quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Home Office no Brasil, Grande Desafio para as Corporações

As empresas que mantêm um escritório aberto para atender as demandas de seus negócios se deparam com diversos custos como aluguel, transporte, energia elétrica, água, infraestrutura de rede, entre outros custos, que podem geram um gasto muito alto quando colocado na ponta do lápis.

Atualmente, dependendo do segmento da companhia, ela visa atingir todo o Brasil com pelo menos uma filial em cada estado, mantendo a estrutura para um pequeno número de funcionários, mas que vem junto com um alto custo de gerenciamento dessas unidades. A importância de manter escritórios regionais é mostrar a sua marca e atender aos clientes que estão fora da cidade onde a matriz se encontra.

Neste caso, as empresas encontram grandes desafios, desde a manutenção desses escritórios até o gerenciamento dos colaboradores. Pensando nesses custos, algumas empresas de grande porte estão optando pelo trabalho Home Office.

Mas afinal, o que é o home office?

Home office é o ato dos colaboradores trabalharem de sua própria residência, como se estivessem dentro do escritório, com acesso aos e-mails, chats internos, ramal integrado, reuniões remotas, com equipamentos fornecidos ou não pela a empresa, como smartphones, laptops, desktops e até mesmo ambientes entregues virtualmente.

Mas quando falamos de home office, é provável que gere um receio entre os administradores das empresas, pois é um conceito que abrange muitos fatores, desde a entrega dessa forma de trabalho, com acesso aos mesmos recursos que o colaborador teria se estivesse presente no escritório até a forma de gerenciar esses profissionais e a preocupação sobre a legislação praticada hoje no Brasil.

Antes mesmo de permitir esse tipo de trabalho e de verificar as normas que regem esse modelo, é necessário que a empresa esteja aberta às mudanças e que habitue esse novo conceito dentro de sua cultura.

Nesse tipo de trabalho, os colaboradores passam por um novo aculturamento, pois a saída do modelo tradicional para o home office requer adaptação de todos, principalmente, entre os que estão há mais tempo nas companhias. 

Alguns benefícios percebidos nesse modelo de trabalho:
  • Redução de custos com: infraestrutura, energia, espaço, mobiliário, material de escritório, entre outros;
  • Custo zero com a locomoção do colaborador;
  • Maior aproveitamento do tempo do funcionário (sem atrasos para chegar ao escritório);
  • Melhora na qualidade de vida dos colaboradores;
  • Contribuição com o meio ambiente (sustentabilidade);
  • Maior rendimento dos colaboradores;
  • Melhoria no atendimento aos clientes;
  • Maior possibilidade de concentração;
  • Maior flexibilidade;
  • Entre outros.
Segundo uma pesquisa realizada pela Citrix Systems, 77 % das pessoas sentem que são mais produtivas quando trabalham fora do escritório, enquanto 21% acham que têm a mesma produtividade e só 2% veem um rendimento menor.

Isso se explica devido ao fato do funcionário se sentir mais livre e ter a autonomia de se organizar também fora do seu horário de expediente. Com a opção de home office, o colaborador geralmente vai além do seu horário e consegue produzir mais. Nesse quesito, ele acaba ganhando tempo até em sua locomoção até o escritório, o que pode se reverter em hora trabalhada.

Como citado anteriormente, a empresa deve estar aberta a essa nova visão e saber administrar os seus colaboradores, olhando para suas metas e o comprometimento com a entrega das suas tarefas e não mais medir pelo horário de entrada e saída do trabalho.

Apesar desses benefícios, antes de adotar esse modelo, é necessário que a empresa entenda o trabalho desempenhado por cada profissional e estipule as metas necessárias e prazos para a entrega de suas atividades, pois segundo estudo realizado pelos pesquisadores Kimberly Elsbach e Daniel Cable, da Universidade da Califórnia e da London Business School, os praticantes de home office têm até 25% menos chance de ser promovidos do que quem trabalha presencialmente, por isso a importância de ter uma gestão preparada a analisar o funcionário e ter um plano de carreira estável.

Para permitir a mobilidade necessária, existem soluções que entregam desktops (computadores) de forma virtualizada para que eles tenham acesso de qualquer local e em qualquer horário, por meio de recursos disponíveis em datacenters das empresas. Além de entregar esse tipo de serviço, é possível gerenciar os smartphones dos usuários e definir o que é corporativo e o que é pessoal e selecionar apenas o que é importante para o negócio.

A grande ideia desses softwares é entregar o dispositivo para os funcionários sem que ele tenha empecilhos no seu dia a dia para acessar as informações, mas que ganhe performance, independente do equipamento ser dele (BYOD - Bring Your Own Device) ou  se a companhia disponibilizar para o seu trabalho.

O BYOD é uma grande tendência que já virou realidade em muitas companhias pelo o mundo, e que no Brasil vem ganhando muito mais adeptos.
Existem diversas formas de fazer o BYOD e incentivar os funcionários a aderirem. O que temos que nos preocupar muitas vezes é como trazemos transparências para esse processo e como vamos entregar a infraestrutura necessária para atender o BYOD em qualquer plataforma e em qualquer lugar sobre qualquer tipo de link de internet.

Em uma visão livre de futuro, a convergência entre home office mais BYOD vai diretamente ao encontro das maiores preocupações globais: a busca por cidades mais sustentáveis e um estilo de vida mais saudável, gerando bem estar aos colaboradores. Portanto, a escolha correta das tecnologias atuais que irão suportar esse processo afetará inteiramente o futuro que vem sendo desejado e construído por todos.  

Artigo encaminhado por Leonardo Nascimento, http://www.adnews.com.br/

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

8 Lições de marketing que aprendemos com o Chaves

Na última sexta-feira, 28 de novembro, morreu o criador daquele que prefere morrer do que perder a vida. Quando o Roberto Gómez Bolaños criou seus personagens, certamente não imaginava o sucesso que eles teriam, principalmente no Brasil. 
A simplicidade e a ingenuidade das histórias conquistaram públicos de diversas faixas etárias, ultrapassando barreiras geográficas e econômicas. Chaves é atemporal. O seriado nos ensina várias lições de marketing e incontáveis de vida. 
Suelen Giacomele, Content Marketing da Pmweb, lista oito princípios que podemos aprender com o mais famoso personagem criado pelo mexicano.

1 - Ninguém tem paciência comigo
Foram inúmeros os cascudos que o Sr. Madruga deu no Chaves quando ele aprontava e tirava o personagem de Dom Ramón do sério. Até que um dia o menino resolveu se defender, colocando uma tigela sob o famoso gorro xadrez.
Esse monte de e-mail marketing que você manda todos os dias está tirando a paciência dos seus clientes? Você tem tido um número alto de opt-outs ou desengajados? Pode ser que você não esteja conseguindo entregar a mensagem certa ao cliente certo e na hora certa. Talvez seja a hora de revisar seus princípios de life cycle marketing. Isso, isso, isso!

2 - Que todo animal come com o rabo
Em um episódio, Chaves comenta com o Prof. Girafales que o Kiko não sabe qual animal come com o rabo. O mestre Linguiça, perplexo, questiona: "Mas há um animal que coma com o rabo?" Chaves responde: "Todos! Existe algum animal que tire o rabo para comer?" 
Depois da resposta fica evidente o raciocínio. Mas nem sempre as nossas estratégias de marketing primam pelo óbvio conforme deveriam ser. Às vezes oferecemos uma geladeira a quem comprou o produto alguns meses antes. Agora é a vez de enviar dicas de conservação do produto e pedir um review.

3 - É de limão, parece abacaxi, mas tem gosto de tamarindo
As cenas do Chaves vendendo sucos em panelas improvisadas enquanto Kiko tem uma barraquinha ultramoderna, além de nos fazer dar boas risadas, nos ensinam que é preciso ter assertividade no discurso e no direcionamento das estratégias. Isso é algo básico para o sucesso de qualquer ação de marketing. Se você vende suco de limão, deve comunicar suco de limão às pessoas que gostam de suco de limão e não àquelas que preferem abacaxi ou tamarindo. É a importância do storytelling verdadeiro. Fale sempre a verdade ao seu cliente. 

4 - Foi sem querer querendo
Sr. Barriga foi um dos personagens a quem mais o Chaves repetiu essa frase, porque o coitado era sempre recebido na Vila com uma pancada. Sem querer (querendo), o Chaves estava sempre ali brincando quando o senhorio chegava para cobrar o aluguel e sem querer (querendo), algo dava errado e o menino nocauteava o pai do Nhonho. 
Não há como ter sucesso sem querer querendo. Um bom planejamento de marketing vai garantir que as estratégias deem certo dentro do prazo estipulado.

5 - 14 meses de aluguel
É muita barriga, Sr. Paciência. Mês após mês o Sr. Barriga chega à Vila esperando que o pai da Chiquinha pagasse o aluguel atrasado há 14 meses. Em marketing, é preciso resiliência, pois nada acontece por acaso. A criação de uma base qualificada de contatos e a otimização dos conteúdos de um site, por exemplo, são processos lentos e graduais. Portanto, pague o aluguel! 

6 - Olha ele, olha ele, olha ele!
Pesquise, olhe para o lado, veja o que os competidores estão fazendo, procure informações no exterior, atualize-se. O benchmarking é vital para marcas que querem ter sucesso. Além de conhecer as melhores práticas, aprende-se com os erros dos outros. Mas não copie. Nunca. Ou você correrá o risco de parecer o Nhonho: sempre apontando para os erros dos outros. 

7 - É você, Satanás?
Um dos episódios mais engraçados é aquele que o Chaves e a Chiquinha invadem a casa da D. Clotilde e ficam imaginando várias cenas que envolvem bruxas, vassouras voadoras e outras trapalhadas. 
O que se aprende com isso, em marketing, é jamais compre mailing, jamais invada o inbox das pessoas. Sua comunicação não pode ser invasiva e sua mensagem não pode chegar para quem não gostaria. Trabalhe com os clientes que você já tem, respeitando seu ciclo de vida e ativando-os no momento oportuno.

8 - Era melhor ter ido ver o filme do Pelé
Quando a turma do Chaves vai ao cinema, o personagem fica incomodando, fazendo mil trapalhadas porque ele não queria estar ali, mas assistindo ao filme do Pelé. Naquele dia, o personagem do barril não tinha opção, ele foi ao cinema convidado, então era aquele filme ou nenhum. 
Trazendo à realidade do marketing, hoje o consumidor tem o poder de decidir. Cative sua audiência através das mídias sociais, conte histórias e mantenha seu público engajado através de conteúdo personalizado relevante. Hoje tem coisas muito mais legais de assistir do que o filme do Pelé.

Artigo encaminhado por Suelen Giacomele, Content Marketing da Pmweb
Copiado:http://www.adnews.com.br/

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

COMO ANDA O CLIMA DA SUA ORGANIZAÇÃO?

Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido. (Salmo 1.3)

Todos nós podemos ser pessoas frutíferas onde estamos: na igreja, na família, nas amizades, no local de trabalho e em tantos outros lugares. Quem não quer ter em sua equipe pessoas produtivas, cheias de vigor, capazes de enfrentar as dificuldades do dia-a-dia sem desanimar, e que sejam bem-sucedidas nas tarefas que executam?

Hoje, as organizações que investem no ambiente de trabalho a fim de torná-lo mais agradável, saudável e confiável oferecem um diferencial aos colaboradores e proporcionam oportunidade para que eles dêem mais de si, exercendo seus talentos, alcançando bons resultados, sendo mais frutíferos em sua área de atuação e consequentemente mais comprometidos com a organização. 

Diante disto, tornou-se relevante preocupar-se com as necessidades dos colaboradores, como anda seu ambiente de trabalho, bem como ter conhecimento do clima organizacional, se está bom ou ruim, ou seja, tudo o que está mexendo com seus sentimentos em relação à organização, como por exemplo: condições de trabalho, layout, limpeza, salários, refeitório, programas de incentivo, benefícios, integração com colegas e liderança, dentre outros.

Utilizamos o clima na meteorologia para entendermos o comportamento da atmosfera em diferentes intervalos de tempo. Na organização, o clima é utilizado para entendermos a atmosfera do ambiente de trabalho em dado momento. Podemos dizer que temos um clima estável quando por alguns dias o tempo fica bom, com predomínio do sol, céu claro. Representaria na organização um clima bom, positivo, na qual os colaboradores estariam satisfeitos, comprometidos, motivados; e um clima instável quando o tempo está fechado, chuvoso, e com trovoadas. 

Na organização seria um clima ruim, negativo, com colaboradores insatisfeitos, improdutivos, desanimados, desmotivados.  Assim como o tempo muda, o clima na organização também. Podem ocorrer alterações repentinas e as pessoas que estavam alegres ficarem tensas, desanimadas, insatisfeitas por algum fato ocorrido.

De acordo com Bergamini e Coda (1997, p. 98), "clima organizacional nada mais é do que o indicador do nível de satisfação (ou de insatisfação) experimentado pelos empregados no trabalho". O clima organizacional influencia e é influenciado pelo estado motivacional das pessoas, pois é a leitura que o colaborador faz, como vê e reage, de forma positiva ou negativa ao que acontece em relação à cultura, valores, normas e costumes da organização. 

Um mesmo acontecimento pode gerar conforto e segurança para uns e decepção para outros. Assim, o clima pode variar com certa facilidade, cada um irá avaliar de acordo com seus sentimentos, com o que estão vivenciando em determinado momento.
Conhecendo o clima da organização, como estão suas tendências e inclinações, é possível investir em melhorias para a solução dos problemas e fazer com que todos da equipe trabalhem motivados e tornem-se parceiros da instituição na conquista dos objetivos, no cumprimento da missão.

Uma importante ferramenta utilizada para alcançar este propósito é a pesquisa de clima organizacional. Através da sua aplicação, é possível obter um diagnóstico geral da organização quanto às dificuldades e/ou facilidades existentes entre os líderes, subordinados e departamentos. Enfim, um levantamento dos principais pontos que necessitam melhorias para fazer da organização um lugar melhor para se trabalhar, mais frutífero e produtivo. Esta ferramenta será abordada mais detalhadamente no próximo artigo sobre este assunto.

O objetivo final de um projeto de clima organizacional é tornar o ambiente de trabalho um lugar acolhedor e produtivo, "junto a corrente de águas", não necessariamente encontrando problemas, mas evitando-os, porque mesmo que o ambiente esteja bom, pode se tornar melhor.
Autor: Lêda Maria Flório Silva - Site: www.institutojetro.com

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Dez Propagandas Históricas Machistas

Seleção de propagandas antigas com teor machista.

O machismo na publicidade ecoou aos quatro cantos do mundo ao longo da história. Antigamente, os papéis na sociedade eram diretos: homem vai trabalhar, mulher cuida da casa. Produtos eram feitos e anunciados especificamente para as mulheres, neste caso, utensílios domésticos saíam na frente.

Quando produtos eram voltados para os homens, era nítida uma desvalorização da imagem feminina. Os produtos eram variados: bebidas, roupas masculinas e até armas. 

Abaixo, temos uma seleção de dez anúncios que apontam o machismo na publicidade, principalmente em décadas passadas:

Propagandas Históricas Machistas - Cigarrilhas Tipalet
Cigarrilhas Tipalet
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)
“Assopre a fumaça na cara e ela vai acompanhar você em qualquer lugar”. Nos dias atuais, o anúncio das cigarrilhas Tipalet seria considerado não só incorreto como de mau gosto. Veiculado em novembro de 1969 nos Estados Unidos.





Propagandas Históricas Machistas - Gravatas Van Heusen

Gravatas Van Heusen
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

"Mostre para ela que o mundo é dos homens" - parece que nos anos 50, os argumentos machistas eram mais toleráveis. O anúncio das gravatas Van Heusen era o exemplo claro de como a mulher deveria ser submissa ao homem. Imagine a polêmica se este anúncio fosse veiculado nos dias atuais.





Propagandas Históricas Machistas - Casa das Cuecas
Casa das Cuecas (Dia dos Namorados)
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

“Dê para o seu namorado. Não deixe de dar para ele: temos mais de 500 artigos diferentes com etiquetas famosas e preços apaixonantes. Casa das Cuecas”. Com duplo sentido totalmente descarado, a rede paulista Casa das Cuecas promovia os seus produtos para o Dia dos Namorados. Um apelo ousado e ao mesmo tempo divertido.


Propagandas Históricas Machistas - Calças Dracon

Calças Dracon
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

“É bom ter uma mulher perto de casa”. Indiscutível a polêmica formada neste anúncio de calças em uma revista americana nos anos 60. Além do título ousado, a imagem traduz como a mulher era vista pelo anunciante.





Propagandas Históricas Machistas - Cerveja Schlitz

Cerveja Schlitz
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Na imagem, uma dona de casa triste e seu marido a consola: "Não se preocupe, querida, você não queimou a cerveja".  Além de expor a mulher em um lugar doméstico, ela coloca o marido com a preocupação exclusiva da cerveja. 



Propagandas Históricas Machistas - Dormeyer - Artigos para o Lar

Dormeyer - Artigos para o Lar
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Encontramos na década de 50 um curioso anúncio da Dormeyer (indústria americana de artigos para o lar). Nele, um recado claro para as ESPOSAS: "Olhem esta propaganda com carinho. Circule os produtos que vocês quer para o Natal. Mostre para o seu marido. Se ele não for à loja imediatamente, chore um pouco. Não chore muito. Um pouco. Ele irá, ele irá". Logo após as imagens com os produtos, um recado para os maridos dizendo para eles comprarem os produtos da propaganda antes que sua mulher escolha algum e comece a chorar.

Propagandas Históricas Machistas - Congelador Prosdócimo
Congelador Prosdócimo - Mulher & Feijoada
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)

Em um tom machista, muitas empresas de eletrodomésticos usaram as donas de casas e as empregadas domésticas para ilustrarem campanhas publicitárias. Com a força de venda de refrigeradores, começaram a surgir o hábito de congelar as refeições. Com este argumento a Prosdócimo apresentou este anúncio, na década de 70.

Propagandas Históricas Machistas - Uísque Royal Label Extra

Royal Label Extra
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Nesta propaganda, a marca de uísque Royal Label Extra elenca os objetos que “250 homens de experiência” puderam escolher para fazer uma propaganda da bebida. Entre um cachimbo Dunhill, uma pistola de duelo e uma garrafa do uísque, está “uma linda morena”. No final da propaganda, eles garantem: dentre os “250 homens de experiência”, “não houve aquele que deixasse Royal Label Extra para terceiro lugar”. Esse anúncio parece ser o tataravó das propagandas de cerveja com mulheres na praia.


Propagandas Históricas Machistas - Camisas Van Heusen

Camisas Van Heusen
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Sabemos o quanto a publicidade de décadas passadas abusava com a imagem da mulher submissa, principalmente para vender produtos masculinos. Temos um exemplo onde usam a linguagem feminina para representar o homem da sua vida: "É ousado", "É audacioso", "É o visual mais ousado em camisa". O assustador é ver uma imagem da mulher apanhando do marido na primeira foto, sendo beijada calorosamente na segunda e na última, encantada por usar uma camisa Van Heusen. Polêmica.


Propagandas Históricas Machistas - Eletrodomésticos Epel

Eletrodomésticos Epel
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Hoje, o anúncio da Epel poderia ser considerado ofensivo pela Secretaria de Políticas para as Mulheres, por sugerir que o trabalho doméstico é obrigação exclusivamente feminina. “Assim, a vida é melhor. Aparelhos elétricos de real utilidade para conforto das donas de casa”.




Propagandas Históricas Machistas - Tomorrow's Lestoil

Tomorrow's Lestoil
(clique na imagem ao lado para ver a propaganda)



Desta vez, apresentamos o limpador Tomorrow's Lestoil que brinca com uma imagem futurista e um título machista: "A mulher do futuro fará da Lua um lugar limpo para se viver". Será que naquela época o público endurecia diante esses anúncios. Nem precisamos falar o quanto polêmico seria se este anúncio fosse veiculado nos dias de hoje.

Copiado: http://www.propagandashistoricas.com.br/

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Administração Tributária


É denominada administração tributária  o conjunto de ações e atividades integradas e complementares entre si, designadas para garantir o cumprimento da legislação tributária e do comércio exterior. 

Essas ações e atividades são de responsabilidade da Secretaria da Receita Federal, e estão sistematizadas na legislação tributária e do comércio exterior, além de um conjunto integrado de sistemas de informação, fornecidas ao fisco pelos contribuintes ou por terceiros mediante a apresentação de diferentes modalidades de declarações.

A missão da fiscalizar tributos internos e aduaneiros é a de elevar a percepção de risco do contribuinte faltoso, aumentando, dessa maneira, o nível de cumprimento voluntário de suas obrigações tributárias e, por consequencia, promovendo o incremento da arrecadação. 

Portanto, a fiscalização busca, sobretudo, resultados indiretos - que se realizam com a elevação do patamar de cumprimento voluntário das obrigações tributárias. 

Por outro lado, a percepção de risco resulta de uma gama variada de fatores, que atuam de forma complementar, dando efetividade ao poder impositivo do fisco. Assim, uma eficiente ação fiscalizadora se complementa e se torna efetiva com ações ágeis e tempestivas de cobrança administrativa ou judicial, com sistemas de informação de qualidade, com recursos humanos e tecnológicos de excelência, com um ágil tratamento do contencioso administrativo-fiscal, etc.

A administração tributária apresenta ainda presença fiscal ampla e atuante, quer seja no âmbito da facilitação do cumprimento das obrigações tributárias, quer na construção e manutenção de uma forte percepção de risco sobre os contribuintes faltosos. 

Todas as ações que compõem o Programa Administração Tributária (e também o Programa Administração Aduaneira) representam um fluxo único de trabalho, destinado à obtenção de dois resultados ou produtos finais básicos, ou seja, a arrecadação aos cofres da União de tributos e contribuições e o controle fiscal e aduaneiro do comércio exterior.

Até a grande reforma organizacional e estrutural de 1934 patrocinada pelo então ministro da fazenda Oswaldo Aranha, mudanças significativas não ocorreram no sistema. Com o processo de industrialização do Brasil, e o eixo da economia se deslocando do setor primário para o secundário, uma mudança radical no sistema era necessária. 

A reforma tributária só tomou impulso após março de 1964. A reforma da década de 60 foi ousada, sendo tudo centralizado no governo Federal, restringindo o grau de autonomia fiscal e o poder de legislar das unidades federativas.

Com a Constituição de 1988 nova reforma se processou e sua motivação principal foi a consolidação da descentralização de recursos, que já vinha ocorrendo desde 1983. 

A descentralização de recursos concentrou o desequilíbrio fiscal previamente existente na União e o viés social contido na Constituição deteriorou as contas públicas.

Por Emerson Santiago - http://www.infoescola.com/

terça-feira, 25 de novembro de 2014

As 10 Estratégias de Manipulação Midiática segundo Chomsky

 O Lingüista estadunidense Noam Chomsky elaborou a lista das “10 estratégias de manipulação” através da mídia:

1- A ESTRATÉGIA DA DISTRAÇÃO.

O elemento primordial do controle social é a estratégia da distração que consiste em desviar a atenção do público dos problemas importantes e das mudanças decididas pelas elites políticas e econômicas, mediante a técnica do dilúvio ou inundações de contínuas distrações e de informações insignificantes. A estratégia da distração é igualmente indispensável para impedir ao público de interessar-se pelos conhecimentos essenciais, na área da ciência, da economia, da psicologia, da neurobiologia e da cibernética. “Manter a atenção do público distraída, longe dos verdadeiros problemas sociais, cativada por temas sem importância real. Manter o público ocupado, ocupado, ocupado, sem nenhum tempo para pensar; de volta à granja como os outros animais (citação do texto 'Armas silenciosas para guerras tranqüilas')”.

2- CRIAR PROBLEMAS, DEPOIS OFERECER SOLUÇÕES.

Este método também é chamado “problema-reação-solução”. Cria-se um problema, uma “situação” prevista para causar certa reação no público, a fim de que este seja o mandante das medidas que se deseja fazer aceitar. Por exemplo: deixar que se desenvolva ou se intensifique a violência urbana, ou organizar atentados sangrentos, a fim de que o público seja o mandante de leis de segurança e políticas em prejuízo da liberdade. Ou também: criar uma crise econômica para fazer aceitar como um mal necessário o retrocesso dos direitos sociais e o desmantelamento dos serviços públicos.

3- A ESTRATÉGIA DA GRADAÇÃO.


Para fazer com que se aceite uma medida inaceitável, basta aplicá-la gradativamente, a conta-gotas, por anos consecutivos. É dessa maneira que condições socioeconômicas radicalmente novas (neoliberalismo) foram impostas durante as décadas de 1980 e 1990: Estado mínimo, privatizações, precariedade, flexibilidade, desemprego em massa, salários que já não asseguram ingressos decentes, tantas mudanças que haveriam provocado uma revolução se tivessem sido aplicadas de uma só vez.

4- A ESTRATÉGIA DO DEFERIDO.


Outra maneira de se fazer aceitar uma decisão impopular é a de apresentá-la como sendo “dolorosa e necessária”, obtendo a aceitação pública, no momento, para uma aplicação futura. É mais fácil aceitar um sacrifício futuro do que um sacrifício imediato. Primeiro, porque o esforço não é empregado imediatamente. Em seguida, porque o público, a massa, tem sempre a tendência a esperar ingenuamente que “tudo irá melhorar amanhã” e que o sacrifício exigido poderá ser evitado. Isto dá mais tempo ao público para acostumar-se com a idéia de mudança e de aceitá-la com resignação quando chegue o momento.

5- DIRIGIR-SE AO PÚBLICO COMO CRIANÇAS DE BAIXA IDADE.

A maioria da publicidade dirigida ao grande público utiliza discurso, argumentos, personagens e entonação particularmente infantis, muitas vezes próximos à debilidade, como se o espectador fosse um menino de baixa idade ou um deficiente mental. Quanto mais se intente buscar enganar ao espectador, mais se tende a adotar um tom infantilizante. Por quê? “Se você se dirige a uma pessoa como se ela tivesse a idade de 12 anos ou menos, então, em razão da sugestão, ela tenderá, com certa probabilidade, a uma resposta ou reação também desprovida de um sentido crítico como a de uma pessoa de 12 anos ou menos de idade (ver “Armas silenciosas para guerras tranqüilas”)”.

6- UTILIZAR O ASPECTO EMOCIONAL MUITO MAIS DO QUE A REFLEXÃO.

Fazer uso do aspecto emocional é uma técnica clássica para causar um curto circuito na análise racional, e por fim ao sentido critico dos indivíduos. Além do mais, a utilização do registro emocional permite abrir a porta de acesso ao inconsciente para implantar ou enxertar idéias, desejos, medos e temores, compulsões, ou induzir comportamentos…
7- MANTER O PÚBLICO NA IGNORÂNCIA E NA MEDIOCRIDADE.

Fazer com que o público seja incapaz de compreender as tecnologias e os métodos utilizados para seu controle e sua escravidão. “A qualidade da educação dada às classes sociais inferiores deve ser a mais pobre e medíocre possível, de forma que a distância da ignorância que paira entre as classes inferiores às classes sociais superiores seja e permaneça impossível para o alcance das classes inferiores (ver ‘Armas silenciosas para guerras tranqüilas’)”.

8- ESTIMULAR O PÚBLICO A SER COMPLACENTE NA MEDIOCRIDADE.

Promover ao público a achar que é moda o fato de ser estúpido, vulgar e inculto…

9- REFORÇAR A REVOLTA PELA AUTOCULPABILIDADE.


Fazer o indivíduo acreditar que é somente ele o culpado pela sua própria desgraça, por causa da insuficiência de sua inteligência, de suas capacidades, ou de seus esforços. Assim, ao invés de rebelar-se contra o sistema econômico, o individuo se auto-desvalida e culpa-se, o que gera um estado depressivo do qual um dos seus efeitos é a inibição da sua ação. E, sem ação, não há revolução!

10- CONHECER MELHOR OS INDIVÍDUOS DO QUE ELES MESMOS SE CONHECEM.

No transcorrer dos últimos 50 anos, os avanços acelerados da ciência têm gerado crescente brecha entre os conhecimentos do público e aquelas possuídas e utilizadas pelas elites dominantes. Graças à biologia, à neurobiologia e à psicologia aplicada, o “sistema” tem desfrutado de um conhecimento avançado do ser humano, tanto de forma física como psicologicamente. O sistema tem conseguido conhecer melhor o indivíduo comum do que ele mesmo conhece a si mesmo. Isto significa que, na maioria dos casos, o sistema exerce um controle maior e um grande poder sobre os indivíduos do que os indivíduos a si mesmos.
Copiado: http://www.institutojoaogoulart.org.br/

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

LIBERTANDO-SE DAS OPINIÕES DOS OUTROS


Grande parte dos registros gravados em nossos centros energéticos foram trazidos por outras pessoas.

Fomos orientados que as opiniões das pessoas moldariam a nossa imagem e se as opiniões fossem boas sobre nós, seriamos aceitos e respeitados.

Então fomos introduzindo em nós as regras, crenças do que era “certo” e do que era “errado”, para que pudéssemos seguir um padrão de conduta.

E, através destas regras de conduta, fomos criando um novo personagem em nosso interior que passou a se expressar de acordo com o que as pessoas esperavam de nós.

Não percebemos que com estas atitudes estávamos sabotando nossa felicidade e também todo nosso processo de evolução.

Pouco a pouco fomos esquecendo de quem verdadeiramente somos: poderosos, cheios de virtudes, capazes de conduzir nossas vidas de acordo com as informações divinas que já existiam em nossos registros internos.

Mais e mais fomos estimulados a buscar as respostas fora de nós, porque a opinião que tínhamos sobre nós não era importante. O importante era a opinião dos outros sobre nós.

Crescemos ouvindo que nossa reputação poderia ser abalada se fizéssemos algo que não fosse aprovado pela sociedade.

Quando você nega o que pensa, sente, acredita e nega o que você é, consequentemente, deixa de observar e usar as ferramentas importantes que possui para vivenciar suas experiências terrenas com felicidade.

Então, fomos ficando reféns das opiniões das outras pessoas para conduzirmos nossas vidas e criando expectativas sobre a opinião que elas tinham sobre nós. Fomos acreditando que se nos mostrássemos frágeis e dependentes, sempre teríamos o amor e a atenção destas pessoas e não seríamos cobrados por elas.

Mas não percebemos que ao colocarmos em nosso interior informações, pensamentos e sentimento que não eram nossos, estávamos trazendo um grande desequilíbrio para todo nosso ser. Dia após dia, fomos nos desequilibrando fisicamente, emocionalmente, mentalmente e espiritualmente.

E este desequilíbrio só era reconhecido quando fisicamente sentíamos afetados por um sinal mais forte vindo através de uma doença ou uma dor.

Não observávamos os sinais constantes através do “sentir” de cada situação e continuávamos negando o que estava acontecendo em nosso interior, porque cada vez mais estávamos sendo estimulados a olhar para fora.

Todas estas negações de quem são foram trazendo muita infelicidade e desequilíbrio.

Por não nos amarmos fomos estimulando o “não merecimento” e restringindo em nossas vidas tudo que nos trazia felicidade e, também, fomos rejeitando tudo que foi criado para que pudéssemos vivenciar nossas vidas com felicidade e equilíbrio.

E o que observamos agora é que a maioria das pessoas está infeliz, indecisa de que caminho seguir, sem saber que rumo dar em suas vidas, porque não sentem confiança e coragem de mudar, de experimentar o novo em suas vidas, porque ainda acham que podem deixar de receber o amor e a atenção das pessoas se não forem bem sucedidas.

Por não conhecerem seus potenciais foram achando que não conseguiriam começar de novo buscando vivenciar o que realmente acreditavam.

O momento do AGORA traz uma informação muito importante para todos nós: precisamos cumprir nosso principal objetivo: vivenciar a felicidade. E para vivenciarmos a felicidade precisamos redescobrir o que nos faz feliz e isto nos estimula a olhar para dentro de nós.

Somos seres individuais, trazemos nossos próprios registros vividos em outras jornadas e também gravamos de forma diferenciada tudo que vivemos aqui. E, por isto, respondemos a cada situação de forma diferente.

Quando nos foi ensinado que não devíamos julgar e nem condenar, estes ensinamentos foram trazidos para que pudéssemos respeitar o que existia em cada ser e para que entendêssemos que cada um respondia fazendo o seu melhor, como sabia.

Para passarmos para uma frequência mais elevada precisamos nos elevar também e o que significa isto: “nos elevarmos”?

Significa “mudar a nossa consciência”, entender que a opinião do outro é do outro e de que devemos viver a “nossa verdade”, expressar o que pensamos sentimentos e acreditamos com amor e respeito.

Observem a conduta dos Mestres Ascensos, dos nossos Irmãos Estelares e de toda a Hierarquia Divina, eles não nos julgam, não nos criticam, mas sempre tem um olhar amoroso entendendo que estamos em nosso processo de aprendizado e de estamos buscando fazer o nosso melhor sempre.

Mas o que eles mais nos incentivam é conhecermos o nosso interior, os nossos talentos divinos, para que possamos acreditar que podemos caminhar seguramente sozinhos, usando as ferramentas internas que já possuímos e tendo a plena confiança de que tudo que desejarmos nos serão trazidos, pois isto faz parte do nosso contrato divino.

Todas as inúmeras bênçãos disponíveis em nosso planeta estão disponíveis a todos os seres, entretanto se acharmos que não somos merecedores não iremos usar estar bênçãos e continuaremos vivenciando a tristeza e a escassez e comprometendo nosso grande objetivo de sermos felizes.

Se assumirmos que merecemos ser felizes, nos abriremos para receber todas estas bênçãos e então vivenciaremos felicidade, prosperidade e abundância divina.

Quando você decide viver a sua vida com felicidade, você emite uma nova frequência para o Universo e então o sincronismo começa a trazer o que deseja.

Temos que começar a viver sem esforço, sem falta, sem preocupação e sem medo, porque a nova frequência de luz traz o que você deseja porque você merece, porque isto é seu direito divino.

Liberte-se da opinião dos outros e viva a sua vida, a sua verdade e seja IMENSAMENTE FELIZ!

Por: Sandra M. Luz (15/12/2013) - Contribuição de Sandro Alves