segunda-feira, 23 de junho de 2014

Consertar o mundo

Olá amigos, aqui está uma breve e bastante conhecida história sobre como consertar o mundo. Espero que vocês gostem.

Um homem muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu escritório, tentando encontrar meios de consertar o planeta.
Certo dia, seu filho de 7 anos entrou em seu escritório decidido a ajudá-lo.
O homem, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo.
Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva entregou ao filho dizendo:
- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!
Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa.
Passados alguns minutos, ouviu o filho chamando-o calmamente:
- Pai,consegui! Terminei tudo!
A princípio, o pai não deucréditoao chamado do filho. Seria impossível uma criança de 7 anos conseguir recompor um mapa que jamais tinha visto.
Relutante, o homem levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Ficou boquiaberto. Pensou: como seria possível? Como o menino de 7 anos foi capaz de tal feito? E resolveu perguntar:
- Meu filho, você não sabia como era o mundo, como conseguiu montá-lo completamente?
E a criança respondeu:
- Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel do jornal para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui.
Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem do outro lado da folha, pois o homem eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo!
Moral da história: o primeiro passo para consertar o mundo é consertar os seres humanos. Só seres humanos melhores poderão fazer do mundo um lugar melhor.
Autor desconhecido
Um grande abraço a todos, do palestrante Carlos Hilsdorf.
O homem, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo.

Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva entregou ao filho dizendo:

- Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!

Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa.

Passados alguns minutos, ouviu o filho chamando-o calmamente:

- Pai, consegui! Terminei tudo!

A princípio, o pai não deu crédito ao chamado do filho. Seria impossível uma criança de 7 anos conseguir recompor um mapa que jamais tinha visto.

Relutante, o homem levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Ficou boquiaberto. Pensou: como seria possível? Como o menino de 7 anos foi capaz de tal feito? E resolveu perguntar:

- Meu filho, você não sabia como era o mundo, como conseguiu montá-lo completamente?
E a criança respondeu:

  • Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel do jornal para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. 
  • Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui.
  • Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem do outro lado da folha, pois o homem eu sabia como era. 
  • Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo!

Moral da história: o primeiro passo para consertar o mundo é consertar os seres humanos. Só seres humanos melhores poderão fazer do mundo um lugar melhor.

Autor desconhecido


Qualidade Brasil - O seu portal brasileiro de Gestão 

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Vantagens Competitivas - Consiga Identificá-las na sua Empresa


Muito se fala e se escreve a respeito das vantagens competitivas ou de diferencial competitivo das empresas. 

Vantagem competitiva é a capacidade de uma empresa agregar maior valor do que outras empresas no mesmo produto. Uma determinada empresa pode ter vantagem competitiva, ou não, sobre outra empresa que atue no mesmo mercado ou mesmo setor de negócios. 

Um exemplo de vantagem competitiva pode ser a ausência de concorrentes. 

A vantagem competitiva procura isolar as características de oportunidades únicas de produtos-mercados que darão à empresa forte posição competitiva. Ela deve ser necessariamente apropriável, ou seja, deve ser capaz de reter para a empresa o valor agregado que criou. Uma vantagem competitiva forma a base para o sucesso corporativo. 

Fica evidente que o rumo mais adequado para a futura estratégia empresarial será aquele em que a empresa possa distinguir-se favoravelmente de suas concorrentes. 

A busca da vantagem competitiva incentiva o desenvolvimento de competências distintas e direciona para otimização de custos de distribuição ou diferenciação de maior valor para o consumidor. 

Os indicadores de vantagem de posição são as habilidades de altas influências e recursos que fazem o máximo para reduzir custos ou criar valor ao cliente. Cada atividade na cadeia de valor de uma empresa é influenciada pelo efeito combinado destes indicadores (Porter 1985). 

Mas você, pequeno empresário, consegue identificar na sua empresa quais são essas vantagens e está usando-as para melhorar seu negócio, para ter um diferencial de vantagem em relação aos seus concorrentes ou para se manter no mercado? 

Vamos citar algumas vantagens que muitas empresas usam, independente de seu tamanho, que poderão ser de ajuda: 

- A sua Marca é conhecida, você a destaca nos rótulos, nas embalagens, nas notas fiscais, nas correspondências internas e externas, nos envelopes, nos e-mails, nos veículos da empresa, e ela está devidamente registrada e nas categorias corretas. 

- A Localização de sua empresa favorece a distribuição de seus produtos tanto por rodovias, como por portos, como por aeroportos, ou avenidas; favorece também o acesso de seus funcionários e dá a devida segurança. 

- Seu Preço é o que os clientes desejam pagar ou é uma limitante para que você possa ampliar seu negócio. 

- A Qualidade de seus produtos é reconhecida pelos clientes e consumidores ou é considerada “segunda linha” ou “carregação”. 

- A Força de Venda é dedicada, conhece bem o produto e o mercado, está motivada e treinada, conhece as necessidades dos clientes ou é apenas “tirador de pedidos”. 

- Os Pontos de Vendas são suficientes para atender o maior número de clientes, estão bem localizados, organizados e bem supridos. 

- A sua Assistência Técnica é suficientemente ágil e poderá ser encontrada em todo território em que se vende o produto. 

- A Garantia que cobre seus produtos é um atrativo ou está abaixo do que seus concorrentes oferecem. 

- A rapidez na Entrega faz de sua empresa a primeira opção dos seus clientes e consumidores. 

- Seu SAC (Serviço de Atendimento ao Cliente) está sempre disponível, seus atendentes são claros, objetivos e preparados para responder e solucionar problemas. 

- Sua Rede de Distribuição dá a devida atenção aos seus produtos ou coloca outros concorrentes como prioritários. 

- Sua empresa tem um Plano de Negócios para monitorar todo o trajeto, rentabilidade e viabilidade de seu produto. 

- Tem também um Planejamento Estratégico, por mais simples que seja, para você corrigir rapidamente algo que não esteja ocorrendo como o planejado. 

- Seus Funcionários estão Motivados e faz da empresa o seu próprio negócio, isto é, vestem a camisa, o boné e tudo que for necessário. 

Vantagem Competitiva Sustentável é a capacidade de se manter a Vantagem Competitiva ao longo do tempo, a despeito de entradas no mercado ou de tentativas de imitação por concorrentes. 

A melhor medida da sustentabilidade de uma vantagem competitiva é por quanto tempo uma empresa conseguirá desfrutar de uma lucratividade acima da média do mercado, ano a ano. 

A estratégia competitiva preocupa-se com a posição da empresa em relação aos seus concorrentes no mercado escolhido; ela é o casamento das capacidades internas com os relacionamentos externos. 

Uma estratégia bem sucedida é baseada em fazer bem o que os concorrentes não podem, ou não podem prontamente, mas não em fazer o que eles podem ou já fizeram. 

Cláudio Raza - http://www.varejista.com.br/

quarta-feira, 18 de junho de 2014

A Responsabilidade do Empresário Perante a Sociedade

Antes de pensarmos em qualquer responsabilidade do empresário, devemos compreender o que é ser empresário no Brasil..
Segundo a lei, o código Civil assim preceitua:
LIVRO II
Do Direito de Empresa
TÍTULO I
Do Empresário
CAPÍTULO I
Da Caracterização e da Inscrição
Art. 966. Considera-se empresário quem exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços.
Parágrafo único. Não se considera empresário quem exerce profissão intelectual, de natureza científica, literária ou artística, ainda com o concurso de auxiliares ou colaboradores, salvo se o exercício da profissão constituir elemento de empresa.
Como bem podemos perceber, temos um livro, um título e um capítulo dedicado a ele.
Na ótica legal, temos como empresário aquele que tem lucro, para produzir bens ou serviços ou ainda prestar serviços.
Tal assertiva é a baseada em lei.
Em fato, vimos no Brasil uma tentativa enorme de empresários baseados em um empreendedorismo muitas vezes louco ou irreal, que faz com que inúmeras empresas não durem mais de 1 ano abertas.
O fato é que precisamos muito do empresário, precisamos muito do seu empreendedorismo, contudo, precisamos igualmente de planejamento, estrutura, gestão, tecnologia, apoio governamental e um mercado favorável.
Analisando alguns dos prismas que formam o empresário, temos que o empreendedorismo é essencial.
Aquela coceira que dá na pessoa ao ver algo que poderia ser melhor. Aquela vontade de mudar o mundo com um serviço/produto novo. Aquele desejo de ter pessoas trabalhando pra ele e não apenas ele trabalhando para outros. Aquele desejo de ser parte de uma sociedade mais justa e fraterna, com apoio do seu trabalho.
E quando isto ocorre, a pessoa tem uma ideia, uma vontade, um desejo incontrolável de mudar a sua vida, junta um valor (muitas vezes pequeno, sem qualquer quantificação com a realidade), um PDV (programa de demissão voluntária) e abre o seu próprio negócio, se tornando um empresário.
O sonho de muitos brasileiros e que alguns tornam realidade.
Parece interessante ser dono do próprio negócio, não ter chefe, acordar a hora que bem entender, trabalhar quando quer… Parece que é um sonho mesmo.
Contudo, a realidade é bem diferente.
O empresário trabalha muito mais que qualquer funcionário. O empresário quase nunca tem finais de semana e não tem a menor ideia do que é hora extra. O empresário tem para si a responsabilidade de tudo na empresa e não apenas dos salários no final do mês.
Acha estranho? Nada parecido com o sonho, não é mesmo?
Para compreendermos a responsabilidade do empresário perante a sociedade temos que compreender suas responsabilidades em primeiro lugar e depois o seu papel social.
As responsabilidades do empresário não são poucas. Está no empresário as tarefas que envolvem a manutenção do negócio, tais como pagar impostos, funcionários, pensar em férias, 13 salário, horas extras, produtividade, controlar pessoas, entre outras. Além disto, deve estar atrelado as novidades do mercado, como melhorar o seu produto/serviço, compreender e lidar com todos os tipos de pessoas (funcionários, clientes, fornecedores) e assim vai.
E alguns ainda dizem que ser empresário é moleza. Moleza é fazer apenas o seu trabalho e ter todo final de mês o salario na conta. Isto sim é fácil.
E quando o empresário consegue equilibrar estas contas loucas de pessoas, mercado, dinheiro e sucesso, inicia mais um tipo de responsabilidade em suas costas: A social.
Atualmente, a legislação tem se moldado a cobrar do empresário como sua responsabilidade as questões sociais.
Temos visto amplamente este fato quando uma empresa, ao ver o prejuízo, decide demitir 100 ou 1000 funcionários, o Ministério Público do Trabalho ou o próprio Estado através de governadores ou prefeitos intervém dentro da empresa tentando minimizar as demissões ou fazer com que sejam feitas de forma agendada e não abrupta.
Para muitos uma intervenção desnecessária, para outros um aplauso ao Estado e seu poder controlador.
Um interessante pensamento do economista Adrian Rogers escrito em 1931:
É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Para cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a idéia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, assim chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.”
Quase um século depois ainda não aprendemos que temos que parar de punir quem realmente produz e começar a pensar em como podemos auxiliar a produzirmos mais e mais.
Não será através de quem não trabalha que evoluiremos socialmente. Será através do empresário e do seu suor, aliado ao de quem trabalha, que o país irá se desenvolver.
E diante desta premissa, temos que ter leis que coíbam as atrocidades ou aberrações, mas que interfiram minimamente nos negócios. Toda vez que o Estado mete sua colher no pirão, alguém ficará com fome.
Sei que muitos defenderão um Estado mais atuante e forte em relação aos negócios, contudo, os exemplos que temos são negativos neste sentido.
No Brasil, o Estado cobra bem, ganha muito em impostos de todos os tipos possíveis, tem leis severas para os empresários e nulas para os governantes e mesmo assim, não devolve nem 1% de volta aos cidadãos o que arrecada. Se um empresário não recolher adequadamente o Fundo de Garantia, por exemplo, além do processo de cobrança, com multas pesadas, pode até ser preso. Enquanto isto, um governante descaradamente que pega o valor dos impostos para uso próprio, caviar, lagostas e mansões, circula livremente, afinal, a lei é feita para quem trabalha.
Ao meu ver, ser empresário no Brasil é ser mágico: Com pouco fazer muito e conseguir resultados eficientes com uma carga tributária e de funcionários absurda, diante do retorno que temos socialmente. E não me venham com estudos comparativos, uma vez que em outros países se paga altos impostos, mas se tem retorno do Estado, algo que no Brasil é ineficiente.
Qual a responsabilidade do empresário perante a sociedade?
Enorme. Gigante.
E da sociedade perante o empresário?
Deveria ser na mesma ordem. Afinal, quem movimenta a economia com empreendedorismo e ideias/negócios/modelos novos é o empresário e dele é que toda a sociedade se beneficia.
#Ficaareflexão
Fonte: Gustavo Rocha - http://www.qualidadebrasil.com.br/

terça-feira, 17 de junho de 2014

Frases de Administração

  • “Uma empresa sem estratégia faz qualquer negócio.” (Michael Porter)
  • “Liderar é estabelecer uma sociedade entre o líder e sua gente.” (Ken Blanchard)
  • “Para ter um negócio de sucesso, alguém, algum dia, teve que tomar uma atitude de coragem.” (Peter Drucker)
  • “No mundo dos negócios nunca se obtém aquilo que se quer, mas sim aquilo que se negocia.” (Chester Karrass)
  • “Negócios – A arte de tirar dinheiro dos bolsos dos outros sem usar violência.” (Max Amsterdam)
  • “A qualidade é recordada muito depois de o preço ter sido esquecido.” (Autor desconhecido)
  • “As companhias prestam muita atenção ao custo de fazer alguma coisa. Deviam preocupar-se mais com os custos de não fazer nada.” (Philip Kotler)
  • “As únicas grandes companhias que conseguirão ter êxito são aquelas que considerarem os seus produtos obsoletos antes que os outros o façam.” (Bill Gates)
  • “Seus mais insatisfeitos clientes são sua maior fonte de aprendizado.” (Bill Gates)
  • “Descobrir o que o consumidor quer, é fácil. Fazer algo em relação a isso, é que já não é assim tão simples.” (Liz Wetzel)
  • “Deve-se comprar quando os outros querem vender.” (Autor desconhecido)
  • “É mais fácil ser o primeiro do que continuar a ser o primeiro.” (Bill Gates)
  • “Em qualquer corrida ao ouro, aqueles que mais ganham são sempre os que vendem as picaretas.” (Autor desconhecido)
  • “Existem dois tipos de riscos: Aqueles que não podemos nos dar ao luxo de correr e aqueles que não podemos nos dar ao luxo de não correr.” (Peter Drucker)
  • “Há três tipos de empresas: Empresas que tentam levar os seus clientes onde eles não querem ir; empresas que ouvem os seus clientes e depois respondem às suas necessidades; e empresas que levam os seus clientes aonde eles ainda não sabem que querem ir.” (Gary Hamel)
  • “Os elefantes demoram a se adaptar, já as baratas sobrevivem em qualquer ambiente.” (Peter Drucker)
  • “Não há nada de errado em correr riscos; desde que não se arrisque tudo.” (George Soros)
  • “Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo.” (Paul Pilzer)
  • “Numa época de crise em que todos choram, há sempre alguém que se lembra de fabricar lenços.” (Autor desconhecido)
  • “O melhor cliente é aquele que já temos.” (Autor desconhecido)
  • “Se não tomares conta do teu cliente, alguém tomará.” (Autor desconhecido)
  • “Tempo de decisão poupado, é tempo de ação ganho.” (Gerald Michaelson)
  • “As riquezas do mundo pertencem efetivamente aos que têm a audácia de se declarar seus possuidores.” (Georges Duhamel)
  • “No mundo dos negócios todos são pagos em duas moedas: dinheiro e experiência. Agarre a experiência primeiro, o dinheiro virá depois.” (Harold Geneen)
  • “O homem nunca deve se por em posição em que perca o que não pode se dar ao luxo de perder.” (Ernest Hemingway)
  • “Qualquer atividade torna-se criativa e prazerosa quando quem a pratica se interessa por fazê-la bem feita, ou até melhor.” (John Updike)
  • “Falência é um procedimento legal que permite pôr o dinheiro nos bolsos das calças e entregar o paletó aos credores.” (Sam Goldwin)
  • “O segredo de meu sucesso é pagar como se fosse perdulário e comprar como se estivesse quebrado.” (Henry Ford)
  • “A recompensa nos negócios vai para o homem que faz algo com uma idéia.” (William Benton)
  • “Não é o empregador que paga os salários. Os empregadores só manipulam o dinheiro. É o freguês que paga os salários.” (Henry Ford)
  • “Há uma regra para industriais que é: Fazer a mercadoria de melhor qualidade possível, no menor custo possível, pagando o mais alto salário possível.” (Henry Ford)
  • “Um planejamento cuidadoso é capaz de vencer quase todas as dificuldades.” (Amiano Marcelino)-
  • “A única coisa ruim do planejamento é que as coisas nunca ocorrem como foram planejadas.” (Lúcio Costa)
  • “Não se pode planejar o futuro pelo passado.” (Edmund Burke)
  • “É importante ter metas, mas também é fundamental planejar cuidadosamente cada passo para atingi-las.”(Bernardinho)
  • “A maioria das pessoas não planeja fracassar, fracassa por não planejar.” (John L. Beckley)
  • “Antes de começar, é preciso um plano, e depois de planejar, é preciso execução imediata.” (Sêneca)
  • “Planejar é decidir de antemão qual é, e como será a sua vitória.” (Rhandy di Stefano)
  • “Se você falha em planejar, está planejando falhar.” (Lair Ribeiro)
  • “Administrar é usar recursos escassos e torná-los suficientes para atingir um objetivo.” ( Eliane de Oliveira )
  • “Ser competente é acertar um alvo que ninguém acertou, ser administrador é acertar um alvo que ninguém viu.”(Erlandson F. A. Andrade)
  • “O poder migrou das mãos das empresas para as mãos dos clientes”. (Autor desconhecido)
  • “Nenhuma empresa é melhor do que o seu administrador permite.” (Peter Drucker)
  • “Os resultados provêm do aproveitamento das oportunidades e não da solução dos problemas.” (Peter Drucker)
  • “A solução de problemas só restaura a normalidade. As oportunidades significam explorar novos caminhos”. (Peter Drucker)
  • “Uma organização que visa o lucro é, não apenas falsa, mas também irrelevante. O lucro não é a causa da empresa, mas sua validação”. (Peter Drucker)
  • “Todas as inovações eficazes são surpreendentemente simples. Na verdade, maior elogio que uma inovação pode receber é haver quem diga: Isto é óbvio! Por que não pensei nisso antes?” (Peter Drucker)
  • “Conquistar clientes “jogando os preços lá embaixo”, tem um efeito bumerangue: a própria empresa acabará sendo a vítima”. (Peter Drucker)
  • “Não é a empresa que define o mercado. É o cliente.” (Peter Drucker)
  • “A inovação sempre significa um risco. Mas ir ao supermercado de carro para comprar pão também é arriscado. Qualquer atividade econômica é de alto risco e não inovar é muito mais arriscado do que construir o futuro.” (Peter Drucker)
  • “A melhor maneira de predizer o futuro é criá-lo”. (Peter Drucker)
  • “O conhecimento não está vinculado a país algum. É transnacional, é portátil. Pode ser criado em qualquer lugar, de forma rápida e barata. Ele é, por definição, mutável”. (Peter Drucker)
  • “O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão necessários hoje, para merecermos um futuro. O produto final do planejamento não é a informação: é sempre o trabalho.” (Autor desconhecido)
  • “Decisões empresariais sempre comprometem os recursos do presente com as incertezas do futuro”. (Peter Drucker)
  • “Não ser diferente é potencialmente suicida”.  (Willian ‘Bill’ Bernbach)
  • “Empreender é como saltar de um penhasco e construir o avião durante a queda“ – (Reid Hoffman – fundador do LinkedIn)
  • “A primeira regra de investimento é não perca dinheiro; a segunda regra é não esquecer a primeira”. (Warren Buffet)
  • “Um negócio que não gera nada a não ser dinheiro é um negócio pobre”. (Henry Ford)
  • “Uma marca é simplesmente uma coleção de percepções na mente do consumidor”. (Paul Feldwick)
  • “Não tenha medo de dar um grande passo. Não se atravessa um abismo com 2 passos pequenos”. (David Lloyd George)
  • “Por mais brilhante que a estratégia seja, você deve sempre olhar para os resultados”. (Winston Churchill)
  • “O que é uma boa estratégia para o líder é uma má estratégia para segundo colocado e vice-versa. (Jack Trout)
  • “Fracasso na publicidade vem, muitas vezes, da falta da habilidade básica de saber escolher as palavras certas”. (Alex Bogusky)
  • “Sucesso é 99% fracasso”. (Soichiro Honda)

Copiado: http://www.sobreadministracao.com/

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Não Se Avalia Impunemente

Não tenham dúvidas, toda avaliação exige um comprometimento.
E esse comprometimento pode se traduzir por uma consideração simples: cumplicidade.
Avaliar coloca o avaliador no cenário da ação. Não se consegue ser observador, apenas. Nos tornamos parte. E o observador modifica o observado.
Esta é uma das principais razões da dificuldade em dar feedback!
Quando vamos dar um feedback podemos nos considerar em uma posição vantajosa. Afinal estamos avaliando o outro. Mas porque não nos sentimos assim?
Porque, ao avaliar, nos comprometemos com um posicionamento. E isso significa participar, tomar partido, escolher.
Como se não bastasse quando o feedback dirige-se á algo que precisa ser modificado percebemos que, de alguma forma, também estamos sendo avaliados. Afinal a gestão é nossa.
Outro aspecto importante é que a reação de quem recebe o feedback é terrivelmente humana. Isto é, reagimos ao que não nos agrada de forma a não aceitar, imediatamente.
Sim, isso é absolutamente comum. Quando a informação que recebemos não nos é muito simpática temos a resistência aos fatos para nos proteger quanto á desilusão ou fraqueza. Sim, a resistência é absolutamente necessária ao ser humano como garantia de equilíbrio e sanidade. Para aceitar necessidades de mudança temos que recorrer á reflexão e, eventualmente, outras percepções.
Por isso é importante recebermos feedback. Precisamos de outras percepções.
Até porque sem feedback não há desenvolvimento. Não podemos nos restringir ás nossas percepções, apenas.
Sempre reforço: “Qual é a nossa expectativa após a prova? A nota, lógico, isto é, o feedback”!
Isso quer dizer que dependemos do feedback para o nosso desenvolvimento. Não há desenvolvimento sem feedback. Este é mais um ponto de destaque na gestão. Toda liderança tem a responsabilidade de desenvolvimento de seus subordinados.
O que acontece apenas em nossa mente não é realidade! Algumas pessoas tem a ilusão de que controlam algo quando guardam para si informações importantes.
Ora, informações só são importantes porque assim as consideram as outras pessoas.
É como entendemos as boas ideias. Boas ideias só existem porque as pessoas a reconhecem.
Uma boa ideia dentro da gaveta é......nada! Não existe.
Para a avaliação o raciocínio é semelhante. Se avaliamos e não damos o feedback então não fizemos nada também.
Por isso avaliar é fundamental e o feedback é a garantia de que a avaliação teve alguma razão.
Sempre afirmamos que o feedback não é uma opinião. Não é apenas dizer que está ou não está bom. É necessário dizer o porquê não está bom. Isso é reorientação.
Mas, não se esqueçam. Não basta olhar para trás e dizer o que foi. É determinante entender o que será. Não podemos mudar o passado. Podemos usa-lo como referencial, mas temos que caminhar para a solução.
Por isso o feedforward, isto é, o olhar para o futuro. Como transformar a situação atual para uma oportunidade de melhores resultados. Ora, é para isso que avaliamos, para melhorar.
E, finalmente, isso é gerenciar.
Gerenciar é avaliar, sistematicamente, dar feedback para reorientar o processo e olhar o futuro para aproveitar as potencialidades de todos, a começar das nossas potencialidades.
Fonte:Bernardo Leite Moreira  - http://www.qualidadebrasil.com.br/

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Como as Empresas Encaram a Alta Rotatividade de Pessoal???

Uma recente pesquisa conduzida no país revelou que 80% dos trabalhadores querem mudar de emprego em 2014. 

Destes, 73% já estão procurando uma nova oportunidade e o que mais dizem motivá-los a buscar novos ares é a falta de um plano de carreira onde estão (48%) e o desejo de obter melhores salários (37%).

Outro dado que chama a atenção é o fato de que 69% dos entrevistados já trocaram de emprego há menos de dois anos.

Estes números são o reflexo de uma mudança de mentalidade do trabalhador brasileiro. 

Se antes as pessoas aguardavam pacientemente que as empresas lhes concedessem oportunidades, agora muita gente tem tomado a iniciativa quando não está satisfeita com os rumos da carreira, o que só ajuda a aumentar a rotatividade nas companhias.

Para se ter uma ideia da mudança de percepção, algumas médias e grandes corporações já consideram que profissionais com quatro anos de casa são antigos no quadro. E mais: nas varejistas e nas centrais de atendimento ao cliente o período médio que um funcionário permanece não chega a um ano.

Porém este quadro não tem tirado o sono da maioria dos empresários, principalmente porque eles sabem que muitos dos fatores que influenciam a alta rotatividade não estão sob seu controle e o mercado como um todo tem ofertado boas posições até mesmo para quem possui o mínimo de qualificação profissional. 

Resultado: quem não tinha alternativas até poucos anos atrás, agora escolhe aonde trabalhar.

Além do mais, as empresas também sabem que o esforço de tentar segurar todo mundo é muito custoso e não vale a pena. É por isto que sua energia está voltada a engajar as pessoas reconhecidamente talentosas e que farão falta caso decidam ir embora. Gente que tem a capacidade de conduzir ou travar projetos, que assume os desafios de abrir novos mercados, cujo conhecimento tácito é precioso na indústria em que a organização atua ou que não faz nada disto mas tem um potencial e tanto para ajudá-la num futuro próximo.
Além do mais, as empresas também sabem que o esforço de tentar segurar todo mundo é muito custoso e não vale a pena. É por isto que sua energia está voltada a engajar as pessoas reconhecidamente talentosas e que farão falta caso decidam ir embora. 

Gente que tem a capacidade de conduzir ou travar projetos, que assume os desafios de abrir novos mercados, cujo conhecimento tácito é precioso na indústria em que a organização atua ou que não faz nada disto mas tem um potencial e tanto para ajudá-la num futuro próximo.

Pode ver. Aqueles que fazem apenas seu dever de casa ou atuam em cargos de baixa especialização, dificilmente encontram pedidos calorosos de “fica” ao comunicarem que estão de saída, afinal os substitutos absorverão o trabalho deles rapidamente. É claro que empresa alguma vai declarar o “tô-nem-aí” em alto e bom som, mas a realidade é exatamente esta.

O verdadeiro problema que as empresas enfrentam atualmente é que a imensa maioria delas não sabe quem são os profissionais que possuem um ótimo desempenho, quem faz um trabalho razoável e quem só engana. 

Seus gestores vivem de inferências, como: “Acho que Fulano de Tal é muito bom porque ele é esforçado”. E repito: só descobrem quem realmente é ótimo quando o profissional em questão vai embora e dificuldades que não existiam até então começam a ser perceptíveis para todos.

É por isto que algumas delas buscam o apoio de consultores para amadurecer seus modelos de gestão de desempenho, criam ferramentas com o objetivo de avaliar o potencial de desenvolvimento dos colaboradores e utilizam esta base de informações sempre que precisam decidir como procederão com as pessoas que estão saindo por vontade própria.

Só que, em linhas gerais, certamente a estratégia mais eficaz adotada pelas empresas para baixar o turnover de pessoal – tanto dos profissionais talentosos quanto da grande massa – têm sido investirem sua energia e recursos na capacitação das lideranças.

Já está mais do que provado que a maior parte das pessoas pede demissão por causa do relacionamento conflituoso que têm com aqueles que estão à frente das equipes de trabalho e não porque recebem pouco ou suas empresas não contam com um plano de carreira. 

Eu mesmo tenho encontrado cada vez mais pessoas que mudam para outro emprego no qual ganham menos, mas estão felizes por terem recuperado sua saúde mental.

Fonte: Wellington Moreira - http://www.qualidadebrasil.com.br/

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Símbolos e Curiosidades da Copa de 2014

Os eventos esportivos mais importantes do mundo, como as Olimpíadas e os campeonatos mundiais, possuem símbolos específicos para cada edição. 

No caso da Copa do Mundo de Futebol, há um cartaz oficial, mascote e uma bola fabricada especialmente para o evento.

Esses símbolos retratam características dos países ou cidades que recebem os jogos. Abaixo listamos os símbolos da Copa do Mundo de 2014, seus significados e algumas curiosidades sobre o evento que ocorrerá no Brasil em junho e julho.
Pôster
O desenho do pôster ou cartaz oficial da Copa do Mundo de 2014 (imagem acima) é uma disputa de bola entre dois jogadores representados apenas pelas suas pernas, e o contorno forma o mapa do Brasil no centro. A ilustração é formada através da união de vários símbolos que representam as belezas naturais e a história brasileira. O cartaz foi escolhido por uma comissão julgadora da FIFA.
Mascote
Fuleco é um tatu-bola de 14 anos, com o corpo amarelo, bermuda verde, carapaça azul e camiseta branca, formando as cores da bandeira do Brasil. O tatu é um animal típico do país, encontrado em savanas, cerrados abertos e locais com vegetação seca. Essa espécie de tatu tem a capacidade de se enrolar e ficar no formato de uma bola, objeto principal do futebol. 
Bola
A bola oficial da Copa do Mundo de 2014 chama-se Brazuca, nome escolhido após votação popular pela internet. Os outros nomes eram Bossa Nova e Carnavalesca. As cores e o design da Brazuca simbolizam as “fitinhas” de Senhor do Bonfim, cuja tradição diz que um desejo é realizado quando a fita se rompe do braço.
Mascote, bola e troféu da Copa
Mascote, bola e troféu da Copa

Ingressos
Os preços dos ingressos para as partidas da Copa de 2014 variam de R$ 30 a R$ 1.980, para brasileiros, e de 90 a 990 dólares para estrangeiros. Os ingressos mais baratos referem-se à meia-entrada para os brasileiros que moram no país e que são estudantes, idosos (acima de 60 anos) ou participantes do programa Bolsa Família. Os mais caros são para assistir à final nas cadeiras do estádio com melhor visão e/ou maior proximidade do campo.
Estádios
Doze estádios foram construídos ou reformados para a Copa do Mundo no Brasil, sendo nove públicos e três particulares. O Maracanã, no Rio de Janeiro, é o estádio com a maior capacidade de espectadores: 73.531, segundo dados da FIFA. A Arena da Baixada, em Curitiba, tem a menor capacidade entre os doze estádios: 41.456 pessoas.
Gastos
A Copa de 2014 é a mais cara da história. De acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU), quase R$ 26 bilhões foram gastos em obras para o evento, cerca de R$ 8,3 bilhões de financiamentos federais, R$ 6,3 bil em recursos diretos federais, R$ 4 bi estaduais, R$ 1 bi municipais e R$ 4 bi de outras fontes. As obras dos estádios custaram R$ 8 bilhões, mais que o valor dos mundiais de 2006 e 2010 juntos.
Protestos
O Governo Federal e a FIFA temem que protestos sejam realizados durante o período de jogos. Em 2013, a população brasileira foi às ruas protestar contra vários temas, sendo a Copa do Mundo um deles. Durante a Copa das Confederações, em junho de 2013, houve protestos na porta de alguns estádios, causando tensão antes dos jogos. A FIFA quer que o Governo tome medidas para que o público não seja impedido de comparecer aos estádios.
População
A maioria da população brasileira é contra a realização da Copa do Mundo de 2014, segundo pesquisa encomendada pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes) ao instituto MDA. Entre os entrevistados, 50,7% não apoiariam a candidatura do Brasil, 26,1% são totalmente a favor e 19,7% defendem parcialmente a realização do evento. A pesquisa também apontou que 85,4% dos entrevistados acreditam que haverá protestos durante a Copa.
Por Adriano Lesme - Graduado em Jornalismo