quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O Papel do Administrador Financeiro


Diversas áreas de conhecimento são exigidas do administrador financeiro, que deve ter um ótimo relacionamento com os clientes internos e externos. 

Suas tomadas de decisões diárias exigem um bom domínio de conhecimento de áreas como: contabilidade, necessitando de noções avançadas, pois trabalhará com as demonstrações financeiras emitindo sua opinião sobre os resultados e a saúde financeira da empresa

É imperativo saber interpretar as demonstrações financeiras. 


No campo administrativo, deverá dominar as técnicas de administração, administração de pessoal além de conhecimentos na área econômica buscando uma visão macro do mercado.



A matemática financeira, é o “café da manhã” do administrador financeiro. Seu constante contato com instituições financeiras para negociações de juros, taxas, descontos, pagamentos antecipados, prazos médio, enfim, todas as atividades bancárias, além de fornecedores e clientes, fazem deste tema fundamental para o seu dia a dia.


Além destes podemos citar como básicos os conhecimentos do administrador financeiro em Informática, Direito, Meio Ambiente, Marketing, e Comunicação.

No trabalho diário o maior desafio do Administrador Financeiro é coordenar o equilíbrio entre a Liquidez e Rentabilidade. 

A Liquidez é a capacidade da organização de estar sempre com as suas finanças para que nunca falte recursos na hora de honrar os compromissos. 

Um instrumento infalível nesta hora é o Fluxo de Caixa, onde são projetadas todas as entradas e saídas de recursos, possibilitando uma visão de curto , médio e longo prazos do fluxo monetário da empresa. 

Com o Fluxo de Caixa, é possível verificar se haverá capital disponível para a empresa e com isso, tomar as devidas providências. 

A Rentabilidade, é a capacidade da empresa investir seus recursos, oriundos das suas operações e determinados no Fluxo de Caixa. Investir em itens necessários para a manutenção da produção (estoques) e conseguir fazer com que este estoque se transforme em dinheiro retorne, com os resultados (lucros) desejados novamente para o fluxo de caixa.

Enfim, é um profissional que cuida das finanças de uma empresa, honrando os compromissos nas datas dos vencimentos, captando recursos quando necessário, ou aplicando as sobras em investimentos atraentes, visualizando possibilidades de investimento em novos projetos.
Por: Gilson Luis Kolenez - http://www.artigos.com/

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Os ladrões de tempo

“O tempo perdido não se encontra nunca mais.” (Benjamin Franklin)



No mundo corporativo, há uma legião de ladrões de tempo, os chamados desperdiçadores. 

Eles agem sorrateiramente, reduzindo sua eficácia, comprometendo suas metas, causando-lhe até mesmo estresse. Veja a seguir os principais fatores mapeados e se estão presentes em sua vida.



1. Interrupções. 
Indicam que você tem valor, amigos ou detém informações de interesse dos outros. As interrupções acontecem por telefone, e-mail ou visitam você pessoalmente.


Para reduzi-las: 
  • aprenda a dizer NÃO e seja firme;
  • atenda às pessoas em pé;
  • mantenha a porta da sala fechada;
  • continue escrevendo enquanto atende alguém;
  • filtre telefonemas e e-mails;
  • evite ser receptivo a visitantes inesperados;
  • retire ou desloque cadeiras da sala dificultando a acomodação de terceiros;
  • use as palavras mágicas: desculpe-me, por favor e por gentileza.



2. Comunicação deficiente. Ocorre quando responsabilidades e autoridade não estão definidas com clareza na empresa ou quando há subordinados em excesso. A posologia consiste em:



  • defina com clareza metas e objetivos;
  • determine responsabilidades e atribuições;
  • utilize linguagem simples, concisa e sem ambiguidades;
  • havendo dúvida, pergunte: procure fazer certo na primeira vez;
  • forneça informações seguras para permitir tomada de decisão consistente e ação imediata;
  • lembre-se de que a regra de ouro chama-se delegar.



3. Reuniões. Muitas são desnecessárias e agendadas sem critério. Duram muito tempo, tornam-se evasivas e não geram resultados. Para torná-las produtivas:



  • agende as reuniões com antecedência;
  • convoque apenas as pessoas diretamente envolvidas com o tema;
  • defina a pauta e comunique a todos com antecedência;
  • determine horário de início e término;
  • mantenha a pauta e busque a objetividade;
  • não permita interrupções externas e mantenha celulares desligados;
  • promova debates, tire conclusões, tome decisões e determine como agir;
  • registre ata ou memorando com resumo da reunião contendo a assinatura dos participantes;
  • faça reuniões curtas em pé.



4. Telefone. Imprescindível na vida moderna, constitui-se no maior vilão das interrupções e, por conseguinte, em uma das fontes mais significativas de desperdício de tempo. Algumas dicas:



  • reserve horários para fazer e receber ligações;
  • relacione os telefonemas a serem feitos em ordem de prioridade;
  • prepare-se para cada uma das ligações munindo-se previamente de informações;
  • identifique-se no início da ligação – as pessoas não são obrigadas a reconhecer sua voz;
  • deixe recados claros e concisos;
  • concentre-se em ouvir a pessoa com quem estiver falando, evitando desviar a atenção;
  • nunca prometa retornar uma ligação se estiver despreparado para tal ou não desejar fazê-lo;
  • nada de desculpas ou mentiras: use da honestidade dizendo que não pode atender naquele momento;
  • encerre suas conversas com cortesia, porém com objetividade.



5. Celular. Na mesma proporção em que agiliza as comunicações, também atua como agente de interrupções, invadindo inclusive sua privacidade. Sugestões para otimizar seu uso:



  • desligue o aparelho quando estiver em reunião ou realizando tarefa que exija concentração;
  • mantenha-o em vibracall para atender urgências;
  • utilize o identificador de chamadas para selecionar as ligações que merecem ser atendidas;
  • recolha mensagens na caixa postal duas vezes por dia e retorne as ligações em horários predeterminados;
  • grave uma mensagem personalizada no correio de voz;
  • considere a possibilidade de habilitar um segundo aparelho apenas para emergências, mas divulgue o número com seletividade;
  • evite atendê-lo quando estiver em casa.



6. E-mail. Substitui o telefone com objetividade. Entretanto, quando utilizado sem critério, torna-se fonte de interrupções, mal entendidos e até disputas judiciais. Formas de gerenciá-lo:



  • instale um serviço antispam;
  • baixe suas mensagens no máximo quatro vezes por dia em horários predefinidos;
  • responda de imediato as mensagens recebidas e determine um tempo para fazê-lo;
  • utilize o subject (assunto) para classificar as mensagens;
  • organize pastas diversas para arquivamento;
  • crie regras de mensagens;
  • tenha uma assinatura eletrônica;
  • utilize um corretor ortográfico.



7. Internet e intranet. São instrumentos importantes para acelerar a comunicação e busca de informações. Mas vale lembrar que, às vezes, pode ser mais eficiente caminhar até a estação de trabalho de seu colega. Além disso:

  • avalie de maneira criteriosa o uso da intranet e de comunicadores como Messenger e Skype;
  • tal qual o telefone e e-mail, seja seletivo e coerente no envio e recebimento de mensagens;
  • atenção com os sites navegados em virtude do risco de vírus e spywares (programas espiões);
  • solicite suporte ao responsável pela manutenção da rede caso note alguma irregularidade;
  • seja seletivo ao assinar boletins eletrônicos e não autorize a divulgação de dados seus ou da sua empresa.


Decerto há outros fatores de desperdício de tempo que poderíamos relacionar. Mas atentando para estes sete aspectos, é certo que sua produtividade pessoal aumentará.



Esteja sempre a postos para a ocorrência de imprevistos. Eles são imponderáveis, por isso, deixe espaço em sua agenda para contratempos. Planeje seu dia e sua vida tendo em mente: “e se...”.


Tom Coelho é educador, conferencista e escritor com artigos publicados em 17 países. - http://www.artigos.com/

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Como Evitar a Malandragem da Equipe de Vendas com as Metas

PreviewConfira 3 dicas sobre como manter o controle das metas e evitar ser enrolado pela sua equipe de vendas.
A má fama de vendedores não é novidade. Muitos adjetivos estão relacionados a esse perfil profissional, justamente pela capacidade de convencer e influenciar.
Por conta dessa má fama de alguns, os bons vendedores precisam superar muitos desafios antes de mostrar para os clientes que são dignos de confiança.
Todo mundo já deve ter se deparado com vendedores preguiçosos e acomodados, que trabalham para vender o mínimo possível, porque se contentam com o salário fixo e pouca comissão.
Isso é muito comum nos vendedores acomodados e que acabam sujando toda a classe.
Sabe aquele vendedor que fica enrolando para bater a meta o mês inteiro e quer fazer todas as vendas nos 45 do segundo tempo, ou aquele vendedor que já bateu meta no dia 20 e enrola para deixar as próximas vendas para o mês seguinte?
Certamente se você é empreendedor ou gerente comercial, já teve casos parecidos como esse em sua equipe.
Para manter a paz, 3 dicas podem ajudá-lo a assumir o controle sem precisar demitir sua equipe.
1. Crie métricas para seus vendedores
Jogar uma meta na mão de um vendedor é deixa-lo livre para fazer o que acha certo para vender. Muitas vezes, isso não acaba indo bem.
Seus vendedores precisam ter métricas diárias que mostrem que eles estão se aproximando do resultado, ou que pelo menos estão no caminho certo.
Vamos supor que a meta seja o destino da viagem. As métricas são as coordenadas que permitem que você chegue ao seu destino.
Há as métricas principais que estão presentes em todo tipo de negócio. São elas:
·         Número de prospecções realizadas;
·         Número de oportunidades descobertas;
·         Número de oportunidades qualificadas;
·         Número de negócios potenciais;
·         Número de negócios fechados;
·         Taxa de conversão de cada etapa do Funil de Vendas;
Há também as métricas secundárias, que servem para auxiliar cada etapa do Funil de Vendas. Elas acabam sendo específicas de cada negócio, então cabe a cada empresa identificar se vale acompanha-las:
·         Número de ligações, e-mails, visitas e reuniões de prospecção;
·         Número de ligações, e-mails, visitas e reuniões de follow up;
·         Número de propostas enviadas;
·         Número de participação em eventos de networking;
Esses são alguns indicadores que você pode estabelecer para seus vendedores, em períodos diários, semanais, mensais ou semestrais, para saber que eles estão indo em direção aos fechamentos.
2. Faça uma preleção diariamente
Bons gerentes comerciais sabem iniciar o dia de venda com seus vendedores. Eles perguntam aos seus vendedores sobre oportunidades iniciadas no dia anterior, novos contatos, prospects e clientes em potencial.
Perguntam sobre o andamento dos clientes antigos e orientam seus vendedores, dizendo o que espera que eles façam durante o dia.
É preciso atuar como um coach nesse momento, sabendo quais são os problemas, dúvidas, dificuldades e frustrações que os vendedores estão passando com sua carteira de clientes, para que eles não desanimem.
Inicie a sua manhã com um apanhado sobre o dia anterior e o que precisa ser feito durante o horário comercial. Isso vai dar energia renovada aos vendedores.
3. Use ferramentas para gestão das vendas
O seu cérebro não conseguirá guardar e controlar todas as oportunidades comerciais de seus vendedores.
E se os vendedores não conseguem controlar suas próprias oportunidades comerciais, imagina o gerente de vendas, que precisa gerenciar vendedores com dezenas de contatos comerciais e oportunidades em aberto.
Busque ferramentas que mostram e incentivam a produtividade do vendedor, de maneira simples e analítica.
Assim, você pode ver que, por exemplo, o vendedor A está prospectando muito, mas não chega na etapa de envio da proposta. Dessa forma, o melhor é entrar em cena e tomar providências (auxiliando, direcionando, conversando).
Além disso, pode ter um panorama geral de oportunidades abertas, em negociação, ganhas ou perdidas, formando um mapa da eficiência de sua equipe.
O benefício individual, para cada vendedor, para a equipe, é que o gerente conseguirá atuar de maneira pontual. E para a empresa, que ganha em vendas e organização.
Profissionalize a sua equipe de vendas
Se o seu vendedor é desorganizado e “malandro” você tem 2 opções: demiti-lo ou ensiná-lo a fazer as coisas do jeito certo.
Com essas 3 dicas, é possível que o gerente comercial mude completamente a maneira de trabalhar de sua equipe de vendas em menos de 1 semana e sinta a diferença nos resultados.
Não deixe as mudanças para a próxima segunda. Planeje seu departamento comercial amanhã, atribuindo métricas de vendas, aumentando o diálogo com a equipe e organizando toda a atuação de vendas.
Por: Gustavo Paulillo  - http://www.endeavor.org.br/

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

" Síndrome do Cri Du Chat - Relato de uma Super Mãe"

Muitas pessoas me perguntam como é ser mãe de uma crianca especial. E agora eu respondo.

O primeiro momento é o do luto. Consigo mesmo. Afinal, nenhuma mulher sonha em ter um filha deficiente, e quando isso acontece a primeira reação é de espanto, surpresa.

Muitas vezes tristeza e revolta, mas que com o tempo, podem ser transformadas em força para lutar em nome do amor único e incondicional: O amor de mãe.

Depois do breve luto é encarar de frente, levantar a cabeça e ir a luta. Uma luta diária, a cada minuto da vida, até nas coisas mais simples como dar um banho ou alimentar o bebê. 
Após esta fase, vem a busca pelo entendimento.

  • "Porquê eu!?"
  • "Porquê nós!?"
Até descobrir a minha missão. E quem me mostrou qual era a minha missão (quem diria!), foi ela mesmo, esse serzinho tão pequena e indefesa , mas tão grande e forte ao mesmo tempo. Ela me mostrou com seu sorriso nobre e contagiante que meu dever de mãe 'especial' é informar.

Informar que Sindrome do Cri Du Chat não é uma doença e sim uma patologia. Informar que dá pra ser feliz sim com dificuldades e limitações. Informar que o amor é maior do que qualquer deficiência e que ela supera tudo inclusive um fantasma horrível, o fantasma do preconceito.

Mas qualquer pré-conceito é pequeno demais diante da grandiosidade e pureza dessa menina que só veio para nos ensinar.

Ensinar que vale a pena lutar pela vida, já que ela nasceu lutando. Lutou contra uma pulmões fracos , contra a prematuridade ...

Lutou, venceu e nos mostrou o quanto a vida é linda, só depende dos olhos de quem vê. Assim como minha filha é perfeita , aos meus olhos, perfeita pra mim!

  • Nada é por acaso!
O Maria só uniu família , amigos ... nos fortaleceu, nos tornou pessoas melhores e agradeço por isso todos os dias. Hoje nos sentimos prontos para tudo, indestrutíveis, graças a ela que se transformou em nosso alicerce.

Quando estava grávida imagina ela , crescendo , indo a escola , viajando com amigos , festinha , namoros , me acompanhando em salão , compras no Shopping , 15 anos , casando ...
- "E agora!? Tenho um eterno bebê."
Dai pensei :
- "Agora tenho companhia na nossa viagem e nunca ficarei só "
Essa "missão" não é nada fácil. 

A Síndrome do CDC pode trazer outros problemas como: pneumonia por broncoaspiração, refluxo, convulsão, distúrbios do sono, constipação, dificuldades sensoriais, não socializar , não falar enfim... é trabalhoso mas o pagamento é o sorriso mais meigo e encantador que já vi na minha vida!

As vezes tenho recaídas, claro sou um ser humano. Outro dia eu estava cochilando e no meio do sono olhei pra porta e "vi" Maria entrando correndo , conversando comigo... Acordei, levei um susto e comecei a chorar pq sei que isso não será nada fácil para conseguirmos ( ela falar ). 
Aquilo me doeu muito. Mas dura pouco pq não me acho no direito de me sentir assim, seria muito egoísmo da minha parte, porque ela É muito feliz e o que importa é ELA , nada mais!

  • A prioridade da minha vida é o bem estar e felicidade desta menina , e sei que nesse campo estamos vencendo e isso me dá paz. 
Nada no mundo me faz mais feliz do que um sorriso daquela Fadinha !
Essa é minha pequeno grande Fada !
Parabéns filha que venham 9 , 18 , 27 anos .... Te amooo do jeitinho que você é ... 

Que Deus e NS de Fátima estejam sempre conosco ...

By: Facebook

sábado, 13 de setembro de 2014

Parabéns... Moto Club de São Luís - Maranhão (Papão do Norte)

No dia 13 de setembro de 1937 era fundado o Moto Club de São Luís.

Hoje a torcida mais fiel do Maranhão comemora a existência da sua maior paixão. 
São 77 anos de glórias, alegrias, títulos, emoções e esperança de dias cada vez melhores.

Parabéns Moto Club! Parabéns torcida Motense!
By: https://www.facebook.com/MotoClubSaoLuis/

Moto Club de São Luís foi fundado em 13 de setembro de 1937. É um dos maiores e mais populares clubes do Estado do Maranhão. Sua sede está situada em São José de Ribamar, município da Região Metropolitana da capital maranhense. Suas cores são o vermelho e o preto e o seu mascote é o bicho-papão, que lhe rende o apelido de Papão do Norte. Tem como Estádio mandante o Nhozinho Santos mas atualmente manda seus jogos no Estádio Governador João Castelo, mais conhecido como Castelão. Ao longo de sua história, conquistou 24 títulos do Campeonato Maranhense de Futebol profissional, incluindo um heptacampeonato entre 1944 e 1950. Participou por sete vezes da principal divisão do Campeonato Brasileiro e nove vezes da Copa do Brasil.1



Hino Oficial do Moto Club De São Luís
Moto Club de tantas tradições
Colocado entre grandes vencedores
Seu nome vive em nossos corações
E nos lábios de muitos torcedores
Campeão de feitos gloriosos
De heroísmo sem par e de coragem
Receba agora mesmo neste instante
A nossa mais esplendida homenagem
Oh! Moto surpreendente
Time de fibra e garra
Quando te lança à frente
Nenhuma defesa te barra
Nos gramados daqui ou de outros Estados
Honra o Moto o valor da nossa gente
Grande foi em todo seu passado
Ainda maior agora em seu presente
Nosso lema é vencer de ânimo forte
Com justa fama de Papão do Norte
Marchemos nesse instante para a glória
Na conquista de mais uma vitória.
By: Jorgenca

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

STRESS


O stress atinge várias partes do corpo humano em diferentes níveis de percepção.



quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Americanização Às Avessas

Vivemos um momento muito pitoresco, fruto da intensa visita de brasileiros aos Estados Unidos, que como sabemos, superou todos os recordes históricos nos últimos cinco anos.
Esta proximidade do consumidor brasileiro com um mercado de consumo bem desenvolvido traz inúmeros benefícios. Entre eles, o consumidor brasileiro que passou pela experiência torna-se mais crítico e, portanto, exigente com relação à qualidade, cumprimento de promessas, pontualidade, customização e precificação.
Paralelamente a este amadurecimento da nossa visão de consumo, que seria um benchmarking interessante, observamos fenômenos no mercado brasileiro como:
1) Cópia inconsistente de iniciativas de franquias e lojas-conceito americanas;
2) Cópia inconsistente de mecanismos de promoção e vendas americanos;
3) Tentativas de iludir os consumidores com a comunicação de diferenciais e benefícios inexistentes.
Assim, é comum andarmos pela rua de uma cidade de médio porte no interior do Brasil e encontrarmos um quarteirão tradicional de varejo da cidade transformado em “Quarteirão Shopping”, um conjunto de pequenas lojas em uma esquina transformado em “Mall" e outlets se multiplicando por todo lado onde havia uma ponta de estoque no passado recente.
Tudo isto sem falar nas fictícias promoções do "Black Friday" brasileiro que primeiro eleva os preços, depois oferece um desconto que devolve os preços aos valores (excessivamente altos) originais, não oferecendo nenhum benefício real ao consumidor.
Ora, ora… Outlets que praticam os mesmos preços das lojas de varejo convencionais, Black Friday sem descontos, Malls inexistentes, promoções que ao invés de queimar estoques a preço de custos querem vender com margens elevadas, comunicação de diferenciais inexistentes, cópias ruins de boas iniciativas de negócios - vivemos uma americanizarão às avessas!
Ao invés de aprendermos com uma economia de mercado mais experiente que aprendeu a utilizar o consumo como mecanismo de crescimento econômico, estamos apenas simulando aparências e perdendo o conteúdo.
O número de Mickeys que você vê nas antenas de carros no trânsito fala por si, nem precisamos recorrer às estatísticas.
Muitos brasileiros trocaram suas casas de praia no Brasil por apartamentos em Miami e residências em Orlando. Cresce dia a dia o número de pessoas que declara: eu não compro nada no Brasil, deixo para fazer minhas compras todas uma vez por ano nos Estados Unidos. Até os sacoleiros não vão mais ao Paraguai, vão à Miami.
Agora o crescimento do turismo para os Estados Unidos está sofrendo um aumento em progressão geométrica de viajantes das classes C e D; enquanto isso no país do futebol (?) impera uma miopia gananciosa que não consegue fazer promoções com reais queimas de estoque, porque a baixa competência administrativa não aprendeu a precificar, gerenciar estoques, comprar e vender na hora certa e obter sucesso administrando margens menores. O excesso de gordura na margem praticada pelas empresas brasileiras patrocina a ineficácia administrativa e gerencial.
O problema da nossa economia de consumo não é apenas a alta carga tributária (que é incontestavelmente aviltante), mas a baixa competência da nossa administração e marketing. Os bons profissionais existem e continuam a ser formados todos os dias, mas não absorvidos pelo mercado existente, que não lhes concede autonomia para inovar, acabam precisando seguir voos solo no empreendedorismo, fazendo história e, até mesmo fortuna, mas impossibilitados de compartilhar sua expertise de maneira intraeempreededora em diferentes segmentos de negócios pelos quais passariam se lhes fosse facultada a oportunidade de utilizar seus conhecimentos e perfil inovador.
Aproxima-se um momento mais delicado na economia brasileira, o fortalecimento do mercado interno é condição imperativa para o bem estar dos negócios. Isso não depende unicamente das decisões governamentais, mas de um crescimento do nível de profissionalização e diminuição da ganância do empresariado brasileiro.
Fonte: Carlos Hilsdorf  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Apresentando o Plano de Ação 5W2H


O 5W2H é basicamente um formulário para execução e controle de tarefas onde são atribuídas as responsabilidades e determinado como o trabalho deverá ser realizado, assim como o departamento, motivo e prazo para conclusão com os custos envolvidos. 

É mais uma sigla, ou melhor, um mnemograma, que se popularizou na linguagem empresarial. 

É um micro-ckeck-list – para nos ajudar a lembrar dos sete pontos principais de um Plano de Ação.

Recebeu esse nome devido a primeira letra das palavras em inglês:
·         1 – What (o que será feito),
·         2 – Who (quem fará),
·         3 – When (quando será feito),
·         4 – Where (onde será feito),
·         5 – Why (por que será feito)
·         1 – How (como será feito)
·         2 – How Much (quanto custará)

Existe também uma variação do plano de ação que nada mais é do que o 5W2H, mas sem o How Much (quanto custará) formando a sigla 5W1H.

O que é um Plano de Ação
É o planejamento de todas as ações necessárias para atingir um resultado desejado. O principal, sem dúvida, é saber o que fazer identificar e relacionar as atividades.
Para “problemas simples”, uma regra prática: relacione tudo, do fim para o começo.
Exemplo: aumentar 50% a venda de pizzas até 10/07 < fazer e distribuir novo panfleto < adquirir um diferencial de qualidade < otimizar preços < otimizar o cardápio <  fazer um relatório < mapear situação atual.
Para “problemas complexos” existem várias técnicas e métodos. O Diagrama de Ishikawa (Espinha de Peixe ou Causa Efeito) é um dos mais usados.

Um bom Plano de Ação deve deixar claro tudo o que deverá ser feito (“What”?) e quando (“When”?). Se a sua execução envolve mais de uma pessoa, deve esclarecer quem será o responsável por cada ação (“Who”?). Quando necessário, para evitar possíveis dúvidas, deve ainda esclarecer, os porquês (“Why”?) da realização de cada ação, como (“How”?) deverão ser feitas,  onde (“Where”?) serão feitas e os custos ou investimentos (“How” Much?)   necessários para tal finalidade.

Porque fazer Planos de Ação
O plano de ação é acima de tudo um conceito. Um plano de ação ajuda na tomada de decisões rápidas e eficazes. 
Há ocasiões em que um plano de ação muito simples é viável, porém em outros casos é necessária a criação de um documento para fins de arquivamento, reflexão e principalmente comunicação eficiente e visual com outras pessoas envolvidas.

Para atingir um objetivo, uma meta, precisamos fazer alguma coisa, precisamos agir - realizar uma ou geralmente várias ações. Até “não fazer nada” pode ser uma ação necessária para atingir um objetivo. E, exceto nos casos de urgência máxima, precisamos definir uma data para concluir – um prazo. Como para ir a qualquer lugar desconhecido precisamos saber qual o caminho ou ter um mapa, para chegar a um objetivo também precisamos de uma orientação, ou de um plano – o Plano de Ação.

Este documento também servirá para você coordenar, manter e controlar as ações que deverão ser tomadas dentro de um prazo, em direção ao objetivo estipulado para o plano de ação. O plano de ação favorece o planejamento para a solução de determinado problema ou meta que se deseja alcançar. O planejamento inicia-se com o levantamento de dados que você pode fazer sozinho ou em reuniões.

Quanto maior a quantidade de ações e pessoas envolvidas, mais necessário e importante é ter um Plano de Ação. E, quanto melhor o Plano de Ação, maior a garantia de atingir a meta. Em importantes projetos, missões, empreendimentos, um bom Plano de Ação é indispensável.
Entender e concordar com a importância de cada item é ótimo. Assimilar a sigla 5W2H é mais uma garantia para sempre se lembrar de todos: basta checar, responder, cada um dos 5W, e os 2H – está pronto seu Plano de Ação.

Plano de Ação 5W1H – como fazer e usar
Para fazer um bom Plano de Ação, considerando o 5W2H, não é preciso nada de especial. O mais usual é uma apresentação na forma de uma simples tabela, com uma coluna para cada um dos 5W e duas para os H. Na prática, nem sempre são necessários todos eles. Coloque uma ação em cada linha e preencha os 5W2H, um em cada coluna. O  título – é o próprio objetivo, a meta, o resultado esperado – merece todo destaque.
Uma vez pronto o Plano de Ação, o mais importante: Ação, coordenação, follow-up, controle – gestão!

Observação importante: conforme dito acima, fazemos um plano de ação para atingir uma meta, um objetivo. Esse, na verdade é o ponto principal. Não vai adiantar muito fazer um ótimo Plano de Ação se estivermos focando uma meta ou objetivo inadequados. Tenha em mente então que um bom Plano de Ação deve corresponder a um bom objetivo, geralmente determinado por uma boa visão gerencial, e esta comumente fundamentada em um bom Relatório Gerencial.
 Com as ideias, dados e o objetivo em mãos basta desenvolver uma planilha com os 5W e 2H para preenchimento e impressão.
 Vide modelo de planilha pode facilitar a construção de um Plano de Ação abaixo ou no arquivo Excel em anexo.
  
Nome da Organização:

Responsável pelo P. A.:
Data de elaboração do P. A.:
PLANO DE AÇÃO
PORQUE FAZER (WHY) - META:
WHAT
HOW
WHO
WHERE
WHEN
HOW MUCH
O QUE FAZER
COMO FAZER
QUEM FARÁ
ONDE
PRAZO
CUSTO/INVEST.



























































Copiado: blog.iprocess.com.br/.../5w2h-ferramenta-para-a-elaboracao-de-planos-d..