segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Muito Chefe e Pouco Índio! Um texto sobre Gestão

 

Muito chefe e pouco índio! Um texto sobre gestão

“Conta a estória que houve uma competição entre as equipes de remo do Brasil e do Japão. 
Logo no início da competição, a equipe japonesa se distanciou e completou o percurso trinta minutos antes que a brasileira.
 
De volta ao Brasil, o Comitê Executivo de Remo se reuniu para avaliar o fracasso e concluiu:
A equipe japonesa era formada por um Chefe de Equipe e 10 remadores. 
A equipe brasileira era formada por um remador e dez chefes. 

A decisão passou para a esfera do Planejamento Estratégico, visando a reestruturação da equipe para o ano seguinte.
 
No ano seguinte, novamente o Japão venceu e desta vez a equipe brasileira chegou com uma hora de atraso. 

Nova análise foi feita do fracasso e mostrou o seguinte:

1) A equipe japonesa continuava com um chefe e 10 remadores;
2) A equipe brasileira,
 
Após as mudanças do Planejamento Estratégico era formada por:
a) Um chefe de equipe;
b) Dois assistentes de chefia;
c) Sete chefes de departamento;
d) Um remador.
 
A conclusão do Comitê que analisou as causas do novo fracasso foi unânime: 

O remador é incompetente!

Em uma nova competição. 

O Departamento de Tecnologia e Negócios colocou um plano para vencermos os japoneses, baseados nas mais modernas técnicas de gestão. 

Os brasileiros, desta vez, iriam humilhar os japoneses!
 
O resultado foi catastrófico! 
O Brasil chegou com 3 horas de atraso!
 
As conclusões do comitê desta vez revelaram o seguinte:

1) A equipe japonesa continuava com um Chefe de Equipe e 10 remadores;

2) A equipe brasileira utilizou a seguinte composição vanguardista:
a) Um chefe de equipe;
b) Dois auditores de Qualidade Total;
c) Um assessor de empowerment;
d) Um supervisor de downsizing;
e) Um analista de não-conformidades e procedimentos;
f) Um analista de sistemas;
g) Um controller;
h) Um chefe de departamento;
i) Um controlador de tempo;
j) Um remador.
 
Depois de vários dias de análise, o Comitê resolveu castigar o remador e para isso aboliu “todos os benefícios e incentivos em função do fracasso”. 

Depois decidiu trocar de remador, mas utilizando um terceirizado, para não terem mais despesas com pessoal porque o projeto estava ficando num custo abusivo de caro e não estava dando os resultados esperados....”

Fonte: Carta Capital - 
https://www.linkedin.com/in/tknovak/

quinta-feira, 23 de setembro de 2021

9 PASSOS PARA VOCÊ DEFINIR E CONQUISTAR SUAS METAS E OBJETIVOS

 


- Você já parou para pensar que o ano está quase acabando?
- Quais objetivos e metas você já alcançou este ano? 

- Como você está indo com os seus planos?
- E para o próximo ano, o que você está planejando conquistar?

Muitas pessoas desconhecem a importância de se definir metas e objetivos ao longo da vida e acabam simplesmente vivendo um dia após o outro no estilo "deixa a vida me levar".
Porém, se você gosta de ter algum controle sobre sua própria vida e de sentir o prazer de sonhar, planejar e conquistar o que planejou, então este artigo foi escrito para você.
Objetivos e metas servem para nos ajudar a direcionar nossa vida e nossas ações diárias. Quando não sabemos para ir, podemos acabar indo para um lugar qualquer ou até mesmo ficar estagnados no ponto inicial.
O que são "objetivos"?
Definindo os termos, "objetivo" é o que você quer ter, realizar, conquistar, construir, é o ponto onde você quer chegar. Por exemplo - Eu quero ter uma casa na praia e me tornar um homem multimilionário de grande sucesso e reconhecimento em minha área profissional.
Veja que, no exemplo acima, os objetivos ficaram meio vagos, sem uma definição muito clara ou específica, afinal existem muitas praias e tipos de casas. Uma pessoa com mais de 2 milhões já é multimilionária, mas uma com mais de 100 milhões também. E o que é sucesso para uma pessoa pode não ser para outra.
Sendo assim, para termos melhores chances de alcançarmos nossos objetivos é necessário que eles sejam bem específicos, detalhados, claros e sempre positivos, não podem ser do tipo "não quero isso ou aquilo", precisam expressar exatamente o que você quer e não o que não quer.
Exemplo: Eu quero ter uma casa com 3 quartos, uma suíte, ampla sala de estar e cozinha, com piscina e redes na varanda, de frente para a praia de Rio das Ostras. - Já ficou bem mais detalhista e específico, mas ainda pode melhorar.
Quanto mais detalhes tiver o seu objetivo, melhor. Isso ajuda a construir uma imagem mais clara e forte dele em sua mente. Quanto mais clara, forte e rica de sensações for esta imagem, melhor o seu cérebro lhe guiará até ela.
E as "metas", o que são?
Metas são os prazos que você define para alcançar os seus objetivos. São o "quando" você vai realizar seu objetivo ou "até quando" conseguirá o que planeja e deseja conquistar.
Existe também o Objetivo Principal Definido (Napoleon Hill), que é o seu principal foco de atenção e esforço. É aquele grande objetivo que você tanto deseja e que aconteça o que acontecer, você continuará buscando até conseguir.
Objetivos muito grandes e desafiadores devem ser divididos em várias etapas ou metas intermediárias.

Algumas regras úteis para a definição de metas e objetivos são:
1 - Defina objetivos sempre positivos. Defina o que você realmente quer, e não aquilo que você não quer.
2 - Defina objetivos de forma mensurável, ou seja, de uma forma que você possa medir o quanto você já conquistou desse  objetivo e que você possa ter certeza que o conquistou. Estabeleça referências claras para que você possa saber que alcançou o seu objetivo.
3 - Seja claro, específico e detalhista. Defina o seu objetivo com a maior clareza possível, da forma mais específica e com o máximo de detalhes que puder listar.
4 - Defina objetivos desafiadores, porém, realistas. Seus objetivos precisam estimular você a sair da sua zona de conforto e buscar ir além dos seus limites atuais. No entanto, você precisa manter os pés no chão e focar no que realmente é possível fazer no momento. Algo que seja muito difícil hoje, pode se tornar perfeitamente possível amanhã, se você dividir em partes menores e ir avançando degrau a degrau.
5 - Divida objetivo muitos grandes em partes menores, em metas intermediárias, e assim avance uma etapa de cada vez até concluir todas as etapas e conquistar o seu objetivo principal.
Exemplo: Quero viajar para Santa Catarina até o dia 25 de dezembro .
Que detalhes mais são importantes incluir neste objetivo? Como posso deixá-lo mais claro, definido, específico, realista, mensurável e desafiador para mim? Como mensurar que estou fazendo o que preciso fazer para alcançar este objetivo no prazo desejado?
6 - Escreva suas Metas e Objetivos no papel. Este é um detalhe muito importante e que lhe ajudará muito a começar a concretizar suas metas e objetivos. 
7 - Crie também um painel (quadro) de visualização e junte imagens dos seus objetivos para lhe ajudar a visualizar o que deseja. Sempre que possível, procure entrar em contato com o seu objetivo e se sentir já vivendo sua realização, sua conquista.
8 - Agradeça! - Quando você agradece, envia para o Universo a energia de que você já recebeu aquilo que buscava. E quando você faz isso, você recebe mais, porque energias semelhantes se atraem. Portanto, manifeste sua gratidão de corpo, mente e alma. Como você pretende demonstrar a sua gratidão por ter conseguido o que busca? Comece já a agir assim e verá como coisas melhores ainda começarão a acontecer em sua vida.
9 - E por fim, lembre-se de sempre celebrar e comemorar todas as suas vitórias e consquistas, pois quando celebramos, encerramos um ciclo e abrimos as portas para novas conquistas e realizações em nossas vidas.

Bem, eu poderia falar ainda muito mais sobre Metas e Objetivos, no entanto, a melhor maneira de se aprender algo é fazendo. Sendo assim, vamos à pratica!
Responda:
- Qual é o seu objetivo principal neste momento?
- O que mais você quer conquistar até o final deste ano?
- Até quando, ou quando exatamente, você quer alcançar este objetivo?
- O que você precisa fazer para conseguir?
- Qual será a sua primeira ação dentro das próximas 24 horas?
- E quais serão suas 6 ações seguintes, nos próximos 7 dias, para alcançar o seu objetivo?
Faça o exercício, escreva suas respostas no papel e entre em ação.

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quarta-feira, 22 de setembro de 2021

1950 – A CHEGADA DO “MODELO AMERICANO” DE GESTÃO EMPRESARIAL


  •  O Que Caracterizou o Modelo Americano de Gestão? 
  • Quais Foram as Principais Contribuições Americanas ao Estudo da Gestão Empresarial?

No início da década de 1950 os mestres-de-obras europeus passaram a ter novamente um cronômetro em suas mãos, conforme havia sido ensinado por Frederick Taylor anos antes. Nas fábricas foi instalado um escritório com os tempos elementares de cada produto a ser fabricado, bem como uma comissão de funcionários para avaliar a produtividade da empresa.

A viagem para a Europa – então denominada a “Meca da Gestão Empresarial” – tornou-se quase obrigatória para os executivos americanos e, de acordo com o Plano Marshall de recuperação da Europa, milhares de patrões voaram para lá a fim de absorverem conhecimentos sobre Gestão Empresarial.

Entre as descobertas europeias estão a formação dos operários com a instrução adequada para cada função, as relações de trabalho mais amenas, a simplificação das tarefas e a segurança no local de trabalho. Os chefes de pessoal – muitas vezes antigos militares europeus que serviram na 2ª Guerra – se encarregavam de organizar tudo nesse aspecto.

Porém, essas “missões de produtividade” (como eram conhecidas nos EUA) acabaram se transformando numa ótima oportunidade para alguns americanos introduzirem uma nova cultura de Gestão, feita à base de pesquisa, de venda e de controle gerencial. E, essa nova forma de Gestão Empresarial se ensina até hoje nas escolas de Administração Americana.

Na verdade, é na área privada que o modelo americano invadiu primeiro a Europa, pois algumas ricas famílias européias tiveram seu lar invadido pelo “living-room”, pelos frigoríficos e pelas máquinas. No entanto, foi no início deste período que chegou da América uma lição diferente:

Em 1954 Peter Drucker – através do seu livro Gerenciamento na Prática –permitiu às pessoas aprenderem a dirigir algo que somente aos gênios era possível e que não se conseguia reproduzir (o gerenciamento). Este livro é um marco na história da Gestão Empresarial, não só pelas idéias que fornece como pelo papel central no século XX que atribui à disciplina.

Numa das frases mais memoráveis da literatura desta área, Drucker afirma: “Só há uma definição válida do objetivo de um negócio: criar um cliente”. Dessa forma, Peter Drucker acabou criando uma nova disciplina no aprendizado – o “management”.

A partir de então, todos os gurus do planeta encontraram sua inspiração empresarial neste idoso consultor de empresas, cujos conceitos são clássicos até hoje como a gestão por objetivos – por exemplo – que só seria difundida 10 anos depois de lançada.

Dessa forma, inúmeras empresas americanas passaram a fixar objetivos específicos às pessoas, as quais deveriam agora prestar contas do seu desempenho no fim de um período. Mesmo princípio ao nível dos departamentos, das divisões, dos setores, etc. A gestão por objetivos – explicava Drucker – garante o rendimento e transforma necessidades objetivas em ambições pessoais. Esta é a verdadeira liberdade. Uma liberdade com lei – dizia Drucker.

Foi uma década rica na literatura de negócios americana, a qual ficou marcada pela “Escola das Relações Humanas” fundada anos antes. Nesse período o psicólogo Abraham Maslow fazia sucesso com seu livro “Motivação e Personalidade”, conhecido por uma contribuição fundamental para a compreensão da natureza e da psicologia humana nas organizações – a hierarquia das necessidades – conceito que Maslow lançara em 1943. Segundo ele, existia uma escala ascendente de necessidades que devem ser satisfeitas, sob pena de as pessoas não se motivarem.

Em 1959 Frederick Herzberg lançou seu livro – A Motivação no Trabalho – perguntando a 200 engenheiros e contabilistas o que lhes agradava e desagradava no seu trabalho. Desse inquérito nasceu a famosa distinção entre fatores higiênicos e motivacionais, provando que os fatores que nos dão satisfação não são necessariamente iguais aos que conduzem à insatisfação.

Fechando a década, em 1960 Douglas McGregor apresentou duas descrições do pensamento dos gestores empresariais: a teoria X (os trabalhadores são, por natureza, preguiçosos) e a teoria Y, no outro extremo, baseada na premissa de que as pessoas querem e precisam trabalhar.

O Movimento Pelas Relações Humanas no Trabalho

Esse movimento surgiu como uma reação ao mecanicismo que imperava nas organizações à época. A elevação das pessoas à preocupação fundamental dos gerentes passou a ser um marco na história da Gestão Empresarial. Tudo começou com a pesquisa empreendida por Elton Mayo, entre 1927 e 1932 na fábrica da Western Electric, em Hawthorne, Chicago.

Estudando as atitudes e os comportamentos dos seus trabalhadores, Mayo descobriu que a produção melhorava quando os trabalhadores acreditavam que os gestores se preocupavam com o seu bem-estar. Apaixonado pelos estudos, Elton Mayo defendia que a auto-estima era vital para o bom desempenho dos funcionários. Ele alertou para a necessidade de existirem “canais de comunicação” entre os trabalhadores e a direção, para que os indivíduos e os grupos se identificassem com os objetivos da empresa.

No entanto, o melhor desses estudos só viria a ser aproveitado nos anos 50, quando surgiu nos Estados Unidos um grupo de pensadores — mais tarde chamado “Escola de Relações Humanas” — cujas figuras centrais são Douglas McGregor, Abraham Maslow e Frederick Herzberg.

Ao psicólogo social Douglas McGregor deve-se uma das maiores contribuições para o estudo dos fatores de motivação, a teoria X e Y. A teoria X defendia que os trabalhadores eram por natureza preguiçosos, necessitando por isso ser supervisionados e motivados, pois para eles, o trabalho era um mal necessário. Por outro lado, a teoria Y defendia que as pessoas queriam e precisavam trabalhar.

Quando morreu, em 1964, McGregor trabalhava na formulação da teoria Z, que visava fazer o encontro entre as aspirações individuais e da empresa. Já Abraham Maslow trabalhava na pirâmide da hierarquia das necessidades, que tem como base as fisiológicas (abrigo, alimentação, calor) e como cume as de auto-realização. Assim que uma necessidade está satisfeita, ela deixa imediatamente de ser um motivador. E o psicólogo Frederick Herzberg identificava depois os fatores higiênicos (ou de motivação), tais como as necessidades econômicas básicas, se opondo aos fatores motivacionais, os quais são dirigidos a aspirações mais profundas. Bons fatores higiênicos são necessários, mas não suficientes, para motivar as pessoas.

Por: JULIO CESAR DE SOUZA SANTOS - https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Mundo VUCA: definição e como se adaptar a ele!


 Quantas vezes você já ouviu pessoas próximas a você dizerem que não está fácil lidar com as demandas do mundo moderno? 

Você também já deve ter pensado que parece que está mais difícil viver nos dias de hoje, como uma fase de videogame mais complicada que a anterior. 

Talvez não seja só uma impressão. Mais pessoas também perceberam isso e realizaram uma análise da conjuntura atual, a qual chamaram de mundo VUCA.

VUCA é um acrônimo de palavras exportadas da língua inglesa cujos componentes definem exatamente como o mundo se encontra atualmente.

Mundo VUCA significado: afinal, o que é Mundo VUCA?

Em sua tradução literal, VUCA tem em sua construção de nome a primeira letra de quatro palavras bastante importantes e que ao longo do texto darão um enorme sentido à sua proposição. 

Pensando na volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, esse termo foi construído na década de 1990 ainda no universo militar e pós-Guerra Fria para analisar cenários de possíveis ataques e, a partir daí, pensar e traçar planos de contingência para agir perante situações. 

Basicamente, a criação do termo VUCA surgiu para que fosse possível explicar a complexidade e as incertezas da situação geopolítica mundial.  

Entretanto, em um contexto mais atual (em específico, a partir de 2008) o mundo VUCA passou a ser utilizado no ambiente corporativo por conta da crise econômica. 

Sendo um conceito bastante comum no ramo dos negócios para definir a falta de previsão a curto e longo prazo que as empresas enfrentam até os dias atuais. 

Características do mundo VUCA

Explicaremos agora cada uma das letras que compõem o termo VUCA, dando ênfase às suas características.

Volatilidade (Volatility) - A volatilidade do mundo VUCA se refere ao fato de que o mundo está em constante movimento de mudança. Por conta de sua instabilidade cada vez maior, pequenas e grandes mudanças já se tornaram completamente imprevisíveis, uma vez que estão se tornando cada vez mais expressivas e acontecendo muito rápido. Por conta desses eventos estarem tomando rumos diferentes e incertos, determinar o que causa e quais são os efeitos de cada mudança está se tornando uma tarefa muito difícil. 

Dessa forma, a volatilidade se refere à velocidade em que as coisas se renovam e mudam — inclusive no ponto de vista profissional. Como se preparar para um mundo que, em pouco tempo, pode não precisar mais de você ou da sua função?

Incerteza (Uncertainty) - Cada vez mais, nota-se a dificuldade de prever quais serão as consequências dos eventos atuais e quais rumos eles tomarão. Uma famosa frase diz que a história costuma se repetir ao longo da existência humana, mas nem mesmo o que aprendemos com ela está sendo suficiente para nos ajudar a enxergar o que vem a seguir. Essa é a incerteza no atual mundo VUCA.

Assim, a incerteza desse mundo faz com que seja altamente difícil planejar uma rota de investimento, crescimento e desenvolvimento profissional. Como podemos construir nossa carreira e criar planos para nosso futuro em um mundo tão incerto?

Complexidade (Complexity) - Essa complexidade do mundo VUCA não indica que o mundo agora está mais complexo. Pelo contrário, ele sempre apresentou um grau de complexidade muito grande. Entretanto, em uma era digital pós globalização, a complexidade está mais nítida e evidente do que nunca! 

Problemas que antes, devido a uma visão de mundo local e limitada, não tinham tantas vertentes nem tantos impactos diferentes, agora se mostram expandidos por mais informação sob a ótica global. Conseguimos sentir o impacto de nossas ações aqui, em nosso país, mas também ao redor do mundo! Cada escolha implica em algo, que pode ser positivo e negativo.

Como conseguir compreender e tomar as ações corretas para impactar positivamente o mundo ao nosso redor?  

Ambiguidade (Ambiguity) - Por conta de toda a evolução tecnológica e o acesso à informação, coisas que antes pareciam ser bem definidas e pragmáticas, atualmente podem ser questionadas, indicando que a verdade absoluta está cada vez mais longe de ser uma realidade. Isso faz com que os limites se tornem mais difusos, levando à ambiguidade. Nada é o que realmente parece ser, e a ausência de definição por vezes leva à confusão e ao caos. 

Como estabelecer-se em um mundo cujas definições não são nítidas e sólidas? 

Quais consequências o Mundo VUCA apresenta para o mercado de trabalho?

É nítido que o mundo vive sob constante mudanças e dentro do mercado de trabalho essa realidade não é diferente. Com o avanço da tecnologia e as crises políticas e econômicas, é importante sempre se atentar às novas exigências que o mercado impõe. E acredite, elas são extremamente versáteis. 

Sendo uma via de mão dupla, os desafios para empresas e para pessoas colaboradoras são inúmeros, entre eles:

  • O surgimento e aparecimento repentino de cargos;
  • A obsolescência de alguns equipamentos e tecnologias;
  • A exigência por um número cada vez maior de competências;
  • A necessidade de dominar mais línguas estrangeiras;
  • A necessidade de desenvolver soft skills;
  • A importância de conhecer mais sobre geopolítica e cultura de outros países;

Entretanto, com o efeito imediato causado por grandes mudanças, é necessário ter em mente possíveis abordagens que possibilitem colocar você no eixo de “atualidades” novamente. Isso deve ser feito a partir da criação de estratégias para reagir rapidamente a essas situações, utilizando métodos para compreensão da realidade e análises.

Portanto, estar sob atenção imediata e buscar sempre capacitações disponíveis voltadas a áreas como as de liderança, logística e controle de crises pode ser uma saída interessante para fugir ou amenizar as consequências que o Mundo VUCA apresenta no mercado de trabalho.

Como administrar negócios e conduzir a liderança quando tudo que vimos até agora parece não ser mais suficiente? Continue lendo esse texto e vá anotando as dicas! 

Mundo VUCA: porque é importante entender e qual é o impacto no pós pandemia

No ano de 2020, o mundo se viu em meio a uma guerra contra um inimigo invisível. O coronavírus é um exemplo de incerteza que o mundo VUCA nos traz. Ninguém imaginou que o mundo teria que parar por completo para lidar com uma pandemia, por exemplo. 

Consequentemente, a pandemia amplificou ainda mais todas as características desse nosso mundo VUCA. Toda a forma de trabalho teve de ser reinventada, assim como a estrutura de serviços básicos. A dificuldade em se adaptar a essa nova realidade demonstrou que o mundo não está preparado para lidar com toda essa complexidade, incerteza, ambiguidade e volatilidade. Assim, compreender que o mundo é VUCA poderia ajudar a nos prepararmos para mais eventos desse porte. 

Assim, após a pandemia, precisamos entender que a forma como atuamos não é suficiente. É necessário prestar atenção e ter muita cautela com o mundo VUCA, pois não se sabe o que esperar a seguir — qualquer possibilidade pode se tornar real. Dessa maneira, é preciso aprender a lidar com essas características para garantir que impactos semelhantes aos da pandemia não ocorram, ainda mais em um período tão fragilizado quanto o pós pandemia. 

Como se adaptar ao mundo VUCA?

Apesar da volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, nem tudo está perdido! Ainda podemos aprender a nos desenvolver para sobreviver a esse período instável e aqui vão algumas dicas.

Para sobreviver à Volatilidade - Como dissemos, a volatilidade expressa as mudanças constantes e tendências instáveis do mercado e da sociedade. Além da resiliência em não deixar se abalar por essas mudanças, é indicado que você pratique e desenvolva ainda mais suas habilidades de:

  • Criatividade: para conseguir criar e reinventar-se sempre que necessário.
  • Comunicação: para evitar que as mensagens não sejam entregues incompletas ou confusas, o que contribui para a volatilidade das informações;
  • Colaboração: para ser capaz de enxergar o momento de ajudar outra pessoa em um período volátil, criando uma rede de apoio para quando você precisar também.

Para sobreviver à Incerteza - A incerteza de saber como agir e que decisão tomar, pois não se sabe o que acontecerá no dia de amanhã, é um dos maiores desafios do mundo VUCA. Para conseguir driblar essa característica, você pode se preparar desenvolvendo:

  • Tomada de decisão:para saber distinguir dentre as diversas opções quais delas apresenta o menor número de incertezas e consequências negativas;
  • Pensamento crítico: para conseguir enxergar e ler o mundo ao redor com um pensamento mais lógico e mais exato, auxiliando na redução das incertezas. 

Para sobreviver à Complexidade - Para a complexidade, agora mais explícita que antes, não tem melhor remédio do que tentar, na medida do possível, compreendê-la e estudá-la. Dessa forma, é importante você desenvolver:

  • Hábitos de leitura: para que você possa ler livros, notícias e outras fontes de informação para compreender ainda mais como ler e interpretar a complexidade do mundo;
  • Hard skills: são habilidades técnicas que podem ser quantificáveis por meio de testes. Quanto mais você tiver, acompanhando as tendências, mais fácil será de lidar com essa complexidade.

Para sobreviver à Ambiguidade - Nossa visão é cada dia mais ambígua, de modo que temos que lidar com uma constante alteração de perspectiva da realidade que impacta diretamente na nossa forma de agir ou qual atitude tomar em determinadas situações. Para sobreviver a isso, podemos partir pela preparação de duas formas de agir e reconhecer o mundo:

  • Empatia:é importante observar o que acontece ao seu redor. Portanto, estar com a visão mais aguçada para os sentidos ao lidar com outras pessoas pode ser a saída para compreensão de como essas mudanças ocorrem, entender as necessidades de cada uma delas é a maneira mais adequada de se agir. 
  • Inteligência Emocional:saber administrar e reconhecer seus sentimentos a partir de situações e emoções são imprescindíveis para uma assertividade no caminho e jornada na qual seguir e desenvolver.   

Como o Mundo VUCA impacta os líderes nas empresas?

Sendo uma pessoa na liderança, você acaba se tornando responsável pela maior parte das decisões acerca do funcionamento e organização de sua empresa, escolhendo, assim, a melhor maneira de operar. 

Com o aumento da volatilidade, incerteza, complexidade e ambiguidade, existe a necessidade de que você e sua empresa se atentem à procura e desenvolvimento de um novo método de abordagem, o Mundo VUCA desafia você a sair da zona de conforto e buscar cada vez mais um novo caminho para o sucesso.

Portanto, é importante se atentar à compreensão da psicologia para a possibilidade de aplicação de comportamentos empáticos, que visem a preocupação com os seres humanos que passam ao seu redor e suas necessidades.  

Mundo BANI: O Mundo VUCA já está ficando para trás?

Algumas pessoas acreditam — ainda mais em um contexto pós pandemia — que estamos prestes a evoluir os conceitos do mundo VUCA, passando para o próximo estágio: o mundo BANI. Esse novo acrônimo composto pelas características:

  • Frágil (Brittle): depois da volatilidade sem nenhuma base sólida do mundo VUCA, nesse momento, estaríamos vivendo um período frágil. Não há mais segurança de empregos ou de um futuro e o medo é constante. 
  • Ansioso (Anxious): atualmente existe uma generalização da ansiedade. As pessoas se encontram cada vez mais em constante estado de ansiedade acerca do que pode acontecer a seguir, com base nessa fragilidade toda do mundo.
  • Não linear (Nonlinear): se antes era difícil compreender a relação entre causa e efeito, tornando o mundo ambíguo, agora essa relação já não é mais presente, demonstrando uma desconexão total entre o que veio antes e o que acontece depois. Pequenas ações podem resultar em consequências sem tamanho e quase não há como prever esse movimento.
  • Incompreensível (Incomprehensible): depois da complexidade, o que tornava o mundo difícil de ser decifrado, há quem diga que ele é incompreensível agora. Isso é devido a um excesso de informações desnecessárias, que fazen com que se torne cada vez mais difícil identificar o que é importante e o que não é. 

Apesar dessa nova leitura de mundo, ainda há controvérsias se o mundo VUCA ficou para trás, uma vez que o mundo BANI é uma leitura para um mundo pós pandemia. Dessa forma, é importante prestar bastante atenção no mundo ao redor para perceber se essa transição já está acontecendo.  

O mundo VUCA é uma forma de analisar o momento em que vivemos, iniciado na era da globalização, pós-Guerra Fria. É importante atentar-se a esse conceito, pois ele pode ser valioso para adaptar-se às constantes mudanças da sociedade e do mundo, assim como ajudar a ter uma melhor leitura da realidade. 

Copiado: https://blog.betrybe.com

sábado, 18 de setembro de 2021

Qual Tem Sido o Seu Papel no Filme de Sua Vida?

 


Qual tem sido o seu papel no filme de sua vida?

1. A VÍTIMA - reclama, critica e resmunga o tempo todo. 

Lembra do Hard? "Oh vida, oh céus, oh azar" e uma nuvem negra na cabeça. 

]Sua Mentalidade é de que ele não nasceu pra ter sucesso. 

Tem a Síndrome da TCR (Transferência de culpa e responsabilidade). 

2. O VILÃO - Sua trajetória é composta de comportamentos nocivos que impactam negativamente sua própria vida e a de outros. 

Suas motivações são questionáveis e seus resultados são desastrosos.  

Via de regra ele está fazendo a vida das pessoas à sua volta um inferno. 

Ele é regido por emoções negativas e reações desproporcionais aos estímulos com arrobos de temperamento. 

A  inveja acabará matando o vilão. 


3. O COADJUVANTE - Esse é um mero expectador da vida. 

Entra ano e sai ano, nada muda. 

Ele sempre espera que alguém tome a iniciativa para implementar as mudanças necessárias. Mas, ele mesmo nunca está disposto a tomar a frente. 

Seu comportamento é o de um vagão sendo puxado por uma locomotiva.  

Faz as coisas somente quando alguém manda. 

Sua verdade absoluta é: Não troco o certo pelo duvidoso.  

Tem aquela também: prefiro um passaro na mão....você sabe o resto. 

Sua desculpa? Tenho outras prioridades. 

4. O PROTAGONISTA - 

Aquele que assume a responsabilidade pelos sucessos e fracassos, erros e acertos.  

Que assume o controle  e a liderança de sua própria vida e de seu negócio. 

Tem clareza de objetivos, monta um plano de ação e faz acontecer.  

Em vez de inventar desculpas, ele cria recursos para a realização.  


Foca na solução e não nos problemas.  

Ele entende que a culpa pode até ser dos outros, mas a responsabilidade será sempre nossa. 

Por fim, ele nunca acha que já sabe tudo! Ele é um eterno aprendiz. 

Então..., honestamente, qual desses tem sido o seu papel no filme de sua vida? 

Qual desses você acha que você, sua família, e o seu negócio, merece? 

Sua resposta será um indicativo claro de qual papel está vivendo!

Fez sentido pra você? 

Sucesso absoluto pra você!

Por: Moisés Ribeiro  - Master Coach Trainer