terça-feira, 20 de julho de 2021

Você Não Precisa Sofrer Toda Segunda-feira, Sabia?

 


6 dicas para você levantar bem disposto no começo da semana

Você sofre para sair da cama e engatar a primeira marcha na segunda-feira? Você não está sozinho nessa. Dificilmente deve haver algum dia da semana tão detestado – e temido – quanto esse, mas podemos tomar algumas medidas para fazer com que ele seja menos sofrido. Para ajudar nessa empreitada, contamos com a ajuda da consultora de carreira Adriana Gomes. Veja suas recomendações.

1. Organize-se

A segunda-feira normalmente parece conturbada, pois muita gente deixa acumular tarefas e tem uma organização para sair na sexta-feira com a consciência tranquila. Portanto, a primeira dica é usar o último dia útil da semana para organizar a que vai começar, pelo menos limpando a caixa de entrada dos e-mails e arrumando os compromissos e eventos da agenda.

2. Não adie tarefas

Não adie tarefas chatas ou complicadas que você pode resolver nesta quinta-feira ou sexta-feira para a semana seguinte. Se fizer isso, além de já começar a semana com o humor meio ruim, ainda corre o risco de ficar lembrando da “chatice” durante o final de semana.

3. Não marque reuniões tensas

Evite, sempre que possível, marcar reuniões ou compromissos tensos para a manhã da segunda-feira. “Ter uma reunião logo cedo, antes até de saber o que está acontecendo no mundo, é uma boa forma de começar a semana bem triste”, diz Adriana. O melhor é começar com mais calma até entrar no ritmo e não ser obrigado a fazer isso “no tranco”.


4. Faça atividades de lazer

Aproveite o final de semana para atividades de lazer. “O horário de não trabalho também tem de ser respeitado”. Ou seja, mesmo que você se sinta tentado a trabalhar “só um pouquinho” para adiantar alguma coisa, dar “só uma olhadinha nos e-mails” ou terminar aquele relatório, pois “em casa consegue se concentrar melhor”, contenha-se ou possivelmente vai voltar ao trabalho com a sensação de ter emendado uma semana na outra.

Se você percebe que perde muito o ritmo durante o final de semana, pode tentar criar uma agenda (de lazer, por favor) para o sábado e o domingo. “Você pode tentar acordar no mesmo horário de sempre, ir para a academia, depois marcar um almoço e por aí vai”, diz Adriana.

5. Tome um bom café da manhã

Antes de sair de casa, na segunda-feira, ou antes de sentar à mesa para o trabalho, reserve um tempo para tomar um bom café da manhã, com calma. “Vale a pena até acordar um pouco mais cedo para isso, pois essa sensação boa, de se alimentar bem e sem tanta pressa, pode deixar tudo mais leve durante o dia.”

6. Se observe

Observe se a segunda-feira anda pesada porque você volta mais cansado fisicamente do final de semana ou se é mesmo um cansaço mental ou alguma questão de estresse acumulado. “É natural voltar fisicamente prejudicado já que nesses dias você tira o corpo de cima da cadeira e faz outro tipo de atividade. A volta para o trabalho tem que ser como aquele dia em que você vai andar de bicicleta e depois ficar com o corpo dolorido.”


Agora, se você perceber que o que está incomodando não é o cansaço físico, a mais importante dica para melhorar sua segunda-feira é fazer o que você gosta, com pessoas com que você se sente bem. “Se todo início de semana for um martírio, se você tem a síndrome do domingo à noite, possivelmente esteja com a luz amarela acesa”, diz ela. Se isso estiver ocorrendo de fato, o jeito é encarar o problema e sair em busca de uma solução, até procurando um novo emprego, se for o caso.

Copiado: https://www.vagas.com.br/

segunda-feira, 19 de julho de 2021

KPIs (Indicadores-Chave de Performance): conheça 9 indicadores de desempenho para gerir a sua empresa!


 Uma gestão de qualidade precisa utilizar dados que mostrem, de forma efetiva, como anda a saúde do seu negócio. Para isso, é importante saber escolher os melhores Key Performance Indicators (KPIs) para cada estratégia. Mas você sabe o que é isso?

Os KPIs são indicadores de desempenho que acompanham processos-chave das ações de uma empresa. Seus números influenciam fortemente no sucesso de uma ação: por seu caráter analítico específico, mudanças baseadas nesses indicadores podem promover o crescimento e o fortalecimento do negócio.

Sua definição deve ser feita de maneira estratégica, de acordo com as necessidades da sua empresa, mas existem alguns KPIs que são essenciais para qualquer ação. Confira agora os 9 principais indicadores de desempenho para monitorar o sucesso do seu negócio:

1. Retorno sobre investimento (ROI)

O retorno sobre investimento (ROI) é um dos indicadores mais importantes para o seu negócio. Basicamente, o ROI calcula qual foi a assertividade do investimento, e pode ser aplicado em diversas situações. Sua fórmula é dada por:

ROI = (Ganhos após o investimento – Investimento inicial) / Investimento inicial

Assim, quanto maior o ROI, mais assertiva é a ação e melhor é o investimento. Um ROI nulo indica um investimento que não gerou efeitos, e um ROI negativo demonstra um mal investimento.

2. Ticket médio

O ticket médio é outro indicador-chave fundamental para qualquer estratégia. Ele calcula, em média, quanto cada cliente gasta com o seu negócio em determinado período de tempo. Sua fórmula é dada por:

Ticket médio = Faturamento / Número de clientes em determinado período

Quanto maior o ticket médio do negócio, mais os clientes estão gastando. Mas atenção: antes de analisar esse KPI, é preciso ter em mente o custo médio do seu produto. Afinal, se você possui produtos mais caros, é natural que o ticket médio seja mais elevado.

3. Custo de aquisição por cliente (CAC)

O CAC demonstra quanto a sua empresa precisa gastar para conseguir um novo cliente. Sua fórmula pode ser calculada como:

Custo de aquisição por cliente = Gastos para aquisição de clientes / Número de novos clientes no período

Quanto maior for esse custo, menor é a lucratividade e a rentabilidade do negócio. Também é relevante cruzar esse dado com o ticket médio: se o seu ticket é de R$ 500,00 e o CAC é de R$ 400,00, existe um problema na sua estratégia. Porém, se o seu ticket é de R$ 5.000,00 e o CAC continua em R$ 400,00, sua estratégia pode estar adequada.

4. Índice de rotatividade

O índice de rotatividade é um KPI interno que serve para medir o grau de saída (ou turnover) de colaboradores do seu negócio. Para esse cálculo, usa-se a fórmula:

Índice de rotatividade = [(Número de demissões + número de admissões) / 2] / Número total de funcionários

Uma rotatividade muito elevada indica que existe um problema na atuação da empresa de maneira geral, o que eleva os custos com processos seletivos e continuidade de projetos. Geralmente, quanto mais elevado é esse índice, maior é a necessidade de programas de valorização e motivação.

5. Net Promoter Score (NPS)

O Net Promoter Score (NPS) é, ao mesmo tempo, uma metodologia e um indicador. Ele mostra qual é o nível de satisfação dos clientes com o seu negócio, baseando-se em duas perguntas principais:

  • De 0 a 10, qual é o seu nível de satisfação com o negócio?
  • De 0 a 10, quais são as chances de você indicar o negócio?

Os clientes que dão 9 e 10 são considerados promotores, os que dão 7 e 8 são considerados neutros, e os que dão 6 ou menos, detratores. Para calcular o NPS, basta usar a fórmula:

NPS = % de promotores – % de detratores

Quanto maior é o NPS do seu negócio, maior é a indicação de qualidade no atendimento e serviço, e maiores são as chances de fidelização.

6. Indicador de endividamento

Esse KPI tem como objetivo mostrar o grau de endividamento de uma empresa. É importante ter essa informação sempre disponível, porque uma companhia com uma margem de dívidas muito elevada normalmente precisa repensar suas estratégias.

Nesse sentido, em determinado momento é preferível que a empresa postergue projetos de expansão até que as suas dívidas voltem a um patamar considerado seguro. Sobretudo, esse indicador pode ser decisivo na hora de atrair novos sócios ou investidores.

Para calculá-lo, utilize a seguinte fórmula:

Índice de endividamento = (total de passivos / total de ativos) X 100.

7. Indicador de recebimento

Alguns empreendedores confundem o recebimento com o faturamento, mas são muito diferentes um do outro. Inclusive, é possível que uma empresa tenha um bom faturamento mesmo quando não consegue receber todos os seus pagamentos devidos.

Isso ocorre se ela vender a prazo, por exemplo. De qualquer forma, o ideal é que a taxa de recebimento seja parecida com a de faturamento. Uma dica para alcançar esse resultado é evitar a concessão de crédito para quem está inadimplente.

Outra solução é investir no pós-vendas, de modo com que o consumidor valorize a relação com a empresa, optando por honrar os seus débitos para evitar um desgaste com o negócio e poder voltar a comprar.

Além disso, investir na eficiência do setor de cobranças pode fazer com que o empreendimento recupere valores que já considerava perdidos.

Para calcular esse KPI utilize a seguinte fórmula:

PMR: (Total de duplicatas a receber/ total da receita de vendas) X 360

8. Índice de liquidez

Entre os muitos indicadores de desempenho, é importante dar atenção especial ao índice de liquidez. Ele revela a capacidade que a empresa tem de gerar recursos financeiros de forma rápida.

Quando se tem acesso a essa informação, pode-se tomar decisões mais lógicas com relação às finanças da empresa, como a capacidade de recorrer a um empréstimo empresarial, sem que isso coloque o negócio em risco.

Para pequenas e médias empresas, é interessante lembrar-se que um empreendimento é um investimento. Afinal, é comum que as pessoas invistam suas economias no sonho de ter sua própria empresa. No entanto, nem todos são bem-sucedidos ou gostam da experiência de empreender.

Nesses casos, saber o quão rápido sua empresa pode transformar-se em dinheiro é um fator muito importante, do mesmo modo que saber a liquidez dos outros investimentos também é.

Para isso, utilize as seguintes fórmulas:

Liquidez corrente = ativo circulante / passivo circulante

A primeira delas, a liquidez corrente leva em consideração os rendimentos e dívidas a curto prazo da empresa.

Liquidez seca = (ativo circulante – estoques) / passivo circulante

Similar à liquidez corrente, mas exclui do cálculo os estoques.

Liquidez imediata = disponível/ passivo circulante

Já a  liquidez imediata considera apenas o dinheiro em caixa e recursos que têm rápida liquidez.

Liquidez geral = (ativo circulante + realizável a longo prazo) / (passivo circulante passivo + passivo não circulante)

Por fim, a liquidez geral leva em consideração a situação da empresa a longo prazo. 

9. Indicador de qualidade

Por sua vez, esse indicador é fundamental para avaliar o modo de trabalho da empresa. Assim, quando são constatados problemas de qualidade — como alto número de reclamações por parte dos clientes, ou a necessidade elevada de realizar ações de retrabalho —, é sinal de que algo está muito errado.

Uma alternativa é avaliar o treinamento oferecido aos colaboradores, para verificar se está adequado às necessidades da empresa. Outra possibilidade a ser considerada é estudar a qualidade dos produtos entregues. Assim, um baixo índice de qualidade pode motivar a troca de fornecedores, por exemplo.

Sobretudo, o empreendedor deve monitorar a quantidade peças retrabalhadas e/ou o número total de reclamações com relação ao total de produtos do mesmo lote.

Como você pôde acompanhar ao longo deste artigo, indicadores de desempenho são fundamentais para entender a sua empresa. Tendo isso em mente, do mesmo modo que um aluno passa a estudar mais ao perceber que suas notas estão baixas, um empresário pode realizar alterações significativas quando, de fato, entende o seu empreendimento.

Copiado: https://otimizemarketing.com.br/

quinta-feira, 15 de julho de 2021

GOVERNANÇA FAMILIAR É DIFERENTE DE GOVERNANÇA CORPORATIVA

 


A governança é fundamental nas empresas, pois oferece condições para a atuação dos gestores e protege os interesses dos investidores. Entretanto, existem diferenças significativas quando seu direcionamento é para corporações ou para empresas familiares. 

O texto a seguir mostra como variam quatro aspectos: a formalização de processos, os objetivos da empresa, os objetivos da governança e o papel do conselho para ambos os tipos de empresa.

Você já deve ter ouvido falar em governança corporativa e alguém já deve ter recomendado a adoção destas práticas em sua empresa. É verdade que a estruturação da governança gera muitos benefícios para as empresas, protege os investidores e cria condições de trabalho para os gestores. 

Mas, atenção, você precisa entender as diferenças fundamentais entre as práticas de governança das corporações e as práticas de governança na empresa familiar. 

A primeira diferença é o objetivo a ser alcançado com as práticas de governança. As corporações de capital aberto estruturam a governança com o objetivo de monitorar o trabalho dos gestores, por exemplo, tem o propósito de verificar se as decisões tomadas pelo time gestor estão efetivamente contribuindo para a valorização das cotas acionárias dos investidores. 

Nas empresas familiares, a governança também ajuda no monitoramento dos gestores mas o propósito é muito mais o de orientar e desenvolver os executivos familiares. 

Outra diferença importante é que a governança corporativa demanda uma grande formalização de processos e sistemas de arquivamento das decisões enquanto que, na governança familiar, pode ser válido seguir alguns acordos informais e tomar decisões com base no comprometimento moral. Isto não significa que a governança familiar seja mais fácil, pelo contrário. 

É aqui que muitas empresas enfrentam problemas, por exemplo, eu já presenciei empresas familiares que conduzem reuniões de conselhos tão burocratizadas que todo o processo criativo e colaborativo se perde. 

Outras empresas seguem o outro extremo e fazem da reunião de conselho algo muito parecido com as reuniões de família do final de semana, o que acaba gerando pouco valor para a empresa. Além do exemplo das reuniões de conselho, vale comentar sobre o desenvolvimento do protocolo familiar. 

Nas corporações os acordos são formalizados e registrados, inclusive, com respaldo jurídico. Nas empresas familiares, vale ter o embasamento jurídico das intenções, mas o fundamental é que os familiares tenham participado da elaboração e efetivamente se comprometam com tudo aquilo que foi acordado. 

A terceira diferença está relacionada aos objetivos das organizações. Pode-se dizer que o objetivo das corporações seja o de gerar lucro que é facilmente atestado pelo valor da ação da corporação no mercado. Todas as práticas de governança corporativa cumprem com este propósito. 

Mas os objetivos da empresa familiar vão além da valorização do negócio, também podem ser considerados o atendimento às necessidades de realização da família, a satisfação do trabalho em família, o atendimento à comunidade e filantropia. 


Desta forma, percebe-se que a governança familiar precisa estar preparada para atender a estes diversos objetivos. 

O papel desempenhado por conselheiros externos difere completamente entre corporações e empresas familiares. Isto é bastante claro, o conselheiro independente deve ser contratado pelas corporações com o objetivo de proteger o negócio e de monitorar as decisões tomadas pelo time gestor. 

De outro lado, o conselheiro externo deve proteger tanto os negócios quanto as famílias controladoras. 

Na prática, tem sido difícil encontrar conselheiros adequados para empresas familiares. Se a família controladora segue as boas práticas para as corporações, estará inclinada a contratar conselheiros totalmente independentes. 

Mas surgem os incômodos pelo fato do conselheiro não entender a cultura organizacional, o seu ambiente de negócios, as relações que vão além de sistemas e processos. 

Em empresas familiares é comum a busca por conselheiros que tenham algum vínculo de confiança prévio e que consigam articular, tanto assuntos relativos ao negócio, quanto relativos à família. 

Estas são as quatro principais diferenças entre governança corporativa e governança familiar. 

Lembre-se delas ao estruturar e ao conduzir a governança na sua empresa. 

Estas práticas ajudarão você a desenvolver o seu time gestor, a proteger os seus investimentos, a criar vínculos saudáveis com seus familiares e a atrair o interesse de investidores.

 Copiado: https://www.agrodistribuidor.com.br/

quarta-feira, 14 de julho de 2021

EMPREENDEDORISMO SOCIAL – UM NOVO CONCEITO ENTRE OS EMPRESÁRIOS

 


Um empreendedor social é aquele que apresenta e desenvolve soluções inovadoras para atender aos problemas sociais. São profissionais ambiciosos e persistentes, que se preocupam com as grandes questões sociais e estão em busca de ideias que tragam mudanças em grande escala.

Ser um empreendedor social significa visar à maximização do capital social a fim de realizar mais iniciativas, programas e ações para que uma comunidade, cidade ou região possa se desenvolver de maneira positiva e sustentável. O empreendedorismo social surge especialmente em contextos turbulentos, de crise e de desafios econômicos, sociais e ambientais.

O que é o empreendedorismo social?

Empreendedorismo social é um conjunto de ações empreendedoras que buscam a melhoria da sociedade. Para isso, os empreendedores criam medidas que podem, ao mesmo tempo, ser lucrativas e sociais.

Trata-se de um tipo de empreendedorismo que busca implantar medidas sustentáveis para conciliar os avanços tecnológicos e outros progressos sociais com um meio ambiente mais saudável e com boas condições de vida para todos.

Uma das metas do empreendedorismo social é reduzir as desigualdades sociais e econômicas por meio da criação de negócios que gerem não apenas dinheiro, mas que tragam melhorias em todos os setores existentes em uma sociedade. Essa forma de empreender busca uma forma de vida mais justa, em que o meio ambiente é preservado e as diferenças sociais são reduzidas de forma que todos tenham oportunidades iguais.

Qual a diferença entre o empreendedorismo social e o empreendedorismo tradicional?

O empreendedorismo tradicional é aquele por meio do qual as empresas oferecem serviços e produtos à sociedade. Assim, essas organizações conseguem lucrar e prosperar cada vez mais com aquilo que arrecadam com as suas vendas. No empreendedorismo social, também pode haver lucro, mas, nesse caso, existe também um grande objetivo de levar mais qualidade de vida às pessoas.

As empresas tradicionais até podem fazer algum tipo de ação em benefício de determinadas causas sociais. Já no empreendedorismo social, as causas sociais são o principal motivo da sua existência, e não um mero acessório para aumentar a sua visibilidade e simpatia com o público.

Outra diferença importante é que as empresas tradicionais segmentam o mercado com vistas a atender a um público-alvo específico, que possa pagar pelas soluções que comercializa. A empresa social, entretanto, vai ao encontro de populações carentes, marginalizadas e não atendidas pelo empreendedorismo clássico. Por isso, ela até pode ter fins lucrativos, mas o seu principal propósito é atender aos apelos de grupos mais necessitados.

Os três componentes do empreendedorismo social

Toda iniciativa de empreendedorismo social é constituída por três elementos. Confira quais são eles.

1. O diagnóstico

O primeiro passo para a implementação de um empreendedorismo social é a identificação de um problema, ou seja, de alguma injustiça que provoca a exclusão de determinado segmento da sociedade ou algum tipo de sofrimento ao planeta e à humanidade. Em geral, as pessoas mais impactadas por essas questões não têm recursos financeiros ou influência política para alcançar soluções.

Entre esses principais problemas, podem ser citados:

  • Educação de má qualidade, analfabetismo e exclusão digital;
  • Falta de moradia;
  • Desnutrição e atendimento médico precário;
  • Subemprego e desemprego;
  • Exclusão social de determinados grupos: mulheres, negros, pessoas com deficiência, comunidade LGBTQIA+, entre outros;
  • Violações aos Direitos Humanos;
  • Problemas ambientais: maus tratos a animais, desmatamento, poluição, mau uso de recursos naturais (com incentivo ao desenvolvimento de energias renováveis, reciclagem e indústrias limpas).

2. A identificação da oportunidade

Após o diagnóstico desse problema, ele deve ser transformado em uma oportunidade de negócio, ou seja, a construção de uma empresa que ofereça algum tipo de solução às vítimas do problema. Esse trabalho é feito com a iniciativa do empreendedor e com a sua capacidade de formar equipes motivadas, criativas, inspiradas e com coragem para transformar a realidade.

3. A criação de uma nova realidade

A ideia é que, após a implementação desse novo negócio, os problemas sociais identificados sejam minimizados, oferecendo mais qualidade de vida à população afetada. Assim, o objetivo do empreendedorismo social se concretiza, não como uma simples empresa que deseja lucrar, mas que tem a finalidade de fazer do mundo um lugar melhor.

O que difere o empreendedorismo social, a assistência social e as ONGs?

À primeira vista, os conceitos de empreendedorismo social, assistência social e ONGs parecem bem similares, já que os três têm o objetivo de promover alguma melhoria quanto aos já citados problemas da sociedade. Contudo, existem sim algumas diferenças básicas entre eles.

O empreendedorismo social é uma iniciativa que tem o objetivo de resolver um determinado problema social e ampliar a sua atuação para áreas cada vez maiores. A prestação da assistência social, entretanto, fica sempre limitada a uma mesma localidade, restringindo o seu potencial de atuação. No empreendedorismo social, porém, a ideia é fazer com que esse negócio prospere e amplie cada vez mais a sua abrangência, em diferentes bairros, cidades e países.

Quanto às ONGs, elas também lutam pelas mesmas causas dos empreendedores sociais. Entretanto, essas organizações são completamente dependentes das doações de pessoas físicas, empresas, fundações e até mesmo do governo para manter as suas ações. No empreendedorismo social, porém, a empresa é autossustentável e pode gerar lucro. Essas instituições até podem receber doações de terceiros, mas não dependem delas para sobreviver e crescer.

Assim, o empreendedorismo social constitui um conjunto de atividades econômicas. As empresas desse tipo reinvestem os seus lucros em seu próprio progresso para promover ainda mais melhorias na sociedade.


Exemplos de empreendedorismo social no Brasil

O Brasil conta com bons exemplos de empresas de empreendedorismo social. Confira três dos principais exemplos do nosso país:

  • O Projeto Tamar foi fundado na Bahia em 1980, com o objetivo de proteger as tartarugas marinhas, em extinção no litoral brasileiro. Hoje em dia, porém, há diversas unidades do projeto em estados do Sul, do Sudeste e do Nordeste do Brasil, protegendo variadas espécies da vida marinha. A atuação da empresa se concentra em três linhas: conservação e pesquisas aplicadas, educação ambiental e desenvolvimento local sustentável.
  • O Instituto Chapada é um empreendimento criado em 2006 com a finalidade de oferecer formação continuada a professores e coordenadores pedagógicos, entre outras ações para beneficiar a qualidade do ensino público em determinados municípios da Bahia.
  • O GRAAC, Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer, é um instituto criado em 1991, com o objetivo de proporcionar às crianças e aos adolescentes com câncer um tratamento médico de qualidade. O seu propósito é ser um centro médico de referência em ensino, pesquisa, diagnóstico e tratamento do câncer infantojuvenil, com prioridade à população de baixa renda.

E você, conhece mais alguma iniciativa de empreendedorismo social? 

O que pensa sobre o tema? 

Por fim, como notícia boa a gente espalha, não deixe de compartilhar este artigo em suas redes sociais. Leve estas informações a todos os seus amigos, colegas, familiares e a quem mais possa se beneficiar delas!

Copiado: https://www.ibccoaching.com.br/

segunda-feira, 12 de julho de 2021

Customer Centric: o que é, principais benefícios e 5 dicas de como implantar essa estratégia com foco no cliente


Customer centric significa “centrado no cliente”, trata-se de uma estratégia de negócios que põe o cliente no centro de todas as decisões da empresa.

Cada vez mais as empresas estão colocando o cliente no centro de suas estratégias de negócio. Grande parte desse comportamento se deve ao fenômeno da globalização e, consequentemente, à maior concorrência nos mais diferentes mercados.

Com a concorrência mais acirrada entre empresas que comercializam soluções muito semelhantes, passou-se a identificar a necessidade de focar mais no cliente do que nos produtos em si, como forma de se destacar e ganhar a preferência do público.

A essa mentalidade deu-se o nome de customer centric. Você já ouviu falar nesse termo?

E esse posicionamento dá tão certo que 83% dos colaboradores de empresas que empregam uma estratégia customer centric sentem confiança suficiente para dizer que vão se manter trabalhando nessa organização por pelo mais mais dois anos.

Neste artigo, vamos explicar melhor o que é customer centric e de que maneiras essa abordagem pode beneficiar o seu negócio.

Continue a leitura e saiba tudo sobre a cultura customer centric e como implementá-la na sua empresa, com 5 dicas:

  1. Torne-se um expert quando o assunto for os seus clientes
  2. Mapeie a jornada do cliente
  3. Ouça o que os seus clientes têm a dizer
  4. Dissemine a cultura do customer centric por todos os setores e níveis hierárquicos
  5. Mensure o desempenho da sua estratégia de customer centric

O que é customer centric?

Em sua tradução, customer centric significa “centrado no cliente”. Dessa forma, podemos definir o que é customer centric como uma abordagem que coloca o cliente no centro de todas as decisões estratégicas de um modelo de negócio.

Empresas customer centric centralizam todo o seu planejamento estratégico na experiência e no sucesso do cliente. As ações têm como foco satisfazer e fidelizar os clientes, proporcionando a eles a melhor experiência possível

Nas empresas customer centric, tudo é feito considerando as necessidades, as expectativas e as características dos clientes para oferecer as melhores soluções, as quais se encaixam perfeitamente com o que eles precisam e esperam da marca.

Como a cultura customer centric pode ajudar a sua empresa?

Adotar a cultura customer centric pode trazer uma série de benefícios para o seu modelo de negócio. Dentre eles, destacamos:

  1. Maior satisfação e retenção de clientes;
  2. Transformação dos clientes em promotores da marca;
  3. Redução do custo de aquisição de clientes (CAC);
  4. Melhoria na prospecção de oportunidades de negócio com o customer centric marketing;
  5. Aumento do ticket médio e do lifetime value;
  6. Fortalecimento da imagem da marca no mercado de atuação;
  7. Aumento da vantagem competitiva.

O foco no cliente pode trazer grandes vantagens para seu negócio, dê uma olhada neste case de sucesso da Zendesk e entenda melhor como isso funciona na prática:



5 dicas para implementar a cultura de customer centric na sua empresa

Para que a sua empresa coloque, de fato, o cliente no centro de todas decisões estratégicas, é necessário colocar algumas recomendações em prática.

Veja a seguir o que fazer para adotar o customer centric no seu modelo de negócio.

1. Torne-se um expert quando o assunto for os seus clientes

Para adotar uma estratégia de customer centric, é necessário se tornar um expert sobre o seu cliente. Isso significa que a empresa deve conhecer a fundo as características, as necessidades, as dores, as expectativas e o comportamento dos clientes para conseguir se antecipar a eles e surpreendê-los.

Nesse sentido, uma solução de CRM pode ser bastante útil. Esse tipo de software especializado vai coletar e armazenar dados e informações relevantes sobre os seus clientes, favorecendo a obtenção de insights valiosos

Entendendo o perfil de seus clientes, é possível ser mais assertivo na personalização dos produtos e serviços oferecidos, o que impacta positivamente a satisfação.

2. Mapeie a jornada do cliente

Para colocar o cliente no centro de tudo, é indispensável conhecer os caminhos que ele percorre desde a prospecção até o pós-venda. Portanto, procure mapear a jornada de compra dos clientes a fim de entender como ele se comporta em cada etapa.

3. Ouça o que os seus clientes têm a dizer

Não há como aderir ao customer centric sem ouvir o que os clientes têm a dizer sobre seus produtos, serviços e demais aspectos da sua empresa.

Dar espaço para o cliente expressar seu ponto de vista é essencial para que a empresa saiba como oferecer a ele uma experiência que seja, de fato, positiva.


Sendo assim, invista em uma estratégia omnichannel. Disponibilize aos seus clientes diferentes canais de comunicação que funcionem de maneira integrada.

4. Dissemine a cultura do customer centric por todos os setores e níveis hierárquicos

Toda a empresa precisa estar comprometida em colocar o cliente como o centro de todos os esforços e estratégias, inclusive os cargos de liderança.

Portanto, busque conscientizar os colaboradores sobre a importância do customer centric para os resultados da empresa.

5. Mensure o desempenho da sua estratégia de customer centric

Para saber se a estratégia de customer centric está dando certo ou não, é necessário mensurar seu desempenho. Para isso, você pode adotar indicadores como a taxa de churn, o ticket médio, o lifetime value e o Net Promoter Score.

Bom, ficou claro o que é customer centric? Coloque em prática as nossas dicas e torne a sua empresa centrada no cliente.

Copiado: https://www.zendesk.com.br/

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Competências Comportamentais que o RH deve valorizar em 2021

 


A área de Recursos Humanos deve ficar de olho nas competências comportamentais de 2021, a fim de identificá-las e desenvolvê-las em candidatos e colaboradores

Na era da inteligência artificial, carros autônomos e big data, habilidades e conhecimentos técnicos são obviamente importantes, mas isso não quer dizer que o lado humano do trabalho foi deixado para trás. As competências comportamentais – aquelas relacionadas a atributos de personalidade e estilo de trabalho – continuarão em alta em 2021.

Também chamadas de soft skills, essas habilidades suprem tarefas que os robôs não conseguem desempenhar tão bem. Mesmo com a evolução tecnológica, elas não serão substituídas, pelo contrário, se tornarão ainda mais críticas para o sucesso, visto que o trabalho das pessoas se tornará cada vez mais humano.

 Principais competências comportamentais em 2021

A área de Recursos Humanos deve ficar de olho nas competências comportamentais de 2021, a fim de identificá-las e desenvolvê-las em candidatos e funcionários. Confira as principais elencadas em matéria da Forbes.

 Criatividade

Embora robôs e máquinas façam muitas coisas, eles não são páreos para a imaginação humana. A criatividade é um ativo importante para o futuro do trabalho, já que permite conectar pontos com informações aparentemente desiguais a fim de apresentar algo “novo”.

Alguns recrutadores erroneamente acham que essa competência comportamental é de domínio exclusivo de artistas, como músicos e escritores, o que pode ser um grande erro na hora de encontrar talentos.

No caso de pessoas já contratadas, vale estimular a criatividade por meio de dinâmicas e atividades que exercitam a curiosidade e a autoexpressão.

 Pensamento crítico

Pensamento crítico é essencial em uma era que exige tomadas de decisão rápidas, frequentes e muitas vezes arriscadas. Cada funcionário deve ser capaz de avaliar problemas e tomar a melhor atitude possível em resposta.

O pensamento crítico aguçado permite que uma situação seja avaliada de maneira racional e sob várias perspectivas, o que reduz a chance de erros.

Para estimular a criticidade, vale desenvolver atividades de lógica e raciocínio, em especial as que tangem a resolução de problemas.

Inteligência emocional

O coautor de Emotional Intelligence 2.0, Travis Bradberry, explica que a inteligência emocional é aquela que ajuda a entrar em sintonia com o caleidoscópio das emoções humanas e mede o quanto somos capazes de ajustar nosso comportamento perante estímulos – positivos ou negativos – de outras pessoas.

Também chamada de QI emocional, essa é uma das competências comportamentais importantes em 2021 por facilitar o desenvolvimento profissional, visto que profissionais com tal habilidade são mais receptivos a feedbacks.

Além disso, aqueles que mantêm contato com clientes tendem a atendê-los melhor quando gerenciam suas próprias emoções de forma inteligente e, consequentemente, passam a ser mais empáticos.

 Comunicação interpessoal

A maioria dos currículos apresenta trechos como “várias habilidades de comunicação” e “forte espírito de colaboração”, mas poucos são os profissionais que possuem a capacidade de trocar informações de forma eficaz e clara. Essa competência comportamental vai além de palavras, visto que engloba também tom de voz e linguagem corporal.

Equipes que não conseguem se comunicar efetivamente, não se desenvolvem. Portanto, vale buscar essa competência em funcionários e candidatos, principalmente com o crescimento do modelo de trabalho remoto.

 Aprendizagem ativa

Em um mundo em constante transformação, parar no tempo não é aceitável quanto o assunto é conhecimento.

Pessoas interessadas em aprender geralmente se desenvolvem rápido na carreira e trazem inovações para a empresa. Além disso, geralmente estão dispostas a enfrentar novos desafios e aprender com seus erros.

Essa é uma soft skill do futuro, já que sua procura será cada vez maior devido à velocidade pela qual as tecnologias avançam, o que leva conhecimentos a ficarem desatualizados ainda mais rápido do que hoje.

 Julgamento e tomada de decisão

Já ouviu falar em elasticidade mental? Pois bem, essa é uma das competências comportamentais em ascensão em 2021. Como o mundo corporativo muda a uma velocidade vertiginosa, a capacidade de solucionar problemas fica mais complexa e rara.

Embora computadores sejam capazes de processar informações melhor do que o cérebro humano, ainda somos nós que tomamos decisões críticas na organização. Apenas nós conseguimos levar em consideração as implicações das decisões para o negócio e as pessoas que nele trabalham.

Portanto, procure pessoas que tenham tal habilidade e interesse. Elas não precisam saber resolver todos os problemas do mundo, mas pensar em como fazer a diferença já as diferenciará.

 Liderança

Independentemente de quantas tarefas sejam automatizadas e quão avançada seja a inteligência artificial, colaboradores sempre serão o recurso mais valioso das empresas. Portanto, invista neles!

Como seres humanos, podemos ser criativos e produtivos, assim como também podemos ficar desmotivados e distraídos. Para equilibrar a balança, é necessário contar com líderes qualificados, que saibam orientar e motivar equipes.

Várias habilidades formam um bom gerente, como inteligência emocional e manejo de tempo, mas saiba que cada pessoa possui um estilo próprio gestão.

 Respeito às diferenças

Está na hora de tornar o mercado de trabalho mais diverso. Funcionários precisarão ser capazes de respeitar, compreender e se adaptar a pessoas com comportamentos, culturas e maneiras diferentes de perceber o mundo.


Além de aumentar o nível de respeito da empresa e desempenhar forte papel perante a sociedade, isso torna serviços e produtos mais inclusivos. Portanto, dê chance a perfis diversos, como negros e pessoas com deficiência.

Vale lembrar que quanto maior é a diversidade de talentos, crescente será essa capacidade na empresa, já que o respeito às diferenças será visto como a benção que realmente é.

 Adaptabilidade

Com o impressionante ritmo de transformação corporativo atual, as pessoas terão de ser ágeis e cultivar a capacidade de abraçar – e até celebrar – mudanças. Adaptabilidade é a palavra crucial para que as constantes mudanças não sejam vistas como um fardo, mas como uma oportunidade de desenvolvimento.

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