segunda-feira, 27 de julho de 2015

A Gestão do Conhecimento Deve Ser Uma Atitude!

Com freqüência nos defrontamos com novas teorias que são, apenas, “remakes” de antigos pressupostos. 
Mas não é, do meu ponto de vista, o que acontece com a gestão do conhecimento. A questão inicial é que o conhecimento é um produto recente. 

Quer dizer, o conhecimento como elemento diferencial para os negócios na organização, pelo menos, assim como também é recente a preocupação em melhor aproveitamento deste recurso. Já faz aproximadamente 20 anos que se anuncia o surgimento do conhecimento como diferencial organizacional. 

Repito que: “se nossa empresa soubesse tudo o que sabe nosso resultado seria muito melhor”, podendo ser traduzido como: “se nós tivéssemos acesso ao conhecimento de todos os funcionários que fazem parte da nossa empresa, sem dúvida teríamos um sucesso estrondoso!”, dizem alguns empresários. 

Esta é a razão pela qual coloco a gestão do conhecimento em plano destacado no aspecto da gestão empresarial. No entanto, a gestão do conhecimento não deve ser vista apenas um estilo de gestão ou uma metodologia. 

A gestão do conhecimento deve ser uma atitude natural nas organizações de hoje. É um fator estratégico para sua sobrevivência e desenvolvimento. E como o conhecimento é fator básico reconheço que várias outras ações organizacionais têm origem neste ponto. É o caso da gestão por competências, da retenção de talentos e o da aprendizagem organizacional. 

Na organização o fator primário do conhecimento advém da experiência prática diária. A experiência prática diária se consubstancia em fatos do dia a dia de todo profissional. Estes fatos sofrem alterações através da análise e intervenção, agregando valor e constituindo-se em informação que, por sua vez, sistematizada, transforma-se em conhecimento. 

O conhecimento então é fruto da transformação intelectual e o seu próprio desenvolvimento é, também fruto de um processo de transformação. 

Percebam que o conhecimento inicia-se pela:
  •  (i) identificação da realidade; 
  • (ii) sofre uma ação de análise e interpretação; 
  • (iii) é experimentado praticamente; 
  • (iv) recebe a contribuição do compartilhamento e, 
  • (v) consegue ser validado pela experiência, transformando-se em um novo e desenvolvido conhecimento. 
 E é esse processo, que somado às características pessoais de cada profissional que fundamenta a composição básica da competência. A exemplo do que ocorre com a formação do conhecimento a competência é conseqüência desse raciocínio, só se tornando real e concreta se manifestada e em direção às necessidades estratégicas do negócio (competências essenciais).

Agora se isto é a expressão natural dos fatos porque é importante ressaltar. Não deveria ser algo natural? Sem dúvida, mas, ocorre que as ações organizacionais não podem depender de movimentos teóricos apenas. É imprescindível que exista uma consciência globalizada dos processos e dos objetivos da ação. 

É necessário que exista atitude! Por exemplo, na questão de retenção de talentos, que tem gerado ampla especulação dos meios teóricos para uma solução. 

A pergunta crucial que deveremos nos fazer é: porque estes são os nossos talentos? Assim estaremos encontrando o diferencial para a manutenção desses talentos em nossos quadros. Todos querem manter as características que os tornam diferenciais, seja conhecimento, sejam habilidades, sejam realização. Sabemos que não é, apenas, salário que segura os melhores profissionais. 

Mas como tornar a gestão do conhecimento uma atitude? Lógico que a tecnologia, via intranets, extranets, Internet, propicia poderoso ferramental para organizar essa massa de informações e de necessidades de compartilhamento. Mas são os sinalizadores da gestão que possibilitam resultados significativos nesta empreitada. 

Antes mesmo de uma ação fundamentada na tecnologia é fundamental identificar e definir profissionais internos, na organização, que possam constituir-se em Portais Humanos que iniciem o processo. Deve-se fazer um consistente e objetivo investimento na direção de fazer conhecer o processo global do negócio da empresa. 

Devem-se desenvolver reuniões e oportunidades para troca de informações sobre problemas atuais e sobre necessidades futuras do negócio. Mas, principalmente, a organização deve reconhecer a dimensão estratégica desta ação, privilegiando os objetivos de conhecer, pelo menos, aquilo que nosso funcionário conhece. 

 Em suma, teremos que envidar nossos melhores esforços para colocar nossas estruturas no caminho do desenvolvimento do conhecimento. Ou esquecer a corrida. 

Por Bernardo Leite: Consultor, palestrante e autor do livro: Dicas de Feedback – Editora Qualitymark. 

sexta-feira, 24 de julho de 2015

9 Dicas Para Empreendedores de Primeira Viagem

Todo empreendedor comete erros, principalmente no início de sua carreira quando vão abrir sua primeira empresa.
Seja você um executivo experiente que quer abandonar o mundo corporativo para empreender ou um jovem com pouca experiência profissional que quer começar um negócio próprio, você vai errar. 
A boa notícia é que estes erros podem se transformar na melhor fonte de aprendizado que um empreendedor pode ter.
Eu mesmo já errei muito em minha jornada como empreendedor, mas a cada novo negócio que iniciei os erros eram menores, menos críticos ou pelo menos diferentes dos que eu já havia cometido.
Você também não precisa esperar para aprender com seus próprios erros (pelo menos não todos!). Você pode aprender com o erro de outros empreendedores que já estiveram na mesma situação que você se encontra agora.
Por isso decidi escrever este artigo com algumas dicas para empreendedores iniciantes (ou de primeira viagem) retiradas de lições que aprendi com meus próprios erros e também observando erros de outros empreendedores.
Aproveite o artigo e lembre-se: estas 9 dicas para empreendedores de primeira viagem vão te ajudar a não cometer os mesmos erros que eu e muitos outros empreendedores cometeram e com certeza podem contribuir para o sucesso do seu primeiro negócio.

#01. Valide Sua Ideia De Negócio

Não seria ótimo saber se seu negócio vai dar certo antes mesmo de “abrir as portas”? A maioria dos empreendedores começa seus negócios “no escuro”.
Eles têm uma ideia, gastam grandes quantias de dinheiro (e tempo) abrindo a empresa para, só depois, descobrir que ninguém tem interesse nos seus produtos ou serviços (e esta é apenas uma das coisas que podem dar errado).
Para que isso não aconteça, antes de gastar tempo e dinheiro abrindo sua empresa você deve validar sua ideia de negócio para descobrir se ela tem chances reais de dar certo.
O objetivo é analisar se há um interesse real do seu público-alvo em seu produto ou serviço de uma maneira rápida e barata, antes mesmo de efetivamente começar o negócio.
Existem várias formas de fazer isso e cabe a você descobrir qual é a melhor para o seu negócio.
#02. Conheça Seus Clientes
O objetivo de qualquer empresa é atender bem a demanda de seus clientes. Se você não sabe quem são eles, como pretende fazer isso de uma maneira satisfatória? 
Não pense também que dizer que seu público são homens e mulheres, de 30 a 50 anos e da classe C significa conhecer seus clientes.
Quanto mais informações você tiver sobre seus futuros clientes, maiores serão suas chances de oferecer o que eles desejam e da maneira como eles desejam.  Aliás, muitos negócios surgem a partir da identificação de uma solução para um problema ou uma necessidade de determinado público. Por isso, antes de abrir sua empresa defina quem são seus clientes e descubra o máximo que puder sobre eles.
Além das informações tradicionais como nome, sexo e idade, tente descobrir do que eles gostam, o que fazem, como usam o produto/serviço que você quer oferecer e qualquer outro tipo de informação que possa interferir de alguma maneira no seu negócio.

#03. Comece Pequeno

Não importa o tamanho da sua ambição ou aonde você quer chegar, começar pequeno sempre é o melhor negócio.
Além de necessitar de um investimento menor, você vai ter tempo de se adaptar, de aprender sobre o seu próprio negócio, de identificar seus erros antes que eles te prejudiquem e também vai começar a ter o retorno do seu investimento mais cedo, dentre inúmeros outros benefícios.
Quando for começar sua empresa sempre se questione se você realmente precisa de tudo que está pensando. É mesmo necessário ter 10 funcionários para administrar seu negócio ou 3 ou 4 pessoas dão conta do recado?
Você precisa mesmo ter um estoque de produtos tão grande ou consegue negociar com fornecedores ou ter um modelo sob-demanda? Sua empresa precisa mesmo ter um escritório grande com móveis caros ou dá para começar em um espaço de coworking ou mesmo na sala da sua casa?
É normal imaginar que seu novo negócio vai “bombar” assim que você coloca a placa de “aberto” na sua porta, mas sempre comece apenas com o mínimo necessário para seu negócio funcionar.

#04. Não Gaste Dinheiro Com Coisas Pouco Importantes

Este é um dos erros mais comuns e que mais prejudica quem está começando uma empresa e, por isso, é uma dica que sempre costumo passar para empreendedores iniciantes.
Abrir empresa, para alguns, é sinal de glamour. Certas pessoas não podem se imaginar sem um escritório bacana, com móveis elegantes, mesas da Tok&Stok, cadeiras ergonômicas e lindos cartões de visita.
Como a empresa está começando e elas têm um dinheirinho sobrando, gastam com coisas que não vão influenciar em nada o sucesso do negócio.
Muito antes do esperado, porém, percebem que o dinheiro está acabando e que o negócio ainda não deslanchou. Não caia nesta armadilha! Como já disse, comece pequeno. Não é porque você quer ter uma grande empresa no futuro que você precisa gastar como uma grande empresa agora.
Só gaste seu dinheiro com coisas que realmente influenciem o sucesso do seu negócio e a experiência dos seus clientes.
#05. Não Espere O Momento Perfeito
Outra dica para empreendedores iniciantes que considero muito relevante: não espere o momento perfeito para começar, porque ele simplesmente não existe.
Grande parte das pessoas que estão começando um negócio ficam esperando este momento perfeito que nunca chega e, quando decidem dar o primeiro passo, gastam meses fazendo pesquisas e planejamentos que nunca se concretizam. Contenha sua tendência de pesquisar mais e planejar mais. Saia do lugar e vá oferecer seus serviços, desenvolver seu software ou criar sua página na internet.
O mais difícil sempre é começar. Depois que você dá o primeiro passo as coisas começam a caminhar. Esperar o momento perfeito é apenas uma desculpa que você usa para não seguir adiante com seus planos.
Defina seu objetivo e dê o primeiro passo, não importa quão pequeno ele seja.

#06. Ter CNPJ e Cartão de Visitas Não É Ter Uma Empresa

A primeira vez que abri uma empresa fiquei encantando quando recebi meu CNPJ, os cartões de visita e, acreditem ou não, o carimbo da empresa.
Me senti importante e pensei: “Agora sou empreendedor/empresário de verdade”.
Não demorou muito para eu perceber que estava errado. Ter um CNPJ e cartões de visita não significa que você tem uma empresa de verdade.
Você só vai ter uma empresa quando tiver um modelo de negócio que funcione, clientes e um produto ou serviço que te dê dinheiro para pagar as contas e que ainda dê lucro.
#07. Não Acredite Cegamente Em Suas “Pesquisas De Mercado”
O que falar sobre a famosa “pesquisa de mercado” que se faz antes de começar um negócio?
Você faz um questionário com várias perguntas, às vezes sem nem refletir sobre as informações que você realmente quer ou precisa coletar, e em seguida sai por aí fazendo as perguntas para amigos, familiares e conhecidos. Eu sei muito bem como é, pois já fiz exatamente a mesma coisa. Mas hoje não confio cegamente em pesquisas de mercado.
Já fiz algumas pesquisas que se provaram um imenso desperdício de tempo.
Assim como já li livros e artigos sobre neuromarketing que comprovam que as ações das pessoas muitas vezes são contrárias àquilo que elas respondem em pesquisas. 
Não estou dizendo que você não deve fazer uma pesquisa de mercado ou que elas não servem para nada. Uma pesquisa bem feita pode sim te fornecer a informação que você precisa.
No entanto, NUNCA use apenas uma pesquisa de mercado para decidir se você vai ou não começar um negócio e NUNCA confie cegamente nas respostas. Principalmente quando se trata de uma pergunta como: Você compraria este produto/serviço?”.
Como disse na primeira das dicas para empreendedores de primeira viagem, existem várias maneiras de validar sua ideia de negócio (sem necessariamente fazer uma pesquisa), assim como existe uma ENORME diferença entre alguém que fala que “compraria” seu produto e alguém que realmente vai comprar quando você abrir seu negócio.

#08. O Plano De Negócio Não É A Primeira Coisa Que Você Deve Fazer

Eu sei, eu sei. Na faculdade de administração, nos cursos sobre empreendedorismo ou nos artigos que você leu por aí você deve ter escutado que antes de começar sua empresa você precisa fazer um plano de negócios.
Eu fiz um plano de negócio antes de abrir minha primeira empresa. Demorei uns três ou quatro meses para terminá-lo, mas ele ficou lindo! Era super completo e tinha até as projeções financeiras para os próximos 5 anos dentro dos cenários pessimista, otimista e realista.
Sabe quantas vezes eu usei ele? NENHUMA.
Sabe quantas vezes eu acertei as estimativas e projeções financeiras? NENHUMA.
Um plano de negócio é com certeza uma ferramenta útil e necessária para qualquer empresa, mas não para começar uma empresa.
Como você vai fazer um planejamento deste calibre sem nem saber se o seu negócio vai dar certo?
Só faça um plano de negócio quando você já tiver validado sua ideia, já souber qual é seu modelo de negócio, já tiver clientes e já tiver ao menos uma estimativa mais concreta de suas receitas e despesas.
Em outras palavras: só faça um plano de negócios para sua empresa quando você já tiver uma empresa, nunca antes disso. Não me entenda mal. Não estou dizendo que você não precisa de um planejamento, apenas que você não precisa perder 3 meses coletando informações que você não vai usar e criando estimativas que não vão se concretizar.
#09. Execução, Execução, Execução
Esta última dica para empreendedores de primeira viagem talvez seja também uma das mais importantes.
Após ter validado sua ideia e seguido as outras dicas chega a hora de colocar tudo em prática. É a partir deste momento que as coisas começam realmente a acontecer e também onde muitos empreendedores falham: na execução dos seus negócios.
Uma boa execução é mais importante que sua ideia e até mesmo que seus produtos ou serviços. Uma boa ideia com uma péssima execução é muito pior que uma ideia meia boca com uma ótima execução. 
Portanto sempre dê atenção máxima à execução do seu negócio. Em uma empresa,  o “como fazer” pode ser tão (ou mais) importante quanto o “o que fazer”.

CONCLUSÃO – RECAPITULANDO


Cometer erros faz parte da vida de qualquer empreendedor e são ainda mais comuns em empreendedores iniciantes.

Espero que você possa aprender com os meus erros e que lembre-se destas dicas quando for iniciar seu primeiro negócio. Por isso, vamos recapitular as 9 dicas para empreendedores de primeira viagem que abordei neste artigo:

9 Dicas Para Empreendedores de Primeira Viagem:

#01. VALIDE SUA IDEIA DE NEGÓCIO
#02. CONHEÇA SEUS CLIENTES
#03. COMECE PEQUENO
#04. NÃO GASTE DINHEIRO COM COISAS POUCO IMPORTANTES
#05. NÃO ESPERE O MOMENTO PERFEITO
#06. TER CNPJ E CARTÃO DE VISITAS NÃO É TER UMA EMPRESA
#07. NÃO ACREDITE CEGAMENTE NAS SUAS “PESQUISAS DE MERCADO”
#08. O PLANO DE NEGÓCIOS NÃO É A PRIMEIRA COISA QUE VOCÊ DEVE FAZER
#09. EXECUÇÃO, EXECUÇÃO, EXECUÇÃO
Por:  - http://www.arsenalempreendedor.com/

quinta-feira, 23 de julho de 2015

15 COISAS QUE VOCÊ PRECISA ABANDONAR PARA SER FELIZ

1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo.
Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?

2. Desista da sua necessidade de controle.

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.
“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros.

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas.

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.
“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!
“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar.

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar. 

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros. 

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança.

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.
Parabéns Jovem... Felicidades...

10. Esqueça os rótulos. 

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.
“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos. 

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.
“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas.

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado.

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego.

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas. 

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

Copiado: http://guia.ingresse.com/

quarta-feira, 22 de julho de 2015

O Uso de Metáforas na Gestão da Organização

Administrar organizações em um mundo globalizado, onde a tecnologia avança em uma velocidade exponencial e em ambientes altamente dinâmicos não é uma tarefa simples. Nos dias de hoje, isto requer grandes habilidades e estratégias eficientes e eficazes por parte dos gestores.
Em um cenário de alta concorrência e em constantes mudanças, podemos aplicar a Teoria da Seleção Natural de Darwin, muito estudada pelos biólogos, como uma metáfora para compreender a importância que as organizações devem dar à capacidade de se manterem sempre atualizadas: “na luta pela vida, não são os mais fortes nem os mais inteligentes que sobrevivem, mas os que melhor se adaptam às condições do ambiente”.
Gareth Morgan, em seu livro “Imagens da Organização”, utiliza muito bem o poder das metáforas como forma de analisar a organização e compreender o seu funcionamento. Segundo o autor, o uso das metáforas pode trazer ao gestor capacidade para ajudar a organização a se adaptar às exigências desse mundo dinâmico e turbulento.
De uma maneira muito interessante, o autor apresenta neste livro uma série de metáforas para as diferentes visões que podemos ter das organizações. Segundo ele, é importante que o gestor desenvolva habilidade de identificar e usar diferentes abordagens à administração e organização.
Esta habilidade, de fato, é um diferencial muito importante que o gestor levará consigo, haja vista que não existe nenhuma “receita de bolo” que possa ser aplicada a todas e quaisquer organizações, pois cada qual têm suas particularidades.
Como exemplo, pode-se citar aqui duas metáforas apresentadas pelo autor em seu livro. São pontos de vista diferentes para compreender o funcionamento de uma organização e, não apenas isso, para ajudar o gestor a encontrar itens que possam ser modificados para que a organização evolua: a metáfora do cérebro e a metáfora da cultura.
Na metáfora do cérebro, a organização é vista como um cérebro em constante funcionamento, capaz de armazenar e processar muitas informações, aprender, aprender a aprender, se auto organizar e se regenerar, dentre outras coisas.
Esta metáfora é muito complexa, tal como o funcionamento do cérebro, porém extremamente importante para que o gestor perceba que a organização possui, ou pode ser capaz de adquirir, algumas habilidades como as encontradas na preciosa massa encefálica.
Um ponto muito importante nesta metáfora é a capacidade de aprender a aprender, onde o autor cita como exemplo a cibernética e o aprendizado de circuito duplo, que nada mais é que a capacidade que a organização deve adquirir, através de seus recursos humanos, de analisar criticamente normas, procedimentos e processos e propor mudanças para que se adaptem à realidade. Ou seja, capacidade de questionar, desafiar e mudar quando necessário, para que a organização se mantenha no caminho certo.
Este aprendizado de circuito duplo é muito eficaz no que tange à adaptação da organização ao seu ambiente, porém, na prática, é difícil de ser concretizado, uma vez que a tendência é que as empresas burocratizadas se tornem especialistas no aprendizado de circuito único, devido aos sistemas de informação e controles que mantem a empresa em um determinado caminho, pré-estabelecido. Há muitas barreiras que impedem o aprendizado de circuito duplo, sendo que uma das dificuldades nos leva justamente para a próxima metáfora, que é a cultura. Para que o aprendizado de circuito duplo tenha sucesso, é necessário que a cultura da organização seja voltada à encorajar os seus gestores a assumirem riscos e promover mudanças.
Aplicando esta teoria da metáfora do cérebro na prática, podemos concluir que para contribuir para o seu sucesso a organização precisa, dentre outras coisas: ter um bom sistema para armazenar e gerenciar as informações, onde pessoas importantes para a organização tenham acesso de qualquer lugar que tiverem (processamento de informações); ter funcionários que conheçam toda a organização e não apenas suas partes, pois isso é extremamente importante para que a empresa não seja prejudicada quando funcionários se ausentarem ou deixarem de fazer parte do quadro (conceito holográfico, o todo em cada uma das partes); ter uma cultura que permita que os funcionários deem opiniões e mudem processos que não se enquadram mais à realidade (cibernética, apreender a apreender); ter funcionários que também sejam especialistas em determinadas áreas (conceito de especialização).
Na metáfora da cultura, por sua vez, as organizações são vistas como minissociedades, sendo que cada uma têm seus próprios valores, crenças, ideologias e rituais. O próprio conceito de cultura diz que diferentes grupos de pessoas têm diferentes modos de vida.  Esta metáfora, diferente da metáfora do cérebro, destaca mais a realidade das organizações, trazendo exemplos reais de empresas e países, sendo também bastante complexa e não menos importante.
Segundo o autor, nos dias de hoje vivemos em uma sociedade organizacional, onde as grandes organizações interferem o tempo todo na vida dos indivíduos e os fazem criar certos hábitos, tomarem certas atitudes, seguirem determinadas rotinas e etc.
Como é importante destacar as diferenças internacionais em organização e administração, o autor traz como exemplo a cultura organizacional que prevalece em três diferentes países: Japão, Grã-Bretanha e Estados Unidos.
No Japão destaca-se a cultura de cooperação, coletividade, espírito de colaboração, interdependência, interesses comuns, ajuda mútua, relações paternalistas, dentre outras. Já na Grã-Bretanha, a cultura é marcada por discórdia e uma profunda divisão, gerada pelo conflito de gerações. Nos EUA, por sua vez, o que prevalece é uma cultura que enfatiza a divisão, o individualismo, a competitividade, a preocupação em ganhar, etc.
Portanto, grandes diferenças nas culturas organizacionais em virtude da nacionalidade existem e devem ser levadas em consideração. Assim como existem também subculturas, dentro de uma determinada cultura, o que significa que raramente a cultura é homogênea, devido a diversidade dos indivíduos que compõem a organização. Isto é o que chamamos de cultura corporativa.
Esta cultura corporativa pode ser influenciada por vários motivos, como por exemplo, pelo estilo de liderança, sexo, raça, etnia e grupos religiosos.
Outro fator muito importante da cultura é que ela ultrapassa o limite do que os olhos podem ver, sendo que importantes aspectos podem ser difíceis de serem identificados. Ou seja, é preciso ir a fundo para que se possa realmente conhecer a cultura da organização.
Na prática, esta metáfora consiste em auxiliar o gestor a gerenciar de forma eficiente e eficaz processos que interferem  na cultura de sua organização, tomando certas atitudes, como por exemplo: não permitindo que as diferenças existentes entre os funcionários prejudiquem o bom andamento dos processos; gerenciando conflitos que possam vir a acontecer; criando um bom clima de trabalho, onde as pessoas se sintam à vontade e tenham qualidade de vida; semeando, em cada funcionário, a ideia central da organização; construindo uma cultura coesa, forte, que possa ser facilmente interpretada pelos funcionários; adotando, portanto, um estilo de gestão que vá de encontro aos valores da organização. É um desafio e tanto para os gestores.
Como podemos ver, o uso de metáforas para compreender o funcionamento da organização e propor melhorias é muito interessante e, se usado corretamente, pode contribuir para o seu progresso. Utilizando as metáforas como forma de compreender a organização, a análise se torna mais fácil e simples de entender. Com isso, o uso das metáforas traz melhores resultados se comparado às teorias da administração que limitam-se apenas a conceituar atividades, métodos, processos, dentre outros. As metáforas devem ser usadas em conjunto, pois uma complementa ou exclui alguns aspectos das outras.
Apesar de muito vantajosas, as metáforas também têm fortes limitações que devem ser levadas em consideração. O gestor que conseguir fazer uso deste recurso com discernimento com certeza contribuirá para o sucesso da organização em que atua e, não apenas isso, para o seu próprio sucesso como profissional e líder.


terça-feira, 21 de julho de 2015

Como Será o Mundo Corporativo em 2020?

Caminhamos para um futuro em que não haverá mais espaço para o velho discurso: “A empresa não me reconhece. Não contribui com o desenvolvimento da minha carreira”.

Foi-se o tempo em que o lema era vida na empresa. A tendência é de que a responsabilidade pela carreira passe a ser do próprio indivíduo. Até 2020, com o mundo cada dia mais veloz e interligado, essa história de emprego como fonte de renda deve não existir mais. 

O lema será: trabalhe com amor, foque em resultados e cobre por isso.€ 
  • A realidade profissional no futuro Trabalhar com prazer e liberdade para buscar a realização sem perder de vista os resultados esperados tomará conta da nossa realidade. Os 30 dias de férias por ano perderão lugar para a possibilidade de tirá-las em qualquer período do ano. 

Pensando desta forma, parece uma ilusão e você pode se perguntar: como vou pagar as contas no final do mês? Esse será o nosso desafio, aprender a lidar com a autonomia para saber dividir o trabalho com as outras áreas da vida e, ainda assim, aumentar a rentabilidade com qualidade de vida. 

Não teremos mais de cumprir horários rígidos e o que vai nos governar é a nossa própria responsabilidade.€ Estabeleceremos nossos próprios horários, cientes dos prazos estabelecidos, ou seja, o que será levado em conta serão apenas os resultados. Dessa maneira, cada indivíduo será chefe de si próprio e, por isso, deverá saber se auto-disciplinar. As hierarquias rígidas e autoritárias já estão perdendo espaço outras mais flexíveis. 

Será a era da prestação de serviços, projetos de trabalho com prazos determinados, em muitos casos como freelance, no esquema colaborativo. A pergunta que não me cala é: Você hoje está preparado para as tendências do futuro?€ Sistema de remuneração Esqueça os valores fixos pagos mês a mês e aprenda a negociar uma remuneração por trabalhos realizados. Diga adeus ao holerite. 

Dados do governo dos Estados Unidos mostram que pelo menos um terço dos americanos se consideram trabalhadores independentes, uma categoria que inclui autônomos, pessoas que fazem serviço por empreitadas e profissionais temporários. Já no Brasil, o IBGE realizou uma pesquisa com os dados do Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica e mostrou que, de 2000 a 2006, ele aumentou de 3,7 milhões de pessoas para 5,1 milhões de pessoas. Eu tive apenas um registro na minha carteira de trabalho e desde cedo trabalho como empregador independente, ou seja, presto serviços com foco em resultados e cobro por isso. 

Confesso que não foi fácil aprender a administrar o tempo e a ter disciplina, mas hoje não fico limitado apenas a uma instituição e posso aprender com a realidade de diversas empresas, pulverizando a minha rentabilidade. No começo vivi um momento de muita insegurança. É um exercício penoso de desapego para quem ainda se baseia no salário fixo. Vale à pena analisar os prós e contras e, até mesmo, criar uma estratégia para se adequar a essas tendências. A princípio pode parecer que existem mais contras do que prós, mas com o tempo asseguro que isso pode mudar e muito. 

A minha estratégia para ter essa tranqüilidade financeira foi encontrar clientes que estão se adequando a essa nova realidade e, em alguns casos, propor essa nova forma de trabalho como uma experiência. Como deu certo, fechei contratos de trabalho com um prazo e metas definidas.€ A tecnologia a favor As tecnologias como smartphones, notebooks mais em conta e conexão wi-fi abundante acabarão com o velho hábito de trabalhar apenas da porta da empresa para dentro. 

Demorei em adquirir o meu smartphone, mas hoje vejo toda a praticidade que ele oferece. Isso porque não preciso estar no escritório para responder e-mails, ou seja, posso levar meu carro para lavar às 15h00 e, enquanto espero, posso adiantar minhas atividades por e-mail. Obviamente que algumas profissões ainda não estão alinhadas com essa realidade, por serem muito manuais e operacionais. Reflita sobre a sua realidade hoje e faça as escolhas profissionais baseadas em seus valores, ou seja, com o que realmente importa para você. 

Afinal de contas, as novas tecnologias vão ampliar ainda mais as possibilidades de trabalhar ao redor do globo, em qualquer horário. A combinação que você precisa Os profissionais com mais tempo de experiência e condicionados com o velho modelo de trabalho estão tendo que aprender com a nova geração, que normalmente já tem a combinação tecnologia-velocidade-flexibilidade-cooperação. 

Desenvolva a sua capacidade de cooperação e assuma uma posição pró-ativa, a fim de encontrar novas formas de trabalho. Atitudes com essa são fundamentais para que você alcance mais resultados e, consequentemente, sua auto-realização.€ € 

Por Carlos Cruz - https://rafaporfirio.files.wordpress.com