segunda-feira, 23 de março de 2015

10 ERROS COMUNS DOS GERENTES RECÉM-PROMOVIDOS


Há alguns dias eu estava lendo uma pesquisa dos Estados Unidos elaborada por um grupo que foi à campo verificar o quanto as empresas preparam seus funcionários para assumir um cargo de gestão. O resultado foi surpreendente, mais de 50% dos gestores entrevistados não receberam nenhum treinamento antes de iniciar o trabalho. 

Obviamente que aqui no Brasil a situação não é diferente, pensando nesse problema decidi listar os dez erros mais comuns que os novos gestores costumam cometer para que você possa evitá-los.

1. Achar que sabe tudo

Se você for, por exemplo, promovido a Gerente de Produção, você pode sentir que sabe tudo a respeito de produção, mesmo que isso seja verdade, e acredite não é nessa sua nova atividade isso é secundário, agora o mais importante é aprender tudo o que puder sobre gestão de pessoas. Ouça as pessoas ao seu redor, seja educado e mantenha a mente aberta.



2. Mostrar a todos quem esta no comando

Acredite você não precisa fazer um grande show ao estilo Paul McCartney para anunciar que você é “O Chefe”, afinal, todos na sua equipe sabem quem é o novo gerente. No entanto, você precisa demonstrar que como um líder, você irá trabalhar para somar e fazer uma diferença positiva.


3. Mudar Tudo

Não queira reinventar a roda. Apenas porque o método como alguma tarefa é executada não é o método que você utilizaria, não significa necessariamente que esteja errado. Observe, faça um acompanhamento e caso detecte que existe sim perda na metodologia usada, converse com a equipe e demonstre os pontos que se alterados podem ser vantajosos, deixe-os fazer parte da decisão pelo novo método. Aprenda a diferença entre “diferente” e “errado”.


4. Ter medo de fazer qualquer coisa

Talvez você nem quisesse a promoção e mesmo assim a ganhou. Talvez você nem tenha a certeza de que vai dar conta do trabalho. Não deixe que isso seja um empecilho para que você realize seu trabalho da melhor maneira possível. Acredite, você não teria recebido o cargo se a diretoria não confiasse na sua capacidade.


5. Não ter tempo para conhecer sua equipe

Você pode estar a anos trabalhando com essas mesmas pessoas, porém isso não significa que você de fato os conheça. Converse com eles, saiba o que os motiva, os deixa animado, o que eles temem ou se preocupam, essa é a única maneira de gerencia-los de forma eficaz. Sua equipe é que vai definir se você é um bom ou péssimo gerente, portanto dedique a eles atenção e tempo.


6. Não querer perder tempo com o chefe

Seu superior te promoveu e ele entende que você está muito ocupado e não quer de forma alguma ocupar seu precioso tempo, correto? Errado, certifique-se de marcar reuniões com seu superior para passar-lhe informações relativas ao andamento das atividades e o mais importante, receber feedback, orientações e o mínimo que for de treinamento.


7. Não se preocupar com os problemas dos colaboradores

Você não pode ignorar os problemas individuais da sua equipe, nem esperar que ela os esqueçam enquanto trabalham, essa história de deixar os problemas pessoais fora da empresa é lorota, funciona com probleminhas pequenos, porém quando algo maior acontece com algum de seus gerenciados, é parte do seu trabalho descobrir a melhor forma de auxilia-lo. Isso não significa é claro, que você não pode pedir a assistência de um terceiro, significa apenas que você precisa agir para ajudar.


8. Deixar de ser humano

Só porque agora você é o chefe, não significa que você não pode mais ser humano, você não foi transformado em um robô de gerenciamento, você ainda pode rir, demonstrar suas emoções e também como qualquer outra pessoa, ainda pode cometer um erro ocasional.



9. Não proteger sua equipe

As pessoas que integram sua equipe estarão sobre pressão por todos os lados. Seu superior pode despejar todos os trabalhos penosos e desagradáveis sobre o seu departamento, o RH pode dizer que sua equipe esta em excesso e querer enxuga-la, outros departamentos podem jogar a culpa por erros próprios no seu time, enfim diversas situações podem ocorrer. É seu trabalho defender sua equipe e garantir que eles sejam tratados da forma mais justa possível, em retribuição você ganhará reconhecimento e lealdade.


10. Fugir da responsabilidade

Goste você ou não, no momento em que você passa a coordenar uma equipe, tudo o que acontece nela passa a ser responsabilidade sua. Tudo o que os membros do seu grupo fizerem ou não fizerem, refletem em você. Você precisa construir uma linha de comunicação para que não ajam surpresas, mas se acontecer, você tem que estar preparado para assumir a responsabilidade. Lembre-se, a responsabilidade anda de mãos dadas com a autoridade.


POR JONES EGER - https://www.portaleducacao.com.br

quinta-feira, 19 de março de 2015

Administração Virtual


RESUMO: A organização virtual é entendida como uma empresa baseada nas informações em tempo real, desencadeada pela fusão da telecomunicação com a informática.
A administração virtual espelha um poder de informação positivo, ou seja, em tempo real e com confiança nos relacionamentos. Sendo assim, ela exige uma maior participação e um grande espírito de equipe, além de uma excelente interação com o mercado.


1. INTRODUÇÃO

Para DAVIDOW (1993), o controle da empresa é dado por redes internas denominadas intranets, que controlam as entradas e saídas de informações da organização e gerencia suas respectivas funções, fazendo com que fornecedores e clientes que estão se utilizando de seus serviços se sintam satisfeitos; tal controle é conhecido como controle on-line.

Existem quatro tipos de administradores virtuais, sendo:
1º: Os Pioneiros: desenvolvem novos produtos e criam mercados completamente novos, tais como comércio eletrônico, softwares específicos.
2º: Os Reformadores: desenvolvem Hardware e Software para dirigir de maneira inovadora mercados preexistentes. Exemplos: Casas de leilão, comércio de automóveis, mediação de empregos.
3º: Os Multiplicadores: caracterizam-se por usar as novas técnicas em relação a novos serviços, como provedores de serviços de Internet.
4º: Os Guerrilheiros do Mercado: através do uso da Internet fazem concorrência para outras empresas já estabelecidas no mercado, no mesmo ramo de atividade destas. Exemplificando-se: Livrarias, Lojas de Vinhos, Lojas de CD´s.

Cada um dos itens acima mencionados utilizou-se da mesma técnica, a Internet, podendo usar diversas tecnologias de comunicação, tais como microcomputadores avançados. O que interessa nestes casos, é o fato de todos estarem utilizando formas de comércio virtual, ou seja, estarem negociando algo que se sabe que existe, mas que no momento da transação comercial não pode ser sentido por qualquer dos sentidos. Este mesmo conceito de virtualidade pode ser usado quando relacionado com outras atividades dentro de uma organização. As videoconferências nada mais são do que reuniões virtuais, a execução de tarefas pré-programadas em um computador também é virtual, o simples uso do cartão de crédito é virtual, ou não se estaria usando dinheiro que existe apenas dentro do espaço virtual da conta bancária de cada um, e o acesso de dados remoto 24 horas por dia é apenas mais uma das facilidades oferecidas pela virtualidade mundial.

2. A GERÊNCIA DA ORGANIZAÇÃO VIRTUAL

O espírito de equipe significa ter pessoas capazes, dinâmicas, podendo trabalhar a qualquer distância e saber lidar com suas funções, obtendo resultados positivos.

O conceito de gestão virtual é a abordagem de pessoas que evoluam para autogestão mediante estruturas simples, adaptáveis, tornando-as sensíveis ao mercado O fato mais importante da administração virtual é que ela envolve todas as inovações de modelos de administração que desenvolveu-se ao longo dos anos nos países onde a industrialização se acentuou com maior força tais como EUA, Alemanha, Japão, etc. A gestão virtual se apresenta como uma mistura de tais inovações, envolvidas no processamento de informações em tempo real.

Uma das características que também merece maior destaque na empresa virtual é que ela visa as necessidades do cliente, assumindo assim um fluxo rápido de informações, permeabilizando, modificando e, consequentemente, movimentando fronteiras, tendo como intenção fazer com que ela pareça menos um empreendimento distinto e mais um nó numa vasta rede de interações e atividades.

Um grande fator interessante e caracterizante da gestão virtual é que o procedimento é executado com ambiente de imprevisibilidade e com transformações contínuas, entretanto, na gestão de produção do item a ser vendido, os procedimentos presenciam todas as dificuldades inerentes a tal produção, vez que os produtos e serviços continuam existindo de fato. Portanto, um significativo diferenciador é a rapidez e a proximidade que a administração virtual proporciona.

No que tange à gerência, não se encontra muitas diferenças entre a gerência normal e a virtual, vez que o primordial objetivo de ambas é obter resultados. Porém, na gerência virtual os métodos são diferentes, pois aqui, cabe à gerência, garantir o desencadeamento correto dos processos. Assim sendo, a função da gerência virtual é a de facilitar o trabalho e a de induzir uma maior autogestão e também, proporcionar um espírito de equipe.

Neste caso o gerente incorpora um poderio maior de controle. A qualificação profissional e a tecnologia simplificam a estrutura organizacional, ao passo que possibilita, com tomadas de decisões descentralizadas, o controle centralizado. Sendo tal controle o ponto chave da gestão pois está intimamente relacionado com os resultados.

Um "laço on-line" se conecta com as organizações empresariais e os grupos interessados no negócio. O fator principal para a corporação virtual é o controle dos resultados e não necessariamente a propriedade dos processos, sendo assim a empresa virtual pode assumir alianças entre duas ou mais empresas, reforçando a terceirização.

No que aborda a corporação virtual, dois aspectos são dignos de serem destaque, um por parte do cliente que vê a instituição virtual como uma entidade que está sempre pronta em atendê-lo, independente do momento, do lugar e de qualquer outros motivos; e um por parte da empresa que visualiza o negócio baseado nas informações em tempo real, e suas relações com o cliente no mercado.

O sistema virtual não extermina o modo econômico antigo, pelo contrário, modifica-o, galgando maior produtividade. O setor primário, como a agricultura, continua e continuará fornecendo seus produtos, assim como a indústria mantém e manterá sua fidelidade à transformação e, cabe à realidade virtual, ofertar produtos e serviços, tradicionais e inovadores, inerentes aos sistemas acima citados. Contudo, alguns negócios serão extintos, outros modificados e outros tantos ainda serão criados, sendo eles todos baseados na nova era tecnológica.

3. O QUE É UM PRODUTO VIRTUAL?

Produto virtual é aquele que pode estar disponível a qualquer momento, em qualquer lugar e em qualquer variedade, sendo produzido graças ao processamento das informações, à dinâmica organizacional e os sistemas de fabricação.

O Desenvolvimento de produtos virtuais exige uma rede de informações sobre mercados e necessidades de clientes, sua combinação com novos métodos de projeto e processos de produção integrados por computador, unindo funcionários, fornecedores, distribuidores, varejistas e clientes.
Vitrine Virtual

São empresas que dispõem de homes pages na Internet com catálogos de produtos, suas fotos e preços.

4. OS MANDAMENTOS DA CORPORAÇÃO VIRTUAL

Margaret Duffy (2003), baseada em anos de experiências acadêmica e profissional, identificou alguns aspectos fundamentais, na filosofia administrativa da corporação virtual:

1. Liderar mudanças, ao invés de ser refratário a elas.
2. Promover a necessidade de comunicação e a liderança simbólica, com um zelo religioso.
3. Tornar-se perito em comunicação e ser generalista, ouvindo as opiniões de todos.
4. Eliminar as paredes entre o departamento.
5. Atualizar continuamente os aspectos dos quais a empresa depende para seu sucesso estratégico.

5. QUAIS EMPRESAS SE TORNARÃO VIRTUAIS?

De acordo com IANNI (1996), qualquer empresa, de qualquer setor, de qualquer porte, potencialmente poderá transformar-se numa corporação virtual, entendida como um negócio baseado em informações confiáveis on line.

Acreditamos que os impactos mais visíveis se farão sentir inicialmente nos sistemas educacionais e nos níveis de emprego. No primeiro caso, porque a corporação virtual exige pessoas mais qualificadas. No segundo caso, porque permite a expansão da automação e aumenta a produtividade dos vários processos, tendendo, portanto, caso não haja ampliação proporcional nas vendas da empresa, a gerar desemprego.

Do ponto de vista das organizações consideradas individualmente, as empresas estão fazendo o que é necessário para a sua sobrevivência no mercado globalizado. As empresas dependem das melhorias na qualidade e produtividade, proporcionadas pelas novas tecnologias, mantendo assim sua competitividade (DUFFY, .

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Talvez a grande mudança desta era e a que mais surpreende a percepção das pessoas seja o desafio que a tecnologia representa ao tempo e ao espaço. Se a pouco mais de cem anos uma pessoa poderia levar um mês se deslocando de Paris a Viena para assistir a um concerto, hoje basta um teclado, e instantaneamente você estará em contato com qualquer pessoa no planeta.

Se por um lado, a tendência de humanização generalizada do trabalho já é uma realidade, por outro lado se investe no desenvolvimento da inteligência artificial, tecnologia integrante do quarto ciclo econômico. Dentro de poucos anos, talvez ela possa substituir plenamente os gestores humanos, indo portanto muito além da simples substituição da mão-de-obra em atividades que podem ser automatizadas, conciliando humanização do trabalho com o aumento da produtividade.

As necessidades organizacionais, por uma dinamização do fluxo de informações, têm causado o desenvolvimento de tecnologias diversas, não apenas alterando os tempos de resposta aos estímulos internos e externos, mas mudando todo o nosso método de trabalhar e a estrutura organizacional das mais diversas entidades. Chegamos hoje a um estado tal, que se pode afirmar que o simples ato de viver já faz ficar ultrapassado, caso não se atualizem a uma freqüência periódica as organizações que não forem adotar esta política; justamente devido à dinamização e rapidez crescente do fluxo informativo.

A diferença agora é, que não é o mais forte fisicamente que irá sobreviver, e sim, aquele que puder melhor assimilar as mudanças do tempo; mudando junto com elas. No campo individual, surgiram novos empreendedores, que viram neste desenrolar da história novas oportunidades de negócio, colocando a disposição novos produtos para novos mercados. As empresas já existentes nos mais diversos ramos e que estão sobrevivendo, adaptaram as suas estruturas a nova realidade organizacional, fazendo assim nascer à organização virtual e a sua forma de gestão: a administração virtual.

Para uma empresa ser empreendedora, ela deve possuir características especiais, além de ser nova e pequena, criam algo novo, diferente e mudam ou transformam valores.
O empreendedor sempre está buscando a mudança, reage a ela e explora como sendo uma oportunidade, virtual ou não.

BIBLIOGRAFIA

DAVIDOW, W. H.; MALONE, M.S. A Corporação Virtual. São Paulo: Pioneira, 1993.
DUFFY, Margaret. Ten Prescription for surviving and Thriving in the Virtual Organization. In Public Relations Quarterly. EUA: Summer, 2003.
IANNI, Octavio. Teorias da Globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996.

Por:Anna Regina Luz Inácio. http://www.textolivre.com.br/artigos/11724-administracao-virtual e copiado http://www.tutorexecutivo.com/


quarta-feira, 18 de março de 2015

Benefícios do Armazenamento em Nuvem

Serviços de armazenamento na Nuvem proporcionam facilidade na hora de armazenar e compartilhar grandes arquivos na Internet. Mas, muitos empresários ainda estão inseguros quanto à eficiência e à segurança desses sistemas.
Todas as empresas podem se beneficiar, independentemente do porte ou segmento. É claro que cada uma possui uma necessidade diferente, e a Nuvem não é algo pronto que basta instalar e sair usando. 
É necessário levantar uma série de requisitos, levar em consideração vários aspectos na hora de arquitetar um projeto e isso requer uma equipe altamente especializada, seja interna ou terceirizada.
Há alguns anos, a Marinha dos EUA iniciou a migração de suas informações para uma Nuvem. Com 500 mil colaboradores e cerca de 1400 sistemas em atividade, a previsão é que finalizem a migração de suas informações até abril de 2016, totalizando 36 meses. 
Nesse processo está previsto reduzir os sistemas pela metade, assim como corte de custos e modernização na gestão do departamento.
O interessante é apontar que, independente do tamanho de cada instituição, é necessária uma quantidade substancial de planejamento, empenho, recursos e tempo, com pouca margem de erro. Por isso, ainda existem muitos questionamentos por parte dos empresários, não só quanto às questões financeiras e de segurança, mas também com relação a todo o processo.
Para quem já se decidiu em fazer a migração, caso a empresa não possua expertise interna é muito pertinente contratar uma empresa que tenha a especialização, não apenas para desenvolver o projeto, como também sustentar os servidores migrados para a Nuvem.
Com a criação de uma estratégia flexível, você pode constantemente se adaptar à condições de mudança na indústria sobre as quais você não tem quase nenhum controle. Embora muita gente possa não saber exatamente o que é Computação em Nuvem, todo mundo sabe que é um recurso vital no mundo corporativo hoje.



A mudança deve ser encarada como uma oportunidade de deixar sistemas para trás e substituí-los por versões mais leves, rápidas e econômicas. Embora seja provável que uma boa parte do seu ambiente possa ser virtualizado e mudar para uma Plataforma como Serviço (PaaS) e Infraestrutura como Serviço (IaaS), levar tudo o que sua empresa dispõe de recursos para a Nuvem é inviável, especialmente em caso de altos investimentos em sistemas de nível gerencial e toda a infraestrutura implantada para apoiá-los.
Veja benefícios que ela pode oferecer para sua empresa:
1- O fim do armazenamento local
Adeus HDs eternos e pendrives! Com a Nuvem é possível armazenar todas as informações da empresa de forma virtual. Com uma gestão correta da tecnologia, criptografia de suas informações e senhas, é possível descartar dispositivos físicos de armazenamento, facilitando ainda a troca de informações entre os usuários.
 2- Proteção dos dados
Estando na Nuvem, é possível configurar qual usuário vai poder acessar, alterar e editar determinado documento. Também é possível proteger os dados confidenciais com controle dos usuários.
 3- Diminuição de custos de armazenamento
Com Nuvens Privadas e Públicas é possível fazer uma combinação para construir uma Nuvem Híbrida, com baixo custo de utilização. Nas Nuvens Públicas pode-se, por exemplo, armazenar os arquivos mais acessados pela empresa e na Privada, as mais confidenciais. 

4- Facilidade no compartilhamento das informações

Para facilitar a vida das empresas e seus colaboradores, quando os dados estão concentrados e acessíveis na Internet, é mais fácil a troca de informações e atualizações de arquivos em tempo real, mesmo que as pessoas estejam fisicamente em diferentes locais.  

5- Armazenamento flexível

Na Nuvem é possível aumentar ou diminuir o espaço de armazenamento, dependendo da quantidade e tamanho de arquivos, contratando somente o serviço que será realmente utilizado. Neste caso, há corte de custo também.
Não tenha medo de fazer essa migração. Pesquise no mercado os melhores fornecedores e qual tipo de Nuvem mais se encaixa ao seu perfil.
Por:  - http://www.artigonal.com/

terça-feira, 17 de março de 2015

Karl Marx e Suas Contribuições Teóricas Para a Sociologia

Em suas obras, Marx trabalha bastante as distinções entre classes e suas relações, o opressor e o oprimido, uma luta que sempre existiu e possivelmente sempre existirá. Por exemplo, na Antiguidade Clássica a luta se dava pelo permanente confronto entre os senhores e os escravos. 
Já na Idade Média, o conflito entre as classes evidenciava-se no esforço dos servos e dos vilãos para se emanciparem do domínio que os senhores feudais exerciam sobre eles.
Marx tinha uma visão otimista com relação à luta de classes, acreditava que, ao final da batalha travada entre capitalistas e operários, os operários levariam a vitória por serem a maioria em quantidade de pessoas, ou seja, a grande maioria da sociedade. Constrói-se, a partir disso, um mundo ideal onde todas as diferenças de classes desapareceriam. Foi o que Marx escreveu em sua obra O manifesto Comunista em 1848: “Os proletários nada têm a perder a não ser seus grilhões. E têm um mundo a ganhar.”
A contribuição social de Marx, foi o livro O capital em 1967, cujo assunto tratado era o funcionamento da sociedade capitalista. Iniciando uma análise da produção de mercadoria, Marx descreve perfeitamente a descrição do sistema, sua evolução e suas transformações. A infraestrutura é formada pelas ferramentas, tais como máquinas e as técnicas, utilizadas na produção de mercadorias e relações que possibilitam a produção e a reprodução dessas mercadorias. 
Essas relações, no Capitalismo, ocorrem entre os proprietários dos meios de produção - terra, matérias-primas e máquinas e por aqueles que detêm apenas a força de trabalho. 
“... a finalidade da maquinaria utilizada como capital. Igual a qualquer outro desenvolvimento da força produtiva do trabalho, ela se destina a baratear mercadorias e a encurtar a parte da jornada de trabalho que o trabalhador precisa para si mesmo, a fim de encompridar a outra parte da sua jornada de trabalho que ele dá de graça para o capitalista.Ela é meio de produção da mais valia” (Marx, 1984, p.7).
Ao se desenvolver, as forças produtivas e os proprietários geram conflitos e com isso abre-se a possibilidade de uma revolução social com possibilidade de produção de novas relações. Acreditava que, assim como ocorreu no escravismo e no feudalismo, o capitalismo chegaria ao fim com uma grande crise, uma espécie de catástrofe da economia e das instituições. Previa que essa falência do capitalismo ocorreria nos países mais industrializados da Europa, entretanto a concepção marxista veio a ocorrer na Rússia e na China, países rurais e atrasados.
O marxismo forneceu ao socialismo uma base científica, definindo lhe com clareza os objetivos e os meios de luta. Marx elaborou um teoria científica da evolução das sociedades e chegou a uma série de conclusões, tais como: a constante transformação das ideias e dos homens que tinham um papel essencial e dinâmico a realidade exterior; a importância da realidade econômica, por que é a partir dela que depende a sobrevivência e determina as relações de produção, relações sociais e relações políticas; a dinâmica de luta de classes entre os que dominam e se submetem aos bens de produção e mecanismos econômicos; a evolução das sociedades humanas como uma sucessão de modos de produção, elite dominadora e minoria da sociedade.
As contribuições teóricas de Marx para a sociedade atual são imprescindíveis, pois na concepção sociológica, as classes são bem divididas. Uma classe é a dos operários e a outra é a dos capitalistas, ambas distintas, visto que o benefício de uma é o prejuízo da outra. Dessa forma, Marx propôs novas formas de visualizar o mundo e a sociedade em que vivemos, pois continuamos seguindo o mesmo ciclo de modos de produção que Marx descreveu anos atrás.

  • Karl Marx - economista, filósofo e socialista judeu-alemão - foi um dos maiores pensadores revolucionários do século XIX. Suas obras são de extrema importância atualmente, pois retratam bem a sociedade atual, entretanto na época de suas publicações não foram devidamente valorizadas

Por: Maria Angélica Rodrigues - http://www.administradores.com.br/

segunda-feira, 16 de março de 2015

AS LIÇÕES DO CIRQUE DU SOLEIL

A inovação nos produtos e nos negócios é necessária para gerar crescimento através do desenvolvimento de novos mercados, novos produtos para mercados já existentes, novas formas de organização, entre outros. Isso pode ajudar a criar monopólios momentâneos que geram lucros extraordinários e, assim, possibilitam vantagens competitivas substanciais.
Muitas empresas, principalmente nos setores mais dinâmicos da economia, como de tecnologia da informação e biotecnologia, procuram, então, desenvolver inovações que propiciarão resultados superiores.

Porém há um caso paradigmático de uma empresa na área de cultura e serviços cujas inovações ajudaram a reinventar e revitalizar um negócio que estava em declínio ou que mesmo parecia a caminho da morte inexorável: o setor de circo. Trata-se da empresa originária de Quebec, no Canadá, o Cirque du Soleil, do ramo circense, criado há 30 anos por dois equilibristas artistas de rua que desenvolveram uma revolução no negócio do circo. Criaram espetáculos novos com enredo específico, cenário e vestuários próprios para tal enredo, com música ao vivo sendo tocada durante os shows, como se fosse uma apresentação de uma escola de samba.

Tornado popular pelo livro de professores da escola de administração francesa Insead “A Estratégia do Oceano Azul”, cujo subtítulo provocativo é: “como tornar irrelevante a competição”, o Cirque du Soleil foi usado como exemplo do termo que capturou a imaginação e a fantasia de muitos, ou seja, a ideia de que é possível se navegar em um oceano azul calmo e livre de tubarões ou de competição feroz, fugindo de um oceano vermelho ensanguentado, onde a competição mortal ocorreria por preço ou custo.

Com faturamento aproximado de US$ 1 bilhão, com lucros não declarados eempregando quase 5.000 pessoas em shows permanentes em Las Vegas e Orlando, assim como em excursões globais, inclusive no Brasil, tornou-se um importante produto cultural de exportação do Canadá. Mais recentemente, a história do Cirque du Soleil evoluiu e, atualmente, encontra-se em uma situação em que tem enfrentado muitas dificuldades e navega em oceanos vermelhos. Tem cortado pessoal e tido outras iniciativas para a redução de custos e para manter a rentabilidade.
Um dos fundadores da empresa disse que “o oceano agora está cheio de tubarões”, talvez se referindo às várias empresas competidoras que têm surgido. O sucesso do Cirque estimulou o surgimento de novos competidores, assim como provocou uma atualização dos shows e espetáculos dos outros circos tradicionais, que se revitalizaram, como também de novas empresas circenses criadas na região de Quebec: muitas delas explicitamente copiaram conceitos, técnicas e práticas desenvolvidas pioneiramente pelo Cirque.
A região de Quebec ficou culturalmente excitada e vibrante pelo sucesso do novo conceito de espetáculo circense, o que acabou dando origem a várias escolas circenses de formação de pessoal qualificado, futuros acrobatas e artistas, assim como de fornecedores de vestuário, criadores de enredo, técnicos de espetáculos etc. Ou seja, em Quebec, acabou-se criando um “cluster” circense que, se de um lado acabou atrapalhando a navegação calma do Cirque, de outro acabou estimulando a geração de novos negócios. Nesse “cluster” forte e competitivo, tanto há competição como cooperação.

A lição aprendida é que a sua empresa pode até conseguir navegar por algum tempo em oceanos azuis, mas isso pode ser momentâneo. Soa bem ou é muito atraente, mas não é real. Em vez da ilusão e fantasia de que é possível navegar em tranquilos e dóceis oceanos azuis, vale mais reconhecer que a competição é um fato permanente e irreversível e operar como se a empresa estivesse sempre em um ambiente ultracompetitivo, o dos oceanos vermelhos, que ajuda a manter a empresa alerta e verdadeiramente competitiva, sempre.

Inovações são úteis quando agregam valor aos clientes, mas não para eliminar a concorrência.
Por: José Roberto Ferro  - http://epocanegocios.globo.com

sexta-feira, 13 de março de 2015

Dez Propagandas Absurdas de Remédios

Seleção de propagandas antigas e absurdas de remédios.


Antigamente era comum encontrarmos propagandas de remédios em jornais e revistas que prometiam 'milagres' na solução de doenças. Com a medicina em avanço, as soluções caseiras ainda buscavam remediar problemas de saúde. 

Confira uma curiosa seleção de propagandas de remédios:

Propaganda do aparelho vibrador que prometia solução para males do aparelho digestivo.

(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Interessante ver quantos artifícios foram desenvolvidos para a cura de certos males. Em 1912 a propaganda do Vibrador Veedee apresentava o caminho da melhoria do aparelho digestivo.


Propaganda do remédio de combate à obesidade: Neurotone.

(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Em 1923 o anúncio do Neurotone fez uma referência inadequada aos seres humanos com peso acima do ideal. Uma linguagem interessante, usando a perda do bonde como consequência da gordura. Confira clicando na imagem ao lado.

Propaganda do Remédio Treparsol: combate às doenças venéreas.

(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Até 1928, quando seria descoberta a penicilina, os jornais eram recheados de anúncios de remédios que prometiam a cura milagrosa de doenças venéreas. Eis o anúncio do Treparsol, de 1927.


Propaganda do Remédio Bi-Uriol para solução de males nos rins e bexigas.

(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Hoje este anúncio seria incorreto? O anúncio do remédio Bi-Urol de 1930 apresentavam três crianças urinando (com muita potência) em um alvo. Uma irreverência publicitária de décadas passadas.


Propaganda de remédio para auxílio de funcionamento dos rins que usa a imagem de um suicida.

(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



O Laboratório Schering, com este anúncio publicado dia 20 de dezembro de 1924, concorre para o prêmio de propaganda mais incorreta da história. A ilustração mostra um suicida e a embalagem do medicamento Urotropina (remédio para os rins).

Propaganda do Laxante Jubol: promessa de deixar as tripas brilhando.

(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Em 1939 o laxante Jubol prometia uma verdadeira faxina interna, representada por anõezinhos equipados com escovas, baldes e panos de limpeza para deixar as tripas brilhando. Veiculado no dia 1 de janeiro de 1939 no jornal 'O Estado de São Paulo'.

Propaganda do remédio Anemokol com o cantor Waldick Soriano, nos anos 80.

(clique na imagem ao lado para ver o vídeo)



Ao som de "Eu não sou cachorro, não" o Anemokol promoveu a sua venda junto ao cantor Waldick Soriano. Um medicamento que buscava energia, vigor físico e estimulante sexual. Com uma ousadia publicitária, a campanha apresentou mulheres nuas em cenas protagonizadas no motel. Emblemático.


Propaganda do Remédio Pasta Russa com promessa de aumento dos seios em 1918.

(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Na época em que a exibição do corpo feminino era um mito, o Dr. Ribacal apresentou a sua Pasta Russa. A promessa é de encantar as mulheres (até nos dias de hoje): seios "desenvolvidos, fortificados e aformoseados" em apenas dois meses, como diz o anúncio.


Propaganda do medicamento Nandula que combatia o ato de urinar na cama, ao dormir.

(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Alguns remédios de antigamente possuíam algumas promessas estranhas. Qual composição seria de um remédio que evitaria urinar na cama? A publicidade dava a sua força! Eis o Nandula! Diretamente de 1916.


Propaganda de drops de cocaína em 1885: promessa de combate às dores.
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Por apenas 15 centavos, drops que usa a cocaína como sua composição básica prometia cura para a dor:”Cocaína. A dor de dentes desaparece. Cura instantânea!”. Propaganda de 1885.

Copiado: http://www.propagandashistoricas.com.br/