em procurar no mundo externo.
Não será algum mestre ou sábio que indicará o seu propósito.
Não será a empresa que você trabalha ou a faculdade que mostrarão que caminho seguir para encontrar seu propósito.


E definitivamente a resposta não cairá no seu colo.
Quando você não sabe quem é, você é como uma folha em branco.
E assim aceita qualquer imposição, acredita em tudo que dizem sobre você e vira um passageiro da sua própria vida.

Qual é a sua responsabilidade na desordem da qual você se queixa?” – Freud

Quem é você de verdade?

Antes de sequer começar a pensar o que você veio fazer neste mundo e qual seu propósito, você precisa conhecer a si mesmo.

E você pode dizer que sabe quem é você de verdade?
Você conhece quem se esconde por trás dessa imagem moldada pela sociedade, pela expectativa de outras pessoas e da projeção de quem você acredita que deveria ser para ser aceito(a)?

Para descobrir a resposta para a pergunta mais fundamental de todas, é preciso se despir de cada uma das cascas que escondem a sua verdadeira essência.
Entrar em contato justamente com o vazio e nele descobrir o verdadeiro eu, suas paixões e seus talentos.

Quando você realmente sabe quem você é,  ninguém pode parar você.
Você se torna o(a) protagonista da sua própria vida. E o escritor da sua própria história.
Eu sempre tive a certeza que queria alcançar objetivos maiores, mas precisei passar por um processo doloroso para enxergar com mais clareza quem eu realmente era e qual seria o meu destino.

Só ao me conhecer de verdade eu tive forças para seguir um caminho que era completamente diferente daquilo que as pessoas próximas a mim queriam.
Só assim consegui descobrir o propósito da minha vida.
Uma das mais eficientes ferramentas de autoconhecimento é a prática da meditação. Nada melhor do que parar alguns minutos por dia para estar consigo mesmo, em silêncio. Muitas verdades são reveladas neste processo.

Qual é o seu propósito de vida?

O que você faria na sua vida caso o dinheiro não fosse um problema e o sucesso fosse garantido?
Muito provavelmente a resposta para essa pergunta já deixaria você bem mais perto de descobrir seu propósito.
Infelizmente, a sociedade impõe ideias de sucesso e de realização pessoal constantemente confundidos com propósito.

Aparentemente, para ser bem sucedido na vida, você precisa escolher uma profissão, fazer faculdade, conseguir um emprego com um bom salário, receber várias promoções ao longo de sua carreira, casar, ter filhos e, depois de muito tempo, finalmente começar a fazer o que quer depois de se aposentar.

Esse pode ser o caminho da felicidade e da descoberta do propósito de muitos, mas seria ingenuidade acreditar que todos precisamos seguir essa receita de bolo para sermos realizados verdade.
Eu, por exemplo, larguei a faculdade de Economia no meio para apostar no meu grande sonho de Viver de Blog.
Precisei ir contra o senso comum, frustar as expectativas dos meus familiares e amigos e seguir em frente naquilo que eu acreditava que precisava fazer.

Nem sempre é uma decisão fácil apostar nos seus sonhos.
Ser feliz é uma responsabilidade muita grande. Pouca gente tem coragem”.
Mas garanto que nada é mais empolgante do que trilhar o caminho rumo ao propósito e fazer o que você nasceu para fazer.

Como descobrir seu propósito de vida

Os dois dias mais importantes da sua vida são o dia que você nasceu e o dia em que descobre o porquê”. – Mark Twain
Fácil descobrir o propósito da sua vida?

De jeito nenhum.
  • Quantas pessoas passam toda a sua vida sem saber qual o sentido de estarem vivas?
  • Quantos nunca se preocuparam em entender que precisavam de algo mais?
  • Quantas pessoas procuraram respostas nos lugares errados?
  • Quantos só descobriram seu propósito quando já era tarde demais?

Um bom ponto de partida para encontrar seu propósito, pode ser responder algumas perguntas, de forma rápida para não permitir a influência da racionalidade:
  • Quais os momentos da sua vida onde você experimentou a sensação de felicidade?
  • Qual a sua habilidade única?
  • Qual ou quais atividades você realiza sem esforço e sem perceber o tempo passar?
  • Quais seus hábitos diários?

Pelo quê você é constantemente elogiado(a)?
  • Quais os seus maiores medos na vida?
  • O que te impede de fazer o que gosta?
  • Quais qualidades você acredita não ter que seriam essenciais para a descoberta ou desenvolvimento do seu propósito?

Pelo que você é grato(a)?
Na jornada em busca de propósito, você encontrará muito mais perguntas do que respostas.
A busca pelo propósito costuma ser um caminho solitário, porque a viagem que você precisa fazer é interna.

Quem olha para fora, sonha. Quem olha para dentro, desperta”. – Jung
Não significa que você precisa se isolar de todos para descobrir o que, afinal de contas, você veio fazer aqui.
Muito pelo contrário.
Procure cercar-se de pessoas que contribuem positivamente para sua busca e se afaste daqueles que fazem você duvidar dos seus sonhos, do seu potencial e do seu talento.

A armadilha no caminho da procura de propósito

O propósito não precisa ser algo grandioso, como revolucionar o mundo, acabar de uma vez por todas com a fome e a pobreza ou ser presidente de um país.

Quantos vão chegar a realizar feitos como esses?
Também não significa que você precise perseguir a fama no YouTube, conquistar altos cargos nas maiores corporações ou virar um empreendedor.
Mais do que saber o que você quer fazer, você precisa saber o por quê quer fazer.
Veja o exemplo de Muhammad Ali. Seu propósito era poder lutar pelo direito do seu povo. E não necessariamente ser o grande boxeador que foi.
O boxe serviu como instrumento para a sua causa.

Assim como o propósito do maior piloto brasileiro, Ayrton Senna, que sabia qual era sua paixão desde criança.
Ao ver histórias como a de Ali e do Senna, muitos chegam à conclusão que a escolha do propósito está atrelada a promover mudanças significativas na vida de outras pessoas.

Porém, você já parou para pensar que seu propósito nesta vida pode ser evoluir?
Buscar a melhoria contínua, dia após dia, é uma grande missão. E deve fazer parte do propósito de todos nós.

Quando a busca pelo propósito leva ao caminho errado

A busca pela descoberta do propósito pode ficar perigosa a partir do momento em que achamos que só temos valor e significado se encontramos uma grande missão. E se nos tornarmos bem sucedidos ao realizá-la.
Você não precisa fazer,conseguir ou ter algo para ser valioso.

A grandiosidade não pode ser imposta, precisa vir de dentro. E, o melhor, ela existe em todos nós.” – Jeff Sutherland
Ou pior, você pode sempre jogar sua felicidade para o futuro, acreditando que só conseguirá virar um ser realizado no momento que encontrar o verdadeiro sentido da vida.

Arrisco dizer que a jornada na busca de propósito pode durar uma vida inteira.
É uma busca eterna. O propósito não precisa ser único nem imutável. O que faz sentido hoje para você pode não significar mais nada em questão de anos.

Além disso, encontrar o verdadeiro propósito exige paciência e leva tempo.
Essa semana estava ouvindo um podcast do Café Brasil, do Luciano Pires. E o tema era justamente “propósito”.
O que mais me chamou atenção foi a história do próprio Luciano, que descobriu seu propósito apenas aos 47 anos e ainda levou outros 5 para conseguir transformar sua missão de vida em sustento.
Mostrando que é possível alinhar trabalho com propósito!
O primeiro passo para conseguirmos o que queremos na vida é decidirmos o que queremos.” – Ben Stein

JK. Rowling teve uma longa jornada antes de criar a história de Harry Potter e conseguir viver do seu propósito. Mas ela conseguiu. E com maestria!

Trabalho com propósito: fazer o que ama ou amar o que faz

De acordo com a pesquisa da Isma Brasil, 72% dos brasileiros afirmam estarem insatisfeitos com seu trabalho.

A maior justificativa é a baixa qualidade de vida no trabalho, ocasionada por definição de metas cada vez mais altas, longas horas de trabalho e falta de reconhecimento.
As grandes empresas já começaram a perceber a clara relação entre produtividade e felicidade e passaram a investir mais na qualidade de vida de seus colaboradores.
Ainda assim, a grande maioria não se sente satisfeita apenas por ter um bom emprego, com um excelente salário e poder trabalhar em melhores condições.

Mais do que um meio de sustento, o trabalho precisa ter propósito. Precisa fazer sentido. Especialmente para a a nova geração.
Conhecida como Geração Y, os nascidos entre 1980 e 2000, já não procuram por valores como estabilidade, altos cargos e salários.

Ao invés disso, buscam por flexibilidade de horários para gerenciar o próprio tempo, desafios e, principalmente, por propósito.

Invariavelmente, os jovens que pulam de um emprego para outro são chamados de mimados e indecisos. Mas há algo mais profundo nessa insatisfação.
As grandes empresas ainda não conseguiram adaptar-se 100% às novas expectativas dos jovens. Insistem no modelo tradicional de trabalho, com jornadas de 8 horas e tarefas muitas vezes burocráticas e sem sentido.
Nem os altos salários são suficientes.
Daniel Pink, em seu livro Drive, desmentiu o mito da motivação para o trabalho através do dinheiro.
O dinheiro é a consequência, mas não o objetivo central. E sim, é possível ganhar dinheiro com a própria criatividade, fazendo o que ama.

O que nos faz pular da cama toda manhã?

Se não é o dinheiro e consequentemente o medo de ser demitido ou de não ter como se sustentar que motiva a nova geração, então o que nos faz levantar da cama todas as manhãs?
Mais uma vez, a motivação para trabalhar não será encontrada em fatores externos como o dinheiro ou a estabilidade, mas sim em fatores internos. Pink identificou três deles:
  • Autonomia
  • Maestria
  • Propósito

A vontade de fazer acontecer é muito maior quando temos liberdade na tomada de decisões, além da possibilidade de trabalhar de onde quiser e nos horários mais convenientes.
O avanço da tecnologia vem tornando essa realidade cada vez mais possível. Tanto que o modelo de trabalho 100% na internet já acontece aqui na Viver de Blog e em muitas outras empresas digitais.
A maestria se traduz na vontade de sempre evoluir, seja no sentido pessoal ou profissional.
E por último, temos o propósito, nossa missão de vida. Aquela que pode ou não estar relacionada ao trabalho.

Mesmo que seu trabalho não esteja alinhado com seu propósito, pare e pense: qual a atividade na qual você investe mais horas e energia diariamente?
Se a sua resposta for no trabalho, faz muito mais sentido aliar os dois para encontrar mais satisfação.
Caso contrário, você pode passar a aproveitar sua vida somente naquele curto período de sexta-feira à noite até o domingo na hora do Fantástico.
E a segunda-feira pode passar a ser um pesadelo que se repete sem parar.
Se isso está acontecendo com você, repense suas escolhas e não deixe para ser feliz e realizado somente nos finais de semana.
Lute para conquistar aquilo que você gosta ou será forçado a gostar daquilo que conquista.” – George Bernard Shaw

É possível transformar seu propósito no seu trabalho?

Por experiência própria e também por conhecer tantos outros empreendedores que conseguiram transformar sua paixão e seu propósito em negócios lucrativos, digo que é sim possível viver do seu propósito.
Quando eu comecei o HC Investimentos, não coloquei todo o esforço que poderia para transformá-lo em um negócio rentável.
Precisei passar por um momento de crise para entender que aquele era um caminho que eu precisava seguir.
E mesmo depois de muito tempo e muito esforço, o blog cresceu o número de acessos, mas ainda assim eu não ganhava nem um real com ele.
Pelo contrário, conforme o blog crescia, as despesas aumentavam.
Mas eu tinha um sonho, um propósito. E mesmo quando a situação não parecia tão favorável assim, decidi continuar porque eu tinha a certeza que estava fazendo a coisa certa.
A história do meu grande ídolo, Steve Jobs, foi um fator motivacional e tanto para que eu não desistisse do meu propósito.
No entanto, precisei de paciência, de muito trabalho e esforço para poder viver do meu propósito. E hoje posso dizer que consegui!
Nada me traz mais satisfação do que acordar todos os dias para viver a minha arte e saber que a minha vida tem sentido.
Eu não vivo somente de sexta a domingo. Eu vivo intensamente todos os meus dias.
Não quer dizer que para realizar seu trabalho e seu propósito você também precise virar um empreendedor.
É possível encontrar o propósito em qualquer lugar.
Mas se você não encontrar, faça você mesmo(a).
Não deixe para ser feliz amanhã, nas férias ou só depois que se aposentar.
Comece hoje mesmo!
Decidi não esperar as oportunidades e sim, buscá-las. Decidi ver cada dia como uma nova oportunidade de ser feliz.” – Walt Disney

Conclusão: felicidade e propósito andam juntos

Em toda a história da humanidade, nunca foi tão possível juntar trabalho e propósito.
Uma equação que resulta em felicidade.
A internet nos abre cada vez mais possibilidades para criarmos a nossa própria realidade e a nossa própria maneira de viver.
Nunca antes tantas pessoas pararam para se questionar se a sua vida poderia ser algo com mais significado.
Os bens materiais perdem cada vez mais importância. As experiências e os momentos épicos que vivemos são mais valorizados.
São sinais claros de uma mudança sem volta. E para melhor!
Mas antes de querer começar a mudar o mundo, você precisa querer mudar a própria vida. Só assim temos força para fazer a diferença de verdade.

E assim conquistar a existência com propósito.
Agora quero saber de você. Já conseguiu descobrir seu propósito de vida?
Está passando por um momento difícil nesta busca?
Não deixe de compartilhar sua história com a gente aqui nos comentários!
Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.” – Chico Xavier

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