quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O que é inteligência Financeira?

Hoje em dia, o maior objetivo de todas as pessoas se resume a alcançar o sucesso financeiro. As pessoas vivem correndo atrás de tempo, realizando cursos, participando de conferências sobre o tema, muitos estão à procura de algum “atalho”, outros querem encontrar uma maneira fácil de ganhar dinheiro, entre outros.
Esta questão só resolve uma face do problema, que consiste em ganhar dinheiro independente do meio em que utiliza pra isto. É claro que existem alguns negócios que possibilitam ganhar dinheiro com muito mais facilidade do que outros, mas nem por isso é um atalho ou fácil de ganhar.
Nós temos várias opções de negócios e também carreiras para que possamos nos aprimorar e ganhar mais dinheiro. Porém existe outro grande problema que infelizmente não é tratado com a devida importância que se deveria pelas pessoas, que é a inteligência financeira.
A primeira coisa que você precisa saber para começar a usar a inteligência financeira em sua vida é ter ambição. É claro que todas as pessoas gostariam de ter mais dinheiro, para poderem ter uma vida melhor, mais confortável e muitas vezes um dos elementos que impedem a chegada do dinheiro são as crenças.
Uma crença é algo em que você acredita ser como verdadeiro, devido à implantação desta idéia em sua mente geralmente por seus pais, amigos, familiares ou pessoas mais íntimas. Nós temos vários exemplos de crença como “Preciso trabalhar duro para ganhar dinheiro” que é uma crença negativa e que provavelmente você possa acreditar que seja verdadeira, devido aos seus pais terem lhe falado isto, mas não quer dizer que ela é verdadeira. Nós temos exemplos de várias pessoas que não trabalhavam duro e conseguiram atingir o sucesso, e muitas que trabalham doze horas por dia e não conseguem nem pagar a prestação do carro.
As crenças são um pouco mais complicadas, porque a maioria esta a nível inconsciente. Por exemplo, você com certeza já deve ter conversado com seus amigos, parentes e familiares sobre dinheiro, que gostaria de ganhar mais para ter uma vida melhor, ajudar seus pais ou filhos, entre outros. E ao anoitecer no programa do jornal nacional, esta sendo entrevistada uma pessoa financeiramente próspera, e você acaba dizendo que ela teve que puxar o tapete de alguém para chegar aonde chegou. Neste caso, por mais inteligência financeira que você possua, você não ganhará dinheiro porque o seu inconsciente associa que você terá que puxar o tapete de alguém para alcançar o sucesso financeiro, e você sabe que isto não deve ser feito. Portanto o dinheiro não chegará a você!
A crença é muito importante na relação com o dinheiro.
Os nossos hábitos dependem de nossas crenças, logo se você tiver uma crença positiva com relação a dinheiro, você vai agir de uma forma positiva e o dinheiro chegará as suas mãos, o contrário também é verdadeiro.
A boa notícia é que do mesmo modo que você adquiriu estas crenças durante o seu desenvolvimento, você pode retirá-las. Isto não significa que ocorrerá do dia para a noite, mas trabalhando o seu subconsciente pouco a pouco, em breve você só terá crenças de sucesso. A partir deste momento, se você utilizar a inteligência financeira, alcançará o sucesso.
A crença define o “porque” você quer ter mais dinheiro, e a estratégia no caso a inteligência financeira, define o “como” fazer para ganhar mais dinheiro.
O nosso cérebro possui dois hemisférios: o direito e o esquerdo, consciente e inconsciente. Os dois possuem funções totalmente diferentes, e não funciona um sem o outro. As ações dos dois, combinadas, permitem o funcionamento do corpo corretamente.
Igualmente, a crença sem a inteligência financeira não funciona, o inverso também é verdadeiro.
Inteligência financeira nada mais é do que técnicas, procedimentos e ações para fazer com que o dinheiro trabalhe para você, em vez de você trabalhar para ele.
Uma coisa muito importante a ser destacada é que a Inteligência financeira não está ligada a conhecimentos formais.
Um grande exemplo disto é que existem pessoas com mestrado, doutorado, pós graduação e que não conseguem nem pagar o aluguel de suas casas. E existem pessoas que mal concluíram a oitava série, e que são muito bem sucedidas.
Você já se perguntou por que isto acontece?
Geralmente é porque o muito intelectual, ficou tão intelectual, vive em um mundo totalmente abstrato, que não consegue ganhar dinheiro. E o outro é muito mais pragmático, muito mais objetivo. Infelizmente as escolas nos ensinam que dinheiro é importante, que devemos trabalhar para conseguir, mais não nos mostra como ganhar e nem manter.
A primeira coisa para desenvolver  a sua inteligência financeira é dominar o seu tempo. Defina suas prioridades. Estabeleça um plano diário do que você terá que fazer durante o dia e faça!
Estabeleça uma estratégia de negócios em seu ramo, um sistema que realmente funcione. É necessário ter um mapa correto daqui que tem que ser feito.
Procure investir seu tempo e dinheiro em ativos, ou seja, produtos ou negócios que vão lhe gerar renda, investimentos. Um dos negócios que costumo recomendar para as pessoas é o marketing de rede, que é uma grande oportunidade para se abrir o próprio negócio com um baixo investimento inicial.
E lembre-se o segredo para se alcançar o sucesso financeiro não é o quanto se ganha, e sim o quanto se investe em ativos!
 
Por: Rodrigo Oliveira -  
http://www.blog.sucessoja.net/

Após 10 anos de carreira, quais são as 10 perguntas mais importantes?

Avaliar os erros e acertos do passado será importante para construir um futuro melhor, avalia a coach Richeli Sachetti

Após 10 anos de carreira, o profissional está em uma situação em que muita coisa já aconteceu, ao mesmo tempo em que muita coisa ainda está por acontecer. Avaliar os erros e acertos do passado será importante para construir um futuro melhor. Por outro lado, um futuro de sucesso depende das metas que os profissionais estabelecem para si mesmos.
Nesse momento da carreira, a sugestão é que o profissional reflita sobre as 10 questões elaboradas pela instrutora licenciada pela Sociedade Brasileira de Coaching, Richeli Sachetti:
Perguntas para gerar gratidão
1 - Pelo que sou grato? Em primeiro lugar, Richeli sugere que o profissional avalie os pontos pelos quais ele é grato, profissionalmente falando. A gratidão é um assunto importante, pois neurologicamente é um sentimento que ajuda a expandir a consciência e a visão de oportunidade do ser humano.
Na prática, pessoas gratas pelo que fazem e pelas coisas que conquistaram são mais felizes e mais criativas. Portanto, reflita sobre as suas principais conquistas profissionais e tente levantar o que você ganhou através do seu trabalho depois desses 10 anos de carreira.
Perguntas para gerar valor
2 - O que minha carreira significa para mim? Richeli lembra que, depois de anos de carreira, muitos profissionais acabam “ligando o piloto automático”. O problema aqui é que geralmente as pessoas trabalham muito, podendo até estar recebendo de forma condizente, mas vão deixando de lado o significado de tudo isso.
A sugestão é avaliar qual a importância desse trabalho que você realiza. Lembre-se de que, ao entender o significado da sua carreira, você poderá se tornar uma pessoa mais focada. “A luta passa a ter uma causa”, pontua Richeli.
Perguntas para gerar aprendizados
3 - Qual a grande lição que eu posso extrair de minha trajetória profissional? Algumas perguntas devem ser feitas no sentido de potencializar o desenvolvimento da sua carreira. Se por um lado, 10 anos já se passaram, por outro, muitos anos ainda estão por vir e corrigir os erros do passado será importante para ter mais sucesso ainda.
Um profissional que já tem 10 anos de carreira traz consigo muitos ganhos e muitas perdas. Portanto, a dica é avaliar onde você acertou e onde errou, para que consiga repetir os acertos e fugir dos erros.
Andrey Burmakin/ iStockPhoto
 Avaliar os erros e acertos do passado será importante para construir um futuro melhor 

4 - Quais estratégias me trouxeram até aqui? Na mesma linha da pergunta anterior, tente retomar quais foram seus maiores acertos. Agora que muitos projetos já terminaram, você pode olhar para trás e avaliar onde foi que você acertou.
5 - Quais foram os resultados mais positivos e negativos de minhas escolhas profissionais? Em 10 anos de carreira, muitas escolhas foram tomadas e agora é a hora de avaliar a sua habilidade de fazer escolhas. Tente entender se você usou mais a emoção ou a razão no passado, ee agiu com maturidade ou deixou-se influenciar por outros profissionais.
Veja também se os caminhos que você tomou atenderam aos seus valores, se seguiram no que você acredita.
6 - O que realmente aconteceu ou está acontecendo para dificultar meus objetivos profissionais? Richeli explica que muitos profissionais, diante de frustrações profissionais, tendem a culpar fatores externos e não eles mesmos. Ou seja, se o profissional não conseguiu ser promovido, foi por causa do chefe que não gostava dele. Se não realizou um curso de pós-graduação, importante para o desenvolvimento da sua carreira, foi porque sua família não permitiu.
Tudo tem um motivo e ele nunca se responsabiliza por nada. No entanto, só uma pessoa tem responsabilidade pelo que acontece e aconteceu na sua carreira: você mesmo. Assumir essa responsabilidade é o primeiro passo para começar a se movimentar. Assim, olhe para trás e perceba como você poderia ter agido e não agiu. Richeli explica que, percebendo isso, o profissional consegue definir metas e, com elas definidas, começa a ação.
7 - Como minhas experiências podem fazer com que eu descubra novas formas para aumentar meu potencial? Aqui, o profissional deve listar seus pontos fortes. Isso vai ajudar a levantar sua autoestima. Lembre-se de que suas qualidades ajudaram-no a chegar aonde chegou, mas não são apenas elas que o levarão para frente. É preciso desenvolver as competências que ainda não estão desenvolvidas e melhorar ainda mais seus talentos.
Perguntas para gerar expectativa de futuro
8 - O que desejo para minha carreira nos próximos 10 ou 20 anos? Se o profissional não sabe para onde quer ir, não tem meta nem foco, ele nunca saberá se conquistou seus objetivos. A sugestão é refazer o plano de carreira, para aqueles que tinham um no início da carreira. Para quem não havia feito, é hora de elaborar um.
Lembre-se de definir suas metas de curto, médio e longo prazo, pensando sempre em como você mesmo pode assumir todo o controle da sua carreira profissional. Os aprendizados do passado serão de muita utilidade nesse momento, pois o ajudarão a evitar alguns erros que já foram cometidos.
9 - Como eu poderia mudar imediatamente os pensamentos limitantes? Muitos profissionais não progridem justamente por conta dos seus medos e preocupações. Se você já reconhece quais são seus medos, suas limitações e suas preocupação, é o momento de lutar contra eles. Para isso, defina novos pensamentos fortalecedores, que passarão a fazer parte dos seus dias a partir de agora.
10 - Como alguém bem-sucedido conduziria e aproveitaria as oportunidades profissionais que tenho para atingir os objetivos propostos? Olhar para profissionais que já chegaram lá é uma ótima estratégia. Muitos trabalhos de coaching estimulam os indivíduos a observar pessoas que admiram e tentar entender o que elas fizeram em determinadas situações.
Selecione alguém da sua área, veja como ele age, como se comporta, quais são suas qualidades e tente trazer para sua realidade. Assim, você sai do mundinho em que se colocou e aprende com o outro.

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

A hierarquia de necessidades de Maslow – O que é e como funciona

A famosa hierarquia de necessidades de Maslow, proposta pelo psicólogo americano Abraham H. Maslow, baseia-se na idéia de que cada ser humano esforça-se muito para satisfazer suas necessidades pessoais e profissionais. É um esquema que apresenta uma divisão hierárquica em que as necessidades consideradas de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Segundo esta teoria, cada indivíduo tem de realizar uma “escalada” hierárquica de necessidades para atingir a sua plena auto-realização.
A hierarquia de necessidades de Maslow
Para tanto, Maslow definiu uma série de cinco necessidades do ser, dispostas na pirâmide abaixo e explicadas uma a uma a seguir:


Onde existem as necessidades primárias (básicas) que são as fisiológicas e as de segurança e as necessidades secundárias, que são as sociais, estima e auto-realização. Abaixo a explicação de cada uma delas:
1 – Necessidades fisiológicas: São aquelas que relacionam-se com o ser humano como ser biológico. São as mais importantes: necessidades de manter-se vivo, de respirar, de comer, de descansar, beber, dormir, ter relações sexuais, etc.
No trabalho: Necessidade de horários flexíveis, conforto físico, intervalos de trabalho etc.
2 – Necessidades de segurança: São aquelas que estão vinculadas com as necessidades de sentir-se seguros: sem perigo, em ordem, com segurança, de conservar o emprego etc. No trabalho: emprego estável, plano de saúde, seguro de vida etc.
No trabalho: Necessidade de estabilidade no emprego, boa remuneração, condições seguras de trabalho etc.
3 – Necessidades sociais: São necessidades de manter relações humanas com harmonia: sentir-se parte de um grupo, ser membro de um clube, receber carinho e afeto dos familiares, amigos e pessoas do sexo oposto.
No trabalho: Necessidade de conquistar amizades, manter boas relações, ter superiores gentis etc.
4 – Necessidades de estima: Existem dois tipos: o reconhecimento das nossas capacidades por nós mesmos e o reconhecimento dos outros da nossa capacidade de adequação. Em geral é a necessidade de sentir-se digno, respeitado por si e pelos outros, com prestígio e reconhecimento, poder, orgulho etc. Incluem-se também as necessidades de auto-estima.
No trabalho: Responsabilidade pelos resultados, reconhecimento por todos, promoções ao longo da carreira, feedback etc.
5 – Necessidades de auto-realização: Também conhecidas como necessidades de crescimento. Incluem a realização, aproveitar todo o potencial próprio, ser aquilo que se pode ser, fazer o que a pessoa gosta e é capaz de conseguir. Relaciona-se com as necessidades de estima: a autonomia, a independência e o auto controle.
No trabalho: Desafios no trabalho, necessidade de influenciar nas decisões, autonomia etc.

Aspectos a se considerar sobre a hierarquia de necessidades de Maslow

- Para alcançar uma nova etapa, a anterior deve estar satisfeita, ao menos parcialmente. Isto se dá uma vez que, quando uma etapa está satisfeita ela deixa de ser o elemento motivador do comportamento do ser, fazendo com que outra necessidade tenha destaque como motivação.
- Os 4 primeiros níveis destas necessidades podem ser satisfeitos por aspectos extrínsecos (externos) ao ser humano, e não apenas por sua vontade.
- Importante! A necessidade de auto-realização nunca é saciada, ou seja, quanto mais se sacia, mais a necessidade aumenta.
- Acredita-se que as necessidades fisiológicas já nascem com o indivíduo. As outras mostradas no esquema acima se adquirem com o tempo.
- As necessidades primárias, ou básicas, se satisfazem mais rapidamente que as necessidades secundárias, ou superiores.
- O indivíduo será sempre motivado pelas necessidades que se apresentarem mais importantes para ele.

Críticas à teoria das necessidades de Maslow

Com em toda teoria, há sempre aqueles que não concordam com ela em parte ou totalmente. Os críticos desta teoria afirmam que nem todas as pessoas são iguais e, por isso, um aspecto que se mostra como uma necessidade para uma pessoa, pode não ser para outra. Outras críticas dão conta de que esta teoria analisa o desenvolvimento das pessoas, mas não considera em nenhum momento o incentivo dado pela organização.
Há quem diga, também, que Maslow contemplou as necessidades do indivíduo em uma ordem muito rígida, sem a possibilidade de inversão ou troca de necessidades. Mas nenhuma destas críticas descaracterizam a teoria ou a tornam menos atual que as demais, apenas nascem de algumas confusões que são feitas com a definição de “necessidade”, muitas vezes confundida com “desejo” ou “vontade”.

Outras necessidades adicionais

Dentre muitos estudos e análises, Maslow identificou duas necessidades adicionais à pirâmide de necessidades já criada. Estas novas descobertas que davam conta das pessoas que já possuíam todas as necessidades satisfeitas (pouquíssimas pessoas) foram chamadas de cognitivas. São elas:
- Necessidade de conhecer e entender: Está relacionada com os desejos do indivíduo de conhecer e entender o mundo ao seu redor, as pessoas e a natureza.
- Necessidade de satisfação estética: Está relacionada às necessidades de beleza, simetria e arte em geral. Ligada à necessidade que o ser humano tem de estar sempre belo e em harmonia com os padrões de beleza vigente.

Gustavo Periard - Administrador formado pela UFF  - .http://www.sobreadministracao.com

Como surgiram os nomes das famosas bandas de ROCK...

  
Abba – Formado pelas letras iniciais dos nomes dos quatro integrantes do grupo. Agneta Faltskog, Bjorn Ulvaeus, Benny Anderson e Anni-Frid Lyngstad. A palavra em si quer dizer Papai (ou paizinho) em hebraico.
Aerosmith – O nome Aerosmith não significa absolutamente nada. Foi proposto por Joey Kramer e segundo Steven Tyler foi o único nome entre vários propostos que ninguém odiou.
Alice Cooper – Foi o nome da banda montada pelo vocalista Vincent Damon Furnier, que tomou o nome para si após a dissolução desta. O nome, segundo Vincent, foi inspirado por um espírito através de uma tábua de ouija (uma ferramenta para comunicação com os mortos semelhante ao “jogo-do-copo” difundido no Brasil). Alice Cooper teria sido uma feiticeira em uma das vidas passadas do vocalista.
Beatles – Inicialmente em 1956, eles se chamavam the Quarrymen, tirado do nome da escola em que estudavam, the Quarrybank High School. Com esse nome, a banda formou seu núcleo com John, Paul e George. Até 1959, os três já haviam saído desta escola, portanto era uma questão de tempo até mudarem o nome da banda. Experimentaram vários nomes sem muita convicção como Johnny & the Moondogs, mas só no final do ano resolvem pensar seriamente no assunto. O quarteto de Liverpool adorava Buddy Holly & the Crickets. O nome Cricket tem duplo sentido na Inglaterra. Lennon começou então a buscar outros insetos que pudessem ter um duplo sentido. Ele acabou chegando em beetles (besouros) escrito Beatles para fazer um trocadilho com beat music. Assim nasce the Beatles em final de 1959.
Eagles – Influenciado pelos Byrds e querendo um nome bem americano, Bernie Leadon conta: “Bem, nós todos queríamos um nome que fosse curto e conciso, que invocasse uma imagem. Nós achávamos que o nome seria muito importante. Todos estavam lendo Castaneda naquela época e queríamos um nome que tivesse alguma conotação mitológica. Frey queria um nome que pudesse servir para uma gangue de rua de Detroit e Henley estava envolvido com coisas indígenas. Todo mundo queria um nome simples e forte.”
Elton John – Tirado dos músicos Elton Dean and John Baldry. Seu nome verdadeiro é Reginald Dwight.
Heavy Metal – Termo criado pelo autor beatnick William Burroughs nos anos sessenta sem nenhuma relação a música. Steppenwolf em “Born to be Wild” é o primeiro a usá-lo, “Heavy Metal Thunder”, referindo-se ao barulho alto do motor das motocicletas.
Led Zeppelin – O baterista do the Who, Keith Moon, achou que a banda de Jimmy Page, que ainda se chamava The New Yardbirds, era pesada como chumbo e flutuava como um Zepelim. Daí Lead Zeppelin (Zepelim de Chumbo). Um Zepelin trata-se de um balão dirigível em forma de charuto. Mais tarde o nome foi mudado para Led Zeppelin para não ter dúvidas quanto à pronúncia.
Oasis – É o nome de um centro esportivo em Swindon, Inglaterra.
Queen – Segundo Freddie Mercury: “Eu sempre tive a idéia fixa de chamar a banda de Queen. Este era um nome muito forte, muito universal e imediato, tinha uma visão de potência e estava aberta a vários tipos de interpretação. Eu estava ciente da possível conotação gay ao nome, mas essa era apenas uma das várias ‘caras’ para o nome.”
Simply Red – Mick Hucknall trabalhava à noite como DJ. Quando alguém perguntou como gostaria de ser chamado, ele disse: ‘Just Red’ (’Apenas Vermelho’), um apelido de infância do cantor por causa de seu cabelo extremamente avermelhado. O gerente então perguntou: ‘Como assim?’. ‘Simply Red’ (’Simplesmente Vermelho’), Mick respondeu.
U2 – Modelo de avião usado para espionagem desenvolvidos pelo governo americano. Bono declarou certa vez que o nome vem da idéia de interatividade com o público, “You Too” (Você Também).
Wings – Paul McCartney bolou o nome enquanto aguardava em uma das asas do hospital onde Linda dava a luz a um dos seus filhos. 

http://oveneta.blogspot.com/

Facebook celebra a cultura hacker


A palavra hacker costuma ter um significado negativo, normalmente relacionada a criminosos digitais. Mas, na comunidade de programadores, é usada para designar indivíduos brilhantes, que conseguem modificar sistemas ou equipamentos. E que são capazes de resolver problemas complexos com sua capacidade técnica.
O Facebook tem orgulho de sua cultura hacker, e costuma promover, periodicamente, hackathons, maratonas de programação que viram a noite. A única regra para os programadores é trabalhar num projeto que não está relacionado às suas atividades do dia a dia.
Com isso, a maior rede social do mundo consegue manter a equipe motivada, além de incentivar a criatividade e cultivar a agilidade que normalmente caracteriza companhias iniciantes.
A adoção das funcionalidades desenvolvidas durante as hackathons são decididas rapidamente, em reuniões em que todos podem participar. Cada equipe tem alguns minutos para apresentar o seu projeto. Aqueles que têm uma recepção mais calorosa dos colegas são integrados ao produto.
Os hackathons são um bom exemplo da cultura que diferencia as empresas instaladas no Vale do Silício.
 
Quebrando tudo
Colados nas paredes do Facebook, estão cartazes que dizem: “Move fast and break things” (mova-se rápido e quebre coisas). Outra versão do lema é: “Move fast and be bold” (mova-se rápido e seja ousado). De certa forma, é o contrário do que se espera do ambiente organizado de uma grande empresa.
Com sua camiseta em que se lê a palavra “Hack”, Pedram Keyani lidera a equipe responsável por manter a integridade (segurança) do site. Na empresa desde 2007, ele é responsável por organizar muitas das hackathons.
Em uma dessas jornadas de 24 horas de programação, Keyani desenvolveu uma aplicação chamada “Keg Presence” (presença do barril). Ela avisa aos funcionários do Facebook se o barril de chope que existe na sede da empresa, em Palo Alto, está vazio e também informa que tipo de chope está disponível no momento.
“Infelizmente, não foi integrado ao produto”, brincou o programador. Entre as funcionalidades desenvolvidas nas hackathons, e que hoje fazem parte da rede social, estão o bate-papo e a integração com câmeras web.
“Os hackathons começaram antes de eu entrar no Facebook, praticamente desde o primeiro dia”, disse o programador. “Quando a empresa era uma pequena startup, as pessoas estavam trabalhando e alguém dizia: ‘Vamos arranjar cerveja e comida chinesa e vamos ‘hackear’ coisas, trabalhar em novas ideias e criar coisas novas.”
Isso acabou se transformando numa tradição do Facebook. A cada período de quatro a oito semanas alguém promove uma hackathon.
“Na minha segunda semana de empresa eu participei de uma hackhathon e adorei trabalhar em projetos paralelos legais durante toda a noite”, afirmou Pedram. Em quatro anos, ele participou de 20 maratonas.
Normalmente, a hackathon começa às 20h e às 6h da manhã do dia seguinte os participantes tomam café da manhã e muitos vão para casa.
Alguns, que não conseguem ficar à noite, retomam a maratona de programação pela manhã e continuam até as 20h. Os mais animados chegam a ficar mais de dez horas programando.
 
Tradição
Quando Mark Zuckerberg criou o Facemash, precursor do Facebook, em Harvard, no ano de 2003, foi numa espécie de hackathon. Ele passou a noite programando até criar o site em que as pessoas podiam votar em fotos de garotas que estudavam na universidade.
Os primeiros programadores do Facebook também foram escolhidos por Zuckerberg numa espécie de hackathon. “Os hackathons fazem parte de nossa cultura desde os primeiros dias”, explicou Keyani. “Muitas coisas legais saíram de uma hackathon, como o botão ‘Like’.”
Depois de alguns dias, acontece o fórum de protótipos. “Cada um mostra o seu projeto por alguns minutos”, disse Pedram. “Para os bons projetos, todo mundo começa a aplaudir, a estalar os dedos e a falar: ‘ship it! ship it!’ (coloque em uso).”De cada hackathon, três ou quatro projetos se transformam em produtos, depois de duas semanas.
Rodrigo Schmidt foi o primeiro brasileiro contratado pelo Facebook, em 2008. Ele trabalha como engenheiro sênior de software na empresa, em Palo Alto.
Foi durante uma hackathon que ele desenvolveu, com outro brasileiro, a integração do Facebook com o Skype. “O ‘hack’ faz parte da cultura da empresa”, explicou Schmidt. “A ideia de rapidamente construir um protótipo, identificar o potencial e trabalhar nele até criar o produto que você quer.”

Portal www.cmconsultoria.com.br -Fonte: O Estado de São Paulo

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Administração - Conceitos Básicos (Alguns)

1 Análise estrutural de indústrias - Michael Porter propõe um modelo de análise de indústrias baseado na identificação de cinco forças. Eis uma breve descrição das questões a que deverá responder em cada uma delas: 
(a) Ameaça de novas entradas - Existem barreiras à entrada de novos competidores?
(b) Rivalidade entre os concorrentes - Há guerras de preços, de publicidade ou de produtos?
(c) Existência de produtos substitutos - Há uma ameaça de substituição por produtos ou serviços que satisfaçam as mesmas necessidades?
(d) Poder de negociação dos clientes - Qual o seu poder para influenciar as variações de preço dos produtos ou serviços?
(e) Poder de negociação dos fornecedores - Qual o seu poder de negociação para elevar os preços ou reduzir o nível de qualidade oferecido? 
2 Benchmarking - Segundo International Benchmarking Clearinghouse (IBC), o benchmarking é um processo sistemático e contínuo de medida e comparação das práticas de uma organização com as das líderes mundiais, no sentido de obter informações que a possam ajudar a melhorar o seu nível de desempenho. Ou seja, é uma técnica de observação e adaptação das melhores práticas das melhores empresas, que, no entanto, não deve ser confundida com a espionagem industrial. A Rank Xerox é considerada a empresa pioneira na aplicação do benchmarking.
3  Brainstorming - É uma técnica para reuniões de grupo que visa ajudar os participantes a vencer as suas limitações em termos de inovação e criatividade. Criada por Osborn em 1963, uma sessão de brainstorming pode durar desde alguns minutos até várias horas, consoante as pessoas e a dificuldade do tema. Em regra, as reuniões não costumam ultrapassar os 30 minutos. O brainstorming tem quatro regras de ouro: nunca critique uma sugestão; encoraje as idéias bizarras; prefira a quantidade à qualidade; e não respeite a propriedade intelectual. Além de zelar para que todos os participantes (geralmente entre 6 e 12 pessoas) cumpram as regras, o líder da sessão deve manter um ambiente relaxante e propício à geração de novas idéias.
4 Brand Management - O conceito de brand management (gestão de marcas) significa o desenvolvimento sistemático do valor de uma marca. Longe vão os tempos em que era apenas uma função de ligação entre o departamento de produção e as agências de publicidade. A partir dos anos 80, as empresas começaram a considerar a imagem de marca como um ativo estratégico das empresas (algumas atribuem-lhe um valor nas suas demonstrações financeiras). O objetivo da gestão de marcas é criar uma identidade largamente reconhecida pelo mercado-alvo a atingir. A atribuição de um nome ou uma marca a um produto designa-se branding.
5  Break-Even - É um modo simples e eficaz de medir a rentabilidade (ou prejuízo) de uma empresa ou de uma operação financeira. Permite igualmente fazer simulações alterando as variáveis de cálculo. O objetivo desta análise é a determinação do break-even point (ponto morto das vendas), no qual o valor das receitas da empresa (lucro de vendas) é igual aos seus custos totais (somatório dos custos fixos e variáveis). Logo, este será o ponto de equilíbrio em que a empresa nem perde nem ganha dinheiro. Acima do break-even point a empresa terá lucros, e abaixo dele terá prejuízos. Outro conceito relevante é o da margem de contribuição (ponto em que as receitas igualam os custos variáveis).
6 Ciclo de vida do produto - O ciclo de vida de um produto no mercado pode ser dividido em quatro fases:
(1) Introdução - O produto foi lançado no mercado e o crescimento das vendas é lento;
(2) Crescimento - Há uma explosão da procura, uma melhoria dos lucros e o produto tende a massificar-se. Chegam novos competidores;
(3) Maturidade - O ritmo de crescimento das vendas dá sinais de abrandamento. É uma fase em que as empresas tendem a entrar em guerras de preço e publicidade;
(4) Declínio - A procura entra em derrapagem, os lucros sofrem uma rápida erosão em direcção ao ponto zero. Grande parte dos competidores começa a abandonar o mercado.

7 Core Competence - O conceito surgiu em 1990, na Harvard Business Review, em artigo intitulado "The Core Competence of the Corporation", da autoria de Gary Hamel e C. K. Prahalad. O primeiro é professor na London Business School e o segundo leciona na Universidade de Michigan. Core competence designa as competências estratégicas, únicas e distintivas de uma organização. Poderá ser, por exemplo, um conhecimento técnico ou uma tecnologia específica que é susceptível de oferecer um valor único para os clientes e que distingue a empresa das rivais. É o caso da competência da Sony em técnicas de minotarização, ou da Honda na criação de motores. Para os autores, poucas companhias poderão ser líderes mundiais, em mais de cinco ou seis competências estratégicas.
8 Downsizing - Nos anos 80, as grandes empresas cresceram de forma desordenada através da diversificação para novos negócios. Criaram estruturas gigantescas para competir numa era em que a velocidade e a flexibilidade são os dois requisitos-chave. Por isso, nos anos 90 foram forçadas a reestruturar-se, um processo designado downsizing (um termo importado da informática). Aplicado à gestão significa a redução radical do tamanho da empresa, geralmente através do delayering (redução dos níveis hierárquicos) ou da venda de negócios não estratégicos. As empresas ganham flexibilidade e perdem burocracia e ficam mais próximas do mercado e dos clientes.
9 Ecogestão - A ideia de uma empresa responsável perante o ambiente e a sociedade era apenas um sonho dos ecologistas. Hoje, os governos investem em programas de apoio, criam legislação mais eficaz e controlam a eficácia dessas medidas. Em muitos países há um sistema de atribuição do selo ecológico aos produtos amigos do ambiente. Mas a mudança decisiva teve origem na crescente preocupação ecológica dos consumidores, cujos hábitos de compra passaram a premiar as empresas e os produtos respeitadores do ambiente. Também a maioria das multinacionais está a apostar nos produtos verdes. Quem ganha somos todos nós.
 10 Excelência - Nasceu em 1982 com a publicação de In Search of Excellence, de Peters e Waterman, o livro de gestão mais vendido de sempre. Para os autores, as empresas excelentes têm oito características distintivas: inclinação para a ação; proximidade do cliente; autonomia individual; apostar nas pessoas; criação de valores; manter-se no que se domina; simplicidade formal; e existência em simultâneo de rigidez e flexibilidade. Mais importante do que a seleção das empresas excelentes (a maioria deixou de o ser alguns anos depois) e dos seus oito atributos (parte deles deixaram de ser respeitados por essas mesmas empresas), a obra foi o símbolo da nova forma de encarar a gestão.
11 Empowerment - É um conceito de gestão associado ao trabalho de Rosabeth Moss Kanter, professora em Harvard e ex-editora da Harvard Business Review. Segundo a autora, as empresas que dão mais poder e autonomia aos seus trabalhadores são as que estão melhor posicionadas para competir a longo prazo. O meio empresarial parece começar a levar a sério esta recomendação. O caso clássico da aplicação radical do empowerment é o da empresa brasileira Semco, liderada por Ricardo Semler, o autor do livro Maverick e de um polémico artigo publicado na Harvard Business Review intitulado "Managing Without Managers".
12 Equipes Autogeridas - As self management teams (equipes autogeridas) são compostas por um pequeno número de pessoas que tem a responsabilidade por um processo operacional e os seus resultados. Elas têm os meios para resolver problemas relativos à execução do trabalho e gerem a divisão e o planejamento das tarefas do grupo. Foi um conceito na moda nos anos 70, mas cujo entusiasmo decresceu na última década, visto que os resultados da aplicação nem sempre foram os desejados. Hoje tem novamente mais adeptos, devido à crescente qualificação dos recursos humanos.
13 Franchising - Um método popular para uma empresa alargar a sua base de clientes sem necessitar de investir capital e para um candidato a empresário criar um negócio sem constituir uma empresa de raiz. Há dois parceiros envolvidos: o franchisador, que desenvolveu o negócio e lhe deu o nome; e o franchisado, que compra o direito de operar sob esse nome. Um negócio torna-se franchising quando o franchisado paga direitos de entrada e royalties (geralmente uma percentagem fixa do volume de negócios) pela utilização da marca, produto ou serviço. Em contrapartida, recebe apoio do franchisador e o direito a distribuir o produto ou serviço numa área determinada.
14 Globalização - As tecnologias de informação deram origem a uma verdadeira aldeia global. Para os gestores, o termo significa a integração mundial das actividades de uma organização. É uma etapa mais avançada da internacionalização, em que os processos são organizadas à escala global, como se o mundo fosse um único país. A globalização diz respeito a todas as funções da empresa, mas muitas vezes é apenas limitada ao marketing. Nesta área, Theodore Levitt foi o primeiro guru a alertar para a homogeneidade global das preferências dos consumidores.
15 Horizontal Organization - Uma organização horizontal (horizontal organization) ou achatada (flat organization) é a que minimiza o número de níveis hierárquicos de modo a estar mais perto dos clientes e em que os trabalhadores estão também mais próximos dos níveis de decisão. É um conceito que propõe acabar com a pirâmide hierárquica das organizações tradicionais. A sua vantagem principal é tornar os circuitos de decisão mais curtos, logo mais rápidos. Os empregados, sentindo-se menos vigiados, revelam maior empenhamento e criatividade. Este tipo de organização favorece a criação de estruturas matriciais, mais leves e flexíveis, em que existe uma maior descentralização das responsabilidades.
16 Internet e Intranet - A Internet é uma ferramenta ao alcance dos gestores que lhes permite mudar radicalmente a forma como executam o trabalho e gerem empresas. Se a Internet já provou ser crucial para comunicar e dar acesso à informação, as intranets (redes internas) são cada vez mais populares para a difusão da informação no interior da empresa entre os seus funcionários. Outras das facilidades das intranets são a criação de grupos de discussão internos (newsgroup) que visam partilhar informação e recolher ideias ou sugestões, bem como o correio electrónico (interno e externo), que está a assumir-se em todo o mundo como uma alternativa ao envio de mensagens por fax.
17 Just-in-time - É uma técnica de gestão e controle de mercadorias que procura minimizar o nível de stocks nos armazéns das empresas industriais. Criada em 1960 pela nipônica Toyota, foi considerada como uma das ferramentas de gestão que mais contribuíram para o milagre industrial japonês. A ideia base é bastante simples: cada etapa do ciclo de produção só deve solicitar novas encomendas à etapa anterior na medida que precisar delas. Implica igualmente uma redução do número de fornecedores. Richard Schonberger foi o primeiro autor a divulgar a metodologia just-in-time nos Estados Unidos.
 18 Learning Organization - Criado por Chris Argyris, professor em Harvard, designa por learning organizations (organização em constante aprendizagem) as empresas que aprendem à medida que os seus trabalhadores vão ganhando novos conhecimentos. O conceito é baseado na ideia de Argyris, chamada double-loop learning (quando os erros são corrigidos através da alteração das normas empresariais que o causaram). Em 1990, Peter Senge, professor do MIT, popularizou o conceito através do best-seller The Fifht Discipline - The Art and Pratice of a Learning Organization. 19 Motivação - Nasceu no final dos anos 20 através das experiências do australiano Elton Mayo. O fundador da escola de relações humanas (uma filosofia oposta aos princípios científicos do trabalho de Taylor) pretendia provar que os trabalhadores não eram motivados apenas pela remuneração, mas também por outros factores como as condições de trabalho e o apreço das chefias. Nos anos 50, dois autores deram uma contribuição decisiva para esta corrente: Abraham Maslow (pirâmide das necessidades) e Frederick Herzberg (teoria dos dois factores).
20 Networking - Um termo importado da informática relativo à ligação entre terminais de computador para que o acesso aos dados possa ser partilhado por diversos utilizadores. O melhor exemplo de networking à escala global é o da Internet, que permite a ligação em rede e on line (em tempo real) entre um ou vários indivíduos localizados em qualquer ponto do mundo. É uma expressão que pode igualmente designar a forma como as grandes companhias de serviços (auditoras, consultoras, agências de publicidade, ou firmas de advogados) se podem internacionalizar sem recorrer à abertura de novas delegações regionais.
21 Outplacement - Os grupos empresariais têm passado por reestruturações associadas a despedimentos maciços. Neste contexto há um novo negócio a florescer, o outplacement. É uma técnica de gestão de recursos humanos que visa apoiar os trabalhadores dispensados rumo à sua reinserção profissional. As consultoras em outplacement fornecem aconselhamento financeiro e formação em recrutamento e seleção. Há quem prefira criar centros de outplacement internos, que prestam auxílio aos trabalhadores dispensados e aos que são recolocados em novas funções.
22 Outsourcing - Trata-se de contratar uma entidade exterior à empresa para executar serviços não estratégicos (que não produzem valor acrescentado para os clientes), em vez de os produzir internamente. A grande vantagem reside na redução de custos que tal opção implica. Talvez ainda seja mais importante o fato de o outsourcing libertar mais tempo os executivos para se dedicarem mais às core competence (competências estratégicas) da empresa. O conceito nasceu na área das tecnologias de informação. Tem maior potencial de aplicação em indústrias dinâmicas, em que as pressões para cortes nos custos são mais intensas, nomeadamente nos grupos empresariais que pretendem seguir uma estratégia de integração vertical das suas atividades.
 23 Qualidade Total - Segundo o European Foundation for Quality Management (EFQM) os esforços para a qualidade total (TQM - Total Quality Management) são caracterizados pelos seguintes fatores: excelência nos processos; cultura de melhoria contínua; criação de um melhor relacionamento com os clientes e fornecedores; envolvimento de todos os trabalhadores; e clara orientação para o mercado. Os melhores exemplos da aplicação da gestão da qualidade total são as empresas japonesas, que ironicamente foram ensinadas nos anos 40 e 50 pelos mestres americanos Deming e Juran.
24 Reengenharia - Michael Hammer, ex-professor do MIT, é considerado o pai desta teoria inovadora e radical. Referiu-se pela primeira vez ao tema no artigo publicado em 1990 pela Harvard Business Review. Mas a consagração só chegaria três anos depois com o livro Reengineering the Corporation, escrito em parceria com James Champy. Para os autores, a reengenharia significa um redesenho radical dos processos de negócio com o objetivo de obter melhorias drásticas em três áreas: nos custos; nos serviços; e no tempo.
25 Time Based Competition - Consiste na redução do tempo de resposta às evoluções do mercado. Hoje as empresas devem fornecer ao cliente o que ele quer, no momento em que o deseja e não mais tarde, senão será a concorrência a fazê-lo. Segundo os autores do conceito, os norte-americanos George Stalk e Thomas Hout, do Boston Consulting Group, o controle do tempo é a chave para um bom desempenho da empresa. Na atual conjuntura de mudança só as empresas capazes de adaptar-se rapidamente podem conquistar quotas de mercado. O poder de reação da companhia deve ser estimulado em todos os campos: produtos; produção; distribuição; e serviço.


Por- Adm. Prof. Msc. Jorge Henrique Cavalcante - jorgenca.blogspot.com


Conheça 10 atitudes que podem sabotar a sua carreira

De acordo com as especialistas entrevistadas, a maioria dos problemas citados está relacionada com o comportamento do profissional
A falta de oportunidade de crescimento na carreira ou situações negativas que ocorrem com o profissional muitas vezes podem ser motivadas pela atitude da própria pessoa.
Para descobrir quais ações podem prejudicar a carreira, o Portal InfoMoney conversou com duas especialistas, a diretora-executiva da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Izabel de Almeida, e a headhunter da De Bernt Entschev, Lívia Falland. Elas apontaram 10 atitudes que podem ser consideradas sabotadoras. Confira:
  1. Ser individualista: pensar só em si e não saber trabalhar em grupo pode ser extremamente prejudicial à carreira, principalmente se o desenvolvimento do trabalho depender da colaboração de outros;

  2. Não ter disciplina: isso inclui chegar atrasado, não entregar o que foi pedido e não ter comprometimento e foco com o trabalho;

  3. Competitividade doentia: ultrapassa a competitividade saudável. O profissional faz de tudo para ser o melhor e isso pode incluir até “puxar o tapete” do colega. A competição é importante, mas é fundamental que haja um equilíbrio;

  4. Falta de ética: não saber guardar segredos da empresa e dos colegas e causar intrigas são algumas das atitudes consideradas antiéticas;

  5. Acomodação: permanecer na zona de conforto e não investir na carreira são consideradas atitudes muito prejudiciais. Vale destacar que, no ambiente corporativo, as mudanças ocorrem de maneira rápida;

  6. Não investir no próprio desenvolvimento: cursos de reciclagem, pós-graduação, conhecimentos em outras línguas, especialmente o inglês, são fundamentais para manter o profissional atraente ao mercado;

  7. Não cultivar a rede de relacionamentos: o networking deve ser tanto interno como externo (fornecedores e clientes) e incluir a rede de amizades, como ex-colegas de trabalho e de faculdade, entre outros;

  8. Não estar alinhado com a missão, visão e os valores da empresa: além de conhecer a missão, visão e os valores da empresa, o profissional deve considerá-los positivos, caso contrário, o trabalho não terá sucesso;

  9. Ser sempre insubordinado “rebelde”: ser contra todas as iniciativas e ideias da empresa é considerado uma característica negativa do profissional. O colaborador deve trabalhar a favor da empresa e não contra;

  10. Alimentar fofoca: fofoqueiros de plantão acabam com o clima da empresa e com as relações de trabalho.

    Como resolver

Se você se identificou com uma ou mais atitudes citadas acima, está na hora de mudar. Se houver dificuldade, uma dica é pedir o feedback para o gestor direto ou para alguém do departamento de RH (Recursos Humanos) da empresa. Se forem identificados problemas, Izabel, da Ricardo Xavier, aconselha que a pessoa busque ajuda. “Pode ser uma pessoa de confiança, um terapeuta ou trabalho de coach”, ressaltou.
http://www.administradores.com.br/ - Infomoney 
Já Lívia, da De Bernt Entschev, afirmou que alguns problemas podem ser solucionados no curto prazo, enquanto outros dependem de mais tempo. “Se for comportamental, a pessoa pode começar a mudança o quanto antes, mas é importante ter força de vontade”, disse.

sábado, 10 de setembro de 2011

As 100 melhores dicas de vendas

  1. Estabeleça por escrito seus objetivos em vendas;
  2. Você vai precisar de bons motivos: quais são seus sonhos?
  3. Conheça bem o seu produto ou serviço e empresas;
  4. Mantenha-se informado e atualizado, especialmente sobre o mercado que atua;
  5. Prepare-se antes de cada venda;
  6. Saiba sua taxa de conversão, registre os números de seu desempenho e avalie constantemente seus resultados;
  7. Invista em seu marketing pessoal;
  8. Cuide bem e verifique constantemente todos os materiais e recursos que precisará durante a venda;
  9. Organize-se: mesa, arquivos, cartões, mailings, pastas, relatórios, carro, etc;
  10. Planeje seu tempo e mantenha uma lista de prioridades diárias e uma agenda semanal;
  11. Trate seu cliente pelo nome, isso vai fazer uma grande diferença;
  12. Olhe nos olhos do seu cliente sempre;
  13. Demonstre alegria verdadeira e satisfação em atender seu cliente;
  14. Durante o discurso de vendas, preste atenção na reação do cliente;
  15. Tenha um discurso de vendas baseado na verdade. Fale sempre a verdade;
  16. Cumpra o que prometer;
  17. Estabeleça uma relação de confiança com seu cliente;
  18. Ouça com atenção o seu cliente, nunca o interrompa;
  19. Entenda verdadeiramente as necessidades do cliente;
  20. Saiba perguntar. Elabore perguntas inteligentes baseadas no seu roteiro de vendas;
  21. Ao invés de vender ao seu cliente, ajude-o a comprar;
  22. Procure falar em um ritmo agradável e similar ao seu cliente;
  23. Estabeleça acompanhamento constante, agregando valor ao cliente;
  24. Faça com que seu cliente sinta-se especial e valorizado;
  25. Ofereça e deixe claras as vantagens para seus clientes;
  26. Cada pessoa tem uma personalidade singular e características diferentes, entenda-as;
  27. Ofereça amostras grátis e ou demonstrações parciais de seu produto ou serviço;
  28. Efetive parcerias estratégicas que possibilitem prospectar e vender mais;
  29. Comece o dia com mensagens positivas e criando quadros mentais dos resultados que espera obter;
  30. Termine o dia com mensagens positivas e reveja quais os pontos que precisa melhorar;
  31. Tenha sempre programado um horário para seu lazer, especialmente com seus familiares;
  32. Mantenha sua rede de contatos ativa;
  33. Lembre-se que a maioria das vendas ocorre por fatores emocionais;
  34. Leia ao menos um livro inspirador ou de vendas por mês (no mínimo);
  35. Aprimore-se sempre, participando, mesmo que por conta própria de palestras de vendas, cursos e treinamentos;
  36. Esteja completamente familiarizado com os benefícios e vantagens de seu produto ou serviço;
  37. Desenvolva uma comunicação elegante, assertiva e inspiradora;
  38. Quando o cliente tiver uma objeção, ouça até o fim, concorde com ela e somente depois argumente de forma inteligente e precisa;
  39. Acostume-se com o “não”. Não se deixe abalar. Cada “não”, te leva mais próximo do “sim”;
  40. Selecione e saiba priorizar seus melhores clientes;
  41. Diferencie-se sempre. Pergunte-se “O que tenho feito para ser diferente?”
  42. Desenvolva estratégias para surpreender e encantar seus clientes;
  43. Procure estratégias para fidelizar seus clientes;
  44. Por qual motivo conceder desconto se o cliente não pediu?
  45. Trabalhe o preço “cheio” na mente do cliente durante um tempo antes de conceder desconto;
  46. Use a palavra “mais” ao falar dos benefícios e vantagens (ela soma) e cuidado ao usar a palavra “mas”, ela subtrai;
  47. Toda venda tem um tempo, aprenda a respeitar e entender este tempo não sendo incisivo demais;
  48. Porém, crie sempre o senso de urgência com inteligência;
  49. Explique objetivamente as dúvidas de seu cliente, nunca as ignore;
  50. Tome cuidado para não invadir a privacidade do cliente;
  51. Lembre-se que o seu cliente é um ser humano e não apenas um cifrão;
  52. Faça um elogio sincero antes da venda;
  53. Mantenha uma atitude mental positiva, antes, durante e depois da venda;
  54. Desenvolva e aprimore sua comunicação, sempre, sempre, sempre;
  55. Saiba que o corpo fala mais do que a voz e não mente, preste atenção aos sinais do corpo durante a venda;
  56. Convide seus clientes ou prospectos para um almoço ou café, o ambiente vai ficar mais leve;
  57. Em assuntos polêmicos, procure não se expor;
  58. Use estas palavras em seu discurso de vendas: garantido, rápido, fácil, simples, retorno, importante, novidade, exclusivo, importante, você e seu;
  59. Use depoimentos de clientes satisfeitos para mostrar ao seu cliente;
  60. Use métricas, números, embasamentos e pesquisas para gerar confiança;
  61. Use a internet a seu favor, de forma criativa e despertando a curiosidade das pessoas para que elas perguntem mais sobre o que você vende;
  62. Conheça a pirâmide de Maslow e venda mais;
  63. Muito cuidado ao utilizar as palavras “sempre” e “nunca” em vendas;
  64. Nunca espere o retorno do cliente, esta função é do profissional de vendas;
  65. Esteja disponível para seu cliente e se não estiver, retorne o mais rápido possível;
  66. Se questionado sobre a concorrência, forneça informações precisas mostrando e comparando as vantagens. Nunca fale mal da concorrência, apenas mostre no que você é melhor;
  67. Comprometa-se com os resultados dos seus clientes, fazendo um pós venda eficaz;
  68. Seja parceiro do seu cliente;
  69. Coloque-se no lugar do seu cliente: você aprovaria o que fala e faz?
  70. Não convença seu cliente, inspire-o; (Inspirar vem do latim, que significa soprar vida dentro);
  71. Um bom discurso fecha a venda por si mesmo. Evite técnicas de fechamentos “milagrosas”;
  72. Interesse-se genuinamente pelas pessoas e suas necessidades;
  73. Tenha foco. Foco é força, distração é destruição. Aonde vai seu foco, vai a sua energia;
  74. Mantenha um bom relacionamento com as pessoas de outros departamentos de sua empresa, você irá precisar deles, tudo e todos estão interligados;
  75. Ao final de cada apresentação de vendas, faça uma análise dos pontos fortes e dos pontos a serem melhorados e faça a lição de casa;
  76. Crie métodos para desenvolver sua paciência;
  77. Evite preocupações, elas roubam seu tempo, energia e criatividade;
  78. Aproveite o tempo de espera, tenha sempre em mãos um livro ou revista construtivos;
  79. Não deixe se intimidar pelo ceticismo, pessimismo e cinismo alheio. Você é muito mais do que isso;
  80. Aprenda a visualizar aquilo que quer de maneira consistente, sistemática e muito positiva;
  81. Sempre que tiver um problema, condicione-se a pensar em diversas soluções possíveis, por mais esdrúxulas que possam parecer;
  82. Ao invés de reclamar, seja pró ativo;
  83. Pressão em vendas geralmente é um fator normal, portanto acostume-se;
  84. Desenvolva sua flexibilidade, em vendas e na vida;
  85. Modele profissionais de vendas de sucesso, mas sem perder o seu próprio e único estilo;
  86. Procrastinar é um hábito sinônimo de fracasso, vale o dito popular: “Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje”;
  87. Compartilhe suas experiências e ouça com atenção as histórias de outros profissionais de vendas;
  88. Identifique o que impede seu sucesso em vendas, procure vivenciar estes fatores, decida e resolva ser o profissional de vendas que sempre desejou;
  89. Desenvolva maneiras de gerenciar melhor suas emoções (vale yoga, meditação e por ai vai);
  90. Eduque-se financeiramente: gaste menos do que ganha, poupe e aplique;
  91. Fazer o bem é sempre um ótimo negócio, portanto, procure beneficiar todos ao seu redor, especialmente seus clientes e prospectos;
  92. Adquira o hábito de agradecer, faça uma lista de tudo aquilo (e aqueles) que você é grato;
  93. Compreenda que não existe milagre em vendas: é necessário esforço diário, determinação com constância de propósito e muito trabalho;
  94. Seja honesto sempre. Este será o alicerce para o sucesso em vendas duradouro;
  95. Busque estar comprometido de corpo em alma com tudo o que fizer;
  96. Lapide seu espírito: reconcilie-se firmemente com sua fé, ore, medite;
  97. Acredite em você! Você pode fazer o difícil, você pode ser o seu melhor!
  98. Comemore suas vitórias, faça um programa diferente com a família ou amigos, dê-se um prêmio, permita-se a uma extravagância;
  99. Atitude é tudo. Pensar é fazer, portanto, faça. Comece agora mesmo!
  100. Tenha uma convicção inabalável de que irá conseguir e que merece o sucesso em vendas, pois você realmente merece!
E ótimas vendas!!!

Autor: Allynson Lymer -  http://www.artigos.biz/as-100-melhores-dicas-de-vendas/