quarta-feira, 4 de maio de 2016

O Emoji inspirado em uma obra de arte - e o significados desses símbolos

Alguns dos mais populares emojis – carinhas e símbolos que ajudam a expressar alegria, tristeza, surpresa ou decepção em nossas mensagens online – têm um significado ou uma história não tão óbvia por trás.
Esses significados ocultos começaram a ser pesquisados em 2013 pelo desenvolvedor de software australiano Jeremy Burge.
Como resultado de sua pesquisa, Burge criou a Emojipedia, uma espécie de dicionário de emojis no qual ele explica o que cada um deles representa, qual é sua aparência em cada plataforma de telefonia celular e desde quando eles existem.
Os emojis nasceram no Japão na década de 1990. Fabricantes de celulares como a Apple começaram a incorporar esses símbolos em seus telefones, até que eles passaram a ser usados por milhões de pessoas diariamente.
Membros da Unicode Consortium, a organização que padroniza códigos dos emojis no mundo inteiro, disseram à BBC Mundo que entre suas responsabilidades não está a de definir os significados dos símbolos.
Por isso o trabalho de Jeremy Burge é muito útil para quem quer saber o que há por trás dos símbolos que fazem parte da vida cotidiana moderna.
"Todos os emojis têm nomes oficiais. Este é um ponto de partida para saber o que os ícones significam", disse Burge à BBC Mundo. "Agora este é o meu trabalho em tempo integral". Veja abaixo algumas das descobertas mais interessantes de Burge:

1. Os três macacos 
Reprodução

Os emojis dos três macacos tapando os olhos, orelhas e boca, são os que ilustram os proverbio japonês "Não ver o mal, não ouvir o mal, não falar o mal", segundo Burge. A duas horas ao norte de Tóquio, no santuário xintoísta de Toshogu, construído na primeira metade do século 17, podem ser encontradas as esculturas com estes três macacos.
Geralmente os símbolos dos macacos são usados em tom de brincadeira para dizer que alguém não quis ver, escutar ou falar alguma coisa. O terceiro deles, o que tapa a boca, se usa às vezes também como promessa de guardar um segredo.
Apesar de não atribuir nenhum significado a eles, a Unicode Consortium incluiu o provérbio no nome oficial desses emojis: "See-no-evil-monkey", "Hear-no-evil-monkey" e "Speak-no-evil-monkey" ("O macaco que não vê o mal", "O macaco que não ouve o mal" e "O macaco que não fala o mal", em tradução livre).

2. As coelhinhas 
Reprodução

O significado do emoji das duas mulheres com orelhas de coelho pode ser bem óbvio no Japão: lá, as mulheres com orelhas de coelhos são sinônimo de sensualidade. Segundo a Emojipedia, estas mulheres também podem ser vistas como um Kemonomimi: algo que, no mundo da animação japonesa é definido como um humano com características animais.
Hoje, esse emoji é frequentemente usado para expressar alegria ou diversão entre meninas ou grupos de amigas.

3. Código 
Reprodução

O emoji do cadeado com a chave tem algo escondido. Quando se amplia a imagem é possível ler um código na chave: UM242. Segundo a Emojipedia, esse código pertence a um tipo de chave real, criado pela empresa de design americana Herman Miller.
A empresa nasceu no Estado do Michigan no início do século 20 e produziu móveis e peças que se transformaram em clássicos de design para casas e escritórios.

4. A mensagem do livro: 'Isto é para os loucos' 
Reprodução

Jeremy Burge garante na Emojipedia que o símbolo do livro aberto de capa azul tem uma mensagem, originalmente em inglês.
"Isto é para os loucos. Os desajustados. Os rebeldes. Os criadores de caso. Os que são peças redondas nos buracos quadrados. Os que veem as coisas de forma diferente. Eles não gostam de regras. E eles não têm nenhum respeito pelo status quo."
O texto é parte da famosa campanha de publicidade da Apple Think Different ("Pense diferente", em tradução livre), lançada no fim dos anos 90. O emoji do livro foi lançado em 2010. Sobre esse emoji, a Unicode disse à BBC Mundo que a organização não tem nada a ver com a Apple.

5. O grito 
Reprodução

O pintor norueguês Edvard Munch não poderia imaginar que o personagem anônimo de sua famosa obra O Grito estaria nas mãos de pessoas espalhadas pelo mundo todo mais de cem anos depois.
O emoji de uma pessoa gritando com expressão de horror e mãos nas bochechas foi inspirado no quadro de Munch. A página da Unicode Consortium inclui o nome do artista nas etiquetas para localizar o ícone.
Algumas versões dos aparelhos da Samsung acrescentam um fantasma saindo da boca do emoji. A pintura O Grito data do fim do século 19 e existem quatro versões dela. O emoji existe desde 2010.

6. Data importante 
Reprodução

O emoji do calendário traz a data 17 de julho, que coincide com o dia em que Steve Jobs apresentou o aplicativo exclusivo de calendário para Macs, o iCal, na MacWorldExpo de 2002. Desde 2014 essa data também é o Dia Internacional do Emoji, criado pelo próprio Jeremy Burge.
"Achei que o dia 17 de julho seria uma data perfeita para comemorar", disse Burge à BBC Mundo. O símbolo do calendário foi lançado em 2010.

7. Fezes 
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O emoji em forma de fezes parece, segundo a Emojipedia, um sorvete de chocolate. Geralmente ele é usado para fazer piada com alguém. Mas, segundo a cultura japonesa, é um símbolo de boa sorte.

8. Ogro e duende japoneses 
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O emoji vermelho com dentes separados, chifres e cabelo desarrumado se chama ogro japonês, segundo a Unicode. Ele representa um ogro chamado Namahage. Durante a noite de Ano Novo no noroeste do Japão, frequentemente são usadas máscaras com esse rosto. 
A lenda afirma que o ogro sai para buscar crianças que tenham se comportado mal e também para afugentar os espíritos malignos das casas. 
A máscara vermelha com sobrancelhas grossas e expressão assustadora é um duende japonês, segundo informações da Unicode. As duas criaturas são usadas pelos usuários do WhatsApp desde 2010.

9. Rezando?
Reprodução
  

As mãos juntas são frequentemente usadas como um símbolo de oração, para pedir algo com "fé" ou até para o famoso "toca aqui" ("high-five"). Em alguns celulares o emoji aparece até com raios de luz em volta. Na cultura japonesa, as mãos juntas são usadas para pedir desculpas ou agradecer.

10. Cara de sono 
Reprodução

Este emoji parece expressar uma pequena tristeza. Mas essa não é a mensagem original. Na verdade o ícone representa uma cara de sono, e a gota que sai dela é uma bolha de muco ou baba, de acordo com a Emojipedia. A Unicode chama este emoji de "Sleepy Face" ("cara sonolenta").
Os personagens de anime e mangá frequentemente recebem o desenho de uma gota parecida no rosto para indicar que estão dormindo.
Copiado:http://tecnologia.uol.com.br/noticias/bbc

terça-feira, 3 de maio de 2016

O Explícito e o Tácito



“Diga-me e eu esquecerei.
Mostre-me e eu lembrarei,
Envolva-me e eu entenderei.”
Confúcio (551-479 A.C.)

Num certo período de minha vida (1975-81) trabalhei na Cia. Aços Especiais Itabira. Naquela época a empresa utilizava a APO (Administração por Objetivos), que era uma concepção de trabalho por metas muito moderna (foi criada por Peter Drucker e levada ao Japão em 1970). Foi o sistema antecessor do Gerenciamento pelas Diretrizes que foi criado no Japão exatamente para compensar os pontos fracos da APO. Lembro-me que uma das metas do Diretor de RH era “dar X treinamentos para o pessoal de chefia”. Era treinamento que não acabava mais...
Eu era muito verde nas coisas do gerenciamento, mas um fato já me incomodava: era nítido que a maior parte daquele treinamento era inócua. Após os cursos, voltávamos ao trabalho e as coisas permaneciam exatamente como eram antes. Nada mudava. O descrédito chegou a tal ponto que para se levar os executivos ou técnicos da empresa a um treinamento era preciso a intervenção direta do Diretor de RH ou do Presidente. Parece que este foi um fenômeno generalizado, pois até hoje assisto à certa resistência a treinamentos dentro das empresas.
Hoje, mais experiente nas coisas do gerenciamento, vejo que nos faltava consciência das diferenças entre Conhecimento Explicito e Conhecimento Tácito.  
O Conhecimento Explícito é aquele que pode ser expresso em palavras e/ou números e pode ser facilmente comunicado às pessoas. As pessoas que assim aprendem podem ou não ter a iniciativa de assumir o risco de aplicar estes conhecimentos. Isto irá depender do tipo de pessoa, suas limitações pessoais, as limitações da própria empresa ou das dificuldades inerentes ao processo em que este conhecimento será utilizado. Minha experiência de vida mostrou que a inércia em se aplicar um conhecimento explícito na prática é enorme. É um abismo a separação entre o “teórico” e o prático. É nesta hora que entra o consultor da FALCONI Consultores de Resultado. Nós nos vemos como as pessoas que pegam o cliente pelas mãos e “fazem junto”, dando segurança e assumindo, conjuntamente, a responsabilidade pelos resultados, de tal forma a quebrar aquela inércia e fazer as coisas acontecerem na direção certa. A FALCONI ocupou de forma competente e sensível este nicho de mercado e temos crescido vigorosamente neste sentido tendo formado, nos últimos anos, a maior equipe de consultores com esta experiência na América Latina.
O Conhecimento Tácito é pessoal e difícil de ser formalizado ou expresso sob a forma de palavras ou números e, portanto, praticamente impossível de ser comunicado a outros. A origem deste conhecimento é a experiência e a ação e depende muito dos ideais, valores e emoções de cada um. Lembro-me de 1993 quando tivemos um de nossos gigantescos Seminários de Desdobramento da Qualidade no Hotel Transamérica em São Paulo. Naquele ano convidamos como palestrante principal o Sr. Takahashi, membro do Conselho da Toyota no Japão. Ele fez questão de trazer junto consigo um jovem funcionário da Toyota que frequentou todos os eventos, inclusive nosso almoço solene, e nada falou o tempo todo. Hoje entendo que patrocinamos a formação de um futuro executivo da Toyota do Japão. Aquele jovem estava aprendendo, na prática, através de seus sentidos, como deve se comportar um Diretor de empresa num evento daquela natureza. O Conhecimento Tácito pode, portanto, ser transmitido pelo exemplo, sem palavras, como nós fazemos todos os dias, dentro de casa, com nossos filhos.  
O Consultor da FALCONI adquire e transmite Conhecimento Tácito o tempo todo durante seu trabalho nas empresas, mesmo sem sentir. Nós entendemos que nossos clientes são para nós alunos e professores ao mesmo tempo. Ensinamos e aprendemos. Ensinar e Aprender é um de nossos valores.     

Resumindo: Conhecimento Explícito é a descrição de como se anda de bicicleta, a pressão a ser utilizada nos pneus, os cuidados na rua, as leis do transito, onde é o freio, etc. O Conhecimento Tácito é sair andando, cair, levantar e, por meio dos sentidos, aprender.
O “Centro de Pesquisas” em Ciências Gerenciais é o interior das empresas! Temos hoje na FALCONI muitas empresas que compõem o nosso “Centro de Pesquisas” onde ensinamos e aprendemos. Nós enxergamos nossos clientes como uma grande oportunidade de aprendizado e crescimento para cada um de nós. Estamos o tempo todo lendo, estudando, ensinando e aprendendo para que possamos aumentar o nosso ativo de Conhecimento Explícito. No entanto, só somos verdadeiras autoridades em nosso ofício por meio da prática dentro de nossos clientes. Pela aquisição do Conhecimento Tácito no dia a dia e pela prática do Conhecimento Explícito, criamos conhecimento novo e nos esforçamos para torná-lo explícito através de novos livros, publicações, cursos, consultorias, etc. É desta maneira que criamos dentro da FALCONI um grupo de pessoas verdadeiramente revolucionário nas coisas da gestão empresarial. Pessoas que escrevem e ensinam aquilo que sabem fazer.
Já vejo isto acontecer e sinto profunda alegria e esperança. Estamos construindo uma máquina fantástica para o Brasil. O futuro dirá.
Por: https://www.linkedin.com/pulse

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Algumas Características da Função Logística

Após a Revolução Industrial as primeiras manufaturas já se deparavam com questões complexas como aquisição de matérias-prima, planejamento de produção e distribuição física de seus produtos e, por esse motivo, as modernas organizações não deveriam considerar a Logística Empresarial como sendo algo inovador.
Entretanto, o reconhecimento da necessidade de estruturação desta função nas empresas é um tema bem atual, pois as organizações militares foram a primeira forma de organização humana a considerar a importância do planejamento em níveis estratégicos, táticos e operacionais da função logística.
Sob o comando de Napoleão Bonaparte, seus soldados foram mortos na Rússia (1812) em sua maioria por inanição e frio, pois em vez de desferir golpes de baioneta o exército inimigo limitava-se a queimar plantações e impedir o acesso dos franceses a comida e abrigo.
Desde então, o planejamento de suprimentos vem sendo vital para o sucesso das operações militares. Ainda hoje, com a sofisticação das práticas militares, as grandes potências armadas são capazes de deslocar verdadeiros arsenais através de milhares de quilômetros e tem formalizada e prestigiada, a função logística em sua organização.
Antes de 1950, a função Logística nas empresas estava totalmente indefinida e os conflitos de gerenciamento eram inevitáveis, pois as empresas fragmentavam a administração de atividades chave em Logística. Ou seja, o transporte era encontrado sob o comando gerencial da produção e o processamento de pedidos era controlado pela área de finanças ou de vendas. Isso resultava em conflito de objetivos e de responsabilidades para as atividades logísticas
Dessa forma, foi somente após a década de 50 que as organizações começaram a perceber a necessidade de desenvolver operações desde a concepção até a venda de seus produtos e, diante disso, a administração da cadeia de suprimentos de uma organização passou a ser a definição mais moderna do papel desta função.
Vale ressaltar que as evoluções na tecnologia da informação, nas telecomunicações e a crescente disponibilidade de computação a um baixo custo, foram importantes catalisadores, desta onda de transformações vivida na Logística: _ a integração das cadeias de suprimento
Nesta cadeia formada por uma sucessão de clientes e fornecedores há um fluxo contínuo de materiais e informações, visando o atendimento das demandas do mercado consumidor final.
Atualmente, a palavra de ordem entre os gestores empresariais é a continuada busca pela criação e manutenção da vantagem competitiva, que é uma medida dinâmica e relativa da sua capacidade de satisfazer, superando as expectativas de seus clientes de forma eficaz, garantido assim lucros progressivos e uma crescente valorização do negócio.
Portanto, para o sucesso de uma organização é preciso o conhecimento do modelo de expectativas do mercado e, em última instância, o seu atendimento, diminuindo ao máximo, a lacuna existente entre o que é entregue e o que é demandado.
Em um ambiente de grande competição e fronteiras cada vez mais distantes, as empresas percebem que muitas expectativas de seus clientes – tais como prazo de entrega, prazo de validade e disponibilidade imediata – estavam intimamente ligadas à qualidade dos seus serviços logísticos.
Em nosso país, que apresenta carência de condições infra-estruturais, como estradas e portos, com uma economia que ainda inspira certos cuidados, as empresas operam como em um jogo de xadrez, onde as peças são produtos, matérias primas, informações e recursos.
Portanto, a empresa que melhor conseguir mover suas peças neste enorme tabuleiro, poderá marcar pontos sob forma de lucros para seus acionistas.
Por   - http://www.artigonal.com/

sexta-feira, 29 de abril de 2016

19 Sites Gratuitos - Procurar Empregos

Achar um emprego pode ser uma atividade bem desgastante: enviar currículo para diversas empresas, procurar vagas abertas, conferir pré-requisitos, salário e localização, comparecer a entrevistas. 
Para facilitar esse processo, alguns sites aproximam candidatos em busca do emprego ideal e recrutadores à procura do candidato adequado.
As empresas a seguir oferecem serviços gratuitos de visualização de vagas e cadastro de CVs, além de fazer indicações para empresas. 

Confira.
CIEE - http://www.ciee.org.br/
O Centro de Integração Empresa-Escola funciona a 45 ajudando alunos a ingressarem no mercado. No ar a bem menos tempo, o site funciona como um portal de serviço para alunos e instituições parceiras.
Empregos.net - http://www.empregos.net/
O site oferece serviços de busca de empregos e cadastro de currículos gratuitamente. Para manter suas informações no site, é necessário atualizá-las pelo menos uma vez a cada seis meses.
Vagas - https://www.vagas.com.br/
O Vagas é outro site que conquistou respeito na área de carreira com seus serviços de cadastro de currículos e pesquisa de vagas gratuitos.
Guia do Emprego - http://canaldoensino.com.br/
O site disponibiliza de forma gratuita grande quantidade de informações e dicas valiosas para interessados em Empregos e Estágios.
CEAT - http://www.catpr.org.br/
O Centro de Atendimento ao Trabalhador pode não oferecer muitas vagas eoportunidades em tecnologia, mas é uma boa opção para quem quer arranjar uma vaga no mercado.
Curriculum - http://www.curriculum.com.br/
Com mais de 50 mil vagas anunciadas, o site oferece cadastro gratuito e envia por e-mail as últimas oportunidades de emprego na área do usuário.
Manager - http://www.manager.com.br/
As oportunidades publicadas pelo site são direcionadas à área administrativa. O serviço é gratuito pelo período de sete dias.
CV Engenharia - http://www.cvengenharia.com.br/
O site é voltado para quem busca vagas relacionadas à área da engenharia. O candidato pode acessar as oportunidades e enviar o currículo gratuitamente.
Emprego Certo - http://empregocerto.uol.com.br/
Oferecido pelo UOL, o site filtra as vagas por área, região e cargo. O usuário pode utilizar o serviço gratuitamente por sete dias.
Trampos.co - http://trampos.co/
As vagas são voltadas para as áreas de comunicação e tecnologia da informação. Não é preciso estar cadastrado para conferir as oportunidades disponíveis, somente para concorrer às vagas.
BNE - http://www.bne.com.br/
Cadastre seu currículo grátis no BNE – Banco Nacional de Empregos! São milhares de vagas e empregos surgindo a todo momento com diversas empresas
RH Link - 
Conheça o mas novo site de empregos gratuito do Brasil. Serviços de cadastro e busca de vagas de emprego e curriculum. (Este site deixou de exibir o conteúdo. Atualizado em 16/12/2015)
InfoJobs - http://www.infojobs.com.br/
Com 10 milhões de candidatos cadastrados, o site oferece serviço gratuito aos usuários que desejam se candidatar a alguma vaga e gerenciar a sua carreira online.
Trabalhando.com - http://canaldoensino.trabalhando.com/
O site conta com mais de 370 mil vagas de emprego na América Latina, Espanha e Portugal e oferece cadastramento gratuito.
Indeed - http://www.indeed.com.br/
O usuário pode se cadastrar de forma gratuita nas mais de 65 mil novas vagas de emprego publicadas na última semana.
Ce Viu - http://www.ceviu.com.br/
Atualmente conta com mais de 16 mil empresas cadastradas e disponibiliza oportunidades na área de informática. O cadastro pode ser feito gratuitamente.
Catho - http://www.catho.com.br/
Um dos sites mais conhecidos do ramo, o Catho permite anunciar o currículo gratuitamente por sete dias. O usuário tem a opção de importar dados do Facebook ou do LinkedIn.
Profissionais TI - https://www.profissionaisti.com.br/
O portal Profissionais TI é uma boa indicação para profissionais que desejem encontrar vagas de emprego disponíveis na área.
APInfo - http://www.apinfo.com/apinfo/
Disponibiliza um enorme banco de dados com vagas para a área de informática, como programação, desenvolvimento de sistemas, TI, etc.
Indeed - http://www.indeed.com.br/
O site reúne milhares de vagas anunciadas em centenas de sites de empregos, jornais, empresas e agências de recrutamento.
Aproveite e até logo!
Copiado: http://canaldoensino.com.br/

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Como Foi Inventado o Impeachment

A história do instituto do impeachment inclui um barão medieval, testamenteiro do rei e traidor, o castelo onde nasceu uma santa e até um baixinho mulato invocado, nascido no Caribe, mas que ainda assim foi parar na nota de dez dólares.
Em 28 de abril de 1376, a Inglaterra não tinha rei. O futuro Eduardo II era jovem demais para assumir o trono. O príncipe era bisneto de João Sem Terra. Aquele mesmo, irmão de Ricardo Coração de Leão, inimigo nas lendas de Robin Hood. E, de forma mais ou menos similar à lenda, na ausência de um rei quem governava a Inglaterra era outro príncipe João, seu tio. 
A Magna Carta, primeiro arremedo de constituição, era coisa nova. O documento, que limitava os poderes do rei, fazia certas exigências. Para lançar uma arrecadação de impostos, por exemplo, sua majestade precisava antes formar um Parlamento. Só que, uma vez convocado, o Parlamento poderia se meter nos desígnios reais. Conceito muito inovador para a Idade Média. O príncipe João não era nada popular e havia anseio para que Eduardo II chegasse ao trono. João não queria convocar os barões para ocupar a Câmara. Temia suas decisões. Mas precisava de dinheiro. Então convocou-os. 
Não era um conselho fixo, só se reunia a pedido do rei, mas aquele conjunto de nobres que chegou a Londres em 28 de abril foi incomum. Marcou época. Vieram dispostos a fazer uma limpeza no conselho real. Entraram para a história como o Bom Parlamento.
 Foram estes homens que procederam com o primeiro impeachment da história. A vítima: William Latimer, quarto barão Latimer. Testamenteiro do rei Eduardo I, acusado de corrupção. Vendera sem autorização, por exemplo, o Castelo de Saint-Sauveur de volta para os franceses. (Foi neste castelo que nasceria santa Catarina de Santo Agostinho, uma das primeiras colonizadoras de Québec.)
 Nobres nunca eram condenados a nada. Isso começou a mudar com a Magna Carta e para eles é que nasceu a ideia de impeachment. O instituto não poderia ser aplicado ao rei. Mas o colegiado de nobres tinha autorização de condenar um de seus pares. Uma maneira primitiva de aplicar justiça a gente com poder.

Impeachment democrático

O nosso impeachment é bastante posterior. E sua história começa numa barraca da Guerra Revolucionária que daria aos EUA sua independência. Nela está o general George Washington e, a seu lado, um rapaz de vinte anos de pele um tanto escura. É muito lido, o rapaz, até brilhante. Nascera no Caribe, criado em Nova York e sua mãe, diziam os rumores, gostava de passar a noite na companhia de seus escravos. Por isso o marido se divorciou. 

O jovem ajudante-de-ordens de Washington galgaria muitos degraus e, estourado como só, faria muitos inimigos. Era do tipo que se metia em duelos. (Até morreu num.) Do tipo que tinha tudo para virar presidente. Mas nunca o foi. Venceu-o nessa disputa seu principal inimigo intelectual, Thomas Jefferson.
 Chamava-se, o rapaz, Alexander Hamilton.
 Hamilton, nos anos anteriores à Constituição Americana, ajudou a escrever uma série de panfletos anônimos que muito influenciariam o debate sobre aquele país. Estavam, coletivamente, inventando o que ia ser uma república. Como se faz uma democracia. E, num dos panfletos, o Federalist Paper de número 65, Hamilton foi buscar na Inglaterra o conceito primitivo de impeachment.

 Imaginar um sistema de governo inteiro não é trivial e ele tinha um problema por resolver: como se faz quando é necessário expurgar um governante? Quando, de alguma forma, o governante quebra a confiança popular? “O julgamento destes casos”, ele escreveu, “não vai falhar em agitar as paixões da comunidade e dividir o povo em partidos.” De início, se perguntou se não seria um caso para a Suprema Corte. Decidiu que não. Colegiado pequeno. Para julgar o presidente era preciso mais gente. Mais cérebros. Escolheu, para o julgamento, o Senado. 
A Casa mais sofisticada do Congresso. Havia outro argumento: o impeachment não aplica penas comuns ao mundo jurídico. Não há multa ou prisão. A pena é a cassação dos direitos políticos. Fazia sentido, então, uma corte política.
 Hamilton cogitou unir, em sessão conjunta, Senado e Suprema Corte. Preferiu trazer o chief-Justice, equivalente ao presidente do Supremo, para presidir o julgamento dos senadores.
 Alexander Hamilton, o homem cujo rosto aparece na nota de dez dólares, compreendia que um julgamento no Senado seria um julgamento político. “Causa para impeachment”, diria bem mais do que um século depois o deputado Gerald Ford, “é qualquer uma que a Câmara decida justificável.”
 Ford terminaria na presidência substituindo Richard Nixon.
 O método inventado pelos ingleses medievais para punir nobres foi adaptado por Alexander Hamilton para o presidencialismo. O Brasil simplesmente o copiou. Os representantes do povo, deputados federais, aceitam uma acusação e a apresentam para o Senado. O Senado escolhe julgar ou não, aí convoca acusação e defesa, com o presidente do Supremo no comando. Um julgamento que, na concepção de seu inventor, devia ser político.

E o impeachment no Brasil?

Quem vê as autoridades da República, de um lado e do outro, com muitas convicções pode até deixar-se enganar. Mas o impeachment tem muitas penumbras, indefinições.
 Ele sempre existiu, em todas as constituições republicanas. Aqui está um resumo (PDF) do que dizem os especialistas que mergulharam em nossa jurisprudência. O que fez isso mais recentemente foi Paulo Brossard, ex-ministro do Supremo. Publicou um texto em 1992. 
Concordava com Hamilton:
“Entre nós, porém, como no direito norte-americano e argentino, o impeachment tem feição política, não se origina senão de causas políticas, objetiva resultados políticos, é instaurado sob considerações de ordem política e é julgado segundo critérios políticos, julgamento que não exclui a adoção de critérios jurídicos.”
  Há quem discorde...

Por: Colunista de O Globo e O Estado de São Paulo - https://www.linkedin.com/pulse

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Faturamento X Gestão

Como dizia minha avó, não se deve confundir alhos com bugalhos. É mais ou menos isso que fazem muitos empresários ao misturarem faturamento com recebimento. E esta confusão pode ser fatal para os negócios.

Em meus treinamentos sempre pergunto aos participantes, o que tira dinheiro das empresas, e a resposta vem facilmente: despesas fixas (água, energia, telefone, aluguel, salários e encargos) as variáveis (impostos, comissões). Portanto este conceito é mais ou menos solidificado e não trás grandes problemas.

Mas quando a pergunta é: O que coloca dinheiro na empresa? É ai que as coisas começam a se complicar, porque fatalmente vem a resposta: –FATURAMENTO.
Ledo engano, faturamento não coloca dinheiro na empresa, faturamento é apenas uma expectativa de recebimento, que é o que coloca efetivamente dinheiro na empresa.

Estranhamente a grande preocupação da maioria dos empresários é com o faturamento, tanto é que se vende em 7, 8, 9 e até em 10 vezes, além de em muitas ocasiões não se preocupar com a qualidade do crédito concedido, fazendo a venda sem ao menos consultar os órgãos de proteção ao crédito.

Além disso, é necessário se considerar que além do prazo dado para o recebimento, corre-se o risco deste valor do faturamento não ser recebido na data, ou de nem ser recebido, pois existe o FATOR INADIMPLÊNCIA que muitos se esquecem.

Esta confusão acaba levando muitas empresas a se socorrerem de créditos bancários para honrar seus compromissos, uma vez que na maioria dos casos os pagamentos acabam tendo um prazo menor para serem honrados dos que os recebimentos, esta defasagem provoca um buraco no caixa que tem que ser coberto de alguma forma, e na maioria das vezes é com crédito bancário na forma de capital de giro ou de antecipação de recebíveis.

Não se deve esquecer que qualquer uma destas formas de compensação do fluxo de caixa tem custos, e estes custos não são baixos, e dificilmente se consegue repassá-los aos preços cobrados.

Portanto é necessário focar também no recebimento e não apenas no faturamento. Vendas saudáveis, com consulta aos órgãos de proteção ao crédito, vendas com emissão de nota fiscal e comprovante de entrega, com assinatura de contrato e nota promissória, se for o caso. Enfim resguardar-se na forma da lei, para que tenha segurança na venda. Além disso, vendas com prazos menores procurando adequar o seu prazo de recebimento ao prazo de pagamento dos seus fornecedores, e no caso de venda a prazo procurar repassar estas vendas para uma financeira, que pague o valor a vista e fique com o risco do crédito.

Entender que faturamento não quer dizer recebimento, que faturamento não significa dinheiro em Caixa, que é melhor muitas vezes abrir mão de uma venda ruim e ficar com a mercadoria para que ela possa ser utilizada numa venda saudável é uma prática muito melhor do que simplesmente vender por vender. Metas de faturamento são simples de serem batidas, o ideal são metas de faturamento saudáveis com recebimentos e lucratividade.

Mudar esse foco é muito difícil, mas é um trabalho diário que o empresário deve fazer; transformar faturamento em resultado este deve ser o objetivo.

Fonte: http://mrfranca.site.com.br/ Marcos Roberto Rodrigues

terça-feira, 26 de abril de 2016

Placas de Banheiro Criativas em Bares pelo Mundo Afora

placas-de-banheiro-criativas_9Sanitários são uma das invenções mais úteis da humanidade, e isto é ainda mais evidente quando estamos extremamente apertados. Depois que começaram a dividir os banheiros entre feminino e masculino, por muitos anos os banheiros ganharam simples placas de identificação com indicações padrões que determinam o gênero, mas donos de bares e restaurantes que possuem cérebros inteligentes resolveram melhorar o cenário, decidiram que banheiros merecem mais do simples placas de identificação.
O único problema é que algumas destas placas são tão criativas que você terá que pensar um pouco até descobrir em qual porta deverá entrar, o que com certeza não é muito prático quando estamos apertados. De qualquer maneira são placas tão criativas que mereceram uma lista só pra elas. Estas aí da imagem de cima são só duas delas. Veja todas as outras a seguir:
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Copiado: http://rockntech.com.br/