segunda-feira, 11 de abril de 2016

13 Técnicas Infalíveis Para Conseguir Estudar Concentrado


1 – Não espere virar um grande leitor de um dia para o outro. Antes de tudo, cuide do seu estado mental e tenha noção de que estudar bem é um processo que melhora de um dia para o outro. Então se hoje você não se julga muito bom, talvez daqui a uma semana a coisa esteja melhor.


2 – Se quer que sua leitura seja produtiva de verdade, desapegue daquilo que possa tirar a sua atenção. Deixe o celular de lado, desligue a TV e nem pense em ler enquanto, no computador, há uma aba do Facebook tentando a sua concentração. Cada vez que você interrompe a leitura para fazer outra coisa, seu cérebro perde o fio da meada. Ele estava concentrado em uma coisa específica, e vai ser difícil recuperar a concentração de novo.

3 – Sabe aquela coisa de “um dia frio, um bom lugar para ler um livro”? Leve a sério a questão do bom lugar e escolha um local tranquilo, sem muito barulho nem fluxo de pessoas. Bibliotecas são sempre amigas.


 4 – Não vale simplesmente se jogar em um canto e ler. É importante prestar atenção na postura e, nesse sentido, nada melhor do que ler sentado, com a coluna retinha, o joelho dobrado a 90 graus e evitando deixar a cabeça muito baixa. Ler deitado, por exemplo, não é uma boa ideia.


5 – Por mais que você tenha o cérebro de um mestre samurai, a concentração vai embora mais cedo ou mais tarde. Depois de 50 minutos de leitura, faça um intervalo de uns 10 minutos. Essa pausa serve para que você se levante, faça uns alongamentos, ande um pouco, vá ao banheiro, tome um copo de água.

6 – Todos nós temos um período do dia durante o qual nos consideramos mais produtivos, certo? Então é nesse período que você deve estudar. Seu relógio biológico pode ser um ótimo aliado.
7 – Algumas pessoas recorrem à chamada “leitura dinâmica”, que nada mais é do que um método para quem busca ler melhor. A técnica indica medidas como acompanhar a leitura com a ajuda dos dedos ou estipular metas de tempo de leitura, assim você pode chegar ao final da página e checar seu progresso de outra maneira. Isso não vale para tudo, é claro, pois algumas leituras são mais complexas do que outras e exigem releituras e maior concentração.

8 – Mantenha o foco no texto, concentre toda a sua mente nas páginas que estão diante de você. Depois que você atinge um bom nível de concentração, sua leitura será mais rápida e eficiente.

9 – Faça marcações no texto, sublinhe, rabisque, anote. Vale usar marcadores de cores diferentes também.

10 – Uma das dicas para absorver bem o conteúdo do texto é fazer uma leitura rápida dele, primeiro. Depois, na segunda leitura, com mais calma e foco e fazendo anotações, você vai entender o conteúdo com mais facilidade, com certeza.

11 – Uma das maneiras mais eficientes de aprender algum conteúdo é ler sobre ele e resumi-lo. Vale lembrar que resumir é falar sobre o que você acabou de ler com as próprias palavras, e não apenas selecionar trechos. Pense no resumo como uma maneira de explicar a alguém a informação que acabou de chegar até você. Se você conseguir explicar, é porque entendeu.

12 – Busque por exemplos sempre que possível. Em alguns casos, passamos a entender melhor um assunto quando o vemos aplicado na prática. Nem sempre é possível conseguir um exemplo tangível, mas dá para procurar ocasiões nas quais determinados conceitos foram usados. Aí tudo fica mais fácil de ser entendido.

13 – Sabia que 50% do que você ouve fica gravado em sua memória por apenas três dias? É por isso que, se você quer fixar um conteúdo em sua cabeça, o ideal é fazer anotações e revisões com frequência –  quando fazemos isso, a porcentagem sobe para 90% durante os mesmos três dias. Já as revisões e anotações fazem com que 70% dessas informações fiquem gravadas em nossa mente para sempre, conforme explicou José Roberto Lima à Info.


Copiado: http://vocenaosabiaquett.blogspot.com.br/

quarta-feira, 6 de abril de 2016

Diagrama da Arrumação do Guarda Roupa



Guarda roupa “entulhado” é um tema que, infelizmente, parece nunca sair de moda! Seja por apego emocional ou por falta de vontade de organizar, o coitado é assunto recorrente quando se trata de arruma



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DICAS PARA ESTABELECER A GESTÃO DE RISCO NA SUA ORGANIZAÇÃO

Qualquer organização já́ estabelecida tem uma cultura de risco instalada. Então, a primeira coisa a fazer antes de mudá-la é saber como ela anda. 

Defina os elementos culturais desejáveis e identifique os potencialmente adversos junto à alta administração. 

A seguir, verifique como os colaboradores percebem esses elementos. 
Por exemplo: 
  • Elas acham que há liberdade para relatar situações de risco sem sofrer retaliações? 
  • Elas conhecem os riscos inerentes ao negócio? 
  • Elas sabem qual é o grau de autonomia que se espera delas? 
  • Elas acham que os lideres estão preparados para lidar com riscos?

Diversas metodologias estão à disposição para medir os elementos culturais de risco e avaliar como anda a cultura de risco da organização, tais como:

  • Pesquisa especifica de cultura de risco (pode ser na forma de survey ou por meio de entrevistas);
  • Incorporação de questões sobre percepção da gestão de risco na pesquisa de clima ou na pesquisa de valores;
  • Criação de grupos focais interfuncionais;
  • Estudo do comportamento das pessoas, com base na analise do histórico de desvios, incidentes e outras manifestações reais de risco que a organização experimentou.
Como segundo passo, deve-se diagnosticar se a organização possui bolsões de cultura inconsistente e identificar as causas dessa discrepância, tais como: 
  • estrutura local excessivamente autocrática, 
  • acomodação em zona de conforto, 
  • ausência de sistemas locais para sensibilização e estimulo etc.


Por fim, e sempre com o aval da alta administração, na terceira fase, você̂ deve tentar interferir nos elementos culturais que descolaram do que se pretende como cultura de risco da organização. 

Essa ação é importante, contudo, não é trivial. O remédio tem de ter dose certa, não pode ser pior do que a “doença”. Mudanças culturais devem ser feitas com a devida cautela, com a compreensão da dinâmica e do equilíbrio dos sistemas envolvidos.

A linha de ação geralmente passa por:

  • Revisar os valores da organização e o método para sua disseminação;
  • Reposicionar a tolerância do sistema de liderança a determinados tipos de risco e deixar claro o novo posicionamento;
  • Efetuar mudanças cirúrgicas na estrutura organizacional;
  • Revisar a espinha dorsal da trilha educacional, que vai desde a integração de novos colaboradores até o aprimoramento dos lideres, para fortalecer o tal “estado de alerta”, ou seja, para desenvolver a sensibilidade ao risco mesmo em ambiente de rotina.
Seja qual for a etapa da gestão de risco em que a sua organização esteja colocando foco no momento, é altamente recomendável a realização de benchmarking. 

Gestão de risco é um processo gerencial bem praticado em vários setores empresariais no Brasil e há fartura de bons exemplos de iniciativas de ajuste da cultura de risco. 

Dica importante: Não há necessidade de buscar organizações do setor em que atua. O processo gerencial de gestão de risco tem a vantagem de ser comparável ao de qualquer tipo de organização. Por exemplo, os grandes bancos brasileiros são muito competentes nessa área e têm processos já́ refinados de fortalecimento da cultura de risco. 

É sempre bom lembrar que benchmarking exige planejamento e preparação: defina previamente quais são os postos-chave da visita à outra organização e envie, com antecedência, suas expectativas.

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terça-feira, 5 de abril de 2016

Geração Y? O Jogo Tá Só Começando.


Vamos combinar: não há “nada” de errado com a Geração Y.

Ou, melhor dizendo, não há nada ESPECIFICAMENTE ERRADO COM A GERAÇÃO Y, que não tenha também suas correspondências em outras gerações.

Fato #1: virou moda falar mal da Geração Y.

E, desse ponto em diante, é tudo opinião, tendo você todo o direito de se importar com ela ou não.
Pra contextualizar é importante que você saiba: nasci exatamente na virada da geração X para a geração Y. A X achava que eu era Y, e a Y achava que eu era X.

Posição difícil, pode apostar.
Nessa situação, você estará sempre deslocado, não importa que posição tomar. E, se tentar defender uma para a outra ou vice-versa, vai brigar com as duas partes.

Palavra de um XY de nascença
Se é assim, inevitável, então fica decretado para mim mesmo que não vou escrever com o intuito de agradar ninguém.
Já saio perdendo, de qualquer forma. Também não vou escrever para ser fofo ou repetir os mantras que a galera quer ouvir. Parece que virou senso comum nos blogs e afins: seja fofo, ganhe recomendações e seguidores. Valeu Eden Wiedemann pela inspiração: mais vale uma dose de franqueza que seguidores de ocasião. Você não falou isso, mas foi o que eu entendi de seus posts recentes.

O fato (ok, é meio forte falar “fato” logo depois de dizer que é tudo opinião, mas o filtro é com vocês!) é que não aconteceu nada de errado com a Geração Y.
Nada.

Ou, pelo menos, nada mais nem nada menos errado do que eventualmente tenha acontecido de errado com a Geração X.
Aposto, também, que com a Z não vai ser diferente. Talvez seja um “pouco mais acelerado”, mas a gente se acostuma.

Quero deixar bem claro que essa não é uma resposta direta ao post do Ícaro de Carvalho, super bem elaborado e contundente.

Afinal, nenhum post chega a quase 4 mil recomendações (e contando) se não for significativo. O garoto é bom, decerto não precisa da minha aprovação (e de mais ninguém) e já deu mais de uma prova disso.

Mas minha visão sobre esse assunto é um pouco diferente. Questão de perspectiva.

Parem de glorificar ou desqualificar a Geração X. Tá feio.

Pra começar, vamos falar um pouco dos nossos pais, Baby Boomers tardios ou membros iniciais da Geração X.

Se você conviveu com alguém dessa época, é grande a chance de você ter convivido com alguém que ralou muito. Que ia pro trabalho de transporte público ou em um carro sem ar condicionado, de janelas abertas.

Que não parava várias vezes ao dia para fumar (aquela estratégica escapadinha ao fumódromo), até porque quando fumava, fazia na própria mesa. Era cool.

Que fazia, sim, “serão”. Porque se levasse trabalho pra casa, talvez não tivesse as ferramentas (você acha que sempre tivemos ferramentas até melhores que as do ambiente do trabalho nas nossas casas?) ou todo o arquivo pra consultar (daqueles pesadões, de metal, com as letras nas gavetas e pastas suspensas?).

Que não tinha Google, Dropbox, email, celular e várias dessas parafernalhas que até hoje a gente não sabe se ajudam ou se atrapalham nosso dia a dia.

Tá, ajudam. Melhor diminuir a polêmica.
Uma geração que tinha muito trabalho a fazer, na agência, no escritório, na repartição, onde quer que fosse.
Até porque nessa época também se construíam prédios, faziam-se operações bancárias, desenvolviam-se softwares e realizavam-se neurocirurgias, além de dezenas de outras coisas sofisticadas.

E, talvez por isso, vi muitas vezes meu pai trazer pastas e pastas do trabalho. Ele fazia jornada dupla. Era professor e empreendedor (tinha uma pequena gráfica onde fazia de quase tudo — da venda ao design, da produção gráfica ao acabamento). Algumas noites eram dedicadas à correção de provas e lançamento de notas, outras trabalhando na arte final (com aqueles decalques ou fazendo transposição de imagens como papel digital) de algum trabalho da gráfica. Aprendi muito vendo ele trabalhar.

Era uma galera que, sim, só tinha meia dúzia de canais na TV, que ficava anos no plano de expansão da Telerj (ou equivalente) para conseguir uma linha telefônica, que só podia beber Antártica, Brahma e Kaizer (ou alguma cerveja de baixa qualidade parecida), que financiava o apartamento em 30 anos na Caixa (com o saldo devedor aumentando, por mais que pagasse as prestações) e que andava em carros que hoje a gente chamaria de carroças. Que ralava pra cacete, muitas vezes dedicando 30, 35 anos a uma mesma empresa. E muitas vezes ao mesmo chefe.

A vida profissional “acabava” aos 40
Lembro também do desespero de amigos do meu pai ou pais de amigos que perderam “o emprego da vida” perto dos 40 anos.
“Ninguém contrata ninguém mais velho que 40 anos”, eles diziam. E eu acreditava. Até porque não tinha Uber pra salvar. E economia colaborativa era pedir ajuda ao amigo pra pagar as contas no fim do mês, enquanto o bico ou o novo emprego não vinham.
Hoje eu tenho perto disso (ok, faltam alguns anos, mas chego lá em breve), e “desemprego” é algo que nem de perto me aflige. Até porque é cada vez mais fácil viver “sem emprego” e sem chefe.

Geração perdida é o cacete!
Aí vem alguém vaticinar que a Geração Y é uma Geração perdida.
Que deu errado. Que a culpa é do diabo! (Foi mal, Ícaro, não é pessoal. Foi só uma referência).
“Uma geração que dá sua vida por uma empresa que enche seu saco 24 horas por dia, que finge criar um lugar legal pra trabalhar e que dá pizza e cerveja pra quem trabalhar até mais tarde”.

Vamos falar sério?
Esses tais de “Y” são espécimes de 30 e poucos anos que vão viver até 120, 150.. Que vão ser produtivos por muitas e muitas décadas. Ou até mais, quando vier alguma disrupção na longevidade humana que supere o que representaram a penicilina e o marcapasso.
Terapias genéticas? Substituição de órgãos? Backup do cérebro? Não importa, elas virão.

O Jogo nem começou
E aí o “titio” aqui (podem me considerar um primo mais velho, dada a pouca diferença de idade) vai contar um segredinho pra vocês. O jogo nem começou. Até aqui foi no modo easy. Era só aquecimento. Trailer. Amostra grátis.

Foram quase 20 anos de bonança. Farra das commodities. Pleno emprego, onde qualquer indivíduo medianamente formado conseguia uma posição no mercado. Onde saber ligar o computador já contava pontos para trabalhar em TI. Um período no qual as empresas queriam ser “as melhores para se trabalhar”, pois precisavam se vender a vocês (a nós, no caso). Muitos dizem que isso moldou uma geração que se acha “merecedora”, que age como “bebês”.

Bora mudar o jogo
Eu não concordo. Acho que ainda tem jeito.
Mas a farra tá acabando. Ou a gente muda o jogo, como bem defende o Gustavo Tanaka, ou vai ser complicado se divertir e vencer.
Esse jogo, desse jeito, com essas regras e com essa mecânica, tá complicado.

A vantagem é que, de um jeito ou de outro, vocês (nós) moldaram competências que vão salvar vocês (nós) daqui pra frente. Sabe-se lá por que, mas eu falo disso mais adiante.
Trabalhar por muito tempo não é trabalhar o tempo todo
Outro ponto que eu quero falar antes é sobre a crítica “a dedicação extrema e as horas extras”.

Vamos fazer uma análise? Pega um dia de trabalho seu, típico.
Toda vez que você parar pra fazer alguma coisa fora do escopo do trabalho você anota (eu faria no papel, de repente você faz no EverNote, ou qualquer outra geringonça online que eu não conheço).
Facebook, SnapChat, consultar o email pela décima-quinta vez naquela mesma hora, WhatsApp, Jornal Online, Spotify… 

Você diz.
A gente trabalha muitas horas, mas poucas são efetivamente produtivas.
Sério. Sejamos honestos. Nos falta foco.
Sim, você pode processar muitos canais ao mesmo tempo, muito mais do que a geração anterior. Mas foco continua sendo importante, baby. É físico-bio-químico. Seus neurônios, se mudaram, não mudaram tanto assim.

É claro que você tem que ter vida. E qualidade de vida. E vida social. E mais vidas no Candy Crush, no Angry Birds ou.. Sei lá, cara, algum jogo da moda.
Eu só entendia de Mario e Tetris, facilita a minha vida. Você entendeu. Você precisa de uma vida fora do mundo corporativo.
O problema é que ela tá toda misturada com seu dia a dia de trabalho.

E agora, como é que separa?
Pois é, não separa. Ou, pelo menos, não separa mais.
Não é bom, nem ruim. É um fato.
Trabalhamos 8, 10, 14 horas? Mas às vezes demoramos muito mais para entregar essas mesmas horas do que nossos pais demoravam.
Temos que parar de pensar em horas e começar a pensar em impactos

Ainda dá tempo.
A questão, no entanto, é que nada disso é catastrófico, mortal ou destruidor como querem vender. Tem seu lado bom.
Então, que competências da Geração Y que vão salvá-la, enquanto há tempo (e muito, por sinal)?

  • É uma geração que sabe colaborar e construir coletivamente como nenhuma outra.
  • Que desconstrói, desapega e reconstrói com mais facilidade.
  • Que domina a tecnologia e celebra a diversidade.
  • Que não sabe diferenciar o digital do real, até porque não precisa (mais).
  • Que faz. É hacker, é maker, é taker e baker.
  • Que tem resiliência e flexibilidade, porque se acostumou a viver em constante mudança.
  • Que tá aprendendo a aprender e aprendendo a empreender.
  • E que, ao empreender, consegue fazer de forma holocrática. E em rede.
  • Que, inspirada nos videogames, não tem problema em dar o reset ou trocar o jogo.
  • É uma geração que é ela mesma. Sem filtros.
  • É, talvez, a primeira geração realmente inspirada por propósitos.
  • Uma geração que valoriza a qualidade de vida, a saúde, a vida social, as conexões… Mesmo que alguns queiram descaracterizá-las pelo fato de serem predominantemente eletrônicas ou virtuais.
Tá na hora da Geração Y tomar de verdade as rédeas dessa bagunça toda
A verdade é que não é coisa de uma geração ou outra.
O mundo, em geral, que tá uma bagunça. Volátil, incerto, complexo, ambíguo.
Empregos que pareciam eternos desaparecem a cada dia. E outros, surgem.
Pessoas trocam de empresa com cada vez mais frequência. E de carreira. E até de vida!
Cinco ou seis gerações estão convivendo por aí, ao mesmo tempo. E esse número vai crescer.

Inovações disruptivas aparecem a todo o instante. Ninguém está a salvo. Ainda bem.
E são vocês, os caras da geração Y, os únicos capazes de articular tudo isso.
Os membros da Geração Z tão chegando, e daqui a pouco vai ser hora (errada) de falar mal deles.
Aperta o play!!!
Por: 


segunda-feira, 4 de abril de 2016

Como Fazer Uma Conciliação Bancária?

“Exatidão” esta é a palavra que melhor define o que é conciliação bancária. Isso porque o termo contábil compara o valor de uma conta bancária em movimento com o extrato, fazendo com que os valores coincidam com exatidão, não importa em qual data determinada.
Para que isso aconteça é preciso que seja considerada a composição do saldo como um todo, incluindo os lançamentos não realizados e cheques não compensados. Em outras palavras, a conferência da (s) conta (s) bancária (s) precisa bater com o controle financeiro da empresa sem que haja inconsistências nos dados. 
Este resultado vem de uma organização bem feita e um controle que não deixa passar nenhum detalhe, tanto nas entradas, como nas saídas de dinheiro.
Confira como você pode se adequar aos modelos que tornam a conciliação bancária mais fácil:

Faça um controle diário das movimentações

Aprimorar a conciliação bancária depende do controle diário das entradas e saídas de todas as contas que precisam ser administradas. Com isso, fica mais fácil detectar alterações ou débitos inapropriados ou o pagamento de taxas bancárias, empréstimos ou fornecedores, assim como impostos indevidos.

Cruze as informações

Os saldos iniciais e finais do controle feito pelo financeiro precisam bater, assim como as datas em que estão sendo debitados. Diferenças de centavos aqui e ali podem desajustar todo o controle. Por isso, cruze todas as informações e em caso de divergências, corrija-as.

Guarde comprovantes

Notas fiscais, boletos, extratos ou outros tipos de comprovantes precisam ser guardados por um prazo mínimo, de acordo com o exigido por lei. Além disso, a cada final de mês a contabilidade precisa destes recibos, que podem ser enviados eletronicamente via sistema, caso a empresa o tenha.

Corrija as incoerências

Como citado, as informações diferentes, incorretas ou mesmo inexistentes precisam ser corrigidas, mas, sobretudo entendidas, como e porque aconteceram. Trata-se de erro interno no controle da empresa ou do banco? Recorrer aos arquivos e comprovantes sempre ajuda. Não esqueça de contabilizar possíveis valores de juros e multas nos títulos vencidos. Caso o erro tenha sido no banco, procure o gerente da conta para solicitar o estorno do valor. Lembrando que os depósitos não identificados devem ser reconhecidos e mantidos à parte, devidamente registrados.

Conte com a tecnologia

O controle manual deve ser feito apenas para simples conferência, já que se trata de um método com grande probabilidade de erro. Empresas com volume mediano ou grande de movimentação financeira devem investir num software que cruza todos os dados com suas áreas de origem, como Compras, Vendas, etc. Mais do que isso, tais sistemas permitem a extração de relatórios detalhados e de forma rápida.
A conciliação bancária depende – e muito – do grau de organização de quem a controla. Qualquer descuido pode causar incoerências nos dados e afetar o saldo final. Por isso, além da disciplina na organização, vale a pena ter um sistema que ajude nesta tarefa.
  • E você, como faz a conciliação bancária da sua empresa? 
  • Utiliza algum programa que garante a manutenção e o controle dessas informações de forma confiável? 
Copiado: ttps://www.metacerta.com/

sexta-feira, 1 de abril de 2016

O que a Ferramenta DISC?

O conceito DISC tornou-se o suprassumo na gestão de pessoas e nos processos de Coaching, mas o que é DISC?


DOMINÂNCIA: Objetivo, direto, assertivo, orientado a resultados etc.
INFLUÊNCIA: Comunicativo, persuasivo, orientado a pessoas etc.
ESTABILIDADE: Organizado, persistente, amável, paciente etc.
CONFORMIDADE: Preciso, detalhista, lógico, cuidadoso etc.

A origem dos DISC foi disseminando em 1928 no livro “Emotions of Normal People”, de William Moulton Marston, na época sem impacto relevante na sociedade humana, devido à ausência da necessidade de compreender o outro com indivíduo que pensa e age.
Conceito
Nesta época o conceito behaviorista de Watson teve uma grande aceitação pela sociedade mundial, pela possibilidade de manter o poder nas mãos dos que tinham conhecimento ou dinheiro, afirmando que o estudo do meio que envolve um indivíduo possibilita a previsão e o controle do comportamento humano.
Este conceito foi reforçado por Skinner, que era contra a utilização de elementos não observáveis para explicar a conduta humana. Assim, os aspectos cognitivos não deveriam ser considerados, porque o ser humano era visto como um ser homogêneo e não composto pelo corpo e mente.
Na época esta posição iria contra um dos principais conceitos do Sr. William em seu livro “O ser humano busca o prazer e evita a dor”. Esta afirmação confirmaria que o ser humano tem a capacidade de avaliação, pensamento e condição de tomar suas próprias decisões.
Esta afirmação foi reforçada por PIAGET que buscava a reflexão das fases e mecanismos do conhecimento com as correlações entre o sujeito e o objeto. Sistemas processuais do pensamento do homem, desde o início da sua vida até a idade adulta.
Podemos também citar Erick Erikson como reforço principal ao conceito do Sr. William, que propõe uma concepção de desenvolvimento em 8 estágios psicossociais, as 1ªs relacionadas ao bebe e á infância, as 3ªs últimas ao adulto e velhice. Cada estágio é atravessado por uma crise psicossocial entre uma vertente positiva e uma negativa ou na perspectiva do Sr. William “buscar o prazer e evitar a dor”.
Erikson prioriza o período da adolescência, por ser a transição entre a infância e a idade adulta, com acontecimentos relevantes na formação da personalidade.

Finalidade
O DISC tem como finalidade compreender e identificar como este processo de desenvolvimento do indivíduo foi finalizado. Existem vários formulários hoje no mundo, porém não se pode esquecer que o meio em que vivemos exerce grandes pressões sobre os indivíduos.
Modelos Disponíveis
Vários formulários oferecem ao indivíduo que vai preenchê-lo uma flexibilidade de resposta, podendo proporcionar a possibilidade de construir uma informação baseada em sua necessidade atual e não considerar a sua real estrutura de pensamento.
Portanto, deve-se verificar se as informações resultantes de algumas ferramentas DISC muito utilizadas no processo de assessment, entre outras demandas são fidedignas a realidade do indivíduo submentido a mesma, pois caso não seja, as intervenções ou orientações realizadas e baseadas nestas informações poderão causar grandes problemas emocionais.
O ideal mobile casino é usar ferramentas que conduz o indivíduo a um posicionamento que evite a conveniência e que consiga verificar se há distorções nas respostas. Elas poderão ser verificadas quando os resultados estão baseados em três situações diferentes e que são representadas em gráficos como: Estrutura Básica, ambiente Sobpressão e Estrutura Atual de como estava o indivíduo quando preencheu o formulário.
APRI – Um diferencial de mercado
Poucas ferramentas DISC têm esta capacidade, uma delas é o APRI (Análise de Percepção e Reação Individual), que identifica inconsistência no preenchimento do formulário, que não significa reprovação, mas sim a necessidade de refazer.
Outro fator importante é a orientação para o preenchimento do formulário evitando a relação com o ambiente de trabalho, pois este fato poderá estar relacionado com um alto grau de necessidade atual de sobrevivência, o que provavelmente produzirá distorções nas respostas.
Conheço diversas ferramentas similares, sou certificada DISC e verificando todas estas informações é um poderoso instrumento complementar com alto grau de assertividade nos processos de: orientação de carreira, assessment, coaching, dentre outros.
Por:Helena Ribeiro - http://www.razaohumana.com.br/o-que-e-disc/