Para fazer uma gestão financeira de qualidade é preciso conhecer claramente conceitos administrativos, seus fundamentos e principalmente características de administrador.
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Este Blog foi criado para postar idéias na área de Administração de Empresas, Empreendedorismo, Esporte e outras Informações de cunho Social, Técnico, Cultural e Dicas para Profissionais e Estudantes de Administração.
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A tecnologia, novas
habilidades e um mercado cada vez mais competitivo fizeram de uma palavra a
chave para todos os desafios: produtividade.
Nós
da MetLife já falamos em vários posts que um de nossos objetivos com este
blog é transformar a sua vida em uma coleção de momentos mais felizes
e… produtivos.
Mas
você saberia dizer quando você se sente produtivo ou apenas muito ocupado? Ou,
melhor ainda, sabe por que existe essa diferença?
Será
que você anda muito ocupado?
Em
um ambiente competitivo, estar ocupado, em algum aspecto, nos deixa mais
seguros. Acreditamos que por ter uma função que nos toma todas as horas
pelas as quais fomos contratados, somos insubstituíveis.
Mas, sob uma perspectiva mais geral, estar 100% tomado quer dizer que você já atingiu o máximo que pode render para qualquer empresa. E mais: se por qualquer imprevisto, uma tarefa não sair na data marcada, seu rendimento pode até ser questionado.
Ou seja, para simplificar: estar 100% do tempo ocupado é trabalhar
em um limite perigoso.
E
como é ser produtivo?
Ser produtivo, por outro lado, quer dizer que suas atividades estão planejadas com início, meio e fim. Que você conhece a prioridade entre elas. E, sobretudo, que é capaz de dizer não, com explicações racionais, para atividades novas que possam ferir o seu planejamento.
Como mudar de ocupado para produtivo?
Vale
lembrar que as duas definições não são excludentes, ou seja, nenhum
profissional está determinado a ser super ocupado
ou super produtivo.
Além disso, podemos alternar momentos em nossas vidas (ou até mesmo em nosso dia) nos quais somos mais um do que o outro.
Mas, mesmo assim, podemos listar
algumas dicas para você focar seu dia sob uma perspectiva mais
produtiva.
Saiba
dizer não: muita gente tem receio de recusar tarefas. Mas, é importante
valorizar o seu tempo e competência. Caso identifique que alguma tarefa
fuge à sua atividade ou ainda seja impossível de ser cumprida, diga não.
Você ganhará pontos com isso.
Saiba
ler o fluxo de suas tarefas: ao decidir o que fazer, faça uma leitura
crítica da relação entre as suas tarefas. Existem aquelas que dependem que
outras sejam concluídas antes, algumas mais rápidas do que outras, outras ainda
emergenciais. Crie níveis de prioridade e relação entre as tarefas para assim,
investir seu tempo de forma mais útil.
Faça
uma coisa de cada vez: embora ser multitarefa possa parecer um atestado de sua
competência profissional, muitas vezes, ter foco de iniciar e terminar uma
tarefa por vez soma pontos em sua equipe. Além do que, você garante uma
qualidade maior a cada entrega, uma vez que estará dedicado exclusivamente a
ela.
Foque
em resultados: uma pessoa mais produtiva do que ocupada, foca em entregas
com resultados reais. Vai além de apenas ocupar uma cadeira e ter um crachá.
Coloque-se sempre como aquele profissional que sabe resolver problemas e não
apenas em quem tem uma função burocrática em uma organização.
Aprenda a ler a estratégia do seu negócio: mesmo que você seja um profissional operacional e tenha uma tarefa muito específica, reserve espaço em seu dia para entender como a estratégia de seu negócio funciona. Leia os materiais e acompanhe as informações internas disponíveis ao seu nível de competência.
Saiba mudar e evoluir: ser produtivo é pensar também no médio e no longo prazo. Portanto, com o conhecimento que for acumulando, procure planejar os próximos passos em sua carreira. Se algo não estiver funcionando bem, procure avaliar o impacto daquela tarefa e/ou posição em um tempo maior de evolução e, caso seja necessário, mude de rumo!
Com
organização, foco e determinação, ser produtivo vai abrir portas para a sua
evolução profissional. Pense nisso!
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Por isso o animal chorou fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o burro estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de alguma forma.
Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o burro de dentro do poço.
Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar vivo o burro.
Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço.
Principalmente se já estiver dentro de um poço.
O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.
Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima.
Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos.
Use a terra que lhe jogam para seguir adiante.
Recorde-se das 5 regras para ser feliz:
As preocupações em excesso, inseguranças, medos, sobrecarga de atividades e mudanças na rotina, além do isolamento social, têm sido um grande fardo para maioria da população. Assim, problemas como ansiedade e depressão vêm ganhando destaque no cenário atual.
Esse quadro precisa de atenção porque, além de abalos psicológicos, traz desequilíbrios para o organismo, aumentando a suscetibilidade para doenças. Pensando nisso, o psicológo do HSM, Frederico Gomes Cilira nos ajudou a entender esses impactos. Continue lendo e veja como se cuidar melhor durante a quarentena.
Esgotamento emocional no cenário atual
De repente, o mundo precisou voltar sua atenção para um vírus ainda desconhecido. Houve uma mobilização geral para evitar a sua disseminação, e as pessoas tiveram que mudar drasticamente a sua rotina.
Surgiram mais perguntas do que respostas, o que trouxe maiores preocupações para o dia a dia de todos. Inseguranças quanto à saúde e ao futuro, dificuldade para se adaptar à nova realidade, o medo de perder uma pessoa querida e adaptações nas atividades diárias, em casa e no trabalho.
Foi uma mudança intensa que gerou uma onda de emoções e sentimentos; consequentemente, os quadros de ansiedade passaram de 8,7% para 14,9%, assim como a quantidade de pessoas com depressão aumentou de 4,2% para 8,0% entre março e abril de 2020.
Uma das explicações para isso é a Síndrome do Esgotamento Emocional. Ela se manifesta quando uma pessoa é submetida a uma carga de estresse muito intensa e constante, fazendo com que esteja sempre no limite das suas emoções.
O organismo e a mente humana conseguem suportar uma determinada carga de estresse diário. Porém, quando as situações estressantes são constantes e intensas, ocorre a sobrecarga que torna difícil a administração dessas emoções.
Há um estímulo intenso do psicológico, o que deixa o indivíduo cansado em função das atividades excessivas, das cobranças, dos muitos problemas, entre outros fatores. É válido saber que cada pessoa tem uma reação diferente, por isso a Síndrome do Esgotamento Emocional tem gatilhos distintos para cada indivíduo; ou seja, suas causas variam.
De acordo com um estudo do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), estar sob um estado de tensão mexe com o funcionamento do cérebro. Quem vive uma rotina estressante libera altos níveis de hormônios que provocam instabilidade no organismo. A adrenalina é um deles.
Ela atua aumentando os batimentos cardíacos e a pressão arterial, o que pode culminar em um ataque cardíaco e até levar a morte. Já a ação do cortisol, outro hormônio liberado durante situações de estresse, pode causar mortes em pessoas que já tenham doenças cardiovasculares.
Estresse ao conciliar funções
Naturalmente, contas para pagar, problemas no trabalho, conflitos em família e até mesmo o cenário econômico e social geram estresse. No entanto, durante a quarentena, conforme explicamos, houve uma mudança muito grande na vida das pessoas.
As famílias precisaram se adaptar para que a casa, além do lar, se transformasse em escola, espaço de lazer e ambiente de trabalho. Cada membro, com suas atividades, precisou se adequar à rotina dos demais e restringir o contato social apenas a essas pessoas.
Esse foi um dos grandes desafios: conciliar as atividades rotineiras com o trabalho em sistema home office, o ensino remoto e a falta de lazer. Para muitos, os dias parecem ser todos iguais, sendo difícil saber se já chegou o final de semana. Essa nova realidade tem favorecido o estresse, a ansiedade e a angústia, precursores da Síndrome do Esgotamento Emocional.
Além disso, os profissionais tiveram que se adaptar com um sistema de trabalho totalmente diferente, adotar novas ferramentas para cumprir suas funções e utilizar recursos aos quais não estavam adaptados; e tudo isso com a incerteza de manter o emprego.
Por isso, um problema que caminha junto com o esgotamento é a Síndrome de Burnout, muito parecida com ele, mas que ocorre principalmente por causa das atividades laborais. É estimulada pelo excesso de tarefas, prazos apertados, cobranças excessivas e a insegurança do profissional com o seu desempenho nesse novo sistema.
Sintomas que indicam esgotamento emocional
Apesar de a síndrome do esgotamento emocional ser desencadeada principalmente por fatores psicológicos, os seus reflexos são sentidos na saúde orgânica e no comportamento da pessoa que está vivenciando o problema.
Muitos não conseguem identificar sua condição por não saber que esse cansaço generalizado está além do normal. Mas é importante ter atenção com os sinais do esgotamento para que ele seja combatido a tempo, antes de trazer prejuízos maiores. Veja a seguir alguns sintomas que ajudam a identificá-lo:
Como explicamos, os sintomas físicos também se manifestam na síndrome do esgotamento emocional. Além das alterações no apetite, eles podem ser percebidos em manifestações como:
Quando o corpo é submetido constantemente a situações estressantes e altas doses de ansiedade, os sintomas físicos, com o passar do tempo, evoluem para problemas de saúde. Isso porque há mudanças na química orgânica, que repercutem no modo como os órgãos e sistemas funcionam.
A Síndrome do Esgotamento Emocional provoca queda da imunidade, deixando o indivíduo suscetível a problemas como gripes, resfriados e infecções. O funcionamento do coração é alterado e há mudanças nos níveis de oxigênio por causa das alterações na respiração.
Por isso, outra complicação da síndrome é o aumento do risco de doenças cardíacas, assim como a elevação da pressão arterial que, por sua vez, pode resultar em problemas ainda maiores, como um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
O metabolismo é impactado negativamente. A pessoa pode ter um aumento do seu peso corporal, fica mais suscetível aos quadros de diabetes, e todo o organismo passa por um processo de envelhecimento prematuro.
Quando e como procurar ajuda
É natural nos sentirmos cansados, estressados, ansiosos e com medo, em especial neste momento tão tenso e delicado. Entretanto, tudo isso passa a ser um problema quando é vivenciado constantemente, sem alternar com momentos de tranquilidade.
Se você estiver sentindo cansaço o tempo todo, se o sono já não é mais reparador, não tem energia para cumprir suas tarefas e não consegue encontrar satisfação ou paz, parecendo estar à beira de um ataque de nervos, é preciso acender um sinal de alerta.
Muitas pessoas acreditam que se sentir assim é indício de fraqueza e não procuram ajuda para não demonstrar um lado sensível. Porém, não podemos cometer esse erro, já que qualquer um pode ficar sobrecarregado com seus problemas e responsabilidades.
É preciso procurar ajuda quando sentimos que não estamos dando conta de tudo, quando o cansaço parece ter vencido e não enxergamos uma saída. Profissionais podem ajudar a vencer a Síndrome do Esgotamento Emocional para recuperar o equilíbrio da saúde mental e física.
O Hospital Santa Mônica dispõe de uma equipe de especialistas para oferecer todo o suporte necessário para quem está passando por momentos difíceis, ajudando a reequilibrar a mente e o estado psicológico. Assim, evitamos consequências negativas para a saúde, a convivência familiar, social e a qualidade de vida.
A Síndrome do Esgotamento Emocional pode levar o indivíduo à completa exaustão, prejudicando sua produtividade enquanto profissional e a relação com a família, além de afetar significativamente o bem-estar. É preciso identificar seus primeiros sinais e procurar ajuda especializada para vencer esse problema e recuperar o equilíbrio.
Buscar ajuda é a melhor solução quando os problemas se tornam pesados demais.
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Uma das primeiras dificuldades que percebi, ainda quando era aluno do curso de administração, foi em encontrar a correlação da teoria com a prática, não que os professores não fossem bons e não nos ensinassem da forma correta, mas todo o conteúdo apresentado referia-se aos grandes players do mercado mundial, um mundo por vezes tão distante da nossa realidade brasileira.
Sempre foi um desafio para mim, tentar entender as estratégias de Peter Druker e outros teóricos da administração, pois, nunca os vi diferente, nunca passaram de teóricos.
Não vejo nada de errado quanto ao que é ensinado nas universidades, nos cursos de administração, precisamos saber as teorias sim, mas e a prática? E quando entrarmos na vida profissional, o que teremos para apresentar como profissionais da administração?
Vi muitos exemplos de como a Coca-Cola, Apple, Wells Fargo, Microsoft, entre outras empresas, fazem sua gestão, suas campanhas de marketing, etc., mas e a realidade brasileira?
Quando saio da universidade me deparo com um mundo de profissionais formados disputando as mesmas vagas que eu, talvez até melhores preparados, com especializações, mestrados, falando mais de um idioma, e mesmo assim, sem perspectiva de trabalhar em uma “Microsoft”, pois nossa realidade é diferente.
Claro que devemos buscar o melhor para nossas carreiras, concordo que devemos nos preparar para o mercado de trabalho, mas e esse mercado? Está preparado para absorver esses profissionais?
Acredito que o maior desafio para o profissional de administração, não seja buscar uma vaga no mercado de trabalho altamente competitivo como esse em que vivemos, claro que esse já é um desafio hercúleo, mas sim, reinventar-se sempre, descobrir como se tornar um profissional capaz de superar essas dificuldades, usando todo esse conhecimento conquistado nos anos de estudos nas universidades.
De acordo com dados oficiais do governo brasileiro em junho de 2020 o total de empresas no país era de 18.466.444 empreendimentos ativos no País que estão, principalmente, nos setores de serviços (46,13%) e comércio (35,38%), e de acordo com o Sebrae 99% do total são formada por Micro e Pequenas e Médias Empresas, quando não, apenas empresas familiares, onde uma mesma pessoa é responsável pela gestão, RH, Financeiro, Planejamento, Marketing, etc., então como conseguir essa vaga de emprego tão almejada.
Gostaria de apresentar outra alternativa e com isso abrir um leque com possibilidades muitas vezes não exploradas pelos jovens profissionais, empreender, isso mesmo, assunto esse muito debatido e também já virou disciplina em alguns cursos de graduação, mas não vejo sendo aplicado para a profissão de administrador, muitos empreendem, mas geralmente em outras áreas, que nada tem a ver com a profissão em si.
Começar seu próprio negócio tem seus desafios, muitas vezes só com a coragem e necessidade de trabalhar para sustentar a família, o jovem profissional que está começando sua carreira, não precisa depender de um emprego fixo, pode empreender também.
O que estou tentando mostrar é que devemos repensar a forma de nos posicionarmos perante as empresas, não como colaborador, mas agora como fornecedor de um serviço.
Uma das áreas da administração que é de exclusiva responsabilidade de um profissional Administrador é a área de RH, mas não precisa ser empregado da empresa “x”.
Muitas das empresas, não tem como manter um profissional contratado para realizar tarefas específicas de uma determinada função como um gerente de RH por exemplo, então porque não empreender e criar sua própria empresa de recrutamento e contratação? Como um profissional terceirizado.
O Administrador/empreendedor pode criar uma empresa de serviços de RH terceirizados, oferecendo todos os serviços relacionados a área, para mais de uma empresa, podendo assim prestar serviços para mais de uma empresa ao mesmo tempo.
Seria o casamento ideal entre custo beneficio, para a empresa contratante do trabalho, conta com um profissional capacitado para gestão de pessoal, para o profissional de Administração, tem a demanda de serviço na área e a liberdade de trabalhar com mais de uma empresa. Agregando tanto socialmente quanto economicamente com a comunidade em que esse profissional atua.
Acredito que as possibilidades são muitas, pois a administração engloba muitos setores da economia, Finanças, RH, Planejamento Estratégico, Consultoria, Perícia, Logística, etc...
Para mim esse é o grande diferencial do profissional administrador, aplicar seus conhecimentos de administração com o empreendedorismo.
Por: Adm. Adriel da Silva Barbosa - http://crars.org.br/
Realmente, quem não gostaria de ser o melhor profissional na sua área de atuação? Ou, pelo menos, um dos melhores? Provavelmente a resposta unânime é “eu”.
Mas são raras as pessoas dispostas a, de fato, batalharem por isso – porque requer um nível de comprometimento e esforço que vai muito além da nossa zona de conforto.
A boa notícia? Se você está mesmo decidido a se tornar um especialista em qualquer assunto, seja no trabalho ou num hobbie, isso está ao seu alcance. Selecionamos alguns conselhos de como levar este plano adiante.
Não sobrecarregue sua mente e seu corpo. A melhor estratégia é se dedicar a um talento por vez.
Quer aprender, sei lá, a tocar piano? Bote energia e intensidade nesse objetivo. Se você tentar virar um pianista e guitarrista ao mesmo tempo, provavelmente vai fazer as duas coisas mal.
Isso não significa que você deve ficar amarrado ao mesmo objetivo para sempre.
Assim que um talento for dominado, você pode partir para o seguinte se quiser. Apenas se lembre de continuar praticando o anterior — ainda que com menos intensidade — para não perder o jeito ou ficar desatualizado.
A figura de um mentor faz toda a diferença no processo da aprendizagem. Pode ser um professor, um chefe, um coach, tanto faz.
O importante é buscar lições e conselhos daqueles que já trilharam a trajetória na área que você pretende dominar.
Uma alternativa que a tecnologia hoje nos oferece: YouTube. Com certeza você encontrará um canal (ou mais) que pode ajudá-lo a chegar onde deseja.
Leias livros, acompanhe blogs, faça aulas, se matricule em cursos, veja vídeos no YouTube… Vale de tudo para expandir o seu conhecimento.
Benjamin Franklin, um dos maiores líderes da história americana, dizia que “investir em conhecimento rende sempre os melhores juros”.
O conhecimento teórico é o alicerce do nosso projeto. O que vem depois? Praticar, praticar e — quando você estiver cansado — praticar ainda mais um pouco.
Um estudo da década de 1990 se popularizou ao afirmar que é preciso 10 mil horas de prática para você ter uma performance de elite em qualquer área.
Essa história tem um fundo de verdade, mas cientistas posteriores acrescentaram uma ressalva importante: ainda mais importante do que o volume do treino é a qualidade dele.
Em outras palavras? Antes se dedicar a uma tarefa com concentração total durante 30 minutos do que fazê-lo distraidamente por 60 minutos.
E, claro, essas 10 mil horas dizem respeito a artistas e atletas de ponta. Você pode colocar essa meta em sua carreira. Mas em relação aos hobbies, algumas centenas já serão o suficiente para você se destacar.
A repetição é um fator importante para dominar uma habilidade, mas você não pode ficar preso a ela eternamente, ou você será aquele cara que há 10 anos toca as mesmas três músicas no violão.
Que tal trocar o disco? Mude mais. Erre mais. Aprenda mais.
Fazendo um paralelo com o mundo dos esportes, não dá para evoluir se você sempre jogar squash com seu velho freguês. É preciso enfrentar alguém que te leve ao limite, que te motive a melhorar.
Um grande jogador de poker dizia o seguinte: “Se você nunca é pego blefando, é porque está blefando pouco.” Isso serve para tudo na vida. Se você nunca erra, é porque está arriscando pouco.
Se você tem um mentor para te guiar nesta jornada – chefe, professor, etc – peça feedbacks constantes. Assim você pode saber onde está errando e como fazer para melhorar.
Caso você esteja na balada do autodidata, reserve algum tempo para a autoanálise. Nunca pare de corrigir seus pontos fracos. São eles que demandam mais atenção. Sempre.
Nunca deixe barreiras mentais te impedirem de fazer qualquer coisa. Como diz aquela máxima, cuidado com o medo: ele adora roubar o sonho dos outros. Muitas pessoas, quando esbarram no primeiro obstáculo, pensam: “Eu não tenho jeito para isso”.
Mas quer ouvir uma coisa surpreendente?
Num estudo americano com jovens jogadores de xadrez, os pesquisadores descobriram que aqueles com QI mais baixo às vezes acabavam se sobressaindo, porque eles se sentiam em desvantagem de talento – e compensavam isso trabalhando mais duro.
Como resultado, eles muitas vezes superavam o nível de seus colegas mais talentosos.
Então bora sair da zona de conforto, senhores, e levar as suas habilidades ao próximo nível?
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