COMO ASSIM?? Que que tá acontecendo?? 🤔😳
Este Blog foi criado para postar idéias na área de Administração de Empresas, Empreendedorismo, Esporte e outras Informações de cunho Social, Técnico, Cultural e Dicas para Profissionais e Estudantes de Administração.
Vamos abrir mão de conceitos arraigados sobre os chamados skills de liderança e tentar olhar mais profundamente sobre o novo cenário que vivemos.
Nesse mundo interconectado e imprevisível, torna-se fundamental ampliarmos ainda mais o que nos está dado para que possamos enxergar o papel do líder dentro de um contexto do que podemos chamar de uma nova era, objetivando a construção de um futuro, de fato, sustentável para as organizações.
E para essa reflexão mais profunda, vamos voltar um pouco mais longe no tempo e retomar alguns conceitos e princípios. E quando falo longe, é longe mesmo.
Vamos dar um pulo na Grécia Antiga e ao que se denominava arqué (arquétipo). Ou seja, um fundamento, uma causa primária, uma proposição fundamental. Algo que se mantém como essência, independentemente de qualquer outra mudança ou os “achismos” tão comuns nos nossos tempos. Tendo esse conceito em mente, podemos seguir com a reflexão sobre os princípios necessários para essa liderança nesse novo mundo.
E o primeiro deles é a disposição para o autodesenvolvimento. Como no Oráculo de Apolo, “conhece-te a ti mesmo” é o princípio dos princípios.
O princípio dos princípios se revela quando o autodesenvolvimento se torna um processo constante e diuturno em mim.
A partir daí podemos falar do segundo, o equilíbrio entre o material é o imaterial. Fomos alimentados com a crença de que o papel da liderança é focar nos resultados, performance.
Mas o que são os resultados? Normalmente os resultados são facilmente visíveis em um painel de controle da área ou da empresa, e são essencialmente quantitativos (produtividade, caixa, lucro, patrimônio, taxa de retorno etc.).
Daí vem a máxima: “diga-me como me medes que lhe
direi como vou agir”. A questão é que uma empresa é um
organismo social e, como tal, se faz presente as dimensões material e
imaterial. Aliás, o que está acontecendo é uma desmaterialização das empresas,
basta ver que a cada ano o ranking das maiores empresas revela que o valor
gerado está na marca, nas pessoas, nos serviços. Trazer a dimensão imaterial
para o dia a dia da liderança e equilibrá-la com a material é um desafio e
exige uma ressignificação do que é resultado.
Como terceiro princípio, temos a liberdade no pensar. Não há desenvolvimento humano e, consequentemente, criatividade e inovação, sem liberdade de pensar, de expressar opiniões.
O que acontece quando viajamos e deixamos uma planta sem regar? Ao chegarmos em casa ela está murcha, sem vitalidade e, algumas vezes, morta.
A liberdade é como a água em um jardim. Para que os organismos vivos cresçam, se desenvolvam e prosperem é preciso regar.
Seguindo esse processo reflexivo, temos como quarto princípio a igualdade.
O que acontece quando em uma equipe percebemos que há, como dizia minha avó,
“dois pesos e duas medidas”? Quando há diferenças no tratamento e no
reconhecimento? Quando percebemos justiça e sentimos que todos tem seus
direitos e deveres, cria-se um saudável e produtivo ambiente social.
Por fim, como quinto princípio, trago a fraternidade.
E a coloco por último não por sua menor importância, mas por ter algo de superior em nível de consciência em relação aos demais. Ela é uma evolução da individualidade humana em relação ao ego.
A fraternidade atua quando pensamos
com o coração e sentimos com a razão. Ela se materializa quando entendemos que
fazemos parte de uma grande teia e que nada adianta eu me fortalecer se o outro
está fragilizado. Na essência, todo ser humano intenciona encontros fraternos,
pois é assim que o caminho evolutivo da humanidade se faz presente.
E é com essa consciência mais ampla, ressignificada sobre o papel de liderança e os princípios norteadores de um líder que se gera um despertar.
Esse olhar mais amplo se traduz no entendimento e em ações práticas
de que eu ganho quando o outro ganha, quando a sociedade ganha, de que fazemos
parte de um ecossistema complexo, em que tudo está bastante interligado. E,
principalmente como líderes, temos total responsabilidade por ele.
Por Rodrigo Goecks,
sócio da ADIGO Desenvolvimento
Os conselhos profissionais das profissões regulamentadas são criados por lei para defender a profissão e proteger a sociedade dos maus profissionais. Apesar de não integrarem o Orçamento Geral da União, uma vez que essas autarquias têm arrecadação própria, eles estão sob fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU).
Por isso, todos os anos o Conselho Federal de Administração (CFA) presta contas ao TCU. Por meio de um relatório anual, descrevemos em detalhes as ações desenvolvidas e os resultados alcançados.
Ele traz, em detalhes, as entradas e saídas. Porém, não apenas isso.
Estamos prestes a entregar a prestação de contas de 2021, ano que ainda foi bastante desafiador. A segunda onda da pandemia da Covid-19 nos forçou a, novamente, alterar nosso planejamento.
Contudo, encaramos a missão muito mais fortalecidos. Foi preciso reprogramar algumas ações, pausar projetos e reforçar ainda mais nossos ajustes orçamentários.
A gestão austera, iniciada ainda em 2019, conseguiu equilibrar as finanças e ajudou o CFA a superar todas as dificuldades que foram agravadas com a pandemia.
Outra característica da nossa gestão é o compartilhamento, que deu mais autonomia para os diretores, mas também trouxe muito mais transparência e a descentralização da gestão proporcionou confiança e liberdade a todos da equipe.
Foi preciso coragem para enfrentar todas as adversidades que a pandemia trouxe, mas foi preciso muito mais ousadia para transpor resistências internas, inclusive dentro do próprio Sistema CFA/CRAs. Romper com uma cultura não é fácil, ainda mais quando ela está enraizada e foi chancelada por gestões anteriores.
Mas, na casa da Administração, onde fala-se tanto da gestão profissional, da importância de adotar mecanismos de boa governança, é inadmissível fechar os olhos para a ingerência e negligência de alguns.
Varrer para debaixo do tapete esse problemas parece a solução mais fácil e rápida, mas também é a mais dolorosa e danosa para a profissão.
Na Administração não há espaço para improviso.Não é assim porque ela é uma ciência e, como tal, com ela não tem jeitinho, ela tem método.
Contudo, o país ainda nega a Ciência da Administração para ser administrado. Somos a sétima economia em riquezas e a 82ª em pobreza.
Quem explica esse abismo?
Isso não é de agora, mas vem de décadas com modelos econômicos equivocados, concentradores de renda e de riqueza, desprovidos da Ciência da Administração, ciência esta que tem um compromisso com o desenvolvimento econômico e social.
É necessário ousar, romper com a inércia e construir, por meio da Ciência da Administração, um projeto estratégico de desenvolvimento nacional. Caso contrário, continuaremos uma fábrica de pobres.
Por isso, é inconcebível permitir que a Ciência da Administração seja ultrajada dentro da sua própria casa.
Romper com uma série histórica de ingerência não foi fácil! Fomos e ainda somos duramente desafiados e flagelados.
No último relatório que enviamos ao TCU, mostramos em detalhes as ações que não só colocaram ordem nas coisas, mas também pôs fim a condutas errôneas que desonram a Administração.Administrador Mauro Kreuz
Presidente do Conselho Federal de Administração
Para entender porque é tão difícil para certas organizações implantarem a metodologia sistêmica de gestão, precisamos falar sobre a cultura organizacional predominante nas empresas brasileiras.
Primeiramente, devemos considerar que ainda existem fatores culturais que impedem a modernização dos modelos de gestão no Brasil.
Esses fatores têm origem no paternalismo e o autoritarismo como forma de gestão predominante.
Nossa cultura de concentração de poder impulsiona a transferência de responsabilidade pela tomada de decisão para instâncias superiores, criando uma legião de subordinados dependentes, sem iniciativa e incapazes de assumir responsabilidades, aprender com seus próprios erros e, consequentemente, sem habilidades para agir de forma inovadora.
As gerações que estão atualmente no poder da maioria das organizações (geração baby boomers e geração X) foi criada e educada dentro do modelo taylorista, muito focado na tarefa.
Portanto, mesmo quando consideram a necessidade de aplicar um modelo de gestão mais sistêmico, esbarram em dificuldades de delegação e desenvolvimento de pessoas que os trazem de volta ao pensamento analítico.
A curva de transformação entre esses dois modelos de gestão exige paciência e muita participação ativa dos gestores, empoderando seus colaboradores e dando suporte para que esses possam desenvolver um novo mindset, voltado para o pensamento sistêmico.
Os resultados dessa nova cultura de gestão evoluem de forma lenta e gradual, pois impactam diretamente os modelos mentais e padrões de comportamento que acompanham as pessoas desde sua criação.
A clareza sobre os conceitos de delegação, sucessão, gestão de pessoas e empoderamento passam a ser fundamentais nesse sentido.
Dentro da empresa, o ambiente propício a inovação sofre um impacto muito negativo quando o modelo de gestão ainda está muito conectado ao pensamento analítico, onde a visão sistêmica do negócio é menos considerada no desenvolvimento das soluções.
Nesse tipo de contexto, é frequente ouvirmos sobre profissionais com ideias inéditas e inovadoras, mas sem espaço para desenvolver e evoluir projetos que acabam morrendo e deixando boas ideias para trás.
Também existe uma certa tendência dos profissionais nesses ambientes sobre “o medo do insucesso”, um baixo incentivo ao risco e ao aprendizado a partir do erro.
Ainda é mais confortável manter a segurança e o “status quo” do que a inovação e novos padrões.
O Novo Paradigma Organizacional se apresenta na tentativa de alinhar o modelo de gestão conduzido pelas lideranças e as formas como os recursos humanos atuam dentro desse contexto.
O ponto crítico parece estar na habilidade dos gestores em formar pessoas independentes, auto gerenciáveis e orientadas para inovação.
São características de equipes maduras e preparadas para enfrentar ambientes de disrupturas, alta concorrência e com grandes desafios tecnológicos, seja na indústria, no comércio ou na prestação de serviços.
Aproximar as pessoas e envolve-las na tomada de decisão estratégica pode ser um primeiro passo para evoluir nesse novo paradigma organizacional.
Copiado: http://blog.feedbackmanager.com.br/
Quando os colaboradores não se auxiliam mutuamente e não promovem a
união de forças, alcançar metas pode se tornar impossível.
Ótimos resultados dependem de uma ótima gestão. Nele você verá como gerenciar sua equipe de vendas para aumentar a performance da equipe.
Manter uma equipe integrada e atuante passa por usar todas as vantagens
da transformação digital, promover a comunicação interna, usar ferramentas colaborativas e, principalmente, fomentar
uma cultura organizacional que
valorize o trabalho em equipe.
Além do exemplo dos líderes através de ações concretas, usar frases de
trabalho em equipe – frases que mostrem de maneira inspiradora a importância da
união de esforços – pode ser uma maneira carismática e inteligente de
fortalecer essa cultura.
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Sua empresa e seus times estão precisando reforçar
essa atitude colaborativa?
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Quer conhecer algumas frases de trabalho em equipe
e usá-las estrategicamente, no início e no final de reuniões ou em feedbacks
pessoais?
Então, leia nossa seleção de frases de trabalho em equipe, escolha as
suas preferidas e cite para seus colegas e equipes sempre que achar necessário.
Você vai ver que, muitas vezes, algumas palavras ditas com sabedoria podem ser suficientes para iniciar a mudança de atitude de certas pessoas.
26 Frases de trabalho em equipe para integrar seu time
Agora, confira dezenas de outras frases motivacionais de trabalho em equipe:
Essas frases de trabalho em equipe são bastante inspiradoras e podem ser
usadas em palestras e mensagens para seu time.
Copiado: https://www.agendor.com.br/
Essa pergunta também pode aparecer
nas variações “Por que você quer esta vaga?”, “Por que está interessado em
trabalhar conosco?”, ou “Por que quer fazer parte de nossa equipe?”. Apesar
disso, a resposta a ela é muito abrangente e é crucial para avaliar diferentes
aspectos no candidato à vaga de emprego.
Neste artigo listaremos alguns
motivos pelo qual os recrutadores costumam perguntar isso. Além disso, também
daremos algumas dicas para que você possa se preparar para responder essa
pergunta com sucesso.
Por que recrutadores perguntam
“Por que você quer trabalhar nessa empresa?”
Através dessa simples pergunta, o
recrutador não visa apenas extrair informações importantes de sua resposta. Ele
também buscará analisar seu comportamento enquanto você a responde. Veja a
seguir quais itens o recrutador procura verificar.
Descobrir o quanto você conhece sobre a
empresa. Ao chegar em uma entrevista, é esperado que você saiba ou pelo
menos tenha tentado procurar informações sobre a empresa e a vaga para a qual
você está se candidatando. Lembre-se que demonstrar falta de conhecimento sobre
a empresa é visto como desinteresse. Ao fazer essa pergunta, o recrutador
espera que você demonstre algum nível de conhecimento sobre a empresa a fim de
avaliar seu grau de interesse no processo seletivo.
Verificar se seu perfil é compatível
com o esperado. Ao fazer essa pergunta, o recrutador procura
conferir quais são seus objetivos e valores. Além disso, ele também quer
verificar se eles estão em alinhamento com os valores e objetivos da empresa.
Avaliar o quanto você pode somar. Esse
é um motivo mais explícito para essa pergunta. Afinal, com sua resposta, o
recrutador realmente quer entender e saber o quanto você pode agregar à vaga em
questão e à empresa. São levadas em consideração as habilidades e experiências
que você considera relevantes para fazer a diferença caso seja contratado.
Como responder a essa pergunta?
Saber os principais motivos pelos
quais os recrutadores perguntam por que você quer trabalhar na empresa em
questão é importante. Com isso, vamos ao próximo passo, que é o de como se
preparar e como responder a esse tipo de questionamento.
Estude a empresa
O primeiro e mais importante passo
para responder a essa pergunta é, sem dúvidas, estudar informações da empresa
para a qual você está se candidatando. Visite o site da companhia e procure a missão,
visão e valores que ela possui. A maioria das empresas possui esses três itens
divulgados em sua página da internet. É neles que os esforços e objetivos de
uma organização se baseiam.
Também é importante avaliar se
essas informações estão em conformidade com o que você acredita. Caso não
estejam, talvez não seja uma boa ideia prosseguir no processo seletivo.
Trabalhar em uma empresa cujos ideais você não compartilha dificilmente trará
satisfação e é provável que tenderá a dificultar seu desempenho caso ainda
assim seja contratado.
Prossiga sua pesquisa procurando
por outras informações relevantes da empresa, como o setor em que ela atua, o
que ela faz, as pessoas que fazem parte dela, entre outros. Também é válido
perguntar para pessoas que você conhece e que tenham algum tipo de relação com
esta empresa. Busque também por notícias sobre a empresa na mídia e nas
publicações que ela faz nas redes sociais.
Se após essa pesquisa você passar a se identificar ainda mais com a empresa, suas chances de ser contratado aumentarão. Isso se dá pelo fato de que demonstrar grande interesse pela vaga e empresa em questão será observado como algo muito positivo. Além disso, ao se identificar com a empresa e seus valores, você naturalmente manifestará entusiasmo perante o recrutador e ele certamente notará isso. As empresas querem pessoas alinhadas com seus objetivos e que se sintam felizes por fazer parte dela.
Avalie a descrição da vaga
Após estudar a empresa na qual
você fará uma entrevista, revise também a descrição do anúncio da vaga. Repasse
todas as competências e características exigidas, desde habilidades técnicas
até os aspectos comportamentais. Analise também as funções, atribuições e a
área de atuação do cargo. É muito importante ter em mente as necessidades da
empresa, pois o recrutador precisa selecionar uma pessoa que possa atender aos
requisitos traçados.
Levante suas características,
habilidades e experiências
Elenque suas competências e
coloque-as em perspectiva em relação ao que está descrito no anúncio da vaga.
Não há problema algum se você não atender a um ou mais requisitos, afinal, o
recrutador analisou seu currículo e considerou você apto e interessante para o
que é provavelmente a última etapa do processo seletivo da empresa. Além disso,
tenha em mente que é difícil que um profissional seja 100% compatível com todos
os requisitos.
Por isso, não tenha medo de dizer
que você não tem alguma experiência ou característica importante que seja
esperada, mas coloque-se à disposição para aprender e desenvolvê-la caso seja
essencial.
Justifique por que você quer
trabalhar na empresa
Enfim chegamos ao ponto mais
esperado. Se você tiver seguido os 3 tópicos anteriores, criar sua resposta não
será difícil, pois mais do que você imagina já foi feito.
Você pode iniciar sua resposta
demonstrando sua compatibilidade com a empresa, demonstrando valores e
objetivos em comum, justificando o quanto fazer parte desta empresa impactaria
em sua carreira e que tipo de contribuição você poderia dar em contrapartida.
Com as suas habilidades,
experiência e descrição da vaga em mente, trace um paralelo entre esses itens,
reforçando as habilidades e experiências que melhor podem contribuir caso você
venha a fazer parte da empresa. Tendo conhecimento sobre a empresa e suas
necessidades, você pode ir mais além e dar exemplos sobre como você pode
contribuir positivamente para ela e como poderia resolver problemas.
Finalize com uma pergunta
Uma forma muito boa de finalizar
sua resposta é emendar uma pergunta logo no final de sua resposta. Isso fará o
recrutador notar ainda mais seu interesse e empolgação com a vaga em questão,
além de dar abertura para maiores questionamentos e esclarecimentos.
É importante que você seja coerente e sincero em sua resposta. Caso não esteja certo do que está dizendo, o recrutador perceberá e suas chances na entrevista poderão diminuir. Portanto, seja espontâneo e adote uma postura confiante perante o entrevistador.
Exemplos de resposta à pergunta
“Por que quer trabalhar nessa empresa?”
Abaixo, damos alguns exemplos de
respostas para profissionais de diferentes níveis hierárquicos.
Exemplo 1: Gerente de Marketing
“Ao identificar a abertura desta vaga
em questão, não pensei duas vezes sobre me candidatar. Os projetos de sua
empresa são mundialmente reconhecidos, assim como a qualidade dos profissionais
que aqui trabalham. Venho de uma empresa menor, na qual, mesmo afetada pela
crise, obtive desempenho notável com equipe e recursos reduzidos na campanha de
mídias sociais que encerramos há pouco.
Creio que seja a hora de gerenciar
projetos maiores e que minha capacidade de conduzir e obter resultados
expressivos, mesmo com recursos escassos, me credenciam a conseguir melhorar o
custo x benefício em projetos da minha área.
Se me permite perguntar, gostaria muito
de saber quais tipos de desafios a equipe está enfrentando neste momento e que
ações estão tomando para tal. Acredito que eu possa contribuir muito para os
resultados se escolhido para a vaga.”
Exemplo 2: Analista de
Administração de Empresas
“Quero trabalhar nesta empresa por
diversos motivos. Prezo muito pela qualidade do ambiente de trabalho, e seria
incrível poder trabalhar em uma empresa que está sempre figurando em rankings
de melhores lugares para se trabalhar.
Minha experiência em mapeamento de
processos pode contribuir bastante para o desenvolvimento do novo departamento
que vocês estão desenvolvendo. Aliás, poderia me dar mais detalhes sobre as
maiores dificuldades nesta implementação? Gostaria muito de entender melhor e
poder contribuir caso venha a trabalhar com vocês.”
Exemplo 3: Estagiário de
Engenharia
“Acho incríveis as obras que esta
empresa faz em nossa cidade. Também conheço alguns profissionais que trabalham
aqui e estudaram comigo na faculdade. Todos com quem conversei relatam que esta
é uma empresa que oferece muita oportunidade de aprendizado e crescimento, que
é exatamente o que estou buscando neste momento de minha carreira.
Como sou recém-formado, não possuo
muita experiência além da faculdade e do estágio que fiz na área, mas sou um
profissional extremamente dedicado e aplicado, que não poupará esforços para
estar à altura dos projetos da empresa. Poderia me dar maiores informações
sobre as demais habilidades requeridas para o estagiário ideal?”
Exemplo 4: Jovem Aprendiz
“Quero esta vaga porque o programa de
jovens aprendizes de sua empresa é muito reconhecido. Identifiquei na página de
vocês que houve uma quantidade considerável de aprendizes que foram efetivados
e hoje trabalham em diferentes setores aqui. Como estou iniciando minha
carreira, ter uma oportunidade nesta empresa seria incrível por causa da
atenção que os aprendizes recebem.
Apesar de não ter experiência anterior,
sou uma pessoa bastante esforçada e que não vai medir esforços para atender às
necessidades do setor que precisar de mim. Estou muito disposto a aprender e
poder ajudar no que for preciso.”