terça-feira, 19 de maio de 2015

Programa K.now - As Profissões Que Serão Destaque Em 2015



Minha participação no Programa K.now - As Profissões Que Serão Destaque Em 2015 - MA

segunda-feira, 18 de maio de 2015

EMPRESA - FORD MOTOR COMPANY

EMPRESA - FORD MOTOR COMPANY

Ford Motor Company é uma produtora de automóveis considerada uma das maiores do mundo,foi fundada em1903 por Henry Ford. Sediada em Dearborn, subúrbio deDetroit, no estado de Michigan nos Estados Unidos.

Ford do Brasil começou seus primeiros investimentos em 1919, sendo a primeira produtora de automóveis a se instalar no Brasil. Possui atualmente fábricas nas cidades paulistas deSão Bernardo do CampoTaubaté e sede na cidade baiana Camaçari (BA), além de um campo de provas na cidade de Tatuí - SP.
Razão Social/Nome: FORD MOTOR COMPANY BRASIL LTDA
Segmento: Automotivo

Porte: Multinacional 
Produtos e/ou Serviços:
·         Produção de Carros;
·         Manutenção;
·         Venda Direta;
·         Recall;
·         Garantia Estendida;
·         Serviços Rápidos;
·         Assistência 24 horas;
·         Revisão Preço Fixo;
·         Peças Genuínas;
·         Ford Credit;
·         Seguros Ford;
·         Consórcio Nacional Ford.
Missão

Somos uma família global e diversificada, com um legado histórico do qual nos orgulhamos e estamos verdadeiramente comprometidos em oferecer produtos e serviços excepcionais, que melhorem a vida das pessoas.

Visão 
Ser a empresa líder mundial na avaliação do consumidor em produtos e serviços automotivos.
Política de Qualidade
Atingir continuamente resultados consistentemente melhores em termos de Satisfação do Consumidor com nossos produtos e serviços. Processos e pessoas têm sido e sempre serão a chave para conseguirmos estes resultados.
Política Ambiental
“A Ford tem como objetivo ser não apenas uma empresa   que produz veículos de qualidade, mas uma organização socialmente responsável que contribui para a melhoria da qualidade de vida e o bem-estar da comunidade. A preservação ambiental é uma prioridade dentro desse compromisso, documentado na Carta Política nº 17 da empresa.
A política de responsabilidade da Ford na proteção da saúde e do meio ambiente é baseada nos seguintes princípios:

"A proteção da saúde e do meio ambiente é um fator importante nas decisões de negócios. A consideração de consequências em potencial para a saúde e o meio ambiente, bem como os requisitos regulatórios presentes e futuros, constituem parte integral e primária do processo de planejamento. Os produtos, serviços, processo e fábricas da Companhia são planejados e operados para incorporar objetivos e metas que são periodicamente revisados, de forma a minimizar os resíduos, a poluição e qualquer impacto adverso na saúde ou no meio ambiente, atendendo a limites de ordem prática."

"A proteção da saúde e do meio ambiente é responsabilidade de toda a Companhia. Espera-se que a gerência de cada atividade aceite esta responsabilidade como uma prioridade importante e empenhe os recursos necessários. Espera-se que os funcionários em todos os níveis assumam esta responsabilidade no contexto de suas tarefas individuais e cooperem dessa forma com os esforços da Companhia."
Fonte: Trecho extraído do site: www.ford.com.br
Mudanças Climáticas
“A Ford foi a primeira empresa automobilística no Brasil a fazer parte do GHG Protocol (Green House Gas Protocol). O grupo, formado em função do Protocolo de Kyoto, tem como objetivo criar uma forma de inventariar o grau de gases de efeito estufa gerado nos processos produtivos e traçar metas para a sua redução”Fonte: Trecho extraído do site: www.ford.com.br

Relatório Ambiental
“Uma grande empresa oferece excelentes produtos e serviços para os clientes. Uma excelente empresa, além de fornecer produtos e serviços de qualidade, se esforça para tornar o mundo um lugar melhor. Essa é a visão que tem orientado a Ford na busca da melhoria constante, não só com o desenvolvimento de tecnologias de ponta que abrem novos horizontes para a engenharia da mobilidade, incluindo o avanço da reciclagem e de fontes alternativas de energia veicular, mas principalmente com ações que contribuem para o progresso e o bem-estar da comunidade. 

Um dos objetivos prioritários das fábricas no Brasil é a minimização do consumo de utilidades - água, energia elétrica e gás natural -, área em que tem alcançado sucessivos progressos.

Nos últimos cinco anos, a Ford conseguiu uma redução média de 25% no consumo de energia elétrica, 29% no consumo de água e 24% no consumo de gás natural por cada veículo produzido nos complexos industriais de São Bernardo do Campo (SP) e Camaçari (BA)."
Fonte: Trecho extraído do site: www.ford.com.br
Reflexão do Grupo
O grupo optou por escolher a Ford em seus estudos de reflexão da teoria geral da administração por esta ser uma empresa competente, de grande porte, conhecida mundialmente e consolidada no mercado automobilístico.
De acordo com os conceitos estudados o grupo identifica na organização (Ford Motor Company) os seguintes preceitos:
  • Taylorismo
 A Ford busca atender seus objetivos e expectativas por meio do seu controle empresarial que consiste:
ü  Preparo; 
ü  Planejamento de metas;
ü  Execução de serviços exigidos pela concorrência. 
  •  Fordismo 
 Sua preocupação em satisfazer seus consumidores, se dá por excelente experiência adotada durante seu crescimento. 
Produção, Intensificação e Economicidade são fatores que de uma certa forma é agregada á realização e construção de produtos da empresa, resultado esse que por através de todas as partes envolvidas tem-se a consolidação mundial da Ford.
  •  Teoria Clássica
          Função Administrativa:
         ü  Técnica (Produção dos carros) ;
         ü  Comercial (Compra, Venda e Troca);
         ü  Financeira (Utilização do Capital);
        ü  Segurança (Zelo pelo seu Patrimônio e Funcionários);
  ü  Contabilidade (Registros dos estoques, Balanços);
  ü  Administração (Prever, Organizar, Coordenar, Comandar, Controlar).
Alguns princípios de Fayol como:
ü Divisão do trabalho; 

ü Remuneração do pessoal;
ü Ordem;
ü Autoridade e Responsabilidade.
  • Teoria das Relações Humanas
Para a Ford a proteção da saúde é responsabilidade de toda a Companhia.
Correlacionando com a TRH podemos ver que existe uma similaridade onde:
ü  O operário não reage como indivíduo isolado, mas como membro de um grupo social;
ü  Grupos Informais;
ü  Relações Humanas;
ü  Motivação;
ü  Liderança.
  • Teoria Comportamental
Aqui podemos citar os Fatores Higiênicos (Condições que são decididos pela empresa)
ü  Salários;
ü  Benefícios sociais;
ü  Tipo de chefia ou supervisão;
ü  Condições físicas e ambientais de trabalho.
  • Teoria dos Sistemas
Baseado nos conceitos desta teoria a empresa Ford se baseia em:
ü  Automação;
ü  Informática.
  • Desenvolvimento Organizacional - DO
Importância da gestão da cultura na organização da Empresa Ford
Para que uma organização cresça e se desenvolva ela deverá ficar atenta a diversos fatores. Entre eles existe um de extrema importância - o fator humano.
As organizações deverão investir nas pessoas para que recebam de seus colaboradores resultados satisfatórios. 
  • Administração por Objetivos - APO
A Ford é uma empresa consolidada, de muitos anos de atuação no mercado de trabalho, e seria praticamente impossível que ela não realizasse as atividades de APO. Talvez essa seja a razão, da empresa ser o que é hoje em dia, por realizar APO. Para que pudesse ver isso com mais clareza seria necessário separar a Organização por sessões departamentais.
  • Benchmarking
Talvez a Empresa estudada não pratique o Benchmarking, e sim seja uma empresa benchmark, ou seja, ela é a empresa referência no setor. Por outro lado é fácil dizer que, a Ford deve inovar constantemente, e estudar a movimentação de mercado para assim poder atuar antes que seus concorrentes e obter assim vantagem em suas vendas.
  • Imagens da Organização
E por último a Ford já por ela ser de tal porte, e com grandes benefícios a seus operários, ela já atua como várias formas de metáforas. Ninguém gostará de perder seu posto de trabalho. Portanto direta o indiretamente ela também atua como metáforas.
Copiado: http://admgroup.blogspot.com.br/

sábado, 16 de maio de 2015

Programa K.now - Como se preparar para uma entrevista de emprego



Minha participação no Programa K.now - Como se preparar para uma entrevista de emprego- São Luis - MA

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Informação é Poder?

Durante muito tempo se afirmou categoricamente: Informação é poder. Algo que muitos acreditam sem questionar.
Ocorre que hoje em dia temos pontos críticos em relação a informação:
O que é, verdadeiramente, informação?
Qual é a relevância de determinada informação?
O que realmente se quer com determinada informação?
Para responder estas perguntas, temos que primeiramente compreender o contexto de hoje.
Estamos numa sociedade que brota informações por todos seus poros. Temos sites, jornais televisivos e na internet, temos rádio, temos boca a boca, temos redes sociais, temos blogs, enfim, todos parecem BERRAR informações o tempo todo.
O ponto onde penso ser o cerne desta gritaria é a fonte. A fonte da informação deve ser confiável. Se a fonte é confiável, geramos uma informação em cadeia, pois republicamos esta informação nas redes sociais, em blogs, etc. 
Se a dita fonte confiável errar, muitas pessoas erram e pior, como na internet as coisas publicadas se perpetuam, podemos ter erros publicados como verdades.
Vamos analisar então os pontos críticos:
O que é, verdadeiramente, informação?
Informação pode ser um emaranhado de coisas, mas se direcionada é algo dito sobre algo ou alguém, não é mesmo? Através das informações é que geramos nossos conceitos de certo e errado, opinamos sobre determinados assuntos, criamos nossas verdades.
Se é assim, é mais do que fundamental sabermos as fontes desta informação e principalmente termos um senso crítico daquilo que estamos recebendo como verdade. Lembre-se, a verdade para um pode não ser para outro.
Se você receber alguns dados informativos, processar perante suas verdades e concluir algo, ao retransmitir a sua conclusão você estará retransmitindo mais do que apenas informação, estará distribuindo opinião.
Fica a pergunta: Você gera informação ou opinião?
Neste ponto, se você gera opinião, você tem seguidores, certo? Se você gera informação, tem no máximo leitores, não é mesmo?
Qual é a relevância de determinada informação?
A relevância está intimamente ligada a quem recebe a informação. Para ser ou não relevante, necessita o interesse de quem busca a informação.
Uma informação sobre prazos suspensos num determinado tribunal será utilíssima para advogados, mas inútil ou desprezível para um pedreiro, por exemplo.
Se a relevância depende de quem recebe a informação, qual o papel de quem retransmite ou cria opinião sobre informações?
O de fazê-lo sob o prisma de um determinado assunto/tema/nicho, para que pessoas daquele tipo de interesse sejam seguidores ou leitores.
Você quer ter relevância? Opinie, expresse suas verdades em primeiro lugar. Tenha foco nas publicações e na informação prestada. Já é um excelente início.
O que realmente se quer com determinada informação?
Talvez a mais difícil das perguntas, não pela resposta em si, mas porque muitas pessoas não estão acostumadas a pensar no porque das coisas.
Vamos dar um exemplo hipotético: Uma informação dita pelo Willian Bonner no Jornal Nacional dizendo que determinado tipo de produto está esgotado ou em escassez. 
Temos uma mídia forte, com alta credibilidade entre a maioria da população dando uma informação que pode gerar corre corre em lojas para estocar um produto, frente a possível escassez… Uma informação bem colocada numa mídia de credibilidade gera mais mídia.
Neste mesmo exemplo dado, muitos retransmitirão esta notícia como sendo verdadeira, pois foi dada num canal com alta credibilidade. Ao fazerem isto, darão mais eco ainda a notícia.
Percebem o poder disto?
Enfim: Informação é poder?
Depende. Se a informação tem relevância, vem por canais de credibilidade e tem fins certos e determinados, mais do que poder, informação pode ser usada como manobra de massas.
Cuidado com o que escreve, diz, afirma ou conclui. Sua opinião com as informações erradas podem gerar um perfil de alguém fraco, fadado ao insucesso.
Quer o poder que a informação traz? Associe-se a credibilidade de informações precisas, com foco e opiniões suas e diretas.
Pense nisto e opine a respeito!
Por Gustavo Rocha – Sócio da Consultoria GestaoAdvBr - http://www.artigonal.com/ 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Angustias e Incompetências do Homem Digital de 2015

No dia a dia é comum observar amigos e desconhecidos se manifestando através das redes sociais com as mais variadas formas de humor, e foi exatamente isso o que aconteceu neste último dia 10 de maio – 2º. Domingo de maio, Dia das Mães. Era comum encontrar várias pessoas postando mensagens cheias de afeto e todo aquele imenso amor que nós sentimos pela nossa progenitora, afinal, para todos nós ela sempre foi e será aquela guerreira que tudo fez por nós.

 O curioso é perceber que todo esse afeto e amor tão difundido neste ultimo dia das mães não habita com frequência esses mesmos seres humanos no dia a dia. Atualmente é fácil passarmos alguns momentos (independente de estarmos conectados no mundo virtual ou real) e encontramos com pessoas que estão compartilhando um AR de irritação, de indignação e de desânimo com o atual momento calamitoso que o nosso mundo está convivendo – e mesmo que façamos algo para tentar amenizar este sentimento, até parece que é como se não adiantasse fazer nada, afinal, qualquer esforço pode até se transformar em uma série de consequências inesperadas podendo acabar passando um efeito contrário ao pretendido.

Dizendo isso de outra maneira para que todos possam entender à é como se essa sensação de ‘ar pesado’ venha dodesconforto, da impaciência, da raiva, da insensatez, da intolerância dos tempos que estamos vivenciando hoje em dia. Ao que tudo indica isso pode estar diretamente ligado ao formato de vida complicada que estamos levando atualmente. Se pararmos por um segundo que seja, e listarmos a quantidade de senhas que somos obrigados a decorar, de leis para obedecer, das muitas contas para pagar e é claro, isso tudo sem contar aquele ônibus cheio, aquele trem que não chega nunca, aquela plataforma do metrô lotada ou ainda aquele trânsito insano onde existem milhares de carros disputando alguns míseros centímetros de espaço com os ônibus, caminhões de lixo, ou ainda aqueles carros sonoros gritando: pamonha, pamonha, pamonha, é a autentica pamonha de Piracicaba!”. Além, é claro daqueles muitos sacos de lixo rasgados nas calçadas à espera de alguém que os recolha e do imenso risco que passamos o tempo todo, devido a essa onda de crimes que permeiam o Brasil - com essa total insegurança que vivemos.

E qual seria a explicação para isso tudo? Afinal, aqui no Brasil vivemos em plena Democracia, recém-saídos de uma eleição direta. E ainda dispomos de muitos partidos políticos que ‘dizem querer só o bem do Povo’ e ‘tale coisa’, mas, verdadeiramente nenhum deles parece minimamente interessado nas coisas que são importantes para a população brasileira. Também é verdade que alguns dizem, entre um horário Político e outro que existem muitas opções de trabalho para a população, mais do que em qualquer momento da história - e ao mesmo tempo está difícil encontrar um trabalho que faça sentido. Além é claro de estarmos vivendo com várias pragas urbanas e doenças estranhas, e isso até nos faz lembrar aqueles filmes do Steven Spielberg, como se o mundo estivesse vivendo uma ‘revolta dos pernilongos’, e o pior é que tem muita gente morrendo disso aqui no Brasil!

Embora exista essa ampla exposição midiática que tanto procura explicações para essa sensação de ‘ar pesado’ que estamos convivendo aqui no Brasil, muitos falam de panelas, panelaços e coisas deste tipo, mas, também é fato que os brasileiros estão tentando viver em meio a essa epidemia de dengue, a qual é causada, em muitas vezes pela falta de educação de algumas pessoas que amontoam ou simplesmente jogam o seu lixo nas ruas simplesmente por jogar – e como todos sabem essa ação ‘irresponsável’ só favorece ao aparecimento de criadouros do Aedes Aegypti.

 O triste é saber que todos sabem que as atitudes ‘irresponsáveis descritas acima’ não condizem com o que queremos para o mundo – afinal, sempre se espera que o ser humano colabore para que toda essa complexidade do nosso tempo possa funcionar, mesmo sabendo que quanto mais partes um sistema possuir, e quanto mais ligações existirem entre essas partes, mais complexo ele será. O melhor exemplo para ilustrar isso é o recheio do nosso crânio: são 86 bilhões de neurônios, onde cada um deles está conectado a vários outros, e nele existe um emaranhado quase infinito de possíveis caminhos a percorrer.

E mesmo que existam diversas falhas neste conjunto chamado de humanidade, ela continua ficando cada vez mais complexa, mais intrincada, mais especializada, e para poder dar conta disso, até as hierarquias foram se transformando e ganhando mais e mais níveis – presidente, vice-presidente, diretor, vice-diretor, assistente de assistente de quase vice-diretor, gerente, subgerente, auxiliar de subgerente, auxiliar de quase auxiliar de subgerente e etc. E depois de tanta hierarquia, será que ainda é possível que os chefes consigam lidar com essa complexidade toda abaixo deles?


A verdade é que o mundo se tornou tão complexo que ficou impossível ter apenas um chefe. Talvez o problema do mundo de hoje seja que a nossa sociedade está toda ajustada para lidar em escala, mas ainda somos absolutamente incompetentes na gestão dessa complexidade. Afinal, ainda estamos combatendo algumas ameaças de doenças com raquetes elétricas ou muitas vezes, só no tapa, e a triste constatação final deste artigo é perceber que os seres humanos não sabem mais dividir e estamos acrescentando pouquíssimo ou talvez, quase nada de bom ao que é do outro. Atualmente só sabemos criticar tudo o que nos parece diferente, tudo o que não é visto como ‘normal’ pela sociedade. Hoje, não existe mais aquele interesse em ‘somar algo de bom ao outro’, também conhecido como: agregar valor. Ao invés disso, existe uma procura desesperada, quase insana nos meios digitais em produzir opiniões e comentários raivosos que estão sempre embasados no desprezo pelo outro. E aos que fazem isso, essa serve para vocês: #ficaadica è “os muitos de nós que fazemos isso, só o fazemos com a intenção de conseguir tolerar as nossas angustias e a nossa total incompetência”

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Entenda a Diferença entre Eficiência e Eficácia de Uma Vez por Todas

Que atire a primeira pedra quem nunca se confundiu com a definição e aplicação dessas duas simples palavras: Eficiência e Eficácia. 
Sem medo de afirmar, essa é uma das dúvidas mais frequentes da área de Negócios. Mas afinal, qual a diferença entre eficiência e eficácia? É possível ser eficiente, mas não eficaz?
Peter Drucker, o pai da Administração moderna, define os termos da seguinte forma:
  • eficiência consiste em fazer certo as coisas: geralmente está ligada ao nível operacional, como realizar as operações com menos recursos – menos tempo, menor orçamento, menos pessoas, menos matéria-prima, etc…
  • Já a eficácia consiste em fazer as coisas certas: geralmente está relacionada ao nível gerencial.

Entendeu porque a confusão? As definições são muito parecidas! As palavras praticamente se repetem, apenas a ordem muda. Sendo assim, vamos aos exemplos para tentar desenrolar o caso:
Imagine um artesão antigo que faz sapatos, um sapateiro. Ele trabalha sob encomenda e sozinho. Sabe o que fazer. Tem que comprar couro, cola e cordões e depois fazer o sapato.
Qual é a sua preocupação?
Ele tem que ser eficiente, ou seja, deve fazer as coisas de forma certa com o menor uso de recursos e tempo possível, tem que dominar o processo, ser habilidoso e rápido. Isso é eficiência, fazer as coisas de forma certa. É diferente de eficácia, que significa fazer com que as coisas certas sejam feitas.
Porém, no caso do artesão, em virtude de trabalhar sozinho, eficiência e eficácia se sobrepõem. O conceito de eficácia surge quando há divisão de tarefas entre pessoas, quando aparece a possibilidade de se fazerem coisas que não sejam importantes, que não sejam as coisas certas. E essas podem ser feitas com muita eficiência.

Isso é muito comum nas empresas: um funcionário fazendo, com extrema eficiência, tarefas completamente inúteis, são os chamados “enxugadores de gelo”. E é exatamente aí onde o papel do gerente se torna fundamental.
Como assim? Eu explico, vamos ao segundo exemplo:
Imagine que haja um vazamento de água no escritório da diretoria. O primeiro funcionário, imediatamente corre atrás de um pano, de um balde e de um rodo para retirar toda a água do ambiente. Ele foi eficiente, pois fez de maneira certa o que deveria ser feito. Poucos tempo depois, o vazamento volta a alagar a sala, e o nosso funcionário volta a correr atrás de um pano, de um balde e de um rodo para retirar toda a água. Essa é a típica descrição de um enxugador de gelo eficiente.
Por outro lado, o segundo funcionário procurou observar toda a sala e tentar encontrar a origem para o surgimento de tanta água, concluiu que vinha exclusivamente do banheiro instalado dentro à sala. Uma vez lá dentro, percebeu que a torneira estava aberta e simplesmente a desligou, eliminando todo o problema de vazamento. Este funcionário foi eficaz, pois fez o que era certo fazer para solucionar o caso. Ele pensou ANTES de executar.
No caso do sapateiro, a probabilidade de ele se empenhar em fazer as coisas que não são certas é mínima, pois seu universo de trabalho é muito simples; não há divisão de tarefas; ele faz tudo. Não há necessidade de gerência, que surge quando há separação ou distribuição de tarefas entre pessoas. Nesse caso, o objetivo final, o resultado a ser alcançado pode não ficar bem nítido para todos.
Resumindo, a função do gerente, caso lhe perguntem, é levar as pessoas a fazer as coisas certas (eficácia), com a maior eficiência possível (menor uso de recursos, tempo, etc…)
Ficou claro?
Por:Diego Andreasi - http://www.administradores.com.br/

terça-feira, 12 de maio de 2015

Como Empreender Sendo Empregado

Alguns aspirantes a empreendedores já estão trabalhando em grandes empresas. Assim como os empreendedores externos, eles sonham criar produtos inovadores. 
Eles também precisam criar protótipos, apresentar, financiar, recrutar, vender e encontrar apoio. Como você pode fazer tudo isso quando se é funcionário de uma grande companhia?
Ironicamente, muitos empreendedores (os externos) sentem inveja dos funcionários de empresas consolidadas - eles pensam que essas “almas sortudas” possuem recursos financeiros, laboratórios equipados, fábricas e marcas fortes, além de benefícios como seguro saúde e dentário à sua disposição. Como seria maravilhoso termos jovens determinados a criar novos produtos com a infraestrutura já disponível.
Criar um novo produto nesse ambiente não é mais fácil, apenas diferente. Eu dividi este post com Bill Meade, diretor da Neal Analytics, que faz análise de dados. Nós criamos uma lista de recomendações para empreendedores internos:
Coloque a empresa em primeiro lugar:  A motivação dos empreendedores internos deve ser o crescimento da empresa que o emprega. Empreendedorismo interno não deve ser feito para chamar atenção, construir um império ou construir um caminho para você fora da companhia. Quando você tem uma boa ideia para determinado produto, isso deverá atrair um grande número de colegas.  Eles vão apoiar o que você está fazendo pela empresa, mas não se isso é apenas para ganho pessoal.
Mate as vacas leiteiras: Não faça inimigos contando isso para toda a empresa, mas seu trabalho é, muitas vezes, criar um produto que matará um já existente. Por exemplo, o Macintosh matou o Apple II. Teria sido melhor para a Apple se um competidor tivesse criado o Macintosh? De forma alguma.
Permaneça no radar: Dois jovens em uma garagem devem tentar chamar o máximo de atenção possível. Tornar seus esforços conhecidos facilita a probabilidade de conseguirem financiamento, estabelecerem parcerias, fecharen vendas e recrutarem funcionários. Muitas vezes, no entanto, a tendência para empreendedores internos é que procurem exatamente o oposto. Eles buscam permanecer sozinhos e longe dos diretores até que o projeto chegue em um ponto em que a empresa não possa mais ignorar.
Encontre um padrinho: Em muitas companhias existem as figuras de padrinhos. Essas pessoas já têm a vida ganha e estão a salvo da politicagem diária. Elas são relativamente intocáveis e possuem o respeito da gerência. Empreendedores internos devem encontrar um padrinho capaz de apoiar seus projetos e oferecer conselhos, insights técnicos e de marketing. Além disso, eles podem proteger você caso precise.
Consiga seu próprio espaço: Um empreendedor interno, sentado no principal andar de uma grande companhia, morrerá com as “intromissões” de milhares de chefes de departamento dizendo como seu projeto é uma ideia ruim. Segundo Peter Drucker, o novo sempre parece insignificante e pouco promissor quando colocado próximo à realidade massiva dos negócios que estão acontecendo.
Dê esperança aos esperançosos: Dentro de cada corporativista cínico que acredita que a empresa "é muito grande e burra para inovar" existe um idealista que adoraria ver isso acontecer. Boas pessoas em grandes empresas estão cansadas de serem ignoradas, esquecidas, humilhadas e forçadas à submissão. Elas podem ser pisoteadas, mas não estão mortas. Quando mostra que está colocando uma estaca no coração do status quo, você atrai apoio e recursos. Então seu objetivo será avançar o processo dessas pessoas, fazendo-as passarem de um estágio em que apenas desejam a inovação para outro em que a veem acontecer e, por fim, ajudam a torná-la realidade.
Antecipe e embarque nas mudanças: Deformações em uma empresa são algo bom para empreendedores. Sejam causadas por fatores externos, como mudanças no mercado, ou fatores internos, como a chegada de um novo CEO, mudanças podem criar uma oportunidade para seus esforços. Empreendedores internos antecipam essas transformações e estão preparados para revelar produtos quando elas acontecem.
Construa com base no que já existe: O lado ruim de tentar inovar em uma grande empresa está sempre claro e bem documento, mas também existem benefícios. Não hesite em utilizar a infraestrutura já existente para facilitar sua inovação. Você não apenas vai ganhar recursos, mas também fará amigos quando outros funcionários sentirem que são parte da equipe.


Recolha e compartilhe informações: Vai chegar um momento em que um contador ou advogado questionará a existência do seu projeto. Se você tiver sorte, isso acontecerá mais tarde, mas com certeza acontecerá. Você deve se preparar para esse dia: (1) reunindo informações sobre o quanto você gastou e todos os seus resultados; e (2) então compartilhe abertamente. Em grandes empresas, informações são capazes de suprimir anticorpos, mas pode ser muito tarde para reunir todas as informações quando os anticorpos aparecerem.
Deixe que os vice-presidentes venham até você: Você acha que o seu primeiro passo deve ser fazer com que o vice-presidente da sua área aprove seu projeto? Não é. Esse é um dos últimos passos. Um vice-presidente vai assumir a sua ideia e apoiar a iniciativa se ele “descobrir” que ela existe. Então, fará uma abordagem sobre como patrociná-la. Você talvez precise garantir que essa descoberta aconteça “acidentalmente” na hora certa, mas isso não é o mesmo que uma pessoa procurando permissão para começar.
Desmonte quando terminar: A beleza do empreendedorismo interno é que você pode desenvolver produtos em menos tempo que a engenharia tradicional. Infelizmente, a coesão que faz grupos empresariais tão eficazes pode levar à queda desses mesmos, caso permaneçam separados e distantes.
Reinicie seu cérebro: Muitos empreendedores internos vão descobrir que o este texto prescreve ações contrárias ao que eles experienciaram, aprenderam e talvez ensinaram em grandes empresas. A realidade é que começar algo em uma companhia que já existe exige a adoção de novos padrões de comportamento - essencialmente, reiniciar o seu cérebro.
Por: Guy Kawasaki, - http://www.administradores.com.br/