quarta-feira, 1 de junho de 2016

Gestão da Cadeia de Suprimentos – Conceitos, Tendências e Ideias Para Melhoria

O gerenciamento da cadeia de suprimentos é um conjunto de métodos que são usados para proporcionar uma melhor integração e uma melhor gestão de todos os parâmetros da rede: transportes, estoques, custos, etc. Esses parâmetros estão presentes nos fornecedores, na sua própria empresa e finalmente nos clientes. 
A gestão adequada da rede permite uma produção otimizada para oferecer ao cliente final o produto certo, na quantidade certa. O objetivo é, obviamente, reduzir os custos ao longo da cadeia, tendo em conta as exigências do cliente – afinal, isso é qualidade: entregar o que o cliente quer, no preço e nas condições que ele espera.
Esta gestão é por vezes difícil, especialmente para um sistema que não tenha controle sobre toda a cadeia. Por exemplo, uma empresa que terceiriza uma parcela da produção ou da logística, deixou de ter controle sobre uma parte importante do processo. É difícil também porque a demanda do cliente é desconhecida na maioria das vezes e varia substancialmente de um mês ao outro, o que implica um planejamento da produção mais complexo. Os produtos a serem fabricados também podem mudar (nova estação, moda, modelos, melhorias), o que colocará em evidência a necessidade de uma estratégia de preços e cálculos de custos de fornecimento e estoque.
O problema aparece também em produtos completamente novos, inovadores, onde os modelos prontos não podem ser aplicados e exigem, assim, novas soluções. Por exemplo, projetar uma nova fábrica na China: os produtos seriam entregues para os clientes, após a fabricação, em 6 semanas (por navios). O problema: não se considerou que ambientes salinos podem enferrujar os produtos. Embora neste caso a questão de mudar o tipo de transporte não seja colocada em discussão (pois multiplicaria o custo por 10), é preciso levar em consideração os fatores inerentes ao tipo de transporte e acondicionamento. Para maiores informações sobre a situação dos portos no Brasil e no mundo veja Portos mais movimentados no Brasil e no Mundo e Movimento dos portos brasileiros; para mais detalhes do transporte de cargas no Brasil, veja Custo Brasil – situação do transporte de cargas, Infra-estrutura das rodovias no Brasil, e Logística brasileira: qual nossa situação?.
Vários níveis de planejamento também podem (e devem) ser considerados: estratégico, tático e operacional. Trata-se de conhecer sua própria rede de distribuição já existente com os controles de estoques sendo utilizados e de iniciar uma primeira estratégia de coordenação da entrega dos produtos, iniciada antes mesmo da fabricação dos mesmos. Além disso, devem-se utilizar os modelos de tomada de decisão baseados em programação linear e modelos de transporte, que tornam mais evidentes os custos e as interdependências entre as etapas. Passamos, por fim, para as fórmulas e cálculos complicados que um software especializado (ERP) se encarregará de gerir no dia-a-dia.
No exemplo de nosso equipamento enviado por via marítima existe outro problema: o de transbordo. Essas plataformas são usadas apenas para receber produtos e redirecioná-los. Há momentos em que ocorrerão gargalos (e outros momentos em que haverá falta de produtos) nesses centros de distribuição. Este é o problema do equilíbrio dos fluxos. Esse balanço garante que todo o fluxo que entra é igual ao que sai. Estas plataformas não produzem e não consomem produtos, apenas encaminham. No entanto, é possível utilizar este ponto de redistribuição como um produtor se, por exemplo, ele embala o produto, aplica um rótulo ou termina uma etapa de montagem.

  • Melhorias por partes

Seu produto passa por muitas etapas antes de chegar ao consumidor final. Uma gestão eficaz da cadeia de suprimentos pode ajudar a pôr em prática um processo contínuo e suave, desde a pré-produção até o consumo, passando pela distribuição.
Com informações e números fica mais fácil gerenciar seus processos, desde que os dados sejam precisos; com o histórico em mãos é possível identificar os pontos frágeis do sistema

  • A gestão eficaz da cadeia de suprimentos pode melhorar seus negócios.

Em termos simples, a gestão da cadeia de suprimentos envolve a coordenação de todas as atividades ligadas ao processamento dos pedidos dos clientes, desde a pré-produção até a entrega.
Durante este processo, as partes que compõem o produto trocarão de mãos diversas vezes, dos fornecedores até a fabricação, da estocagem à expedição, até chegar à entrega e ao consumo. Assim, dentro de uma pequena empresa que faz parte de uma grande cadeia, como se preocupar com todo esse processo, e ainda melhorá-lo?

Modelo de cadeia de suprimentos

Todo modelo de gestão de cadeia de suprimentos deve incluir maneiras de melhorar a eficiência – o ganho de rendimento – das atividades seguintes:

  • previsão e planejamento do equilíbrio entre oferta e demanda (veja Como melhorar a previsão de demanda);
  • Localização de fornecedores de matérias-primas;
  • Fabricação do produto;
  • Armazenagem do produto;
  • Entrega do produto;
  • Devolução do produto pelo cliente, caso necessário;
  • Feedback através do serviço de atendimento ao cliente e melhoria do processo, onde necessário.

Lembre-se que se você obtém informações e números sobre os processos, é mais fácil gerenciá-los. No entanto, é bom ter certeza de que os números refletem a realidade, para que as decisões da gerência sejam tomadas em função de conhecimento real do processo. Além disso, com um histórico em mãos, fica menos complexo identificar pontos frágeis, como dependência de um único fornecedor ou de um mercado.

  • Por onde Começar?

Veja a seguir algumas ideias para melhorar o processo de gestão da cadeia de suprimentos na sua empresa:
  • Melhore a colaboração e a comunicação de seus compradores com os fornecedores, informando-os de suas intenções de modificar ou melhorar algum processo de fabricação;
  • Mantenha os níveis de estoques tão baixos quanto aceitável (desde que seja seguro!), utilizando um processo just-in-time ou de produção por pedidos sempre que possível (veja Controle de estoques: logística e previsão de demanda e Reduzir os estoques para melhorar os custos). O custo de estoque é um dos principais indicadores utilizados para se analisar odesempenho logístico de uma organização;

  • Se a terceirização for mais barata (considere tudo: produção, transporte e até perda de know-how), por que continuar fabricando internamente a custos elevados?
  • Invista em tecnologias de comunicação, especialmente com os fornecedores, a fim de reduzir os tempos de pedido/entrega e garantir que a matéria-prima esteja sempre disponível. Assim como o custo de estoque, o tempo de atendimento ao cliente é outro indicador fundamental, pois incentiva a empresa a ter um relacionamento mais próximo com seus clientes e assim garantir um atendimento mais rápido;

  • Utilize as tecnologias de informação existentes (muitas com baixo custo): comece por previsão de vendas, passe ao controle de estoques, às compras, pedidos, expedição, entrega e assim por diante – existem ferramentas computacionais e automáticas para ajudar em cada etapa do processo;

  • Tome decisões de compras maiores (e estoques mais altos) e com desconto com base em planilhas e cálculos, não em pressão e intuição.
Assim, mantenha em mente que o processo de gestão da cadeia de suprimentos não é feito isoladamente: ele é uma relação entre a sua empresa e as outras com as quais você se relaciona. Toda mudança que você faça no processo de gestão de sua cadeia deve ser uma experiência compartilhada e positiva para todos que a compõem – uma verdadeira relação ganha-ganha – para que a relação de longo prazo seja benéfica para você, seus fornecedores e seus clientes.
O gestor deve garantir uma distribuição eficiente e baixos custos com estoques; o equilíbrio entre ambos pode turbinar a produtividade e a eficiência

Transporte, distribuição e logística

A logística que torna possível a distribuição de seus produtos e a prestação de seus serviços pode influenciar fortemente os seus resultados. Confira como garantir que seus métodos de distribuição estejam otimizados:

Meios de transporte e rotas de distribuição

A maneira como você distribui seus produtos pode ter um impacto no custo da sua empresa e na satisfação dos clientes. Sua venda pode ocorrer diretamente com o cliente, através de uma equipe de marketing de um fabricante ou mesmo pela internet. Quando o produto for entregue (ou quando você recebe suas matérias-primas), deve-se procurar o melhor meio de transporte (custo x prazo x qualidade), especialmente quando se tratar de grandes quantidades.
Alguns conselhos para o processo de distribuição:

  • Utilize o meio de transporte mais adequado ao produto e à distância, sempre que possível (lembre-se que é possível encontrar preços baixos para o transporte marítimo frente ao rodoviário, mas o tempo será mais longo);
  • Negocie os custos de transporte antecipadamente;
  • Ajuste com o cliente (ou com seu fornecedor) as quantidades adequadas, para que nenhuma parte tenha estoques muito altos, a fim de garantir agilidade na fabricação e maior fluidez nas linhas produtivas.
  • Na posição de gestor, você deve buscar melhor performance na distribuição dos produtos, sempre alerta aos níveis de estoques. A estocagem adequada e o tempo de percurso da entrega podem aumentar muito a produtividade; utilize ferramentas logísticas (cálculos e planilhas) para escolher os melhores locais de armazenamento e a determinação das melhores rotas de entrega. Tanto a recepção quanto expedição devem ser eficazes, diminuindo tempos de processamento e burocracias que em nada agregam valor ao produto. 

Por fim, o modo de transporte escolhido deverá levar em consideração:

  • Tipo de produto (perecível ou não);
  • Tempo necessário para adquirir as matérias-primas;
  • Disponibilidade das mesmas e de seus produtos;
  • Facilidade de acesso e negociação com os fornecedores (locais ou no exterior);
  • Processos alfandegários (para as importações/exportações);
  • Volume e peso do produto.

O transporte dos bens até sua empresa (ou até seus clientes) pode ser feito pelos modais aéreo, ferroviário, aquático ou rodoviário, ou uma combinação deles para o transporte multimodal. Cada um apresenta suas vantagens e desvantagens, e tudo depende do prazo, volume, local e custo. Mais informações sobre o transporte multimodal na matéria O desafio do transporte multimodal.
As cadeias de suprimentos verdes fazem ainda algo mais, considerando outro fator além do custo: o pós-uso, que pode envolver reciclagem, destino adequado ou reuso. Estas empresas estão recebendo grande atenção da mídia e dos consumidores mais zelosos.

Planejamento logístico

É aconselhável ter um plano de logística para o processo de distribuição do seu negócio. O planejamento logístico ajudará a reduzir os custos de produção, a velocidade de entrega de seu produto e a responder rapidamente aos pedidos de seus clientes. Além disso, simplificará o gerenciamento de seus itens de fornecimento, o seu inventário e seus custos.
Veja onde o planejamento logístico deve ser aplicado:
  • Logística de entrada (inbound): fluxo de matérias-primas entregues à sua empresa para entrar no processo produtivo;
  • Logística interna: circulação das matérias-primas, dos produtos sendo fabricados e dos produtos acabados dentro de sua empresa;
  • Logística externa (outbound): transporte dos produtos acabados (envolvendo embalagem, expedição, manutenção e transporte).

Gerenciamento da cadeia de suprimentos em resumo

Muitos parâmetros são levados em conta para melhorar a cadeia de abastecimento e reduzir os custos:
  • – Reduzir o número de fornecedores, assim se consegue uma relação próxima, uma parceria;
  • – Reduzir o número de terceirizados, para alcançar o mesmo objetivo;
  • – Para os produtos acabados, estabelecer canais de distribuição e gestão partilhada de estoques, assim clientes e fornecedores compartilham custos, lucros e riscos;
  • – Antecipar a escassez através de históricos e boas previsões de demanda – e ajustar os estoques adequadamente.

No ambiente dinâmico e com concorrentes oferecendo produtos similares, a agilidade e o custo podem ser fatores determinantes do sucesso ou fracasso. Assim, quanto mais próxima de uma parceria forem as relações com seus fornecedores e clientes, maiores as chances de ter todos envolvidos e comprometidos no processo de oferecer o melhor produto ao mercado.
Prova da importância da área é perceber que as grandes empresas brasileiras já contam com departamento, diretoria ou gerência de logística e/ou supply chain, que vem ganhando importância crescente com o passar dos anos.
Por: Leandro Callegari - http://www.logisticadescomplicada.com/

terça-feira, 31 de maio de 2016

Profissional, sim. Impessoal, nunca

Detalhes não tão pequenos 

Veja algumas atitudes simples - mas com bom efeito no relacionamento com a equipe - que você, diretor, pode adotar.








Conversa diária
Veja algumas atitudes simples - mas com bom efeito no relacionamento com a equipe - que você, diretor, pode adotar. Sergio Magno
Cumprimente todos ao chegar à escola e pergunte como estão, atualizando, se for o caso, conversas anteriores. Se alguém tiver um assunto mais sério a tratar, proponha marcar um horário. Mantenha a sala da direção sempre aberta para deixar claro que você está disponível.
Espaço com personalidade
Veja algumas atitudes simples - mas com bom efeito no relacionamento com a equipe - que você, diretor, pode adotar. Sergio Magno
Convide a equipe a escolher fotos tiradas em eventos da escola para estampá-las no mural. Se alguém recebe um prêmio pelo trabalho, reserve um lugar para exibi-lo. Isso ajuda a criar uma sensação de pertencimento à instituição. Lembre-se, no entanto, de que a escola é pública e o espaço deve refletir a comunidade escolar. Ou seja, nada de trazer objetos pessoais.

Celebração de festividades 


Não é preciso um grande evento, mas as ocasiões importantes não devem passar em branco. Deixe a equipe decidir como comemorar: alguns aniversariantes preferem apenas cantar parabéns, outros querem trazer bolo. Um cartão assinado por todos os colegas também é uma demonstração simpática de carinho.



Acolhimento dos novatos
Veja algumas atitudes simples - mas com bom efeito no relacionamento com a equipe - que você, diretor, pode adotar. Sergio Magno
Converse com os novos funcionários antes de eles assumirem a função, perguntando sobre a trajetória profissional e pessoal. Assim, ao apresentá-los aos colegas, é possível dar informações que facilitam o primeiro contato. Não se esqueça também de apresentar o PPP.
Tratamento pelo nome
Veja algumas atitudes simples - mas com bom efeito no relacionamento com a equipe - que você, diretor, pode adotar. Sergio Magno
Nunca se refira ao funcionário apenas pelo cargo que ele ocupa. Se a pessoa tiver um apelido pelo qual goste de ser chamada, não há problemas em usá-lo - desde que ela seja consultada e dê permissão.
Postura flexível
Veja algumas atitudes simples - mas com bom efeito no relacionamento com a equipe - que você, diretor, pode adotar. Sergio Magno
Leve em conta a influência de acontecimentos da vida pessoal na rotina de trabalho. Se o filho de um professor está doente, deixe-o à vontade para ir embora, e assuma a responsabilidade de encontrar soluções para sua ausência.
Momentos de integração 


Incentive a equipe a se conhecer melhor. Se algum funcionário tiver feito uma viagem, por exemplo, reserve um tempo em uma reunião ou promova uma conversa no horário de pausa para que ele compartilhe a experiência. Algumas escolas marcam dia e hora, uma vez por mês, para que o pessoal conte uma experiência interessante, como uma visita a um lugar pouco conhecido da cidade.



Copiado: http://gestaoescolar.abril.com.br/

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Código Brasileiro de Administração



O CBA será constituído de um conjunto de catálogos dedicados, cada um, a uma área específica da Administração.

Segundo o CFA o CBA será lançado ainda no primeiro semestre de 2016.

Código indicará as atividades desempenhadas no exercício da profissão.


A atuação dos profissionais que trabalham nas funções de administração terá fiscalização mais criteriosa, a partir do primeiro semestre deste ano (2016). 

O Código Brasileiro de Administração (CBA), que está sendo desenvolvido pelo Conselho Federal de Administração (CFA), tem como finalidade especificar as atividades do Administrador em cada um dos seus campos de atuação.

O CBA será constituído de um conjunto de catálogos dedicados, cada um, a uma área específica da Administração. 


De acordo com o CFA, até agora, existe apenas um catálogo pronto, referente ao campo de Administração de Materiais (Suprimento e Logística).





Com o código, as instituições de ensino, os professores, os coordenadores de cursos e os estudantes de Administração, além dos profissionais e da sociedade em geral, saberão quais atividades poderão desempenhar e defender, no exercício da profissão. 


Ainda de acordo com o CFA, já está em andamento o processo para a elaboração do próximo catálogo, que abordará sobre as atividades privativas do Administrador no campo de Administração e Seleção de Pessoal / Recursos Humanos, nomenclatura que será alterada para Gestão de Pessoas, por ser o termo mais utilizado atualmente no mercado de trabalho.


O objetivo é que o Código Brasileiro de Administração seja um importante instrumento identificador das atividades privativas do Administrador.


Copiado: http://www.imperanews.com.br/

sexta-feira, 27 de maio de 2016

10 Dicas: Economizar Dinheiro e Controlar Suas Finanças Pessoais

Seu salário chega na sua conta e, quando você menos espera, já está entrando no vermelho? Controlar o dinheiro pode parecer fácil para muitas pessoas, mas, para a maioria, é algo bastante complexo, para não dizer impossível.

Para te ajudar a tirá-lo do vermelho, reunimos alguns conselhos feitos por Mac Amaral. O professor da UDF separou algumas dicas sobre como controlar as finanças pessoais. Basicamente, elas envolvem duas dimensões: informação e auto percepção. Confira!

1# CONHEÇA O TAMANHO DO SEU PATRIMÔNIO E/OU DAS SUAS DÍVIDAS 
Por incrível que pareça, tem gente que não tem clareza do tamanho do “buraco” em que se encontra. Você não pode controlar o que não conhece. Faça este levantamento periodicamente, pois com estes indicadores é possível perceber a evolução ou involução da sua condição. Observe com cuidado extrato bancário, do cartão ou mesmo do relatório do imposto de renda. 

2# REFLITA SOBRE AS SUAS PRIORIDADES E INTERESSES 
Por vezes vamos a restaurantes, shoppings ou passeios caros buscando apenas estar junto com as pessoas que gostamos certamente esses encontros podem, na maior parte do tempo, ser realizados sem estes custos. O autoconhecimento nos leva a refletir que estamos investindo ou dispendendo dinheiro e tempo no que não nos produz efetiva satisfação. 

3# INVENTARIE OS GASTOS FIXOS OU VARIÁVEIS 
Verifique quais deles contribuem ou não para suas prioridades e não tenha medo de reduzi-los ou cortá-los. Faça este exercício com frequência. 

4# TENHA INFORMAÇÕES OPORTUNAS SOBRE SUA SITUAÇÃO FINANCEIRA Atualmente é simples obter serviços que disponibilizam no celular os gastos com cartão de crédito ou saques e depósitos em sua conta bancária. Não dispensem estes importantes indicadores. 

5# PESQUISE ANTES DE COMPRAR 
A internet tornou muito fácil comparar preços em tempo real, porque pagar mais caro se pode obter o mesmo produto por menos.

6# APRENDA MAIS SOBRE FINANÇAS E VANTAGENS ECONÔMICAS 
É possível pagar menos imposto de maneira legal, reaver tributos pagos, conseguir vantagens no uso do seu cartão de crédito, isenções de tarifas bancárias, passagens aéreas gratuitas, simplesmente lendo ou perguntando um pouco mais. 

7# AUTOMATIZE AO MÁXIMO AS SUAS FINANÇAS 
Depois de ter clareza sobre a sua situação financeira, definido o que é importante para você e decidido o que vai fazer, torne estas informações em ações automáticas, como é o caso do débito em conta e das aplicações automáticas. Isto impede o pagamento desnecessário de multas e a perda de oportunidades em função do esquecimento. 

8# FIXE METAS 
Juntar dinheiro, por juntar dinheiro não é algo prazeroso para nosso cérebro. Gostamos de imaginar o que vamos obter com este esforço de postergar o consumo hoje, em prol de algo no futuro, quer seja: uma viagem de férias, um carro novo, uma nova casa, ou mesmo uma situação confortável em nossa aposentadoria. Lembre-se a meta, para ser meta deve ser específica e possuir um prazo para seu atingimento, ser rico um dia não é significativo!

9# INFORME ÀS PESSOAS QUE ESTÃO A SUA VOLTA SOBRE SUAS METAS 
Somos seres gregários e o nosso sucesso no controle das finanças depende da participação de familiares e colaboradores. Combine as férias, mostre o carro novo que será comprado com aquela poupança e caracterize que a economia gerada com a diminuição no consumo de água, luz ou saídas ao shopping contribuirá para este objetivo. 

10# COMEMORE O ATINGIMENTO DAS METAS 
A percepção marcante do atingimento das metas tem um efeito de reforço na consolidação do seu mecanismo de controle das finanças. Vale a pena definir fases, etapas ou metas intermediárias de um objetivo maior, pois à medida que percebemos o alcance destes marcos em direção a meta final nos motivamos e intensificamos o controle, garantindo ainda mais o êxito futuro.

Copiado: http://manualdohomemmoderno.com.br/

quarta-feira, 25 de maio de 2016

O que é Corpus Christi

Corpus Christi significa Corpo de Cristo. É uma festa religiosa da Igreja Católica que tem por objetivo celebrar o mistério da eucaristia, o sacramento do corpo e do sangue de Jesus Cristo.
A festa de Corpus Christi acontece sempre 60 dias depois do Domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, em alusão à quinta-feira santa quando Jesus instituiu o sacramento da eucaristia.
O Corpus Christi não é feriado nacional, tendo sido classificado pelo governo federal como ponto facultativo. Isso significa que a entidade patronal é que define se os funcionários trabalham ou não nesse dia, não sendo obrigados a dar-lhes o dia de folga.
Durante esta festa são celebradas missas festivas e as ruas são enfeitadas para a passagem da procissão onde é conduzido geralmente pelo Bispo, ou pelo pároco da Igreja, o Santíssimo Sacramento que é acompanhada por multidões de fiéis em cada cidade brasileira.
A tradição de enfeitar as ruas começou pela cidade de Ouro Preto em Minas Gerais. A procissão pelas vias públicas, é uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao Bispo Diocesano que tome as providências para que ocorra toda a celebração, para testemunhar a adoração e veneração para com a Santíssima Eucaristia.
Origem do Corpus Christi
A festa do Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV no dia 8 de Setembro de 1264.
A procissão de Corpus Christi lembra a caminhada do povo de Deus, peregrino, em busca da Terra Prometida. O Antigo Testamento diz que o povo peregrino foi alimentado com maná, no deserto. Com a instituição da eucaristia o povo é alimentado com o próprio corpo de Cristo.
Copiado: http://www.significados.com.br/corpus-christi/

Curiosidades: Administração - Profissão no Brasil

Algumas curiosidades sobre a Administração, para que conheçam um pouco mais sobre o universo de nossa profissão. Abaixo você poderá conhecer o Dia do Administrador, o juramento do Administrador, a oração da Administração, o patrono da Administração. Confira:

  • Dia do Administrador - 

Nove de setembro é o “Dia Nacional do Administrador“, por ser a data de assinatura da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, que criou a profissão de Administrador. O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº 65/68, de 09/12/68.

  • Juramento do Administrador

O juramento retrata o momento solene em que o profissional na plenitude de sua formação profissional, de sua conscientização como membro de uma categoria, de seu amadurecimento como cidadão investido de responsabilidade para com toda  comunidade, afirma, livre mas enfaticamente, sua integral dedicação aos postulados da profissão e total respeito aos seus valores técnicos, legais e morais.
A Assembléia de Presidentes de Conselhos de Administração, Federal e Regionais, aprovou em sua 2ª. reunião, realizada em Brasília no dia 8 de maio de 1978, o juramento do “ADMINISTRADOR”, nos termos propostos pelo Conselho Regional de Administração de São Paulo.
“Prometo DIGNIFICAR minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais, observar o código de ética, objetivando o aperfeiçoamento da ciência da administração, o desenvolvimento das instituições e a grandeza do homem e da pátria”.
Fazer o juramento ao ingressar na profissão, constitui o dever inicial de todo o Administrador; respeitá-lo, obedecendo-o, constitui o dever de sempre do Administrador.
Façamos de nossa profissão razão de nosso orgulho. Façamos que seja respeitada, admirada, valorizada. O profissional reflete o conceito que sua categoria goza. Elevemos, cada vez mais, a profissão de ” Administrador “, honrando a escolha que fizemos.

  • Patrono da Administração

Belmiro Siqueira, Administrador e Professor – que dá nome ao concurso nacional que anualmente é promovido pelo Sistema CFA/CRAs, o Prêmio “Belmiro Siqueira” de Administração – é o Patrono dos Administradores, título que lhe foi outorgado “post-mortem”. Atuou:
  • na área federal: funcionário de carreira, aprovado sempre em primeiro lugar em seleções a que se submeteu, inicialmente como Assistente Administrativo e Técnico de Administração, denominação primeira do que é hoje o Administrador. No DASP (Departamento Administrativo do Serviço Público) ocupou vários cargos, dentre eles o de Diretor Geral nos anos de 1967 e 1968.
  • na área estadual: foi Assessor/Consultor de vários Governos, com destaque para o Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de Diretor da Escola de Serviço Público do então Estado da Guanabara (1966).
  • foi colunista de vários jornais, sempre escrevendo sobre assuntos ligados à sua área de atuação. Autor de vários trabalhos sobre Administração, foi professor de várias faculdades.
  • no Conselho Federal de Administração (CFA) foi eleito Conselheiro Federal em 1977 e, assim que assumiu, foi levado pelos seus pares a Vice Presidente, permanecendo até 1986, ano de seu falecimento, em Porto Velho/RO. Na ocasião, encontrava-se no exercício do cargo de Presidente do CFA. Era mineiro de Ubá, nascido a 22 de outubro de 1921.

  • Oração do Administrador

“Senhor, diante das organizações devo ter CONSCIÊNCIA de minhas responsabilidades como ADMINISTRADOR.
Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso para alcançar a SOLUÇÃO e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo;
Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha profissional;
Senhor, ADMINISTRE o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez melhores e mais humanas.”
(por Adm. Rui Ribeiro de Araújo CRA/DF nº 2285)
Copiado: http://www.sobreadministracao.com/

terça-feira, 24 de maio de 2016

Os Erros Que Você Deve Parar De Cometer Nos 10 primeiros Minutos de Trabalho

Parece que não, mas os primeiros minutos do seu dia de trabalho são fundamentais para que as próximas oito horas sejam produtivas.
Se você chega atrasado ou se atrapalha diante de uma caixa de entrada lotada, pode facilmente perder o foco do que é realmente importante.
Por isso, o site Business Insider, especializado em negócios, elencou 10 armadilhas que costumam sabotar os primeiros 10 minutos do seu expediente. Fique de olho para não cair em nenhuma delas:
1. Chegar atrasado. Você sabota seu dia antes mesmo de começá-lo. Um estudo recente mostrou que chefes tendem a ver funcionários que entram mais tarde como menos conscientes e avaliá-los de maneira pior — mesmo que essas pessoas saiam mais tarde também.
2. Não cumprimentar direito seus colegas. O clima no escritório fica mais agradável simplesmente se você conversa com os outros. Caso seja o gestor e não dê nem um "bom dia" para a equipe, sua falta de habilidade com pessoas vai acabar minando sua competência técnica. É o que defende Lynn Taylor, especialista em ambiente de trabalho. E mesmo se você não é o chefe: sentar na sua mesa em silêncio, faz que pareça menos acessível para seus colegas.
3. Beber café. Uma pesquisa sugere que o melhor momento para beber café é só depois das 09h30. Isso porque o hormônio do estresse cortisol, que regula a energia, geralmente chega a picos entre 08h e 09h. Quando você bebe café durante esse tempo, o corpo começa a produzir menos cortisol — e você depende mais da cafeína. Somente quando seus níveis de cortisol começarem a declinar, depois de 9h30, que você precisa de um impulso.
4. Responder todos os e-mails na caixa de entrada. Uma vez que senta à mesa, é tentador querer resolver todas as mensagens que chegaram durante o fim da tarde e à noite. Mas segundo Michael Kerr,  especialista em carreira, os primeiros minutos da jornada de trabalho devem ser gastos olhando de forma paronâmica e elencando as mensagens por prioridade. Assim, você pode ver se há algo urgente e responder o resto mais tarde. "Verificar e-mail é uma daquelas tarefas que fazem você sentir como estivesse resolvendo quesões importante, mas o perigo é que você não pode estar se dedicando a tarefas que não são prioritárias", diz Kerr.
5. Começar a trabalhar sem um cronograma preliminar em mente.Anote rapidamente o que você tem para fazer. Durante o dia, continue olhando para a lista. Dessa forma, você não é surpreendido pela notificação de uma reunião que nem lembrava pipocando na tela.

























6. Fazer as tarefas mais fáceis  primeiro... Uma pesquisa mostra que sua energia e sua força de vontade tendem a diminuir conforme o dia passa. É por isso que é crucial tirar tarefas importantes e complicadas do caminho o mais rápido possível.


7. ...e querer fazer muitas ao mesmo tempo. Justamente por ter mais energia de manhã, é normal querer fazer um milhão de coisas ao mesmo tempo. Mas um estudo sugere que isso pode prejudicar o seu desempenho — melhor fazer uma coisa de cada vez.
8. Alimentar pensamentos negativos. Não importa se foi o trânsito ou a briga em casa na noite anterior — não deixe esses episódios distrai-lo de suas tarefas. Taylor sugere que você coloque os pensamentos negativos "em uma caixa" para mais tarde.
9. Ter uma reunião. De acordo com Laura VanderKam, autora de "What the Most Successful People Do Before Breakfast" (O que as pessoas mais bem-sucedidas fazem antes do café da manhã), o início da manhã deve ser reservado para tarefas que exigem foco e concentração, como a escrita. Faça reuniões quando estiver com menos energia, como no meio da tarde.
10. Não seguir uma rotina. Cientistas dizem que seus recursos cognitivos são limitados, por isso você deve usá-los sabiamente. Não é bom gastar muito tempo decidindo o que vai fazer. Isso não significa que planejamento não seja importante — pode fazer parte da rotina. Se você já sabe o que tem de fazer quando chega, gasta menos energia mental. Ou como defende Charles Duhigg, autor de "O poder do hábito": "A rotina basicamente nos dá a liberdade mental para pensar sobre o que é realmente importante. Dessa forma, não temos de pensar em todos os aspectos mundanos da vida".
Copiado: http://epocanegocios.globo.com/Carreira

segunda-feira, 23 de maio de 2016

A Diversidade nas Organizações Contemporâneas

A crescente diversificação da força de trabalho nas últimas décadas em termos de gênero, etnia, orientação sexual, idade, religião e deficiência tem causado uma mudança de perfil no mundo corporativo, trazendo a reboque um maior interesse dos acadêmicos em compreender e estudar com mais profundidade a questão da diversidade nas organizações. 

Esse novo desafio de pesquisa tem demonstrado que, além de simplesmente compreender a diversidade, é preciso gerenciá-la. 

Nesse sentido, os estudos empíricos recentes demonstraram que dos nossos gestores e das nossas empresas é requerido mais que um belo discurso para realmente gerenciar a diversidade, uma vez que, se pouco tem sido questionado quanto aos benefícios decorrentes da inclusão de minorias historicamente discriminadas no ambiente de trabalho, ainda permanecem na ordem do dia questionamentos sobre como proceder a inclusão, sustentados por dúvidas quanto a como tratar diferentes com igualdade. 

Entendendo o que é a diversidade... 

Na definição de Nkomo e Cox Jr, a diversidade se referencia a alguma situação onde os atores de interesse não são semelhantes em relação a algum atributo. Trataria-se, portanto, da existência de pessoas com identidades grupais diferentes dentro do mesmo grupo ou sistema social. 

Com um escopo mais amplo, Thomas afirma que a diversidade inclui todos, não é algo que seja definido apenas por raça ou gênero. Estende-se à idade, história pessoal e corporativa, formação educacional, função e personalidade. Inclui estilo de vida, preferência sexual, origem geográfica, tempo de serviço na organização, e até mesmo a status de privilégio ou de não-privilégio dentro da firma. 

Os conceitos variam de amplitude, desde aqueles que focam meramente na questão de etnia ou gênero, até os extremamente amplos, isto é, que sustentam que a diversidade se refere a todas as diferenças entre as pessoas, afinal, todos são diferentes. 

Diversidade e Legalidade 


Em um movimento iniciado na década de 60 nos Estados Unidos, a discussão de temas ligados a diversidade cultural e questões relacionadas às minorias chegou ao patamar de uma preocupação legal, através de leis como a Affirmative Action, ou Ação Afirmativa. 

Focada na discriminação racial profundamente enraizada nas empresas e instituições de ensino daquele país, a lei consistia em fazer com que empresas que tivessem contratos com o governo, ou que dele recebessem qualquer benefício, prestassem informações sobre a composição de seus quadros de funcionários e que definissem metas de contratação e manutenção na empresa de pessoas pertencentes a grupos em desvantagens no mercado de trabalho, como mulheres, negros, hispânicos, asiáticos e índios americanos, de forma a manter a mesma composição existente na sociedade. 

Ao longo do tempo, esse movimento que busca assegurar através da legalidade a diversidade nas organizações encontrou eco em outros países, como no Brasil, em que hoje contamos com as tão discutidas cotas nas universidades e com a Portaria 1.199/2003 do Ministério do Trabalho e Emprego, que determinou que as empresas com 100 ou mais empregados estão obrigadas a preencher de 2 a 5% dos seus cargos com pessoas portadoras de deficiência, ou beneficiários reabilitados. 

Bastante polêmicas, essas medidas são consideradas por muitos como imperativas, e tem a sua efetividade como remédios para desigualdade questionada, uma vez que deixam de lado outras questões importantes como a integração dessas pessoas, e sua retenção e o desenvolvimento de um plano de carreira nas empresas para os contratados, assim como a criação de um clima de trabalho confortável. 
Ainda que a legalidade tenha agido como fomento inicial para o crescimento da diversidade nos ambientes de trabalho, deve ser reconhecido que gerenciar a diversidade é muito mais do que criar oportunidades “iguais” de trabalho nas organizações: é preciso promover o alinhamento dos interesses das pessoas com os interesses da empresa, gerenciando a cultura organizacional de forma a permitir que o potencial que reside tanto nas similaridades e quanto nas diferenças existentes entre os colaboradores contribua para um melhor resultado da empresa. 


A Gestão da Diversidade 

A professora e pesquisadora Darcy Hanashiro vê esse fenômeno como um paradoxo, pois, ao mesmo tempo em que a diversidade cultural constitui um desafio para as organizações com inúmeros benefícios possíveis, ela traz uma miríade de conflitos intergrupais, que podem, inclusive, neutralizar algumas de suas vantagens. Trabalhar esse paradoxo é um dos grandes desafios dos gestores da atualidade. 

Se por um lado é fácil encontrar concordâncias em relação ao combate de toda forma de preconceito, é difícil modificar a cultura, comportamentos, hábitos e rotinas para que isso se concretize. 

A onda da gestão “socialmente responsável” revestiu os discursos empresariais, aqui entendidos como processos de engenharia organizacional que alinham a organização ao mercado no nível retórico, de afirmações quanto à promoção da diversidade dentro das empresas. 

Os resultados de algumas recentes pesquisas que se propuseram a verificar a coerência entre o discurso e as práticas em algumas empresas têm sido, entretanto, desanimadores: o fato de as empresas brasileiras contratarem indivíduos diferenciados não significa que os estejam tratando de forma igualitária. Essas pesquisas revelam discrepâncias entre o dito e o feito pelas organizações, entre a modernidade do discurso e o conservadorismo das práticas. 

Ainda que compreensíveis sejam os óbices para a gestão da diversidade, assim como a sua magnitude, não é difícil entender que alinhar, dentro de uma organização, o discurso e a prática, requer em primeiro lugar o alinhamento entre ideologia e cultura: a legitimidade tão perseguida se vê ameaçada quando os indivíduos percebem e passam a acreditar que as políticas são apenas formais, já que inexistem na cultura da organização oportunidades reais de ascensão e de reconhecimento de segmentos como nos discursos. 

Para as lideranças responsáveis pela gestão da cultura organizacional, uma mensagem: a adoção de políticas de diversidade sem uma base verdadeiramente ética, sem o comprometimento da alta direção e sem considerar os demais atores do processo é em si apenas uma aquiescência à pressão institucional ou política, e não somente passa ao largo dos benefícios possíveis da diversidade cultural como pode ser nociva aos resultados da organização, ao passar para os colaboradores mensagens constantes de inconsistência entre práticas e discursos.


Por: Flávia Schmidt - mestre e doutoranda em Administração de Empresas pela PUC-Rio -