Vagas para Menor Aprendiz no Mercado de Trabalho - Programa K.now
Por: Adm. Msc. Jorge Henrique Cavalcante
Este Blog foi criado para postar idéias na área de Administração de Empresas, Empreendedorismo, Esporte e outras Informações de cunho Social, Técnico, Cultural e Dicas para Profissionais e Estudantes de Administração.
- Recompensar
A prática pode ser mais antiga que andar para trás, mas a meritocracia, ou seja, o reconhecimento por meio de recompensas, como promoções e bonificações, não é comum em muitas companhias brasileiras.De acordo com a pesquisa do Hay Group, apenas 42% dos funcionários acreditam que, quanto melhor for seu desempenho, melhor serão suas oportunidades. O número muda bastante de patamar, no entanto, nas companhias de melhores práticas, onde quase 75% das pessoas acreditam que a premissa seja verdadeira.
- Aconselhar
Ainda segundo o estudo, metade das pessoas afirmou ser aconselhada por seus gestores. Já nas empresas com perfil de melhores práticas cerca de 70% disseram que recebem conselho de seus chefes referente ao seu desempenho profissional.
- Saber ouvir
Saber ouvir o empregado, dar espaço para que ele exponha suas ideias é outro quesito importante e bem mais comum nas companhias de melhores práticas, constatou o levantamento do Hay Group.Enquanto apenas 49% das pessoas afirmaram ter suas ideias ouvidas por seus chefes e principalmente colocadas em ação. Quase 80% dos funcionários das companhias com melhores práticas afirmaram que seus chefes ouvem suas ideias.
- Dar feedbacks
Cada vez mais os trabalhadores querem saber como estão indo em sua função, se estão evoluindo, se estão na direção correta e o que precisam fazer para melhorar. O famoso feedback também é postura mais comum nas companhias de melhores práticas.De acordo com o estudo, no mercado geral apenas 42% das pessoas concordam receber um feedback sobre o seu trabalho. Esse mesmo número salta para 72% quando se trata de funcionários que trabalham para as empresas com melhores práticas.
“Independente das ferramentas das empresas, o feedback precisa ser uma prática constante, pois se o empregado não sabe o que se espera dele, com certeza a companhia estará perdendo a oportunidade dele contribuir com todo o seu potencial, se ele não está 100% engajado, a companhia está deixando dinheiro na mesa”, afirmou o consultor.
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Ideias brilhantes podem surgir nos momentos mais inesperados de inspiração. Confira nove dicas que podem ajudar
Uma das melhores coisas que você pode fazer por si mesmo e por suas ideias é carregar um caderno de anotações com você Para ter novas ideias, sua mente precisa se sentir completamente livre.
Quando se está sob pressão e estresse, dificilmente algo realmente inovador irá surgir.
Separamos algumas dicas que podem ajudar você a exercitar sua criatividade com mais frequência e de maneira ainda mais produtiva.
Confira nove dicas para ter ideias brilhantes e inovadoras.
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| Por: Fonte: Portal Universia - www.cmconsultoria.com.br |
Nota: Se quiser, agrupar vários objetivos num só também é viável. Imagine que você tem dez páginas de fãs no Facebook e todos os meses quer crescer 50%. É aceitável isso ser apenas um objetivo, apesar de serem múltiplas páginas. Porém, lembre-se que pode não ser fácil cumprir essa meta para as dez páginas. Se sentir dificuldades, concentre-se apenas em metade delas.
9. CUIDADO: OS OBJETIVOS PODEM MATAR O SEU NEGÓCIO
Os objetivos são uma forma interessante de conseguir melhores resultados mas…podem ser claramente prejudiciais a longo prazo. O melhor exemplo disso são as empresas cotadas em bolsa. Para satisfazerem os caprichos dos seus acionistas, as empresas optam por cortar nos custos, despedindo empregados e comprando material de menor qualidade. Isto a curto prazo é um excelente negócio: gastasse menos e as receitas mantêm-se, durante pelo menos alguns meses. Os números apresentados parecem ser um bom prenúncio para os anos que se seguem.
Os problemas vêem depois. Com menos funcionários, os atuais colaboradores precisam de fazer o dobro do trabalho, tornando-se menos produtivos a longo prazo. Os produtos, com menor qualidade, acabam agradando a um menor número de clientes. Com menos pessoas a trabalhar, a empresa tem menos pessoas para pensar em futuros produtos. Esta aspiral acaba por levar a empresa aos maus resultados em menos de um ano. Entretanto, os acionistas, que já compraram e venderam as suas ações, conseguiram lucros interessantes.
O mesmo poderá acontecer com os seus objetivos. Suponhamos que você quer aumentar os seus ganhos. Para isso, procura incessantemente por mais clientes. Depois de muita dedicação, você tem cada vez mais propostas. Até poderia contratar outra pessoa para ajudá-lo, mas agora o seu objetivo é so um: gerar mais dinheiro. Por isso, contratar uma pessoa seria apenas mais uma forma de fazer despesa. Está fora de hipótese.
Chega ao fim o primeiro mês, os resultados são ótimos: o dobro dos ganhos! Você está exausto, mas diz para você mesmo que basta aguentar um ano e tudo voltará ao normal. Ao fim de três meses você já está com cara de cansado, os clientes começam a reclamar do atraso das entregas e os seus textos perdem qualidade. O seu nome começa a ficar “manchado” no mercado. O seu trabalho de freelancer deixa de ser reconhecido pela qualidade e passa a ser lembrado como um profissional que não cumpre prazos.
Ao fim de um ano, poderá até ter conseguido cumprir o seu objetivo financeiro, mas estragou a sua imagem no mercado e já são poucos os clientes que aceitam trabalhar consigo.
Esta sequência acontece inúmeras de vezes com vários profissionais. Ao trabalharem tanto para cumprir uma meta, acabam estragando o seu nome no mercado. Antes de definir objetivos materiais, confira se esse objetivo não irá acabar com a sua reputação, motivação e criatividade.
A solução para estes casos para por criar recursos que gerem dinheiro constante com menos trabalho (delegar tarefas ou criar um blog por exemplo) ou então por aumentar os preços dos seus serviços (desde que seja justificado).
10. TENHA UM PLANO B
Por último, mas não menos importante, é que você tenha um Plano B. Os objetivos para o próximo ano não podem, jamais, condicionar a sua saúde mental ou financeira.
Eles são apenas metas, que se forem cumpridas, vão ajudá-lo, mas se não forem, não será o fim do mundo. Para isso, tenha sempre algum dinheiro de reserva e alguma capacidade mental para aguentar o fato de não cumprir uma meta.
A sua vida é uma maratona, composta por vários sprints, que têm o intuito de ajudá-lo a chegar à meta final.
Por: Escola Freelancer
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Seja por um salário alto, para seguir a vontade dos pais ou escolher a profissão da moda, muita gente acaba enveredando pela carreira errada. A possibilidade de mudar e recolocar a vida profissional nos eixos não é fácil, mas existem caminhos para isso.
A infelicidade no trabalho não é um problema isolado. Segundo pesquisa do Datafolha de abril, 22% dos brasileiros se consideram infelizes ou pouco felizes em seus empregos.
Durante anos, foi o caso do consultor de desenvolvimento humano Sergio Gomes, 38. Formado em administração mercadológica, ele trabalhou no mercado financeiro e em uma multinacional. Mesmo com salário alto e em uma posição hierárquica importante, ele diz recordar estar perto da depressão.
Prestes a entrar em outra multinacional que lhe ofereceu um salário maior, Gomes rejeitou a proposta e pediu demissão.
A "luz amarela" se acendeu quando o novo empregador lhe perguntou o quanto ele gostava de finanças em uma escala de 0 a 10.
"Minha resposta foi 6,5. Fiquei chocado ao saber que todos os que seriam meus subordinados responderam 10. Resolvi mudar de trabalho, mas não tinha ideia de qual eleger", diz.
MÁS ESCOLHAS
Gomes admite que o bom salário pesou quando escolheu -e permaneceu- em um emprego que ele não gostava e sentia-se infeliz.
Mônica Ramos, diretora de gestão de mudança da empresa de transição de carreira LHH/DBM, diz que esse é um dos motivos mais comuns para optar por uma profissão indesejada. "Inúmeras pessoas ainda escolhem suas carreiras apenas pelo valor do salário ou são influenciadas pela opinião dos pais e de amigos. Desse modo, a decisão é tomada sem que se conheça o máximo possível da profissão escolhida", afirma.
Para uma carreira ter mais chances de sucesso, ela explica que o interessado precisa pesquisar muito sobre aquela profissão e saber mais sobre si mesmo. Conversar com quem já atua na área é um dos passos fundamentais.
Gomes lembra que quando conheceu mais sobre si mesmo acabou pedindo demissão. Ele fez um processo de "coaching" por sete meses para entender melhor suas competências e preferências. Descobriu que gostava de desenvolver pessoas. Começou prestando serviços para uma start-up (empresa iniciante de base tecnológica) e, depois, para companhias de vários portes até abrir a consultoria de RH Havik.
"Levei quatro anos para voltar a ter um nível de renda similar ao que tinha no emprego, mas não me arrependo. Foi um pedágio que paguei para ser feliz", ressalta.
FAMÍLIA
Beatriz de Santiago, 34, formou-se em direito aos 22 anos muito influenciada pela mãe, que fez carreira como advogada. Trabalhando no Rio de Janeiro, ela atuou em áreas como civil, trabalhista e tributarista.
Apesar do bom relacionamento com a chefia, ela revela que não se sentia feliz e realizada. Sempre gostou de animais, plantas e de estar em contato com a natureza. Acabou largando a advocacia em busca desses interesses, mas de um modo pragmático. "Passei quatro anos poupando dinheiro e então pedi demissão. Acumulei a quantia que achei necessária para estudar e viajar em busca de uma nova profissão", recorda Santiago.
Ela enfrentou resistência dos pais e do ex-chefe, que não entendiam suas razões. Nesse momento, ela considera que o diálogo com eles foi muito importante para concretizar a mudança.
A ex-advogada afirma que para uma transição dar certo é importante evitar brigas. "Mostrei meus pontos de vista para meu chefe e aceitei ficar mais tempo, conforme ele me pediu." A família só a apoiou depois que ela mostrou aos pais que tinha "um plano para seguir".
Ela fez cursos no Jardim Botânico do Rio e começou a se interessar por paisagismo. Estudou a obra de Roberto Burle Marx (1909-1994) e livros de botânica, além de viajar para diversos países (Alemanha, Inglaterra, Indonésia, entre outros) para conhecer jardins tradicionais de várias culturas. Esse mergulho levou três anos.
Na volta, abriu uma loja de arranjos de flores e plantas na Tijuca, zona norte do Rio. O comércio foi fechado -hoje ela trabalha como autônoma e seu foco são reformas de coberturas e paisagismo para apartamentos.
SINTOMAS E AJUSTES
A desmotivação, a insatisfação, a infelicidade, as doenças e os vícios.
Essa é a ordem que Piero Abbondi, proprietário da consultoria de carreiras Spectro, lista como sinais de que o trabalho escolhido foi uma opção errada.
Ele considera que em todas as profissões há dificuldades, "mas [uma pessoa] não está preparada para lidar com muitas delas se seus talentos, características pessoais e valores forem muito diferentes dos exigidos".
Para a coach executiva da empresa R122 Coaching, Juliana de Lacerda, essa inadequação pode aparecer muito rapidamente em gerações mais jovens, que, diferentemente das antecessoras, desistem mais rapidamente em vez de tentar superar uma situação ruim com mais persistência e foco.
Ela aponta aspectos negativos desse comportamento típico dos mais jovens e orienta o desenvolvimento da resiliência para superar obstáculos naturais de todas as carreiras e profissões.
A coach diz que a pressa em decidir, a imaturidade e a necessidade de se provar e ser bem-sucedido muitas vezes levam a decisões erradas.
"Tenho a impressão de que muitos confundem "acertar na carreira" com não ter de lidar com situações de estresse, desconforto ou mesmo insucesso. Isso é uma ilusão."
Abbondi pondera também que a mudança de carreira, às vezes em menos de um ano, não é de todo ruim, se a pessoa procurar entender melhor seu setor profissional.
"Muitas vezes é necessário apenas um ajuste fino. Por exemplo, um engenheiro aeronáutico pode tanto projetar aviões, ser piloto de testes ou até vender aeronaves", afirma ele.
A gerente de marketing da Hypermarcas Karina Leonardo Alves, 31, fez um desses ajustes. Ela começou sua vida profissional em um laboratório que prestava serviços de controle de qualidade para a indústria farmacêutica.
"Sempre gostei de biologia, por isso me formei na área e procurei um trabalho relacionado. Mas odiei porque ficava só no laboratório."
Ela pediu demissão e foi buscar uma carreira em que tivesse mais contato com o público. Interessou-se por marketing, fez cursos e terminou contratada justamente para a área de fármacos da Hypermarcas. "Minha experiência em biologia me ajudou muito."
TRANSIÇÃO SEGURA
Algumas carreiras, além do conhecimento técnico, têm como pré-requisito uma boa rede de contatos.
Até 2010, a hoje escritora Eliane Quintella, 35, era advogada. Ela resolveu largar a profissão para escrever romances e conta que teve de aprender todo o funcionamento do mercado literário.
Quintella fez um plano prático para mudar de carreira. Primeiro, buscou apoio da família. Depois, fez reservas de dinheiro. Negociou com o ex-chefe, aceitando cumprir um longo aviso prévio.
E, paralelamente, começou a exercitar mais seus dotes de escritora, passou a ler mais e fez pesquisas sobre os temas sobre os quais desejava escrever. Esse caminho levou dois anos e, quando ela tinha o primeiro livro, em 2011, começou a formar uma rede de contatos.
Hoje, a rotina de Quintella envolve busca por editoras e outros autores e blogueiros especializados. Ela conseguiu lançar um título e diz ter aprendido técnicas de divulgação de obras literárias.
SATISFAÇÃO
O diretor comercial da start-up carioca Obliqpress, Sergio Reis Alves, 39, também percorreu uma trajetória extensa. Aos 14, ele começou a trabalhar em um banco para "pagar as contas" e deixou de lado a paixão pelas ciências humanas e os livros.
Em pouco mais de um ano, não conseguia sentir satisfação na área financeira e começou a cursar história durante a noite.
Circulando em eventos para revistas de humanas, fez contatos com profissionais do ramo editorial até conseguir um novo emprego como promotor de uma editora. "Eu falava com autores e fazia a divulgação de livros, algo muito a ver comigo."
Neste ano, Alves mudou de novo. Desta vez, apostou em uma nova estratégia: a Obliqpres auxilia editoras, autores e empresas a migrarem para o mercado editorial digital. "Eu me capacitei e estou terminando outra graduação, de biblioteconomia. Mudar para atingir um sonho sempre é bom, mas procuro me embasar antes.
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Fonte: Folha de S. Paulo REINALDO CHAVES - COLABORAÇÃO PARA A FOLHA - www.cmconsultoria.com.br
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