terça-feira, 16 de outubro de 2018

O Que Faz um Administrador de Empresas?

Se você está prestes a prestar vestibular e anda pensando no curso de Administração, precisa saber desde já que se trata de uma ciência interessantíssima (sim, gestão também é ciência, viu?), com uma grade horária bem diversificada para transformá-lo em um profissional completo. Isso sem contar que a carreira oferece um leque enorme de opções de trabalho, afinal, não há um só lugar nesse mundo que não precisa de um bom administrador! Mas antes de explicarmos, de fato, o que faz um administrador, vamos a algumas informações preliminares? Acompanhe e tome logo sua decisão!
Para entender a rotina da profissão de administrador, é importante, antes de mais nada, conhecer alguns detalhes. Você já deve saber que uma das habilidades que a carreira proporciona é a de gerir o próprio negócio, em todos os seus aspectos, ou seja, organizar processos, pessoas e recursos de forma inteligente e lucrativa. Mas será que também sabe o que isso realmente quer dizer? Simples: ao longo da carreira, o profissional de Administração tem a possibilidade de se tornar um executivo de uma grande companhia ou até empreender por si mesmo, tornando-se o Chief Executive Officer (CEO) da própria organização. Que tal?
Esse é o caminho perfeito para quem é dinâmico, estrategista e quer adquirir aptidões para liderar pessoas. Na graduação em Administração, as matérias não são como muitas do colégio, que exigem estudo intenso para, na prática, parecerem não ter aplicabilidade. E isso acontece, basicamente, por 2 motivos: primeiramente, porque os professores da faculdade também atuam nas empresas e estão sempre conectados com as exigências do mercado e, segundo lugar, porque cada disciplina é pensada para ser útil no cotidiano profissional.
O administrador é um profissional que pode atuar em diversos tipos de organização, sejam elas públicas, privadas ou ainda sem fins lucrativos, como as ONGs. Além disso, ele também pode trabalhar em nichos diferentes da indústria e do comércio, podendo escolher o mercado tecnológico, gastronômico ou o universo fashion. Afinal de contas, todo empreendimento precisa de um gestor!

A profissão de administrador

Mesmo dentro de uma única empresa, o leque de opções ainda é vasto. Na prática, o administrador pode rodar em diversos departamentos, sendo que sua função principal continua a mesma: gerenciar e criar estratégias para atingir as metas da empresa. Simplificando: é ele quem traça o caminho que conduz a organização ao sucesso!
Na gestão de pessoas, ele pode gerenciar contratações e dispensas, ao mesmo tempo em que aprimora planos de carreira e benefícios. No setor de compras, controla a necessidade de matérias-primas e insumos, negociando com fornecedores e garantindo que não haja desabastecimento. Em vendas e marketing, lá está ele de novo, dessa vez gerenciando equipes, formulando metas ou elaborando novas estratégias de comunicação. Isso sem falar no setor de finanças, onde desempenha papel central nas políticas de aplicação de recursos e na administração de dívidas e investimentos da empresa. E não podemos nos esquecer que ele ainda pode definir as políticas corporativas de sustentabilidade e responsabilidade social, temas em alta hoje em dia!
As principais funções do administrador podem ser resumidas da seguinte forma:
  • Planejar: delimitando objetivos e metas;
  • Organizar: ordenando recursos financeiros, materiais e de pessoal;
  • Controlar: acompanhando tarefas, cronogramas e qualidade;
  • Liderar: direcionando a equipe de colaboradores;
  • Solucionar: resolvendo os problemas que eventualmente surgirem.
São 2 os conceitos fundamentais de eficiência que regem a profissão de administrador: minimizar os custos e maximizar os lucros. Isso quer dizer que a missão aqui é cuidar de cada atividade da empresa, escolhendo materiais (e métodos), calculando despesas, negociando com fornecedores e acompanhando o trabalho dos funcionários. Tudo isso para garantir que o produto (ou serviço) seja entregue com qualidade e a empresa não precise lidar com maiores dores de cabeça.

O que faz um administrador

As atividades administrativas executadas no dia a dia desse profissional podem ser classificadas em 3 níveis:

Nível estratégico

Estamos na cúpula da empresa. Envolve a formulação de estratégias de longo prazo (acima de 5 anos) e de altíssima importância, como abrir novas filiais, desenvolver um novo produto ou abaixar preços para atacar a concorrência, por exemplo. As decisões tomadas aqui são bem amplas, a fim de definir o rumos, objetivos e planos futuros. Em geral, essa atividade é exercida pelos proprietários, pelo CEO ou por outros diretores.

Nível tático

É nesse nível departamental que o planejamento da diretoria se transforma em ideias mais concretas, de médio prazo (3 a 5 anos). Ou seja: para que o objetivo maior seja alcançado, cada setor deve correr atrás e fazer sua parte, estabelecendo uma meta específica. Por isso, é fundamental que o profissional tenha criatividade e ousadia.

Nível operacional

É o nível das ações de curto prazo, que engloba a execução das tarefas anteriormente planejadas. Nesse nível, tudo é colocado em prática, com os administradores atuando nas funções de controle das tarefas e liderança dos colaboradores.

As especificidades das áreas

Falamos rapidamente sobre as grandes áreas da carreira de Administração demandadas pelo mercado, correto? Mas o assunto definitivamente merece um maior detalhamento. E é o que vamos fazer agora:

Recursos Humanos

A área de Recursos Humanos (também chamada de gestão de pessoas) se encarrega de administrar os comportamentos internos dos colaboradores e direcionar seu potencial. Tem como objetivo selecionar, monitorar e conduzir o capital humano na direção dos objetivos e das metas da empresa.

Finanças

E se o RH é o coração da empresa, a área de finanças é o cérebro. O objetivo desse setor é organizar, captar e aplicar os recursos financeiros da empresa (receitas, despesas, estoques e saldo), sempre prestando contas à diretoria, emitindo pareceres e auxiliando na tomada de decisões.

Logística

Essa área cuida do transporte e do armazenamento de mercadorias, planejando e controlando a entrada e a saída de materiais, de produtos, de serviços e informações da empresa. Atua desde a produção até a entrega ao consumidor.

Gestão Ambiental

Esse é o dedo verde da empresa, campo administrativo que se ocupa da sustentabilidade. Tem como objetivo usar racionalmente os recursos naturais, procurando implantar sistemas de reciclagem, de reutilização da água, de redução a poluição e demais ações que preservem o meio ambiente, gerando economia e ainda melhorando a imagem da empresa.

O cenário para a categoria

A categoria dos profissionais de Administração tem se organizado cada vez mais. Em 2010 foi divulgado um código de ética que trata dos direitos, deveres e honorários da categoria, por exemplo. E ainda é possível obter a carteirinha de administrador, vinculando-se ao Conselho Regional de Administração (CRA), um dos órgãos que orientam e fiscalizam o exercício da profissão.
Mas atenção: depois de formado, não é para estacionar, ok? Para ser bem-sucedido, continuar evoluindo e estar à frente no mercado, é interessante fazer um curso de especialização. Pode inclusive ser em uma das áreas citadas ali acima. Basta escolher a que acha mais interessante e mãos à obra.
Copiado: http://blog.unipe.br

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

MEI: Microempreendedor Individual









                  Descubra quais as principais dúvidas e requisitos para quem quer ser um microempreendedor individual.
Uma das formas de começar a atuar na área de empreendedorismo é por meio do registro como microempreendedor individual (MEI). Graças a ele, todo trabalhador que atua por conta própria, autônomo ou liberal, pode se formalizar como um pequeno empresário, passando a ter direitos e deveres.

Com suas atividades legalizadas, o pequeno empreendedor obtém vantagens, como acesso à previdência social e maior possibilidade de conseguir crédito no mercado.
Para entender melhor como funciona essa modalidade e quais os passos para se registrar como MEI, separamos alguns dos principais questionamentos relacionados ao tema. Confira!
  •  O que é microempreendedor individual?

O MEI corresponde ao pequeno empresário que possui faturamento menor que o limite de R$ 81.000,00 por ano ou R$ 6.750,00 por mês. Se o MEI começar suas atividades depois do início do ano, o que passará a contar serão os rendimentos proporcionais aos meses restantes.
Por exemplo, se ele inicia em 01 de outubro, o limite que não pode ser ultrapassado é de R$ 20.250,00 — o valor correspondente aos três meses que ainda restam no ano.

A figura do microempreendedor individual foi instituída pela Lei Complementar nº 128/2008, que modificou a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa — Lei Complementar nº 123/2006.

Para se formalizar na condição, o trabalhador precisa verificar quais as atividades que se enquadram no regime MEI. As permitidas são determinadas conforme o Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), Anexo XIII da Resolução CGSN n. 94/2011.

Vale destacar que, um microempreendedor pode ter mais de uma atividade econômica de acordo com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE). Além da principal, ele consegue registrar até o limite de quinze ocupações como atividades secundárias. Lembrando que, a cada novo registro será atribuído um código de CNAE.

  • Quem pode e quem não pode ser MEI?

Além da questão do faturamento que já foi citada, o interessado também não pode ter participação societária em outra empresa. Além disso, deve contar com apenas um funcionário contratado que ganhe um salário-mínimo ou o piso da sua categoria de atuação.


Há restrições também para quem recebe algum benefício previdenciário, como aposentadoria por invalidez. É importante consultar a lei acima listada para verificar quais outros benefícios podem restringir a regularização como MEI.

Quem está interessado deve ainda observar se a sua ocupação atual está inclusa na lista de atividades contempladas pela modalidade e se ela pode ser exercida no local desejado.

Nesse caso, é importante buscar a prefeitura da sua cidade para checar se é possível estabelecer um empreendimento na área pretendida, porque é preciso respeitar os limites e regras de zoneamento urbano e da própria prefeitura para a atividade de MEI.

  • Como abrir um registro MEI?

Para conseguir se regularizar como microempreendedor individual, o interessado precisa informar os seguintes documentos e dados:
·         Número do seu CPF;
·         Data de nascimento;
·         Número do título de eleitor ou do último recibo de envio da Declaração Anual de Imposto de Renda Pessoa Física (DIRPF) — apenas se você estiver obrigado a entregá-la.

De posse desses documentos, acesse o site Portal do Empreendedor para dar continuidade à formalização. O procedimento é gratuito. Vale destacar que, o CNPJ, a inscrição no INSS e na Junta Comercial e o Alvará Provisório de Funcionamento são emitidos de imediato, gerando um documento específico: o Certificado da Condição de Microempreendedor Individual (CCMEI).

Não existe a necessidade de assinaturas, tampouco é preciso enviar documentos originais ou cópias. O processo é todo eletrônico. No entanto, é preciso checar junto ao site da prefeitura da sua cidade como você deve proceder para conseguir o Alvará de Licença.

Aliás, ao finalizar a formalização, o interessado precisa declarar e firmar um termo de ciência e responsabilidade de que conhece e atende às regras exigidas pelo Município e Estado para concessão do Alvará de Funcionamento e Licenças. Entre elas, estão as normas da Vigilância Sanitária e do Corpo de Bombeiro Militar.

Por fim, é importante destacar que, a formalização é o processo que efetivamente faz a empresa “nascer”. Ela é fundamental para a regularização junto ao Governo das atividades exercidas e da situação do indivíduo que atua como empreendedor. Por isso, não se deve descuidar desse procedimento sob pena de ter seu registro MEI não emitido, negado ou cancelado.

  • Quais as principais obrigações e impostos a pagar?

O microempreendedor individual é enquadrado no Simples Nacional. Além disso, ele é isento de alguns tributos, como CSLL, IPI e COFINS. No entanto, ele deve pagar mensalmente uma taxa fixa que varia de acordo com o tipo de atividade (comercial, industrial ou de serviços). Isso é feito por um Documento de Arrecadação (DAS).


O cálculo dessa taxa corresponde a 5% do salário-mínimo vigente, a título da Contribuição para a Seguridade Social. A esse valor deve ser acrescido R$ 1,00 de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) ou R$ 5,00 de Imposto sobre Serviços (ISS).

Além disso, é preciso seguir corretamente e cumprir as normas solicitadas, assim como declarou no ato de formalização. Caso contrário, o MEI estará sujeito a apreensão, multa e cancelamento do registro. Também deve preencher o Relatório Mensal das Receitas Brutas, que pode ser encontrado no Portal do Empreendedor.

  • Quais os principais direitos de um MEI?

O MEI ganha direito a alguns benefícios previdenciários. Entre eles, auxílio-maternidade, aposentadoria e auxílio-doença. Isso é essencial para quem deseja garantir maior segurança social no futuro.

Também tem direito ao CNPJ e à emissão de nota fiscal para seus clientes, o que facilita o acesso aempréstimos e serviços fornecidos por instituições financeiras. A regularização da atividade é outro ponto positivo, já que é importante para muitos empreendedores saírem da informalidade e conquistarem clientes mais exigentes.

Se você deseja atuar como um empreendedor de sucesso, lembre-se também de juntar um capital próprio para manter seu negócio assim que obter o registro de MEI. Também busque se informar e estudar bastante a sua área de atuação, além de procurar apoio de órgãos especializados em fornecer suporte para empreendedores. O que mais se destaca é Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (Sebrae).

Agora que você já sabe como funciona a modalidade de microempreendedor individual, que tal descobrir quais os diferentes tipos de empresas que existem?

Copiado: https://blog.biva.com.br

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Habilidades do Século 21: Entenda as Competências Socioemocionais







Tradicionalmente, o que referenciava a qualidade de uma instituição de ensino eram professores gabaritados e infraestrutura de ponta. Contudo, essa realidade mudou. Hoje, a excelência na educação está associada a aspectos mais subjetivos, as chamadas competências socioemocionais.
Capacidade de trabalho em equipe, resiliência, tato social, comunicação desenvolta e criatividade são algumas das premissas dessas competências. 
A importância dessas habilidades é tão grande que, a partir de 2020, eles se tornarão obrigatórias na Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Quer saber quais são as principais competências socioemocionais dos universitários do século XXI e descobrir como desenvolvê-las na sua instituição?

Entenda a importância das competências socioemocionais

Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) concluiu que os estudantes expostos a um método de ensino que abrange o desenvolvimento competências socioemocionais apresentam um desempenho acadêmico e mercadológico melhor e são mais autocontrolados.
A tendência tem conquistado uma força tão grande que o IBMEC São Paulo anunciou que, em seu próximo vestibular, 30% da nota será dada pelo desempenho em uma dinâmica de grupo. Na prova, os alunos deverão apresentar soluções reais para problemas levantados.

A proposta é se aproximar das técnicas de mercado para seleção de colaboradores.

Quais são as principais competências socioemocionais?

Se levarmos em consideração a inteligência socioemocional como um conjunto de habilidades socioemocionais, é possível representá-las em três grandes pilares:
  1. Emocionais

As habilidades emocionais caracterizam-se em como o indivíduo consegue lidar com as próprias emoções durante o seu dia a dia. Como por exemplo: aprender a lidar com frustrações, evoluir com os erros, criar um senso de autoavaliação e principalmente desenvolver autoconfiança, entre outros aspectos importantes.
  1. Sociais

Já as habilidades sociais são responsáveis por como o indivíduo se relaciona com o mundo externo e todas as pessoas ao seu redor e que convive diretamente. São responsáveis pela capacidade de saber trabalhar em conjunto, lidar bem com as regras, conseguir se comunicar e saber lidar com possíveis conflitos.
Nas habilidades sociais estão incluídas, ainda, a capacidade interpretativa, de questionamento e de desempenho na exposição de conteúdos em diferentes formatos. Alguns exemplos são: gráficos, planilhas, tabelas, simulações e representações numéricas.
  1. Éticas

Por fim, as habilidades relacionadas à ética, caracteriza-se em como o indivíduo reage positivamente para alcançar um bem comum. Nesse aspecto desenvolve-se o respeito, tolerância, entre outras qualidades fundamentais nessa área.
Entender essa estrutura é fundamental para uma análise mais clara sobre quais pontos precisam ser desenvolvidos e de que forma eles se influenciam entre si.

Vale lembrar que é comum que uma característica se destaque mais do que a outra. O indivíduo que apresenta melhores resultados na comunicação, conseguindo se expressar com clareza, mas não apresenta habilidades éticas, pode resultar em uma conversação tendenciosa e manipuladora.
O desenvolvimento das competências socioemocionais deve ser constante em uma instituição de ensino. Para tanto, o educador deve focar no desenvolvimento individual de cada aluno ao mesmo passo em que estimula a capacidade de trabalho em equipe e os valores éticos necessários para a vida em sociedade e no mercado de trabalho.
A Minha Biblioteca, plataforma que disponibiliza um vasto acervo digital de livros acadêmicos, auxilia no desenvolvimento deste processo e aumenta ainda mais a satisfação dos alunos da sua instituição de ensino superior. Afinal, a plataforma permite o acesso rápido a milhares de títulos, além de possuir ferramentas que facilitam a busca de informações e a leitura de livros técnicos – tudo isso em qualquer hora e lugar por meio de computadores, tablets e smartphones
Copiado: https://minhabiblioteca.com.br

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

eSocial - Publicado Novo Cronograma

O Comitê Diretivo do eSocial publicou a Resolução CDES nº 05 no DOU desta sexta-feira (5/10/2018), que alterou a Resolução CDES nº 02 e definiu novos prazos para o envio de eventos para o eSocial, com o objetivo de aperfeiçoar o processo de implantação do sistema. 
Após a conclusão da sua 1ª etapa, que envolveu as 13.115 maiores empresas do País, foi possível fazer um diagnóstico conclusivo das reais dificuldades que as empresas enfrentam para ajustar seus sistemas e processos ao novo modelo de informação. A nova norma atende demandas das entidades representativas dos contribuintes que solicitaram, em diversos expedientes, ampliação dos prazos do processo de implantação do sistema.
Não houve alterações para as empresas do 1º grupo, que já estão transmitindo todos os eventos para o eSocial, exceto eventos de SST que serão enviados a partir de julho/2019. As empresas do 2º grupo do cronograma anterior foram divididas em dois novos grupos: um para entidades optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoa física e entidades sem fins lucrativos; e outro para as demais entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78 milhões. Para classificação no 2º ou no 3º grupo, o eSocial verificará a situação de opção pelo Simples Nacional em 1º de julho de 2018. Empresas constituídas após essa data com opção pelo Simples Nacional também entrarão no 3º grupo.
Demais entidades empresariais enviarão seus eventos periódicos em janeiro/2019. Eventos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) começam em julho/2019 para o 1º grupo. Já os órgãos públicos e as organizações internacionais começarão a transmitir seus primeiros eventos em janeiro de 2020.
O eSocial publicará em breve orientações para as empresas integrantes do 3º grupo que transmitirem algum evento de tabela até 09/10/2018.

Cabe registrar que o sistema eSocial está sendo desenvolvido dentro da normalidade do cronograma e que as alterações, ora propostas, visam unicamente facilitar o processo de implantação para os contribuintes que ainda estão se adequando ao novo sistema.

1º GRUPO -  entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00:
    • Tabelas: 08/01/2018
    • Não Periódicos: 01/03/2018
    • Periódicos: 08/05/2018 (dados desde o dia 1º)
    • Substituição GFIP para Contribuições Previdenciárias: agosto/2018
    • Substituição GFIP FGTS: novembro/2018
    • SST: julho/2019
2º GRUPO -  entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões) e que não sejam optantes pelo Simples Nacional:
    • Tabelas: 16/07/2018
    • Não Periódicos: 10/10/2018
    • Periódicos: 10/01/2019 (dados desde o dia 1º)
    • Substituição GFIP para Contribuições Previdenciárias: abril/2019
    • Substituição GFIP FGTS: abril/2019
    • SST: janeiro/2020
3º GRUPO  - empregadores optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos:
    • Tabelas: 10/01/2019
    • Não Periódicos: 10/04/2019
    • Periódicos: 10/07/2019 (dados desde o dia 1º)
    • Substituição GFIP para Contribuições Previdenciárias: outubro/2019
    • Substituição GFIP FGTS: outubro/2019
    • SST: julho/2020
4º GRUPO -  entes públicos e organizações internacionais:
    • Tabelas: janeiro/2020
    • Não Periódicos: Resolução específica, a ser publicada
    • Periódicos: Resolução específica, a ser publicada
    • Substituição GFIP para Contribuições Previdenciárias: Resolução específica, a ser publicada
    • SST: janeiro/2021



Copiado: http://portal.esocial.gov.br/

terça-feira, 9 de outubro de 2018

A Tal da Zona de Conforto

Como saber se você está na zona de conforto e o que fazer para sair dela.

Outro dia escutei um executivo hot-shot falar que não conhecia o que era zona de conforto para uma audiência repleta.


Fiquei com aquilo na minha cabeça, martelando. Será que o cara falou para impressionar ou era verdade?


Bom, o fato é que mesmo o mais aguerrido empresário conhecerá períodos de calmaria. Alexandre, o Grande, descansava entre suas conquistas. Aproveitava os pastos, mulheres e vinhos das terras recém tomadas, e quando seus guerreiros começavam a engordar, levantava acampamento e partia para a próxima batalha.


Nós, que vivemos as bênçãos e desgraças de um tempo próspero e pacífico, longe das batalhas de vida ou morte, precisamos nos esforçar para não acampar tempo demasiado nos prados verdejantes da acomodação. As eras passam, e os campos de batalha se transformam, mas não se iluda, fique tempo demais parado e você vira presa fácil, gordo e lento demais para correr.


Sempre tem alguém atrás da sua coroa.


As estepes do mundo dos negócios são áridas e não perdoam os fracos. Não há medida adequada de descanso, e o equilíbrio entre vida familiar e trabalho é uma armadilha inventada para diminuir a competição.


Se você quer 30 dias de férias por ano, plano de aposentadoria, convívio social, e outros Graais da classe média, então arruma um bom emprego, enfia a cabeça na areia e reza para que um caminhão não te atropele e acabe com seu mundinho perfeito. Mas, se você quer experimentar o êxtase da vitória e não tem medo de sofrer, então meu amigo, venha junto, e bota pra quebrar.


Raiz!


Zona de conforto é o c@%$@#*!


Qual o próximo projeto? 

Já ligou para um cliente novo hoje? 

Já viu o que os abutres do estado estão tentando te extorquir esse mês? 

Está tudo parado? 

Entra num avião e vai caçar algo novo!


Mas existe uma faceta mais sutil e perversa da zona de conforto. Ela não afeta somente os mais acomodados, satisfeitos com seu quinhão, afeta também os que estão em movimento, seja um executivo subindo os degraus corporativos ou um empresário cheio de projetos.


Todo ser humano gosta de fazer aquilo no que é bom. E quando tudo flui, ou tudo vai mal, as pessoas se aferram ao que fazem bem. Lembram dos músicos do Titanic? Essa é a tal da zona de conforto! Todos somos criados ouvindo frases “você tem de fazer o que ama”, “quem ama o que faz, faz bem feito”, etc.


Inconscientemente, se você atinge algum grau de sucesso fazendo o que gosta, atribui o resultado positivo àsua performance nesse item, descontando outros fatores que possam ter contribuído para sua ascenção. Quando tudo começa a desmoronar, você começa a fazer mais do mesmo, acreditando que esse é o caminho, mesmo quando tudo indica o contrário.


Não advogo que pare de fazer aquilo que você faz bem-feito, mas olhe o quadro geral e tome as atitudes que te deixam desconfortável, pois os problemas geralmente estão lá. Um padeiro pode continuar assando pães deliciosos, mas nem o melhor pão do mundo pode aumentar o prazo de pagamento de uma dívida. Se o Joaquim não for negociar sua dívida, por mais angustiante que isso seja, ninguém irá.


Um engenheiro que atingiu uma função gerencial não consegue promoções há alguns anos e, ao invés de aprimorar outras habilidades, se foca cada vez mais na parte técnica, sem entender que a técnica o levou até ali, mas será incapaz de catapultá-lo àdiretoria. Sente-se frustrado e traído, vê conspirações por toda a parte, mergulhando numa espiral negativa que levará àsua demissão ou ao ostracismo.


Para você deixar sua zona de conforto, só tem um jeito, levanta a bunda da cadeira e vai fazer algo que te dá medo. Se desafie.


 “Ah, mas e se eu quebrar a cara?” Você vai quebrar a cara! Pelo menos a maioria das vezes. Eu, que tenho natureza introspectiva e até tímida, tenho sempre muita resistência para iniciar algo, mas o fato é que sempre se tem a ganhar, e não se perde nada ou quase nada se der errado. E se você tentar vezes suficientes, alguma coisa dá certo!


Eu tenho inclusive uma equação para essas situações:

N = k.t

Onde:
N = número de vezes que algum projeto seu dá certo
K = constante ( k<1 de="" depende="" div="" e="" experi="" habilidade="" ncia="" que="" sorte="">
t = número de tentativas



De acordo com essa equação, vê-se que, embora você consiga melhorar “k” marginalmente, sua grande influência está em “t”. Você pode ser formado pelo ITA com doutorado no MIT, ou seja, ter um “k” bastante alto, se não tentar (“t”), não vai a lugar algum (N=0).

Não adianta se apaixonar pela menina mais bonita da sala. Todos os meninos, inclusive os que negam, estão na mesma situação. Levanta, se expõe ao ridículo e vai falar com ela. Quem sabe hoje é seu dia de sorte?

Copiado: https://www.oceans14.com.br