quarta-feira, 10 de outubro de 2018

eSocial - Publicado Novo Cronograma

O Comitê Diretivo do eSocial publicou a Resolução CDES nº 05 no DOU desta sexta-feira (5/10/2018), que alterou a Resolução CDES nº 02 e definiu novos prazos para o envio de eventos para o eSocial, com o objetivo de aperfeiçoar o processo de implantação do sistema. 
Após a conclusão da sua 1ª etapa, que envolveu as 13.115 maiores empresas do País, foi possível fazer um diagnóstico conclusivo das reais dificuldades que as empresas enfrentam para ajustar seus sistemas e processos ao novo modelo de informação. A nova norma atende demandas das entidades representativas dos contribuintes que solicitaram, em diversos expedientes, ampliação dos prazos do processo de implantação do sistema.
Não houve alterações para as empresas do 1º grupo, que já estão transmitindo todos os eventos para o eSocial, exceto eventos de SST que serão enviados a partir de julho/2019. As empresas do 2º grupo do cronograma anterior foram divididas em dois novos grupos: um para entidades optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoa física e entidades sem fins lucrativos; e outro para as demais entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78 milhões. Para classificação no 2º ou no 3º grupo, o eSocial verificará a situação de opção pelo Simples Nacional em 1º de julho de 2018. Empresas constituídas após essa data com opção pelo Simples Nacional também entrarão no 3º grupo.
Demais entidades empresariais enviarão seus eventos periódicos em janeiro/2019. Eventos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) começam em julho/2019 para o 1º grupo. Já os órgãos públicos e as organizações internacionais começarão a transmitir seus primeiros eventos em janeiro de 2020.
O eSocial publicará em breve orientações para as empresas integrantes do 3º grupo que transmitirem algum evento de tabela até 09/10/2018.

Cabe registrar que o sistema eSocial está sendo desenvolvido dentro da normalidade do cronograma e que as alterações, ora propostas, visam unicamente facilitar o processo de implantação para os contribuintes que ainda estão se adequando ao novo sistema.

1º GRUPO -  entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78.000.000,00:
    • Tabelas: 08/01/2018
    • Não Periódicos: 01/03/2018
    • Periódicos: 08/05/2018 (dados desde o dia 1º)
    • Substituição GFIP para Contribuições Previdenciárias: agosto/2018
    • Substituição GFIP FGTS: novembro/2018
    • SST: julho/2019
2º GRUPO -  entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78.000.000,00 (setenta e oito milhões) e que não sejam optantes pelo Simples Nacional:
    • Tabelas: 16/07/2018
    • Não Periódicos: 10/10/2018
    • Periódicos: 10/01/2019 (dados desde o dia 1º)
    • Substituição GFIP para Contribuições Previdenciárias: abril/2019
    • Substituição GFIP FGTS: abril/2019
    • SST: janeiro/2020
3º GRUPO  - empregadores optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoa física (exceto doméstico), produtor rural PF e entidades sem fins lucrativos:
    • Tabelas: 10/01/2019
    • Não Periódicos: 10/04/2019
    • Periódicos: 10/07/2019 (dados desde o dia 1º)
    • Substituição GFIP para Contribuições Previdenciárias: outubro/2019
    • Substituição GFIP FGTS: outubro/2019
    • SST: julho/2020
4º GRUPO -  entes públicos e organizações internacionais:
    • Tabelas: janeiro/2020
    • Não Periódicos: Resolução específica, a ser publicada
    • Periódicos: Resolução específica, a ser publicada
    • Substituição GFIP para Contribuições Previdenciárias: Resolução específica, a ser publicada
    • SST: janeiro/2021



Copiado: http://portal.esocial.gov.br/

terça-feira, 9 de outubro de 2018

A Tal da Zona de Conforto

Como saber se você está na zona de conforto e o que fazer para sair dela.

Outro dia escutei um executivo hot-shot falar que não conhecia o que era zona de conforto para uma audiência repleta.


Fiquei com aquilo na minha cabeça, martelando. Será que o cara falou para impressionar ou era verdade?


Bom, o fato é que mesmo o mais aguerrido empresário conhecerá períodos de calmaria. Alexandre, o Grande, descansava entre suas conquistas. Aproveitava os pastos, mulheres e vinhos das terras recém tomadas, e quando seus guerreiros começavam a engordar, levantava acampamento e partia para a próxima batalha.


Nós, que vivemos as bênçãos e desgraças de um tempo próspero e pacífico, longe das batalhas de vida ou morte, precisamos nos esforçar para não acampar tempo demasiado nos prados verdejantes da acomodação. As eras passam, e os campos de batalha se transformam, mas não se iluda, fique tempo demais parado e você vira presa fácil, gordo e lento demais para correr.


Sempre tem alguém atrás da sua coroa.


As estepes do mundo dos negócios são áridas e não perdoam os fracos. Não há medida adequada de descanso, e o equilíbrio entre vida familiar e trabalho é uma armadilha inventada para diminuir a competição.


Se você quer 30 dias de férias por ano, plano de aposentadoria, convívio social, e outros Graais da classe média, então arruma um bom emprego, enfia a cabeça na areia e reza para que um caminhão não te atropele e acabe com seu mundinho perfeito. Mas, se você quer experimentar o êxtase da vitória e não tem medo de sofrer, então meu amigo, venha junto, e bota pra quebrar.


Raiz!


Zona de conforto é o c@%$@#*!


Qual o próximo projeto? 

Já ligou para um cliente novo hoje? 

Já viu o que os abutres do estado estão tentando te extorquir esse mês? 

Está tudo parado? 

Entra num avião e vai caçar algo novo!


Mas existe uma faceta mais sutil e perversa da zona de conforto. Ela não afeta somente os mais acomodados, satisfeitos com seu quinhão, afeta também os que estão em movimento, seja um executivo subindo os degraus corporativos ou um empresário cheio de projetos.


Todo ser humano gosta de fazer aquilo no que é bom. E quando tudo flui, ou tudo vai mal, as pessoas se aferram ao que fazem bem. Lembram dos músicos do Titanic? Essa é a tal da zona de conforto! Todos somos criados ouvindo frases “você tem de fazer o que ama”, “quem ama o que faz, faz bem feito”, etc.


Inconscientemente, se você atinge algum grau de sucesso fazendo o que gosta, atribui o resultado positivo àsua performance nesse item, descontando outros fatores que possam ter contribuído para sua ascenção. Quando tudo começa a desmoronar, você começa a fazer mais do mesmo, acreditando que esse é o caminho, mesmo quando tudo indica o contrário.


Não advogo que pare de fazer aquilo que você faz bem-feito, mas olhe o quadro geral e tome as atitudes que te deixam desconfortável, pois os problemas geralmente estão lá. Um padeiro pode continuar assando pães deliciosos, mas nem o melhor pão do mundo pode aumentar o prazo de pagamento de uma dívida. Se o Joaquim não for negociar sua dívida, por mais angustiante que isso seja, ninguém irá.


Um engenheiro que atingiu uma função gerencial não consegue promoções há alguns anos e, ao invés de aprimorar outras habilidades, se foca cada vez mais na parte técnica, sem entender que a técnica o levou até ali, mas será incapaz de catapultá-lo àdiretoria. Sente-se frustrado e traído, vê conspirações por toda a parte, mergulhando numa espiral negativa que levará àsua demissão ou ao ostracismo.


Para você deixar sua zona de conforto, só tem um jeito, levanta a bunda da cadeira e vai fazer algo que te dá medo. Se desafie.


 “Ah, mas e se eu quebrar a cara?” Você vai quebrar a cara! Pelo menos a maioria das vezes. Eu, que tenho natureza introspectiva e até tímida, tenho sempre muita resistência para iniciar algo, mas o fato é que sempre se tem a ganhar, e não se perde nada ou quase nada se der errado. E se você tentar vezes suficientes, alguma coisa dá certo!


Eu tenho inclusive uma equação para essas situações:

N = k.t

Onde:
N = número de vezes que algum projeto seu dá certo
K = constante ( k<1 de="" depende="" div="" e="" experi="" habilidade="" ncia="" que="" sorte="">
t = número de tentativas



De acordo com essa equação, vê-se que, embora você consiga melhorar “k” marginalmente, sua grande influência está em “t”. Você pode ser formado pelo ITA com doutorado no MIT, ou seja, ter um “k” bastante alto, se não tentar (“t”), não vai a lugar algum (N=0).

Não adianta se apaixonar pela menina mais bonita da sala. Todos os meninos, inclusive os que negam, estão na mesma situação. Levanta, se expõe ao ridículo e vai falar com ela. Quem sabe hoje é seu dia de sorte?

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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

Administrando sua Empresa como um Navio

Existem muitos paralelos entre a vida no mar e o mundo dos negócios. 

Você pode encontrar até alguns livros de ex-marinheiros te dando lições de como administrar sua vida ou empresa, mas esses caras tiveram sucesso no mar e não nos negócios. 


Aqui no Oceans14 a gente só pode falar do que vivencia. Naveguei muitos anos, administrei empresas de navegação e montei a minha. 

Hoje tenho várias empresas e me sinto plenamente capaz de tecer uma analogia entre o mar e o mundo dos negócios pois logrei êxito em ambos, sem falsa modéstia.

Então aqui vão, em breves linhas, os pontos gerais que podem te interessar:

A)   Preparando o navio:


  •  Tripulação competente e preparada para as adversidades;
  •  Estiva da Carga: arrumação do que será entregue ao cliente. Os serviços devem estar em dia;
  •  Documentação: vivemos em um mundo burocrático. Tenha cuidado com suas licenças, outorgas, tributos e toda a papelada que envolve o seu negócio;
  •  Manutenção: Se você notar algo errado, conserte. Sistemas mais complexos demandam outro tipo de manutenção (preventiva ou preditiva). É preciso entender qual funciona para você antes de usar.
  • Sistemas: tenha um sistema simples, que você consiga implementar e que seja capaz de funcionar perfeitamente sem muita frescura ou demanda de tempo. Deve ser capaz de te dar um retrato de como o seu navio (empresa) está funcionando, em tempo real.


B)   Planeje e defina a rota:

  • Defina o destino: defina objetivos, onde você quer que a sua empresa chegue, quais os mercados onde você irá entrar, qual market share você quer, quais concorrentes irão bater. Definido o destino, poucas coisas podem lhe desviar e lembre-se: é preciso ter gana para alcançá-los.

  • Trace waypoints: serão os seus pontos de referência para eventuais guinadas. Basicamente é conhecer o próprio negócio, o ambiente no qual você opera, para saber o melhor caminho para atingir seus objetivos, evitando perigos desnecessários e alcançando suas metas com economia.


C)   Navegue e monitore condições:


  • É hora de navegar rumo ao seu objetivo. Uma vez navegando, comece a monitorar as condições do navio, a rota, os tripulantes e a meteorologia. 
    Fazendo um paralelo ao mundo dos negócios, é monitorar a saúde financeira e operacional, o nível de comprometimento da equipe e se as condições que você imaginou realmente existem – ou se terá que fazer um ajuste.


D)   Ajuste de rota:


  • Como não existe cenário ou plano perfeito, é sempre preciso ajustar a rota. Se você planejou bem, se coloca em situações em que o ajuste pode ser feito com folga, existe margem de manobra. Se não planejou ou planejou mal, terá que ajustar em águas inóspitas. É preciso monitorar constantemente, e ajustar de acordo com o que a situação demandar, sem tirar o foco do destino.


E)   Entregue o que prometeu, no tempo que prometeu:


  • Atrasos ou avarias em cargas são péssimo negócio, mesmo que o seguro cubra (às vezes). No seu negócio não é diferente. 
    Há um numero limitado de clientes, e você os quer satisfeitos. Mas, como nos contratos marítimos, tenha uma cláusula de Força Maior que te permita sobreviver para lutar outro dia, caso tudo dê errado.

O capitão que planeja direito cria tantos cenários alternativos, tantos backups que, por mais que saia tudo diferente do que foi planejado, sairá uma combinação desses cenários, e será preciso improvisar bem menos.


Agir por intuição (sem planejar) e fazer no improviso é, como chamamos na Marinha Mercante, o caminho para as pedras. Batendo na pedra, o navio pode ir àpique, e você não terá muito o que fazer, a não ser chamar uma empresa de salvatagem, que vai te cobrar uma fortuna para te salvar de algo que você poderia ter evitado.

Eu trabalhei em alguns casos desses. Na minha primeira salvatagem eu tinha 29 anos e tinha acabado de assumir como chefe-de-máquinas em um pequeno rebocador, em Salvador. 

Recebemos a mensagem de um navio em chamas próximo a Porto Seguro. Saímos com esse rebocador, pequeno, que balançava muito. Chegando no navio, a cena era a de um inferno em alto mar, algo impressionante. Estávamos a 300 metros e sentíamos o calor como se estivéssemos próximos a uma fogueira. Via a chapa de aço do costado ficar rubra. Jogamos muita água e conseguimos salvar o navio.


Usamos canhões de incêndio e um bote de borracha que o motor de popa só funcionava em alta rotação. Era muito perigoso, e eu pensava "ainda tem fdp que paga para fazer esportes radicais."

Numa outra vez, um navio carregado de 60 mil toneladas de óleo cru perdeu máquina e governo próximo a Abrolhos.

Seria um senhor desastre ecológico. 

Saímos com um tempo muito ruim, o nosso rebocador não tinha a capacidade de fazer aquele reboque... mas éramos os únicos disponíveis no NE. 


Rebocávamos um gigante, e ao fazermos isso, a corrente ou o vento viravam... e o navio arrastava o rebocador. Quase afundamos várias vezes, e eu realmente pensei que fôssemos morrer. 

Mas tudo deu certo. E por que? 

Porque tínhamos planejamento, preparo, equipe unida e claro, Deus a nosso lado. Aqueles a quem salvamos falharam em planejar e se preparar. Tripulações melhores teriam levado aqueles navios em segurança ao seu destino, mas ao invés disso, quase os levaram a ruína. E nós lucramos com a incompetência alheia.


E você? 

Vai planejar e se preparar ou quer o meu telefone para uma salvatagem?

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sexta-feira, 5 de outubro de 2018

15 Dicas de Marketing Pessoal Para Ter Sucesso Profissional

Atualmente, com a competitividade cada vez mais acirrada no mercado de trabalho e no mundo corporativo, ter um diploma e uma boa atuação profissional já não são mais garantia de conseguir (e manter) aquela vaga dos sonhos.
É preciso, antes de mais nada, mostrar ao mundo suas qualidades e potencialidades. Tudo isso sem, contudo, parecer egocêntrico, arrogante ou prepotente. Parece difícil? Pois saiba que não é tão complicado assim!
Estamos falando aqui da construção de um bom marketing pessoal. Quer aprender o que é isso e ainda ficar por dentro de ótimas dicas para transformar teoria em prática? Então acompanhe o nosso post de hoje!

O que é marketing pessoal?

Quem nunca ouviu aquele velho ditado que diz que “quem não é visto não é lembrado”? Pois é exatamente essa uma das principais bases do marketing pessoal! Afinal, de que adianta ser um excelente profissional, dotado de capacidades e qualidades extremamente valorizadas pelo mundo corporativo, se absolutamente ninguém sabe disso?
Para que seja efetivamente reconhecido perante chefes, gestores e demais colaboradores em sua área de atuação, você não pode passar despercebido. Assim, quando bem aplicadas, as estratégias de marketing pessoal podem fazer milagres por você nesse quesito.
O marketing pessoal é a melhor maneira de promover imagem, conteúdo e trabalho, de maneira a se destacar não só na empresa em que atua como no mercado de trabalho em geral. No entanto, atenção: marketing pessoal não é, de maneira nenhuma, sinônimo de culto ao ego ou simples vaidade pessoal, ok?
Na verdade, é apenas uma maneira de destacar positivamente suas habilidades, entregando valor às pessoas e fazendo com que elas tenham uma excelente impressão a seu respeito.
Está bastante enganado quem pensa que saber fazer um bom marketing pessoal é uma qualidade que já nasce com determinadas pessoas. Muito pelo contrário! Essa habilidade pode ser aprendida, desenvolvida e aprimorada. Para isso, basta querer.
E então? Quer descobrir 15 dicas de marketing pessoal extremamente úteis e fáceis de colocar em prática? Então pule para o próximo tópico!

Como colocar o marketing pessoal em prática?

1. Aja com naturalidade - 

A primeira e mais valiosa dica é ser você mesmo e agir naturalmente, independentemente da situação. Tente não criar um personagem profissional que nada tenha a ver com você. Assim, se você é uma pessoa alegre e extrovertida, está tudo bem ser assim também no escritório.

No entanto, aqui vale fazer uma ressalva: isso não significa adotar gírias ao travar conversas formais, tampouco gargalhar aos brados dentro do ambiente de trabalho por ser essa a maneira como você interage com sua família e seus amigos, por exemplo.
Por mais que tudo flua melhor agindo naturalmente, lembre-se de que tudo tem um limite e que cada ambiente exige uma determinada postura.

2. Seja pontual - 

Se você quer fazer um bom marketing pessoal, nada de seguir o (mau) exemplo de profissionais que estão quase sempre atrasados ou em cima da hora para compromissos e prazos de entrega.

Você sabia, aliás, que há empresas que desclassificam candidatos antes mesmo de entrevistá-los, justamente porque eles chegaram atrasados ao local da entrevista?
Então aprenda desde já a gerenciar melhor o seu tempo e, de preferência, acostume-se a chegar sempre com 15 minutos de antecedência a todo e qualquer compromisso. Esse cuidado automaticamente passa uma imagem de pessoa comprometida e interessada.

3. Tenha um aperto de mão firme - 

Esse é um detalhe que faz toda a diferença. Nós, brasileiros, já estamos acostumados a nos aproximar com abraços e beijos no rosto. Mesmo assim, em uma situação profissional, esse cumprimento não é muito indicado.

Em vez disso, prefira apertar a mão das pessoas com firmeza. Essa atitude demonstra, ao mesmo tempo, seriedade e autoconfiança.

4. Olhe nos olhos das pessoas - 

Olhar nos olhos é uma forma de demonstrar, de maneira não-verbal, transparência e sinceridade. Por isso, é importante que você mantenha contato visual mesmo quando estiver falando de um assunto difícil.

Além disso, também é uma comprovação física de que você está interessado no que a outra pessoa tem a dizer. Então, quando estiver conversando, evite olhar para as mãos, para o chão ou para o que está ao redor.

5. Fique atento à sua postura corporal - 

Isso não é mito: a postura corporal transmite mensagens sobre você a todos que o rodeiam. Uma pessoa que se senta de maneira torta na cadeira, por exemplo, não impõe muito respeito. Alguém que está sempre curvado ou de braços cruzados parece isolado, sem vontade de se enturmar. Mãos nos bolsos são um sinal de falta de interesse ou tédio.

Em vez disso, procure manter a coluna ereta, olhar sempre para a frente e deixar os braços soltos ao lado do corpo. Essencialmente, sua postura deve transmitir uma imagem de atenção, interesse, autocontrole e abertura.
Existe uma forma simples de saber se está funcionando: observe se as pessoas tentam se aproximar espontaneamente de você, pois uma boa postura corporal atrai as pessoas à sua volta.

6. Adapte a vestimenta - 

Não há como negar: uma pessoa adequadamente vestida passa muita confiança e uma ótima imagem pessoal. Então, leve isso em consideração sempre que for escolher o vestuário para ocasiões profissionais.

A dica aqui é vestir-se de acordo com o cargo que almeja alcançar. Se quer ser gerente um dia, por exemplo, observe como quem ocupa esse cargo na sua empresa se veste e tente se aproximar do estilo, mas sem abrir mão do seu toque próprio — afinal, são as particularidades que o distinguem dos demais.
Além das roupas, essa dica também é válida para o corte de cabelo, para os acessórios e para a maquiagem das mulheres. Todo o seu visual é um cartão de visitas.

7. Tenha iniciativa - 

Investir em marketing pessoal significa, dentre outras coisas, destacar-se na multidão. Nada melhor nesse quesito do que demonstrar iniciativa. Assim, não espere que os outros digam o que deve ser feito. Tome a frente e vá atrás, preferencialmente buscando soluções para problemas que sequer ocorreram.

Proponha alternativas que facilitem o trabalho e exponha suas ideias para se mostrar uma pessoa indispensável. Demonstre que você tem um lado inovador. Se a sua ideia não for bem recebida logo no começo, tudo bem.
Entenda que, pelo simples fato de participar, você já está deixando uma marca e colaborando com o grupo. É uma situação bem melhor do que ser aquela pessoa que fica no canto, sem participar ou se manifestar. Aos poucos você construirá mais aceitação e conquistará o seu espaço!

8. Procure conhecer-se - 

Para que você possa entender melhor os outros, é necessário, antes de mais nada, que conheça a si mesmo. Então, pare por um minuto e pense tanto nos seus pontos fortes como nos fracos. Faça uma análise SWOT pessoal.

Saiba exatamente o que você tem de bom a oferecer e efetivamente ofereça. Ao mesmo tempo, aprenda sobre os aspectos que devem ser aprimorados e como administrá-los. No entanto, não entenda esse conselho como uma recomendação para acomodar-se em relação aos seus pontos fracos.
É importante reconhecer suas limitações exatamente para que seja possível tentar superá-las. Em outras palavras, em vez de alimentar pensamentos como “eu não entendo desse assunto, então vou ficar de fora”, busque um estado mental de “se eu não entendo desse assunto, então, vou aprender tudo o que puder”.

9. Saiba ouvir - 

Um dos maiores problemas do mundo corporativo atual e da sociedade como um todo está na nossa extrema dificuldade em saber escutar o que os outros têm a dizer. Já reparou como, normalmente, só estamos interessados em falar sobre nós mesmos, expondo nossas opiniões e ideias? Essa postura acaba já.

Reverta de vez esse quadro, aprendendo a ouvir! Colegas de trabalho, chefes e estagiários: todos têm algo a ensinar. Além do mais, mostrar-se um bom ouvinte faz com que as pessoas tenham apreço e admiração por você. Então aproveite a chance de aprender enquanto promove seu marketing pessoal!

10. Atualize seus conhecimentos - 

Na era do conhecimento, toneladas de novas informações, técnicas, teorias e metodologias sobre absolutamente todas as áreas do conhecimento são lançadas no mercado diariamente. Por isso, acomodar-se não é uma solução.

Esteja sempre na vanguarda do conhecimento em sua área de atuação, frequentando congressos, palestras e workshops, lendo publicações recentes ou matriculando-se em um curso de pós-graduação, MBA ou especialização.
Além de aumentar o seu conhecimento, fazendo de você um colaborador essencial à empresa, essas atitudes ampliam significativamente seu networking profissional, fazendo com que seu marketing pessoal ultrapasse as fronteiras do ambiente de trabalho.

11. Acompanhe as notícias - 

A nossa última dica nem vai exigir muito de você. De fato, acompanhar as notícias é algo que já faz parte da rotina das pessoas. Porém, é ainda mais importante se você deseja melhorar o seu marketing pessoal e causar uma boa impressão.

Afinal, você não vai querer ficar sem resposta quando, em um evento ou uma entrevista, alguém perguntar sua opinião sobre um evento da política, da economia ou do meio ambiente, certo?
Portanto, procure acompanhar as principais notícias diariamente. Você pode ler ou assistir jornais. Caso isso pareça inviável na sua agenda de compromissos, não tem problema. Muitos dos melhores meios de comunicação do mundo também divulgam seus conteúdos online. Ou seja, basta um toque no smartphone para manter-se atualizado com tudo o que acontece por aí.

O que não fazer? Para encerrar, que tal descobrir algumas atitudes que você deve evitar, em favor de um bom marketing pessoal? Nós preparamos uma pequena lista. Confira!

12. Evite demonstrar arrogância - 

Existem muitas atitudes que demonstram arrogância. Uma das principais é o foco em si mesmo. Se tudo que você fala começa com “eu” — “eu acho”, “eu faço”, “eu prefiro” —, cuidado.

Você provavelmente está transmitindo uma imagem excessivamente autocentrada, o que não vai ajudá-lo a conquistar nenhuma simpatia (e nenhuma oportunidade profissional). Uma solução simples é transformar essas falas em um interesse genuíno pelo outro. Já falamos sobre a importância de ouvir, certo?
Além disso, você pode também perguntar: “o que você acha daquilo?”, “como você faz isso?”, “você prefere assim ou assado?”. Ao colocar o foco no outro, você melhora a sua imagem e, por tabela, ainda aprende muito.

13. Evite fazer piadas de tudo -

Muitas pessoas com dificuldade para interagir socialmente recorrem ao humor para quebrar o gelo. Você ficaria surpreso em saber quantas pessoas “engraçadas” são, na verdade, extremamente tímidas.

O problema é que você corre o risco de fazer piada com algo que não deveria ser alvo de humor e pode até ofender alguém. Mesmo que a intenção não seja essa, impressões ruins são difíceis de reverter. Então, para preservar o seu marketing pessoal, uma boa regra é tentar não usar o seu lado comediante com pessoas que ainda não conhece muito bem.

14. Evite opiniões fortes -

Quando você está expondo sua imagem profissional, não é interessante associá-la a opiniões fortes. Você pode perder excelentes oportunidades simplesmente porque se posicionou de uma maneira que vai contra o que a outra pessoa acredita.

Quer saber quais temas devem sair do seu vocabulário? Todos aqueles que possam gerar uma tensão mais forte. Opiniões divergentes são algo natural — entretanto, quando crenças e valores estão envolvidos, qualquer discordância se transforma em uma discussão.
Use o seu bom senso e desvie dessas situações, deixando suas opiniões fortes fora da conversa. Existem momentos e pessoas mais adequados para compartilhá-las.

15. Evite tentar demonstrar toda a sua elegância - 

Nas dicas positivas, já explicamos sobre a questão da vestimenta e do estilo. Esperamos que você já tenha entendido a importância de se vestir bem. Ao contrário do que os contos de fadas ensinam, o exterior também conta no mundo profissional.

No entanto, cuidado. A linha é muito fina entre o adequado e o exagerado. Por um lado, não é legal ir de bermudas e chinelos a uma entrevista. Por outro, aquele relógio rolex de ouro ou seu sapato de salto fino de 12cm pode também não ser ideal.
A dica é simples: lembre-se de que você está em uma situação de trabalho e não em um desfile — e, muito menos, uma competição — de moda. É claro que não existe uma regra única. Se você está em uma multinacional multimilionária, pode ser que essa vestimenta faça sentido.
O segredo é estar atento para não ultrapassar os limites, nem para mais, nem para menos.
Viu só como não é assim tão complicado? Coloque nossas dicas de marketing pessoal em prática o quanto antes para observar logo uma guinada no seu sucesso profissional! 
Copiado: http://blogespecializacao.fdc.org.br

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Como Delegar Tarefas Corretamente?

Você é o tipo de líder pró-ativo, que sempre tem muitas tarefas e prazos a cumprir, e que adora mostrar resultados? 
Se você respondeu sim, talvez seja hora de refletir se essa atitude está fazendo bem à empresa e, mais ainda, a você. 
Não é porque você é o líder que tem que pegar todas as demandas que surgem, apenas para mostrar que sabe desempenhá-las. Você lidera uma equipe, e os membros dela existem para ajudar você a atingir os melhores resultados.
Se você tem dificuldades em delegar tarefas, não se preocupe: estou aqui para ajudá-lo. Confira as dicas que preparei para você e entenda como delegar tarefas corretamente!

  • Entenda que você não pode fazer tudo sozinho

Pode ser difícil para um líder aceitar que ele não é o único capacitado para realizar tarefas com sucesso dentro da empresa. Muitos têm dificuldade em delegar por acharem que, com isso, estão mostrando que são incapazes. Outros têm medo de que o funcionário mostre ser melhor do que ele em uma área, e possa vir a tomar o seu lugar futuramente. Assim, muitos líderes acabam se sobrecarregando, acumulando prazos a serem cumpridos, realizando as atividades sem dedicação, e obtendo resultados menos satisfatórios do que gostariam.
Isso gera, acima de tudo, um profissional cansado e estressado, que não tem tempo para sua vida pessoal e sua saúde, o que pode levar ao aparecimento de doenças do trabalho (como a síndrome de burnout, por exemplo), e leva ao desenvolvimento de relações interpessoais desgastadas, tanto em casa como no trabalho.

  • Conscientize-se de que delegar tarefas é importante

Vale a pena ressaltar mais uma vez: delegar tarefas não quer dizer que você seja incompetente! Ao contrário, quer dizer que você confia e acredita na competência do seu time. Ao dividir as demandas, você oferece para a sua equipe a oportunidade de aprender novas habilidades, de crescer profissionalmente e de se fortalecer. Isso permite que eles fiquem cada vez mais qualificados, e dá a você o tempo que precisa para se dedicar às suas próprias tarefas com empenho. Essa maneira de trabalhar, com uma divisão de trabalhos saudável e estimulante, certamente ajuda a organização como um todo a obter os melhores resultados.

  • Conheça sua equipe

O primeiro passo para delegar tarefas é conhecer a sua equipe. Busque entender em qual área cada membro se destaca e quais as habilidades cada um possui. Procure reconhecer quem está preparado para receber tarefas que envolvem mais responsabilidade, e treine aqueles que não estão tão preparados assim. O objetivo é construir uma equipe unida, em sintonia e vencedora!

  • Delegue, não ordene

A maior dica que posso oferecer é: não seja um líder autoritário, que acha que delegar tarefas é simplesmente mandar o outro fazer alguma coisa por você. Delegar envolve dividir. É preciso sentar com seu funcionário e analisar a tarefa, buscando esclarecer dúvidas. É importante garantir que ele entendeu o que precisa ser feito e que está seguro para realizar o trabalho.
É papel do líder trabalhar juntamente com a equipe, apoiando-a e motivando-a para dar o seu melhor. Mas lembre-se: se um membro da sua equipe falhar, a responsabilidade não será somente dele. Será sua também, pois foi você quem o escolheu para aquela tarefa. Por isso é tão importante saber com quem você está trabalhando e se aquela pessoa é a mais indicada para determinado tipo de serviço. Mas não se desespere! Aqui tem algumas dicas sobre o que fazer caso isso aconteça.

  • Acompanhe a realização da tarefa

Seu trabalho não acaba quando você delega a tarefa. Agora você terá que acompanhar a sua realização, para averiguar se o trabalho está indo no caminho certo ou se está saindo da rota. Uma boa dica para monitorar a atividade da sua equipe é usar um software de agendamento, que nada mais é do que um aplicativo que irá mostrar o passo a passo de cada tarefa: quem está fazendo o que, quando os trabalhos foram concluídos e qual o próximo passo. Um exemplo é o Asana, que ajuda no controle direto de tarefas, na criação de prazos, e conta com atualizações automáticas de status, envio de notificações por e-mail, e comentários dos membros. Esse programa é gratuito para até 30 integrantes — para uso por mais pessoas, passa a ser pago.

  • Dê feedback constante

Não espere a tarefa ser concluída para dizer se está boa ou não. Dê retornos constantes aos seus funcionários, para que eles saibam se estão acertando ou não. Isso significa saber dizer de forma calma, clara e pontual o que não está bom e ajudá-lo a entender como fazer corretamente. Não vá deixar chegar ao final para perceber que a tarefa não foi bem-sucedida!
Seguindo essas minhas dicas, tenho certeza de que você saberá como delegar tarefas corretamente, garantindo o sucesso da sua equipe e do seu negócio! 
Copiado: https://guiaempreendedor.com/