sexta-feira, 16 de outubro de 2015

É Melhor Procurar Emprego ou se Preparar para Concurso? Veja Prós e Contras


O momento conturbado da economia afeta a iniciativa privada e também os concursos públicos, de alguma forma.

O concurso dos Correios foi suspenso, mas o do INSS deverá sair até dezembro e ainda há muitos outros editais a caminho, nas esferas municipais, estaduais e federal. Diversos editais têm sido publicados.

No meio desse monte de informações, as pessoas estão um pouco perdidas. Afinal, é melhor procurar emprego ou se preparar para concurso?

Estamos vivendo um período de apreensão no mercado de trabalho. A iniciativa privada – mesmo as grandes empresas - está sofrendo retração. Quem tem emprego está com medo de perder. Muita gente foi demitida e precisa se recolocar no mercado. 

Quem trabalha por conta própria está assustado com a redução de demanda. E quem estava sem trabalhar está com dificuldade de encontrar uma boa vaga.


Com isso, muita gente que nunca pensou em fazer concurso público agora considera essa possibilidade.

O perigo é que a pressão de estar sem trabalho - ou em vias de ficar - pode ser má conselheira. É importante conhecer melhor o processo de preparação e aprovação antes de mergulhar de cabeça no projeto.

Em primeiro lugar, é necessário saber que você não estará empregado na administração pública no mês que vem. Nem no outro. E não também no seguinte. Um tempo mínimo (e pouco provável) entre a sua decisão e a posse é de 6 meses. Isso considerando um concurso muito simples, se você tiver tempo e facilidade para estudar e tendo a sorte de os aprovados serem logo convocados. Não é muito comum essa conjugação de fatores.

Então não vale a pena investir na carreira pública? Depende do seu projeto de vida e do que é importante para você. Sob outro ponto de vista, depende do que está do outro lado da balança. Se você não tiver clareza disso, vai iniciar os estudos, mas os interromperá na primeira dificuldade que surgir. E terá jogado tempo e dinheiro fora.

Vale lembrar que, quando a gente inicia uma faculdade, sabe que vai estudar durante 5 anos, em média, e quando sair dificilmente estará empregado, com bom salário e na sua área de formação.

Quem tem família que pode dar suporte pelo tempo necessário até a pessoa entrar no mercado de trabalho e conquistar um lugar sólido, excelente! Mas acredito que essa não é a realidade da maioria.

Aí entram os concursos públicos. É uma quantidade grande de matérias e conteúdos a serem estudados, e a preparação exige um tempo razoável – de 6 meses a 2 anos, em média, para concursos de nível médio e de 1 a 3 anos para os de nível superior – mas, depois de assumir o cargo vem a segurança de um salário garantido, com direito a férias, décimo terceiro e outros benefícios. Os salários podem variar de 2 a 5 mil, aproximadamente, para cargos de nível médio, e de 10 a 15 mil para os de nível superior, podendo chegar a 20 mil, mesmo sem formação específica. Em tempos de instabilidade econômica, chega a ser quase um sonho.

Considerando o tempo que pode demorar até tudo se resolver, você deve buscar uma estratégia de sobrevivência financeira. Pode ser o suporte de pais, cônjuges, uma reserva proveniente de uma demissão anterior ou uma poupança mesmo. Reduza os gastos ao mínimo, calcule por quanto tempo aproximadamente estará “coberto” e mãos à obra.

Se decidiu, não perca mais tempo. Cada dia é importante e todos os momentos da sua vida até a aprovação deverão estar dedicados ao projeto; mesmo o lazer terá como objetivo recarregar as baterias para a semana de estudo. Portanto, nada de excessos. Estudar será o seu trabalho, com horário certo e comprometimento, se você realmente quer atingir a meta.

De modo geral, três motivos levam as pessoas a prestarem concursos públicos, além da segurança e dos bons salários. O primeiro deles é a possibilidade de exercer a sua profissão dentro do serviço público. Praticamente todas as áreas estão contempladas: saúde, educação, jurídica, engenharia, geologia, biblioteconomia e muitas outras, com mais ou menos vagas e salários variados. São os concursos que exigem formação específica.

O segundo é quando você sabe “o que quer ser quando crescer”, ou seja, tem uma carreira escolhida, exerce ou pretende exercer, mas precisa de dinheiro para investir na profissão, para fazer cursos, especializações, montar consultório ou, simplesmente, ter suporte financeiro para poder usufruir férias tranquilas, poder lidar com eventuais períodos de baixa, doenças. Pode escolher concursos mais amplos, mesmo de nível médio ou superior para qualquer área de formação.

Neste caso, é preciso muito cuidado para não negligenciar a carreira pública e para exercer com dedicação a sua função de servidor. A outra atividade deverá ser exercida em horários compatíveis e sem prejuízo da administração pública. Encaixam-se bem nessa situação carreiras ligadas à arte, profissionais liberais, etc.

O terceiro motivo é a estrita necessidade de ganhar dinheiro. Talvez você não tenha clareza de qual profissão gostaria de exercer (nem todo mundo consegue ter), mas precisa se sustentar e deseja conquistar autonomia. E, se todo trabalho é digno, por que não escolher o mais seguro e com boa remuneração? Nesse caso, também os concursos de qualquer nível de escolaridade podem ser interessantes, dependendo do patamar salarial que você deseja e da urgência de ser aprovado.

Sempre é possível fazer concursos mais simples e depois seguir estudando para outros melhores. É o que se faz muitas vezes na iniciativa privada também, quando o profissional sobe aos poucos de patamar. A diferença é que na administração pública cada cargo tem a sua remuneração prevista em lei e não há negociação individual de salários. Qualquer alteração deverá ser por meio da lei que rege o cargo. Por isso, quem deseja melhorar a remuneração estuda e faz concurso para cargos mais complexos e, em consequência, com salário mais elevado.

Em todos os casos, sugiro observar se o seu perfil se adequa à atividade que será exigida no exercício do cargo para o qual está concorrendo. Há cargos com perfil mais burocrático, outros com trabalho externo, em regime de plantão, outros com atendimento ao público.

De todo modo, o serviço público apresenta uma faceta interessante: é comum que a pessoa possa migrar aos poucos para uma atividade mais compatível com o seu perfil. Porque uma boa chefia sempre busca utilizar da melhor forma os talentos de seus funcionários, dentro do leque de atividades a serem executadas por aquele cargo.

Por outro lado, como em qualquer outro emprego, o funcionário poderá ter de lidar com situações desagradáveis, frustrantes ou injustas. Afinal, a administração pública é feita de pessoas.

Mas, acima de tudo, independentemente do motivo que conduziu a sua escolha, a sua dedicação como servidor fará toda a diferença no dia a dia de trabalho e nas oportunidades que poderão surgir. Você vai carregar uma quantidade considerável de conhecimento adquirido durante a preparação e terá passado por um significativo processo de amadurecimento enquanto lidava com todos os desafios até conquistar a vaga. Utilize isso a favor da sociedade a quem você estará servindo. De alguma forma, isso também retornará para você.

Por: Lia Salgado - http://g1.globo.com/concursos-e-emprego

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Maizena - Surgiu Assim

Caixa amarela inconfundível
A caixa amarela pouco mudou. A cena de índios norte-americanos, da tradicional tribo Sioux, sacando do milho o seu amido gravada no bico de pena está na memória e faz parte de uma longa história de sucesso.

A Maizena é mais um clássico exemplo de marca que virou sinônimo do produto. Ou você busca por amido de milho quando vai fazer compras num supermercado? O sim, neste caso, soa estranho. 

Com bom e variado uso na culinária, a Maizena teve origem nos Estados Unidos, no ano de 1854, pelas mãos de Wright Duryea. Ele fundou a Fábrica de Amido Rio Oswego e, mais tarde, recrutou a família para ampliar os negócios e criar a Companhia Produtora de Amido Duryea, que tinha como carro-chefe a fina farinha da caixa amarela.

Origem do Nome
O nome Maizena tem origem na palavra espanhola que representa o cereal que é o insumo básico do preparo da farinha: o milho, ou melhor, “maíz”. 

O termo foi utilizado pelas tribos de índios norte-americanas Sioux e Iroquês, que viviam no sul dos Estados Unidos, para designar as espigas levadas pelo navegador genovês e descobridor da América, Cristóvão Colombo. O milho também inspirou a cor da embalagem, que até hoje segue.

Da roupa à panela
Apesar de a referência mais forte ser reivindicada pela cozinha, de onde saem o saboroso e nutritivo mingau, os biscoitos, os doces e os molhos consistentes, grossos, a lavanderia também pede passagem para ser chamada de abrigo natural da Maizena.

Ocorre que, a princípio, a função do fino pó branco extraído do milho era servir
de goma para tecidos e deixá-los mais encorpados. Contudo, como ingrediente
culinário veio a consolidação. 

O uso do amido de milho em substituição à farinha de tribo recebeu estímulos. Padeiros e fabricantes de biscoitos aceitaram a dica e uma das invenções caiu na graça do povo: a Bolacha Maizena. 

Durante a Segunda Guerra Mundial, a escassez e os altos preços do
trigo favoreceram o avanço do amido de milho, que passou a ser utilizado também na receita de pães.

Sucesso nacional
A Maizena desembarcou no Brasil em 1874. Na época, as mercearias dispunham seus produtos em sacos. Arroz, feijão, batatas, tomates e demais itens do cotidiano do brasileiro eram vendidos a granel. 

Diante desse cenário, as caixinhas amarelas se destacavam e as donas de casa foram “pescadas” não só pelo visual, mas também pelo fato de o amido de milho servir para o preparo de diversos pratos. 
Em 1927 chegou a São Paulo o engenheiro L. E. Miner. Ele veio analisar o mercado local para saber da viabilidade de fabricar a Maizena no país, pois, até então, o produto vinha dos Estados Unidos e era apenas embalado no Brasil. 

Passados três anos, a Refinações de Milho Brasil (RMB) abriria suas portas na capital paulista.
Copiado: https://www.facebook.com/

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Mídia Social ou Rede Social?

Mídia social e rede social. Dois termos muito comuns, principalmente na área do marketing digital e publicidade. Mas, qual é o termo correto? 
Os dois estão corretos? 
Se buscarmos na internet a diferença entre os dois termos (te convido a fazer isso), encontraremos diversos sites, blogs, vlogs (enfim) explicando a utilização dos termos. 
Meus professores da faculdade também me explicavam, mas uma coisa me incomodou (e incomoda até hoje) - 

Parece não existir um consenso. As explicações são as mais diversas, algumas simples e outras (grande maioria) extremamente técnicas, mas não vejo uma uniformidade da informação.
A forma que abordarei os termos é baseada na palestra do diretor do Facebook Brasil que aconteceu no Centro Universitário SENAC em outubro de 2014. Ao meu ver, é a forma mais simples, prática e talvez elegante (ui) de abordar o assunto.
Rede social refere-se ao relacionamento de pessoas a partir de um grupo ou um encontro interagindo entre si com um assunto em comum. Uma mesa de bar com vários amigos conversando pode ser considerada uma rede social. 
Portanto a sua turminha do vídeogame ou do futebol (por exemplo) é uma rede social. Ou seja, pessoas conectadas e se relacionando por um assunto em comum. Esse termo pode ser aplicado muito antes do nascimento da própria internet.
As mídias sociais, como o próprio nome já diz, é o meio (mídia) de relacionamento (social) utilizado. Então a televisão, que é um meio de comunicação, pode ser considerada uma mídia social? É... não... Diferente dasmídias tradicionais (TV, rádio, jornal), nas mídias sociais existe a reciprocidade da informação, ou seja, você fala e eu respondo. 
Uma marca faz uma publicação e o consumidor comenta, critica e compartilha. No caso da televisão, o público é completamente passivo da informação (ler Teoria da Mídia - Douglas Kellner) e não pode interagir instantaneamente com o conteúdo.
Portanto, para concluir o raciocínio:
  • O Facebook, Twitter, Instagram (entre outros) são mídias sociais digitais - meios digitais para estabelecer um relacionamento desde que exista a reciprocidade da informação. 
  • Já a rede social, pode ser qualquer tipo de conexão entre pessoas por um assunto em comum.

Como existem diversas definições técnicas espalhadas pela internet e em livros, o conteúdo desse post não é o dono da verdade, apenas uma definição simples e prática dos termos. 
Assim, na sua próxima reunião com o cliente e o chefe, quem sabe não fica mais elegante utilizar o termo "mídias sociais digitais" ao invés de só falar rede social.
Por: Planejamento de Marketing Digital na AppStudioBrasil

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Orçamento Publico - Palavra do presidente do CFA

Não é necessário ser Administrador para saber que Orçamento Público é um instrumento de planejamento e execução das Finanças Públicas. Ele contém a estimativa das receitas e autorização para realização de despesas da administração pública, direta e indireta, em determinado exercício, que, no Brasil, coincide com o ano civil.

Se a previsão da receita for superior à estimativa da despesa, o governo encaminha ao Legislativo um projeto de lei pedindo autorização para incorporar e executar o excesso de arrecadação, por meio de créditos adicionais. No caso contrário, se as despesas superarem as receitas, o governo fica impossibilitado de executar o orçamento em sua totalidade, sendo obrigado a cortar gastos.

A farsa de uma proposta de Orçamento, para o próximo exercício, "realista e transparente" - como o governo quer que acreditemos -, entregue ao presidente do Senado, Renan Calheiros, pelos ministros da Fazenda, José Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, apresenta um déficit primário de R$ 30,5 bilhões, valor que representa 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Esta é primeira vez que uma peça orçamentária foi encaminhada ao Congresso Nacional com previsão de receitas menores do que despesas. 

Com essa proposta, o governo da presidente Dilma Russeff admite formalmente que a meta fiscal, de 0,7% do PIB de 2016, fixada em julho deste ano, não será atingida. Assim, a previsão de crescimento da economia para o próximo ano é de minguados 0,2% e para a inflação foi estimado índice de 5,4%.

Para equilibrar o orçamento do próximo ano, o governo federal anunciou, em setembro deste ano, algumas medidas fiscais: adiamento do reajuste dos servidores; suspensão de concursos públicos; eliminação do abono de permanência; implementação do teto remuneratório do serviço público; redução do gasto com custeio administrativo; mudança de fonte do PAC (Minha Casa Minha Vida); revisão da estimativa de gasto com subvenção agrícola. Com isso, o governo pretende economizar cerca de R$ 26 bilhões e evitar novo rebaixamento da nota brasileira pelas agências de classificação de risco. Além dessas medidas, o governo anunciou que irá propor oficialmente o retorno do famigerado Imposto Provisório sobre Movimentações Financeiras (CPMF), conhecido como o "imposto do cheque", com alíquota de 0,2%.

O Governo Federal considera que o orçamento deficitário enviado ao Congresso Nacional é uma peça "realista e transparente". Será mesmo? Ou vamos presenciar de novo as chamadas "pedaladas" fiscais - atrasos no desembolso de transferências, pagamentos de benefícios e aplicação desses recursos em compras, no mínimo, estranhas, realizadas pelos diversos órgãos do governo?

Seria cômico, se não fosse trágico, saber como são aplicados os impostos arrecadados pelo governo - até dia 30 de setembro de 2015 o impostômetro acusava a arrecadação de R$ 1,488 trilhões - em coisas absurdas, apesar da atual crise e do ajuste fiscal. Pinçamos do site spotniks.com alguns exemplos de gastos com coisas estúpidas: o Senado Federal pretende trocar 3.600 m2 de carpete, no valor de R$ 549 mil, adquirir 60 televisores de 42 polegadas Full HD, por R$ 97 mil, e gastar R$ 91 mil em IPhones; enquanto a Câmara dos Deputados pretende gastar R$ 1 bilhão com ampla reforma que prevê gabinetes maiores, construção de três novos prédios e até um centro de compras, o controverso "Parlashopping". Por outro lado, os animais do Palácio do Planalto serão bem alimentados, com ração no valor de R$ 121 mil; e o Governo Federal vai queimar mais de R$ 360 milhões em combustíveis, o suficiente para percorrer mais de 1,2 bilhão de quilômetros.

O que nós, Administradores, esperamos não é um "orçamento realista e transparente", mas, sim, uma maior eficiência na máquina do governo; profissionalização do serviço público, elegendo o mérito como critério único da escolha dos funcionários, e não o loteamento dos mais de 20 mil cargos comissionados; redução no nível de corrupção; e parcimônia dos gastos públicos. Essas práticas, com certeza, poderiam reduzir os gastos do governo e contribuiriam para a eficácia das políticas públicas que, em consequência, provocariam a estabilidade política e legitimariam a democracia do país.

Esperamos, ainda, um país com maior liberdade econômica, pouca burocracia, mais justiça, menor tempo para abertura de uma empresa, menos sonegação fiscal e maior renda per capita, menos desigualdade social, redução da violência e serviços públicos de qualidade.

 Adm. Sebastião Luiz de Mello

Presidente do Conselho Federal de Administração

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

O SÓCIO - Marcus Lemonis transforma empresas falidas em máquinas de fazer dinheiro na TV

Se você, assim como eu, ficou órfão de bons programas de TV sobre empreendedorismo e gestão após o fim de O Aprendiz, eu tenho uma boa notícia pra você.
O Canal de TV por assinatura History Channel trouxe recentemente para o Brasil a aclamada série “O Sócio“, comandada pelo bilionário Marcus Lemonis, CEO da Camping World and Good Sam Enterprises.
A série, que nos EUA se chama The Profit (“O lucro”, em português),  mostra um especialista na gestão de empresas que investe milhões de dólares de seu próprio bolso para se tornar sócio de negócios em dificuldade para transformá-los em máquinas de fazer dinheiro.
O empresário libanês, amante de riscos, lhes oferece uma alta quantia em dinheiro por uma participação na sociedade e muitas lições de gestão avançada para transformar definitivamente as empresas. “Tenho um apetite para riscos maior que o comum, porque acredito nas pessoas, que elas podem mudar e melhorar”, diz Lemonis em entrevista à Revista IstoÉ Dinheiro.
No programa, Marcos Lemonis mostra que é preciso lançar mão de estratégias arrojadas e ousadas para mudar a cultura de certas empresas. Com base no princípio dos “três P’s” (Pessoas, Processos e Produtos), Marcos Lemonis entra de cabeça nos negócios lucrativos que estão afundados em dívidas e na má gestão de profissionais despreparados.
Em alguns episódios é possível vê-lo demitindo funcionários descompromissados, promovendo bons colaboradores que antes eram desvalorizados, mudando completamente a identidade da empresa, e até lavando privadas para demonstrar seu produto a um cliente.
“O Sócio” é uma ótima oportunidade de aprendizado pra quem deseja empreender e conhecer os bastidores da gestão de empresas de sucesso. “Não considero o programa como um entretenimento, mas sim educacional”, afirmou Lemonis. “Sinto que o seu propósito é mostrar como fazer negócios e como não fazer, como tratar as pessoas e quais são os erros feitos por outros que podem ser evitados.”
Nos últimos 10 anos, Marcos ajudou mais de 100 empresas a se reerguerem. Desde que o programa foi ao ar pela primeira vez nos EUA, em 2013, o empresário já investiu mais de US$ 7 milhões de seu próprio dinheiro, uma fortuna avaliada em US$ 2 bilhões, em companhias apresentadas nos episódios.
“O Sócio” é transmitido pelo canal History Channel toda terça-feira, às 22h. E é reprisado em outro dias da semana.
Sobre Marcos Lemonis 
Marcos Lemonis, de 41 anos, é nascido em Beirute, capital do Líbano. Como diretor e CEO da Camping World e da Good Sam Enterprises, administra cerca de 6.000 funcionários em mais de 100 cidades ao redor dos Estados Unidos.
Sobrevivente da guerra civil do país do Oriente Médio, Lemonis foi adotado, quando criança, por um casal de gregos que moravam em Miami.
Na última década, Lemonis se tornou CEO da Camping World e da Good Sam Enterprises, especializadas em produtos e serviços para trailers e motorhomes, muito utilizados nos EUA e Europa para viagens.
Ao mesmo tempo, investiu em mais de 100 pequenas empresas promissoras, mas problemáticas. Foram essas credenciais que o levaram a apresentar o programa criado para a rede americana CNBC.
Copiado: http://www.sobreadministracao.com/

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

99 sugestões de tema para TCC Monografia em Administração

TCC Monografia – Olá pessoal! Atendendo a inúmeros pedidos, hoje vamos trazer algumassugestões de temas para TCC Monografia em Administração. 
Os temas listados abaixo são ligados à administração, marketing, logística, recursos humanos, gestão da informação, comércio exterior, contabilidade etc. Você pode utilizar algum deles em seu TCC ou apenas tê-los como inspiração para outro tema que lhe interesse.
É importante ressaltar, também, que o aluno precisa escolher um tema que ele goste de escrever, que seja interessante para sua área de atuação no futuro etc. Enfim, ele deve escrever sobre aquilo que gosta e que terá prazer em produzir nos próximos meses. Pense direto e faça a melhor escolha, ok?
Então vamos à lista de sugestões de temas para TCC Monografia em Administração:
  1. Gestão de RH nas pequenas empresas;
  2. Governança Corporativa;
  3. Marketing Esportivo;
  4. As mulheres e o mercado de trabalho;
  5. CRM “Customer Relationship Management” (Gerência do relacionamento com o cliente)
  6. Ética nas relações de trabalho
  7. Qualidade em projetos de exportação;
  8. Comércio exterior;
  9. Logística reversa;
  10. O impacto das mudanças nas organizações;
  11.  A importância da tecnologia da informação nas tomadas de decisões ;
  12. Comunicação x Informação;
  13. Sistemas de informação (PED) e as estratégias empresariais;
  14. Empresas modelos: a influência da certificação ISO e PNQ;
  15. Auditoria financeira;
  16. Endomarketing;
  17. Gestão de Projetos;
  18. Desafios da gestão em uma empresa familiar;
  19. GRIS – Gerenciamento de risco
  20. Planejamento estratégico;
  21. O meio ambiente e as empresas;
  22. A motivação no ambiente de trabalho;
  23. A competividade nas micro e pequenas empresas;
  24. Ação preventiva na Administração;
  25. Administração participativa;
  26. Administração por objetivos (MBO);
  27. Os jovens administradores e o mercado de trabalho;
  28. Ambiente Organizacional;
  29. O método Kaizen;
  30. SASSMAQ (Saúde, Segurança, Meio Ambiente e Qualidade no Transporte);
  31. Gestão no ensino universitário dos cursos de Administração;
  32. O método Kanban;
  33. Análise de desempenho;
  34. Balanced scorecard;
  35. Clima e cultura Organizacional;
  36. Estilos de liderança;
  37. A Administração pública como facilitadora do desenvolvimento social e econômico;
  38. A mudança de comportamento da indústria com o advento da responsabilidade social;
  39. O código de ética como influenciador do ambiente interno das organizações;
  40. Sociedade de conhecimento: mito ou realidade;
  41. Empowerment;
  42. Gerenciamento estratégico de armazenagem e transporte;
  43. Desenvolvimento econômico da região/cidade X;
  44. Planejamento estratégico;
  45. Modelos organizacionais;
  46. Qualidade de vida x qualidade no trabalho;
  47. Análises financeiras e o administrador atual;
  48. Gestão ambiental;
  49. A importância de se criar marcas próprias;
  50. Inteligência Emocional;
  51. Capital Intelectual;
  52. Empreendedorismo;
  53. Gestão por competências;
  54. Gestão hoteleira;
  55. E-learning;
  56. E-commerce;
  57. Práticas modernas na gestão de pessoas;
  58. A qualidade do atendimento como fator de crescimento empresarial;
  59. Equipes autogerenciáveis: conquistas e desafios;
  60. Sistema de gestão inteligente: ferramentas MRP e CPM voltadas ao cliente;
  61. Marketing de varejo;
  62. Estratégias de lançamento de um produto;
  63. Integração empresa e sociedade;
  64. Criação de novas empresas;
  65. Os novos rumos do RH nas empresas;
  66. Marketing pessoal: planejamento e estratégias para o desenvolvimento do indivíduo
  67. Pesquisa em marketing;
  68. Retorno sobre investimento – análise das alternativas metodológicas na decisão (tomada de decisão);
  69. Responsabilidades civis e penais do administrador/empresário;
  70. Concorrência desleal – ética e sigilo empresarial;
  71. Propaganda enganosa/abusiva;
  72. Marketing Invisível;
  73. O marketing e o consumidor no Brasil;
  74. Proteção aos direitos do consumidor em face de produtos com defeitos e vícios;
  75. Nicho de mercado;
  76. Importância do slogan para o marketing;
  77. Marketing de produto;
  78. Marketing político;
  79. Marketing das empresas de comunicação: TV, jornais e rádios;
  80. Relacionamento marketing/sociedade;
  81. Marketing de patrocínio: associação da imagem do produto ao evento patrocinado;
  82. Mercado financeiro;
  83. Responsabilidade social;
  84. Multimodalidade: a redução de custo pela unificação do contrato de transporte;
  85. A evolução dos regimes aduaneiros e os recintos alfandegados;
  86. Projeto de internacionalização de PME’s;
  87. Exportação de serviços no Brasil;
  88. Geração de valor para os acionistas;
  89. EVA: Economic Value Added;
  90. Fusão e aquisição de empresas;
  91. Custos da qualidade e da não-qualidade;
  92. A importância da Contabilidade para o administrador;
  93. A Contabilidade como instrumento de gestão;
  94. Gestão de custos no mundo globalizado;
  95. Comunicação interna e a visibilidade da empresa;
  96. Comunicação não-verbal nas organizações;
  97. A formação acadêmica facilitadora do progresso profissional;
  98. Treinamento profissional: ferramenta empresarial;
  99. Eficácia dos instrumentos de avaliação na entrevista de seleção;
Copiado: http://www.sobreadministracao.com/

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Gestão de Carreira

A grande dificuldade de jovens que buscam oportunidades de emprego, é não conhecer o outro lado, a empresa(entrevistador), para lidarmos vejamos:
Expectativa x realidade: este choque impõe as empresas a serem mais criteriosas e éticas na hora do recrutamento e seleção.
O entrevistado precisa conhecer:
Comunicação
  • Verbal: demonstrar interesse, ser gentil, educado e saber a hora e o que falar.
Obs: despir de preconceitos, colocar se no lugar da outra pessoa, ser paciente, fazer perguntas relevantes, aja com moderação e controlar o temperamento.
  • Não verbal: expressões faciais, braços cruzados, movimentos dos olhos e postura.
Obs: o corpo fala através do contato visual, tom de voz, gestos, roupas, movimentos, postura, saber ouvir e comportamento.
Fatores que devem ser avaliados e conduzidos para uma excelente entrevista de emprego. Para o sucesso dentro da organização onde trabalha avaliamos a seguir:
O profissional no mercado de trabalho:
  • Assumir responsabilidades na gestão da carreira;
  • Aprender constantemente;
  • Investir por conta própria;
  • Os seus valores, realizações e a história de vida;
  • Perceba as mudanças de cenários (políticos e econômicos);
  • Esteja comprometido com o sucesso da empresa;
  • Estabeleça metas e atue com disciplina;
  • Amplie seus conhecimentos;
  • Troque muitos feedbacks;
  • Mapeie e esteja preparado para novas oportunidades.
Aplique: PDCA + CHA + ANALISE DE SWOT + STAKEROLDERS
Considerando também:
  1. Responsabilidade: tomar decisões corretas.
  2. Respeito: conduzir conflitos/discordâncias.
  3. Justiça: não discriminar pessoas/favoritismo.
  4. Honestidade: criar um ambiente para se dizer a verdade/conduta.
Este progresso se tornará eficiente se cuidar de si próprio, como:
  • Aspectos Físicos – alimentar se corretamente de forma saudável e dormir = disposição no trabalho.
  • Aspecto Mental – não sofra antecipadamente e concentre se = mais direcionamento das decisões, atenção e raciocínio no trabalho.
  • Aspecto Emocional - controlar a ansiedade e sentimentos = trabalhar sobre pressão.
  • Aspecto Espiritual - ter metas além do material e refletir seus valores = motivação e lidar com conflitos dentro da empresa.
Agora você está preparado para o mercado de trabalho.
Por Marcelino Bastos - http://www.artigos.com/

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Benchmarking: Eu Copio, Tu Copias e Nós Melhoramos!

Umas das características principais de todo empreendedor é a vontade constante de tornar seu negócio referência no mercado em que atua. 

Mas como conseguir tal façanha? Como saber se o meu conceito de excelência é realmente o que o mercado necessita? 

O " seu melhor" é, de fato, o melhor?  Ou existe um nível maior que lhe coloque perto da perfeição do que o "seu melhor"? A melhor forma de responder estas perguntas é olhar ao seu redor. Voltamos a um principio fundamental do empreendedorismo: a pesquisa. Mas, desta vez, com o nome um pouco diferente: Benchmarking.

Mas afinal o que é Benchmarking?

Se você, empreendedor, algum dia atentou para observar alguma prática que o seu concorrente fez e achou interessante e posteriormente resolveu adotá-la de forma melhorada, parabéns, você fez Benchmarking.

Benchmarking nada mais é do que adotar as melhores práticas existentes no mercado, sejam elas executadas pelos seus concorrentes ou não, e absorver para o seu negócio de forma melhorada. Ou seja, copiar! Sim, copiar! Entretanto, sempre melhorando-as continuamente. Trata-se de um processo sem fim, onde sempre irá existir pontos a serem trabalhados e otimizados afim de transformar o empreendimento em referência no segmento no qual está inserido.

O benchmarking é uma ferramenta de pesquisa de alcance incrível. Quando utilizada de forma sistemática e engajada é capaz de proporcionar inúmeros benefícios, auxiliando no aumento da eficiência da qualidade do serviço/produto.

Quais os tipos de Benchmarking

Os tipos mais importantes desta ferramenta são:
  • Competitivo
Tem como característica a observação de concorrentes. Está  prática é pouco utilizada por conta de sua complexidade em levantamento de dados e informações tendo em vista que a empresa concorrente não forneceria seus dados facilmente para outras empresas. Neste caso, é comum a figura do consultor externo no processo de levantamento de dados.
Interno
Caracteriza-se pela adoção de melhoras práticas já existentes dentro da empresa, porém, de setores diferentes. Um departamento pode se tornar referência por possuir processos e métodos que tornem a rotina do setor mais enxuta e objetiva. Assim como um departamento pode ser copiado e melhorado por possuir atitudes que contribuem para o bem social ou ambiental.
  • Funcional
Ocorre entre empresas de segmentos diferentes e na maioria das vezes não concorrentes. É um dos tipos de benchmarking mais utilizado atualmente, pois possibilita a observação e acompanhamento sem grandes dificuldades. 
Por exemplo: uma empresa do ramo alimentício, que possui uma linha de logística bem desenvolvida, pode ter seus processos copiados e melhorados para a realidade de outra empresa do segmento de cosméticos, sem grandes dificuldades e restrições pois suas atividades "meio" são comuns em várias empresas.
  • Colaborativo
É realizado quando duas ou mais empresas, não concorrentes, promovem seus modelos de boas práticas a outras empresas fomentando o aprendizado e crescimento das mesmas. Há uma parceria entre as empresas onde o objetivo é a troca de aprendizado ou a promoção da imagem da empresa perante o mercado, neste último caso em outras palavras, trata-se de uma "publicidadezinha").
  • Conclusão
Como eu já havia falado no início do post, o benchmarking é uma ferramenta de potencial muito elevado. Muito mais do que fazer uma cópia do que é bom, a ferramenta possui uma conotação bem ampla. 

Dessa forma,  tal ferramenta sendo aproveitada em sua plenitude, pode-se tornar um ponto chave de crescimento e reposicionamento da empresa. Identificar uma referência, efetuar esforços para absorver os pontos positivos de destaque, e por último, ultrapassar o limiar trarão a consequência de atingir a excelência no mercado atuante.

Por: Marco Monte  - http://admemdestaque.blogspot.com.br/